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28
Out 17

Em Portugal temos um partido político com representação parlamentar que ainda pensa que existe URSS e muro de Berlim e o Pacto de Varsóvia tem mísseis apontados aos países da NATO e dá pelo nome de PCP - Partido Comunista Português e desde há muito anda de braço dado com os supostamente ecologistas Verdes e que é dos poucos partidos comunistas no mundo que ficaram imunes a perestroika e a glasnost.

E tiveram o foco da imprensa nacional esta semana quando depois do Parlamento Europeu ter atribuído o prémio Sakharov para os direitos humanos a Resistência Venezuelana que luta pela democracia na Venezuela que se encontra sob o jugo da ditadura de Nicolas Maduro, vieram para o parlamento português contestar este mesmo prémio, sendo a única força política a mostrar tal desagrado.

Estes senhores da CDU que de democrática só tem o nome tal como Hitler era socialista e dava caçada aos verdadeiros socialistas ainda não abriram os olhos e não viram o que Maduro vez com o Chavismo foi o mesmo que Stalin fez com o Leninismo, desvirtuou as poucas virtudes que tinha ao que se juntou uma queda brutal no preço do petróleo e sabendo-se que a Venezuela é uma economia petro-dependente, o caminho para a queda do chavismo estaria aberto se Maduro fosse um verdadeiro democrata ou tivesse espírito de estado como o seu antecessor teve por muito pouco que fosse.

Maduro não passa simplesmente de um Stalin dos tempos modernos sem os gulag e outros requintes da URSS e não assume que chegou a hora da sua saída e passar a vez a uma cara nova para o poder porque numa qualquer democracia seja ela que tipo for, tem sempre que haver renovação no poder porque a democracia é o poder do povo e se o povo da Venezuela em eleições limpas disse que basta de Maduro, Maduro tinha que sair e reconhecer a derrota; mas se o seu sucessor errasse e fizesse figura de urso, Maduro na oposição lhe poderia apontar o dedo e mencionar os erros e o derrubar numa moção de censura ou outra figura legislativa semelhante.

A China Vermelha que é a China Vermelha, país irredutivemente comunista, tem feito renovações nos seus quadros políticos refrescando ideias dentro do partido e da nação, o que ao longo prazo é positivo para a China e além da Venezuela os únicos imunes a reformas políticas mesmo tímidas é Cuba e a Coreia do Norte; nações que a CDU aponta como exemplos de...democracias.

Gostava saber de que gruta saíram os deputados comunistas e os seus aliados ecologistas para saírem com esta forma de verem o mundo porque cada vez mais se parecem com a protagonista do filme Goodbye Lenin!, e não sei como não reconhecem a luta daqueles que querem liberdade para a sua nação, quando se diz de uma forma politicamente correcta que o PCP lutou pela democracia nos tempos do Estado Novo, mas ideia que tem vindo ao de cima como a nata no leite é que o PCP na realidade lutou pela sua sobrevivência no Estado Novo e se aproveitou o facto de também os verdadeiros democratas estarem a ser perseguidos para ganhar uma base sólida de apoio porque se o Estado Novo se tivesse reformado mais ou menos como nos moldes de "Portugal e o Futuro" o PCP em Portugal teria os dias contados.

Sim, depois desta atitude, a verdade veio ao de cima e o conceito de democracia que é defendido pelo PCP é o mesmo conceito de democracia que havia na URSS nos tempos de Stalin e Brejnev e quando alguém ou alguma entidade internacional ataca algum destes bastiões stalinistas, o PCP salta logo em defesa da sua dama como seria de esperar e dizer que o PCP é um paladino da democracia é tão hipócrita como dizer que Hitler era um pacifista.

Em relação ao Prémio Sakharov, a Resistência Venezuelana pediu para que o dinheiro associado ao prémio seja doado as vítimas da ditadura de Nicolas Maduro.

Como sempre ficam as minhas perguntas: Quando é o PCP se renova? Quando é que o PCP se torna um partido democrático de facto? Quando é que deixa de apoiar ditaduras?

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publicado por tron às 15:33
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27
Out 17

Em Portugal, mas precisamente, no Tribunal da Relação do Porto, existe um juiz que deveria ter estado em hibernação durante  a revolução dos cravos e apesar de ter apenas 28 anos de serviço parece vindo de tempos antigos, onde os direitos humanos não eram iguais entre homens e mulheres e onde as mulheres pouco mais eram do que escravas ou objectos para os homens fazerem das mulheres capacho.

O juiz em questão é o meritíssimo juiz Joaquim Neto de Moura que já em 2013 quando apenas era um juiz auxiliar no Tribunal da Relação de Lisboa, já tinha sido polémico, para não dizer pior quando reduz a pena a um agressor acusado em primeira instância de violência doméstica, "homem" que tinha agredido a sua esposa que tinha uma criança de nove dias de idade ao colo ao murro e as dentadas, ao absolver o mesmo agressor do crime e apenas o penalizar com uma multa de 350 euros devido a agressão que foi desagravada pelo mesmo juiz.

Este mesmo juiz, já como desembargador na cidade Invicta, absolveu outro agressor porque a esposa do mesmo trocava sms com um suposto amante e o agressor que tinha sido condenado a uma pena por agressão, mas que era pena suspensa, acabou absolvido por este mesmo juiz porque a vítima não tinha qualquer crédito (palavras do mesmo juiz).

