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04
Nov 17

A overdose de turismo em Lisboa que chega ao ponto de uma pessoa dizer palavrões para tanto turista que deixa os transportes públicos sem condições para serem utilizados porque ficam sobrelotados de turistas e os lisboetas sejam eles naturais de Lisboa ou lisboetas por empréstimo e ninguém pode entrar tendo que esperar vários minutos quando não chega a horas para poder ir trabalhar our ir para casa.

Mas este nem é o probema mais grave da overdose de turismo, o mais grave são as leis do arrendamento urbano que têm sido criadas pelo menos desde dos tempos de Santana Lopes passando por Sócrates Pinto de Sousa nº 44 e Passos Coelho ao que se junta a gerigonça; o problema que vos falo é o aumentar brutal dos despejos de famílias das suas casas sobretudo nos bairros históricos com o simples propósito de as alugar a turistas para rendas de curta duração.

Os números de despejos atingiram um número absurdo de 5 famílias perdem a sua casa todos os dias em despejos devido aos aumentos de renda brutais que servem como alavanca para estes mesmos despejos que está a estropiar a Lisboa histórica e a empurrar os lisboetas para fora de Lisboa ou com sorte para os bairros periféricos da capital onde ainda não chegou a overdose dos turistas que tomou de assalto a cidade de Lisboa.

Me dá uma raiva ver que o trabalho de reconstrução do Marquês de Pombal e da equipa que ele reuniu depois da tragédia do grande terramoto de 1 de Novembro de 1755, passam hoje 262 anos, cair por terra porque cada vez mais a Baixa e o centro da cidade a ficar deserto o que torna a actual geração de políticos e proprietários lisboetas uns verdadeiros ingratos perante a obra do Marquês que era tornar a baixa habitável.

Nunca se sentiu tanto como agora, o abandono da Baixa e dos bairros típicos que depois da noite ficam transformados em autênticos desertos, e os bairros típicos vão sendo tomados pelos estrangeiros enquanto os portugueses vão ficando sem casa e até sem abrigo porque aquelas pensões manhosas que serviam de refúgio aos desabrigados estão a ser transformadas em hostels e residenciais mais caras, enviando estes desgraçados para a rua.

A constituição da república portuguesa defende o direito inabalável a habitação condgigna e nos 20 anos perdidos da república e nem com Marcelo, nenhum presidente da república travou as sucessivas leis do arrendamento urbano que apenas tiveram e têm um objectivo: o despejo sumário de inquilinos e a retirada do direito inabalável à habitação condigna.ao assinar de cruz as várias leis dos despejos.

Com estas leis dos despejos que nunca foram pensadas nos tempos do Estado Novo onde apesar da miséria latente e dos bairros de lata, haviam também as vilas operárias e se os turistas queriam dormida ou iam para os hotéis ou então para as residenciais e deixavam as casas e os quartos particulares para quem precisasse deles e nunca iam ara turistas de pé descalço que até era coisa não existia na altura e os poucos que começaram a aparecer com as primeiras sementes do rock e com o Vilar de Mouros ficavam no campismo.

Agora com a invasão dos turistas e as leis dos despejos o direito a habitação ficou esquecido e os vários presidentes da república que têm assinado de cruz as várias leis dos despejos se esquecendo que juram defender a constituição e a fazer cumprir, mas no final das contas se esquecem do juramento que fazem ou estão am prejúrio porque com esta amnésia permitem que o direito à habitação condigna seja roubado do povo de forma descarada e aos olhos de todos em nome do novo ópio de autarcas e proprietários com poucos ou nenhuns escrúpulos: o turismo.

E como sempre deixo as minhas perguntas de sempre: Se a habitação é um direito que nos é assegurado pela constituição, então porque nos é roubado? Porque não controlam o turismo descontrolado que tomou as principais cidades de Portugal de assalto? Quem ganha com estas violações a CRP? Que raio andam os presidentes da república a fazer? Que porcaria andaram os governos a fazer?

