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REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
26
Mar 17

Numa quase sequela do artigo anterior me vou debruçar desta vez sobre a ausência de novo material circulante e/ou de peças de substituição para o presente material dos transportes ferroviários, tanto do metro como dos comboios, sobretudo da CP.

Como deve ser do conhecimento geral, quem fazia este tipo de material era a extinta Sorefame que depois de ter sido nacionalizada na sequência da revolução dos cravos e depois reprivatizada nos tempos de Cavaco Silva como PM e no ano 2001 em pleno reinado de Guterres foi extinta e por isso se deixou de fabricar material criculante ferroviário em Portugal bem como as suas peças de substituição.

O declínio da mesma empresa veio com a nacionalização e depois com a necessidade de renovação do material circulante, mais a privatização deu nova vida a mesma empresa, todavia as reestruturações e a falta de encomendas ditaram o seu fim, mas as chamadas poupanças e criação de novos tachos como a EMEF (que apesar de reparar os comboios não produz peças ou composições) aceleraram o seu fecho e com casos de falhas de material circulante como no metro de Lisboa ou na Linha de Cascais ou noutras linhas da CP o seu renascer se tornou mais do que urgente.

Acontece que se falou no passado recente em fundos europeus para a renovação da rede ferroviária nacional tanto nas linhas como no material circulante e até agora nem Passos Coelho e muito menos a Gerigonça se preocuparam com esta mesma renovação e com dois partidos ecológicos na gerigonça (PEV e PAN) é de estranhar como não se voltou a falar no assunto e num assunto tão estratégico é de estranhar os silêncio dos sucessivos governos e ao mesmo tempo se têm dedicado em investir em estradas quando quase de uma forma hipócrita, Portugal é signatário do protocolo de Quioto para redução das emissões de efeito de estufa.

A necessidade de haver uma instalação fabril de indústria pesada em Portugal já tem sido mencionada aqui neste blog noutros artigos mais antigos, mas nunca deixou de ser actual e com o desgaste e a falta de material circulante nos transportes ferroviários esta necessidade de instalações de industria pesada cada vez é mais fundamental e espaço não falta e se faltar know-how, então que se importe este mesmo know-how e não se percam energias em coisinhas de nada e outros carnavais porque tal como foi com a tragédia de Alcafache, só vão acordar para as condições do material circulante quando acontecer uma tragédia ou uma série de acidentes trágicos.

E infelizmente assim vai ser, para mal desta nação e não podem falar de falta de espaço porque as instalações da Sorefame estão ao abandono e não em vista nem ideias e muito menos futuros concessionários que usem o espaço nem que seja no regime de concessão para o efeito que foram construídas, ou seja, a construção de novo material ferroviário circulante e respectivas peças de substituição para que não hajam problemas de serviço ou canibalização de composições como é o que acontece tanto com o metro de Lisboa bem como com os comboios em Portugal.

Não sei agora coma gestão municipal do metro de Lisboa como é que esta situação vai ser resolvida ou se a situação da CP vai ser resolvida em relação a estas faltas ao que se acrescenta a falta de funcionários para suprir as reformas nas ditas empresas e ao mesmo tempo não é conduzida qualquer operação de recrutamento seja via concurso público ou através do IEFP e vos confesso que não sei quando é que esta situação vai ser resolvida e porque para este problema da falta de pessoal ser resolvido também tem que ser resolvido a falta de material e a necessária fábrica vai precisar de pessoal, ou seja, situações de pescadinha com rabo na boca que vão depressa se tornarem em nós górdios mas que não vai existir nenhum Alexandre Magno para os cortar.

Este estado de coisas não sei quando vai acabar, mas uma coisa é certa, a situação nos transportes ferroviários tem que ser resolvida e quanto mais tempo passa, mais urgente se vai tornando e eu como cidadão preocupado e utilizador dos mesmos transportes ferroviários fico a espera o que vem por aí nos tempos futuros que espero serem de mudança neste sector embora eu pense já que esta mudança nunca passará de uma utopia.

