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REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
28
Fev 17

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

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publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
11
Set 16

Agora na zona do Martim Moniz e cercanias estão a aparecer umas novas flores de metal que são mais uns mamarrachos que vão encher os bolsos da maior edilidade da república como esta precisasse ainda mais de dinheiro do que aquele que já ganha todos os meses de todas as formas e feitios e não são poucas quanto parecem porque a CML até é capaz de ir buscar dinheiro por uma mijinha naquelas casas de banho auotmáticas e não é rara a ocasião em que a mesma casa de banho tem a caixa das moedas cheia, a moeda não cai para a caixa e a porta não abre e a moedinha que não cai, cai como as outras no bolso da CML nem que seja parte destas moedinhas.

Estas novas flores de metal ainda mais feias do que uma bota da tropa se chamam parquímetros e estão a aparecer nas bandas do Martim Moniz, Aanjos, parte da Baixa e zonas próximas como fossem cogumelos no Outono e este nascer de parquímetros ainda vai mais prejudicar o estacionamento de uma zona já de si problemática neste assunto e não vai correr com os arrumadores porque estes hão de continuar.para manterem os seus vícios e vão prejudicar ainda mais o comércio local sobretudo o comércio tradicional e não vai deixar as lojas de chineses em bons lençóis.

Gostava de saber o que o Sr. Medina tem na cabeça para aparecer de forma crónica com obras que nem lembram ao diabo e uma delas até que já foi embargada (as obras Segunda Circular) e nem se sabe o que vai acontecer a futura mesquita da Mouraria e por outro lado nos assuntos onde a CML deveria de ser CML anda a dormir na parada e volto a falar na habitação social bem como a mobilidade e a gestão de trânsito que estão piores do que nunca e aquele Taliban anão que gere e mal os destinos da maior edilidade da nação não sabe pura e simplesmente gerir seja o que for, se calhar nem sabe gerir a sua própria conta bancária.

Estas flores de aço que não servem para nada a não ser encher mais os cofres camarârios porque não vai facilitar em nada a mobilidade nas zonas onde estão instaladas e vai ser mais um espinho na mobilidade já de si deficiente de Lisboa onde os transportes funcionam de forma deficiente e os arruamentos estão cada vez menos conservados e a CML mostra uma tremenda negligência apenas se preocupando com os turistas que estão a transformar Lisboa numa espécie de Grande Hotel como mostram as fossas abertas nas bandas do Campo das Cebolas que com este Verão que se está a findar estão a deitar um cheirinho a esgoto que se está a transformar no novo cartão de visita da cidade do fado e das sardinhas assadas.

Este investimento em parquímetros na zona do Martim Moniz e arredores não vai, como eu já disse acima, facilitar a vida de todos aqueles que fazem o seu dia-a-dia aqui na zona e precisam de usar o seu carro para se deslocarem devido a inexistência de uma rede capaz de transportes em Lisboa que ninguém tem a mínima intenção de restaurar a eficiência que tinha por exemplo nos tempos do Estado Novo onde eléctricos ou autocarros percorriam a cidade toda e quando o Metro entrou em funcionamento foi o complemento para uma rede de transportes razoavelmente eficiente e caso tivesse a quantidade de carreiras que existia naqueles tempos conjugada com as várias extensões de Metro que foram feitas não teríamos a poluição que temos em Lisboa e tínhamos tanto bons lugares de estacionamento como poucos carros a circular na cidade.

Alguns Edis antes de Medina andaram a brincar as construções e exterminaram muitos lugares de estacionamento tanto para automóveis como para autocarros turísticos favorecendo a construção de paraques de estacionamento subterrâneos e para ajudar a festa desta luta contra a mobilidade urbana, a Carris fez o favor de eliminar quase todas as carreiras de eléctricos, muitas delas fundamentais para algumas zonas da cidade e criou ou mofdificou carreiras de autocarros para supostamente comaltar esta eliminação que nunca comaltou e nos tempos mais recentes cortou e alterou carreiras que reduziram de forma severa a mobilidade e o acesso dos lisboetas aos mais diversos locais da cidade se concentrando nos turistas com a criação de mais carreiras para turistas e alocando todos os elvadores da cidade a uma sub-contratada da Carris para o transporte de turistas chamada CarrisTur e os Lisboetas que se lixem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para que servem os parquímetros no Martim Moniz? Porque a edilidade não pensa em melhorar a gestão do trânsito na zona em questão? Porque não fazem obras nos arruamentos da zona? Porque acabaram com os lugares de estacionamento que haviam e criaram tantos parques subterrâneos?