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publicado por tron às 13:06
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
16
Out 17

Constança Urbano de Sousa, ministra que tem a pasta administração interna, está cada vez mais em estado de desgraça com a tragédia dos incêndios onde não assume a clara responsabilidade política porque em dois anos de Geringonça não fez nada para que este martírio fosse pelo menos minimizado e cada vez se torna mais trágico e quando não é a tragédia dos incêndios é a situação social das forças das ordem que segundo as associações sindicais está pior do que nos tempos da troika.

Constança Urbano de Sousa está para o MAI como estiveram Alberto Costa ou Manuel Pereira (famoso por ter sido o ministro por detrás do Sexos e Molhados), resumindo, uma incompetente encartada que nunca deveria de ter pisado o soalho de S. Bento a não ser como visitante porque de resto nem para empregada de limpeza serviria porque a incompetência desta senhora é de bradar aos céus e maior estúpido foi quem a nomeou .

Quando aconteceu a tragédia de Entre-os-Rios a pressão popular foi o suficiente para que o ministro das obras públicas da altura: Jorge Coelho tivesse a dignidade de se demitir, agora com a tragédia dos incêndios e com os relatórios e um desgoverno que não assume as culpas dos erros na prevenção dos fogos que todos nós sabemos serem de origem criminosa e com tanto dinheiro que existe dos impostos e que nos tem caído no colo dos fundos europeus não me venham dizer que não tem forma de investir na prevenção por que com a carga fiscal que existe em Portugal não me venham dizer que não poderiam investir a fundo na prevenção.

Uma das formas seria pegar nos beneficiários do RSI e lhes dando transporte e comer e colocar-los a limpar a floresta durante o Inverno e Primavera e depois aí queria ver se aqueles romenos que adoram andar de borla no metro de Lisboa se não davam o pisganço de Portugal porque esta gente tem fobia ao trabalho e ao mesmo tempo os que quisessem trabalhar na limpeza das matas e florestas faziam um serviço a nação.

Estou farto do desgoverno da Gerigonça, sobretudo da ministra Constança Urbano de Sousa que não há meio de sair do desgoverno e as comunicações falham por todos os lados ao ponto de nem o 112 estar a funcionar devido ao elevado número de fogos deste fim-de-semana e o pedido desesperado de ajuda de centenas de portugueses que não sabem o que hão-de fazer quando se encontram cercados pelo fogo e não encontram qualquer saída.

Os bombeiros atingiram o ponto de ruptura, tal como no último verão e vão começar as correntes de ajuda aos soldados da paz, mas nem a incompetente, nem o usurpador e muito menos o fala-barato apareceram quando deveriam de aparecer não aparecem e assim mostram o quão são incompetentes e sobretudo inúteis a sociedade como seres humanos e que não têm nível para desempenhar o cargo para o qual foram nomeados.

Felizmente tive a sã consciência de não votar em nenhum deles e com nabos como estes nos cargos de poder depois admirem-se que hajam abstenções de 40% ou mesmo 50% nas eleições municipais, obrigado, as pessoas estão fartas da fétida república que cheira pior que uma perna com gangrena e que já chegou a hora de ser amputada e ser trocada por outra perna mais útil para a nação.

Na hora que estou a escrever este artigo já temos que amargar com 31 mortos causados pelos incêndios para não falar nos prejuízos materiais e nas estradas e vias férreas cortadas por causa dos incêndios e um bebé desaparecido, provavelmente morto.

Começo a ficar a ferver com tamanha incúria de um governo ou melhor desgoverno que se limita a governar conforme os sindicatos que são comandados pelos braços da gerigonça em vez de governar como um desgoverno de minoria se baseando em pactos de regime ou negociando lei a lei e foi assim que Guterres se aguentou 4 anos sem sofrer muito por parte da oposição.