Já no ano passado o mesmo juiz assinou um acórdão em parceria com uma colega, a juíza desembargadora Ana Bacelar onde um acórdão do mesmo tribunal revoga uma medida de afastamento urgente de um "homem" por violência doméstica da residência do casal por supostamente as ameaças entre as partes serem recíprocas ao ponto da alegada vítima dos maus tratos ter desejado a morte do agressor.

Mas o mais grave foi o que aconteceu esta semana quando o mesmo juiz usou a Bíblia para justificar as agressões sofridas por uma mulher tanto da parte do marido como da parte do amante e o mais grave é que o mesmo acórdão não foi apenas assinado pelo juiz Neto de Moura, mas também foi subscrito pela juíza Maria Luísa Abrantes e além das citações bíblicas que está erradas e incompletas foi rabuscar o código penal de 1836 onde aparece criminalizado o adultério, quando na actualidade tal facto não é mais crime.

Acontece que o mesmo acórdão não é passível de recurso para Supremo e o melhor que a vítima deste caso pode fazer é recorrer para o Tribunal dos Direitos do Homem em Haia porque a justiça de Portugal não lhe pode valer e por outro lado este mesmo juiz em 2007 este mesmo juiz foi alvo de um processo por abuso de autoridade, mas o mesmo processo não deu em nada.

Além das referências bíblicas o que torna o acórdão polémico é também o facto de ser também subscrito por duas juízas o que tornar a polémica deste processo de agressão contra uma mulher ainda maior e dá que pensar em que mundo vivemos e que alguns juízes devem pensar que o mundo ainda não evoluiu com as decisões que tomam e por outro lado as relações humanas chegaram a um ponto em que fico a pensar aonde que se chegou onde o respeito mútuo desapareceu e uma coisa que aprendi com a minha família foi que o respeito entre um homem e uma mulher nunca se alcança pela violência mas sim pelo diálogo e quando se chega a violência mais vale cada um ir para o seu lado porque a violência não leva a nada.

Por exemplo eu e a minha comapnheira temos uma ou outra discussão sobretudo porque o dinheiro a nós é curto mas dá mais ou menos para tudo, mas no fim chegamos sempre a um acordo ou um consenso sobre o que estamos a discutir sem haver qualquer episódio de violência e com estes casos se vê o quão está decomposta a sociedade portuguesa.

Ficam as minhas perguntas de sempre: Porque fizeram as citações bíblicas se Portugal é um estado laico? Que raio de acórdão é este? Afinal onde para o respeito entre as pessoas?

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publicado por tron às 13:01
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25
Out 17

Nunca me lembro na minha vida de ver estes números tão graves em termos de mortes nos incêndios florestais nesta nação em 38 anos de vida.

Mais de cem mortos, mais precisamente 106 mortos causados pelos incêndios florestais em apenas 4 meses algo nunca visto e que foi causado sobretudo pela incúria de sucessivos governos, mas que este governo da gerigonça não soube corrigir erros do passado e os erros passados foram-se acumulando e chegaram a um ponto de serem imperdoáveis.

Está claro que a demissão de Constança Urbano de Sousa é o primeiro passo de muitos passos a serem dados para que se resolva de forma definitiva ou perto disso o problema dos incêndios florestais porque se chegou ao ponto de quase não termos floresta para se respirar e como disse uma vez o grande Zé Leonel dos Ex-Votos "Com as árvores a queimar já custa a respirar".

O presidente da república quis colocar nas mãos do parlamento, o hipotético futuro do governo da gerigonça; sobretudo depois da demissão de Constança Urbano de Sousa (Ex-MAI) ao mesmo tempo que exigiu medidas para que não se repitam tragédias como do Pedrogão e dos 500 incêndios que foram em quase todo centro e norte desta nação ao ponto de aniquilar o Pinhal de Leiria mandado plantar pelo Rei D. Afonso III e concluido por D. Dinis no século XIII para conter as areias que arruinavam os campos agrícolas da zona de Leiria e Marinha Grande.

Além dos danos ambientais e materiais que são já de si trágicos, ainda são de lamentar os damos humanos que somam 106 vítimas mortais e dezenas de feridos cujas dores não há remédio do mundo capaz de mitigar na totalidade e se Marcelo colocou nas mãos do parlamento o futuro do governo não deveria de ter sido de ânimo leve porque o principal partido da oposição está em processo eleitoral para escolha de novo líder e é assim carta fora do baralho para um governo de iniciativa presidencial porque o mesmo não iria durar muito e o aparecimento de Santana Lopes veio fazer um favor a António Costa.

A esquerda chumbou a moção de censura, mas sem deixar umas quantas farpas ao governo e estranhamente ou talvez não, o PS não lançou nenhuma moção de confiança, sabendo que muito provavelmente a própria esquerda se iria juntar a direita e chumbaria a moção de confiança.

Mas o mal foi das pessoas que morreram ou ficaram feridas, daqueles que perderam os seus entes queridos e daqueles que perderam os bens e os trabalhos de uma vida inteira e que são perdas irreparáveis por muito grande que seja a solidaridade das pessoas e das instituições, mas não se admite a negligência descarada a que está jogada a floresta nacional de há várias décadas para cá, sobretudo depois da subsídio-depedência da CEE/UE que incentivou a não-produção e a troca de várias áreas produtivas por pinhal e eucaliptal, sem estes terem os caminhos de escape e acessos para o combate aos fogos e ninguém fez nada ou tornaram a situação pior como foi com a extinção dos guardas-florestais e a nomeação de boys partidários para a Protecção Civil e outras entidades semelhantes.

