REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
24 de Setembro de 2016

Mais uma vez os atletas paraolímpicos deram baile aos atletas saudáveis e profissionais nos Jogos Paraolímpicos o que já não é grande novidade, e enquanto os atletas profissionais e ditos saudáveis levaram 1 medalha e dez diplomas ... os atletas paraolímpicos levaram 4 medalhas e 25 diplomas, ou seja, um desempenho muitíssimo melhor por parte de atletas amadores o que torna ainda mais humilhante o desempenho de Portugal nos Jogos Olímpicos.

Mais uma vez o Brasil mostrou um pequeno grande sinal de desenvolvimento porque além de estar entre 20 primeiros em termos de medalhas conseguiu fazer um evento admirado por todos tal como foram os jogos olímpicos e eu como português tive uma sensação estranha de como um país que dizem ser atrasado em relação à Portugal conseguiu fazer tanto uns Jogos Olímpicos como Parolímpicos que ficaram na retina do mundo e aqui em Portugal com 1001 instalações não fazem nada disto.

Outra crítica negativa que deixo do lado português foi a péssima cobertura por parte dos meios de comunicação social sobretudo da RTP em ambos os eventos porque simplesmente não tinha lá ninguém a não ser uma equipa de reportagem e os comentários eram feitos no estúdio da RTP via televisões que estavam sintonizadas no Olympic Boardcast System e alguns comentadores até elogiavam os adversários dos atletas portugueses em vez de tentar passar energia positiva para os nossos atletas (isso nos Jogos Olímpicos) e nos Paraolímicos a cobertura em directo se limitou as cerimónias de abertura e encerramento e tanto nos Jogos Olímpicos como nos Paraolímicos ambas cortadas com intervalos para publicidade.

Infelizmente o Eurosport não conseguiu os direitos de transmissão dos eventos porque sei que o Eurosport quando se tratam das galas ou de provas com especial interesse não as corta com anúncios a não ser que esta mesma prova tenha um intervalo longo seja porque motivo for e as queixas correram as redes sociais sobretudo dos países africanos de língua oficial portuguesa que não puderam as repectivas televisões locais a fazer a cobertura e como não tinham a cobertura do Eurosport tiveram que aguentar com a bodega que a RTP fez e a ira foi que houve milhões de pessoas acordadas até horas proibitivas para ver os seus atletas a passar nas cerimónias de aberturas e a RTP que recebe dinheiro dos impostos e ainda tem uma taxa de tv, resolveu meter anúncios a meio da cerimónia, algo que nunca tinha acontecido na história das transmissões olímpicas a não ser que o satélite falhasse e neste caso repetiam tudo no dia seguinte sem pausas.

Agora não se aplica este problema porque a tecnologia de transmissões via satélite deu um salto quântico nos últimos 30 anos e não haveria razão para tantos intervalos, seria mais simples a RTP passar apenas resumos em vez de fazer figura de urso como acabou por fazer e não mostrou qualquer serviço público ao falhar na prestação deste mesmo serviço público porque nem tem um festival da canção e se dedica a passar programas de caça-talentos que apenas caçam clones da Withney Hudson e outras cantoras do mesmo ritmo (embora nos tempos mais recentes o festival da canção tenha sido uma tortura) e até mesmo as touradas que tinham um programa semanal com os resumos da semana no segundo canal deixaram de o ter.

E relembrando Emídio Rangel que uma vez questionou o que é o serviço público de televisão e esta questão depois dos Jogos Olímipicos e Paraolímpicos volta a ser actual porque a RTP em termos de cobertura foi uma nódoa do que costuma ser em termos de transmissão e fazer comentários de qualidade duvidosa e de forma indirecta através de outro sistema televisivo o que me deixou a pensar para onde vão as receitas da taxa de televisão e do orçamento do Estado da chamada indemnização compensatória por prestação de serviço público porque não estou a ver esta receitas a serem aplicadas como o eram no passado e estou a ver o nascer de uma televisão pública do terceiro mundo ou mesmo do quarto mundo porque a mesma RTP produz e transmite conteúdos para países do chamado terceiro mundo que ficam sem estes mesmos conteúdos.