O presidente da república mostra a sua inutilidade estando calado não se mexendo nem reagindo, nem sei como consegue dormir com a nação neste estado e se a senhora Constança continuar no governo, não sei se terão que ser tomadas medidas mais drásticas que levem a resolução ao problema dos fogos que nos assola de uma forma trágica que já ultrapassou todos os limites do tolerável e o presidente da república que se diz supremo magistrado da nação tem que puxar dos galões senão podemos o considerar como cúmplice desta incúria que já causou dano demais para uma nação tão pequena e os incêndios que se registam no Minho já passaram a fronteira.

O mesmo presidente da república que é comandante supremos das forças armadas não ordena nem ordenou que a força aérea use meios para combater os fogos como se faz nos EUA, mas nos EUA nem é preciso o Trump assinar seja o que o for, basta o pedido dos bombeiros locais ou do presidente de uma câmara municipal ou mesmo governador estadual e não é preciso o presidente mobilizar os meios. No caso dos EUA se as FA têm que ir ajudar, vão e mais nada e aqui em Portugal é preciso a ordem do chouriço de Belém.

Se um qualquer oficial da Força Aérea em sã consciência do seu dever de defender a pátria mande um grupo de homens ou um avião de combate a fogos sem a devida autorização do pastel de Belém é logo considerado um acto de insubordinação e o mesmo militar seria sumariamente despedido do seu cargo e os incompetentes continuavam o banquete que têm tido a nossa conta nos últimos anos e os otários a aparar esta orquestra que está a pedir para ser corrida e depois não se admirem que possam aparecer uns quantos a pedir que o Salazar volte ou que se faça algo de drástico porque ninguém tem a coragem para o fazer.

Como sempre ficam as minhas perguntas: Porque raio o presidente da república não toma medidas como ordenar que a Força Aérea ajude no combate aos fogos? Porque a ministra Constança não se demite? Porque o Presidente do Conselho ainda a mantém como ministra? Quem ganha com esta situação? Quantos mais têm que morrer para que hajam medidas drásticas? Estão espera de quê para se mexerem? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente?

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publicado por tron às 12:43
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música para pensar: Alma Mater - Moonspell
12
Out 17

A saga do busto roubado do escritor inca Gracilaso de La Vega continua na freguesia de Arroios.

Apesar de me ter mudado para outro lado da cidade de armas e bagagens, ontem tive que ir resolver um assunto nas proximidades do Campo dos Mártires da Pátria ou Campo de Santana e qual o meu não-espanto ao ver que ainda não resolveram o acto de vandalismo que foi o roubo do busto do escritor peruano de origem inca Gracilaso de La Vega.

O pilar continua vazio e com claros sinais de vandalismo e de roubo do mesmo busto que la estava desde 1984 e algum idiota roubou para vender como sucata ou colocar em alguma floreira de um gosto demasiado kitsch para ser considerado de bom gosto e nem um busto de gesso meteram para substituir o busto de bronze que foi roubado e enquanto isto, a presidente de junta de Arroios mostra mais interesse em festas de origem asiática do que nos ícones culturais da junta mesmo que estes já façam parte da mesma, mesmo quando a junta da Pena era uma freguesia independente.

Esta situação numa cidade que tem como seu ópio o turismo é para além de péssima e assim se mostra a incompetência dos autarcas que temos, sobretudo os que são escolhidos da área da Gerigonça porque as colheitas mais recentes não têm sido das mais famosas e têm sido piores do que colheitas de vinho em anos de seca ou algo parecido.

Este caso do busto não é caso único na junta de Arroios em termos de incompetência, é apenas mais um de entre muitos e ainda por cima foram escolher mesma gestão para mais quatro anos, o que prova que os eleitores da junta em questão ou são idiotas ou então são masoquistas e como um amigo meu brasileiro me ensinou uma vez: "Cada um tem o governo que merece, pois que o escolheu numa eleição" e esta frase é terrivelmente assertiva nestas eleições municipais.