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publicado por tron às 19:05
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música para pensar: Money - Pink Floyd
26
Mai 16

Que beleza de gerigonça que nós temos e não estou a falar dos cortes nos colégios, mas sim de eventos mais graves que estão a vista de todos e são graves sobretudo porque violam de forma descarada a Lei Fundamental como está a acontecer na zona da Mouraria.

Para os mais distantes da realidade alfacinha, a Mouraria era o antigo gueto muçulmano nos tempos da dinastia de Borgonha ou Afonsina que foi sendo desmantelado ao longo do tempo, mas o nome ficou e a comunidade islâmica portuguesa que ficou quase reduzida a zero com a Inquisição, ganhou força depois do fim da Inquisição, mas sempre bem integrada em Portugal e aumentou sobretudo com a descolonização e com os imigrantes das antigas províncias ultramarinas por um lado e por outro lado através da imigração de outras nações cujos cidadãos assentaram arraiais em Portugal.

 Mas esta massa muçulmana se adaptou bem sem precisar de tenças da CML para construir a Grande Mesquita de Lisboa na zona da Praça de Espanha e até mesmo para mesquitas mais pequenas que funcionam em casas de fieis ou pequenos edifícios mantidos as custas dos próprios fieis o que é normal num estado que se afirma laico como é o caso da república portuguesa.

Aliás a ajuda estatal a qualquer credo religioso está proibido por lei e as únicas ajudas que podem ser dadas a instituições religiosas é quando estas prestam serviços as comunidades locais como serviços de saúde, escolas ou similares ou apoios a terceira idade, de resto quem quiser ajudar uma seita ou religião ajude do seu próprio bolso, seja de forma directa ou seja via declaração de IRS.

É uma vergonha o que presidente da CML, quem nem sequer foi eleito, mas sim nomeado pelo actual Führer da república quando este se lançou ao assalto ao poder com a ajuda da esquerda espartaquista e este mesmo presidente da CML não está a meter o socialismo na gaveta, mas sim está a meter a constituição na casa de banho para que esta sirva de papel higiénico porque esta é usada pelo poder da república não bitola para a criação de legislação, mas sim como arma de arremesso no combate político que não raras vezes é reles nesta nação que quase tem mil anos.

Curioso ver os partidos políticos da república sejam de que espectro forem, calados e submissos, perante uma arbitrariedade contra uma comunidade empobrecida e que está aos poucos a recuperar a sua própria auto-estima e devido a paranóia pelas pracetas e praças para os turistas e pelo verde, o Sr. Medina da CML vai tirar casas a habitantes de Lisboa usando a ferramenta do chamado Interesse Público, mas qual será o interesse público de uma mesquita e de uma praça ou praceta para as turistas mostrarem as coxas no pino do Verão sobretudo numa Sexta Feira para deixar os ânimos alterados com os imans ou mullahs que não vão gostar de  ver tanta coxa ao léu.

Religiões a parte, começo a pensar se o Sr. Medina não estará a pensar a mandar abaixo parte da Rua Palma para fazer uma super praça devido a sua paranóia com praças e com espaços verdes e que tem traços de megalomania que lembra as ideias de Adolf Hitler quando queria transformar Berlim na temida Germânia projectada por Albert Speer; e parece que, as aulas de história estão esquecidas para estes doutores da mula russa que cedem a interesses e não pensam no povo comum que não precisa nada disto, mas sim precisa de casa, educação e pão para não falar na saúde.

