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REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
07
Out 17

Ainda meio na ressaca do fim desta minha saga de dez anos e morar em quartos alugados e de sete com internet móvel e dos resultados das eleições municipais, não deixei de ver as notícias e de tomar nota de um evento estranho no mínimo.

Como deve ser do conhecimento geral, Madonna quer vir morar para Lisboa com a sua família e ainda não tem o visto de permanência (nem a sua família) e agora vivem num hotel de luxo e em vez de irem para a fila do SEF e pedir o visto como o comum do mortais que querem viver aqui em Portugal e pedir os respectivos vistos pela via normal; a chamada rainha da Pop foi se reunir directamente com a ministra Constança Urbano de Sousa, ministra da administração interna e pasme-se, conseguiu um visto especial.

Este visto normalmente é concedido a pessoas que possam ter um contributo grande para a nação e eu gostava de saber qual o contributo de uma cantora norte-americana escolher a cidade que diz a lenda ter sido fundada por Ulisses para morar com a sua família e gostava que alguma alma iluminada me explicasse qual o grande contributo que o facto de Madonna vir morar para Lisboa pode vir trazer para a nação, quando há vários médicos e outros especializados provinientes do países do leste e da lusofonia e para trabalharem em Portugal têm que esperar pelo visto e nunca vão trabalhar para a área para qual têm formação.

Talvez seja para chamar ainda mais turistas ao Zoo que se está transformar Lisboa onde os lisboestas são mais como animais em extinção e onde os turistas são cada vez mais qual praga de míldio ou de filoxera numa videira do Douro do que algo de bom para a cidade de Lisboa ou qualquer outro recanto bonito deste pedaço de terra a beira-mar plantado porque a nossa identidade como portugueses cada vez se volatiza mais depressa num ritmo que podemos considerar frenético.

Não estou contra que as vedetas venham viver para Portugal sobretudo por ser um país brando como a Suíça mas com mais Sol e mais calor e sem tantos impostos como a capital das contas secretas e do chocolate de leite extrafino, mas sim haver quem tire partido destas vontades dos famosos para tirarem dividendos sobretudo na indústria turística que com o passar do tempo mais recente tem se mostrtado tão útil em Lisboa como uma viola num enterro ou uma praga de flioxera numa qualquer vinha.

Não havia a necessidade na concessão de visto especial para a a cantora norte-americana porque ela não fez nada por Portugal nem colocou o nome de Portugal nas bocas do mundo pela sua carreira ou em alguma composição musical e apenas escolheu morar em Lisboa talvez por ser mais tranquila para os seus filhos e para tal tem em vista uma mansão de luxo e ... que surpresa... a ministra Constança concedeu um Visto Gold a Madonna que já não se chama gold, mas sim visto especial, embora o efeito seja rigorosamente o mesmo.

 Está visto que nesta república, a verdadeira democracia não passa de uma utopia porque afinal os animais não todos iguais e uns animais são mais iguais que outros e esta atitude perante a cantora norte-americana que vai servir para ainda atrair esta espécie de míldio que é o turismo excessivo que tem condenado e destruindo aos poucos a identidade nacional sobretudo das principais cidades e que está a transformar tanto Lisboa como o Porto numa espécie de Venezas do Atlântico onde a cidade é apenas cenário e os seus habitantes vivem nos subúrbios e apenas descem a cidade para vir trabalhar para esta indústria selvagem do turismo.

E com a rainha da Pop a vivier em Lisboa além dos turistas vão aparecer os paparazzi tanto os profissionais como os amadores atrás das vedetas internacionais que vivem em Lisboa para tirar as melhores fotos e serem mais uma praga a acrescentar ao turismo que depressa se transformou em praga nos anos mais recentes da história de Lisboa e do Porto ao ponto de tirar a casa aos moradores nos bairros históricos com as consequências sociais que sabemos que isto tem.

Apesar de eticamente não valer tudo a favor do turismo, mas para alguns edis, vale mesmo tudo para ainda encherem mais as cidades que gerem com cada vez mais turistas ao ponto de deixarem os transportes desta mesma cidade ao ponto de ruptura que na minha sincera opinião já se chegou e os iluminados dos Paços do Concelho ainda não viram esta situação.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Qual a utilidade pública de Madonna morar em Lisboa e desta ter recibido um visto Gold? Querem transformar Lisboa numa cidade de cenário? 

