REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
28 de Fevereiro de 2017

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

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publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
21 de Setembro de 2016

Notícia irónica de se saber quando estamos na chamada semana da mobilidade se saber que a fabricante dos suportes temporários de títulos de transporte para os transportes de Lisboa chamados Viva Viagem/Sete Colinas não está a fabricar bilhetes suficientes para suprir a exigência da emissão de novos suportes devido ao afluxo de turistas a Lisboa que cada vez está maior apesar de estarmos a entrar na época baixa.

E o caso está feio porque vi uma guia-intérprete a açambarcar centenas destes cartões com viagens de um dia e outros tipos de títulos de viagem de curta duração no agente da Carris que está na Casa da Sorte no Rossio e ela nem se deu ao trabalho de me passar a vez porque eu estava com alguma pressa para ir para a zona do Saldanha, como vi que ela me ignorava fui ao Casa Campião comprar o meu bilhete.

Não sei como deixar esta situação acontecer e deveriam informar os turistas que os títulos são temporários e deveriam de pensar uma forma em que estes quando saíssem de Portugal devolvessem os mesmos cartões de laguma forma para que não houvesse falta dos mesmos cartões ou vissem o que se passa em alguns agentes payshop que carregam vários cartões com duas viagens e depois dizem que têm a máquina avariada (para lucrarem mais) como é caso de uma tabacaria que presta serviço de apoio a utentes da embaixada do Brasil situada no Largo do Camões e esta tabacaria fica mesmo ao lado da loja da Padaria Portuguesa situada na mesma praça lisboeta.

Com a falta de cartões vai ser difícil se andar de transportes públicos em Lisboa e por outro lado mesmo que uma pessoa tenha o cartão Lisboa Viva não carregar o cartão com uma viagem e o mínimo que o cartão permite é carregar com 3 euros via Zapping quando uma viagem usando o Zapping custa 1,25 fazendo com que os operadores fiquem a ganhar uns trocos com esta mesma opção.

Ainda não foi apresentada uma solução nem por parte do fornecedor nem pelos operadores o que me deixa pensativo se eu perder os dois Viva Viagem que tenho sempre comigo, como posso então apanhar um transporte público sem ter que gastar muito nas tarifas de bordo... e sinceramente não tenho resposta para esta pergunta a não ser comprar uns ténis de marca que aguentem caminhadas e dois maços de meias ao que se acrescenta spray para o cheiro dos ténis e um bom sabão ou gel de banho para os pés até a solução estar resolvida e depois ainda falam para virem menos carros para a cidade.

Com esta falta de suportes e restirções de carregamentos em suportes já existente vai acontecer um aumentar dos borlistas e dos carros a circular na cidade de Lisboa que são em demasia e ainda vão ser mais e aumentar o caos que é o trânsito em Lisboa e como sempre ninguém faz nada para resolver a situação e nem vem a televisão dar um prazo para a resolução do problema da falta dos bilhetes descartáveis que já se notam nas máquinas de venda automática do Metro e dos comboios em Lisboa e como esta situação se vai manter, vamos ver quando chegarem as festas do Natal ou nos próximos jogos para a Liga dos Campeões do Benfica e o Sporting como é que as pessoas vão para os estádios se não tiverem título de transporte válido e sabemos que estas enchentes desportivas são um extra precioso nas receitas cada vez maiores do turismo.

Vou esperar e pago para ver se esta situação vai ser resolvida de forma célere como se exige e vou estando atento a esta mesma situação e qual a reacção dos operadores perante mais esta falha a que temos a acrescentar a falta de condutores e de material ciruclante sobretudo no Metro de Lisboa onde já se andam a aproveitar umas peças de umas composições para as outras, as obras para o acesso original da estação do Areeiro estão paradas à séculos e ainda nem se pensou como se há-de expnadir o cais de embraque da estação Arroios que não comporta comboios com 6 carruagens prejudicando os utentes da Linha Verde que não raras vezes são obrigados a fazer um sprint para apanhar um metro porque este para mesmo no fundo da plataforma.

Como sempre deixo as minhas perguntas: Quando é que esta situação da falta de bilhetes? Porque o fornecedor deixou que se chegasse a esta situação? Como é que os operadores de transportes a vão resolver?

