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16
Out 17

O comandante supremo das forças armadas que com a situação trágica dos incêndios tem o dever patriótico de chamar as forças armadas para ajudar ao combate dos fogos florestais apenas se preocupa com afectos e não envia de imediato a Força Aérea para ajudar no combate aos fogos e a forças terrestres para ajudar os bombeiros a apagar os fogos e apoiar as pessoas, apenas se preocupa com afectos e abracinhos e dias de luto nacional.

Arre que é demais ver as situações se repetirem não ano após ano, mas sim mês após mês se fala em fogos, falhas do SIRESP, falhas em tudo que está relacionado com defesa civil, a ministra da tutela ainda não se demitiu e o primeiro ministro mantém a confiança numa abécola que percebe tanto do MAI como um judeu percebe de receitas de bifanas de porco e o presidente que exigiu responsabilidades depois da tragédia do Pedrogão Grande agora anda a dormir?

O senhor presidente é o espelho da inutilidade da coisa chamada república que leva 107 anos de duração e nasceu de uma forma sagrenta e contra a vontade de grande parte do povo português que foi indrominado com as virtudes da república quando não passa de um colchão cheio de percevejos como bem definiu Ramalho Ortigão e eu já estou a ficar fartinho dos beijinhos quando a situação exige acção imediata e enérgica e é coisa que o presidente da república não é capaz de ter.

Não sei do que espera o comadante supremo das forças armadas entre outras perrogativas que o cargo de presidente da república inclui segundo a CRP, mas uma coisa é certa, nenhuma delas ainda foi usada por Marcelo Rebelo de Sousa quando as devia usar e já levamos com ano e meio de Marcelo e dois de gerigonça e ver-se o estado a que chegamos e o mesmo presidente da república tem o dever de pressionar o primeiro ministro em demitir a ministra da administração interna e por outro lado apurar responsáveis pela situação e a chamada separação de poderes não é desculpa porque Marcelo Rebelo de Sousa além de presidente da república é sobretudo cidadão e se se considera como tal tem que pedir contas a um governo que foi empossado na secretaria.

As redes sociais fervem de raiva perante a incompetência da ministra e os paninhos quentes do primeiro ministro e o senhor presidente da república se limita a por paninhos quentes ma sua ministra querida quando esta senhora deveria de ser demitida de forma sumária e sem quaisquer explicações a imprensa porque neste caso uma nação inteira sabe de caras porque esta ministra seria demitida e o sr. presidente apenas se preocupa com lutos nacionais e abracinhos e não toma nenhuma acção nem de prevenção nem de resolução do problema? Bem então estamos bem tramados se precisarmos a sério da república e não cavarmos o nosso próprio abrigo porque não podemos contar nem com a república e nem com o Eatado.

Se o sono do presidente da república continuar, então alguém que o acorde porque senão pode ser tarde demais e no meio da cegueira e da raiva causada pela dor desta tragédia dos incêndios onde pereceram mais de 100 almas e onde ninguém sabem dos donativos dados para ajudar as vítimas do Pedrógão Grande que se sumiram como vapor de acetona no ar e ninguém sabe onde para a pasta e a senhora ministra fechada que nem uma vieira e nada se sabe e ainda tem quem a defenda.

Se o sono do presidente da república continuar prova que o presidente da república é cúmplice da Gerigonça, que anda a comer da mesma gamela e que nunca mereceu sair do que fazia melhor que era vender livros no Jornal de Domingo da TVI com o Júlio Magalhães que entretanto deu a sola para o canal do Porto para talvez ganhar mais uns cobres do que ganhava na TVI a aturar o Professor Marcelo porque é preciso uma paciência de Job para o aturar e aos seus discursos e como cúmplice da situação a que chegamos também temos, como portugueses, questionar se tem capacidade para continuar como presidente da república e pelo visto tem tanta capacidade para PR como António Costa tem para PM.

É que morrerem mais de 100 pessoas em 4 meses nos fogos florestais e não existirem quaisquer reponsáveis pelos mesmos nem pela situação vergonhosa dos meios de combate e prevenção os fogos e o presidente só se limita aos abraços não se admite e a nação está a berrar por acção contra os criminosos, sejam eles os incendiários ou os incompetentes dos polítcos da república.

Deixo as minhas perguntas: Aonde está o presidente da república? Porque ele não é mais activo? Será que não está na hora da república acabar?

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publicado por tron às 22:25
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16
Out 17

Constança Urbano de Sousa, ministra que tem a pasta administração interna, está cada vez mais em estado de desgraça com a tragédia dos incêndios onde não assume a clara responsabilidade política porque em dois anos de Geringonça não fez nada para que este martírio fosse pelo menos minimizado e cada vez se torna mais trágico e quando não é a tragédia dos incêndios é a situação social das forças das ordem que segundo as associações sindicais está pior do que nos tempos da troika.

Constança Urbano de Sousa está para o MAI como estiveram Alberto Costa ou Manuel Pereira (famoso por ter sido o ministro por detrás do Sexos e Molhados), resumindo, uma incompetente encartada que nunca deveria de ter pisado o soalho de S. Bento a não ser como visitante porque de resto nem para empregada de limpeza serviria porque a incompetência desta senhora é de bradar aos céus e maior estúpido foi quem a nomeou .