 Já postei fotos aqui e no Facebook da situação e cheguei ao ponto de me fartar postar fotos de uma situação que ninguém vai resolver ou está com vontade de resolver porque a preocupação e a presente  presidente da junta de Arroios tem outras preocupações como fazer publicações para as minorias ou festivais alternativos em vez de corrigir as feridas da junta; enfim o normal.

Nem vou acrescentar muito mais a este artigo a não ser uma pergunta: Quando é que esta situação está resolvida?

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publicado por tron às 01:23
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07
Ago 17

Esta coisa que em teoria serviria para as comunicações dos serviços de emergência, tem vindo a dar barraca desde da sua criação que foi uma Parceria Público-Privada entre o desgoverno de Guterres e a Portugal Telecom do Sr. Bava e quem assinou por parte do desgoverno foi o ministro da administração interna da altura, um tal de António Costa, e do lado do consórcio do SIRESP havia uma tal de Constança Urbano de Sá.

Os governos têm passado e com a miséria como estão as florestas da nação chamada Portugal e com os vários interesses escondidos no negócio do combate aos incêndios e uns anos há mais danos causados outros nem por isso porque vai existindo alguma coordenação no combate ou menos área para ser queimada, entre outrtas varíaveis; mas acontece que este ano a tecnologia fornecida pela PT tem metido mais água do que a defesa do Sporting e com consequências graves.

Devido a negligência em que se encontra a floresta em Portugal e com a plantação selvagem de eucaliptos, o conceito de época de incêndios entrou depressa no léxico nacional, sendo algo tão típico como a época dos morangos ou as festas de Verão como as festas de Lisboa; e este ano os números voltam a entrar nas trevas da tragédia humana ao mesmo tempo que esta nação tem um governo negligente e não venham por a culpa no governo anterior porque quem assinou o contrato do SIRESP foi o PS.

Os governos, melhor, os desgovernos têm passado e o problema chamado SIRESP tem vindo a se agravar ao longo dos anos e as recentes tragédias do Pedrogão e de Mação vieram provar que este sistema de comunicações nunca deveria de ter sido implementado e que os desgovernos deveriam de ter optado por soluções mais simples como rádio-transmissão militar ou telefones satélites seriam mais eficientes do que usarem rede de telemóvel e com as antenas próximas ou instaladas em árvores (engnheiros geniais) e esta mesma rede assim que as coisas aqueceram .... o SIRESP deu simplesmente o berro, num contrato que custa milhões de euros ao erário público todos os anos e nenhum governante tem coragem para dar um murro na mesa e acabar com a mama.

Pelo que se sabe um dos ramos da gerigonça já começou a questionar a atitude do desgoverno, mas o lado estalinista ou como alguns chamam "social-fascista" está a dar cobertura ao desgoverno do Führer Costa e a "verdadeira" oposição atirou-se que nem gato a bofe ao desgoverno, ao ponto de pedir a demissão da ministra das festas e dos cocktails devido a esta ser responsável pela actual situação da protecção civil, mas longe de ela ser a única responsável; e não é a única porque existem outros responsáveis que não dão tanto nas vistas porque as falhas ou não causaram tantos danos ou foram menos escrtuinados pela imprensa.

É um facto claro que a ministra falhou e tem que assumir as culpas e uma da forma de corrigir o erro era acabar com o SIRESP e se usar um sistema de comunicações mais simples como telefones por satélite ou rádiuo-transmissões militares e estas últimas ficariam de graça ao desgoverno pois se trata de um serviço da sua alçada e sempre o batalhaão de comunicações poderia puxar dos seus galões e sabemos que este mesmo batalhão teve papel-chave no 25 de Abril.

Todavia desde da entrada no euro ou mesmo na sua projecção esta nação se meteu a gastar dinehiro como não houvesse amanhã e o Euro 2004 foi apenas uma parcela de uma conta muito maior cujo maior alimento foram as PPP's tão queridas dos governos socialistas e que não passam de buracos negros cósmicos para que o dinheiro dos contribuintes e dos fundos europeus se suma sem saber para onde.