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

publicado por tron às 23:40
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música para pensar: Material Girl - Madonna
28
Fev 17

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

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publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
11
Set 16

Agora na zona do Martim Moniz e cercanias estão a aparecer umas novas flores de metal que são mais uns mamarrachos que vão encher os bolsos da maior edilidade da república como esta precisasse ainda mais de dinheiro do que aquele que já ganha todos os meses de todas as formas e feitios e não são poucas quanto parecem porque a CML até é capaz de ir buscar dinheiro por uma mijinha naquelas casas de banho auotmáticas e não é rara a ocasião em que a mesma casa de banho tem a caixa das moedas cheia, a moeda não cai para a caixa e a porta não abre e a moedinha que não cai, cai como as outras no bolso da CML nem que seja parte destas moedinhas.

Estas novas flores de metal ainda mais feias do que uma bota da tropa se chamam parquímetros e estão a aparecer nas bandas do Martim Moniz, Aanjos, parte da Baixa e zonas próximas como fossem cogumelos no Outono e este nascer de parquímetros ainda vai mais prejudicar o estacionamento de uma zona já de si problemática neste assunto e não vai correr com os arrumadores porque estes hão de continuar.para manterem os seus vícios e vão prejudicar ainda mais o comércio local sobretudo o comércio tradicional e não vai deixar as lojas de chineses em bons lençóis.

Gostava de saber o que o Sr. Medina tem na cabeça para aparecer de forma crónica com obras que nem lembram ao diabo e uma delas até que já foi embargada (as obras Segunda Circular) e nem se sabe o que vai acontecer a futura mesquita da Mouraria e por outro lado nos assuntos onde a CML deveria de ser CML anda a dormir na parada e volto a falar na habitação social bem como a mobilidade e a gestão de trânsito que estão piores do que nunca e aquele Taliban anão que gere e mal os destinos da maior edilidade da nação não sabe pura e simplesmente gerir seja o que for, se calhar nem sabe gerir a sua própria conta bancária.

Estas flores de aço que não servem para nada a não ser encher mais os cofres camarârios porque não vai facilitar em nada a mobilidade nas zonas onde estão instaladas e vai ser mais um espinho na mobilidade já de si deficiente de Lisboa onde os transportes funcionam de forma deficiente e os arruamentos estão cada vez menos conservados e a CML mostra uma tremenda negligência apenas se preocupando com os turistas que estão a transformar Lisboa numa espécie de Grande Hotel como mostram as fossas abertas nas bandas do Campo das Cebolas que com este Verão que se está a findar estão a deitar um cheirinho a esgoto que se está a transformar no novo cartão de visita da cidade do fado e das sardinhas assadas.

Este investimento em parquímetros na zona do Martim Moniz e arredores não vai, como eu já disse acima, facilitar a vida de todos aqueles que fazem o seu dia-a-dia aqui na zona e precisam de usar o seu carro para se deslocarem devido a inexistência de uma rede capaz de transportes em Lisboa que ninguém tem a mínima intenção de restaurar a eficiência que tinha por exemplo nos tempos do Estado Novo onde eléctricos ou autocarros percorriam a cidade toda e quando o Metro entrou em funcionamento foi o complemento para uma rede de transportes razoavelmente eficiente e caso tivesse a quantidade de carreiras que existia naqueles tempos conjugada com as várias extensões de Metro que foram feitas não teríamos a poluição que temos em Lisboa e tínhamos tanto bons lugares de estacionamento como poucos carros a circular na cidade.

Alguns Edis antes de Medina andaram a brincar as construções e exterminaram muitos lugares de estacionamento tanto para automóveis como para autocarros turísticos favorecendo a construção de paraques de estacionamento subterrâneos e para ajudar a festa desta luta contra a mobilidade urbana, a Carris fez o favor de eliminar quase todas as carreiras de eléctricos, muitas delas fundamentais para algumas zonas da cidade e criou ou mofdificou carreiras de autocarros para supostamente comaltar esta eliminação que nunca comaltou e nos tempos mais recentes cortou e alterou carreiras que reduziram de forma severa a mobilidade e o acesso dos lisboetas aos mais diversos locais da cidade se concentrando nos turistas com a criação de mais carreiras para turistas e alocando todos os elvadores da cidade a uma sub-contratada da Carris para o transporte de turistas chamada CarrisTur e os Lisboetas que se lixem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para que servem os parquímetros no Martim Moniz? Porque a edilidade não pensa em melhorar a gestão do trânsito na zona em questão? Porque não fazem obras nos arruamentos da zona? Porque acabaram com os lugares de estacionamento que haviam e criaram tantos parques subterrâneos?