Quando aconteceu a tragédia de Entre-os-Rios a pressão popular foi o suficiente para que o ministro das obras públicas da altura: Jorge Coelho tivesse a dignidade de se demitir, agora com a tragédia dos incêndios e com os relatórios e um desgoverno que não assume as culpas dos erros na prevenção dos fogos que todos nós sabemos serem de origem criminosa e com tanto dinheiro que existe dos impostos e que nos tem caído no colo dos fundos europeus não me venham dizer que não tem forma de investir na prevenção por que com a carga fiscal que existe em Portugal não me venham dizer que não poderiam investir a fundo na prevenção.

Uma das formas seria pegar nos beneficiários do RSI e lhes dando transporte e comer e colocar-los a limpar a floresta durante o Inverno e Primavera e depois aí queria ver se aqueles romenos que adoram andar de borla no metro de Lisboa se não davam o pisganço de Portugal porque esta gente tem fobia ao trabalho e ao mesmo tempo os que quisessem trabalhar na limpeza das matas e florestas faziam um serviço a nação.

Estou farto do desgoverno da Gerigonça, sobretudo da ministra Constança Urbano de Sousa que não há meio de sair do desgoverno e as comunicações falham por todos os lados ao ponto de nem o 112 estar a funcionar devido ao elevado número de fogos deste fim-de-semana e o pedido desesperado de ajuda de centenas de portugueses que não sabem o que hão-de fazer quando se encontram cercados pelo fogo e não encontram qualquer saída.

Os bombeiros atingiram o ponto de ruptura, tal como no último verão e vão começar as correntes de ajuda aos soldados da paz, mas nem a incompetente, nem o usurpador e muito menos o fala-barato apareceram quando deveriam de aparecer não aparecem e assim mostram o quão são incompetentes e sobretudo inúteis a sociedade como seres humanos e que não têm nível para desempenhar o cargo para o qual foram nomeados.

Felizmente tive a sã consciência de não votar em nenhum deles e com nabos como estes nos cargos de poder depois admirem-se que hajam abstenções de 40% ou mesmo 50% nas eleições municipais, obrigado, as pessoas estão fartas da fétida república que cheira pior que uma perna com gangrena e que já chegou a hora de ser amputada e ser trocada por outra perna mais útil para a nação.

Na hora que estou a escrever este artigo já temos que amargar com 31 mortos causados pelos incêndios para não falar nos prejuízos materiais e nas estradas e vias férreas cortadas por causa dos incêndios e um bebé desaparecido, provavelmente morto.

Começo a ficar a ferver com tamanha incúria de um governo ou melhor desgoverno que se limita a governar conforme os sindicatos que são comandados pelos braços da gerigonça em vez de governar como um desgoverno de minoria se baseando em pactos de regime ou negociando lei a lei e foi assim que Guterres se aguentou 4 anos sem sofrer muito por parte da oposição.

O presidente da república mostra a sua inutilidade estando calado não se mexendo nem reagindo, nem sei como consegue dormir com a nação neste estado e se a senhora Constança continuar no governo, não sei se terão que ser tomadas medidas mais drásticas que levem a resolução ao problema dos fogos que nos assola de uma forma trágica que já ultrapassou todos os limites do tolerável e o presidente da república que se diz supremo magistrado da nação tem que puxar dos galões senão podemos o considerar como cúmplice desta incúria que já causou dano demais para uma nação tão pequena e os incêndios que se registam no Minho já passaram a fronteira.

O mesmo presidente da república que é comandante supremos das forças armadas não ordena nem ordenou que a força aérea use meios para combater os fogos como se faz nos EUA, mas nos EUA nem é preciso o Trump assinar seja o que o for, basta o pedido dos bombeiros locais ou do presidente de uma câmara municipal ou mesmo governador estadual e não é preciso o presidente mobilizar os meios. No caso dos EUA se as FA têm que ir ajudar, vão e mais nada e aqui em Portugal é preciso a ordem do chouriço de Belém.

Se um qualquer oficial da Força Aérea em sã consciência do seu dever de defender a pátria mande um grupo de homens ou um avião de combate a fogos sem a devida autorização do pastel de Belém é logo considerado um acto de insubordinação e o mesmo militar seria sumariamente despedido do seu cargo e os incompetentes continuavam o banquete que têm tido a nossa conta nos últimos anos e os otários a aparar esta orquestra que está a pedir para ser corrida e depois não se admirem que possam aparecer uns quantos a pedir que o Salazar volte ou que se faça algo de drástico porque ninguém tem a coragem para o fazer.

Como sempre ficam as minhas perguntas: Porque raio o presidente da república não toma medidas como ordenar que a Força Aérea ajude no combate aos fogos? Porque a ministra Constança não se demite? Porque o Presidente do Conselho ainda a mantém como ministra? Quem ganha com esta situação? Quantos mais têm que morrer para que hajam medidas drásticas? Estão espera de quê para se mexerem? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente?

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publicado por tron às 12:43
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07
Out 17

Ainda meio na ressaca do fim desta minha saga de dez anos e morar em quartos alugados e de sete com internet móvel e dos resultados das eleições municipais, não deixei de ver as notícias e de tomar nota de um evento estranho no mínimo.

Como deve ser do conhecimento geral, Madonna quer vir morar para Lisboa com a sua família e ainda não tem o visto de permanência (nem a sua família) e agora vivem num hotel de luxo e em vez de irem para a fila do SEF e pedir o visto como o comum do mortais que querem viver aqui em Portugal e pedir os respectivos vistos pela via normal; a chamada rainha da Pop foi se reunir directamente com a ministra Constança Urbano de Sousa, ministra da administração interna e pasme-se, conseguiu um visto especial.