Esta megalomania ecologista do Sr. Medina vai-nos sair do coiro, ou seja, dos nossos impostos e ao mesmo tempo que se viola o príncipio da lacidade do Estado e a chamada gerigonça e os seus defensores estão calados enquanto alguns portugueses vão ficar sem casa e alguns imigrantes bem intergrados na comunidade vão ficar sem o seu negócio, o seu ganha-pão e os seus pseudo-defensores estão silenciosos, cúmplices com este crime que usa a ferramenta do chamado interesse público.

Como sempre as minhas perguntas: Qual o interesse público numa nova praça em Lisboa ou numa nova mesquita? Será Fernando Medina um taliban infiltrado? Aonde está a lacidade do Estado? Que interesses existem nestas ideias de Medina?

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publicado por tron às 13:50
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
12
Fev 16

A assembleia municipal de Lisboa vai levar a votação um documento em que os relatores Helena Roseta que é também o nº2 de Fernando Medina e pelo deputado municipal Diogo Moura detona praticamente todas as ideias de Fernando Medina que queria transformar a Segunda Circular no novo Passeio Público de Lisboa e a única medida que parece ter acolhimento neste documento é o aumentar da superfície do separador central porque de resto nenhuma das outras ideias de Fernando Medina foi aprovada pelos relatores deste mesmo documento.

 No mesmo documento vem a sugestão de criação de corredores BUS na mesma via e um maior controlo de aves voadoras para evitar colisões de aves com aviões dado que a Segunda Circular e além destes mesmos corredores se pede também a introdução de ciclovias e passagem para os animais silvestres que vivem na área da Segunda Circular que segundo o mesmo documento são os bastantes para que se pense numa via para os mesmos animais e para concluir, gestão de velocidade bi-horária na mesma via onde de dia o limite de velocidade é menor do que de noite.

Ideias muito mais positivas do que as ideias iniciais de Fernando Medina que não tinha qualquer tino para serem levadas para frente. Estas mesmas ideias basilares do documento assinado por Helena Roseta e Diogo Moura vão ser levadas ao sufrágio do gabinete do mesmo Fernando Medina e agora se espera do que possa sair da cabeça do edil da maior edilidade da república embora o documento tenha sido assinado pelo seu nº2 na edilidade que mostra ter um pouco mais de sanidade do que o seu superior na maior edilidade da república que deve ter uma estranha forma de visão porque enquanto perde tempo com estas coisinhas ignora as verdadeiras necessidades da cidade se mostrando aquilo que não deve ser um presidente da CML que é ser um verdadeiro incompetente.

Lisboa tem outros problemas muito mais graves do que apenas o trânsito da Segunda Circular, tem por exemplo os arruamentos que no geral estão uma miséria ou a falta de apoio social da CML e a enorme massa de imóveis abandonados que poderiam servir como hbaitação social e boa parte deles são património do município estão a cair de podre e não servem para habitação quando poderiam servir se Lisboa tivesse um edil com tino na cabeça que é coisa que parece não ter e enquanto as pessoas vão tendo masis dificuldade para ter casa em Lisboa, o edil da cidade perde tempo com factos que apenas servem para encher os jornais e os pacóvios ainda vão nos solfejos de flauta do flautista de Hamelin socialista que conduz estes ratos encantados até ao abismo seja o flautista edil ou primeiro ministro.

Já nem sei mais o que dizer da admistração Medina da CML, porque em vez de ler nas notícias uma ideia bombástica para o bem geral da cidade e dos seus habitantes, apenas leio atitudes estúpidas que servem como circo nesta cidade capital de uma república com cada vez menos pão e que cujo pão é de apenas alguns quando deveria de ser de todos e onde além de haver menos pão, há menos educação e menos habitação para não falar em cada vez menos paz interna porque esta mesma paz interna é confundida com submissão que são coisas completamente diferentes, embora para o poder político sejam a mesma coisa.

Espero para ver qual vai ser a reacção do executivo Medina depois deste documento arrasador de uma ideia sem qualquer nexo de razão ou de lógica e que nem se sabe para que serve a não ser encher as capas dos jornais para quando não se fala de futebol ou dos reality shows e assim tem sido gerida a maior edilidade da república, enquanto as preocupações reais da cidade como habitação e segurança são esquecidas de uma forma constante e gritante ao passar dos anos e vão entretendo os pategos com estes factóides que podem causar ira e gozação entre os lisboeta e que no fim apenas servem como cortina de fumo para que os verdadeiros problemas da edilidade fiquem escondidos por detrás desta mesma cortina de fumo.

