REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
06 de Abril de 2017

O novo imposto Coca Cola se revelou um grande maná não só para o Estado bem como para a chamada distribuição porque usa-se da lei que aplica imposto sobre o açúcar na concentração de açúcar por litro para aumentar os preços de uma forma que se pode considerar pornográfica enquanto as bebidas alcoólicas, estas sim causadoras de milhares de mortes em Portugal, nada sofrem.

Agora indo ao detalhe: na distribuição, as bebidas açucaradas levaram o aumento devido ao dito imposto, mas quase de uma forma irónicas as bebidas sem açúcar ficaram no mesmo preço das bebidas açucaradas e apenas duas cadeias de distribuição fazem o preço diferenciado como mandam as as regras: El Corte Inglés e Lidl; todos os os outros colocam a cola sem açúcar ao nível da normal com açúcar em termos de preços e as entidades de fiscalização, como sempre, dormem.

Resultado, quando quero refrigerantes vou aonde não sou assaltado nos preços e o que me deixa chocado é ver nas ruas de Lisboa os danos causados pelo consumo e abuso de bebidas alcoólicas que cada vez são mais e não são apenas os portugueses a serem afectados e também já são os estrangeiros afectados por esta praga que ninguém tem vontade de parar, enquanto isto, atacam a coca cola como a grande vilã; quando o vilão é outro.

Dentro desta luta de taxinhas, uns cumprem e outros abusam e ninguém toma a mínima atitude para controlar estes abusos, e estes abusos me lembra quando foi a entrada do euro e todos resolveram dobrar o preço dos produtos em venda, sobretudo na hotelaria e aonde estava a ASAE.... estava desaparecida em combate, sem ninguém fazer nada e os otários a pagarem.

Esta república dos bananas que tem um presidente que é uma versão gourmet do Tino de Rans e que pouco ou nada diz ao governo da geringonça, vai continuar assim enquanto houverem bananas que aparem este jogo e eu não sou um destes bananas que aparam este jogo das taxinhas abusivas e contra elas nada é feito e a carneirada republicana aceita estas taxinhas de forma submissa e poucos ou nenhuns se manifestam contra estes abusos mostrando a imagem de um país de mansos, que dividem entre gerigonços e não-gerigonçosos e os gerigonços têm traços de ditadura de esquerdalha manhosa e abusiva.

Não sei como deixaram esta situação chegar a este ponto, mas vamos ver se vai haver mais alguém a contestar de forma activa esta forma estranha de cobrança de um imposto abusivo e que nunca deveria de existir quando se deveria de mudar a taxação das bebidas alcóolicas que estas sim fazem mais danos na sociedade do que um litro de coca-cola. Mas esta república dos bananas que vive de interesses não vai tocar nesse grande lobby que é o lobby do alcóol que é uma das principais exportações nacionais e um dos cartões de visita de Portugal de tal forma que o presidente do eurogrupo disse que Portugal é um país de p... e vinho verde.... e os poderosos chefões da república ficarm logo todos ofendidos apenas por ouvir a verdade.

E como sempre ficam as minhas perguntas: Aonde estão as autoridades de fiscalização? Quem explica de forma clara o imposto coca-cola? Porque não colocam o imposto sobre o alcóol ao mesmo nível do imposto coca-cola, ou seja, alcóol por litro em vez de ser por hectolitro? Quem ganha e quem perde nesta história?

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publicado por tron às 16:31
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música para pensar: Vampiros - Zeca Afonso
07 de Março de 2017

Com a a ditadura do chamado correctamente saudável e do politicamente correcto, a gerigonça começou a criar novos impostos sobre o consumo começando nos sacos de plástico e passando por taxar o açúcar e a gordura que vem nos alimentos processados em vez de ver impostos já existentes e que deveriam de ser mudados na forma como são aplicados para haver a chamada equidade fiscal.