Este visto normalmente é concedido a pessoas que possam ter um contributo grande para a nação e eu gostava de saber qual o contributo de uma cantora norte-americana escolher a cidade que diz a lenda ter sido fundada por Ulisses para morar com a sua família e gostava que alguma alma iluminada me explicasse qual o grande contributo que o facto de Madonna vir morar para Lisboa pode vir trazer para a nação, quando há vários médicos e outros especializados provinientes do países do leste e da lusofonia e para trabalharem em Portugal têm que esperar pelo visto e nunca vão trabalhar para a área para qual têm formação.

Talvez seja para chamar ainda mais turistas ao Zoo que se está transformar Lisboa onde os lisboestas são mais como animais em extinção e onde os turistas são cada vez mais qual praga de míldio ou de filoxera numa videira do Douro do que algo de bom para a cidade de Lisboa ou qualquer outro recanto bonito deste pedaço de terra a beira-mar plantado porque a nossa identidade como portugueses cada vez se volatiza mais depressa num ritmo que podemos considerar frenético.

Não estou contra que as vedetas venham viver para Portugal sobretudo por ser um país brando como a Suíça mas com mais Sol e mais calor e sem tantos impostos como a capital das contas secretas e do chocolate de leite extrafino, mas sim haver quem tire partido destas vontades dos famosos para tirarem dividendos sobretudo na indústria turística que com o passar do tempo mais recente tem se mostrtado tão útil em Lisboa como uma viola num enterro ou uma praga de flioxera numa qualquer vinha.

Não havia a necessidade na concessão de visto especial para a a cantora norte-americana porque ela não fez nada por Portugal nem colocou o nome de Portugal nas bocas do mundo pela sua carreira ou em alguma composição musical e apenas escolheu morar em Lisboa talvez por ser mais tranquila para os seus filhos e para tal tem em vista uma mansão de luxo e ... que surpresa... a ministra Constança concedeu um Visto Gold a Madonna que já não se chama gold, mas sim visto especial, embora o efeito seja rigorosamente o mesmo.

 Está visto que nesta república, a verdadeira democracia não passa de uma utopia porque afinal os animais não todos iguais e uns animais são mais iguais que outros e esta atitude perante a cantora norte-americana que vai servir para ainda atrair esta espécie de míldio que é o turismo excessivo que tem condenado e destruindo aos poucos a identidade nacional sobretudo das principais cidades e que está a transformar tanto Lisboa como o Porto numa espécie de Venezas do Atlântico onde a cidade é apenas cenário e os seus habitantes vivem nos subúrbios e apenas descem a cidade para vir trabalhar para esta indústria selvagem do turismo.

E com a rainha da Pop a vivier em Lisboa além dos turistas vão aparecer os paparazzi tanto os profissionais como os amadores atrás das vedetas internacionais que vivem em Lisboa para tirar as melhores fotos e serem mais uma praga a acrescentar ao turismo que depressa se transformou em praga nos anos mais recentes da história de Lisboa e do Porto ao ponto de tirar a casa aos moradores nos bairros históricos com as consequências sociais que sabemos que isto tem.

Apesar de eticamente não valer tudo a favor do turismo, mas para alguns edis, vale mesmo tudo para ainda encherem mais as cidades que gerem com cada vez mais turistas ao ponto de deixarem os transportes desta mesma cidade ao ponto de ruptura que na minha sincera opinião já se chegou e os iluminados dos Paços do Concelho ainda não viram esta situação.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Qual a utilidade pública de Madonna morar em Lisboa e desta ter recibido um visto Gold? Querem transformar Lisboa numa cidade de cenário? 

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publicado por tron às 23:40
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04
Out 17

A marcar o meu regresso a este espaço após uma fase agitada da minha vida e onde a inspiração não foi muita devido aos nervos, volto para analisar as eleições municipais do ano da graça do Senhor de 2017.

Estas eleições municipais se podem resumir numa vitória esmagadora do PS e derrotas para os restantes partidos ao ponto do PAN ter perdido o seu único eleito que era um vereador de junta na Junta de Freguesia de Arroios em Lisboa, para não falar nas câmaras perdidas tanto pelo PSD, mas sobretudo nas quedas dos outros partidos da gerigonça que foram maiores do que as quedas do PSD dado que estas foram amortecidas por um aumento de número de votos.

No partido sediado na Lapa (PSD), os barões jcomeçaram a questionar a liderança de Passos Coelho ao ponto de atirar Rui Rio para a liderança do partido fundado por Francisco Sá Carneiro e o próprio Passos Coelho já disse que não vai ser candidato a liderança do PSD no próximo congresso do partido que ainda não tem nem local nem data certos.

Não sei se Rio será o senhor certo para o actual PSD, e se o mesmo irá ser tão diferente de Passos como muitos poderão pensar devido a este mesmo apoio dos barões do partido, os mesmos que em parte apoiaram Passos Coelho quando este tomou a liderança do PSD, embora se saiba do perfil aparentemente diferente de Rui Rio como pessoa e como politico.