Deixo apenas umas quantas perguntas: O que foram fazer ois atletas profissionais nos Jogos Olímpicos? Porque não dão mais apoios aos paraolímpicos? Que raio de cobertura foi aquela que a RTP fez das olimpíadas e paraolímpiadas? O que é o serviço público de televisão? Porque interroperam as transmissões olímpicas para publicidade? Porque não transmitiram as provas dos paraolímpicos?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

publicado por tron às 17:21
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música para pensar: Don't Stop Me Now - Queen
27 de Agosto de 2016

Esperei uns dias para fazer a minha análise com mais frieza sobre a prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos da XXXI Olímpiada que foram realizados no Rio de Janeiro, a chamada cidade maravilhosa e onde muito de maravilhoso se mostrou, mas infelizmente quase quase nada foi português.

Como já é doença crónica das presenças nacionais em jogos olímpicos muito se promete quase nada se tem e e houve muitos quase-medalhas mas no fim das contas só se conseguiu uma e mais uns quantos diplomas ao ponto do próprio Comité Olímpico Português ter afirmado que a prestação da delegação portuguesa ficou abaixo dos obectivos traçados para a "Operação Rio 2016" .

Muitas desculpas apareceram para os falhanços dos favoritos umas plausíveis como no caso do futebol onde devido as recusas dos clubes, foi construída uma selecção de segundas e terceiras escolhas onde muito fez Rui Jorge (treinador da selecção olímpica de futebol), Luciana Diniz no hipismo que teve mesmo azar porque apenas por um obstáculo que não entrou na luta das medalhas e no Taekowndo onde o representante nacional caiu de pé, de resto os favoritos andaram apanhar diplomas como apanhassem abrunhos no Verão.

Como português senti vergonha do meu país não só pela falta de resultados nos jogos, bem como pela capacidade dos desportistas brasileiros que conseguiram 19 medalhas apenas numa olimpíada quando Portugal em 104 anos de olimpismo tem apenas 24 medalhas e nem penso no total que o Brasil já conquistou e com menos anos de olimpismo do que Portugal o que além de envergonhar Portugal dá que pensar como o desporto no seu todo tem sido gerido em Portugal e da doutrionação que levam os treinadores ou que levaram no passado e que era muito baseada na Europa do Leste sobretudo depois do 25 de Abril e parece que estão parados no tempo e muitos atletas que não estavam a 100% foram para o Rio sabendo que qualquer edição dos jogos olímipicos seja aqui ou na China exige que os atletas estejam no melhor da sua forma tanto física como mental e que não entrem nas provas presos por arames como foi o caso da presença portuguesa nos jogos do Rio de Janiero onde além da medlha de bronze de Telma Monteiro apenas os destaques  prova de ciclismo contra-relógio se teve porque o ciclista português Nelson Oliveira que ficou em sétimo lugar apesar de dois antes ter dado uma queda violenta que deixou as suas maselas mesmo assim Nelson Oliveira me surpreendeu pela positiva como venceu as dorese ainda aghuentou o contra-relógio e fiquei a pensar se não fosse a queda quase com toda a certeza Nelson Oliveira teria tido melhor resultado; a prova de hipismo de Luciana Diniz que apenas por 4 pontos não entrou na disputa das medalhas, no Taekowndo o estereante Rui Bragança conseguiu um 5º lugar que poderia ter sido melhor com mais sorte do mesmo, a presença nos quartos de final no futebol foi positiva porque a equipa não era mesma que no europeu de esperanças parecia um rolo compressor e era feita de segundas e terceiras escolhas e ainda ter conseguido ter ganho o grupo foi um feito e natação onde um nadador chegaram as meias-finais pela primeira vez desde 1988: Alexis Santos do Sporting.0

Agora o resto foram muitas promessas e nenhumas realizações apesar de existirem os chamados centros de alto rendimento desportivo que custaram ao Estado alguns milhares de euros para no fim não consiguirem ganhar a tão ambicionada medalha e ver países com menos habitantes do que Portugal como Singapura ou a Dinamarca a ganharem medalhas, os brasileiros que não têm centros de alto rendimento a ganhar 19 medalhas duma assentada e como não fosse suficiente a fazerem uns jogos que o presidente do COI, Thomas Bach, classificou como "Maravilhosos".