 Solução imediata na minha opinião, como eu ja disse, seria o fim unilateral do SIRESP antes que hajam mais tragédias porque esta nação já tem a sua dose de tragédias ligadas aos incêndios florestais e a negligência a que estão votadas as florestas nacionais e já que não existe profilaxia anti-incêndios, então que haja medicação eficiente e esta mesma eficiência passa pelo fim do SIRESP.

E ficam as minhas perguntas como sempre sem resposta: Quem ganha e quem perde com o SIRESP? Quando cortam de vez com esta maldita PPP? Estão a espera que hajam mais tragédias?

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publicado por tron às 12:40
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música para pensar: Money - Pink Floyd
24
Jul 17

Há coisa de um mês aproximadamente reparei que o busto de Gracilaso de la Vega - O Inca, tinha sido cortada do pilar onde se encontrava desde da sua construção em 1984 no final do segundo mandato de Nuno Krus Abecassis como edil de Lisboa e na sua saga para haver uma união de cidades em que cultura latina fosse o ponto de união entre as várias cidades.

Desde então têm passado vários edis pela CML e vários presidentes de junta de freguesia, tanto na extinta J.F. da Pena como agora na união de freguesias de Arroios onde desde do início da actual edilidade tem sido dirigida por Margarida Martins, antiga figura maior da ONG Abraço.

Embora o busto de Catarina de Bragança (Esposa de Carlos II de Inglaterra) tenha tido o seu busto retirado para manutenção e limpeza e tenha sido reposto alguns meses depois, no caso do busto de Gracilaso de la Vega, que era de bronze maciço, ao contrário do busto de Catarina de Bragança que era feito numa espécie de rede metálica e o busto do escritor barroco peruano de origem hispano-inca era de bronze maciço e nota-se numa foto que tirei de lado que o busto foi arrancado e não cortado de forma linear como fizeram com o busto de Catarina de Bragança.

Não sei quem fez isto ou se com sorte retiraram o busto de O Inca para uma possível manutenção (o que sinceramente duvido) porque o tronco que estava a entrada do jardim do Campo dos Mártires da Pátria está em avançado estado de decomposição e ninguém faz nada para pelo menos reconsttruir a mensagem lá escrita ou colocar um novo tronco com a mesma inscrição mas com tratamento contra decomposição.

Vos vou postar aqui as fotos e aguardo a vossa opinião, mas deixo apenas uma pergunta:

Aonde foi parar o busto de Gracilaso de la Vega - El Inca?

 

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publicado por tron às 17:17
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música para pensar: Lisboa não Sejas Francesa - Amália Rodrigues
11
Abr 17

O preseidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloren, que é socialista disse ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que Portugal era um país onde se gastava muito dinheiro em mulheres e vinho e indo por um vernáculo comum em Portugal podemos traduzir a frase do chefe do eurogrupo como Portugal sendo um país de p... e vinho verde e ele, infelizmente tem razão.

E tem razão porque basta dar um passeio pela baixa de Lisboa e em quase todas as esplanadas da baixa de Lisboa temos nas mesas garrafas de vinho verde servido aos turistas com vários malabraismos e quando não são os turistas é ver as tascas cheias, não para o McDonald's do Tuga que é a patanisca e a sopa (normalmente caldo verde), mas sim para encher de bebidas alcóolicas e boa parte dos clientes das tascas benificiam de algum apoio social e no caso das mulheres, basta ver que as empregadas dos cafés e restaurantes da baixa não foram escolhidas por terem alguma hablitação linguística, mas sim apenas pela sua aparência.

E este artigo acaba por ser uma espécie de dois em um porque vou fazer uma referência ao que aconteceu naquele hotel em Espanha onde um grupo de adolescentes com cérbero de anémona fizeram estragos e que vem dar uma certa razão ao Jerónimo da Holanda e depois vou lá voltar.