Como sempre deixo as minhas perguntinhas quase sempre sem resposta: Para quando o melhoramento da rede ferroviária? Se existem fundos para estas obras necessárias, porque não as fazem? Afinal para que servem os nossos impostos?

como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta

 

 

publicado por tron às 18:06
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música para pensar: Runway Train - Soul Asylum
12
Jan 16

Não venho fazer nenhuma campanha por maior uso das pernas, mas sim expor uma situação que apareceu recentemente nos transportes públicos e que só agora reparei que algumas formas de pagamento dos transportes em Lisboa ficaram diferentes, não para melhor, mas para pior e vos venho falar do que fizeram ao sistema de pagamento de transportes públicos Zapping que primeiro surgiu para autocarros e metro em Lisboa e depois se estendeu aos outros operadores com a excepção das rodoviárias.

A mudança que ocorreu no Zapping até que é fácil de explicar e foi esta: antes no Zapping se poderia carregar qualquer valor até 15 euros e o cartão não podia ter mais do que 20 euros de saldo e o mínimo para se carregar era dois euros se o cartão estivesse vazio, mas caso tivesse um cêntimo que fosse poderiamos completar com a importância que fosse necessária para as viagens que fosse necessárias efectuar; acontece que agora o cenário de utilização deste título de transporte mudou, mas mudou para pior.

E mudou para pior porque se deixou de ter a liberdade se carregar com o valor que se quer ou que se pode e agora só se pode carregar em escalões o que faz com que fique sempre valor remanecente no cartão que não é utilizável para deixar o cartão a zeros nem é o utilizável porque este esquema de escalões deixa sempre valor restante porque nunca se pode por o dinheiro que queremos no Zapping e por outro lado não nos devolvem os cêntimos restantes que ficam no cartão indo estes para os bolsos dos operadores de transportes e por tabela para o Estado em sede de IVA a 5%.

Assim sendo voltamos à antiga portuguesa que era ter um bilhete para cada operadora e como usam o mesmo suporte (cartão 7 Colinas/Lisboa Viva) irá haver confusão certamente, sobretudo em pessoas com problemas de visão ou de memória que irão fazer confusão com os títulos de transporte, quando antes se poderia usar apenas um como fosse um passe sem se ter a obrigação de se comprar/recarregar todos os meses como se passa com o passe social e agora para não andarem a encher o cu a gulosos têm que andar com um bilhete para cada transporte ou então andar a pé quando terem que ir trabalhar ou resolver um assunto.

Depois com ideias como estas não se admirem que Lisboa tenha cada vez mais carros nas suas artérias com as respectivas consequências como a poluição ou os problemas como o estacionamento caótico e se esta medida não for retirada vai dar confusão de bilhetes como já vi em vários meios de transportes ou então no caso de pessoas com urgência para irem resolver um assunto andarem à borla nos transportes públicos porque não podem carregar o Zapping com o valor de uma viagem que muitas vezes é o dinheiro que têm no bolso.

Gostava de saber como querem incentivar o uso do transporte público se colocam obstáculos a aquisição de títulos ocasionais quase como obrigando os utilizadores ocasionais a utilizarem as tarifas de bordo no caso da Carris e usarem títulos separados para cada operador como não fosse já de si grave a falta de acessos para boa parte dos transportes públicos da capital da república e como já disse antes não estranhem que hajam cada vez mais carros em Lisboa e tenhámos que aguentar com poluição, estacionamento caótico e baixo nível de civilidade de alguns condutores.