Enquanto alguns iluminados da Ordem dos Médicos ou outros lobistas da área da esquerda sobretudo aqueles que ainda pensam que existe pacto de Varsóvia e aquelas utopias que apenas funcionavam para alguns e que no caso de serem questionadas valiam umas férias na Sibéria durante uns anos atacam os refrigerantes e as batatas fritas com a sua ligação a obesidade quando não têm olhos para ver os paizinhos que deixam os filhos de rédea solta em vez de os controlar porque Portugal teve a infeliz ideia de entrar para o euro e como o custo de de vida aumento de forma insana, os pais já não podem dar a atenção devida aos seus rebentos e estes se põem a comer porcarias em vez de terem uma dieta relativamente saudável.

E estes impostos sobre os refrigerantes são mais altos do que aqueles aplicados sobre o tabaco ou as bebidas alcoólicas e para cúmulo da ironia as bebidas sem açúcar adicionado ou mesmo com substitutos do açúcar têm custos iguais e por vezes superiores daquelas que tem que pagar imposto sobre o açúcar o que tem deixado deveras pensativo saber como este imposto está a ser aplicado e se está a ser aplicado como deve ser e se a ASAE anda com olhos de ver nestes preços sem nexo.

Este imposto para aqueles que não sabem tem um proporção diferente do imposto sobre as bebidas alcoólicas: enquanto o imposto do açúcar é taxado na concentração de açúcar por litro de bebida, o imposto sobre o álcool é taxado na concentração de álcool por 100 litros de bebida o que faz com que o imposto sobre as bebidas alcoólicas seja centenas de vezes inferior em relação ao imposto Coca-Cola embora se saiba que um litro de vinho ou de cerveja faz muito mais desgraça do que um litro de refrigerante e basta ver a lista de espera para um transplante de fígado e que esta lista de espera é causada em grande parte por consumidores de bebidas não açucaradas, mas sim bebidas alcoólicas.

E quando andei nas carrinhas de auxílio alimentar para receber aquela coisa que chamam refeição, mas que ninguém consegue comer porque boa parte das vezes o comer vinha estragado e não era rara a ocasião que eu apanhava intoxicações alimentares com o comer que davam e que ainda dão e nestes tempos negros eu vi todo o tipo de gente: desde de pessoas em que vida tinha sido ingrata, mas que não iam para os vícios e tinham vidas mais ou menos normais dentro do possível ou casos em que as drogas sejam elas ilegais ou legais como o álcool ou o tabaco tinha arruinado.

E exactamente por este facto do álcool arruinar tantas vidas e tantas famílias e ser um dos factores-chave na violência doméstica que a taxação do álcool deveria mudar e seguir a mesmo proporção do imposto Coca Cola e depois queria ver se aquela mixórdia do vinho de pacote era vendido a 70 cêntimos ou as sangrias pré-embaladas eram consumidas como o são e se as bebedeiras dos estudantes nas recepções dos caloiros e nas semanas académicas aconteceriam e se haveria tantos casos de de gravidezes não-planeadas.

Não é preciso ser um génio na matemática para se ver que o vinho de pacote se houvesse equidade fiscal em Portugal, chegaria quase aos dois euros e as bebidas brancas talvez chegassem aos 50 euros por garrafa se o álcool fosse taxado na proporção álcool por litro e com estes preços muitos iriam pensar cinco vezes se iam beber um Sprite ou uma imperial.

Esta república dos bananas em que uma gerigonça se vai governando a conta dos pategos que votaram neles e por conta daqueles que não votaram neles vão dirigindo a nação como lhes apetece seguindo as suas ideologias bacocas e ultrapassadas ao mesmo tempo que criam novelas para irem entretendo os pategos enquanto os vão roubando e depois se tem um presidente da república que é mais uma prova da inutilidade do regime republicano em Portugal porque não sabe intervir quando deve e se dedica a ser uma figura do entretimento público como fosse um qualquer artista em vez de ser um presidente presente.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Porque não taxam o álcool e o tabaco na mesma proporção do que o açúcar nas bebidas açucaradas? Porque as bebidas sem açúcar são mais caras ou tão caras como aquelas que têm açúcar? Andam a brincar com quem? As autoridades de supervisão andam a dormir? Que caminho leva Portugal enquanto estiver nas mãos da gerigonça? A república ainda tem razão para existir? Aonde está a equidade fiscal?