Mas Passos Coelho não tem que ser o único a cair do seu pedestral do poder político, as outras vítimas foram o líder comunista Jerónimo de Sousa e a líder do Bloco de Esquerda que ainda tiveram uma queda maior do quea de Passos Coelho e não assumem as respectivas derrotas e apenas se preocupam com a galinha da vizinha, ou seja, com as quedas de Passos Coelho em vez de olharem para o seu reduto e para verem que também foram derrotados e de forma pesada e para não falar no parente pobre da gerigonça que perdeu o seu único eleito por sua conta e meteu o rabo entre as pernas (PAN).

Quem ganhou mesmo as eleições municipais ou autáquicas foi o PS e com números expressivos em todas as frentes, sendo provavlemente a maior ou uma das maiores vitórias eleitorais do PS de sempre em termos de eleições autárquicas e que vai fazer o resto dos partidos com assento parlamentar pensarem nos sufrágios que se seguem daqui a dois anos: europeias e legislativas (se não houver nenhum evento extraordinário até lá) e no que têm que mudar em termos de lideranças e de atitudes perante os eleitores se quiserem ter resultados decentes e quiserem dar dores de cabeça ao actual Führer da república, António Costa; porque com resultados como tanto os outros membros da gergionça bem como os membros da oposição, António Costa pode dormir descansado porque vai ficar muitos e bons anos no poleiro.

E na ressaca deste verdadeiro furacão cor-de-rosa, o único que assumiu a derrota foi Passos Coelho, e os outros o evitaram quando o facto de terem sido até mais derrotados do que Passos Coelho é evidente aos olhos de todos que acompanharam o especial eleições nem que fosse pela rádio como eu fiz.

Também tenho que destacar do lado dos vencedores os movimentos de cidadãos mais ou menos independentes que conquistaram algumas dezenas de municípios e de vereadores contribuindo estes também para a derrocada partidária fora PS e que mostraram um certo enjoo por parte dos eleitores em relação ao sistema partidário existente na república que amanhã festeja o seu aniversário número 107. E outro vencedor além dos independentes foi a senhora abstenção que passou dos 40%.

Vamos ver como os autarcas eleitos se vão portar e se vão ser cumpridores do seu programa, embora estes critério não seja importante para que um autarca seja reeleito e o que conta apenas é a conversa barata que o mesmo possa ter e o suporte que tenha no comportamento do governo da república.

E ficam as minhas perguntas: Porque nem todos os derrotados assumem a derrota? Quais as consequências destes resultados eleitorais? Que leitura pode ser feita destes mesmos resultados eleitorais? 

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publicado por tron às 10:24
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07
Ago 17

Esta coisa que em teoria serviria para as comunicações dos serviços de emergência, tem vindo a dar barraca desde da sua criação que foi uma Parceria Público-Privada entre o desgoverno de Guterres e a Portugal Telecom do Sr. Bava e quem assinou por parte do desgoverno foi o ministro da administração interna da altura, um tal de António Costa, e do lado do consórcio do SIRESP havia uma tal de Constança Urbano de Sá.

Os governos têm passado e com a miséria como estão as florestas da nação chamada Portugal e com os vários interesses escondidos no negócio do combate aos incêndios e uns anos há mais danos causados outros nem por isso porque vai existindo alguma coordenação no combate ou menos área para ser queimada, entre outrtas varíaveis; mas acontece que este ano a tecnologia fornecida pela PT tem metido mais água do que a defesa do Sporting e com consequências graves.

Devido a negligência em que se encontra a floresta em Portugal e com a plantação selvagem de eucaliptos, o conceito de época de incêndios entrou depressa no léxico nacional, sendo algo tão típico como a época dos morangos ou as festas de Verão como as festas de Lisboa; e este ano os números voltam a entrar nas trevas da tragédia humana ao mesmo tempo que esta nação tem um governo negligente e não venham por a culpa no governo anterior porque quem assinou o contrato do SIRESP foi o PS.

Os governos, melhor, os desgovernos têm passado e o problema chamado SIRESP tem vindo a se agravar ao longo dos anos e as recentes tragédias do Pedrogão e de Mação vieram provar que este sistema de comunicações nunca deveria de ter sido implementado e que os desgovernos deveriam de ter optado por soluções mais simples como rádio-transmissão militar ou telefones satélites seriam mais eficientes do que usarem rede de telemóvel e com as antenas próximas ou instaladas em árvores (engnheiros geniais) e esta mesma rede assim que as coisas aqueceram .... o SIRESP deu simplesmente o berro, num contrato que custa milhões de euros ao erário público todos os anos e nenhum governante tem coragem para dar um murro na mesa e acabar com a mama.

Pelo que se sabe um dos ramos da gerigonça já começou a questionar a atitude do desgoverno, mas o lado estalinista ou como alguns chamam "social-fascista" está a dar cobertura ao desgoverno do Führer Costa e a "verdadeira" oposição atirou-se que nem gato a bofe ao desgoverno, ao ponto de pedir a demissão da ministra das festas e dos cocktails devido a esta ser responsável pela actual situação da protecção civil, mas longe de ela ser a única responsável; e não é a única porque existem outros responsáveis que não dão tanto nas vistas porque as falhas ou não causaram tantos danos ou foram menos escrtuinados pela imprensa.

É um facto claro que a ministra falhou e tem que assumir as culpas e uma da forma de corrigir o erro era acabar com o SIRESP e se usar um sistema de comunicações mais simples como telefones por satélite ou rádiuo-transmissões militares e estas últimas ficariam de graça ao desgoverno pois se trata de um serviço da sua alçada e sempre o batalhaão de comunicações poderia puxar dos seus galões e sabemos que este mesmo batalhão teve papel-chave no 25 de Abril.