Nem sei quem teve esta ideia embora gostasse de saber quem foi o génio que teve esta ideia de bosta para não dizer ouitro termo mais reles porque era o que merecia ouvir e ninguém deu por nada nem ninguém protestou, até que era normal tudo ter ficado calado porque esta alteração aconteceu na silly season eleitoral e estavam todos entretidos a tentar colocar o Costa das Chamuças e dos Tuk-Tuk no poleiro e nem deram que estavam a ser roubados nos bilhetes dos transportes públicos.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem ganha com isto? Quem perde com isto? Quem foi o génio que teve a ideia de alterar o sistema do Zapping?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 20:59
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música para pensar: Bycicle Race - Queen
09
Abr 14

Nestes anos de troika e austeridade se estão a saber umas quantas verdades dos tempos de Sócrates e hoje se mais uma e que eeke volve também a CP e  envolve  a administração nomeada por Sócrates quando esta era o Führer da nação, e sim ele se meteu em outra numa negociada e para não sr fterente  não diferente mete ferro-vrelho e hoje se escuvru

Esta negociata envolvia material abatido à frota a CP e que em peso bruto pesam mais de 2100 kg e foram vendidos nos tempos em que Ana Paula Vitorino e segundo fonte da PJ, este negócio está a ser nvestigado porque existem suspeits de corrupção neste mesmo negócio que também está a ser investigado pelas autoridades argentinas e este contrato de venda foi celebrado no final de Maio de 2005 e por mais tolo e estranho que possa parecer só se soube agora da sua existência e por causa deste mesmo negócio houve já buscas nas instalações da CP.

Esta notícia me deu que pensar que se descobriu mais um roubo dos tempos de Sócrates que estava oculto sem ser o caso Face Oculta que muito provavlemente não vai dar em coisa nenhuma a não ser a grndes lucros da imprensa e umas quantas horas passadas em frete da televisão e dos ecrãs dos computdores a ler as edições electrónicas dos jornais sejam eles diários ou semanários porque já se sabe que em Portugal, o poder político da república nunca é tocado pela justiça por mais que roube o povo e/ou a nação e este caso vai tudo para o arquivo, mesmo que se saibam outros lados ocultos do poder socialista enquanto ajudou a afundar a nação de seu nome Portugal e depois ainda querem votar neles.

Uma pessoa que tenha a cabeça bem assente em cima do pescoço ainda pode dar consigo a reflectir sobre o ar de vítima de Ana Paula Vitorino fez quando se começou a puxar pelo cordel da Face Oculta quando ela mesma foi corrida do desgoverno Sócrates por não querer negócios com o Imperador Palpatine das Sucatas, Manuel Godinho, mas afinal, Ana Paula Vitorino tem também o seu lado negro ou lado lunar e não é a paladina da honestidade como queria mostrar quando esta novela toda começou.

E como sempre, as perguntas de sempre: Quem roubou mais aqui ? Quem ganhou com este negócio ? Porque será que só agora se sabem dos podres dos tempos de Sócrates ? Se ele era tão desonesto, então porque não foi corrido antes da entrada da troika em Portugal ? Para que nos serve a repúbica e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:19
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música para pensar: I Want it All, We Will Rock You, I Want to Break Free- Queen
25
Jul 13

Na escolha musical de hoje nem vale a pena vasculhar muito embora para hoje eu tenha tido outras ideias antes

 

 

e em jeito de tributo as vítimas da tragédia de Santiago de Compostela

 

 

 

 

 

Tears in Heaven - Eric Clapton

 

 

 

 

oiçam e reflictam

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tron às 23:59
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música para pensar: Tears In Heaven - Eric Clapton
25
Jul 13

Maquinista gabou-se de conduzir comboio a 200 km/hora em 2012

 

 

 

 

          

Francisco José Garzón Amo publicou uma fotografia no Facebook em Março do ano passado

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Highway to Hell - AC/DC
30
Dez 12

CP alerta que não há serviços mínimos na greve de 1 de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:48
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música para pensar: Circo - Sitiados
15
Ago 12

Gostava de saber as vezes o que se passa na mente de alguns governantes em especial os da Ibéria porque todos que passam pelo poleiro aparecem sempre com o discurso da crise, do corta em tudo que o povo precisa e ao fim dos seus mandatos saem sempre mais ricos do quando subiram ao poleiro e quase sempre com uma fundação ou um cargo numa grande empresa pública.