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publicado por tron às 12:19
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música para pensar: Death on Two Legs (deicated to...) - Queen
30 de Agosto de 2016

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
25 de Agosto de 2016

Enquanto os partidos continuam isentos de qualquer tributação em sede de Imposto Municipal sobre Imóveis, a Gerigonça resolveu ir cobrar IMI à Igreja aos seus edifícios não só aos lugares de culto como e sobretudo aos edifícios onde funcionam as suas obras sociais como creches, apoios aos desabrigados e aos órfãos, apoios na saúde e por aí fora, mas a Concordata assinada com a Santa Sé em 2004, ainda em tempos de Cherne Barroso. 

Apesar a obra social reconhecida da Igreja Católica, a Gerigonça se estve nas tintas e começou a atiçar os mastins das finanças contra as casas de acolhimento da Casa do Gaiato e Obra do Padre Américo por exemplo e atacando paróquias de zonas desfavorecidas da nação com cargas fiscais verdadeiramente pornográficas e por outro lado os partidos da república estão isentos de quaisquer impostos sobre imóveis.

E se fosse aplicada a chamada igualdade fiscal nos partidos da república, vários milhões de euros em sede de IMI iriam parar aos cofres das edilidades desta nação, então no caso do PCP seria um verdadeiro jackpot para algumas edilidades porque basta ver muitos dos seus chamados "centros de trabalho" ou sua jóia da coroa que é o terreno onde é feita a festa do Avante sobretudo ao seu tamanho onde cabiam por exemplo vários bairros residenciais com as respectivas estruturas de apoios.

Mas aqui nesta república os partidos estão primeiro e o povo e a humanidade mesmo na caridade entre humanos está em segundo e esta mesma caridade tem que ser taxada em sede fiscal porque tem que ser taxada;  todavia os partidos polítcos, as fundações e as sociedades secretas como a maçonaria ou a opus dei estão isentas de impostos e esta isenção gostava eu de saber qual o motivo da sua existência porque não cabe na cabeça de ninguém que tenha o mínimo de consciência.

Nunca nos podemos esquevcer que nesta república, sobretudo depois do 25 de Abril com as reviravoltas do PREC esta suposta liberdade que afinal é o ressurgir dos compadrios da primeira república que foram uma das causas da sua derrota em 28 de Maio de 1926 e este caso do IMI para a a Igreja e para as suas obras sociais, quando as mesquitas, partidos e sociedades secretas estão isentos de impostos é uma clara forma de compardrio que está perante os olhos de todos menos daqueles que não querem ver e é uma medida completamente ilegal perante a Lei Fundamental que defende a igualdade fiscal de todos os cidadãos, mas a lei fiscal é uma franquia de "O Triunfo dos Porcos" de Orwell todos os animais são iguais, mas uns mais iguais que outros.

Não sei que caminho Portugal leva com estes abusos fiscais e me admiro como a oposição ao desgoverno da gerigonça quando existem não só outros assuntos mais graves, como melhores fontes de IMI como os próprios partidos, mas ninguém gosta de pagar impostos porque se gostassem não faziam tudo e mais alguma coisa para fugir aos impostos e neste ponto os partidos políticos da república, sobretudo aqueles com assento parlamentar são verdadeiros craques na fuga aos impostos qual Ayrton Senna a conduzir um carro de F1 no meio de uma chuva diluviana como fosse a coisa mais simples do mundo.

Como não fosse suficiente a Gerigonça vai tirar a isenção de Imposto Único de Criculação, vulgo Selo do Carro, aos deficientes motores que tenham automóveis adaptados para a sua utilização pelos deficientes motores seus proprietários enquanto os carros dos partidos e sindicatos estão completamente isentos do selo do carro para que os deficientes paguem.

Para agravar a situação, as acessibilidades para os transportes públicos nas grandes cidades como Lisboa são quase nulas, porque os comboios têm degraus que dificultam a entrada de cadeiras de rodas, os eléctircos antigos nunca foram adaptados, nos novos as rampas de acesso quase sempre estão avariadas e nos autocarros ou estão avariadas ou os choferes recusam as baixar dando toda a espécie de desculpas. Por isso os deficientes motores têm carros adaptados que estavam isentos de IUC mas que agora graças a Gerigonça que cada vez está a pedir ordem para ser corrida em nome da nação.