Ainda no ponto de vista do político socialista que não deixa de estar longe da realidade porque a imagem que Portugal tem lá fora é mesmo esta: vinho e mulheres e ninguém fala noutras virtudes desta nação como a cultura (sem ser o fado) ou as imensas paisagens tanto no interior como no litoral que não são divulgadas lá fora, sabe-se lá porquê não são divulgadas nos grandes guias de viagens e Lisboa está literalmente entulhada de turistas e mal se respira em Lisboa.

Voltando ao assunto de Espanha, o que aqueles estudantes fizeram em Espanha na viagem de finalistas que foi de lamentar e para ajudar a festa apareceu uma mãe de um dos alunos que disse que aquele comportamento foi normal e os hotéis e outros estabelicimentos afins em zonas de praia recusam viagens de finalistas por temerem cenas semelhantes àquelas que aconteceram em Espanha e estes mesmos alunos e esta mãezinha que também é professora vem dar ainda mais razão ao Jerónimo da Holanda que Portugal é um país e devassidão e vício. E esta mãezinha e professora é professora do ... sistema público (que surpresa) e pela idade é da chamada "geração rasca", mas vou entrar em detalhe neste desastre de Espanha com mais detalhe noutro artigo.

Curioso ver os políticos da república virem a terreiro defenderem a honra da república como esta fosse uma virgem ofendida, quando na realidade o Jerónimo da Holanda disse a verdade, embora na terriola dele não sejam nenhuns santinhos e também é terra de vício embora, os vícios estejam devidamente enquandrados por medidas legais como prostituição legalizada e com todos os direitos sociais como um qualquer trabalhador; cannabis liberalizada mas que não pode sair do território holandês e pasmem-se....o alcóol é taxado na concentração por litro e não por hectolitro como acontece em Portugal e por isso se houve falar em menos casos de mortes associadas aos vícios porque os holandeses no geral e pelo que tenho conhecimento sabem quando chega  a altura de parar de consumir o que seja ligado aos vícios e devido a fiscalidade liberalizada que existe em Portugal sobre o alcóol é ver a miséria pelas ruas de Lisboa.

E ficam as minhas crónicas perguntas: Porque os políticos da república portuguesa ficaram ofendidos com a verdade? Não gostam da verdade? Mas se a Holanda tem a sua dose de devassidão qual a moral do Jerónimo da Holanda para criticar os outros?

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publicado por tron às 23:10
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música para pensar: Dead on Two Legs - Queen
02
Out 16

O hermano español do Führer António Costa em termos políticos caiu em desgraça em termos políticos porque por um lado não soube aceitar a derrota nas eleições gerais em Espanha no último Verão que deram uma vitória folgada ao PP de Mariano Rajoy, mas sem a tão maioria absoluta para formar governo e mesmo coligado com os liberais-centristas do Ciudadanos a consegue alcançar porque faltam 9 deputados para formar a tal maioria.

Acontece que as elites do PSOE nunca foram a bola com Pedro Sánchez (o hermano de Costa) e depois das últimas gerais espanholas deram uma espécie de recomendação/ordem para que quando fosse a votação do governo do Ciudadanos e do PP o mesmo PSOE se abestivissem bem como nas leis fundamentais depois de negociação parlamentar prévia como o caso dos Orçamentos do Estado.

A maior bronca foi dada por Felipe Gonzáles, histórico do PSOE e um dos socialistas ainda activos do tempo da chamada transição democrática e que viveu de perto a tentativa de golpe de estado de 1981 que queria o regresso da ditadura em Espanha quando este disse na imprensa que o próprio Sanchéz iria viabilizar o governo do PP e do Ciudadanos eleito neste Verão e depois deu o dito pelo não dito ao que se pode acrescentar derrotas nas eleições provinciais espanholas que se bandearam para o lado do PP ou dos seus aliados regionais em termos de coligações de governo.

