REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
04 de Setembro de 2016

Mário Nogueira, líder do sindicato comunista dos professores, Fenprof e que ainda em tempos de Sócrates e de Passos Coelho andava empastilhado na luta contra os horários zero dos professores, ou seja, professores não colocados e agora neste segundo ano lectivo com a Gerigonça, mas que vai ser o primeiro que a Gerigonça que está no poder vai abrir tem mais professores sem colocação até do que no último ano lectivo começado e acabado por Nuno Crato, ministro da educação dos tempos de Passos Coelho.

Mário Nogueira diz de uma forma muito pacífica num comunicado onde diz que estes professores sem colocação são precisos para as escolas e para que o ensino seja o mais universal possível e que espera que o actual governo não seja como o governo anterior e que até o início do ano lectivo estes mesmos professores sem colocação tenham turmas atribuídas, ou seja, que tenham colocação e que não tenha uma política de imposição como o governo anterior.

Em poucas palavras, Mário Nogueira que foi mais anti-PS do que o PSD e o PCP juntos, está a fazer contas com o ovo no cu da galinha e se está a fiar em socialistas no governo e como bem diz o povo "Não corras e fia-te na virgem, que vais ver o que te acontece" e neste caso Mário Nogueira que já não pisa uma sala de aulas há mais de 20 anos, portanto estava eu a entrar na fase final dos meus estudos liceais que não cheguei a acabar e este senhor estava a deixar de dar aulas por sua vontade para se meter nas lides sindicais e sair das lides lectivas.

Tem estado desde então só a contestar seja que governo desde que este não seja da CDU e quando temos um governo de direita o homem parece que se passa e ataca o governo de direita por tudo e por nada e quando temos um governo do PS amansa um pouco os seus maus fígados embora continue activo e me lembro bem numa manifestação liderada pela Fenprof e na altura o actual ministro dos negócios estrangeiros, Augusto Santos Silva, na altura ministro dos assuntos parlamentares nos tempos de Sócrates, que ao reagir a manifestação de Mário Nogueira o reduziu a um papel de insigne insignificância.

Parece que este episódio deve estar esquecido na mente de Mário Nogueira e com esta amnésia este mesmo Mário Nogueira aceitou o maior aumento de professores sem turma dos últimos 4 anos como fosse algo natural apontando a baixa natalidade que existe em Portugal em vez de apelar aos seus novos amigos para que se criem mais turmas no ensino público, turmas mais pequenas que iriam aumentar a qualidade do ensino e ao mesmo tempo permitir que mais professores trabalhassem e os mais idosos se reformassem; mas este senhor está numa hibernação e apareceu apenas para contestar os contratos de associação dos colégios com o Estado e alguns colégios que estavam dependentes destes mesmos contratos fecharam e lançaram mais uns quantos professores no desemprego, mas o senhor sindicalista Mário Nogueira se calou.

Este estado de silêncio de Mário Nogueira em relação aos milhares de professores sem colocação mostra que este senhor é mais leal ao partido (no seu caso o PCP) do que aos seus colegas de profissão para os quais Mário Nogueira se está marimbando tirando aqueles que são do seu sindicato e mesmo assim fico na dúvida porque a minha irmã que sofreu um despedimento sem justa causa e pediu ajuda ao sindicato e no fim das contas não lhe serviu de nada porque a coitada ficou sem o emprego e parece que nem recebeu a indemnização.

Este senhor Mário Nogueira é aquilo que se chama um feijão-frade, tem duas caras e vamos ver como o mesmo vai reagir se por alguma hipótese se a Gerigonça çevar uma tremenda derrota nas eleições municipais de 2017 e o governo da gerigonça seguir o mesmo caminho do governo de Guterres e tal como o candidato a Secretário-Geral da ONU, António Costa apresentar a demissão ao presidente da república Marcelo Rebelo de Sousa e depois fica tudo nas mãos do inquilino de Belém que tanto pode seguir o que Sampaio fez e aceita a demissão ou a recusa mantendo a Gerigonça durante algum tempo no poleiro.

Estou mesmo a ver o sr. Mário Nogueira a acordar da hibernação no caso de Portugal voltar a ter um governo de direita e vai começar a deitar cobras e lagartos pela boca fora mesmo que este hipotético governo consiga reduzir o número de professores sem colocação por algum milagre vindo sabe-se lá de onde, mas que poderá acontecer de alguma forma e se este milagre acontecer de haver menos ou mesmo nenhuns professores sem colocação, pago para ver qual será a reacção deste senhor que já largou a escola a tanto tempo que já poderia pedir a reforma da Função Pública devido ao tempo que tem passado no sindicato.

