REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
07 de Março de 2017

Com a a ditadura do chamado correctamente saudável e do politicamente correcto, a gerigonça começou a criar novos impostos sobre o consumo começando nos sacos de plástico e passando por taxar o açúcar e a gordura que vem nos alimentos processados em vez de ver impostos já existentes e que deveriam de ser mudados na forma como são aplicados para haver a chamada equidade fiscal.

Enquanto alguns iluminados da Ordem dos Médicos ou outros lobistas da área da esquerda sobretudo aqueles que ainda pensam que existe pacto de Varsóvia e aquelas utopias que apenas funcionavam para alguns e que no caso de serem questionadas valiam umas férias na Sibéria durante uns anos atacam os refrigerantes e as batatas fritas com a sua ligação a obesidade quando não têm olhos para ver os paizinhos que deixam os filhos de rédea solta em vez de os controlar porque Portugal teve a infeliz ideia de entrar para o euro e como o custo de de vida aumento de forma insana, os pais já não podem dar a atenção devida aos seus rebentos e estes se põem a comer porcarias em vez de terem uma dieta relativamente saudável.

E estes impostos sobre os refrigerantes são mais altos do que aqueles aplicados sobre o tabaco ou as bebidas alcoólicas e para cúmulo da ironia as bebidas sem açúcar adicionado ou mesmo com substitutos do açúcar têm custos iguais e por vezes superiores daquelas que tem que pagar imposto sobre o açúcar o que tem deixado deveras pensativo saber como este imposto está a ser aplicado e se está a ser aplicado como deve ser e se a ASAE anda com olhos de ver nestes preços sem nexo.

Este imposto para aqueles que não sabem tem um proporção diferente do imposto sobre as bebidas alcoólicas: enquanto o imposto do açúcar é taxado na concentração de açúcar por litro de bebida, o imposto sobre o álcool é taxado na concentração de álcool por 100 litros de bebida o que faz com que o imposto sobre as bebidas alcoólicas seja centenas de vezes inferior em relação ao imposto Coca-Cola embora se saiba que um litro de vinho ou de cerveja faz muito mais desgraça do que um litro de refrigerante e basta ver a lista de espera para um transplante de fígado e que esta lista de espera é causada em grande parte por consumidores de bebidas não açucaradas, mas sim bebidas alcoólicas.

E quando andei nas carrinhas de auxílio alimentar para receber aquela coisa que chamam refeição, mas que ninguém consegue comer porque boa parte das vezes o comer vinha estragado e não era rara a ocasião que eu apanhava intoxicações alimentares com o comer que davam e que ainda dão e nestes tempos negros eu vi todo o tipo de gente: desde de pessoas em que vida tinha sido ingrata, mas que não iam para os vícios e tinham vidas mais ou menos normais dentro do possível ou casos em que as drogas sejam elas ilegais ou legais como o álcool ou o tabaco tinha arruinado.

E exactamente por este facto do álcool arruinar tantas vidas e tantas famílias e ser um dos factores-chave na violência doméstica que a taxação do álcool deveria mudar e seguir a mesmo proporção do imposto Coca Cola e depois queria ver se aquela mixórdia do vinho de pacote era vendido a 70 cêntimos ou as sangrias pré-embaladas eram consumidas como o são e se as bebedeiras dos estudantes nas recepções dos caloiros e nas semanas académicas aconteceriam e se haveria tantos casos de de gravidezes não-planeadas.

Não é preciso ser um génio na matemática para se ver que o vinho de pacote se houvesse equidade fiscal em Portugal, chegaria quase aos dois euros e as bebidas brancas talvez chegassem aos 50 euros por garrafa se o álcool fosse taxado na proporção álcool por litro e com estes preços muitos iriam pensar cinco vezes se iam beber um Sprite ou uma imperial.

Esta república dos bananas em que uma gerigonça se vai governando a conta dos pategos que votaram neles e por conta daqueles que não votaram neles vão dirigindo a nação como lhes apetece seguindo as suas ideologias bacocas e ultrapassadas ao mesmo tempo que criam novelas para irem entretendo os pategos enquanto os vão roubando e depois se tem um presidente da república que é mais uma prova da inutilidade do regime republicano em Portugal porque não sabe intervir quando deve e se dedica a ser uma figura do entretimento público como fosse um qualquer artista em vez de ser um presidente presente.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Porque não taxam o álcool e o tabaco na mesma proporção do que o açúcar nas bebidas açucaradas? Porque as bebidas sem açúcar são mais caras ou tão caras como aquelas que têm açúcar? Andam a brincar com quem? As autoridades de supervisão andam a dormir? Que caminho leva Portugal enquanto estiver nas mãos da gerigonça? A república ainda tem razão para existir? Aonde está a equidade fiscal?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 12:19
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música para pensar: Death on Two Legs (deicated to...) - Queen
05 de Março de 2017

Nas minhas adanças pelo Youtube enquanto andava a estudar para os exames da Universidade Aberta acheio um vídeo vindo do Cazaquistão que me deixou de queixo caído e que prova que o mais famoso natural de Zanzibar é a maior lenda da música de todos os tempos por muito que não se goste, esta é a realidade.

E no antigo Bloco do Leste têm aparecido vozes nos concrusos de caça-talentos que me deixam de boca aberta tamanho é o talento e esta descoberta já é o segundo casi em que o talento escolhe uma das derradeiras óperas dos divinos de Londres e sobretudo esta que segundo rezam as lendas foi gravada num só take com um Freddie Mercury já a dar os últimos suspiros....

 

 

Vindo do Cazaquistão

 

 

Dimash com a obra-prima: The Show Must Go On

 

 

 

 

 

publicado por tron às 16:18
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música para pensar: The Show Must Go On - Dimash
28 de Fevereiro de 2017

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
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