Todavia desde da entrada no euro ou mesmo na sua projecção esta nação se meteu a gastar dinehiro como não houvesse amanhã e o Euro 2004 foi apenas uma parcela de uma conta muito maior cujo maior alimento foram as PPP's tão queridas dos governos socialistas e que não passam de buracos negros cósmicos para que o dinheiro dos contribuintes e dos fundos europeus se suma sem saber para onde.

 Solução imediata na minha opinião, como eu ja disse, seria o fim unilateral do SIRESP antes que hajam mais tragédias porque esta nação já tem a sua dose de tragédias ligadas aos incêndios florestais e a negligência a que estão votadas as florestas nacionais e já que não existe profilaxia anti-incêndios, então que haja medicação eficiente e esta mesma eficiência passa pelo fim do SIRESP.

E ficam as minhas perguntas como sempre sem resposta: Quem ganha e quem perde com o SIRESP? Quando cortam de vez com esta maldita PPP? Estão a espera que hajam mais tragédias?

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publicado por tron às 12:40
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22
Jul 17

O SIRESP falha, armas de guerra são roubadas de forma infantil do quartel de Tancos e ninguém assume responsabilidades e o Presidente do Conselho, o Führer António Costa não demite quem tem responsabilidades políticas e/ou hierarquicas nestes dois casos e tem demitido dirigentes públicos por coisas muito menos graves do que estes dois incidentes que mostram de forma pura e descarada a incompetência da Gerigonça.

Segundo o Jornal de Notícias este roubo serviu para ocultar falhas de inventário no mesmo arsenal de Tancos que segundo o diário tripeiro, o arsenal de Tancos tem faltas de material ainda antes deste roubo  e que este mesmo roubo serviu para ocultar estas falhas de material, mas o que ninguém explica é como os vários ministros da defesa deixaram que a situação do arsenal de Tancos chegasse a este ponto e ninguém assume a culpa nem se demite ou é julgado pelos seus erros.

Enfim e assim se mostra como em Portugal a culpa das grandes tragédias acaba sempre por morrer solteira e virgem e é apenas mais uma das muitas vezes em que a culpa morre solteira e virgem e neste pacote podemos incluir uma PPP chamada SIRESP que foi criada para comunicações de emergência em caso de calamidade nos tempos de Guterres tendo a sua estrutra não em telefone satélite como se vê nas nações civilizadas, mas sim numa comum rede de telemóvel dedicada como se tratasse dum comum serviço empresarial dependente de antenas colocadas.... no meio de florestas.

Resultado, como as árvores ou estruturas que suportam as antenas do SIRESP foram consumidas pelas chamas em dois incêndios pelo menos e o SIRESP falhou e da primeira vez estas mesmas falhas que não são de agora teve consequências trágicas com pelo menos 64 mortos directos, dezenas de feridos e milhões de euros em dandos materiais e até agora as ajudas financeiras ainda não chegaram na tragédia do Pedrógão e nem ninguém assume as culpas pelas falhas no SIRESP cujo fornecedor é Portugal Telcom (agora Altice Portugal) e o contrato ainda continua a vigor e o Estado Portugês a pagar por um serviço que falha de forma crónica quando existem outros operadores de comunicações e outras formas para que estas funcionam mais simples, económicas e sobretudo eficientes.

Resumindo, roubam-se armas dos paióis de um quartel e em vez de se apurarem os verdadeiros responsáveis, simplesmente mudam as armas de sítio; para as comunicações de urgência, não se muda nada, tudo fica na mesma; a tutela está nas mãos dos mesmos e no fim das contas ninguém é responsabilizado e depois ainda existe quem admira a Gerigonça e defenda a sua continuação à frente dos destinos da nação, mas se a Caranguejola de Passos Coelho não era boa; a Geringonça de António Costa é igualmente má e nem se vai dar ao trabalho de corrigir os erros anteriores como o SIRESP porque quem assinou o primeiro contrato foi um certo ministro da administração interna chamado António Costa e quem estava na frente dos destinos da antiga PT era o amigo Bava.

Do lado de Tancos ninguém se responsabiliza e nem sabem onde param as armas e depois aparece a desculpa que era sucata sem qualquer valor, mas esta desculpa ainda deixa outra pergunta: se era sucata então porque não foi eliminada? E a esta pergunta ninguém responde e assim esta situação e muito falada nas redes sociais e nos canais de televisão mas o poder político não cumpre o seu papel e muito menos o poder judicial.

Espero não saber pelas notíciais que algum lunático cometeu algum acto criminoso em território português com as armas roubadas de Tancos e depois quero ver se alguém vai dizer se é sucata depois das lágrimas derramadas e se alguém tem a vergonha na cara para sair do poleiro e assumir que o seu ministério errou ou que não soube corrigir erros do passado e por isso sai do governo, mas isto com a Gerigonça entra no caminho da utopia extrema e estes trágicos erros irão se repetir no futuro e muito certamente com graves consequências humanas e materiais, mas os responsáveis do poder político continuarão a ser os mesmos e ainda há quem vote nos mesmos.

E assim vai esta república dos bananas....

Como sempre as preguntas sem resposta: Será que mais uma vez a culpa vai morrer solteira? Somos dirigidos por uma parelha de irresponsáveis? Afinal que caminho leva Portugal?