Estes 106 mortos foram o pináculo de uma situação que se arrasta há décadas e que nenhum governo abriu os olhos e muito menos corrigiu fosse ele de esquerda ou de direita e a situação, apesar de não haver muito mais para queimar pode ficar pior porque tanto o pinheiro como o eucalipto são árvores de cresimento rápido e vão ser replantadas no mesmo sítio onde arderam sem ter o mínimo de ordem e depois vamos assisitir a mais do mesmo.e depois a esquerda volta a dizer que a culpa foi da PAF, mas se as árvores forem plantadas com a ajuda do governo da gerigonça, o que a PAF tem a ver com isto?

O chumbo da moção de censura foi uma forma de reforço do governo porque também o PSD está em auto-gestão, mas foi um reforço com muitas ressalvas por parte dos colegas de coligação ao ponto de haver nenhuma moção de confiança para contrabalançar a moção de censura do CDS, o que vos confesso me deixou meio surpreso, mas como disse em cima, tal ferramenta legislativa poderia ser um tiro no pé por parte de António Costa.

Como sempre ficam as minhas perguntas de sempre quase sempre sem resposta: Porque não houve moção de confiança? Como foi posssível morrerem tantas pessoas nos incêndios? Será que vão haver mais mortes relacionadas com os incêndios? Porque raio Santana Lopes quer ser líder do PSD logo numa altura que a gerigonça está frágil? Quem ganha com estas tragédias? Quem são os verdadeiros culpados?

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publicado por tron às 23:56
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16
Out 17

O comandante supremo das forças armadas que com a situação trágica dos incêndios tem o dever patriótico de chamar as forças armadas para ajudar ao combate dos fogos florestais apenas se preocupa com afectos e não envia de imediato a Força Aérea para ajudar no combate aos fogos e a forças terrestres para ajudar os bombeiros a apagar os fogos e apoiar as pessoas, apenas se preocupa com afectos e abracinhos e dias de luto nacional.

Arre que é demais ver as situações se repetirem não ano após ano, mas sim mês após mês se fala em fogos, falhas do SIRESP, falhas em tudo que está relacionado com defesa civil, a ministra da tutela ainda não se demitiu e o primeiro ministro mantém a confiança numa abécola que percebe tanto do MAI como um judeu percebe de receitas de bifanas de porco e o presidente que exigiu responsabilidades depois da tragédia do Pedrogão Grande agora anda a dormir?

O senhor presidente é o espelho da inutilidade da coisa chamada república que leva 107 anos de duração e nasceu de uma forma sagrenta e contra a vontade de grande parte do povo português que foi indrominado com as virtudes da república quando não passa de um colchão cheio de percevejos como bem definiu Ramalho Ortigão e eu já estou a ficar fartinho dos beijinhos quando a situação exige acção imediata e enérgica e é coisa que o presidente da república não é capaz de ter.

Não sei do que espera o comadante supremo das forças armadas entre outras perrogativas que o cargo de presidente da república inclui segundo a CRP, mas uma coisa é certa, nenhuma delas ainda foi usada por Marcelo Rebelo de Sousa quando as devia usar e já levamos com ano e meio de Marcelo e dois de gerigonça e ver-se o estado a que chegamos e o mesmo presidente da república tem o dever de pressionar o primeiro ministro em demitir a ministra da administração interna e por outro lado apurar responsáveis pela situação e a chamada separação de poderes não é desculpa porque Marcelo Rebelo de Sousa além de presidente da república é sobretudo cidadão e se se considera como tal tem que pedir contas a um governo que foi empossado na secretaria.

As redes sociais fervem de raiva perante a incompetência da ministra e os paninhos quentes do primeiro ministro e o senhor presidente da república se limita a por paninhos quentes ma sua ministra querida quando esta senhora deveria de ser demitida de forma sumária e sem quaisquer explicações a imprensa porque neste caso uma nação inteira sabe de caras porque esta ministra seria demitida e o sr. presidente apenas se preocupa com lutos nacionais e abracinhos e não toma nenhuma acção nem de prevenção nem de resolução do problema? Bem então estamos bem tramados se precisarmos a sério da república e não cavarmos o nosso próprio abrigo porque não podemos contar nem com a república e nem com o Eatado.

Se o sono do presidente da república continuar, então alguém que o acorde porque senão pode ser tarde demais e no meio da cegueira e da raiva causada pela dor desta tragédia dos incêndios onde pereceram mais de 100 almas e onde ninguém sabem dos donativos dados para ajudar as vítimas do Pedrógão Grande que se sumiram como vapor de acetona no ar e ninguém sabe onde para a pasta e a senhora ministra fechada que nem uma vieira e nada se sabe e ainda tem quem a defenda.

Se o sono do presidente da república continuar prova que o presidente da república é cúmplice da Gerigonça, que anda a comer da mesma gamela e que nunca mereceu sair do que fazia melhor que era vender livros no Jornal de Domingo da TVI com o Júlio Magalhães que entretanto deu a sola para o canal do Porto para talvez ganhar mais uns cobres do que ganhava na TVI a aturar o Professor Marcelo porque é preciso uma paciência de Job para o aturar e aos seus discursos e como cúmplice da situação a que chegamos também temos, como portugueses, questionar se tem capacidade para continuar como presidente da república e pelo visto tem tanta capacidade para PR como António Costa tem para PM.