E ficam as minhas perguntas: Porque os partidos não pagam IMI e IUC? Porque agora as instituições de caridade vão ter que pagar IMI? Porque os deficientes vão pagar IUC? Afinal onde está o PAN? Para que nos serve a Gerigonça? Já não chegou a hora da Gerigonça ir embora?

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publicado por tron às 18:26
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música para pensar: Dead on Two Legs - Queen
06 de Agosto de 2016

Um dos cartões de visita desta nação sobretudo de Lisboa vai pagar imposto nas respectivas edilidades porque saiu agora das mentes brilhantes da gerigonça que está a desgovernar Portugal e a governar-se com os nossos impostos uma gforma de equilibrar o Imposto Municipal sobre Imóveis que tinha o nome antigo de Sisa sobre imóveis que tenham melhor vista e mais horas de sol por dia e que tenham as janelas viradas para sul.

Mas aquelas que estejam viradas para cemitérios e ETAR's pagam menos imposto independentemente do custo ou do valor real da casa ou dos rendimentos dos proprietários o que não vai trazer qualquer justiça fiscal e vai transformar os melhores imóveis de Lisboa em candidatos para hotéis e esvaziar as zonas nobres da cidade de pessoas sobretudo a Baixa que cada vez está mais vazia de gente e mais cheia de turistas.

Mas não são apenas as casas com mais sol que vão ser taxadas porque também andam a caça dos vendedores de praia que estejam a vender seja o que for, mas por outro lado o mesmo ministério das finanças mantém a mesma insenção de IMI as sedes dos partidos políticos e sociedades secretas para não falar nas dívidas fiscais da chamada santíssima trindade do futebol e desporto nacional que tem dívidas estratosféricas tanto as finanças como a segurança social e a estes ninguém toca ou fala.

Estes casos dão para pensar que a chamada Gerigonça consegue ser mais infame em termos de fiscalidade do que o desgoverno de Passos Coelho e muitos dos apoiantes desta coligação feita a pressão ainda não captaram que estão a ser bem comidos por parvos e felizmente eu nunca acreditie na Gerigonça sobretudo quando o PS se meteu na frente da mesma gerigonça e não podemos ignorar a filha de Heródoto e protegida da ninfa Clio porque quando Portugal teve com PS nos seus destinos quase sempre deu com os burros na água e se tramou em grande, a única excepção a esta regra foi governo Guterres, mas aí não nos podemos esquecer que estávamos em tempo de vacas gordas e além de uma exposição universal dedicada aos oceanos e aos descobrimentos portugueses e que tirando o centro comercial, o bairro residencial de elite que ali existe, a gare multimodal, a FIL e alguns escritórios e representações; o mesmo Parque das Nações está abanonado e em alguma zonas parece um aterro como nos tempos antes da Expo '98 onde as várias refinarias que haviam na zona e que transformaram aquele recanto da cidade numa fossa séptica.

Pelo visto a Para-ditadura socialista voltou em força e agora com a conivência da chamada esquerda parlamentar (comunistas, ecologistas e trotskistas) porque com este novo imposto sobre o sol a esquerda está calada e diz que vai ver a situação, mas não bate o pé a esta imposição do Führer Costa que faz o que quer com os paninhos quentes da esquerda parlamentar que fecha os olhos a estes abusos e por este andar ainda vamos pagar imposto pelo ar que respiramos porque em alguns sítios já se paga imposto para uma pessoa ir mijar como nas casas de banho públicas da Pastelaria Suíça, nas estações ferroviárias da área de Lisboa com a excepção da Gare do Oriente e da estação de Campolide, e nas estações fluviais.

Esta pancada para cobrança de impostos se esquece de adaptar os impostos de propriedade sobretudo o IMI aos rendimentos dos proprietários e não nos podemos esquecer que o crédito mal-parado é sobretudo no crédito à habitação e se as pessoas não têm dinheiro para cumprir com as suas obrigações com a banca então como podem pagar mais imposto porque a sua casa tem mais sol do que a casa do vizinho.