Como sempre as minhas perguntas: O que tem na cabeça Fernando Medina? Será que não existem outros problema em Lisboa para serem resolvidos mais importantes do que plantar árvores na Segunda Circular? Para quando um edil de Lisboa que pense na cidade e nos seus habitantes?

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publicado por tron às 23:14
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música para pensar: Esta Cidade - Xutos & Pontapés
03
Fev 16

Já tenho falado disto neste recanto da blogsfera sobre o que tem acontecido em Lisboa que é o aparecer de hotéis de baixo custo, hostels e outros tipos de alojamentos turísticos em detrimento da cidade para os lisboetas e uma das vítimas deste boom de alojamentos turísiticos foi a centenária estação ferroviária do Rossio que viu o antigo centro comercial Terminal se volatizar para se transformar num hostel e o edil de Lisboa, Fernando "Hotel" Medina quer fazer o mesmo a estação de Santa Apolónia depois dos seus antecessores socialistas terem extripado o Terreiro do Paço e para ajudar a festa vai transformar a Segunda Circular num novo Passeio Público.

Depois das ideia do Medina que não se atina, é a nova febre imobiliária nas zonas típicas da cidade deixadas ao abandono pela edilidade e por alguns proprietários e que depressa se transformaram em favelas de cal e cimento no meio da cidade que deu novos mundos ao mundo e os que ficam, devido a crise que estamos a viver alugam as suas casas a turistas indo viver para os cemitérios de vivos que são as cidades e vilas da periferia de Lisboa e ninguém pensa em tornar a Lisboa Histórica digna para os naturais de Lisboa que merecem viver na sua terra com que tudo que têm direito, mas estes edis mais recentes só pensam no turismo como um toxidependente pensa em droga e não querem saber de mais nada.

Em tempos um escritor francês criticou a forma como Paris estava a ser gerida e Lisboa está a ir pela mesma maneira e depois arranjam sempre forma de assaltar os turistas e não falo dos carteiristas do metro ou da linha de Sintra, mas sim de algumas cobranças feitas tanto pelos transportes da cidade como pela própria CML que cobra um euro para se usar a luneta no miradouro de São Pedro de Alcântra por 5 minutos ou os preços pornográficos nos elevadores da cidade e nos eléctricos que não se jsutificam de maneira nenhuma e apenas servem de forma de assalto legal e permitido por lei.

Neste Grande Hotel Lisboa, vedado aos lisboetas; a cidade que chegou a ser o umbigo do mundo se está a transformar num hotel vazio de vida apenas reservado para alguns e o ainda querem aumentar em vez de ser uma cidade para as pessoas está a ser cada vez um hotel para turistas e por este andar estou a ver os comboios suburbanos cheios de passageiros apertados como sardinhas em lata e o centro da cidade cheio de .... turistas e marginais e o edil de Lisboa coça as respectivas partes baixas enquanto conta as moedinhas que vai sacando aos turistas e a cidade vai ficando vazia dos seus habitantes e da sua identidade. Por este caminho os marchantes que entram nas marchas populares serão chineses das lojas de bugigangas ou romenas que passam o dia a pedir esmolas nas artérias da Baixa Pombalina enquanto os lisboetas estão em Rio de Mouro ou Alverca ou no Barreiro.

Este Grande Hotel Lisboa que não é dos lisboetas está a ser incrementado por um edil que pensa em sacar o máximo de dinheiro sabe-se lá para quê embora se saiba que não é para melhorar as condições de vida na cidade capital da república e que chegou a ser a capital do império português cada vez está mais distante da sua essência como cidade com pessoas para as pessoas e não para os visitantes que deixam cá moedas e notas que vão parar aos bolsos dos mesmos escroques de sempre do poder podre que nos rege há 106 anos e contra o qual ninguém faz nada e a cidade de Lisboa não pode ser transformada num hotel, mas sim numa cidade das pessoas para as pessoas e se o não o é, o culpado é o Edil de Lisboa que  não investe na habitação social nos bairros históricos e se a esquerda que diz ser amiga do povo e dos trabalhadores não lhes consegue casa, então para que vêm se armar em defensores quando no fim nada fazem pelos habitantes da edilidade.