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publicado por tron às 01:11
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11
Abr 17

O preseidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloren, que é socialista disse ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que Portugal era um país onde se gastava muito dinheiro em mulheres e vinho e indo por um vernáculo comum em Portugal podemos traduzir a frase do chefe do eurogrupo como Portugal sendo um país de p... e vinho verde e ele, infelizmente tem razão.

E tem razão porque basta dar um passeio pela baixa de Lisboa e em quase todas as esplanadas da baixa de Lisboa temos nas mesas garrafas de vinho verde servido aos turistas com vários malabraismos e quando não são os turistas é ver as tascas cheias, não para o McDonald's do Tuga que é a patanisca e a sopa (normalmente caldo verde), mas sim para encher de bebidas alcóolicas e boa parte dos clientes das tascas benificiam de algum apoio social e no caso das mulheres, basta ver que as empregadas dos cafés e restaurantes da baixa não foram escolhidas por terem alguma hablitação linguística, mas sim apenas pela sua aparência.

E este artigo acaba por ser uma espécie de dois em um porque vou fazer uma referência ao que aconteceu naquele hotel em Espanha onde um grupo de adolescentes com cérbero de anémona fizeram estragos e que vem dar uma certa razão ao Jerónimo da Holanda e depois vou lá voltar.

Ainda no ponto de vista do político socialista que não deixa de estar longe da realidade porque a imagem que Portugal tem lá fora é mesmo esta: vinho e mulheres e ninguém fala noutras virtudes desta nação como a cultura (sem ser o fado) ou as imensas paisagens tanto no interior como no litoral que não são divulgadas lá fora, sabe-se lá porquê não são divulgadas nos grandes guias de viagens e Lisboa está literalmente entulhada de turistas e mal se respira em Lisboa.

Voltando ao assunto de Espanha, o que aqueles estudantes fizeram em Espanha na viagem de finalistas que foi de lamentar e para ajudar a festa apareceu uma mãe de um dos alunos que disse que aquele comportamento foi normal e os hotéis e outros estabelicimentos afins em zonas de praia recusam viagens de finalistas por temerem cenas semelhantes àquelas que aconteceram em Espanha e estes mesmos alunos e esta mãezinha que também é professora vem dar ainda mais razão ao Jerónimo da Holanda que Portugal é um país e devassidão e vício. E esta mãezinha e professora é professora do ... sistema público (que surpresa) e pela idade é da chamada "geração rasca", mas vou entrar em detalhe neste desastre de Espanha com mais detalhe noutro artigo.

Curioso ver os políticos da república virem a terreiro defenderem a honra da república como esta fosse uma virgem ofendida, quando na realidade o Jerónimo da Holanda disse a verdade, embora na terriola dele não sejam nenhuns santinhos e também é terra de vício embora, os vícios estejam devidamente enquandrados por medidas legais como prostituição legalizada e com todos os direitos sociais como um qualquer trabalhador; cannabis liberalizada mas que não pode sair do território holandês e pasmem-se....o alcóol é taxado na concentração por litro e não por hectolitro como acontece em Portugal e por isso se houve falar em menos casos de mortes associadas aos vícios porque os holandeses no geral e pelo que tenho conhecimento sabem quando chega  a altura de parar de consumir o que seja ligado aos vícios e devido a fiscalidade liberalizada que existe em Portugal sobre o alcóol é ver a miséria pelas ruas de Lisboa.

E ficam as minhas crónicas perguntas: Porque os políticos da república portuguesa ficaram ofendidos com a verdade? Não gostam da verdade? Mas se a Holanda tem a sua dose de devassidão qual a moral do Jerónimo da Holanda para criticar os outros?

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publicado por tron às 23:10
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06
Abr 17

O novo imposto Coca Cola se revelou um grande maná não só para o Estado bem como para a chamada distribuição porque usa-se da lei que aplica imposto sobre o açúcar na concentração de açúcar por litro para aumentar os preços de uma forma que se pode considerar pornográfica enquanto as bebidas alcoólicas, estas sim causadoras de milhares de mortes em Portugal, nada sofrem.

Agora indo ao detalhe: na distribuição, as bebidas açucaradas levaram o aumento devido ao dito imposto, mas quase de uma forma irónicas as bebidas sem açúcar ficaram no mesmo preço das bebidas açucaradas e apenas duas cadeias de distribuição fazem o preço diferenciado como mandam as as regras: El Corte Inglés e Lidl; todos os os outros colocam a cola sem açúcar ao nível da normal com açúcar em termos de preços e as entidades de fiscalização, como sempre, dormem.

Resultado, quando quero refrigerantes vou aonde não sou assaltado nos preços e o que me deixa chocado é ver nas ruas de Lisboa os danos causados pelo consumo e abuso de bebidas alcoólicas que cada vez são mais e não são apenas os portugueses a serem afectados e também já são os estrangeiros afectados por esta praga que ninguém tem vontade de parar, enquanto isto, atacam a coca cola como a grande vilã; quando o vilão é outro.

Dentro desta luta de taxinhas, uns cumprem e outros abusam e ninguém toma a mínima atitude para controlar estes abusos, e estes abusos me lembra quando foi a entrada do euro e todos resolveram dobrar o preço dos produtos em venda, sobretudo na hotelaria e aonde estava a ASAE.... estava desaparecida em combate, sem ninguém fazer nada e os otários a pagarem.