Estes mesmos governante que em teoria subiram para o poleiro com o voto do povo em Portugal especialmente se dedicam não só ao discurso da crise, bem como as obras em estradas e construção de novas estradas entremeadas com cortes em trnasportes públicos em especial nos comboios que os desgovernantes da 3ª república parecem ter uma fobia particular a estrada de ferro, quando se sabe mundialmente que a qualidade e o desenvolvimento que a estrada de ferro apresentar é um barómetro fiável da situação económica e social dum qualquer país que tenha estrada de ferro.

Ainda há coisa de 10 dias se tanto, falei aqui neste mesmo recanto que o desgoverno da república portuguesa está com intenção de fechar o lado português do ramal de Cáceres que faz parte sobretudo do iternerário do comboio-hotel Lusitânia Expresso e que retira parte do tráfego de comboios internacionais da linha da Beira Alta que já de si está demasiadamente congestionada graças aos encerramentos sucessivos de estações e ramais por parte dos desgovernos que têm passado pelo poleiro.

Este encerramento além de abrir caminho para que aconteça outro desastre parecido ao de Alcafache devido ao aumentar de circulção na linha da Beira Alta por lado, vai tornar mais fastidiosa as viagens internaconais de comboio para Portugal porque este encerramento vai arescentar mais 200 kms ao percurso ferroviário que liga Portugal a Espanha ao resto da Europa e apesar deste ramal de ligação à linha do Leste e este ramal liga a Linha do Leste com a fronteira luso-espanhola, linha a qual foi desactivada por supostos prejuízos e enquantos estes senhores pensam em supostas poupanças, quando com este encerramento a ligação vai ficar muito mais cara e está ao mesmo tempo isolar um cada vez mais isolado interior dando a impressão que existem dois países em Portugal, um no litoral e das cidades quase sobrelotadas como Lisboa e Porto e uma terra de ninguém, um interior cada vez mais isolado cada vez mais miserável e cada vez mais terra de ninguém porque estão distantes dos centros de decisão por lado e por outro podem se dar ao trabalho de pensar se são mesmo portugueses porque o desgoverno da república só falta lhes tirar as poucas culturas que têm e que são o seu ganha-pão.

Por vezes, para não dizer quase sempre que quando oiço aqueles discursos da treta após umas eleições gerais em que o vencedor no seu discurso de consagração dizer que é o primeiro ministro de todos os portugueses ou o presidente de todos os portugueses e tal discurso muito politicamente correcto não passa dum embuste porque quando se apanham no poder estão nas tintas para as necessidades da nação sejam elas quais forem porque nesta república dos bananas que é Portugal tudo vale para se chegar ao poder, mesmo condenado ao isolamento extremo populações inteiras porque no ver da república não são portugueses, não são porra alguma.

E ficam as minhas perguntinhas de sempre: O que ganham com o encerrar de linhas férreas ? Quem mora no interior também não é português ? Só existe o Portugal do litoral ? Aonde vamos parar com tanta desigualdade ? Aonde está o sentido de democracia desta gente da república ? Qual o interesse nacional neste encerramento ? Como raio querem poupar tostões para gastar milhões ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:18
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música para pensar: Road to Nowhere - Talking Heads
04
Ago 12

Depois do fontismo, apesar da oposição de D.Pedro V ter unido o país inteiro com uma rede de comboios, telégrafos e telefones para que o país que dá pelo nome de Portugal fosse um só país e não uma país de facto dividido em duas fatias desiguais: uma ltoral, junto ao mar com milhares de kilómetros de estradas, vias férreas e tudo que é transporte, infrastrtutras literalmente ao pontapés e por tudo que é gosto e existe outra fatia, qual terra de ninguém entre Portugal e Espanha que não tem hospitais, não tem transportes, quase não tem ninguém ou seja um pedaço de nada cada vez mais condenado ao isolamento pelos desgovernos da república e ainda há locais sem luz eléctrica, telemóvel ou qualquer tipo de apoio; sobrevivendo estas gentes com a ajuda da junta de freguesia ou do vizinho que conseguiu fazer um qualquer curso e tem a mente mais aberta para poder ajudar os seus conterrâneos.