É que morrerem mais de 100 pessoas em 4 meses nos fogos florestais e não existirem quaisquer reponsáveis pelos mesmos nem pela situação vergonhosa dos meios de combate e prevenção os fogos e o presidente só se limita aos abraços não se admite e a nação está a berrar por acção contra os criminosos, sejam eles os incendiários ou os incompetentes dos polítcos da república.

Deixo as minhas perguntas: Aonde está o presidente da república? Porque ele não é mais activo? Será que não está na hora da república acabar?

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publicado por tron às 22:25
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16
Out 17

Constança Urbano de Sousa, ministra que tem a pasta administração interna, está cada vez mais em estado de desgraça com a tragédia dos incêndios onde não assume a clara responsabilidade política porque em dois anos de Geringonça não fez nada para que este martírio fosse pelo menos minimizado e cada vez se torna mais trágico e quando não é a tragédia dos incêndios é a situação social das forças das ordem que segundo as associações sindicais está pior do que nos tempos da troika.

Constança Urbano de Sousa está para o MAI como estiveram Alberto Costa ou Manuel Pereira (famoso por ter sido o ministro por detrás do Sexos e Molhados), resumindo, uma incompetente encartada que nunca deveria de ter pisado o soalho de S. Bento a não ser como visitante porque de resto nem para empregada de limpeza serviria porque a incompetência desta senhora é de bradar aos céus e maior estúpido foi quem a nomeou .

Quando aconteceu a tragédia de Entre-os-Rios a pressão popular foi o suficiente para que o ministro das obras públicas da altura: Jorge Coelho tivesse a dignidade de se demitir, agora com a tragédia dos incêndios e com os relatórios e um desgoverno que não assume as culpas dos erros na prevenção dos fogos que todos nós sabemos serem de origem criminosa e com tanto dinheiro que existe dos impostos e que nos tem caído no colo dos fundos europeus não me venham dizer que não tem forma de investir na prevenção por que com a carga fiscal que existe em Portugal não me venham dizer que não poderiam investir a fundo na prevenção.

Uma das formas seria pegar nos beneficiários do RSI e lhes dando transporte e comer e colocar-los a limpar a floresta durante o Inverno e Primavera e depois aí queria ver se aqueles romenos que adoram andar de borla no metro de Lisboa se não davam o pisganço de Portugal porque esta gente tem fobia ao trabalho e ao mesmo tempo os que quisessem trabalhar na limpeza das matas e florestas faziam um serviço a nação.

Estou farto do desgoverno da Gerigonça, sobretudo da ministra Constança Urbano de Sousa que não há meio de sair do desgoverno e as comunicações falham por todos os lados ao ponto de nem o 112 estar a funcionar devido ao elevado número de fogos deste fim-de-semana e o pedido desesperado de ajuda de centenas de portugueses que não sabem o que hão-de fazer quando se encontram cercados pelo fogo e não encontram qualquer saída.

Os bombeiros atingiram o ponto de ruptura, tal como no último verão e vão começar as correntes de ajuda aos soldados da paz, mas nem a incompetente, nem o usurpador e muito menos o fala-barato apareceram quando deveriam de aparecer não aparecem e assim mostram o quão são incompetentes e sobretudo inúteis a sociedade como seres humanos e que não têm nível para desempenhar o cargo para o qual foram nomeados.

Felizmente tive a sã consciência de não votar em nenhum deles e com nabos como estes nos cargos de poder depois admirem-se que hajam abstenções de 40% ou mesmo 50% nas eleições municipais, obrigado, as pessoas estão fartas da fétida república que cheira pior que uma perna com gangrena e que já chegou a hora de ser amputada e ser trocada por outra perna mais útil para a nação.

Na hora que estou a escrever este artigo já temos que amargar com 31 mortos causados pelos incêndios para não falar nos prejuízos materiais e nas estradas e vias férreas cortadas por causa dos incêndios e um bebé desaparecido, provavelmente morto.

Começo a ficar a ferver com tamanha incúria de um governo ou melhor desgoverno que se limita a governar conforme os sindicatos que são comandados pelos braços da gerigonça em vez de governar como um desgoverno de minoria se baseando em pactos de regime ou negociando lei a lei e foi assim que Guterres se aguentou 4 anos sem sofrer muito por parte da oposição.

O presidente da república mostra a sua inutilidade estando calado não se mexendo nem reagindo, nem sei como consegue dormir com a nação neste estado e se a senhora Constança continuar no governo, não sei se terão que ser tomadas medidas mais drásticas que levem a resolução ao problema dos fogos que nos assola de uma forma trágica que já ultrapassou todos os limites do tolerável e o presidente da república que se diz supremo magistrado da nação tem que puxar dos galões senão podemos o considerar como cúmplice desta incúria que já causou dano demais para uma nação tão pequena e os incêndios que se registam no Minho já passaram a fronteira.

O mesmo presidente da república que é comandante supremos das forças armadas não ordena nem ordenou que a força aérea use meios para combater os fogos como se faz nos EUA, mas nos EUA nem é preciso o Trump assinar seja o que o for, basta o pedido dos bombeiros locais ou do presidente de uma câmara municipal ou mesmo governador estadual e não é preciso o presidente mobilizar os meios. No caso dos EUA se as FA têm que ir ajudar, vão e mais nada e aqui em Portugal é preciso a ordem do chouriço de Belém.

