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07
Mar 17

Com a a ditadura do chamado correctamente saudável e do politicamente correcto, a gerigonça começou a criar novos impostos sobre o consumo começando nos sacos de plástico e passando por taxar o açúcar e a gordura que vem nos alimentos processados em vez de ver impostos já existentes e que deveriam de ser mudados na forma como são aplicados para haver a chamada equidade fiscal.

Enquanto alguns iluminados da Ordem dos Médicos ou outros lobistas da área da esquerda sobretudo aqueles que ainda pensam que existe pacto de Varsóvia e aquelas utopias que apenas funcionavam para alguns e que no caso de serem questionadas valiam umas férias na Sibéria durante uns anos atacam os refrigerantes e as batatas fritas com a sua ligação a obesidade quando não têm olhos para ver os paizinhos que deixam os filhos de rédea solta em vez de os controlar porque Portugal teve a infeliz ideia de entrar para o euro e como o custo de de vida aumento de forma insana, os pais já não podem dar a atenção devida aos seus rebentos e estes se põem a comer porcarias em vez de terem uma dieta relativamente saudável.

E estes impostos sobre os refrigerantes são mais altos do que aqueles aplicados sobre o tabaco ou as bebidas alcoólicas e para cúmulo da ironia as bebidas sem açúcar adicionado ou mesmo com substitutos do açúcar têm custos iguais e por vezes superiores daquelas que tem que pagar imposto sobre o açúcar o que tem deixado deveras pensativo saber como este imposto está a ser aplicado e se está a ser aplicado como deve ser e se a ASAE anda com olhos de ver nestes preços sem nexo.

Este imposto para aqueles que não sabem tem um proporção diferente do imposto sobre as bebidas alcoólicas: enquanto o imposto do açúcar é taxado na concentração de açúcar por litro de bebida, o imposto sobre o álcool é taxado na concentração de álcool por 100 litros de bebida o que faz com que o imposto sobre as bebidas alcoólicas seja centenas de vezes inferior em relação ao imposto Coca-Cola embora se saiba que um litro de vinho ou de cerveja faz muito mais desgraça do que um litro de refrigerante e basta ver a lista de espera para um transplante de fígado e que esta lista de espera é causada em grande parte por consumidores de bebidas não açucaradas, mas sim bebidas alcoólicas.

E quando andei nas carrinhas de auxílio alimentar para receber aquela coisa que chamam refeição, mas que ninguém consegue comer porque boa parte das vezes o comer vinha estragado e não era rara a ocasião que eu apanhava intoxicações alimentares com o comer que davam e que ainda dão e nestes tempos negros eu vi todo o tipo de gente: desde de pessoas em que vida tinha sido ingrata, mas que não iam para os vícios e tinham vidas mais ou menos normais dentro do possível ou casos em que as drogas sejam elas ilegais ou legais como o álcool ou o tabaco tinha arruinado.

E exactamente por este facto do álcool arruinar tantas vidas e tantas famílias e ser um dos factores-chave na violência doméstica que a taxação do álcool deveria mudar e seguir a mesmo proporção do imposto Coca Cola e depois queria ver se aquela mixórdia do vinho de pacote era vendido a 70 cêntimos ou as sangrias pré-embaladas eram consumidas como o são e se as bebedeiras dos estudantes nas recepções dos caloiros e nas semanas académicas aconteceriam e se haveria tantos casos de de gravidezes não-planeadas.

Não é preciso ser um génio na matemática para se ver que o vinho de pacote se houvesse equidade fiscal em Portugal, chegaria quase aos dois euros e as bebidas brancas talvez chegassem aos 50 euros por garrafa se o álcool fosse taxado na proporção álcool por litro e com estes preços muitos iriam pensar cinco vezes se iam beber um Sprite ou uma imperial.

Esta república dos bananas em que uma gerigonça se vai governando a conta dos pategos que votaram neles e por conta daqueles que não votaram neles vão dirigindo a nação como lhes apetece seguindo as suas ideologias bacocas e ultrapassadas ao mesmo tempo que criam novelas para irem entretendo os pategos enquanto os vão roubando e depois se tem um presidente da república que é mais uma prova da inutilidade do regime republicano em Portugal porque não sabe intervir quando deve e se dedica a ser uma figura do entretimento público como fosse um qualquer artista em vez de ser um presidente presente.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Porque não taxam o álcool e o tabaco na mesma proporção do que o açúcar nas bebidas açucaradas? Porque as bebidas sem açúcar são mais caras ou tão caras como aquelas que têm açúcar? Andam a brincar com quem? As autoridades de supervisão andam a dormir? Que caminho leva Portugal enquanto estiver nas mãos da gerigonça? A república ainda tem razão para existir? Aonde está a equidade fiscal?

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publicado por tron às 12:19
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música para pensar: Death on Two Legs (deicated to...) - Queen
28
Fev 17

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

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publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
19
Set 16

Desde há muito me questiono cada vez que vou aos mercados, supermercados e hipermercados porque raios o peixe é sempre mais caro do que a carne sabendo-se que teoricamente o peixe não tem despesas com a criação sendo as únicas despesas o transporte, o salário dos pescadores, o combustível do barco (que é subsidiado) e os ordenados dos enventuais empregados das vendas.