Duvido que alguma vez seja alguma vez feito algo pelas pessoas de Lisboa pela CML porque esta tem o objectivo claro de tranformar Lisboa no maior hotel a céu aberto do mundo sendo os hotéis apenas bungalows de um grande hotel cujos sectores têm diferentes gerentes e qu0e cujo guru se senta na cadeira maior da Praça do Município enquanto a cidade vai caindo em ruínas para dar lugar ao maior hotel do mundo e os habitantes de Lisboa são corrdios pela própria CML das suas casas e dos seus bairros porque a edilidade só pensa nos turistas e ao mesmo tempo que lhe trata das hemorróidas com a língua, lhes vai roubando a carteira de forma legal e subtil.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Para quando uma Lisboa antiga para os lisboetas? Para que serve esta subserviência ao turista? Porque a CML arranja sempre novas formas de roubar mais alguns trocos?

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publicado por tron às 11:01
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música para pensar: Esta Cidade - Xutos & Pontapés
14
Jan 16

Fernando Medina, o novo edil de Lisboa, da maior autarquia da república, e que substitui no cargo António Costa, recentemente promovido a Führer da República; está com novas ideias para uma das mais concorridas vias da cidade de Lisboa e que separa os dois principais emblemas desportivos da capital e ideias que estão a sofrer mais contestação do que aprovação e são daquelas ideias que se costuma dizer que nem lembra ao diabo.

As ideias de Medida sobre a Segunda Circular passam pelo plantio de árvores nos separadores centrais o que já motivou a contestação da ANA - Aeroportos e Navegação Aérea porque a Segunda Circular é uma zona de aproximação ao aeroporto da Portela e as mesmas árvores irão ser um perigo para os aviões que se aproximam, além das árvores o mesmo Fernando Medina teve a ideia de repavimentar e melhorar a drenagem da mesma via; até aí nada demais, mas não há bela sem senão e o mesmo Medina quer reduzir o tráfego na mesma Segunda Circular, reduzindo a a largura em alguns troços da mesma via e se a ideia for para frente a coisa via ficar feia para os moradores da Avenida dos EUA, Avenida de Roma, Chelas e Avenida Marechal Spínola que vão levar com o tráfego que vai ser retirado da 2ª Circular.

Acontece que agora moram pessoas na Marechal Spínola e ainda antes desta ideia tive o azar de entrar de carro nesta bendita avenida quando uns conhecidos me deram boleia depois de ir resolver um assunto ao Parque das Nações (aka. Expo'98) e acontece que por volta das 16/17 horas a Marechal Spínola no sentido Chelas-Avenida dos EUA estava literalmente parada e ainda esperei uma boa meia hora para que o carro onde eu estava se movesse 1 metro e levei quase uma hora a sair daquele inferno; agora imaginem o inferno que vai ser canalizar o trânsito da 2ª circular para a Avenida Marechal Spínola e com pessoas a morarem nesta mesma avenida a levar com toneladas de gás de escape dos milhares de automóveis que passarão a circular numa avenida já de si problemática em relação ao trânsito e a conta disso a Prevenção Rodoviária já veio mostrar o seu desagrado com a ideia.

Nem sei o que se passou na moina do edil da maior edilidade da república quando se sabe que em Lisboa há problemas mais graves como a mobilidade no centro da cidade comprometida com as chusmas de Tuk-Tuk e as obras deixadas dos tempos de António Costa, bem como o problema da habitação social porque se sabe que existe em média 2 a 3 casas por cada lisboeta e casas devolutas nesta bendita cidade é coisa que não falta e a CML não mexe uma palha para alugar casa a quem precisa em vez da Santa Casa ou outras instituições estarem a pagar quartos em pensões e em alojamentos precários cujo custo chega a ser igual a uma renda de um T1 no centro de Lisboa, a CML poderia dar mais vida ao centro da cidade que cada vez se parece mais com um hotel gigante e artificial sem os genes da verdadeira Lisboa porque estes foram obrigados a migrar para os dormitórios da chamada Área Metropolitana que cada vez estão mais sobrelotados e devido ao facto de em muitas famílias, as crianças e jovens ficarem horas sem fim na escola a espera que os seus familiares os vão buscar ou em casa a espera que venham os pais depois de um dia de trabalho e de horas nas estradas de acesso a estes mesmos dormitórios.