Com o passar dos tempos em especial com o consilidar da pseudo-democracia depois do 25 de Novembro de 1975 se assistiu duma forma cada vez mais intensa a três grande movmentos de massas: o primeiro que já vinha dos tempos da primeira república e que foi intensificado logo depois do final da Segunda Guerra Mundial e potenciado pela ditadura do Estado Novo em especial depois do começo da guerra do ultramar que foi e é a emigração portuguesa para a Europa evoluída, antes era apenas o marido a emigrar e que depois vinha buscar a família muitas vezes a salto e agora são famílias inteiras que emigram para os sítios do costume: Américas, França, Suíça, Alemanha, Luxemburgo, Holanda, Reino Unido...e até para as antigas províncias ultramarinas sobretudo Angola e Moçambique; outro foi a fuga em massa dos retornados das mesmas antigas províncias ultramarinas, embora tenha havido casos de portugueses que não vieram na fuga e acabaram por aguentar a pancada das independências e das guerras civis de forma mais ou menos incólume e outro muito mais recente que os outros acima mencionados e que tem um autor moral bem conhecido, a União Europeia, antes conhecida por CEE que andou da dar literalmente milhões para que Portugal deixasse de produzir toda a espécie de produtos agrícolas e que se abandonasse a pesca e o reusltado foi ver Portugal a importar quase tudo que come e um interior desertificado sem qualquer esperança de vida e cada vez mais isolado e cada vez pior do que nos tempos negros do Salazarismo onde se criou algo que agora está esquecido que era a reserva estratégica de cereais que servia ao país num caso de um mau agrícola e agora nada se tem.

Mas aqui em Espanha estavam com a ideia de fechar o ramal ferroviário de Cáceres que fazia ou ainda faz a ligação do comboio-hotel Lusitânia Expresso entre Lisboa e Madrid, mas aontece que toda a região da Estremadura espanhola que ao contrário da província homónima onde se encontra a mui nobre e sempre leal Cidade de Lisboa, não tem saída para o mar, sendo sobretudo os comboios o contacto desta região espanhola com o exterior.

E a Refer quer fechar a parte portuguesa deste ramal que atravessa os concelhos de Marvão, Crato e Castelo de Vide querendo transferir esta mesma ligação para a Linha da Beira Alta por, segundo a Refer, haver mais mercado para este mesmo serviço, mas estas verdadeiras bestas de puxar carga se estão a esquecer que estão quase a passar 3 décadas da maior tragédia ferroviária em Portugal e este ano no dia 11 de Setembro (data cármica) passaram 27 anos do desastre de Alcafache que foi não só causado devido as deficientes comunicações, bem como a saturação das linhas e a lição nunca ficou aprendida pelos políticos da república e colocar dois serviços internacionais no mesmo comboio e sabendo-se que o Lusitânia tem 8 carruagens contando com as de apoio como bares, dormitório e instalações sanitárias e outras 8 do Sud-Express para Hendaye com ligação a Paris é um convite ao desastre ao mesmo tempo que se vai isolando mais o interior.

Nesta minha relativamente ainda curta vida, aprendi que não háa dinheiro no mundo que pague o valor de uma vida humana e esta poupança em prejuízos vai não só isolar comunidades inteiras condenadas a um isolamento atroz graças aos fundos da UE e a vontade dos desgovernos da república baixar as calças para a UE em vez de defender os interesses nacionais e o tão mencionado interesse público, como justificação das infâmias da república, aqui está a ser esquecido por um punhado de moedas; quando se sabe que dos cofres públicos há sempre dinheiro a menos em especial quando um desgoverno sobre ao poder pela primeira vez e eu gostava de saber aonde para este dinheiro sumido que todos falam e serve de desculpa para roubarem ainda mais o povo.