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publicado por tron às 19:05
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música para pensar: Money - Pink Floyd
30
Ago 16

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
26
Jul 16

A mais recente ideia de Fernando Medina o infiltrado taliban que é o Edil de Lisboa deixa chocada qualquer pessoa de bom senso e esta nova ideia do Taliban Medina é despejar os comerciantes das lojas que são da propriedade da CML e converter os imóveis em habitações que vão de T0 a T2 e com rendas no caso dos T2 serão de 450 euros que é o preço de mercado para esta tipologia de imóvel. Todavia o Taliban Medina diz que estas mesmas casas serão para habitação jovem e eu ao ler a notícia fiquei de boca aberta como é que se pode alugar a jovens em início de vida independente por 450 euros com a crise que Portugal está.

Podem-me chamar teórico da conspiração, mas esta ideia triste do Taliban Medina é, na minha opinião, uma forma oculta de conseguir construir a mesquita na baixa de Lisboa usando desta vez os imóveis da CML porque a CML é a dona destes mesmos imóveis e pode fazer deles o que muito bem quiser, até uma mesquita totalmente gratuita se tal a mesma CML assim quiser e como so imóveis ficam fora da Mouraria, evita assim ter que cumprir a providência cautelar contra a construção da mesquita na Mouraria e pode cumprir o seu sonho de encaixar uma mesquita na baixa de Lisboa.

 Este Taliban Medina está a usar a chamada NRAU ou Lei dos Despejos para virar contrtatos de arrendamento, alguns com várias décadas de existência a seu favor e gerar desemprego e se estes imóveis não acabarem numa mesquita irão acabar com toda a certeza em hoteis ou hostels para atrair ainda mais turistas para o Grande Hotel Lisboa onde por este andar ainda se têm que contratar figurantes para mostrar aos turistas como é o Homo Olisiponensis porque pelo andar das coisas os lisboetas puros como eu não passarão de animais em extinção porque os mesmos lisboetas que trabalham e dão o coiro na cidade que um dia foi capital do Império têm que ir morar para fora de Lisboa e com lojas a fechar por causa dos caprichos de um chanfrado ainda vão ter que trabalhar fora de Lisboa.

O resto da gerigonça ainda não viu a coisa com olhos de ver e quando abrir os olhos vai ser tarde demais e a o mal estará feito e depois é aguentar e cara alegre e já estou farto destas ideias acéfalas do Edil de Lisboa que só pensa em turistas e satisfazer interesses ocultos para se manter na cadeira de edil da maior cidade portuguesa e estar a frente de cerca de meio milhão de pessoas porque com toda a certeza não está para os lisboetas, mas sim para se servir dos lisboetas e ainda vai haver otários que vão votar nele, mas felizmente eu não vou fazer tal bosta porque se for para votar no Taliban mais vale fazer amor ou estar em casa a ver uns filmes do que ir votar.

Este edil de Lisboa mostra o quão actual é a música dos Eurythimics "Sweet Dreams (Are Made of This") a qual tem uma parte do referão (tradução livre) que diz assim: "Há pessoas que te querem usar/ Outras querem ser usadas por ti/ Outras querem abusar de ti/ Outras querem ser abusadas" e Taliban Medina transforma esta pérola da New Wave e que se converteu num dos maiores hits da música mundial de todos os tempos (não haveria de ser dos anos 80) editada quando a Guerra Fria estava a se tornar demasiadamente quente para se suportar, no ano da graça do Senhor de 1983 e saída em Portugal menos de 6 meses depois da sua data de edição original no Reino Unido e nos EUA.

Sei que para o ano que vem é ano de eleições municipais e uma coisa é certa para mim, não irei votar na esquerda porque esta gerigonça para mim não me diz nada e sobretudo a nível municipal, Lisboa está pior do que nos tempos de Abecassis e se é para sair deste retrocesso com 30 anos então se tire o Taliban Medina da edilidade e se coloque outra pessoa que seja mais competente para o lugar e como ainda não há candidatos assumidos e nem as máquinas partidárias nomearam sequer candidatos as principais edilidades nacionais como Aveiro, Porto, Coimbra, Lisboa ou Faro não irei ainda manifestar a minha intenção de voto definitiva sem ver quais são os candidatos para a capital.

E ficam as perguntas: O que o Taliban Medina pensa fazer da cidade de Lisboa? Que interesses ele serve? A quem ele serve mesmo? Quando é que acabam os abusos em Lisboa? Quem pára este senhor e as suas obras insanas que para nada servem? Quem paga as suas pancadas? Será quem em 2017, os lisboetas têm uma atitude de lucidez e correm com este senhor da edilidade?