Este senhor Medina está mesmo a meter o socialismo não na gaveta, mas no fundo de uma cave escura porque anda com obras faraónicas e se esquece do essencial e daquilo onde uma edilidade como Lisboa deve intervir como a habitação social ou a drenagem de ruas e avenidas que é sempre um pesadelo cada vez que cai uma bátega de chuva na capital da lusofonia e não se preocupar com obras faraónicas que cada vez tornam menos habitável a cidade que em séculos passados deu novos mundo ao mundo e chegou a ser o centro do mundo civilizado e que deu ao mundo várias figuras nas mais diversas áreas.

Este novo edil que nem sequer foi eleito em eleições intrecalares como foi o caso de António Costa se arrisca a ser um edil ainda mais incompetente do que foi Santana Lopes ou mesmo Carmona Rodrigues que foram o paradigma da incompetência como edil de Lisboa nos últimos 40 anos pelo menos e com o Senhor Fernando Medina este paradigma foi batido e foi recriado num padrão mais reles.

 Como sempre as minhas perguntas de sempre: O que se passa na CML? O que se passa na cabeça de Fernando Medina? Será que Lisboa é uma cidade para os seus habitantes ou é apenas um hotel? Para quando medidas para a cidade que sejam utéis?

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publicado por tron às 23:10
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música para pensar: Highway to Hell - AC/DC
15
Ago 15

A ponte de madeira que a CML construi no lugar da Avenida Ribeira das Naus para mostrar aos truristas onde antes atracavam os barcos no Amazonas da Península Ibérica sobretudo no período antes-terramoto, uma ponte madeira e umas áreas ajardinadas que fecha ao fim-de-semana e feriados ao trânsito de veículos.

Mas os génios da CML com tantos cursos se esqueceram que os materiais não-industralizados como a madeira ou a pedra sem polimento se desgasta com o tempo e se esta mesma madeira for exposta aos elementos e ainda ter que aguentar com o tráfego de carros e motos ainda mais depressa se desgasta.

E assim foi, depois de assassinarem uma artéria histórica onde o 25 de Abrl virou em definitivo para o caminho da democracia confirmada em 25 Novembro quando se travou o nascimento de outra ditadura e há algum tempo as mentes brilhantes da CML em nome do seu vício maior que é adular os turistas para não usar termos piores e a adulação que foi a construção desta mesma ponte se revelou mais um erro da administração socialistas da maior edilidade de Portugal que aponta como a imagem do PS no poleiro da república e já fomos entroikados tempo demais.

Acontece que a mesma Ribeira das Naus foi encerrada para reparações e o construtor envolvido na obradisse que vai usar materais mais resistentes do que a madeira e espero como lisboeta que esta situação fique resolvida de forma positiva e que não saia demasiadamente cara ao bolso dos lisboetas porque as obras municipais são um sumidouro de dinheiro.

E ficam as perguntas de sempre: Porque fizeram esta obra? O que ganharam com ela? Qual a sua utilidade? Quem perdeu com ela? Será que as novas obras irão resolver a situação ?

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Para finalizar deixo uma imagem tirada há uns meses de como é a ponte de madeira que é agora a Ribeira das Naus

 

 

 

ribeira das naus.jpg

 

publicado por tron às 23:34
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música para pensar: Money - Pink Floyd
03
Mai 15

O jardim do Campo de Santana, do lado dos lagos onde andavam os patos, em especial do primeiro lago de quem vai a caminho do Hospital Santo António dos Capuchos e que quando foram os temporais do último Inverno foi antigido de forma violenta onde a centenária árvore que ali existia caiu para cima do mini-castelo onde vivem os patos e parte da vedação ficou destruída.