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publicado por tron às 13:17
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música para pensar: Bycycle Race - Queen, Crazy Train Ozzy Osbourne
11 de Setembro de 2016

Agora na zona do Martim Moniz e cercanias estão a aparecer umas novas flores de metal que são mais uns mamarrachos que vão encher os bolsos da maior edilidade da república como esta precisasse ainda mais de dinheiro do que aquele que já ganha todos os meses de todas as formas e feitios e não são poucas quanto parecem porque a CML até é capaz de ir buscar dinheiro por uma mijinha naquelas casas de banho auotmáticas e não é rara a ocasião em que a mesma casa de banho tem a caixa das moedas cheia, a moeda não cai para a caixa e a porta não abre e a moedinha que não cai, cai como as outras no bolso da CML nem que seja parte destas moedinhas.

Estas novas flores de metal ainda mais feias do que uma bota da tropa se chamam parquímetros e estão a aparecer nas bandas do Martim Moniz, Aanjos, parte da Baixa e zonas próximas como fossem cogumelos no Outono e este nascer de parquímetros ainda vai mais prejudicar o estacionamento de uma zona já de si problemática neste assunto e não vai correr com os arrumadores porque estes hão de continuar.para manterem os seus vícios e vão prejudicar ainda mais o comércio local sobretudo o comércio tradicional e não vai deixar as lojas de chineses em bons lençóis.

Gostava de saber o que o Sr. Medina tem na cabeça para aparecer de forma crónica com obras que nem lembram ao diabo e uma delas até que já foi embargada (as obras Segunda Circular) e nem se sabe o que vai acontecer a futura mesquita da Mouraria e por outro lado nos assuntos onde a CML deveria de ser CML anda a dormir na parada e volto a falar na habitação social bem como a mobilidade e a gestão de trânsito que estão piores do que nunca e aquele Taliban anão que gere e mal os destinos da maior edilidade da nação não sabe pura e simplesmente gerir seja o que for, se calhar nem sabe gerir a sua própria conta bancária.

Estas flores de aço que não servem para nada a não ser encher mais os cofres camarârios porque não vai facilitar em nada a mobilidade nas zonas onde estão instaladas e vai ser mais um espinho na mobilidade já de si deficiente de Lisboa onde os transportes funcionam de forma deficiente e os arruamentos estão cada vez menos conservados e a CML mostra uma tremenda negligência apenas se preocupando com os turistas que estão a transformar Lisboa numa espécie de Grande Hotel como mostram as fossas abertas nas bandas do Campo das Cebolas que com este Verão que se está a findar estão a deitar um cheirinho a esgoto que se está a transformar no novo cartão de visita da cidade do fado e das sardinhas assadas.

Este investimento em parquímetros na zona do Martim Moniz e arredores não vai, como eu já disse acima, facilitar a vida de todos aqueles que fazem o seu dia-a-dia aqui na zona e precisam de usar o seu carro para se deslocarem devido a inexistência de uma rede capaz de transportes em Lisboa que ninguém tem a mínima intenção de restaurar a eficiência que tinha por exemplo nos tempos do Estado Novo onde eléctricos ou autocarros percorriam a cidade toda e quando o Metro entrou em funcionamento foi o complemento para uma rede de transportes razoavelmente eficiente e caso tivesse a quantidade de carreiras que existia naqueles tempos conjugada com as várias extensões de Metro que foram feitas não teríamos a poluição que temos em Lisboa e tínhamos tanto bons lugares de estacionamento como poucos carros a circular na cidade.

Alguns Edis antes de Medina andaram a brincar as construções e exterminaram muitos lugares de estacionamento tanto para automóveis como para autocarros turísticos favorecendo a construção de paraques de estacionamento subterrâneos e para ajudar a festa desta luta contra a mobilidade urbana, a Carris fez o favor de eliminar quase todas as carreiras de eléctricos, muitas delas fundamentais para algumas zonas da cidade e criou ou mofdificou carreiras de autocarros para supostamente comaltar esta eliminação que nunca comaltou e nos tempos mais recentes cortou e alterou carreiras que reduziram de forma severa a mobilidade e o acesso dos lisboetas aos mais diversos locais da cidade se concentrando nos turistas com a criação de mais carreiras para turistas e alocando todos os elvadores da cidade a uma sub-contratada da Carris para o transporte de turistas chamada CarrisTur e os Lisboetas que se lixem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para que servem os parquímetros no Martim Moniz? Porque a edilidade não pensa em melhorar a gestão do trânsito na zona em questão? Porque não fazem obras nos arruamentos da zona? Porque acabaram com os lugares de estacionamento que haviam e criaram tantos parques subterrâneos?