E agora até existe peixe de viveiro que massifica a produção de peixe e que em teoria iria o tornar mais barato do que a carne sobretudo numa cidade como Lisboa que é beijada pelo mar e está rodeada de portos de pesca na sua área metroplitana o que não justifica os preços exigidos por peixes de grande consumo como o carapua, a faneca, a cavala e outros que chegam a estar mais caros do que o marisco.

As autoridades de fiscalização como a ASAE e a Autoridade da Concorrência estão a dormir na parada e estes abusos acontecem há décadas e depois aparece a DGS a apelar ao consumo de peixe fresco, mas o senhor director da DGS ganha muito mais do que o salário médio do comum dos portugueses e várias vezes o RSI e quem está limitado a um tecto máximo de rendimento mensal de cerca de 900 euros e se tem família, não se pode dar ao luxo de comer peixe fresco ou até mesmo congelado que este chega a estar ao preço do bife dos Açores.

A isto temos que acrescentar a crise crónica da república portuguesa que foi intensificada pelo tri da troika graças a um governo socialista como das outras duas vezes em que maldita troika meteu aqui os pés também graças a governos socialistas que prometeram tudo e no fim nada deram a não ser para os seus e o resto que se lixe como é habitual no poder político da república.

Não sei como ainda não resolveram esta situação do preço do peixe sobretudo quando esta situação é uma situação que se arrasta ao longo dos anos e não é pelo facto de algumas espécies de pescado estarem defeso ou não, simplesmente o peixe fresco e boa parte do congelado é caro todo o ano e nem com promoções chega a ficar mais barato do que a carne apesar de Portugal ser abençoado com um mar relativamente fértil e esta situação não justifica os preços elevados do peixe em Portugal, sobretudo nas cidades do litoral.

Nesta nação do rouba quem quer e quem pode e onde os maiores ladrões são sempre inocentes mesmo com prova de culpa como o caso do 44 de Évora que tem uma legião de seguidores como fosse um Papa ou um homem digno da canonização quando nunca pssou de um reles corrupto da república capaz de rivalizar com Alves dos Reis no talento de corromper e burlar o Estado em vários milhões.

As supostas autoridades de fiscalização alimentar e económica estão mais preocupadas com as bolas de berlim nas praias ou com os restaurantes que andam a aldarbar os fregueses em vez de atacarem uma negociata que já leva décadas que é o caso dos intermediários no comércio de peixe que fazem com que o peixe seja muito mais caro do que a carne apesar de Portugal ser um dos países da Europa com mais mar e que não se justifica as diferenças pornográficas entre o custo do peixe da carne a não ser que as autoridades de fiscalização recebam algum por baixo da mesa para fechar os olhos a esta peixarada que retira o peixe da nossa mesa e depois ainda temos que levar com as xaropadas da DGS quando a culpa poderá estar no próprio Estado em si.

Como sempre as minhas perguntas: Porque não investigam este caso de especulação com o preço do peixe? Porque a DGS em vez de falar, ajuda a agir? Quem ganha com esta especulação? Porque ela existe?

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publicado por tron às 14:53
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música para pensar: Liar - Queen
07
Set 16

Os senhores da educação em Portugal, sejam eles os sindicatos ou o ministério em si estão calados mais uma vez em relação a um problema crónico no ensino em Portugal e que parece estar longe de ter qualquer tipo de cura e ninguém está com a mínima vontade de fazer seja o que for para acabar com esta situação.

Actualmente existem onze colégios de ensino espevcial qiue ainda não receberam o subsídio estatal a que têm direito porque o Estado simplesmente não tem uma cobertura completa para o ensino especial nem nunca teve e neste caso em particular os privados têm papel fundamental porque há décadas o fazem devido a incúria ou falta de interesse do mesmo Estado. Aqui não existem quaisquer contratos de associação ou outra qualquer figura jurídica semelhante e é uma situação crónica porque já no ano passado falei aqui nesta página dos blogs do Sapo sobre o mesmo assunto e parece que tudo ficou na mesma.

Nestes atrasos crónicos da república ainda estão 11 colégios a espera da parte do Estado para cobrir as mensalidades dos alunos e no ano lectivo passado o dinheiro só foi entregue em Fevereiro de 2016 e mesmo assim teve que ser à força porque os colégios só receberam o dinheiro dos acordos de cooperação fizeram o ministério da educação saber que não tinham meios para manter as aulas do segundo período.

Esta situação não é só causada pela Gerigonça e já vem detrás, mas o mais grave é que a Gerigonça não faz nada por ser diferente do que o desgoverno do Führer Passos Coelho e não são raras as vezes que consegue ser pior do que o desgoverno de Passos Coelho e os professores sem colocação e os atrasos nos pagamentos para o ensino especial que são uma doença crónica do ensino em Portugal e que nada nem ninguém está com vontade de resolver porque não toca aos políticos da república esperar por estes mesmos subsídios.