Pedro Sanchéz ainda tentou a realização de eleições primárias dentro do PSOE tal como António Costa fez no PS e deu a facada nas costas de António José Seguro e na última quarta-feira o Comité Executivo do PSOE se demitiu em bloco e Sanchéz caiu do poleiro entrando agora o seu partido em autogestão e uma das vozes que estão contra Sanchéz nesta sua teimosia contra a aprovação do governo de Rajoy é a presidente da Junta da Andaluzia, Susana Diaz que pregou mais um prego no caixão ao duvidar da legitimidade de Lopéz como líder dos socialistas espanhóis.

Com esta zarzuela com toques de absurdo gostava de saber o que se passa na cabeça do ainda líder dos socialistas esapnhóis ao não viabilizar um governo que para ser viabilizado apenas precisa de mais 9 deputados a votarem a favor do que aqueles que já tem garantidos e ao mesmo tempo no espaço entre as duas eleições gerais espanholas e se este senhor Sanchéz tivesse estudado bem os resultados das duas eleições gerais espanholas que se realizaram este ano poderia ver que a semente da Gerigonça espanhola foi sendo desbaratada em termos eleitorais porque até o senado já estava perdido e só faltavam as cortes e pelo andar da carruagem o PP até que poderia dispensar o Ciudadanos porque com a perda constante de votos por parte do Podemos e do PSOE, o PP chegaria a tão ambicionada maioria absoluta.

Em Madrid cuja a Alcaide foi eleita por uma franquia da Gerigonça Espanhola já teme pelo seu lugar porque os barões do PSOE ao contrário dos daqui não gramam os trotskistas nem com molho de tomate, sobretudo o Podemos e estão em pulgas para se livrarem do emplastro chamado Pablo Iglésias e com a queda provável do Ayuntamento de Madrid se avizinha uma hecatombe para os socialistas espanhóis e Sanchéz nunca vai ganhar estatuto de barão dentro do PSOE como tem Felipe Gonzalez ou Zapatero.

Esta queda de Pedro Sancéz é o fim do sonho da Gerigonça Ibérica e vamos ver se esta mesma queda não irá ter efeitos de contágio sitémico do lado de cá da fronteira onde somos governados por uma gerigonça e a mesma já está a abrir rachas e já estamos no mês de Outubro que normalmente é o mês em que se discute e vota-se o Orçamento do Estado no ano civil seguinte e até agora nada foi feito, embora sei que o início de Outubro tenha calhado num fim de semana, mas mesmo no final de Setembro já se poderiam ter umas ideias alinhavadas e até agora népias a não ser austeirdade para os hospitais, ordenados repostos nos funcionários públicos e aumento dos bónus aos políticos.

Vamos ver se queda de Pedro Sanchéz não vai se sentir em Portugal porque a Gerigonça já viu dias bem melhores do que se vêem hoje em dia.

E ficam as minhas perguntas: O desmanchar da gerigonça espanhola vai-se reflectir em Portugal? Se se reflectir quais serão as consequências? Porque Pedro Sanchéz não reconheceu a derrota e saiu de cabeça erguida? Porque o mesmo mentiu a um histórico do seu partido? O que vai o Rei Felipe VI fazer agora? O que vai ser de Espanha?

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publicado por tron às 20:43
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música para pensar: Great King Rat - Queen
26
Jul 16

A mais recente ideia de Fernando Medina o infiltrado taliban que é o Edil de Lisboa deixa chocada qualquer pessoa de bom senso e esta nova ideia do Taliban Medina é despejar os comerciantes das lojas que são da propriedade da CML e converter os imóveis em habitações que vão de T0 a T2 e com rendas no caso dos T2 serão de 450 euros que é o preço de mercado para esta tipologia de imóvel. Todavia o Taliban Medina diz que estas mesmas casas serão para habitação jovem e eu ao ler a notícia fiquei de boca aberta como é que se pode alugar a jovens em início de vida independente por 450 euros com a crise que Portugal está.