Tristeza de nação que pensa em cobrar imposto sobre aquilo que tem de melhor que é o seu sol para sustentar uma maralha de políticos que passa o tempo a olhar para o seu umbigo em vez de pensar na nação como seria teoricamente o seu dever, mas enfim, cada nação tem os políticos que merece pois que os escolheu em eleições supostamente limpas.

E ficam as minhas perguntas de sempre sem qualquer resposta: Que caminho leva Portugal? De quem foi a ideia do sol cobrar imposto? Andamos para trás no tempo? O que o presidente da república diz sobre isto? Afinal qual a utilidade da república?

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publicado por tron às 16:28
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música para pensar: Money - Pink Floyd
19 de Janeiro de 2016

A cotação do petróleo está a cair numa forma nunca vista, para valores que só se viam no tempo da 1ª Guerra do Golfo ou mais recentementre em 2003 com o barril do ouro negro baixar dos 30 dólares tanto em Nova Iorque como em  Londres e a coisa ainda vai descer mais porque se tem consumido particularmente pouco petróleo e os seus derivados, ainda efeitos dos preços altos de petróleo quando este andava por volta dos cento e muitos dólares e esta queda nos preços do crude também tem a ver com outro faxcto deveras importante e quem sabe talvez mais pesado que as leis da oferta e procura que é entrada no mercado internacional de petróleo do petróleo iraniano sem quaisquer tipo de embargos ou sanções porque estas foram levantadas e os iranianos vão colocar no mercado todo o petróleo que não puderam colocar devido as sanções para ganharem alguma liquidez interna.

Com este novo afluxo de crude e com o aumentar das reservas estratégicas tanto de Rússia como dos EUA e com o abrandamento da economia chinesa tudo está perfeito para a tempestado perfeita que é o despencar dos preços do petróleo, tanto em Nova Iorque como em Londres e se a Opep não controlar a queda estou a ver o petróleo a menos de 20 dólares por barril nos próximos 30 ou no máximo 60 dias o que seria positivo para Portugal se este aumento se reflectisse no dia-a-dia do português comum mesmo aquele que carro só se for no jogo do computador ou carrinhos de linhas porque se sabe que o item "combustível" entra de forma directa ou indirecta em tudo ou quase tudo que nos rodeia e Portugal é um petro-dependente e daí a importância de Portugal estar atento ao sobe e desce do petróleo.

Acontece que aqui no burgo, os derivados do petróleo, sobretudo os combustíveis, sejam eles para que uso forem; não seguem de forma estrita o mercado, e não são raras as ocasiões em que o preço dos combustíveis sobem em Portugal apesar desta espiral da queda, mas se o petróleo sobe, tudo sobe; mas quando desce, as petrolíferas arranjam sempre forma que os preços subirem com desculpas cada vez mais esfarrapadas e não nos podemos esquecer que os derivados do petróleo contam na nossa factura energéntica porque grande parte da energia que Portugal produz vem da queima de fuelóleo e carvão e o primeiro é derivado do petróleo e se as petrolíferas não deixam os chamados destilados de petróleo seguirem o mercado em Portugal, quem se lixa é o mexilhão.

Só se sabe que o petróleo caminha para os 25 dólares nas próximas semanas da maneira como desce e vai ainda descer para os 20 e não se coloca por exemplo o gasóelo a 0,90 € e a botija de gás butano de 13 kg por volta dos 15 ou 18 euros quando custa em média 20/25 euros ou a gasolina 98 por volta do 1,20/1,30 €; e a resposta esta pergunta puramente retórica é simples: é que as petrolíferas, apesar da queda louca e insana do petróleo querem ainda sacar o máximo de lucro possível para os seus bolsos e o Estado nem está nem aí porque cerca de 60% do preço dos destilados de petróleo são impostos e se não descerem o preço dos destilados os impostos sobre estes também não descem e o poder da república se vai encehendo a grande a conta tanto dos consumidores como dos revendedores que pagam impostos na mesma e só tiram 3% para si dos destilados, mas do preço destes sem impostos.