Como não fosse suficiente esta crónica falha, existe outra falha crónica porque não existem instalações para jovens deficientes maiores de idade e estes têm ficar na casa dos seus pais sem qualquer apoio educativo quando estes mesmos cidadãos têm necessidades especiais para o resto das suas vidas e depois dos 18 anos deixam de ter todos os apoios lectivos deixando as respectivas famílias com um peso nas mãos sem qualquer ajuda para o suportar quando se tem uma máquina estatal que se limita em cobrar impostos de todas as maneiras e mais algumas, em alguns casos até quando uma pessoa vai a casa de banho.

Muitos defendem esta Gerigonça que está no poleiro com unhas e dentes, mas as suas falhas se mostram todos os dias e basta ler um qualquer jornal para se ver estas falhas e agora a nova vítima é o ensino especial que via sofrer com os cortes de um governo que afirmava querer cortar com passado, mas ao fim de contas esta Gerigonça de governo acaba por ser tão boa como o governo anterior e ainda niguém viu a diferença ou não quer ver e agora o ensino especial é mais um sinal que esta Gerigonça não funciona e que algo tem que ser feito por estes coitados e coitadas que precisam de toda a ajuda do mundo.

Ficam as minhas perguntas: Porque não resolvem os problemas com o ensino especial? Afinal para que nos serve o Estado? Aonde está o ministro da educação? Aonde estão os defensores da escola pública? Porque não existe mesmo uma educação para todos?

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publicado por tron às 18:05
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04
Set 16

Mário Nogueira, líder do sindicato comunista dos professores, Fenprof e que ainda em tempos de Sócrates e de Passos Coelho andava empastilhado na luta contra os horários zero dos professores, ou seja, professores não colocados e agora neste segundo ano lectivo com a Gerigonça, mas que vai ser o primeiro que a Gerigonça que está no poder vai abrir tem mais professores sem colocação até do que no último ano lectivo começado e acabado por Nuno Crato, ministro da educação dos tempos de Passos Coelho.

Mário Nogueira diz de uma forma muito pacífica num comunicado onde diz que estes professores sem colocação são precisos para as escolas e para que o ensino seja o mais universal possível e que espera que o actual governo não seja como o governo anterior e que até o início do ano lectivo estes mesmos professores sem colocação tenham turmas atribuídas, ou seja, que tenham colocação e que não tenha uma política de imposição como o governo anterior.

Em poucas palavras, Mário Nogueira que foi mais anti-PS do que o PSD e o PCP juntos, está a fazer contas com o ovo no cu da galinha e se está a fiar em socialistas no governo e como bem diz o povo "Não corras e fia-te na virgem, que vais ver o que te acontece" e neste caso Mário Nogueira que já não pisa uma sala de aulas há mais de 20 anos, portanto estava eu a entrar na fase final dos meus estudos liceais que não cheguei a acabar e este senhor estava a deixar de dar aulas por sua vontade para se meter nas lides sindicais e sair das lides lectivas.

Tem estado desde então só a contestar seja que governo desde que este não seja da CDU e quando temos um governo de direita o homem parece que se passa e ataca o governo de direita por tudo e por nada e quando temos um governo do PS amansa um pouco os seus maus fígados embora continue activo e me lembro bem numa manifestação liderada pela Fenprof e na altura o actual ministro dos negócios estrangeiros, Augusto Santos Silva, na altura ministro dos assuntos parlamentares nos tempos de Sócrates, que ao reagir a manifestação de Mário Nogueira o reduziu a um papel de insigne insignificância.

Parece que este episódio deve estar esquecido na mente de Mário Nogueira e com esta amnésia este mesmo Mário Nogueira aceitou o maior aumento de professores sem turma dos últimos 4 anos como fosse algo natural apontando a baixa natalidade que existe em Portugal em vez de apelar aos seus novos amigos para que se criem mais turmas no ensino público, turmas mais pequenas que iriam aumentar a qualidade do ensino e ao mesmo tempo permitir que mais professores trabalhassem e os mais idosos se reformassem; mas este senhor está numa hibernação e apareceu apenas para contestar os contratos de associação dos colégios com o Estado e alguns colégios que estavam dependentes destes mesmos contratos fecharam e lançaram mais uns quantos professores no desemprego, mas o senhor sindicalista Mário Nogueira se calou.

Este estado de silêncio de Mário Nogueira em relação aos milhares de professores sem colocação mostra que este senhor é mais leal ao partido (no seu caso o PCP) do que aos seus colegas de profissão para os quais Mário Nogueira se está marimbando tirando aqueles que são do seu sindicato e mesmo assim fico na dúvida porque a minha irmã que sofreu um despedimento sem justa causa e pediu ajuda ao sindicato e no fim das contas não lhe serviu de nada porque a coitada ficou sem o emprego e parece que nem recebeu a indemnização.