Esta república dos bananas que tem um presidente que é uma versão gourmet do Tino de Rans e que pouco ou nada diz ao governo da geringonça, vai continuar assim enquanto houverem bananas que aparem este jogo e eu não sou um destes bananas que aparam este jogo das taxinhas abusivas e contra elas nada é feito e a carneirada republicana aceita estas taxinhas de forma submissa e poucos ou nenhuns se manifestam contra estes abusos mostrando a imagem de um país de mansos, que dividem entre gerigonços e não-gerigonçosos e os gerigonços têm traços de ditadura de esquerdalha manhosa e abusiva.

Não sei como deixaram esta situação chegar a este ponto, mas vamos ver se vai haver mais alguém a contestar de forma activa esta forma estranha de cobrança de um imposto abusivo e que nunca deveria de existir quando se deveria de mudar a taxação das bebidas alcóolicas que estas sim fazem mais danos na sociedade do que um litro de coca-cola. Mas esta república dos bananas que vive de interesses não vai tocar nesse grande lobby que é o lobby do alcóol que é uma das principais exportações nacionais e um dos cartões de visita de Portugal de tal forma que o presidente do eurogrupo disse que Portugal é um país de p... e vinho verde.... e os poderosos chefões da república ficarm logo todos ofendidos apenas por ouvir a verdade.

E como sempre ficam as minhas perguntas: Aonde estão as autoridades de fiscalização? Quem explica de forma clara o imposto coca-cola? Porque não colocam o imposto sobre o alcóol ao mesmo nível do imposto coca-cola, ou seja, alcóol por litro em vez de ser por hectolitro? Quem ganha e quem perde nesta história?

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publicado por tron às 16:31
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música para pensar: Vampiros - Zeca Afonso
26
Mar 17

Numa quase sequela do artigo anterior me vou debruçar desta vez sobre a ausência de novo material circulante e/ou de peças de substituição para o presente material dos transportes ferroviários, tanto do metro como dos comboios, sobretudo da CP.

Como deve ser do conhecimento geral, quem fazia este tipo de material era a extinta Sorefame que depois de ter sido nacionalizada na sequência da revolução dos cravos e depois reprivatizada nos tempos de Cavaco Silva como PM e no ano 2001 em pleno reinado de Guterres foi extinta e por isso se deixou de fabricar material criculante ferroviário em Portugal bem como as suas peças de substituição.

O declínio da mesma empresa veio com a nacionalização e depois com a necessidade de renovação do material circulante, mais a privatização deu nova vida a mesma empresa, todavia as reestruturações e a falta de encomendas ditaram o seu fim, mas as chamadas poupanças e criação de novos tachos como a EMEF (que apesar de reparar os comboios não produz peças ou composições) aceleraram o seu fecho e com casos de falhas de material circulante como no metro de Lisboa ou na Linha de Cascais ou noutras linhas da CP o seu renascer se tornou mais do que urgente.

Acontece que se falou no passado recente em fundos europeus para a renovação da rede ferroviária nacional tanto nas linhas como no material circulante e até agora nem Passos Coelho e muito menos a Gerigonça se preocuparam com esta mesma renovação e com dois partidos ecológicos na gerigonça (PEV e PAN) é de estranhar como não se voltou a falar no assunto e num assunto tão estratégico é de estranhar os silêncio dos sucessivos governos e ao mesmo tempo se têm dedicado em investir em estradas quando quase de uma forma hipócrita, Portugal é signatário do protocolo de Quioto para redução das emissões de efeito de estufa.

A necessidade de haver uma instalação fabril de indústria pesada em Portugal já tem sido mencionada aqui neste blog noutros artigos mais antigos, mas nunca deixou de ser actual e com o desgaste e a falta de material circulante nos transportes ferroviários esta necessidade de instalações de industria pesada cada vez é mais fundamental e espaço não falta e se faltar know-how, então que se importe este mesmo know-how e não se percam energias em coisinhas de nada e outros carnavais porque tal como foi com a tragédia de Alcafache, só vão acordar para as condições do material circulante quando acontecer uma tragédia ou uma série de acidentes trágicos.

E infelizmente assim vai ser, para mal desta nação e não podem falar de falta de espaço porque as instalações da Sorefame estão ao abandono e não em vista nem ideias e muito menos futuros concessionários que usem o espaço nem que seja no regime de concessão para o efeito que foram construídas, ou seja, a construção de novo material ferroviário circulante e respectivas peças de substituição para que não hajam problemas de serviço ou canibalização de composições como é o que acontece tanto com o metro de Lisboa bem como com os comboios em Portugal.

Não sei agora coma gestão municipal do metro de Lisboa como é que esta situação vai ser resolvida ou se a situação da CP vai ser resolvida em relação a estas faltas ao que se acrescenta a falta de funcionários para suprir as reformas nas ditas empresas e ao mesmo tempo não é conduzida qualquer operação de recrutamento seja via concurso público ou através do IEFP e vos confesso que não sei quando é que esta situação vai ser resolvida e porque para este problema da falta de pessoal ser resolvido também tem que ser resolvido a falta de material e a necessária fábrica vai precisar de pessoal, ou seja, situações de pescadinha com rabo na boca que vão depressa se tornarem em nós górdios mas que não vai existir nenhum Alexandre Magno para os cortar.

