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Set 16

Mário Nogueira, líder do sindicato comunista dos professores, Fenprof e que ainda em tempos de Sócrates e de Passos Coelho andava empastilhado na luta contra os horários zero dos professores, ou seja, professores não colocados e agora neste segundo ano lectivo com a Gerigonça, mas que vai ser o primeiro que a Gerigonça que está no poder vai abrir tem mais professores sem colocação até do que no último ano lectivo começado e acabado por Nuno Crato, ministro da educação dos tempos de Passos Coelho.

Mário Nogueira diz de uma forma muito pacífica num comunicado onde diz que estes professores sem colocação são precisos para as escolas e para que o ensino seja o mais universal possível e que espera que o actual governo não seja como o governo anterior e que até o início do ano lectivo estes mesmos professores sem colocação tenham turmas atribuídas, ou seja, que tenham colocação e que não tenha uma política de imposição como o governo anterior.

Em poucas palavras, Mário Nogueira que foi mais anti-PS do que o PSD e o PCP juntos, está a fazer contas com o ovo no cu da galinha e se está a fiar em socialistas no governo e como bem diz o povo "Não corras e fia-te na virgem, que vais ver o que te acontece" e neste caso Mário Nogueira que já não pisa uma sala de aulas há mais de 20 anos, portanto estava eu a entrar na fase final dos meus estudos liceais que não cheguei a acabar e este senhor estava a deixar de dar aulas por sua vontade para se meter nas lides sindicais e sair das lides lectivas.

Tem estado desde então só a contestar seja que governo desde que este não seja da CDU e quando temos um governo de direita o homem parece que se passa e ataca o governo de direita por tudo e por nada e quando temos um governo do PS amansa um pouco os seus maus fígados embora continue activo e me lembro bem numa manifestação liderada pela Fenprof e na altura o actual ministro dos negócios estrangeiros, Augusto Santos Silva, na altura ministro dos assuntos parlamentares nos tempos de Sócrates, que ao reagir a manifestação de Mário Nogueira o reduziu a um papel de insigne insignificância.

Parece que este episódio deve estar esquecido na mente de Mário Nogueira e com esta amnésia este mesmo Mário Nogueira aceitou o maior aumento de professores sem turma dos últimos 4 anos como fosse algo natural apontando a baixa natalidade que existe em Portugal em vez de apelar aos seus novos amigos para que se criem mais turmas no ensino público, turmas mais pequenas que iriam aumentar a qualidade do ensino e ao mesmo tempo permitir que mais professores trabalhassem e os mais idosos se reformassem; mas este senhor está numa hibernação e apareceu apenas para contestar os contratos de associação dos colégios com o Estado e alguns colégios que estavam dependentes destes mesmos contratos fecharam e lançaram mais uns quantos professores no desemprego, mas o senhor sindicalista Mário Nogueira se calou.

Este estado de silêncio de Mário Nogueira em relação aos milhares de professores sem colocação mostra que este senhor é mais leal ao partido (no seu caso o PCP) do que aos seus colegas de profissão para os quais Mário Nogueira se está marimbando tirando aqueles que são do seu sindicato e mesmo assim fico na dúvida porque a minha irmã que sofreu um despedimento sem justa causa e pediu ajuda ao sindicato e no fim das contas não lhe serviu de nada porque a coitada ficou sem o emprego e parece que nem recebeu a indemnização.

Este senhor Mário Nogueira é aquilo que se chama um feijão-frade, tem duas caras e vamos ver como o mesmo vai reagir se por alguma hipótese se a Gerigonça çevar uma tremenda derrota nas eleições municipais de 2017 e o governo da gerigonça seguir o mesmo caminho do governo de Guterres e tal como o candidato a Secretário-Geral da ONU, António Costa apresentar a demissão ao presidente da república Marcelo Rebelo de Sousa e depois fica tudo nas mãos do inquilino de Belém que tanto pode seguir o que Sampaio fez e aceita a demissão ou a recusa mantendo a Gerigonça durante algum tempo no poleiro.

Estou mesmo a ver o sr. Mário Nogueira a acordar da hibernação no caso de Portugal voltar a ter um governo de direita e vai começar a deitar cobras e lagartos pela boca fora mesmo que este hipotético governo consiga reduzir o número de professores sem colocação por algum milagre vindo sabe-se lá de onde, mas que poderá acontecer de alguma forma e se este milagre acontecer de haver menos ou mesmo nenhuns professores sem colocação, pago para ver qual será a reacção deste senhor que já largou a escola a tanto tempo que já poderia pedir a reforma da Função Pública devido ao tempo que tem passado no sindicato.

Ficam as minhas perguntas: Qual o contributo de Mário Nogueira para a Educação Pública e para o sistema de educação? Este senhor já pensou em voltar a dar aulas? Porque não critica a Gerigonça quando há mais professores por colocar do que havia no tempo de Passos Coelho? Este senhor se esqueceu como foi tratado pelo ministro Santos Silva nos tempos do Sucateiro Sócrates?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 12:52
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