E voltando a vaca fria; como se sabe o Brasil vive uma crise económica e uma crise política, mesmo assim não deixou de fazer os jogos e mostrou capacidades que me deixaram surpreendido e que prova que com o chamado desenrasco se consegue tudo ou quase tudo porque felizmente os brasileiros ainda não perderam este espírito de iniciativa já esquecido em Portugal e fizeram duas cerimónias (abertura e encerramento) espectaulares e épicas e que no caso do encerramento fez uma ligação prefeita com a edição seguinte dos jogos com um pouco de boa disposição pelo meio.

Em Portugal, sobretudo em Lisboa temos todas as estruturas necessárias para fazer tanto ou mesmo mais do que feito no Rio de Janeiro, mas infelizmente temos uma edilidade que apenas pensa em tratar das hemorróidas dos turistas com a língua e um comité olímpico sem ambições e que pensa apenas em diplomas em vez de pensar em medalhas que mais parece um conselho leonino (pelo menos nos tempos de Vicente de Moura era) onde alguns sócios high life do Sporting passam o seu tempo a nossa conta e não fazem nada e é um facto conhecido se na hipótese ainda que remota de Lisboa ter uns Jogos Olímpicos seria a forma que os transportes que servem a cidade e vias viárias que servem a Cidade das Sete Colinas bem como as suas artérias levariam uma recauchutagem ao nível do que o Marquês de Pombal fez a seguir do Grande Terramoto.

Mas aqui em Lisboa apenas pensam nos turistas e não nos lisboetas e daí a pancada pela nova mesquita e enquanto pensarem assim ainda vamos ver uns jogos olímpicos em alguma cidade da África sub-sariana e não os vamos ver em Lisboa.

Como sempre as perguntas sem resposta: Afinal para que serve o COP? Porque Lisboa ou o Porto não podem ter uns jogos olímpicos? Para que servem os centros de alto rendimento desportivo? O que anda Fernando Medina a fazer na CML? Que raio de dirigismo desportivo temos em Portugal? Por acaso não existe pelo menos um secretário de estado do desporto para tomar conta da situação com competência? Vai haver mais algum país com menos posses do que Portugal a fazer outros jogos olímpicos enquanto os lagartinhos do COP andam a coçar o real ventre (para não dizer pior)?

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publicado por tron às 13:15
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música para pensar: País Tropical - Ivete Sangalo
06 de Agosto de 2016

Acompanhei esta madrugada a cerimónia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que são os Jogos da XXXI Olimpíada (de Verão) e como é do conhecimento geral do mundo, o Brasil vive uma crise generalizada, agravada pela crise política que nasceu da destituição da presidente Dilma Roussef, mesmo assim levaram para a frente a empreitada dos jogos.

Houve e tem havida várias falhas de segurança que nada têm a haver com o evento, mas sim com a pobreza e a miséria endémica do Rio de Janeiro que são sempre de lamentar e houve erros graves em obras do que se designa plano de pormenor para os Jogos Olímpicos 2016, e apesar de tudo isto, o Comité Organizador não perdeu a cara e com os parcos recursos que tem se comparamos a Londres 2012 ou Pequim 2008, conseguiram fazer uma cerimónia de abertura que conjuga o pouco com o chamado espírito de desenrascanço (que se perdeu em Portugal e é uma hernaça portuguesa bem presente no Brasil) com algo de grandioso.

Da parte desportiva não ouvi nada contra (até agora) nos eventos e na organização dos primeiros jogos da América do Sul e dos terceiros feitos no Hemisfério Sul (depois de Melbourne e Sidney) e no que diz na parte portuguesa até que se começou com pé direito no torneio olímpico de futebol quando se despachou a Argentina com dois golos sem resposta.