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publicado por tron às 09:18
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música para pensar: Sweet Dreams (Are Made of This) - Eurytmics
03
Jun 16

O novo monumento erigido pelo edil de Lisboa não tem nada de positivo para a imagem da cidade das caravelas, ao mesmo tempo é das obras mais aromáticas e mal-cheirosas alguma vez feitas por algum edil da Cidade das Sete Colinas e se o mítico Fernando Pessa fosse vivo (o qual me serviu de inspiração para este blog, sobretudo nos seus primeiros tempos) tinha muitos bilhetes postais para enviar para o edil nomeado pelo presente Führer da república portuguesa.

Devido a sua paranóia por bicicletas, árvores e turistas, Fernando (Talibã) Medina transformou a Cidade das Sete Colinas num verdadeiro estaleiro tornando o trânsito na mesma cidade num verdadeiro inferno do qual se torna um pesadelo sair dele e como tal inferno não fosse suficiente, as obras que saíram da cabeça do talibã lisboeta e neste fim-de-semana tive que ir para a zona da Gare do Oriente tratar de um assunto pessoal e como os comboios que partem de Alcântara - Terra não se efectuam ao fim de semana tive que ir até Santa Apolónia apanhar um comboio para a Gare do Oriente.

Como só tinha o dinheiro contado para o comboio, fui a pé até a principal gare de Lisboa e passei pelo Campo das Cebolas que está um estaleiro e pela Rua do Jardim do Tabaco que está numa situação não muito diferente, mas nesta mesma artéria é que reside a parte perfumada do estaleiro saído da cabeça do edil de Lisboa que são os vários esgotos deixados a céu aberto e com os raios solares incidirem em cheio nos mesmos e está mistura de esgotos e sol directo cria uma fragrância intensificada pelo vento que vem do lado do Rio Tejo; uma fragrância nada agradável sobretudo para quem está sentado a comer ou a desfrutar de uma tarde de sol em Lisboa e as principais vítimas deste novo perfume nacional Esgotó Medina Nº5 são por um lado os clientes dos vários restaurantes da zona e os utentes dos espaços verdes e lugares de descanso da dita área e por outro lado, os operadores económicos sobretudo os da restauração que acabam por perder os seus clientes, sobretudo turistas, que servem para Fernando Medina como um charro para um Rastafari.

Se eu, por exemplo, fosse a uma qualquer capital europeia de férias e a encontrasse transformada num estaleiro e com cheirinho a esgoto, a primeira coisa que fazia era zarpar e pedir a devolução do dinheiro a agência de viagens onde eu tivesse comprado o pacote de férias porque não estaria sujeito a aturar um bafo de esgoto nas minhas féria se o curioso é ver todo o poder político da república calado entretido com a questão dos colégios e até mesmo a nível local, a chamada oposição na CML está de boca calada como que consentisse este estado de coisas.

 Esta situação não se pode admitir de forma nenhuma sobretudo quando falta cerca de um ano para as eleições municipais em Portugal, eleições as quais serão o primeiro grande teste da governação do Führer Costa além de ser um teste local a cada um dos autarcas por este país fora, mas vai ser sobretudo um teste a governação de António Costa que vai ser digamos que, sufragada de forma indirecta nas eleições municipais de 2017.

Mas voltando a vaca fria; os buracos abertos na actual administração da CML estão a transformar a cidade em algo de feio e mal cheiroso em nome de um turismo que na minha opinião se está a transformar numa bolha económica que mais tarde ou mais cedo vai estoirar e todos nós sabemos o que acontece quando uma bolha económica ou financeira estoira e com tanta febre de bajulação para os turistas um dia destes a bolha estoira vamos ver como o desemprego em Portugal sobe para níveis estratosféricos e aí todos vão cair na real.