Este senhor Mário Nogueira é aquilo que se chama um feijão-frade, tem duas caras e vamos ver como o mesmo vai reagir se por alguma hipótese se a Gerigonça çevar uma tremenda derrota nas eleições municipais de 2017 e o governo da gerigonça seguir o mesmo caminho do governo de Guterres e tal como o candidato a Secretário-Geral da ONU, António Costa apresentar a demissão ao presidente da república Marcelo Rebelo de Sousa e depois fica tudo nas mãos do inquilino de Belém que tanto pode seguir o que Sampaio fez e aceita a demissão ou a recusa mantendo a Gerigonça durante algum tempo no poleiro.

Estou mesmo a ver o sr. Mário Nogueira a acordar da hibernação no caso de Portugal voltar a ter um governo de direita e vai começar a deitar cobras e lagartos pela boca fora mesmo que este hipotético governo consiga reduzir o número de professores sem colocação por algum milagre vindo sabe-se lá de onde, mas que poderá acontecer de alguma forma e se este milagre acontecer de haver menos ou mesmo nenhuns professores sem colocação, pago para ver qual será a reacção deste senhor que já largou a escola a tanto tempo que já poderia pedir a reforma da Função Pública devido ao tempo que tem passado no sindicato.

Ficam as minhas perguntas: Qual o contributo de Mário Nogueira para a Educação Pública e para o sistema de educação? Este senhor já pensou em voltar a dar aulas? Porque não critica a Gerigonça quando há mais professores por colocar do que havia no tempo de Passos Coelho? Este senhor se esqueceu como foi tratado pelo ministro Santos Silva nos tempos do Sucateiro Sócrates?

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publicado por tron às 12:52
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
27
Ago 16

Esperei uns dias para fazer a minha análise com mais frieza sobre a prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos da XXXI Olímpiada que foram realizados no Rio de Janeiro, a chamada cidade maravilhosa e onde muito de maravilhoso se mostrou, mas infelizmente quase quase nada foi português.

Como já é doença crónica das presenças nacionais em jogos olímpicos muito se promete quase nada se tem e e houve muitos quase-medalhas mas no fim das contas só se conseguiu uma e mais uns quantos diplomas ao ponto do próprio Comité Olímpico Português ter afirmado que a prestação da delegação portuguesa ficou abaixo dos obectivos traçados para a "Operação Rio 2016" .

Muitas desculpas apareceram para os falhanços dos favoritos umas plausíveis como no caso do futebol onde devido as recusas dos clubes, foi construída uma selecção de segundas e terceiras escolhas onde muito fez Rui Jorge (treinador da selecção olímpica de futebol), Luciana Diniz no hipismo que teve mesmo azar porque apenas por um obstáculo que não entrou na luta das medalhas e no Taekowndo onde o representante nacional caiu de pé, de resto os favoritos andaram apanhar diplomas como apanhassem abrunhos no Verão.

Como português senti vergonha do meu país não só pela falta de resultados nos jogos, bem como pela capacidade dos desportistas brasileiros que conseguiram 19 medalhas apenas numa olimpíada quando Portugal em 104 anos de olimpismo tem apenas 24 medalhas e nem penso no total que o Brasil já conquistou e com menos anos de olimpismo do que Portugal o que além de envergonhar Portugal dá que pensar como o desporto no seu todo tem sido gerido em Portugal e da doutrionação que levam os treinadores ou que levaram no passado e que era muito baseada na Europa do Leste sobretudo depois do 25 de Abril e parece que estão parados no tempo e muitos atletas que não estavam a 100% foram para o Rio sabendo que qualquer edição dos jogos olímipicos seja aqui ou na China exige que os atletas estejam no melhor da sua forma tanto física como mental e que não entrem nas provas presos por arames como foi o caso da presença portuguesa nos jogos do Rio de Janiero onde além da medlha de bronze de Telma Monteiro apenas os destaques  prova de ciclismo contra-relógio se teve porque o ciclista português Nelson Oliveira que ficou em sétimo lugar apesar de dois antes ter dado uma queda violenta que deixou as suas maselas mesmo assim Nelson Oliveira me surpreendeu pela positiva como venceu as dorese ainda aghuentou o contra-relógio e fiquei a pensar se não fosse a queda quase com toda a certeza Nelson Oliveira teria tido melhor resultado; a prova de hipismo de Luciana Diniz que apenas por 4 pontos não entrou na disputa das medalhas, no Taekowndo o estereante Rui Bragança conseguiu um 5º lugar que poderia ter sido melhor com mais sorte do mesmo, a presença nos quartos de final no futebol foi positiva porque a equipa não era mesma que no europeu de esperanças parecia um rolo compressor e era feita de segundas e terceiras escolhas e ainda ter conseguido ter ganho o grupo foi um feito e natação onde um nadador chegaram as meias-finais pela primeira vez desde 1988: Alexis Santos do Sporting.0

Agora o resto foram muitas promessas e nenhumas realizações apesar de existirem os chamados centros de alto rendimento desportivo que custaram ao Estado alguns milhares de euros para no fim não consiguirem ganhar a tão ambicionada medalha e ver países com menos habitantes do que Portugal como Singapura ou a Dinamarca a ganharem medalhas, os brasileiros que não têm centros de alto rendimento a ganhar 19 medalhas duma assentada e como não fosse suficiente a fazerem uns jogos que o presidente do COI, Thomas Bach, classificou como "Maravilhosos".