Mas voltando a cerimónia: conseguiram conjugar a história da nação que diz ser abençoada por Deus onde tudo que se planta nasce com mensagens ambietalistas e um espectáculo de luz e som que mostrou a capacidade inata do brasileiro comum do pouco fazer muito e que está esquecida do lado de cá do Atlântico onde muitos se encostam a desculpa que não se pode fazer porque custa dinheiro. Todavia, Portugal já tem grande parte das estruturas para uns Jogos Olímpicos em Lisboa, mas a preguiça e paranóia por obras que vão abrir clivagens na sociedade como a nova mesquita ou o utópica e faraónica obra do chamado Hospital de Todos os Santos que cada vez que um governo socialista sobre ao poder volta sempre a baila mas que nunca sai do papel.

E se o Brasil em crise económica e política consegue fazer uns Jogos Olímpicos, então porque não fazem Jogos Olímpicos em Lisboa ou no Porto porque já têm as estruturas feitas? E esta foi a pergunta que bateu-me na cabeça enquanto eu via a bela cerimónia que o Brasil ofereceu ao mundo e ao mesmo tempo fiquei envorganhado porque o meu país fez a bodega do europeu de futebol que perdeu na final e no qual foram construidos 3 estádios que quase não têm uso (Leiria, Aveiro e Algarve), claramente excedentários e não são capazes de fazer uns jogos olímpicos e Portugal tem capacidade para tal;

Para tal temos que nos livrar dos políticos que temos, sobretudo a nível municipal porque no caso de Lisboa quem tira a Medina as árvores nas Avenidas Novas, a Mesquita e os mil e um hotéis em Lisboa (um deles do CR7) tiram-lhe tudo e esta maneira tacanha de pensar só vai levar Lisboa a um retrocesso de quarenta e muitos anos onde só se pensava nos turistas e os lisboetas que se lixem.

Apenas me resta dizer: Parabéns pela abertura dos jogos, Rio de Janeiro, espero que sejam dos melhores jogos de sempre e que os jogos de 2024 sejam em Lisboa e que haja um novo edil em Lisboa em 2017 que pense na cidade e nos Lisboetas e não em bodega que para nada vai servir

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publicado por tron às 16:59
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música para pensar: País Tropical - Ivete Sangalo
07 de Setembro de 2013

Hoje se soube que os jogos olímpicos de 2020, vão ser realizados em Tóquio com mais um melão olímpico para os espanhóis que perderam mais uma vez a realização dos jogos em Madrid pela terceira vez acho eu e por outro lado há outra cidade na Ibéria que tem praticamente todas as instalações feitas, só sendo preciso uns pequenos retoques e não se mexe e fica cada vez mais devoluta

 

 

e dedicado ao Japão Olímpico

 

 

 

 

 

 

Turning Japanese - The Vapors

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tron às 23:59
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música para pensar: Turning Japanese - The Vapors
17 de Agosto de 2012

Os Pet Shop Boys foram um dos convidados dos jogos olímpicos de Londres...

 

 

e vos deixo uma das minhas favoritas dos hiper british principes da synth pop

 

 

 

 

 

Domino Dancing - Pet Shop Boys

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tron às 23:59
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música para pensar: Domino Dancing - Pet Shop Boys
13 de Agosto de 2012

Dedicada em especial a nossa selecção de Canoagem que trouxe uma medalha para Portugal e ultrapassou todas as expectativas ou quase todas uma pérola da música nacional

 

 

 

 

Remar, Remar dos grandes Xutos & Pontapes

 

 

 

 

espero que gostem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tron às 23:58
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música para pensar: Remar,Remar - Xutos & Pontapés
12 de Agosto de 2012

A minha música 50 vai ter cinco partes que vos vou descrever de uma forma sucinta dentro do possível:

 

 

 

Hoje durante a Cerimónia de Encerramento dos Jogos Olímpicos assim que vi os imperadores Queen, melhor o seu baterista, Roger Taylor e o seu guitarrista Sir Brian May, pensei que iria ter um regresso virtual ao mundo dos vivos por parte de Freddie Mercury algo assim com este solo de guitarra eléctrica acompanhada por um "renascer da fénix" como este caso aqui

 

 

 

 

 