Se um qualquer oficial da Força Aérea em sã consciência do seu dever de defender a pátria mande um grupo de homens ou um avião de combate a fogos sem a devida autorização do pastel de Belém é logo considerado um acto de insubordinação e o mesmo militar seria sumariamente despedido do seu cargo e os incompetentes continuavam o banquete que têm tido a nossa conta nos últimos anos e os otários a aparar esta orquestra que está a pedir para ser corrida e depois não se admirem que possam aparecer uns quantos a pedir que o Salazar volte ou que se faça algo de drástico porque ninguém tem a coragem para o fazer.

Como sempre ficam as minhas perguntas: Porque raio o presidente da república não toma medidas como ordenar que a Força Aérea ajude no combate aos fogos? Porque a ministra Constança não se demite? Porque o Presidente do Conselho ainda a mantém como ministra? Quem ganha com esta situação? Quantos mais têm que morrer para que hajam medidas drásticas? Estão espera de quê para se mexerem? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente?

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publicado por tron às 12:43
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07
Out 17

Ainda meio na ressaca do fim desta minha saga de dez anos e morar em quartos alugados e de sete com internet móvel e dos resultados das eleições municipais, não deixei de ver as notícias e de tomar nota de um evento estranho no mínimo.

Como deve ser do conhecimento geral, Madonna quer vir morar para Lisboa com a sua família e ainda não tem o visto de permanência (nem a sua família) e agora vivem num hotel de luxo e em vez de irem para a fila do SEF e pedir o visto como o comum do mortais que querem viver aqui em Portugal e pedir os respectivos vistos pela via normal; a chamada rainha da Pop foi se reunir directamente com a ministra Constança Urbano de Sousa, ministra da administração interna e pasme-se, conseguiu um visto especial.

Este visto normalmente é concedido a pessoas que possam ter um contributo grande para a nação e eu gostava de saber qual o contributo de uma cantora norte-americana escolher a cidade que diz a lenda ter sido fundada por Ulisses para morar com a sua família e gostava que alguma alma iluminada me explicasse qual o grande contributo que o facto de Madonna vir morar para Lisboa pode vir trazer para a nação, quando há vários médicos e outros especializados provinientes do países do leste e da lusofonia e para trabalharem em Portugal têm que esperar pelo visto e nunca vão trabalhar para a área para qual têm formação.

Talvez seja para chamar ainda mais turistas ao Zoo que se está transformar Lisboa onde os lisboestas são mais como animais em extinção e onde os turistas são cada vez mais qual praga de míldio ou de filoxera numa videira do Douro do que algo de bom para a cidade de Lisboa ou qualquer outro recanto bonito deste pedaço de terra a beira-mar plantado porque a nossa identidade como portugueses cada vez se volatiza mais depressa num ritmo que podemos considerar frenético.

Não estou contra que as vedetas venham viver para Portugal sobretudo por ser um país brando como a Suíça mas com mais Sol e mais calor e sem tantos impostos como a capital das contas secretas e do chocolate de leite extrafino, mas sim haver quem tire partido destas vontades dos famosos para tirarem dividendos sobretudo na indústria turística que com o passar do tempo mais recente tem se mostrtado tão útil em Lisboa como uma viola num enterro ou uma praga de flioxera numa qualquer vinha.

Não havia a necessidade na concessão de visto especial para a a cantora norte-americana porque ela não fez nada por Portugal nem colocou o nome de Portugal nas bocas do mundo pela sua carreira ou em alguma composição musical e apenas escolheu morar em Lisboa talvez por ser mais tranquila para os seus filhos e para tal tem em vista uma mansão de luxo e ... que surpresa... a ministra Constança concedeu um Visto Gold a Madonna que já não se chama gold, mas sim visto especial, embora o efeito seja rigorosamente o mesmo.

 Está visto que nesta república, a verdadeira democracia não passa de uma utopia porque afinal os animais não todos iguais e uns animais são mais iguais que outros e esta atitude perante a cantora norte-americana que vai servir para ainda atrair esta espécie de míldio que é o turismo excessivo que tem condenado e destruindo aos poucos a identidade nacional sobretudo das principais cidades e que está a transformar tanto Lisboa como o Porto numa espécie de Venezas do Atlântico onde a cidade é apenas cenário e os seus habitantes vivem nos subúrbios e apenas descem a cidade para vir trabalhar para esta indústria selvagem do turismo.

E com a rainha da Pop a vivier em Lisboa além dos turistas vão aparecer os paparazzi tanto os profissionais como os amadores atrás das vedetas internacionais que vivem em Lisboa para tirar as melhores fotos e serem mais uma praga a acrescentar ao turismo que depressa se transformou em praga nos anos mais recentes da história de Lisboa e do Porto ao ponto de tirar a casa aos moradores nos bairros históricos com as consequências sociais que sabemos que isto tem.

Apesar de eticamente não valer tudo a favor do turismo, mas para alguns edis, vale mesmo tudo para ainda encherem mais as cidades que gerem com cada vez mais turistas ao ponto de deixarem os transportes desta mesma cidade ao ponto de ruptura que na minha sincera opinião já se chegou e os iluminados dos Paços do Concelho ainda não viram esta situação.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Qual a utilidade pública de Madonna morar em Lisboa e desta ter recibido um visto Gold? Querem transformar Lisboa numa cidade de cenário? 