É facto estranho tal qual um fenómeno do Entroncamento este caso dos combustíveis não descerem ao ritmo que desce o petróleo porque seria o que a lógica de mercado obrigaria, mas em Portugal a lógica é coisa que não existe sobretudo quando se trata de nos ir a carteira seja de que forma for e o caso dos combustíveis é brutal bem como é caso da taxa dos sacos de plástico e outras taxinhas que não benificiam ninguém nem nada a não ser os cofres públicos.

E o já muito mercado liberalizado mercado dos combustíveis imposto por Bruxelas ainda não foi colocado em prática porque aqui no chamado bom aluno da União Europeia só colocam em prática as medidas impostas por Bruxelas que interessam ao governo porque aquelas que não interessam ficam no arquivo dos esquecimentos como a liberlização das apostas desportivas ou neste caso a liberalização do mercado dos combustíveis e ambos monopólios são verdadeiras galinhas dos ovos de ouro para o desgoverno da república.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem regula o mercado dos comustíveis em Portugal? Porque são sempre os mesmos a pagar a factura? Quando é que a lógica de mercado vai entrar no mercado de combustíveis? Quando é que o governo toma conta do assunto?

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publicado por tron às 13:55
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música para pensar: Money - Pink Floyd
06 de Março de 2015

Os dois principais candidatos a Führer de Portugal andam numa de troca de mimos em relação a dívidas fiscais e a segurança social que lembra um jogo do empurra ou uma disputa de fisgadas entre eles para saber qual é o primeiro a partir os telhados de vidro do vizinho.

Enquanto se sabe que Passos Coelho se baldou de pagar a segurança social e os impostos quando estava a recibos verdes e que nem tinha a mínima vontade de pagar enquanto fosse Führer de Portugal, mas deu-se ao trabaho de pagar porque saiu para a comuncação social que o presente Führer de Portugal estava a ar um grande calote nas finanças e na segurnaça social e anda querem que uma pessoa peça facturas com o NIF para que se apanhem quem se balda aos impostos.

Por outro lado temos António Costa que comprou uma casa, quando ainda era ministro da justiça nos tempos de Guterres, e na altura nem pagou imposto municipal nem sisa e nem mostra vontade em pagar e muito menos assume o respectivo calote e nem se sabe se vai pagar ou não quando o PS anda armado em virtuoso, quando se se sabe que achar um partido que seja mais corrupto do que o PS é mais difícil do que achar uma agulha num palheiro.

Mas nem pensem que a podridão é apenas exclusividade dos partidos do chamado arco do poder porque há o caso da presidente da Câmara Municipal de Palmela, eleita pela CDU (coligação comunista), Ana Teresa Vicente que em 2013 completou 47 anos conseguiu com apenas 12 anos de descontos para a Caixa Geral de Aposentações, uma reforma como tivesse descontado os quase 50 anos que a lei obriga que um qualquer funcionário público desconte para ter a reforma completa e depois dizem os comunistas que ainda são pelos direitos do trabalhador quando eles mesmos acabam por comer da mesma gamela do que os "políticos capitalistas" e quando os mesmos comunistas deixam que estas situações se repitam mostrando que no fim das contas, os políticos da república são todos farinha do mesmo saco, sobretudo os eleitos.

Como sempre as perguntas: Qual a moral dos políticos em Portugal para se atacarem mutuamente ? Existem políticos honestos em Portugal ? Foi para isso que se fez o 25 de Abril ? Para que raio nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:33
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música para pensar: Liar - Queen

A ecotaxa dos saquinhos está-se a revelar além a da sua relativa infâmia, um tiro no pé do próprio governo porque em alguns estabelecimentos comerciais, os sacos finos ainda são dados e noutros casos, a distribuição alterou a gramagem dos sacos, os tornando mais grossos e mais fáceis de reutilizar e ao mesmo tempo que os isentam da ecotaxa, metem uns quantos cobres ao bolso porque vendem estes sacos mais grossos e apenas dão 2,5 centavos ou cêntimos por saco em vez dos 10 esperados por Maria Luís Albuquerque.

Esta aumento da gramagem dos sacos foi uma fora de mostrar o chamado chico-espertismo nacional e como a sofreguidão extrema da cobrança de impostos deste desgoverno disfaraçada de medida ecológica está-lhe literalmente escapar-lhe entre os dedos como fosse a pegar num punhado de areia e apertá-lo com força e no fim restam poucos ou nenhuns grãos de areia na mão.