Enquanto isto não acontece a cidade do fado é uma cidade estaleiro, mas um estaleiro muito mais mal cheiroso do que um qualquer estaleiro naval e nos dias de sol cheira pior do que um caixote de lixo de uma peixaria ou algo parecido e nem os turistas e muito menos os lisboetas merecem este aroma mal-cheiroso e repugnante e Fernando Medina não se esqueça que Lisboa é para os lisboetas tanto os que nasceram e vivem na capital lusa bem como aqueles que trabalham na cidade que segundo algumas lendas foi fundada por Ulisses.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Quando é que as obras acabam? Quando é que Lisboa volta a ser dos lisboetas? O que se passa na cabeça de Fernando Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

 

Ah! Já me esquecia das fotos do novo monumento

 

 

 

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esgoto qq.jpg

 

 

Ambas as fotos tiradas entre o Campo das Cebolas e a Rua Jardim do Tabaco, cheia de esplanadas e turistas

 

 

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
26
Mai 16

Que beleza de gerigonça que nós temos e não estou a falar dos cortes nos colégios, mas sim de eventos mais graves que estão a vista de todos e são graves sobretudo porque violam de forma descarada a Lei Fundamental como está a acontecer na zona da Mouraria.

Para os mais distantes da realidade alfacinha, a Mouraria era o antigo gueto muçulmano nos tempos da dinastia de Borgonha ou Afonsina que foi sendo desmantelado ao longo do tempo, mas o nome ficou e a comunidade islâmica portuguesa que ficou quase reduzida a zero com a Inquisição, ganhou força depois do fim da Inquisição, mas sempre bem integrada em Portugal e aumentou sobretudo com a descolonização e com os imigrantes das antigas províncias ultramarinas por um lado e por outro lado através da imigração de outras nações cujos cidadãos assentaram arraiais em Portugal.

 Mas esta massa muçulmana se adaptou bem sem precisar de tenças da CML para construir a Grande Mesquita de Lisboa na zona da Praça de Espanha e até mesmo para mesquitas mais pequenas que funcionam em casas de fieis ou pequenos edifícios mantidos as custas dos próprios fieis o que é normal num estado que se afirma laico como é o caso da república portuguesa.

Aliás a ajuda estatal a qualquer credo religioso está proibido por lei e as únicas ajudas que podem ser dadas a instituições religiosas é quando estas prestam serviços as comunidades locais como serviços de saúde, escolas ou similares ou apoios a terceira idade, de resto quem quiser ajudar uma seita ou religião ajude do seu próprio bolso, seja de forma directa ou seja via declaração de IRS.

É uma vergonha o que presidente da CML, quem nem sequer foi eleito, mas sim nomeado pelo actual Führer da república quando este se lançou ao assalto ao poder com a ajuda da esquerda espartaquista e este mesmo presidente da CML não está a meter o socialismo na gaveta, mas sim está a meter a constituição na casa de banho para que esta sirva de papel higiénico porque esta é usada pelo poder da república não bitola para a criação de legislação, mas sim como arma de arremesso no combate político que não raras vezes é reles nesta nação que quase tem mil anos.

Curioso ver os partidos políticos da república sejam de que espectro forem, calados e submissos, perante uma arbitrariedade contra uma comunidade empobrecida e que está aos poucos a recuperar a sua própria auto-estima e devido a paranóia pelas pracetas e praças para os turistas e pelo verde, o Sr. Medina da CML vai tirar casas a habitantes de Lisboa usando a ferramenta do chamado Interesse Público, mas qual será o interesse público de uma mesquita e de uma praça ou praceta para as turistas mostrarem as coxas no pino do Verão sobretudo numa Sexta Feira para deixar os ânimos alterados com os imans ou mullahs que não vão gostar de  ver tanta coxa ao léu.

Religiões a parte, começo a pensar se o Sr. Medina não estará a pensar a mandar abaixo parte da Rua Palma para fazer uma super praça devido a sua paranóia com praças e com espaços verdes e que tem traços de megalomania que lembra as ideias de Adolf Hitler quando queria transformar Berlim na temida Germânia projectada por Albert Speer; e parece que, as aulas de história estão esquecidas para estes doutores da mula russa que cedem a interesses e não pensam no povo comum que não precisa nada disto, mas sim precisa de casa, educação e pão para não falar na saúde.

Esta megalomania ecologista do Sr. Medina vai-nos sair do coiro, ou seja, dos nossos impostos e ao mesmo tempo que se viola o príncipio da lacidade do Estado e a chamada gerigonça e os seus defensores estão calados enquanto alguns portugueses vão ficar sem casa e alguns imigrantes bem intergrados na comunidade vão ficar sem o seu negócio, o seu ganha-pão e os seus pseudo-defensores estão silenciosos, cúmplices com este crime que usa a ferramenta do chamado interesse público.

Como sempre as minhas perguntas: Qual o interesse público numa nova praça em Lisboa ou numa nova mesquita? Será Fernando Medina um taliban infiltrado? Aonde está a lacidade do Estado? Que interesses existem nestas ideias de Medina?