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publicado por tron às 19:05
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música para pensar: Money - Pink Floyd
30 de Agosto de 2016

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
27 de Agosto de 2016

Esperei uns dias para fazer a minha análise com mais frieza sobre a prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos da XXXI Olímpiada que foram realizados no Rio de Janeiro, a chamada cidade maravilhosa e onde muito de maravilhoso se mostrou, mas infelizmente quase quase nada foi português.

Como já é doença crónica das presenças nacionais em jogos olímpicos muito se promete quase nada se tem e e houve muitos quase-medalhas mas no fim das contas só se conseguiu uma e mais uns quantos diplomas ao ponto do próprio Comité Olímpico Português ter afirmado que a prestação da delegação portuguesa ficou abaixo dos obectivos traçados para a "Operação Rio 2016" .

Muitas desculpas apareceram para os falhanços dos favoritos umas plausíveis como no caso do futebol onde devido as recusas dos clubes, foi construída uma selecção de segundas e terceiras escolhas onde muito fez Rui Jorge (treinador da selecção olímpica de futebol), Luciana Diniz no hipismo que teve mesmo azar porque apenas por um obstáculo que não entrou na luta das medalhas e no Taekowndo onde o representante nacional caiu de pé, de resto os favoritos andaram apanhar diplomas como apanhassem abrunhos no Verão.

Como português senti vergonha do meu país não só pela falta de resultados nos jogos, bem como pela capacidade dos desportistas brasileiros que conseguiram 19 medalhas apenas numa olimpíada quando Portugal em 104 anos de olimpismo tem apenas 24 medalhas e nem penso no total que o Brasil já conquistou e com menos anos de olimpismo do que Portugal o que além de envergonhar Portugal dá que pensar como o desporto no seu todo tem sido gerido em Portugal e da doutrionação que levam os treinadores ou que levaram no passado e que era muito baseada na Europa do Leste sobretudo depois do 25 de Abril e parece que estão parados no tempo e muitos atletas que não estavam a 100% foram para o Rio sabendo que qualquer edição dos jogos olímipicos seja aqui ou na China exige que os atletas estejam no melhor da sua forma tanto física como mental e que não entrem nas provas presos por arames como foi o caso da presença portuguesa nos jogos do Rio de Janiero onde além da medlha de bronze de Telma Monteiro apenas os destaques  prova de ciclismo contra-relógio se teve porque o ciclista português Nelson Oliveira que ficou em sétimo lugar apesar de dois antes ter dado uma queda violenta que deixou as suas maselas mesmo assim Nelson Oliveira me surpreendeu pela positiva como venceu as dorese ainda aghuentou o contra-relógio e fiquei a pensar se não fosse a queda quase com toda a certeza Nelson Oliveira teria tido melhor resultado; a prova de hipismo de Luciana Diniz que apenas por 4 pontos não entrou na disputa das medalhas, no Taekowndo o estereante Rui Bragança conseguiu um 5º lugar que poderia ter sido melhor com mais sorte do mesmo, a presença nos quartos de final no futebol foi positiva porque a equipa não era mesma que no europeu de esperanças parecia um rolo compressor e era feita de segundas e terceiras escolhas e ainda ter conseguido ter ganho o grupo foi um feito e natação onde um nadador chegaram as meias-finais pela primeira vez desde 1988: Alexis Santos do Sporting.0

Agora o resto foram muitas promessas e nenhumas realizações apesar de existirem os chamados centros de alto rendimento desportivo que custaram ao Estado alguns milhares de euros para no fim não consiguirem ganhar a tão ambicionada medalha e ver países com menos habitantes do que Portugal como Singapura ou a Dinamarca a ganharem medalhas, os brasileiros que não têm centros de alto rendimento a ganhar 19 medalhas duma assentada e como não fosse suficiente a fazerem uns jogos que o presidente do COI, Thomas Bach, classificou como "Maravilhosos".

E voltando a vaca fria; como se sabe o Brasil vive uma crise económica e uma crise política, mesmo assim não deixou de fazer os jogos e mostrou capacidades que me deixaram surpreendido e que prova que com o chamado desenrasco se consegue tudo ou quase tudo porque felizmente os brasileiros ainda não perderam este espírito de iniciativa já esquecido em Portugal e fizeram duas cerimónias (abertura e encerramento) espectaulares e épicas e que no caso do encerramento fez uma ligação prefeita com a edição seguinte dos jogos com um pouco de boa disposição pelo meio.