E voltando a vaca fria; como se sabe o Brasil vive uma crise económica e uma crise política, mesmo assim não deixou de fazer os jogos e mostrou capacidades que me deixaram surpreendido e que prova que com o chamado desenrasco se consegue tudo ou quase tudo porque felizmente os brasileiros ainda não perderam este espírito de iniciativa já esquecido em Portugal e fizeram duas cerimónias (abertura e encerramento) espectaulares e épicas e que no caso do encerramento fez uma ligação prefeita com a edição seguinte dos jogos com um pouco de boa disposição pelo meio.

Em Portugal, sobretudo em Lisboa temos todas as estruturas necessárias para fazer tanto ou mesmo mais do que feito no Rio de Janeiro, mas infelizmente temos uma edilidade que apenas pensa em tratar das hemorróidas dos turistas com a língua e um comité olímpico sem ambições e que pensa apenas em diplomas em vez de pensar em medalhas que mais parece um conselho leonino (pelo menos nos tempos de Vicente de Moura era) onde alguns sócios high life do Sporting passam o seu tempo a nossa conta e não fazem nada e é um facto conhecido se na hipótese ainda que remota de Lisboa ter uns Jogos Olímpicos seria a forma que os transportes que servem a cidade e vias viárias que servem a Cidade das Sete Colinas bem como as suas artérias levariam uma recauchutagem ao nível do que o Marquês de Pombal fez a seguir do Grande Terramoto.

Mas aqui em Lisboa apenas pensam nos turistas e não nos lisboetas e daí a pancada pela nova mesquita e enquanto pensarem assim ainda vamos ver uns jogos olímpicos em alguma cidade da África sub-sariana e não os vamos ver em Lisboa.

Como sempre as perguntas sem resposta: Afinal para que serve o COP? Porque Lisboa ou o Porto não podem ter uns jogos olímpicos? Para que servem os centros de alto rendimento desportivo? O que anda Fernando Medina a fazer na CML? Que raio de dirigismo desportivo temos em Portugal? Por acaso não existe pelo menos um secretário de estado do desporto para tomar conta da situação com competência? Vai haver mais algum país com menos posses do que Portugal a fazer outros jogos olímpicos enquanto os lagartinhos do COP andam a coçar o real ventre (para não dizer pior)?

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publicado por tron às 13:15
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música para pensar: País Tropical - Ivete Sangalo
25
Ago 16

Enquanto os partidos continuam isentos de qualquer tributação em sede de Imposto Municipal sobre Imóveis, a Gerigonça resolveu ir cobrar IMI à Igreja aos seus edifícios não só aos lugares de culto como e sobretudo aos edifícios onde funcionam as suas obras sociais como creches, apoios aos desabrigados e aos órfãos, apoios na saúde e por aí fora, mas a Concordata assinada com a Santa Sé em 2004, ainda em tempos de Cherne Barroso. 

Apesar a obra social reconhecida da Igreja Católica, a Gerigonça se estve nas tintas e começou a atiçar os mastins das finanças contra as casas de acolhimento da Casa do Gaiato e Obra do Padre Américo por exemplo e atacando paróquias de zonas desfavorecidas da nação com cargas fiscais verdadeiramente pornográficas e por outro lado os partidos da república estão isentos de quaisquer impostos sobre imóveis.

E se fosse aplicada a chamada igualdade fiscal nos partidos da república, vários milhões de euros em sede de IMI iriam parar aos cofres das edilidades desta nação, então no caso do PCP seria um verdadeiro jackpot para algumas edilidades porque basta ver muitos dos seus chamados "centros de trabalho" ou sua jóia da coroa que é o terreno onde é feita a festa do Avante sobretudo ao seu tamanho onde cabiam por exemplo vários bairros residenciais com as respectivas estruturas de apoios.

Mas aqui nesta república os partidos estão primeiro e o povo e a humanidade mesmo na caridade entre humanos está em segundo e esta mesma caridade tem que ser taxada em sede fiscal porque tem que ser taxada;  todavia os partidos polítcos, as fundações e as sociedades secretas como a maçonaria ou a opus dei estão isentas de impostos e esta isenção gostava eu de saber qual o motivo da sua existência porque não cabe na cabeça de ninguém que tenha o mínimo de consciência.

Nunca nos podemos esquevcer que nesta república, sobretudo depois do 25 de Abril com as reviravoltas do PREC esta suposta liberdade que afinal é o ressurgir dos compadrios da primeira república que foram uma das causas da sua derrota em 28 de Maio de 1926 e este caso do IMI para a a Igreja e para as suas obras sociais, quando as mesquitas, partidos e sociedades secretas estão isentos de impostos é uma clara forma de compardrio que está perante os olhos de todos menos daqueles que não querem ver e é uma medida completamente ilegal perante a Lei Fundamental que defende a igualdade fiscal de todos os cidadãos, mas a lei fiscal é uma franquia de "O Triunfo dos Porcos" de Orwell todos os animais são iguais, mas uns mais iguais que outros.