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publicado por tron às 13:50
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
12
Fev 16

A assembleia municipal de Lisboa vai levar a votação um documento em que os relatores Helena Roseta que é também o nº2 de Fernando Medina e pelo deputado municipal Diogo Moura detona praticamente todas as ideias de Fernando Medina que queria transformar a Segunda Circular no novo Passeio Público de Lisboa e a única medida que parece ter acolhimento neste documento é o aumentar da superfície do separador central porque de resto nenhuma das outras ideias de Fernando Medina foi aprovada pelos relatores deste mesmo documento.

 No mesmo documento vem a sugestão de criação de corredores BUS na mesma via e um maior controlo de aves voadoras para evitar colisões de aves com aviões dado que a Segunda Circular e além destes mesmos corredores se pede também a introdução de ciclovias e passagem para os animais silvestres que vivem na área da Segunda Circular que segundo o mesmo documento são os bastantes para que se pense numa via para os mesmos animais e para concluir, gestão de velocidade bi-horária na mesma via onde de dia o limite de velocidade é menor do que de noite.

Ideias muito mais positivas do que as ideias iniciais de Fernando Medina que não tinha qualquer tino para serem levadas para frente. Estas mesmas ideias basilares do documento assinado por Helena Roseta e Diogo Moura vão ser levadas ao sufrágio do gabinete do mesmo Fernando Medina e agora se espera do que possa sair da cabeça do edil da maior edilidade da república embora o documento tenha sido assinado pelo seu nº2 na edilidade que mostra ter um pouco mais de sanidade do que o seu superior na maior edilidade da república que deve ter uma estranha forma de visão porque enquanto perde tempo com estas coisinhas ignora as verdadeiras necessidades da cidade se mostrando aquilo que não deve ser um presidente da CML que é ser um verdadeiro incompetente.

Lisboa tem outros problemas muito mais graves do que apenas o trânsito da Segunda Circular, tem por exemplo os arruamentos que no geral estão uma miséria ou a falta de apoio social da CML e a enorme massa de imóveis abandonados que poderiam servir como hbaitação social e boa parte deles são património do município estão a cair de podre e não servem para habitação quando poderiam servir se Lisboa tivesse um edil com tino na cabeça que é coisa que parece não ter e enquanto as pessoas vão tendo masis dificuldade para ter casa em Lisboa, o edil da cidade perde tempo com factos que apenas servem para encher os jornais e os pacóvios ainda vão nos solfejos de flauta do flautista de Hamelin socialista que conduz estes ratos encantados até ao abismo seja o flautista edil ou primeiro ministro.

Já nem sei mais o que dizer da admistração Medina da CML, porque em vez de ler nas notícias uma ideia bombástica para o bem geral da cidade e dos seus habitantes, apenas leio atitudes estúpidas que servem como circo nesta cidade capital de uma república com cada vez menos pão e que cujo pão é de apenas alguns quando deveria de ser de todos e onde além de haver menos pão, há menos educação e menos habitação para não falar em cada vez menos paz interna porque esta mesma paz interna é confundida com submissão que são coisas completamente diferentes, embora para o poder político sejam a mesma coisa.

Espero para ver qual vai ser a reacção do executivo Medina depois deste documento arrasador de uma ideia sem qualquer nexo de razão ou de lógica e que nem se sabe para que serve a não ser encher as capas dos jornais para quando não se fala de futebol ou dos reality shows e assim tem sido gerida a maior edilidade da república, enquanto as preocupações reais da cidade como habitação e segurança são esquecidas de uma forma constante e gritante ao passar dos anos e vão entretendo os pategos com estes factóides que podem causar ira e gozação entre os lisboeta e que no fim apenas servem como cortina de fumo para que os verdadeiros problemas da edilidade fiquem escondidos por detrás desta mesma cortina de fumo.

Como sempre as minhas perguntas: O que tem na cabeça Fernando Medina? Será que não existem outros problema em Lisboa para serem resolvidos mais importantes do que plantar árvores na Segunda Circular? Para quando um edil de Lisboa que pense na cidade e nos seus habitantes?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

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03
Fev 16

Já tenho falado disto neste recanto da blogsfera sobre o que tem acontecido em Lisboa que é o aparecer de hotéis de baixo custo, hostels e outros tipos de alojamentos turísticos em detrimento da cidade para os lisboetas e uma das vítimas deste boom de alojamentos turísiticos foi a centenária estação ferroviária do Rossio que viu o antigo centro comercial Terminal se volatizar para se transformar num hostel e o edil de Lisboa, Fernando "Hotel" Medina quer fazer o mesmo a estação de Santa Apolónia depois dos seus antecessores socialistas terem extripado o Terreiro do Paço e para ajudar a festa vai transformar a Segunda Circular num novo Passeio Público.