Em Portugal, sobretudo em Lisboa temos todas as estruturas necessárias para fazer tanto ou mesmo mais do que feito no Rio de Janeiro, mas infelizmente temos uma edilidade que apenas pensa em tratar das hemorróidas dos turistas com a língua e um comité olímpico sem ambições e que pensa apenas em diplomas em vez de pensar em medalhas que mais parece um conselho leonino (pelo menos nos tempos de Vicente de Moura era) onde alguns sócios high life do Sporting passam o seu tempo a nossa conta e não fazem nada e é um facto conhecido se na hipótese ainda que remota de Lisboa ter uns Jogos Olímpicos seria a forma que os transportes que servem a cidade e vias viárias que servem a Cidade das Sete Colinas bem como as suas artérias levariam uma recauchutagem ao nível do que o Marquês de Pombal fez a seguir do Grande Terramoto.

Mas aqui em Lisboa apenas pensam nos turistas e não nos lisboetas e daí a pancada pela nova mesquita e enquanto pensarem assim ainda vamos ver uns jogos olímpicos em alguma cidade da África sub-sariana e não os vamos ver em Lisboa.

Como sempre as perguntas sem resposta: Afinal para que serve o COP? Porque Lisboa ou o Porto não podem ter uns jogos olímpicos? Para que servem os centros de alto rendimento desportivo? O que anda Fernando Medina a fazer na CML? Que raio de dirigismo desportivo temos em Portugal? Por acaso não existe pelo menos um secretário de estado do desporto para tomar conta da situação com competência? Vai haver mais algum país com menos posses do que Portugal a fazer outros jogos olímpicos enquanto os lagartinhos do COP andam a coçar o real ventre (para não dizer pior)?

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publicado por tron às 13:15
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música para pensar: País Tropical - Ivete Sangalo
06 de Agosto de 2016

Acompanhei esta madrugada a cerimónia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que são os Jogos da XXXI Olimpíada (de Verão) e como é do conhecimento geral do mundo, o Brasil vive uma crise generalizada, agravada pela crise política que nasceu da destituição da presidente Dilma Roussef, mesmo assim levaram para a frente a empreitada dos jogos.

Houve e tem havida várias falhas de segurança que nada têm a haver com o evento, mas sim com a pobreza e a miséria endémica do Rio de Janeiro que são sempre de lamentar e houve erros graves em obras do que se designa plano de pormenor para os Jogos Olímpicos 2016, e apesar de tudo isto, o Comité Organizador não perdeu a cara e com os parcos recursos que tem se comparamos a Londres 2012 ou Pequim 2008, conseguiram fazer uma cerimónia de abertura que conjuga o pouco com o chamado espírito de desenrascanço (que se perdeu em Portugal e é uma hernaça portuguesa bem presente no Brasil) com algo de grandioso.

Da parte desportiva não ouvi nada contra (até agora) nos eventos e na organização dos primeiros jogos da América do Sul e dos terceiros feitos no Hemisfério Sul (depois de Melbourne e Sidney) e no que diz na parte portuguesa até que se começou com pé direito no torneio olímpico de futebol quando se despachou a Argentina com dois golos sem resposta.

Mas voltando a cerimónia: conseguiram conjugar a história da nação que diz ser abençoada por Deus onde tudo que se planta nasce com mensagens ambietalistas e um espectáculo de luz e som que mostrou a capacidade inata do brasileiro comum do pouco fazer muito e que está esquecida do lado de cá do Atlântico onde muitos se encostam a desculpa que não se pode fazer porque custa dinheiro. Todavia, Portugal já tem grande parte das estruturas para uns Jogos Olímpicos em Lisboa, mas a preguiça e paranóia por obras que vão abrir clivagens na sociedade como a nova mesquita ou o utópica e faraónica obra do chamado Hospital de Todos os Santos que cada vez que um governo socialista sobre ao poder volta sempre a baila mas que nunca sai do papel.

E se o Brasil em crise económica e política consegue fazer uns Jogos Olímpicos, então porque não fazem Jogos Olímpicos em Lisboa ou no Porto porque já têm as estruturas feitas? E esta foi a pergunta que bateu-me na cabeça enquanto eu via a bela cerimónia que o Brasil ofereceu ao mundo e ao mesmo tempo fiquei envorganhado porque o meu país fez a bodega do europeu de futebol que perdeu na final e no qual foram construidos 3 estádios que quase não têm uso (Leiria, Aveiro e Algarve), claramente excedentários e não são capazes de fazer uns jogos olímpicos e Portugal tem capacidade para tal;

Para tal temos que nos livrar dos políticos que temos, sobretudo a nível municipal porque no caso de Lisboa quem tira a Medina as árvores nas Avenidas Novas, a Mesquita e os mil e um hotéis em Lisboa (um deles do CR7) tiram-lhe tudo e esta maneira tacanha de pensar só vai levar Lisboa a um retrocesso de quarenta e muitos anos onde só se pensava nos turistas e os lisboetas que se lixem.