Não sei que caminho Portugal leva com estes abusos fiscais e me admiro como a oposição ao desgoverno da gerigonça quando existem não só outros assuntos mais graves, como melhores fontes de IMI como os próprios partidos, mas ninguém gosta de pagar impostos porque se gostassem não faziam tudo e mais alguma coisa para fugir aos impostos e neste ponto os partidos políticos da república, sobretudo aqueles com assento parlamentar são verdadeiros craques na fuga aos impostos qual Ayrton Senna a conduzir um carro de F1 no meio de uma chuva diluviana como fosse a coisa mais simples do mundo.

Como não fosse suficiente a Gerigonça vai tirar a isenção de Imposto Único de Criculação, vulgo Selo do Carro, aos deficientes motores que tenham automóveis adaptados para a sua utilização pelos deficientes motores seus proprietários enquanto os carros dos partidos e sindicatos estão completamente isentos do selo do carro para que os deficientes paguem.

Para agravar a situação, as acessibilidades para os transportes públicos nas grandes cidades como Lisboa são quase nulas, porque os comboios têm degraus que dificultam a entrada de cadeiras de rodas, os eléctircos antigos nunca foram adaptados, nos novos as rampas de acesso quase sempre estão avariadas e nos autocarros ou estão avariadas ou os choferes recusam as baixar dando toda a espécie de desculpas. Por isso os deficientes motores têm carros adaptados que estavam isentos de IUC mas que agora graças a Gerigonça que cada vez está a pedir ordem para ser corrida em nome da nação.

E ficam as minhas perguntas: Porque os partidos não pagam IMI e IUC? Porque agora as instituições de caridade vão ter que pagar IMI? Porque os deficientes vão pagar IUC? Afinal onde está o PAN? Para que nos serve a Gerigonça? Já não chegou a hora da Gerigonça ir embora?

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publicado por tron às 18:26
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14
Ago 16

A ministra da administração interna da gerigonça, Constança Urbano de Sousa voltou a afirmar na SIC Notícias que o MAI tem meios para controlar os fogos e colocou as culpas na meteorologia para o descontrolo dos fogos porque segundo a mesma não se previa o calor extremo que se sente nem as rajadas de vento que ajudam a aumentar a força das chamas e não falou na falta clara de meios para o combate aos fogos e a falta de vontade dos vários desgovernos da república para apostarem na prevenção de incêndios florestais.

Como não bastasse esta falta de vontade dos vários desgovernos na prevenção, a actual ministra da administração interna mostrou um desinteresse na situação porque quando a coisa estava mesmo feia como o fogo dantesco da Madeira, estava a senhora ministra na festa da revista Flash no Algarve e não saiu da festa para saber o que se passava ou aquilo que o seu ministério deveria de fazer e esta incompetência se estende ao resto da Gerigonça porque o ministro da defesa não dá ordem para os aviões da Força Aérea que estão equipados para combate aos incêndios levantarem voo e cumprir a sua função.

 E os incêndios florestais fazem todos os anos mais estragos e mais vítimas e a prevenção parece esquecida e poderiam ver neste ponto, a quantidade de eucaliptos plantados em Portugal sobretudo em zonas que são cronicamente afectadas por estes mesmos incêndios e ninguém pensa em arrancar esta maldição das nossas florestas, porque o termo é mesmo este, maldição enquanto espécies nativas do sul da Europa como os carvalhos, sobreiros e pinheiros estão esquecidos na silvicultura e onde se plantam os eucaliptos tudo seca a volta devido a exigência hídrica da mesma planta e a introduziram devido a produção de pasta de papel, mas o pinheiro é outra boa fonte de polpa embora demore mais tempo para que um pinheiro fique produtivo e ainda temos que contar com os pinhões que valem literalmente o seu preço em ouro.

A existência de plantações de eucaliptos ou de grandes plantações não tem razão de ser porque Portugal imposta pasta apesar dos milhares de eucaliptos que estão plantados em Portugal e neste ponto os ministérios do ambiente e da agricultura poderiam corrigir erros dos governos anteriores e uma forma de corrigir estes erros anteriores seria a criação de subsídio para o arranque de eucaliptos e a sua substituição por outras árvores, mas nada é feito sabe-se lá devido a interesses escondidos e que financiam a máquina política da república.

Estas forças ocultas que têm vindo a sustentar o poder político da república nos tempos mais recentes e que estão a frente de todos e ao mesmo tempo ninguém sabe quem são, mas há certas épocas no ano onde estes interesses ocultos saltam mais a vista e uma delas é o Verão onde há interesses instalados como as empresas de combate aos fogos quando temos a Força Aérea que tem equipamentos para combate aos fogos e a ministra da administração interna que no seu analfabetismo político e social diz que a Força Aérea não tem meios para combate aos incêndios, mas afinal tem de tal forma que em 1988 quando foi o incêndio do Chiado chegaram a estar de prontidão.