Depois das ideia do Medina que não se atina, é a nova febre imobiliária nas zonas típicas da cidade deixadas ao abandono pela edilidade e por alguns proprietários e que depressa se transformaram em favelas de cal e cimento no meio da cidade que deu novos mundos ao mundo e os que ficam, devido a crise que estamos a viver alugam as suas casas a turistas indo viver para os cemitérios de vivos que são as cidades e vilas da periferia de Lisboa e ninguém pensa em tornar a Lisboa Histórica digna para os naturais de Lisboa que merecem viver na sua terra com que tudo que têm direito, mas estes edis mais recentes só pensam no turismo como um toxidependente pensa em droga e não querem saber de mais nada.

Em tempos um escritor francês criticou a forma como Paris estava a ser gerida e Lisboa está a ir pela mesma maneira e depois arranjam sempre forma de assaltar os turistas e não falo dos carteiristas do metro ou da linha de Sintra, mas sim de algumas cobranças feitas tanto pelos transportes da cidade como pela própria CML que cobra um euro para se usar a luneta no miradouro de São Pedro de Alcântra por 5 minutos ou os preços pornográficos nos elevadores da cidade e nos eléctricos que não se jsutificam de maneira nenhuma e apenas servem de forma de assalto legal e permitido por lei.

Neste Grande Hotel Lisboa, vedado aos lisboetas; a cidade que chegou a ser o umbigo do mundo se está a transformar num hotel vazio de vida apenas reservado para alguns e o ainda querem aumentar em vez de ser uma cidade para as pessoas está a ser cada vez um hotel para turistas e por este andar estou a ver os comboios suburbanos cheios de passageiros apertados como sardinhas em lata e o centro da cidade cheio de .... turistas e marginais e o edil de Lisboa coça as respectivas partes baixas enquanto conta as moedinhas que vai sacando aos turistas e a cidade vai ficando vazia dos seus habitantes e da sua identidade. Por este caminho os marchantes que entram nas marchas populares serão chineses das lojas de bugigangas ou romenas que passam o dia a pedir esmolas nas artérias da Baixa Pombalina enquanto os lisboetas estão em Rio de Mouro ou Alverca ou no Barreiro.

Este Grande Hotel Lisboa que não é dos lisboetas está a ser incrementado por um edil que pensa em sacar o máximo de dinheiro sabe-se lá para quê embora se saiba que não é para melhorar as condições de vida na cidade capital da república e que chegou a ser a capital do império português cada vez está mais distante da sua essência como cidade com pessoas para as pessoas e não para os visitantes que deixam cá moedas e notas que vão parar aos bolsos dos mesmos escroques de sempre do poder podre que nos rege há 106 anos e contra o qual ninguém faz nada e a cidade de Lisboa não pode ser transformada num hotel, mas sim numa cidade das pessoas para as pessoas e se o não o é, o culpado é o Edil de Lisboa que  não investe na habitação social nos bairros históricos e se a esquerda que diz ser amiga do povo e dos trabalhadores não lhes consegue casa, então para que vêm se armar em defensores quando no fim nada fazem pelos habitantes da edilidade.

Duvido que alguma vez seja alguma vez feito algo pelas pessoas de Lisboa pela CML porque esta tem o objectivo claro de tranformar Lisboa no maior hotel a céu aberto do mundo sendo os hotéis apenas bungalows de um grande hotel cujos sectores têm diferentes gerentes e qu0e cujo guru se senta na cadeira maior da Praça do Município enquanto a cidade vai caindo em ruínas para dar lugar ao maior hotel do mundo e os habitantes de Lisboa são corrdios pela própria CML das suas casas e dos seus bairros porque a edilidade só pensa nos turistas e ao mesmo tempo que lhe trata das hemorróidas com a língua, lhes vai roubando a carteira de forma legal e subtil.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Para quando uma Lisboa antiga para os lisboetas? Para que serve esta subserviência ao turista? Porque a CML arranja sempre novas formas de roubar mais alguns trocos?