Apenas me resta dizer: Parabéns pela abertura dos jogos, Rio de Janeiro, espero que sejam dos melhores jogos de sempre e que os jogos de 2024 sejam em Lisboa e que haja um novo edil em Lisboa em 2017 que pense na cidade e nos Lisboetas e não em bodega que para nada vai servir

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publicado por tron às 16:59
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música para pensar: País Tropical - Ivete Sangalo
26 de Julho de 2016

A mais recente ideia de Fernando Medina o infiltrado taliban que é o Edil de Lisboa deixa chocada qualquer pessoa de bom senso e esta nova ideia do Taliban Medina é despejar os comerciantes das lojas que são da propriedade da CML e converter os imóveis em habitações que vão de T0 a T2 e com rendas no caso dos T2 serão de 450 euros que é o preço de mercado para esta tipologia de imóvel. Todavia o Taliban Medina diz que estas mesmas casas serão para habitação jovem e eu ao ler a notícia fiquei de boca aberta como é que se pode alugar a jovens em início de vida independente por 450 euros com a crise que Portugal está.

Podem-me chamar teórico da conspiração, mas esta ideia triste do Taliban Medina é, na minha opinião, uma forma oculta de conseguir construir a mesquita na baixa de Lisboa usando desta vez os imóveis da CML porque a CML é a dona destes mesmos imóveis e pode fazer deles o que muito bem quiser, até uma mesquita totalmente gratuita se tal a mesma CML assim quiser e como so imóveis ficam fora da Mouraria, evita assim ter que cumprir a providência cautelar contra a construção da mesquita na Mouraria e pode cumprir o seu sonho de encaixar uma mesquita na baixa de Lisboa.

 Este Taliban Medina está a usar a chamada NRAU ou Lei dos Despejos para virar contrtatos de arrendamento, alguns com várias décadas de existência a seu favor e gerar desemprego e se estes imóveis não acabarem numa mesquita irão acabar com toda a certeza em hoteis ou hostels para atrair ainda mais turistas para o Grande Hotel Lisboa onde por este andar ainda se têm que contratar figurantes para mostrar aos turistas como é o Homo Olisiponensis porque pelo andar das coisas os lisboetas puros como eu não passarão de animais em extinção porque os mesmos lisboetas que trabalham e dão o coiro na cidade que um dia foi capital do Império têm que ir morar para fora de Lisboa e com lojas a fechar por causa dos caprichos de um chanfrado ainda vão ter que trabalhar fora de Lisboa.

O resto da gerigonça ainda não viu a coisa com olhos de ver e quando abrir os olhos vai ser tarde demais e a o mal estará feito e depois é aguentar e cara alegre e já estou farto destas ideias acéfalas do Edil de Lisboa que só pensa em turistas e satisfazer interesses ocultos para se manter na cadeira de edil da maior cidade portuguesa e estar a frente de cerca de meio milhão de pessoas porque com toda a certeza não está para os lisboetas, mas sim para se servir dos lisboetas e ainda vai haver otários que vão votar nele, mas felizmente eu não vou fazer tal bosta porque se for para votar no Taliban mais vale fazer amor ou estar em casa a ver uns filmes do que ir votar.

Este edil de Lisboa mostra o quão actual é a música dos Eurythimics "Sweet Dreams (Are Made of This") a qual tem uma parte do referão (tradução livre) que diz assim: "Há pessoas que te querem usar/ Outras querem ser usadas por ti/ Outras querem abusar de ti/ Outras querem ser abusadas" e Taliban Medina transforma esta pérola da New Wave e que se converteu num dos maiores hits da música mundial de todos os tempos (não haveria de ser dos anos 80) editada quando a Guerra Fria estava a se tornar demasiadamente quente para se suportar, no ano da graça do Senhor de 1983 e saída em Portugal menos de 6 meses depois da sua data de edição original no Reino Unido e nos EUA.

Sei que para o ano que vem é ano de eleições municipais e uma coisa é certa para mim, não irei votar na esquerda porque esta gerigonça para mim não me diz nada e sobretudo a nível municipal, Lisboa está pior do que nos tempos de Abecassis e se é para sair deste retrocesso com 30 anos então se tire o Taliban Medina da edilidade e se coloque outra pessoa que seja mais competente para o lugar e como ainda não há candidatos assumidos e nem as máquinas partidárias nomearam sequer candidatos as principais edilidades nacionais como Aveiro, Porto, Coimbra, Lisboa ou Faro não irei ainda manifestar a minha intenção de voto definitiva sem ver quais são os candidatos para a capital.