Bijou - Queen  e New Horizons - Brian May

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ou aqui: God Save The Queen - Brian May (jubileu de ouro de Isabel II)

ou mesmo aqui com um dueto virtual com Mercury numa apresentação mais recente de Love of My Life

aqui em dueto com Kerry Ellis, protagonista do musical We Will Rock You

Mas o erro da escolha da cantora me deixou desiludido e preferia antes ouvir

Nessun Dorma - Jackie Evancho

publicado por tron às 23:59
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música para pensar: We Are The Champions - Queen, Nessun Dorma - Jackie Evancho

Medalheiro

Média de medalhas de Portugal nos Jogos mantém-se: uma

publicado por tron às 23:40
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música para pensar: O Inventor - Heróis do Mar

Hoje se findaram os jogos da XXX Olímpiada com um verdadeiro espectáculo onde se mostrou fatia generosa daquilo de melhor que a velha Albion deu ao mundo que foi e é a sua música rock e pop dos últimos 50 anos e do qual me reconheço confesso admirador, num longo espectáculo que encerrou com chave de ouro numa verdadeira rapsódia boémia de música onde apesar de se dizer que iamos partir todos, acabamos a glosar a nossa ou minha geração num show onde muitos imortais da música mundial deram o seu contrbuto.

Confesso que esperva ver outro final sem serem os The Who, mas ainda consegui ver um Nick Mason, baterista dos Pink Floyd a dar um ar da sua graça numa apresentação de Wish you Were Here, uma jóia dos grandes Pink Floyd, logicamente tinham que aparecer os Deuses Imperiais Queen, mas foi apenas um fogacho e esperava ver o solo de guitarra de Brian May semelhante a um que foi apresentado em Kiev nos tempos do projecto Queen + Paul Rodgers, mas foi apenas apresentado um trecho de Brighton Rock com imagens do imortal Mercury por duas vezes e a peça imortal We Will Rock You em vez de ser cantada por Adam Lambert, cantada por Jessie J. que para mim foi uma desilusão porque a cantora não liga com a música e depois esperava ver o sempre onírico solo de May com God Save The Queen ou então um regresso virtual de Mr. Mercury para um qualquer êxito da melhor banda de música de todos os tempos; enfim nunca se podem satisfazer todos os gostos, mas fo bom ver George Michael de regresso depois dos seus problemas de saúde que quase lhe lixaram a carreira e a vida e ver as Spice Girls que estão com melhor aspecto e nem parece que já passaram quase duas décadas depois do fenómeno das Girl Band pós-1990 (não esquecer Bangles e Bananarama).

Em termos desportivos estes jogos tiveram altos e baixos e não posso deixar passar em claro, o peixe Michael Phelps que saiu pela porta grande e a chita humana Usain Bolt que deu espectáculo e na estafeta 4x100 mostrou que só Jason Gatlin terá alguma hipóteses para apanhar a chita humana porque os dois encerraram a estafeta e ganharam quase 50 metros logo de início em relação a toda a concorrência mostrande de forma clara quem são os melhores sprinters da actualidade.

Fora atletismo podemos falar da equipa femenina de ginástica desportiva dos EUA que deram e venderam talento, dos nadadores franceses e norte-americanos que quase eclipsaram os chineses e os australianos da equipa de canoagem portuguesa que conseguiu o melhor desempenho da canoagem lusitana de sempre de entre outras renovações de títulos, descoberta de novos talentos e muitos recordes batidos, alguns que já até tinham barbas.

Pelo lado negativo a delegação portuguesa com a excepção dos desportos náuticos, do hipismo e do tiro onde superaram em muito os objectivos que tinham com uma outra excepção e se formos a destacar um negativo mais negativo na delagação portuguesa, então se fala do caso do windsurf femenino e do judo, o futebol espanhol e o futebol brasileiro que ficaram longe dos seus predicados anteriores, a equipa masculina de ginástica dos EUA que depois de uma qualificação arrasadora fizeram uma final desastrada e alguns erros dos juízes que originaram demasiadas contestações de reusltados que mostrou um certa má escolha dos juízes.