Ficam as minhas perguntas: Qual o contributo de Mário Nogueira para a Educação Pública e para o sistema de educação? Este senhor já pensou em voltar a dar aulas? Porque não critica a Gerigonça quando há mais professores por colocar do que havia no tempo de Passos Coelho? Este senhor se esqueceu como foi tratado pelo ministro Santos Silva nos tempos do Sucateiro Sócrates?

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publicado por tron às 12:52
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
30 de Agosto de 2016

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
15 de Setembro de 2014

A queda do Grupo Espírito Santo está a mostrar para os chamados especialistas o que se pode mesmo considerar como risco sistémico porque a queda do centenário grupo económico está a mostrar a exposição de praticamente todo o tecido empresarial da nação, sobretudo das pequenas e médias empresas que são o grande núcleo do tecido produtivo da nação.

E já se chegou ao ponto das várias multinacionais que têm filiais ou representações em Portugal virem verificar as contas das suas filiais para se ver se estas correm risco de fechar e além da perda de postos de trabalho que isto acareta e já é um prejuízo social se pode acrescentar o prejuízo económico da empresa perder dinheiro e dos empregados não terem o seu salário ao final do mês.

Este verdadeiro risco sistémico começou com a queda do GES que na sua divisão financeira sobretudo no BES tinha as contas, sobretudo as de fundo de caixa que serviam para que as empresas pagassem as suas despesas incluindo as de financiamento e com as empresas ficarem sem este dinheiro não podem pagar as suas despesas incluindo os financiamentos e os outros bancos que nada têm a ver com as jogadas estranhas do BES, pelo menos a primeira vista e com os bancos com menos receitas menos podem contribuir para o fundo de garantia dos depósitos e menos impostos são gerados.

Um típico efeito dominó que aconteceu graças ao facto de na fiscalização financeira só existirem incompetentes como nos tempos da golpada Alves dos Reis e há muito que se preza a ligação partidária ou de família ou outro tipo qualquer de ligação e não o mérito e depois temos os resultamos que temos porque nos tempos mas recentes não existem registos de 3 bancos cairem durante a vigência do mesmo governador do banco central sem que este sofra consequências.

Portanto vamos assistir a uma grande queda e com bastante estrondo do tecido produtivo e económico da república se esta camabada de incompetentes que temos nos destinos da nação levar umas quantas espadeiradas nas nalgas e largar o poleiro e dar o lugar alguém capaz e que pense a nação e não nos amigos do avental ou nos vizinhos e noutros interesses pessoais em vez de pensar na nação e não podemos esperar que tenhamos boas notícias nos próximos dias até que esta cambada mais estúpida que um rebanho de ovelhas seja condenada a ser corrida dos cargos que tem; mas em Portugal competência na fiscalização financeira ou está escondida em algum arquivo secreto ou não existe.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para quando gente compentente na fiscalização financeira ? A honestidade paga impostos ? Aonde vamos parar ? Quem vai pagar esta conta ? Quem ganha e quem perde com estas situações ? Porque não são preventivos ? O que anda a fiscalização financeira a fazer ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar 

publicado por tron às 23:30
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música para pensar: Death on Two Legs - Queen
20 de Janeiro de 2014

Novas inscrições nos centros de emprego voltam a aumentar

 

 

 

 

 

Em Dezembro inscreveram-se 57.803 novos desempregados, mais 6,7% do que no ano anterior, mas menos 15,5% do que em Novembro. Número total de desempregados em stock diminuiu.

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:55
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música para pensar: Liar - Queen
09 de Dezembro de 2013

Nos meus tempos de aluno de liceu e que já foram quase a um par de décadas, no tempo em que ir a net para ler o Yahoo era um feito de génio e o McDonalds era algo tão inovador como agora é um telemóvel android e os telemóveis eram pesados como tijolos e eram tão caros como os actuais smartphones topo de gama, mas com muito menos potência; se dizia que os cursos relacionados com a saúde em especial os de medicina e enfermagem eram emprego certo.