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publicado por tron às 23:40
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04
Out 17

A marcar o meu regresso a este espaço após uma fase agitada da minha vida e onde a inspiração não foi muita devido aos nervos, volto para analisar as eleições municipais do ano da graça do Senhor de 2017.

Estas eleições municipais se podem resumir numa vitória esmagadora do PS e derrotas para os restantes partidos ao ponto do PAN ter perdido o seu único eleito que era um vereador de junta na Junta de Freguesia de Arroios em Lisboa, para não falar nas câmaras perdidas tanto pelo PSD, mas sobretudo nas quedas dos outros partidos da gerigonça que foram maiores do que as quedas do PSD dado que estas foram amortecidas por um aumento de número de votos.

No partido sediado na Lapa (PSD), os barões jcomeçaram a questionar a liderança de Passos Coelho ao ponto de atirar Rui Rio para a liderança do partido fundado por Francisco Sá Carneiro e o próprio Passos Coelho já disse que não vai ser candidato a liderança do PSD no próximo congresso do partido que ainda não tem nem local nem data certos.

Não sei se Rio será o senhor certo para o actual PSD, e se o mesmo irá ser tão diferente de Passos como muitos poderão pensar devido a este mesmo apoio dos barões do partido, os mesmos que em parte apoiaram Passos Coelho quando este tomou a liderança do PSD, embora se saiba do perfil aparentemente diferente de Rui Rio como pessoa e como politico.

Mas Passos Coelho não tem que ser o único a cair do seu pedestral do poder político, as outras vítimas foram o líder comunista Jerónimo de Sousa e a líder do Bloco de Esquerda que ainda tiveram uma queda maior do quea de Passos Coelho e não assumem as respectivas derrotas e apenas se preocupam com a galinha da vizinha, ou seja, com as quedas de Passos Coelho em vez de olharem para o seu reduto e para verem que também foram derrotados e de forma pesada e para não falar no parente pobre da gerigonça que perdeu o seu único eleito por sua conta e meteu o rabo entre as pernas (PAN).

Quem ganhou mesmo as eleições municipais ou autáquicas foi o PS e com números expressivos em todas as frentes, sendo provavlemente a maior ou uma das maiores vitórias eleitorais do PS de sempre em termos de eleições autárquicas e que vai fazer o resto dos partidos com assento parlamentar pensarem nos sufrágios que se seguem daqui a dois anos: europeias e legislativas (se não houver nenhum evento extraordinário até lá) e no que têm que mudar em termos de lideranças e de atitudes perante os eleitores se quiserem ter resultados decentes e quiserem dar dores de cabeça ao actual Führer da república, António Costa; porque com resultados como tanto os outros membros da gergionça bem como os membros da oposição, António Costa pode dormir descansado porque vai ficar muitos e bons anos no poleiro.

E na ressaca deste verdadeiro furacão cor-de-rosa, o único que assumiu a derrota foi Passos Coelho, e os outros o evitaram quando o facto de terem sido até mais derrotados do que Passos Coelho é evidente aos olhos de todos que acompanharam o especial eleições nem que fosse pela rádio como eu fiz.

Também tenho que destacar do lado dos vencedores os movimentos de cidadãos mais ou menos independentes que conquistaram algumas dezenas de municípios e de vereadores contribuindo estes também para a derrocada partidária fora PS e que mostraram um certo enjoo por parte dos eleitores em relação ao sistema partidário existente na república que amanhã festeja o seu aniversário número 107. E outro vencedor além dos independentes foi a senhora abstenção que passou dos 40%.

Vamos ver como os autarcas eleitos se vão portar e se vão ser cumpridores do seu programa, embora estes critério não seja importante para que um autarca seja reeleito e o que conta apenas é a conversa barata que o mesmo possa ter e o suporte que tenha no comportamento do governo da república.

E ficam as minhas perguntas: Porque nem todos os derrotados assumem a derrota? Quais as consequências destes resultados eleitorais? Que leitura pode ser feita destes mesmos resultados eleitorais? 

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publicado por tron às 10:24
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07
Ago 17

Esta coisa que em teoria serviria para as comunicações dos serviços de emergência, tem vindo a dar barraca desde da sua criação que foi uma Parceria Público-Privada entre o desgoverno de Guterres e a Portugal Telecom do Sr. Bava e quem assinou por parte do desgoverno foi o ministro da administração interna da altura, um tal de António Costa, e do lado do consórcio do SIRESP havia uma tal de Constança Urbano de Sá.

Os governos têm passado e com a miséria como estão as florestas da nação chamada Portugal e com os vários interesses escondidos no negócio do combate aos incêndios e uns anos há mais danos causados outros nem por isso porque vai existindo alguma coordenação no combate ou menos área para ser queimada, entre outrtas varíaveis; mas acontece que este ano a tecnologia fornecida pela PT tem metido mais água do que a defesa do Sporting e com consequências graves.

Devido a negligência em que se encontra a floresta em Portugal e com a plantação selvagem de eucaliptos, o conceito de época de incêndios entrou depressa no léxico nacional, sendo algo tão típico como a época dos morangos ou as festas de Verão como as festas de Lisboa; e este ano os números voltam a entrar nas trevas da tragédia humana ao mesmo tempo que esta nação tem um governo negligente e não venham por a culpa no governo anterior porque quem assinou o contrato do SIRESP foi o PS.