Embora o objectivo supostamente primário que é a redução do uso de sacos de plástico fino esteja numa primeira leitura esteja a ser atingido, por outro lado o real objectivo que era uma receita extraordinária por volta de uns bons milhões de euros, não passa com sorte de uns quantos milhares de euros e não contando com os esapços comercais que oferecem sacos a quem faça compras ou para transportar produtos perecíveis que não podem levar com radiação solar directa como carne ou peixe frescos e/ou congelados e depois um passeio por Lisboa à noite é ver dezenas e centenas de sacos de plástico finos e grossos no caixote do lixo como não existisse qualquer ecotaxa criada com o propósito de evitar este tipo de detrito.

Ainda temos que acrescentar os novos sacos de papel que são pagos e que nesta gloriosa nação de seu nome Portugal não nos podemos esquecer que nesta mesma nação todos os anos, as florestas desaparecem em incêndios, muitos deles de origem criminosa e que uma árvore para se tornar produtiva mesmo para acabar em pasta de papel demora várias dezenas de anos para ser produtiva para papel e a reciclagem e/ou reutilização de papel em Portugal é residual e tem mais peso no aquecimento global a utilização de sacos de papel do que sacos plásticos sejam finos ou grossos e por outro lado há outros tipos de detritos que ninguém parece ligar que são os copos/potes de iogurte, garrafas de vidro e as latas e/ou sprays que parece que são ecológicos, mas que nas chamadas ilhas de plástico que estão no meio dos grandes oceanos formam grande parte destas ilhas de lixo que condenam espécies animais e vegetais a uma morte lente e dolorosa.

E ficam algumas perguntas: Porque não colocam uma taxa nas latas e nas garrafas de vidro ? Porque não colocam uma taxa nas embalagens não reutilizáveis como potes de iogurte, maços de tabaco e sprays ? Como é possível que se vendam sacos de papel que apenas servem como propaganda dos espaços comercais e não servem para muito e ao mesmo tempo temos cada vez menos floresta ?

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publicado por tron às 16:32
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música para pensar: Sacos Plásticos - Titãs
23 de Fevereiro de 2015

Enquanto os casos e descasos do preso mais famoso de Portugal mostram como fomos desgovernados durante 6 anos e que agora estamos a aguentar as consequências embora os verdadeiros responsavéis pelo estado a que chegamos e que ninguém quer acabar e começa a dar razão ao grande Ramalho Ortigão professor de Eça de Queiroz e co-autor com o mesmo Eça das sempre actuais e cáusticas "As Farpas" que disse há mais de 100 anos que a república não passava de um colchão infestado de percevejos.

Entretanto as primeiras consequências da ecotaxa dos sacos de plástico começam-se a saber e ao mesmo tempo a máscara da ecologia começa a cair de forma descarada quando em alguns sectores da economia mostra a verdadeira face infame e tenebrosa de um taxa tão elogiada por muitos e que acaba por ser algo de infame como é o regime republicano português em si.

A associação portuguesa de hotelaria e restauração disse que os seus associados compraram milhares de sacos antes desta mesma maldita taxa para evitar que os seus clientes pagassem esta taxa porque assim escoariam muitos milhares de sacos finos, acontece que os mesmos sacos para serem vendidos têm que pagar taxa nas finanças e os sacos como não obedecem as normas que regem a mesma taxa não podem ser vendidos e nem podem pagar a taxa e o destino destes mesmos sacos é..... o lixo que era o que esta mesma medida queria evitar.

Agora aqueles que defenderam de cabeça este imposto duplo estão calados e muito provavelmente com a viola metida no saco, pois que estão a ver que deram um tiro no pé e daqueles que cuja cicratização vai ser bem difícil e e vai deixar bastantes marcas no hoje e no amanhã.

Como sempre as minhas perguntas chatas: E agora porque estão calados ? Aonde está a Quercus ? Quem vai pagar esta brincadeira ? Afinal para que servem as leis fiscais que proibem a dupla tributação ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 23:20
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22 de Fevereiro de 2015

Muitos ficaram ofendidos a conta da sátira que a Sagres fez por conta da péssima exibição do guarda-redes do Sporting e da selecção nacional de futebol, Rui Patrício e por outro lado aceitaram mais um imposto que é uma dupla taxação; coisa que é contra as leis fiscais da república, sobre os sacos de plástico que antes davam nos supermercados com a desculpa que é para proteger o ambiente.