Uma placa feita de um tronco de árvore que estava junto a esta mesma árvore centenária foi colocada encostada noutra árvore e o buraco que ficou no lugar onde estava a árvore ficou destapado e com crianças que passam ali várias vezes por dia vindas de várias escolas e colégios próximos para verem os patos e brincarem um pouco e ainda nem sequer reposeram a água no lago que parece um lago de estrume que nem peixes tem e os patos quando saem de lá parece que andaram numa luta de lama.

E vos deixo umas quantas fotos para verem a miséria que o vereador dos jardins não quer saber e nem quer se dar ao trabalho de fazer o seu trabalho que é arranjar uma situação que se arrasta já há demasiado tempo....

 

 

 

 

campo santana 1.jpg

 

 

 

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Gostava de saber o que o Vereador Sá Fernandes e a presidente da Junta de Arroios, Margarida Martins andam a fazer para resolver uma situação que já leva uns bons meses e ninguém ainda resolveu e anda gostava de saber qual o interesse que têm em não fazer nada.

Como sempre as perguntas: Quando é que esta situação se resolve ? O que é preciso para ser resolvida ? Andam todos a dormir na CML ? Afinal para onde vão parar as taxas e os impostos municipais ?

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publicado por tron às 23:01
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música para pensar: Aluga-se - Titãs
03
Fev 15

buracos desterro 1.jpg

 

publicado por tron às 23:35
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música para pensar: Shine on you crazy Diamond - Pink floyd
17
Jan 15

Nestes dias mais recentes tenho estado com uma tendinite de esforço que vai e vem devido as voltas que tenho dado para tratar de assuntos pessoais sobretudo para pedir apoio social por causa da minha mãe estar num lar e o dinheiro ser nenhum para eu sobreviver e ainda menos para pagar as contas além de outros assuntos.

E devido a esta mesma tenidite de esforço por vezes tenho que andar de canadianas pelas ruas de Lisboa e este facto se torna em uma tortura acrescida as minhas dores é a quantidade abissal de obstáculos que quando não tenho que usar as bengalas são fáceis de passar, mas quando tenho as bengalas se revelam verdadeiros pesadelos para eu poder andar com as bengalas sem correr o risco de cair e são obstáculos de toda a espécie.

Desde passeios e faixas de rodagem com manutenção negligente, com buracos que parecem fossos e se não são os buracos é a condição em que se encontram os passeios sempre aos altos de baixos, com locais com as pedras soltas e nas faixas de rodagem falta alcatrão, o que dificulta qualquer travessia de rua ou avenida sobretudo para quem não poder andar.

Já tenho visto casos de pessoas sem quaisquer problemas de locomoção e cairem no chão de forma espalhafatosa e dolorosa graças a negligência que a mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa sofre na manutenção dos passeios e das ruas que parece estar, tal como o socialismo, metida na gaveta porque nem sequer o vereador Sá Fernandes quer saber em que estado estão as artérias da capital.

Como não bastasse a falta de acessos a pessoas com problemas na cidade, temos também que que mencionar os transportes públicos que não servem para todos os cidadãos porque têm sempre degraus e escadas nos seus acessos e não permitem ou difucultam o acesso a qualquer pessoa que tenha um qualquer problema de saúde que lhe prejudique o andar o que vai obrigar a um maior uso do carro ou que as pessoas com problemas tenham que andar a pé mesmo que não possam e era dever não só das empresas de transportes públicos bem como da CML anular qualquer tipo de barreira de acesso aos transportes públicos porque é o seu dever como edilidade e não pensar apenas nos turistas.

E quando vejo o trânsito de Lisboa num desastre e ruas sem manutenção fico assustado como ainda querem um incompetente como António Costa como Führer de Portugal quando se vê que Lisboa se afunda a olhos vistos, nem para entender e ainda menos para explicar.

Ficam as minhas perguntas de sempre: Quando é que todos terão acesso aos transportes ? Quando é que deixam de haver barreiras para os acessos aos transportes públicos ? Porque a CML não faz nada ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 23:25
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