Os governos, melhor, os desgovernos têm passado e o problema chamado SIRESP tem vindo a se agravar ao longo dos anos e as recentes tragédias do Pedrogão e de Mação vieram provar que este sistema de comunicações nunca deveria de ter sido implementado e que os desgovernos deveriam de ter optado por soluções mais simples como rádio-transmissão militar ou telefones satélites seriam mais eficientes do que usarem rede de telemóvel e com as antenas próximas ou instaladas em árvores (engnheiros geniais) e esta mesma rede assim que as coisas aqueceram .... o SIRESP deu simplesmente o berro, num contrato que custa milhões de euros ao erário público todos os anos e nenhum governante tem coragem para dar um murro na mesa e acabar com a mama.

Pelo que se sabe um dos ramos da gerigonça já começou a questionar a atitude do desgoverno, mas o lado estalinista ou como alguns chamam "social-fascista" está a dar cobertura ao desgoverno do Führer Costa e a "verdadeira" oposição atirou-se que nem gato a bofe ao desgoverno, ao ponto de pedir a demissão da ministra das festas e dos cocktails devido a esta ser responsável pela actual situação da protecção civil, mas longe de ela ser a única responsável; e não é a única porque existem outros responsáveis que não dão tanto nas vistas porque as falhas ou não causaram tantos danos ou foram menos escrtuinados pela imprensa.

É um facto claro que a ministra falhou e tem que assumir as culpas e uma da forma de corrigir o erro era acabar com o SIRESP e se usar um sistema de comunicações mais simples como telefones por satélite ou rádiuo-transmissões militares e estas últimas ficariam de graça ao desgoverno pois se trata de um serviço da sua alçada e sempre o batalhaão de comunicações poderia puxar dos seus galões e sabemos que este mesmo batalhão teve papel-chave no 25 de Abril.

Todavia desde da entrada no euro ou mesmo na sua projecção esta nação se meteu a gastar dinehiro como não houvesse amanhã e o Euro 2004 foi apenas uma parcela de uma conta muito maior cujo maior alimento foram as PPP's tão queridas dos governos socialistas e que não passam de buracos negros cósmicos para que o dinheiro dos contribuintes e dos fundos europeus se suma sem saber para onde.

 Solução imediata na minha opinião, como eu ja disse, seria o fim unilateral do SIRESP antes que hajam mais tragédias porque esta nação já tem a sua dose de tragédias ligadas aos incêndios florestais e a negligência a que estão votadas as florestas nacionais e já que não existe profilaxia anti-incêndios, então que haja medicação eficiente e esta mesma eficiência passa pelo fim do SIRESP.

E ficam as minhas perguntas como sempre sem resposta: Quem ganha e quem perde com o SIRESP? Quando cortam de vez com esta maldita PPP? Estão a espera que hajam mais tragédias?

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publicado por tron às 12:40
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22
Jul 17

O SIRESP falha, armas de guerra são roubadas de forma infantil do quartel de Tancos e ninguém assume responsabilidades e o Presidente do Conselho, o Führer António Costa não demite quem tem responsabilidades políticas e/ou hierarquicas nestes dois casos e tem demitido dirigentes públicos por coisas muito menos graves do que estes dois incidentes que mostram de forma pura e descarada a incompetência da Gerigonça.

Segundo o Jornal de Notícias este roubo serviu para ocultar falhas de inventário no mesmo arsenal de Tancos que segundo o diário tripeiro, o arsenal de Tancos tem faltas de material ainda antes deste roubo  e que este mesmo roubo serviu para ocultar estas falhas de material, mas o que ninguém explica é como os vários ministros da defesa deixaram que a situação do arsenal de Tancos chegasse a este ponto e ninguém assume a culpa nem se demite ou é julgado pelos seus erros.

Enfim e assim se mostra como em Portugal a culpa das grandes tragédias acaba sempre por morrer solteira e virgem e é apenas mais uma das muitas vezes em que a culpa morre solteira e virgem e neste pacote podemos incluir uma PPP chamada SIRESP que foi criada para comunicações de emergência em caso de calamidade nos tempos de Guterres tendo a sua estrutra não em telefone satélite como se vê nas nações civilizadas, mas sim numa comum rede de telemóvel dedicada como se tratasse dum comum serviço empresarial dependente de antenas colocadas.... no meio de florestas.

Resultado, como as árvores ou estruturas que suportam as antenas do SIRESP foram consumidas pelas chamas em dois incêndios pelo menos e o SIRESP falhou e da primeira vez estas mesmas falhas que não são de agora teve consequências trágicas com pelo menos 64 mortos directos, dezenas de feridos e milhões de euros em dandos materiais e até agora as ajudas financeiras ainda não chegaram na tragédia do Pedrógão e nem ninguém assume as culpas pelas falhas no SIRESP cujo fornecedor é Portugal Telcom (agora Altice Portugal) e o contrato ainda continua a vigor e o Estado Portugês a pagar por um serviço que falha de forma crónica quando existem outros operadores de comunicações e outras formas para que estas funcionam mais simples, económicas e sobretudo eficientes.