Mas para esta classe política a vida humana tem preço e o interesse público é o interesse do partido ou da sociedade sereta, servindo as eleições para inglês ver e é esta a dura e pura realidade da podre república portuguesa que cada vez menos quer saber do povo e cada vez mas da sua nobreza da toga e do avental enquanto o povo sempre roubado e que cada vez tem menos e menos vai ter e agora isolar centenas de pessoas para se poupar uns trocos que irão para umas fundações é demais, cada vez mais Portugal está podre demais e ainda pior do que nos tempos da Regeneração.

E se a desculpa para o encerramento da linha que passa na vila do Crato era o fecho do ramal de Cáceres, esta caiu por terra porque enquanto os portugueses são uns cordeirinhos perante os doutores à La Relvas que existem no desgoverno, os espanhóis seja qual seja a sua região ou província não se submetem e quando é preciso enconstam o rei e o governo a parede e por isso a linha de Cáceres se mantem e em Portugal querem isolar mais os isolados como fossem leprosos.

Gostava de saber quem anda a servir na realidade o desgoverno porque de certeza que não está a servir o povo mas alguém ou algum interesse por detrás da cortina e se o presidente se diz o presidente de todos os portugueses apesar de ter trazido nos seus tempos de primeiro-minstro os tais fundos para se não produzir, deveria era de pensar e corrigir os seus erros do passado chamando a atenção ao desgoverno ou mesmo travar estes mesmos erros que nos podem custar, a nós portugueses e habitantes de Portugal, um preço demasiado elevado para se pagar e Portugal jamais se confina a Lisboa.

E ficam as minhas perguntinhas de sempre: Quem ganha com o encerramento de linhas ferroviárias ? Qual o custo da qualidade de vida ? Será que Portugal ainda é um só país ? O que é o interesse público ? Aonde está a unidade nacional ? Porque o presidente da república se cala ? Porque querem colocar o interior no mais total isolamento ? Porque se deixou de produzir em Portugal ? Que país é afinal o presente Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:21
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música para pensar: I Want It All, I Want To Break Free, We Will Rock You- Queen
12
Mar 12

Ferrovia

                            Linha da Beira Baixa tem troço de luxo que nunca viu um comboio

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:40
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música para pensar: I'm Going Slightly Mad - Queen
11
Dez 11

Mais uma vez o mundo se reuniu com intenções que se esperavam boas, mas como diz o velho adágio, de boas intenções está o inferno cheio e depois de Kyoto em 1997 que foi em teoria a grande cobnclusão que se esperava da mega cimeira Eco-92 na cidade do Rio de Janeiro, conhecida por todos como a Cidade Maravilhosa, pouco ou nada se fez; melhor nada vez mesmo chegando-se ao ponto das emissões de gases de efeito de estufa terem aumentado e com força, tendo pulverizado qualquer limite tanto saído da Eco'92 como de qualquer tratado assinado depois da cimeira em Terras de Vera Cruz e uma das formas mais simples de reduzirem as emissões de gases é a simples troca do carro pelo transporte público em especial um que não seja poluente ou relativamente eficiente em termos energéticos e neste caso podemos falar nos comboios, eléctricos e metro que não emitem nenhuma ou quase nenhumas particulas de gases do efeito de estufa e são rápidos e relativamente seguros.