Gostava de saber o que esta senhora está a fazer num cargo de tanta importância e se tem competência para tal porque ainda estávamos em estado de choque com os fogos que massacravam esta nação como o da Ilha da Madeira veio um oficial da Força Aérea colocar os meios que este ramo das Forças Armadas têm desde há muito tempo e desde que meteram os privados no combate aos fogos têm estado parados.

Mas a senhora ministra veio defender uma suposta estratégia de combate aos fogos coordenada entre o seu ministério, a protecção civil e outras entidades, leia-se os privados que vão lucrando com os incêndios e ainda leva paninhos quentes do ministro da defesa que ainda apoia as bacorada que diz e é nestas alturas que se vê a competência ou incompetência de um qualquer governo e a incompetência da Gerigonça é gritante.

Ficam as minhas perguntas como sempre sem resposta: Porque esta senhor ministra não larga as festas da Flash e é uma ministra de tempo inteiro? Afinal que Gerigonça é esta? Porque não usam a Força Aérea para combater os fogos? Quem ganha com os incêndios? Quando é que este suplício pára?

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11
Ago 16

Todos os anos por esta altura do ano além das touradas na televisão e da Volta a Portugal em Bicicleta, há outra "tradição" em Portugal que nada tem a ver com as outras e que cada vez faz mais danos e vítimas com a incúria dos vários ministros que têm o dever de evitar esta mesma "tradição" e vos estou a falar dos incêndios florestais que massacram todos os anos Portugal sempre por esta altura do ano.

Muito se fala e cada vez menos se faz na prevenção e depois aparece o ministro do ambiente a deitar água na fervura a dizer que poderia ser pior, mas pior do que este ano onde todos os distritos de Portugal Continental têm pelo menos um incêndio no seu território, o que pode ser pior do que isto e ainda temos que juntar a hecatombe da Madeira que parece o incêndio de Roma em 64 d.C. e que tal como o da Madeira teve origem criminosa.

Felizmente há particulares e empresas ajudar os bombeiros e ainda temos que falar do governo de Timor-Leste e dos governos de Marrocos e de Itália que ao contrário de Portugal têm esquadrilhas próprias anti-incêndios e cederam meios aéreos e o governo da antiga província ultramarina portuguesa a meio caminho entre a Ásia e o Pacífico decretou a doação de dois milhões de dólares para os bombeiros para as populações afectadas.

O Bola de Ouro vai mandar um donativo generoso para a sua terra e dois bancos abriram contas solidárias para os bombeiros, claques e clubes de futebol fazem angriações e isto tudo um bonito de se ver, mas aonde está a prevenção e não me venham com a desculpa das florestas que são propriedade privada porque nestes últimos casos não são raros os casos de proprietários multados por limpar a suas zonas florestais.

Não sei porque em tempos de crise acentuada ainda se usam meios de empresas privadas quando temos uma esquadrilha especializada da Força Aérea em incêndios como Espanha e Marrocos têm, aliás devemos de ser a única nação do mundo dito civilizado que não tem uma esquadrilha destas seja ela militar ou dos bombeiros ou dos parques florestais (como nos EUA), mas aqui em Portugal são mais ricos e querem continuar a sustentar este grande negócio que deve estar a suportar o poder político da república e por isso não se interessam nem em prevenir os incêndios florestais nem a punirem os incendiários porque há muito dinheiro escondido neste atentado terrorista chamado época de incêndios e falam em época como estivéssemos a falar da época dos melões ou dos dióspiros.

Chega desta conversa de época de incêndios e está mais do que do tempo de se investir na prevenção e como a chamada biomassa que são os detritos florestais podem ser usados como fonte de energia atravês de queima em centrais térmicas, a limpeza das florestas seja ela feita pelo Estado ou por particulares com a venda dos respectivos detritos vegetais nos pouparia rios de dinheiro em carvão e petróleo e não tínhamos os actos terroristas chamados incêndios florestais porque mesmo com o aquecimento global, Portugal não tem os picos de calor como tem a Austrália ou a Califórnia onde por muito boa que seja a prevenção, estes mesmos picos de calor inflamam a resina das árvores e estes mesmos incêndios são quase sempre notícia principal nos telejornais.

Se tanto o ministério da justiça, como o do ambiente ou administração interna não fazem puto em relação ao problema dos incêndios, sobretudo na prevenção, então façam um favor a nação e demitam-se ou despromovam os respectivos ministérios para secretarias de estado dependentes directamente do primeiro ministro porque não estão a cumprir com os respectivos deveres e como tal devem apresentar a demissão e os suportes desta gerigonça que nos governa: PAN, CDU (PCP +PEV) e BE devem questionar a atitude do governo perante os incêndios e como é o casos exigir responsabilidades, mas se estão calados como está o governo então são taõ bons quanto os incendiários estão de acordo que sejam privados a apagar os fogos em vez de ser a Força Aérea que por acaso tem aviões especializados na extinção de fogos que usam uma massa extintora em vez de água, mas as finanças dos partidos falam mais alto.