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14
Jan 16

Fernando Medina, o novo edil de Lisboa, da maior autarquia da república, e que substitui no cargo António Costa, recentemente promovido a Führer da República; está com novas ideias para uma das mais concorridas vias da cidade de Lisboa e que separa os dois principais emblemas desportivos da capital e ideias que estão a sofrer mais contestação do que aprovação e são daquelas ideias que se costuma dizer que nem lembra ao diabo.

As ideias de Medida sobre a Segunda Circular passam pelo plantio de árvores nos separadores centrais o que já motivou a contestação da ANA - Aeroportos e Navegação Aérea porque a Segunda Circular é uma zona de aproximação ao aeroporto da Portela e as mesmas árvores irão ser um perigo para os aviões que se aproximam, além das árvores o mesmo Fernando Medina teve a ideia de repavimentar e melhorar a drenagem da mesma via; até aí nada demais, mas não há bela sem senão e o mesmo Medina quer reduzir o tráfego na mesma Segunda Circular, reduzindo a a largura em alguns troços da mesma via e se a ideia for para frente a coisa via ficar feia para os moradores da Avenida dos EUA, Avenida de Roma, Chelas e Avenida Marechal Spínola que vão levar com o tráfego que vai ser retirado da 2ª Circular.

Acontece que agora moram pessoas na Marechal Spínola e ainda antes desta ideia tive o azar de entrar de carro nesta bendita avenida quando uns conhecidos me deram boleia depois de ir resolver um assunto ao Parque das Nações (aka. Expo'98) e acontece que por volta das 16/17 horas a Marechal Spínola no sentido Chelas-Avenida dos EUA estava literalmente parada e ainda esperei uma boa meia hora para que o carro onde eu estava se movesse 1 metro e levei quase uma hora a sair daquele inferno; agora imaginem o inferno que vai ser canalizar o trânsito da 2ª circular para a Avenida Marechal Spínola e com pessoas a morarem nesta mesma avenida a levar com toneladas de gás de escape dos milhares de automóveis que passarão a circular numa avenida já de si problemática em relação ao trânsito e a conta disso a Prevenção Rodoviária já veio mostrar o seu desagrado com a ideia.

Nem sei o que se passou na moina do edil da maior edilidade da república quando se sabe que em Lisboa há problemas mais graves como a mobilidade no centro da cidade comprometida com as chusmas de Tuk-Tuk e as obras deixadas dos tempos de António Costa, bem como o problema da habitação social porque se sabe que existe em média 2 a 3 casas por cada lisboeta e casas devolutas nesta bendita cidade é coisa que não falta e a CML não mexe uma palha para alugar casa a quem precisa em vez da Santa Casa ou outras instituições estarem a pagar quartos em pensões e em alojamentos precários cujo custo chega a ser igual a uma renda de um T1 no centro de Lisboa, a CML poderia dar mais vida ao centro da cidade que cada vez se parece mais com um hotel gigante e artificial sem os genes da verdadeira Lisboa porque estes foram obrigados a migrar para os dormitórios da chamada Área Metropolitana que cada vez estão mais sobrelotados e devido ao facto de em muitas famílias, as crianças e jovens ficarem horas sem fim na escola a espera que os seus familiares os vão buscar ou em casa a espera que venham os pais depois de um dia de trabalho e de horas nas estradas de acesso a estes mesmos dormitórios.

Este senhor Medina está mesmo a meter o socialismo não na gaveta, mas no fundo de uma cave escura porque anda com obras faraónicas e se esquece do essencial e daquilo onde uma edilidade como Lisboa deve intervir como a habitação social ou a drenagem de ruas e avenidas que é sempre um pesadelo cada vez que cai uma bátega de chuva na capital da lusofonia e não se preocupar com obras faraónicas que cada vez tornam menos habitável a cidade que em séculos passados deu novos mundo ao mundo e chegou a ser o centro do mundo civilizado e que deu ao mundo várias figuras nas mais diversas áreas.

Este novo edil que nem sequer foi eleito em eleições intrecalares como foi o caso de António Costa se arrisca a ser um edil ainda mais incompetente do que foi Santana Lopes ou mesmo Carmona Rodrigues que foram o paradigma da incompetência como edil de Lisboa nos últimos 40 anos pelo menos e com o Senhor Fernando Medina este paradigma foi batido e foi recriado num padrão mais reles.

 Como sempre as minhas perguntas de sempre: O que se passa na CML? O que se passa na cabeça de Fernando Medina? Será que Lisboa é uma cidade para os seus habitantes ou é apenas um hotel? Para quando medidas para a cidade que sejam utéis?

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publicado por tron às 23:10
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