Este estado de coisas não sei quando vai acabar, mas uma coisa é certa, a situação nos transportes ferroviários tem que ser resolvida e quanto mais tempo passa, mais urgente se vai tornando e eu como cidadão preocupado e utilizador dos mesmos transportes ferroviários fico a espera o que vem por aí nos tempos futuros que espero serem de mudança neste sector embora eu pense já que esta mudança nunca passará de uma utopia.

Como sempre deixo as minhas perguntinhas quase sempre sem resposta: Para quando o melhoramento da rede ferroviária? Se existem fundos para estas obras necessárias, porque não as fazem? Afinal para que servem os nossos impostos?

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Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta

 

 

publicado por tron às 18:06
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16
Mar 17

Mais um trabalho de campo quase feito por acidente e que vai servir de crítica ao transporte público de Lisboa com mais utilizadores em termos médios e ao mesmo tempo com as piores estruturas e os piores acessos que se possam imaginar.

O problema não é de agora e já vem detrás e com as sucessivas expansões de rede se tem tornado mais visível aos olhos de todos sejam turistas ou simples utilizadores do metro e começo pelas expansões mais recentes como Santa Apolónia e São Sebastião II (esta última faz parte da linha vermelha) que simplesmente não têm um túnel de saída para o comboio do metro mudar de via ficando este apenas numa das vias e depois na hora de ponta é a bela da confusão a uns querem entrar e outros sair ao mesmo tempo, o que é terreno fértil para os carteiristas.

Depois é ausência de elevadores para o exterior na maioria das estações e fico a pensar porque não os fizeram quando o metro esteve fechado na grande expansão do metro por alturas da Expo'98 dado que a rede esteve toda encerrada devido a estes mesmos melhoramentos e neste encerramento poderiam ter feito não só os acessos para utentes com problemas de mobilidade, bem como o alargamento dos cais mais curtos, bem como a construção das expansões abertas na fase pós-Expo com os devidos acessos e túneis para mudança de via.

Acontece que não fizeram nada destas obras necessárias e apenas uma mão cheia de estações tem acessibilidades para pessoas com problemas de locomoção e não são raras as vezes que os elevadores estão avariados ou estão localizados em átrios que têm horário de fecho diferente dos átrios principais e nem foram esticados os túneis dos novos terminais de forma ao permitir a mudança de via por parte dos comboios e nem a estação Arroios foi aumentada para que esta suportasse as composições com 6 carruagens e como tal na Linha Verde só existem metros com 3 carruagens e esta situação faz com que os utentes das outras estações que já são compatíveis com as composições de 6 carruagens tenham que se transformar em recordistas dos 100 metros porque quando um metro se desloca no sentido Cais do Sodré - Telheiras, as composições parem no lado norte da plataforma e no sentido inverso parem no lado sul da plataforma e quando se entra nas estações da inha verde no lado oposto ao sentido para que se pretende ir pode acontecer que os utentes se transformem numa espécie de Usain Bolt do Metro de Lisboa.

Até que entendo que esta nova administração municipal do metro ainda não tenha lançado as mãos a obra porque apenas tem mês e meio de existência, mas também ainda não ouvi falar em nenhum projecto para resolver este problema que já tem barbas e os tempos de espera têm tido uma tendência para aumentar porque ainda ninguém resolveu o que está mal e ainda antes da passagem para a gestão municipal foi colocada em cima da mesa o encerramento temporário da estação Arroios para seu melhoramento, mas acontece que quem a usa foi logo contra e como a junta de freguesia é da Gerigonça a ideia foi lgo esquecida, mas se esqueceram dum pequeno grande detalhe: as estações Intendente, Anjos e Arroios praticamente estão em cima uma da outra porque os átrios secundários vão desembocar muito próximo do átrio principal da seguinte: Intentendente - Anjos e no átrio secundário uma da outra Anjos - Arroios e a distância do átrio único da Alameda não é muito grande para o átrio principal de Arroios e a obra poderia ser feita em tempo útil como foi feito o alargamento da estação Areeiro e não nos podemos esquecer que nesta mesma estação não só existe interface directo com a Carris como existe com os autocarros da Rodoviária e interface indirecto com a estação de comboios Roma-Areeiro e ninguém reclamou quando a estação Areeiro esteve fechada.

E não sei porque não fecham a dita estação para pelo menos aumentarem a superfície do cais porque no ano passado quando se realizou a Websummit no Parque das Nações fecharam a dita estação para que a linha verde acolhesse composições de maiores dimensões e todos calaram-se nem sei porquê, talvez porque foi para mimar turistas e hipsters porque se fosse para as desejadas obras de alargamento cairia o Carmo e a Trindade.

E nem volto a falar nos elevadores em todas as estações ou melhoramento dos terminais de cada linha de forma a evitar caos e confusão porque isto talvez aconteça quando acontecer em Lisboa uma outra Expo ou um evento desportivo de massas como um europeu de futebol, mundial de futebol ou mesmo uns jogos olímpicos porque se nada acontecer, a porra do metro de Lisboa via ficar na mesma mesmice a espera que algo aconteça.

Ficam as minhas perguntas: Porque não melhoraram o metro quando este esteve encerrado na expansão feita para a Expo'98? Estão a espera do quê para melhorar as estações do metro? Tem que acontecer outro europeu de futebol para melhorarem a rede? Que obras foram estas que andaram a fazer e a não fazer?

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publicado por tron às 13:30
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