E ficam as perguntas: O que o Taliban Medina pensa fazer da cidade de Lisboa? Que interesses ele serve? A quem ele serve mesmo? Quando é que acabam os abusos em Lisboa? Quem pára este senhor e as suas obras insanas que para nada servem? Quem paga as suas pancadas? Será quem em 2017, os lisboetas têm uma atitude de lucidez e correm com este senhor da edilidade?

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publicado por tron às 09:18
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música para pensar: Sweet Dreams (Are Made of This) - Eurytmics
08 de Junho de 2016

Um teso como eu, quando vai a Feira do Livro ou vai para comprar alfarrábios ou então para recolher alguns marcadores para usar nos seus livros para não ter que vincar o canto da página para lembrar qual era a última página onde eu estava a ler ou mesmo para passear e esticar as pernas e neste ano em particular para tentar ficar melhor do stress do exame de inglês da Universidade Aberta que no caso de ser bem sucedido vale a entrada na licenciatura em Línguas Aplicadas na UAb.

E fui neste Domingo a Feira do Livro porque o meu escritor favorito, José Rodrigues dos Santos, estava a dar autógrafos e para não levar a colecção toda que tenho dos livros dele, levei apenas os mais recentes porque com o calor que se fazia sentir no Domingo era doloroso levar a colecção toda que tenho dos livros do Sr. Telejornal e acabei por ir sozinho porque o calor era excessivo para a minha mulher grávida de 3 para 4 meses ir comigo a Feira do Livro.

Como sempre quando saio sozinho meti o MP3 no bolso e escolhi um disco ao calhas para ir ouvindo pelo caminho enquanto subia a Avenida da Liberdade por que também queria aliviar a pressão do exame que fiz por que agora estou a espera da nota e ando com os nervos em pilhas apesar do exame me ter corrido melhor do que eu esperava porque acabou por ser mais fácil do que os trabalhos que fui fazendo durante a preparação do exame de acesso.

Quando cheguei a feira do livro tive pressa em localizar o pavilhão da Gradiva que nem foi muito difícil de localizar e e fui em ritmo de passeio até ao Santo Graal do meu vício por leitura que são os livros de José Rodrigues dos Santos e me esperava uma fila talvez com meia centena de pessoas para receber o tão desejado autógrafo do Sr. Telejornal e valeu a pena a espera porque consegui o meu tesouro e ainda troquei uma conversa de circunstância com o Sr. Telejornal que se mostrou mais simpático do que eu esperava porque na minha vida me tenho cruzado com alguns famosos e simpatia não é propriamente o que encontro.

Assim que consegui este meu tesouro desci a avenida a caminho de casa e  ver as montras e quantidade de lojas e casas que estão devolutas no Grande Hotel Lisboa mas esta vista estava em segundo lugar porque eu queria era chegar a casa para mostrar a minha mulher o meu novo tesouro em termos literários a minha amada mulher e fui para casa como estivesse a transportar um tesouro e só sosseguei quando caí nos braços da minha esposa.

Estava um calor infernal mas valeu a pena aguentar o calor porque ter um tesouro destes não é para todos e espero quando sair o último volume da trilogia inciada com "As Flores de Lótus" e que vai ser finalizada com "O Império do Meio" consiga mais um autógrafo do melhor escritor português da actualidade e que muita gente começou a torcer o nariz desde que tocou na ferida chamada incompetência para governar por parte dos socialistas e como atacou o clube da rosa do avental e por esta estar num estado de graça aparente foi atacado por isso nas redes sociais.

Estou-me nas tintas para os socialistas e respectivos apoiantes porque não é preciso ser um génio para  se chegar a brilhante conclusão que o PS, sobretudo o actual, é farinha do mesmo saco do que o PSD de Passos Coelho e conitnuo a gostar das obras-primas do melhor escritor português da actualidade que já está na hora de ganhar um prémio Nobel como reconhecimento da sua vasta obra que mostra uma cultura geral acima da média e não é preciso de dar erros brutais de português como era o caso de um certo escritor de nacionalidade espanhola que escrevia numa espécie de português que hoje em dia seria classificado como "dialecto Jorge Jesus cuidado ou eurdito" por que quando um qualquer aluno de liceu for a escrever como este escritor espanhol que tem uma fundação com o seu nome em Lisboa leva nas orelhas por parte de qualquer professor, sobretudo de um qualquer professor de português.