Resumindo, roubam-se armas dos paióis de um quartel e em vez de se apurarem os verdadeiros responsáveis, simplesmente mudam as armas de sítio; para as comunicações de urgência, não se muda nada, tudo fica na mesma; a tutela está nas mãos dos mesmos e no fim das contas ninguém é responsabilizado e depois ainda existe quem admira a Gerigonça e defenda a sua continuação à frente dos destinos da nação, mas se a Caranguejola de Passos Coelho não era boa; a Geringonça de António Costa é igualmente má e nem se vai dar ao trabalho de corrigir os erros anteriores como o SIRESP porque quem assinou o primeiro contrato foi um certo ministro da administração interna chamado António Costa e quem estava na frente dos destinos da antiga PT era o amigo Bava.

Do lado de Tancos ninguém se responsabiliza e nem sabem onde param as armas e depois aparece a desculpa que era sucata sem qualquer valor, mas esta desculpa ainda deixa outra pergunta: se era sucata então porque não foi eliminada? E a esta pergunta ninguém responde e assim esta situação e muito falada nas redes sociais e nos canais de televisão mas o poder político não cumpre o seu papel e muito menos o poder judicial.

Espero não saber pelas notíciais que algum lunático cometeu algum acto criminoso em território português com as armas roubadas de Tancos e depois quero ver se alguém vai dizer se é sucata depois das lágrimas derramadas e se alguém tem a vergonha na cara para sair do poleiro e assumir que o seu ministério errou ou que não soube corrigir erros do passado e por isso sai do governo, mas isto com a Gerigonça entra no caminho da utopia extrema e estes trágicos erros irão se repetir no futuro e muito certamente com graves consequências humanas e materiais, mas os responsáveis do poder político continuarão a ser os mesmos e ainda há quem vote nos mesmos.

E assim vai esta república dos bananas....

Como sempre as preguntas sem resposta: Será que mais uma vez a culpa vai morrer solteira? Somos dirigidos por uma parelha de irresponsáveis? Afinal que caminho leva Portugal?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar 

publicado por tron às 01:11
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11
Abr 17

O preseidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloren, que é socialista disse ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que Portugal era um país onde se gastava muito dinheiro em mulheres e vinho e indo por um vernáculo comum em Portugal podemos traduzir a frase do chefe do eurogrupo como Portugal sendo um país de p... e vinho verde e ele, infelizmente tem razão.

E tem razão porque basta dar um passeio pela baixa de Lisboa e em quase todas as esplanadas da baixa de Lisboa temos nas mesas garrafas de vinho verde servido aos turistas com vários malabraismos e quando não são os turistas é ver as tascas cheias, não para o McDonald's do Tuga que é a patanisca e a sopa (normalmente caldo verde), mas sim para encher de bebidas alcóolicas e boa parte dos clientes das tascas benificiam de algum apoio social e no caso das mulheres, basta ver que as empregadas dos cafés e restaurantes da baixa não foram escolhidas por terem alguma hablitação linguística, mas sim apenas pela sua aparência.

E este artigo acaba por ser uma espécie de dois em um porque vou fazer uma referência ao que aconteceu naquele hotel em Espanha onde um grupo de adolescentes com cérbero de anémona fizeram estragos e que vem dar uma certa razão ao Jerónimo da Holanda e depois vou lá voltar.

Ainda no ponto de vista do político socialista que não deixa de estar longe da realidade porque a imagem que Portugal tem lá fora é mesmo esta: vinho e mulheres e ninguém fala noutras virtudes desta nação como a cultura (sem ser o fado) ou as imensas paisagens tanto no interior como no litoral que não são divulgadas lá fora, sabe-se lá porquê não são divulgadas nos grandes guias de viagens e Lisboa está literalmente entulhada de turistas e mal se respira em Lisboa.

Voltando ao assunto de Espanha, o que aqueles estudantes fizeram em Espanha na viagem de finalistas que foi de lamentar e para ajudar a festa apareceu uma mãe de um dos alunos que disse que aquele comportamento foi normal e os hotéis e outros estabelicimentos afins em zonas de praia recusam viagens de finalistas por temerem cenas semelhantes àquelas que aconteceram em Espanha e estes mesmos alunos e esta mãezinha que também é professora vem dar ainda mais razão ao Jerónimo da Holanda que Portugal é um país e devassidão e vício. E esta mãezinha e professora é professora do ... sistema público (que surpresa) e pela idade é da chamada "geração rasca", mas vou entrar em detalhe neste desastre de Espanha com mais detalhe noutro artigo.

Curioso ver os políticos da república virem a terreiro defenderem a honra da república como esta fosse uma virgem ofendida, quando na realidade o Jerónimo da Holanda disse a verdade, embora na terriola dele não sejam nenhuns santinhos e também é terra de vício embora, os vícios estejam devidamente enquandrados por medidas legais como prostituição legalizada e com todos os direitos sociais como um qualquer trabalhador; cannabis liberalizada mas que não pode sair do território holandês e pasmem-se....o alcóol é taxado na concentração por litro e não por hectolitro como acontece em Portugal e por isso se houve falar em menos casos de mortes associadas aos vícios porque os holandeses no geral e pelo que tenho conhecimento sabem quando chega  a altura de parar de consumir o que seja ligado aos vícios e devido a fiscalidade liberalizada que existe em Portugal sobre o alcóol é ver a miséria pelas ruas de Lisboa.

E ficam as minhas crónicas perguntas: Porque os políticos da república portuguesa ficaram ofendidos com a verdade? Não gostam da verdade? Mas se a Holanda tem a sua dose de devassidão qual a moral do Jerónimo da Holanda para criticar os outros?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

publicado por tron às 23:10
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