Sim a forma verbal está correcta, "eram" porque agora nem nos cursos relacionados de forma mais directa com a saúde como medicina ou enfermagem deixaram de ser emprego certo assim que se acabasse o curso na respectiva faculdade e se têm tornado em pesadelos para alunos que puxam pelo seu melhor no liceu para terem a melhor nota possível para consiguirem entrar no curso dos seus sonhos não só por vocação, mas sobretudo pela sua taxa de empregabilidade que antes andava por volta dos 100% e agora depois de se saber que há enfermeiros no desemprego, este pesadelo já vai chegar aos médicos apesar das pornográficas listas de espera na saúde que voltaram a surgir como nem em tempos de Cavaco Silva PM eram, melhor como nunca o foram mostrando a face real de um país que tem como símbolos três F's (Fado, Fátima e Futebol) e que tem como novo património da humanidade as sopas de cavalo cansado.

Segundo o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, vão haver 500 médicos sem emprego no próximo ano aos quais se juntam os 200 que desistiram de tentar ser médicos este ano e com andar das coisas como estão, em 2025 serão nove mil médicos no desemprego apesar de haver milhares sem médico de família ou que esperam vários meses ou mesmo anos por uma operação ou consulta médica de especialidade; apesar da Constituição garantir nas suas linhas o acesso a saúde a todos.

O mesmo bastonário para evitar estes casos de desemprego quer filtrar mais o acesso a carreira médica ou reduzir as vagas no curso de medicina; mas pelo que se sabe há um número generoso de médicos estrangeiros a atender nos centros de saúde e nas urgências hospitalares e que vieram para tapar o buraco da falta de médicos que havia no final da década de 90 do século passado e que se estendeu até aos anos mais recentes e por vezes as urgências hospitalares parecem o plantel da equipa de futebol do Benfica de tantos estrangeiros que têm a atender os doentes e estes médicos estrangeiros que vieram como provisórios para colmatar uma crónica falta de médicos em Portugal, acabaram por ficar como efectivos.

Todavia há sítios onde apesar de morarem pessoas, fecham centros de saúde e serviços de atendimento permanente (que substituiram os antigos hospitais regionais e alguns distritais) deixando algumas centenas ou mesmo milhares de pessoas sem médicos e estes mesmos serviços de saúde que estão a ser encerrados em nome da "racionalização de meios" (ora bolas pensei que fosse na Solução Final para o Problema de Existirem Portugueses no Interior) poderiam servir de lugar de trabalho para estas centenas de médicos e milhares de enfermeiros desempregados que no desespero acabam por emigrar após terem dedicado quase 20 anos de vida a estudarem, desde das carteiras da primária ao fim do curso universitário.

No entanto há um pequeno grande pormenor que este desgoverno se está a esquecer: é que há muitos médicos com 20, 30 ou mesmo mais anos de carreira e que mais tarde ou mais cedo estes mesmos médicos vão se reformar e em vez de usarmos médicos portugueses formados em Portugal, muitos deles por estes mesmos médicos que estão com 20 ou 30 ou mesmo mais anos de carreira, o desgoverno  vai ser como o Benfica e em vez de usar a prata da casa, vai importar médicos e este ciclo vai-se repetir de uma forma viciosa e que se poderia evitar se no ministério da saúde existissem pessoas e não robots made in Bruxelas jamais em tempo algum se ouviriam tais notícias que nem nos tempos do pós-25 de Abril se ouvia, aliás até se pediam médicos para povoados esquecidos no mapa de Portugal e agora passados praticamente 40 anos do fim da ditadura ou suposta ditadura, estamos numa situação que nem no tempo da ditadura havia: profissionais de saúde no desemprego; aliás nos tempos do Estado Novo, os profissionais de saúde eram venerados ao ponto de chamar "Doutores" aos enfermeiros-chefe (bem pelo menos têm mais anos de estudo que muitos deputados e advogados por aii andam).

E ficam as minhas perguntas de sempre: O que pensa o presente desgoverno dos profissionais de saúde ? Nos querem matar a todos ? Que regime é este ? Que república é esta ? Que caminho leva Portugal ? Como é possível todos se calarem ? Afinal para que servem os nossos impostos ? Aonde estão os defensores da lei fundamental ? O que é feito do 25 de Abril ? Quem explica isto ? Quem ganha com isto ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:07
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música para pensar: Death On Two Legs - Queen
27 de Novembro de 2013

Garantia da Martifer de criação de 400 postos de trabalho depende das encomendas

 

 

 

 

 

 

Um terço dos 620 trabalhadores dos actuais ENVC perdem o emprego.