No Brasil quiseram fazer uma taxa semelhante há um par de anos e os brasileiros se passaram da cabeça ao ponto de fazer boicotes as compras comprando apenas para o dia nunca comprando suprimentos semanais ou mensais ou então iam a locais onde não cobrassem este imposto duplo dos sacos e o resultado foi que a ideia do imposto duplo caiu por terra; todavia Portugal se preocupa mais com uma piada futebolística do que ver o desgoverno a violar a lei ao aplicar uma dupla taxação sobre um objecto usando a capa da protecção do ambiente e da redução dos custos petrolíferos quando quem deveria de dar o exemplo não dá e os ecologistas semi-independentes ou independentes festejam a medida da eco-taxa mas sem pensar nas consequências.

Uma delas é a redução da produção e venda de sacos de plástico que num país onde uma das indústrias principais são os plásticos em todas as suas formas e utilizações vai levar um murro no estômago e vamos a ver se não vem gente para o desemprego; depois há o caso de algumas superfícies comerciais darem ou venderem sacos de papel para contornar a lei dos impostos do saco de plástico porque a eco-taxa do saco de plástico também é sujeita a IVA quando nunca se pode taxar uma taxa com impostos porque temos o exemplo das taxas moderadoras do SNS que são isentas de IVA e os sacos de papel acabam por ser mais lesivos para o meio ambiente do que os sacos de plástico porque além de serem pouco resistentes, a sua utilização significa o abater de centenas de árvores e Portugal tem cada vez menos florestas graças as bestas dos incendiários e com o presente Inverno a sua reutilização e possível reciclagem com a falta de ecopontos em Lisboa é virtualmente impossível.

E como boa parte da mão-de-obra dos plásticos vai para a rua com este descer do consumo dos sacos em vez de investir na investigação de novos plásticos que sejam mais ecológicos que possam ser feitos com restos do processamento de vegetais como existe no Brasil ou no Japão que sempre seria uma forma mais correcta de reduzir o uso de plástico derivado do petróleo, mas tal ideia daria muito trabalho a ser realizada e não daria ao desgoverno do Führer Passos Coelho mais um imposto o qual é também sujeito a imposto e assim com o imposto duplo é mais fácil reduzir o uso dos sacos de plástico do que criar empregos com a inovação e a criação de novos tipos de sacos leves e que poderiam ser gratuitos.

Quem ficou contente com esta medida foram as organizações ecologistas como a Quercus ou mesmo o PEV entre outros; que por acaso são os mesmos que são contra a instalação de uma ou duas centrais nucleares e que iriam dar a nação a independência energética ao ponto das importações de petróleo se reduzirem a valores mínimos e as libertações de gases para o efeito de estufa seriam quase residuais; mas enfim estamos em Portugal o país das taxas e não consigo compreender como o povinho português que se escandaliza com uma piada religiosa não-ofensiva ou com um qualquer caso polémico no futebol, se cala e se submete a mais uma barbaridade, a mais um roubo da república que afinal não passa nem nunca passou de um lobo com pele cordeiro, mas um lobo infestado de percevejos que adoram usar avental, compassos e marretas.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para onde vão parar os 10 cêntimos da eco-taxa ? Se o preço do petróleo literalmente despencou nos últimos meses, então porque estamos a pagar um aumento que não existe ? Afinal andamos a trabalhar para pagar taxas e impostos ? Se retiraram o IVA da chamada taxa do audiovisual por esta mesma aplicação do IVA ser ilegal, então porque fazem dupla taxação nos sacos de plástico ? Porque não se volta a cobrar vasilhame de todas as garrafas de vidro ? Porque não se cobra vasilhame das garrafas de plástico ? Porque não têm melhores ideias para se reduzir a petro-dependência da nação ? Afinal quem me explica para que serve a república e o seu presidente ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

publicado por tron às 23:42
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