Pois bem, acontece que existe um país na Europa que é o paradigma da estupidez mais burra e tacanha que vocês possam imaginar que pensa só em déficit e em luxos para os altos administradores e titulares de cargos públicos passando o tempo nas tintas para quem trabalha a sério, só esperando que o otário que trabalhe pague os seus impostos e caso seja também os seus títulos de transporte porque de resto quem precisa de algo do Estado nada tem a não ser roubo e ver o país a não cumprir tratados de importância vital para a humanidade em nome de lucros e prejuízos de origem duvidosa como é o caso do buraco da CP, mas que afinal já não existe para que sejam comprados carros de luxo para os seus administradores mais elevados e graças a duvidosos e escusos estudos de opinião que fizeram que se reduzissem a um mínimo para lá do suportável os comboios da "família" Sintra/Azambuja ao final da semana transformando ainda mais mínimo um serviço que mesmo ao dia de semana já era dificil de ser usado devido aos grandes intrevalos entre comboios, agora tiveram a triste ideia de cortar ao fim de semana a linha que partia de Santa Apolónia para Azambuja, sabendo-se que nesta mesma linha circulavam milhares de pessoas mesmo aos feriados e que agora com as festas ainda mais enchia, mas os senhores do minstério da economia que não percebem porra alguma da dita economa porque assim ao reduzir um transporte essencial para a vida do país, que reduz distâncias e isolamentos, que virtualmente não polui e que tira carros das estradas é um acto para além de boçal porque quem fez este estudo não percebe patavina seja do que for.

Se sabe que em Portugal, a maior causa de de morte não-natural são os acidentes de viação e embora se venha a contar nas últimas operações especiais da Brigada de Trânsito com menos mortes, ainda se morre demasiado na estrada, quando não deveria morrer ninguém nas estradas e antenção só falam nas operações especiais porque no espaço entre elas se continua a morrer e muito nas estradas e os acidentes ocorrem quase smepre por um ou mais destes quatro motivos: problemas mecânicos com a viatura, fadiga do condutor, excesso de velocidade e álcool e com tanta gente a ir ver os seus entes queridos nas respectivas terras, as estradas da lusa pátria vão ficar mais entulhadas do que uma chouriça antes de entrar para o fumeiro e fora os apressados de sempre e os bébados de sempre que não sabem que um carro descontrolado mata mais que uma arma de fogo nas mãos de um utilizador sem qualquer prática no uso de armas e estes cortes nos horários dos comboios urbanos, além de prejudicial para o ambiente é também sobretudo prejudicial para as pessoas que trabalham ou vivem nos subúrbios da mais habitada cidade de Portugal e se tem que deslocar para o centro da cidade e não foi para este retrocesso civilizacional que Fontes Pereira de Melo lançou a rede de comboios que a paranóia por alcatrão do cavaquismo tem vindo a destruir aos poucos e o presente desgoverno destrói o resto chegando até a infámia de cortar linhas urbanas.

E de cada vez que falam em poupança e que se deve gastar menos em importações e com a tanga do código de barras que começa por 560 é um artigo nacional, quando por exemplo as caixas de fosfóros da marca vendida no Continente que dá pelo nome de Delagarden diz "fabricado na Suécia" e tem o dito código 560 que era supostamente sinal de produto português e esta treta se estende aos combustíveis porque pelo que eu sei ainda ninguém achou petróleo no Beato nem Portugal tem um mínimo de reservas próprias, ou seja, tudo que é combustível fóssil, desde dos gasóleos pesados para a navegação ao GPL derivam do petróleo que Portugal importa virtualmente do mundo inteiro, para não se falar no gás natural que é igualmente importado não havendo nenhuma jazida de gás natural por exemplo por baixo da Assembleia da República ou por baixo de um qualquer ministério ou sede de partido político da república ou mesmo sociedade secreta.