Mas nada pode ser perfeito nuns jogos que na minha opinião supreram os de Pequim 2008 em termos desportivos sobretudo pelo equilíbrio nas medalhas e por dois atletas fora os mencionados em cima que foram agradáveis surpresas foi o caso do vencedor do Dakar 2012, Nasser Al-Attiyah do Qatar que ganhou um medalha de bronze no remo, sendo o primeiro vencedor do Dakar no activo com uma medalha olímpica e outra estrela foi o primeiro brtânico que alguma vez ganhou o Tour, Bradley Wiggins que foi campeão olímpico de contra-relógio com um tempo completamente kamikaze e que se tornou o primeiro campeão olímpico masculino que foi medalha de ouro nos jogos e vencedor do Tour no mesmo ano e que junta aos seus títulos olímpicos de pista que continuaram em mãos inglesas.

No entanto tenho que voltar a presença portuguesa que foi uma desilusão de todo o tamanho sobretudo porque as duas medlahas certas que Portugal teria, já não as teve porque tanto Naide Gomes como Nelson Évora estão no estaleiro e não se sabe ainda se estarão recuperados para os europeus de pista coberta ou para os mundiais ao ar livre, enventos que vão acontecer em 2013, se sabendo disto em vez de haver um espírito de equipa entre todos os desportos e uma certa vontade de ganhar, apenas foram em serviços mínimos e tal noção foi passada para a imprensa e também para os atletas porque Nuno Delgado, medalha de bronze em Sydney disse também que Portugal provavlemente nem ganharia medalhas e se as ganhasse nunca seriam mais do que 3.

Apenas três medalhas com tantos medlhados em provas internaconais de judo e canoagem, para não falar no atletismo, numa delgação de 77 atletas fora os treinadores e respectivos dirigentes federativos é exigir pouco dum país que deu ao mundo um dos melhores, senão mesmo o melhor futebolista de todos os tempos, os melhores hoquistas de sempre entre outros portugueses e portuguesas que elevaram bem alto o nome do país e esta falta de ambição nem parece que foi dita pelo melhor judoca português de todos os tempos, sabendo-se que tanto em mundiais como nos jogos onde participou deu sempre o seu máximo com toda a ambição e gana.

Se é para se ir sem vontade de ganhar, mais vale nem sequer irem tantos porque um desportista profissional é tal qual um piloto de Fórmula 1 de topo, é desenhado para ganhar e não para ser segundo ou terceiro mais vale não entrarem na competição e este discurso politicamente correcto que o mais importante é participar é para países fracos que esperam sempre os deslizes dos poderosos para aproveitarem algum espólio que fique para ganharem algum lugar de honra ou mesmo uma medalha e um país como portugal já com campeões olímpicos não pode ir por esta bitola, tem que exigir mais dos seus atletas porque é para ganharem em nome de Portugal que são pagos com o dinheiro dos nossos impostos e o chefe da delegação já disse que Portugal tem que lutar por mais e ter mais e neste ano de crise, esta prestação de 1 medalha e nove diplomas, quase todos na canoagem (6 diplomas e a medalhas) vindo os outros 3 diplomas do ténis de mesa, tiro e maratona femenina nos custou a módica quantia de 15,1 milhões de euros, ou a grosso modo, pouco mais do que um ano de salários de Cristiano Ronaldo e com a austeridade que se exige dum país que anda sempre com o cinto apertado, não se gastando assim dinheiro que desapertamos o cinto.

E ficam as minhas perguntas: Que treino levam os atletas portugueses ? O que foram 77 atletas fazer a Londres ? Porque não se mandou uma delgação mais curta ? Será que ainda é viável delegações tão grandes ? Quando é que se tem uma delegação olímpica como a Espanha ? Como vai ser daqui a 4 anos no Rio de Janeiro ?

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publicado por tron às 22:37
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música para pensar: Perfeito Vazio - Xutos & Pontapés
08 de Agosto de 2012

Esta música é dedicada aos heróis e heroínas nacionais que pegaram na canoagem lusa e a transformaram num novo desporto de adoração onde a força e o triunfo da vontade movem marés mostrando um lado esquecido do desporto português

 

 

 

 

e sempre esperando que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

Homem do Leme - Xutos & Pontapés

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tron às 23:59
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música para pensar: Homem do Leme - Xutos & Pontapés
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