E ficam as perguntas de sempre: Que ganha com os incêndios florestais? Porque raio não se usa a Força Aérea para os meios aéreos e alugam-se aviões a privados? Porque não se pensa na prevenção usando-se por exemplo benificiários de RSI que se recusam a ir para cursos do Centro de Emprego? Quando é que este terrorismo do fogo posto acaba? Porque não instauram pena máxima de 25 anos para os incendiários sem hipótese de condicional? Do que a Gerigonça

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publicado por tron às 15:47
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06
Ago 16

Um dos cartões de visita desta nação sobretudo de Lisboa vai pagar imposto nas respectivas edilidades porque saiu agora das mentes brilhantes da gerigonça que está a desgovernar Portugal e a governar-se com os nossos impostos uma gforma de equilibrar o Imposto Municipal sobre Imóveis que tinha o nome antigo de Sisa sobre imóveis que tenham melhor vista e mais horas de sol por dia e que tenham as janelas viradas para sul.

Mas aquelas que estejam viradas para cemitérios e ETAR's pagam menos imposto independentemente do custo ou do valor real da casa ou dos rendimentos dos proprietários o que não vai trazer qualquer justiça fiscal e vai transformar os melhores imóveis de Lisboa em candidatos para hotéis e esvaziar as zonas nobres da cidade de pessoas sobretudo a Baixa que cada vez está mais vazia de gente e mais cheia de turistas.

Mas não são apenas as casas com mais sol que vão ser taxadas porque também andam a caça dos vendedores de praia que estejam a vender seja o que for, mas por outro lado o mesmo ministério das finanças mantém a mesma insenção de IMI as sedes dos partidos políticos e sociedades secretas para não falar nas dívidas fiscais da chamada santíssima trindade do futebol e desporto nacional que tem dívidas estratosféricas tanto as finanças como a segurança social e a estes ninguém toca ou fala.

Estes casos dão para pensar que a chamada Gerigonça consegue ser mais infame em termos de fiscalidade do que o desgoverno de Passos Coelho e muitos dos apoiantes desta coligação feita a pressão ainda não captaram que estão a ser bem comidos por parvos e felizmente eu nunca acreditie na Gerigonça sobretudo quando o PS se meteu na frente da mesma gerigonça e não podemos ignorar a filha de Heródoto e protegida da ninfa Clio porque quando Portugal teve com PS nos seus destinos quase sempre deu com os burros na água e se tramou em grande, a única excepção a esta regra foi governo Guterres, mas aí não nos podemos esquecer que estávamos em tempo de vacas gordas e além de uma exposição universal dedicada aos oceanos e aos descobrimentos portugueses e que tirando o centro comercial, o bairro residencial de elite que ali existe, a gare multimodal, a FIL e alguns escritórios e representações; o mesmo Parque das Nações está abanonado e em alguma zonas parece um aterro como nos tempos antes da Expo '98 onde as várias refinarias que haviam na zona e que transformaram aquele recanto da cidade numa fossa séptica.

Pelo visto a Para-ditadura socialista voltou em força e agora com a conivência da chamada esquerda parlamentar (comunistas, ecologistas e trotskistas) porque com este novo imposto sobre o sol a esquerda está calada e diz que vai ver a situação, mas não bate o pé a esta imposição do Führer Costa que faz o que quer com os paninhos quentes da esquerda parlamentar que fecha os olhos a estes abusos e por este andar ainda vamos pagar imposto pelo ar que respiramos porque em alguns sítios já se paga imposto para uma pessoa ir mijar como nas casas de banho públicas da Pastelaria Suíça, nas estações ferroviárias da área de Lisboa com a excepção da Gare do Oriente e da estação de Campolide, e nas estações fluviais.

Esta pancada para cobrança de impostos se esquece de adaptar os impostos de propriedade sobretudo o IMI aos rendimentos dos proprietários e não nos podemos esquecer que o crédito mal-parado é sobretudo no crédito à habitação e se as pessoas não têm dinheiro para cumprir com as suas obrigações com a banca então como podem pagar mais imposto porque a sua casa tem mais sol do que a casa do vizinho.

Tristeza de nação que pensa em cobrar imposto sobre aquilo que tem de melhor que é o seu sol para sustentar uma maralha de políticos que passa o tempo a olhar para o seu umbigo em vez de pensar na nação como seria teoricamente o seu dever, mas enfim, cada nação tem os políticos que merece pois que os escolheu em eleições supostamente limpas.

E ficam as minhas perguntas de sempre sem qualquer resposta: Que caminho leva Portugal? De quem foi a ideia do sol cobrar imposto? Andamos para trás no tempo? O que o presidente da república diz sobre isto? Afinal qual a utilidade da república?

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publicado por tron às 16:28
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