Por esse motivo estritamente e apenas económico seria de incentivar a tripa forra os transportes públicos como têm feito na monarquia desenvolvida e do primeiro mundo que por acaso são nossos vizinhos e que tem o nome oficial de Reino de Espanha, que quando o  petróleo há alguns anos passou da barreira mítica dos 150  dólares e começou a detonar a presente crise, o presidente do governo da altura que para estranhar era um socialista, tomou uma medida que se pode considerar draconiana para os modelos portugueses: reduziu o preço dos transportes urbanos,sub-urbanos e de médio curso para que se andasse menos de carro e se importasse menos petróleo e por outro lado aumentou e com força os combustíveis não-profissionais (em Espanha, taxistas, camionistas e empresas de transporte rodoviário têm acesso a um gasóleo sem impostos, tal como nas pescas e agricultura, mas apenas para os espanhóis e empresas espanholas) para compensar a redução no preço dos transportes, e sabem o que aconteceu ? Dos 4 PIGS da eurolândia foi o único nem a tombar nem a pedir esmola e tem-se aguentado mais ou menos acima da linha de água ficando aqui o português comum e relativamente culto (para se ser culto não é preciso ter-se um canudo, basta tentar ou mesmo perceber de tudo um pouco) a pensar que afinal não vive num país civilizado, mas sim numa pátria boçal onde só veêm os previlégiados, os previlégios e o dinheiro fácil e se estão nas tintas para o povo e para os seus direitos, se esquecendo que nesta democracia que afinal é uma cleptocracia que o povo nas verdadeiras democracias sejam elas repúblicas ou monarquias vem do povo é pelo povo e para o povo e nunca para interesses de grupo e aplaudo de pé e com entusiasmo o veto britântico as ideias nazificantes vindas do eixo Paris-Berlim para que fosse revisto o Tratado da União, e esta atitude mostra que os países têm que ser mais países e não meros departamentos franceses do ultramar ou länders alemães com estatuto de cidade livre (mesmo que região autónoma, quase todas as cidades importantes na Alemanha têm este estatuto), mas sim pátrias independentes e se senhor Passos Coelho quer que Portugal poupe mesmo, então faça como foi feito em Espanha em relação aos transportes públicos e deixe de mimar os seus colegas de partido da cleptocracia chamada república portuguesa porque se tal acontece, então estamos numa ditadura ainda mais infame que o Estado Novo de Salazar que por acaso abria hospitais e fazia arranjos pontuais a rede de transportes públicos, sim Salazar era um ditador infame, mas sabia onde poupar e não era dado a estes mimos como agora mimam os altos cargos e não foi em vão que ele foi considerado em 2007 o melhor português e no 20º lugar aparece um desconhecido capitão chamado Salgueiro Maia que a esta altura do campeonato deve estar a dar voltas na campa ao ver ao estado ao que chegamos e em nome do ar que as gerações futuras vão respirar e em nome da economia de uma país delapidado de recursos por uma república que podemos considerar terrorista, se acabe com os cortes nos transportes públicos e que se aumente a sua abrangência e rede, e que nunca se faça cortes como estes nos comboios urbanos porque estamos a hipotecar as gerações futuras como estava a hipotecar a Guerra do Ultramar ou estão a espera do Europeu de futebol de 2020 ou 2024 e que este seja dado a Portugal para melhorar os transportes em Portugal.

Como sempre ficam as mnhas perguntas chatas e sem resposta: Porque querem tirar os transportes públicos ao povo ? Aonde está a política ambiental do governo ? Como querem que se use mais transportes se eles são cada vez menos ? Porque nos mandam poupar se gastam biliões em importações de petróleo todos os anos ? Pensam que todos podem comprar carros movidos a electricidade ? Porque não reduzem os preços dos transportes públicos com a ajuda do aumento do combustível não-profissional com o fim da mordomias para os senhores administradores ? Porque os transportes rodoviários no seu todo, sejam táxis ou camiões TIR não têm um combustível de custo bonificado como existe no resto da Europa ? Nesta república dos bananas gostam de roubar quem trabalha ? Estamos numa democracia ou cleptocracia ? Já não está na hora do fim da república ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 22:36
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música para pensar: Is This World We Created ? - Queen
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