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.

 

 

publicado por tron às 12:45
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música para pensar: Brava Dança dos Heróis - Heróis do Mar
03 de Junho de 2016

O novo monumento erigido pelo edil de Lisboa não tem nada de positivo para a imagem da cidade das caravelas, ao mesmo tempo é das obras mais aromáticas e mal-cheirosas alguma vez feitas por algum edil da Cidade das Sete Colinas e se o mítico Fernando Pessa fosse vivo (o qual me serviu de inspiração para este blog, sobretudo nos seus primeiros tempos) tinha muitos bilhetes postais para enviar para o edil nomeado pelo presente Führer da república portuguesa.

Devido a sua paranóia por bicicletas, árvores e turistas, Fernando (Talibã) Medina transformou a Cidade das Sete Colinas num verdadeiro estaleiro tornando o trânsito na mesma cidade num verdadeiro inferno do qual se torna um pesadelo sair dele e como tal inferno não fosse suficiente, as obras que saíram da cabeça do talibã lisboeta e neste fim-de-semana tive que ir para a zona da Gare do Oriente tratar de um assunto pessoal e como os comboios que partem de Alcântara - Terra não se efectuam ao fim de semana tive que ir até Santa Apolónia apanhar um comboio para a Gare do Oriente.

Como só tinha o dinheiro contado para o comboio, fui a pé até a principal gare de Lisboa e passei pelo Campo das Cebolas que está um estaleiro e pela Rua do Jardim do Tabaco que está numa situação não muito diferente, mas nesta mesma artéria é que reside a parte perfumada do estaleiro saído da cabeça do edil de Lisboa que são os vários esgotos deixados a céu aberto e com os raios solares incidirem em cheio nos mesmos e está mistura de esgotos e sol directo cria uma fragrância intensificada pelo vento que vem do lado do Rio Tejo; uma fragrância nada agradável sobretudo para quem está sentado a comer ou a desfrutar de uma tarde de sol em Lisboa e as principais vítimas deste novo perfume nacional Esgotó Medina Nº5 são por um lado os clientes dos vários restaurantes da zona e os utentes dos espaços verdes e lugares de descanso da dita área e por outro lado, os operadores económicos sobretudo os da restauração que acabam por perder os seus clientes, sobretudo turistas, que servem para Fernando Medina como um charro para um Rastafari.

Se eu, por exemplo, fosse a uma qualquer capital europeia de férias e a encontrasse transformada num estaleiro e com cheirinho a esgoto, a primeira coisa que fazia era zarpar e pedir a devolução do dinheiro a agência de viagens onde eu tivesse comprado o pacote de férias porque não estaria sujeito a aturar um bafo de esgoto nas minhas féria se o curioso é ver todo o poder político da república calado entretido com a questão dos colégios e até mesmo a nível local, a chamada oposição na CML está de boca calada como que consentisse este estado de coisas.

 Esta situação não se pode admitir de forma nenhuma sobretudo quando falta cerca de um ano para as eleições municipais em Portugal, eleições as quais serão o primeiro grande teste da governação do Führer Costa além de ser um teste local a cada um dos autarcas por este país fora, mas vai ser sobretudo um teste a governação de António Costa que vai ser digamos que, sufragada de forma indirecta nas eleições municipais de 2017.

Mas voltando a vaca fria; os buracos abertos na actual administração da CML estão a transformar a cidade em algo de feio e mal cheiroso em nome de um turismo que na minha opinião se está a transformar numa bolha económica que mais tarde ou mais cedo vai estoirar e todos nós sabemos o que acontece quando uma bolha económica ou financeira estoira e com tanta febre de bajulação para os turistas um dia destes a bolha estoira vamos ver como o desemprego em Portugal sobe para níveis estratosféricos e aí todos vão cair na real.