 

 

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

 

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: I Want It All, We Will Rock You, I Want to Break Free- Queen
21 de Novembro de 2013

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música para pensar: Death On Two Legs - Queen
20 de Outubro de 2013

Até há muitíssimo pouco tempo atrás, os cursos ligados a área da saúde, sobretudo os de medicina eram emprego certo ou quase certo devido a falta crónica de médicos que afecta Portugal desde tempo imemoriais, mas agora as vagas para colocação de novos médicos em especial por causa destes programas de austeridade desceu como nunca se viu, apesar da falta de médicos que afecta a nossa nação.

Para muitos destes médicos "fresquinhos" caso não conseguissem saída laboral como clínica geral tinham as especialidades fossem elas quais forem, mas mesmo assim já teme que em breve nem as especialidades possam salvar os médicos recém-formados depois de terem passado quase duas décadas da sua vida a estudar para terem uma das profissões ainda reconhecidas como dignas e admiradas nesta nação cada vez mais esfomeada chamada Portugal que é a profissão de médico.

Depois da vergonha que é para qualquer nação neste mundo, colocar enfermeiros no desemprego ou no quadro de excedentes da função pública com a desculpa dos cortes para cumprir um memorando que ninguém do público em geral conhece os detalhes, embora esteja a ver a classe política da república a se encher a grande enquanto quem está por baixo passa mais e mais fome que já chegou as crianças desta nação; agora também vai acertar nos médicos embora se gastem milhões nos gabinetes de ministros e restante classe política da república ou estes percevejos republicanos tenham grandes banquetes por 13 euros, quando 13 euros nos vulgares mortais tem que alguns casos esticar para uma semana inteira de compras sem grandes ou nenhuns luxos.

Médicos e enfermeiros sem emprego, ora bolas, infâmia contra um dos direitos humanos reconhecidos até pelos tempos supostamente negros do Estado Novo que é o direito a saúde embora com meios e espaços decrépitos se comparados aos de hoje, mas se tinha direito a saúde e ser-se médico ou enfermeiro era garantia de emprego e reconhecimento pessoal que durava décadas mesmo depois dos profissionais falecerem, um reconhecimento equivalente aos grandes artistas que são os nossos ídolos de sempre e este reconhecimento está em causa e agora até o emprego de médico está em causa devido ao apertar do cinto que apenas acerta os que trabalham; porque aqueles que nos lixam a grande como o poder politico da república passa impune a estes cortes que nos vai levar para um atraso civilizacional maior do que aquele que estavamos no Estado Novo ou mesmo no tempo das Guerras Liberais.

E ficam as mesmas perguntas de sempre: Para que nos servem estes cortes ? Para que nos servem as forças armadas ? O que pensa o presente desgoverno da classe médica ? Que caminho leva a nação ? Quando é que Portugal entra nos eixos ? Quando é que esta nação acorda ? Para que nos serve estudar ? Porque não acabam com os gastos principescos do poder da república ? Quando é que vamos ficar sem médicos e sem enfermeiros ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:14
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música para pensar: I Want It All, I Want To Break Free, We Will Rock You- Queen
20 de Agosto de 2013

Antes o Mercado da Ribeira tinha dois sectores de venda de vegetais um do lado onde fica o Cacau da Ribeira que nunca perde qualidades mesmo com mais de 30 graus de temperatura no ar, mas o vício fala mais alto e outro, junto ao local onde fica a administração do mercado em questão e este mesmo sector onde até se vendiam produtos e carnes de aves está num estado se eu não visse me custava a acreditar e se o mercado da Ribeira estava a uns 10% não estava mais do que era antes e vos deixo a foto e o meu amigo Bic Laranja não vai gostar de ver a bela obra do Sr. Costa e do seu Camarada Sá Fernandes e restante pandilha da CML.....

 

 

 

 

 

 
 
 
 
E para ajudar muitos dos talhos e peixarias que estavam fechadas tnham folhas coladas a porta a dizer que não podiam pagar mais aumentos de renda e com rendas elevadas como é que a administração municipal de Lisboa pode se afirmar de esquerda se lixa quem trabalha.....

publicado por tron às 22:08
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música para pensar: Cheira Bem, Cheira a Lisboa - Anita Guerreiro
04 de Junho de 2013

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Money - Pink Floyd
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