Enquanto isto não acontece a cidade do fado é uma cidade estaleiro, mas um estaleiro muito mais mal cheiroso do que um qualquer estaleiro naval e nos dias de sol cheira pior do que um caixote de lixo de uma peixaria ou algo parecido e nem os turistas e muito menos os lisboetas merecem este aroma mal-cheiroso e repugnante e Fernando Medina não se esqueça que Lisboa é para os lisboetas tanto os que nasceram e vivem na capital lusa bem como aqueles que trabalham na cidade que segundo algumas lendas foi fundada por Ulisses.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Quando é que as obras acabam? Quando é que Lisboa volta a ser dos lisboetas? O que se passa na cabeça de Fernando Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

 

Ah! Já me esquecia das fotos do novo monumento

 

 

 

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Ambas as fotos tiradas entre o Campo das Cebolas e a Rua Jardim do Tabaco, cheia de esplanadas e turistas

 

 

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
26 de Maio de 2016

Que beleza de gerigonça que nós temos e não estou a falar dos cortes nos colégios, mas sim de eventos mais graves que estão a vista de todos e são graves sobretudo porque violam de forma descarada a Lei Fundamental como está a acontecer na zona da Mouraria.

Para os mais distantes da realidade alfacinha, a Mouraria era o antigo gueto muçulmano nos tempos da dinastia de Borgonha ou Afonsina que foi sendo desmantelado ao longo do tempo, mas o nome ficou e a comunidade islâmica portuguesa que ficou quase reduzida a zero com a Inquisição, ganhou força depois do fim da Inquisição, mas sempre bem integrada em Portugal e aumentou sobretudo com a descolonização e com os imigrantes das antigas províncias ultramarinas por um lado e por outro lado através da imigração de outras nações cujos cidadãos assentaram arraiais em Portugal.

 Mas esta massa muçulmana se adaptou bem sem precisar de tenças da CML para construir a Grande Mesquita de Lisboa na zona da Praça de Espanha e até mesmo para mesquitas mais pequenas que funcionam em casas de fieis ou pequenos edifícios mantidos as custas dos próprios fieis o que é normal num estado que se afirma laico como é o caso da república portuguesa.

Aliás a ajuda estatal a qualquer credo religioso está proibido por lei e as únicas ajudas que podem ser dadas a instituições religiosas é quando estas prestam serviços as comunidades locais como serviços de saúde, escolas ou similares ou apoios a terceira idade, de resto quem quiser ajudar uma seita ou religião ajude do seu próprio bolso, seja de forma directa ou seja via declaração de IRS.

É uma vergonha o que presidente da CML, quem nem sequer foi eleito, mas sim nomeado pelo actual Führer da república quando este se lançou ao assalto ao poder com a ajuda da esquerda espartaquista e este mesmo presidente da CML não está a meter o socialismo na gaveta, mas sim está a meter a constituição na casa de banho para que esta sirva de papel higiénico porque esta é usada pelo poder da república não bitola para a criação de legislação, mas sim como arma de arremesso no combate político que não raras vezes é reles nesta nação que quase tem mil anos.

Curioso ver os partidos políticos da república sejam de que espectro forem, calados e submissos, perante uma arbitrariedade contra uma comunidade empobrecida e que está aos poucos a recuperar a sua própria auto-estima e devido a paranóia pelas pracetas e praças para os turistas e pelo verde, o Sr. Medina da CML vai tirar casas a habitantes de Lisboa usando a ferramenta do chamado Interesse Público, mas qual será o interesse público de uma mesquita e de uma praça ou praceta para as turistas mostrarem as coxas no pino do Verão sobretudo numa Sexta Feira para deixar os ânimos alterados com os imans ou mullahs que não vão gostar de  ver tanta coxa ao léu.

Religiões a parte, começo a pensar se o Sr. Medina não estará a pensar a mandar abaixo parte da Rua Palma para fazer uma super praça devido a sua paranóia com praças e com espaços verdes e que tem traços de megalomania que lembra as ideias de Adolf Hitler quando queria transformar Berlim na temida Germânia projectada por Albert Speer; e parece que, as aulas de história estão esquecidas para estes doutores da mula russa que cedem a interesses e não pensam no povo comum que não precisa nada disto, mas sim precisa de casa, educação e pão para não falar na saúde.

Esta megalomania ecologista do Sr. Medina vai-nos sair do coiro, ou seja, dos nossos impostos e ao mesmo tempo que se viola o príncipio da lacidade do Estado e a chamada gerigonça e os seus defensores estão calados enquanto alguns portugueses vão ficar sem casa e alguns imigrantes bem intergrados na comunidade vão ficar sem o seu negócio, o seu ganha-pão e os seus pseudo-defensores estão silenciosos, cúmplices com este crime que usa a ferramenta do chamado interesse público.

Como sempre as minhas perguntas: Qual o interesse público numa nova praça em Lisboa ou numa nova mesquita? Será Fernando Medina um taliban infiltrado? Aonde está a lacidade do Estado? Que interesses existem nestas ideias de Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

publicado por tron às 13:50
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