Podem-me chamar teórico da conspiração, mas esta ideia triste do Taliban Medina é, na minha opinião, uma forma oculta de conseguir construir a mesquita na baixa de Lisboa usando desta vez os imóveis da CML porque a CML é a dona destes mesmos imóveis e pode fazer deles o que muito bem quiser, até uma mesquita totalmente gratuita se tal a mesma CML assim quiser e como so imóveis ficam fora da Mouraria, evita assim ter que cumprir a providência cautelar contra a construção da mesquita na Mouraria e pode cumprir o seu sonho de encaixar uma mesquita na baixa de Lisboa.

 Este Taliban Medina está a usar a chamada NRAU ou Lei dos Despejos para virar contrtatos de arrendamento, alguns com várias décadas de existência a seu favor e gerar desemprego e se estes imóveis não acabarem numa mesquita irão acabar com toda a certeza em hoteis ou hostels para atrair ainda mais turistas para o Grande Hotel Lisboa onde por este andar ainda se têm que contratar figurantes para mostrar aos turistas como é o Homo Olisiponensis porque pelo andar das coisas os lisboetas puros como eu não passarão de animais em extinção porque os mesmos lisboetas que trabalham e dão o coiro na cidade que um dia foi capital do Império têm que ir morar para fora de Lisboa e com lojas a fechar por causa dos caprichos de um chanfrado ainda vão ter que trabalhar fora de Lisboa.

O resto da gerigonça ainda não viu a coisa com olhos de ver e quando abrir os olhos vai ser tarde demais e a o mal estará feito e depois é aguentar e cara alegre e já estou farto destas ideias acéfalas do Edil de Lisboa que só pensa em turistas e satisfazer interesses ocultos para se manter na cadeira de edil da maior cidade portuguesa e estar a frente de cerca de meio milhão de pessoas porque com toda a certeza não está para os lisboetas, mas sim para se servir dos lisboetas e ainda vai haver otários que vão votar nele, mas felizmente eu não vou fazer tal bosta porque se for para votar no Taliban mais vale fazer amor ou estar em casa a ver uns filmes do que ir votar.

Este edil de Lisboa mostra o quão actual é a música dos Eurythimics "Sweet Dreams (Are Made of This") a qual tem uma parte do referão (tradução livre) que diz assim: "Há pessoas que te querem usar/ Outras querem ser usadas por ti/ Outras querem abusar de ti/ Outras querem ser abusadas" e Taliban Medina transforma esta pérola da New Wave e que se converteu num dos maiores hits da música mundial de todos os tempos (não haveria de ser dos anos 80) editada quando a Guerra Fria estava a se tornar demasiadamente quente para se suportar, no ano da graça do Senhor de 1983 e saída em Portugal menos de 6 meses depois da sua data de edição original no Reino Unido e nos EUA.

Sei que para o ano que vem é ano de eleições municipais e uma coisa é certa para mim, não irei votar na esquerda porque esta gerigonça para mim não me diz nada e sobretudo a nível municipal, Lisboa está pior do que nos tempos de Abecassis e se é para sair deste retrocesso com 30 anos então se tire o Taliban Medina da edilidade e se coloque outra pessoa que seja mais competente para o lugar e como ainda não há candidatos assumidos e nem as máquinas partidárias nomearam sequer candidatos as principais edilidades nacionais como Aveiro, Porto, Coimbra, Lisboa ou Faro não irei ainda manifestar a minha intenção de voto definitiva sem ver quais são os candidatos para a capital.

E ficam as perguntas: O que o Taliban Medina pensa fazer da cidade de Lisboa? Que interesses ele serve? A quem ele serve mesmo? Quando é que acabam os abusos em Lisboa? Quem pára este senhor e as suas obras insanas que para nada servem? Quem paga as suas pancadas? Será quem em 2017, os lisboetas têm uma atitude de lucidez e correm com este senhor da edilidade?

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publicado por tron às 09:18
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música para pensar: Sweet Dreams (Are Made of This) - Eurytmics
09
Jun 16

Muito se reclamou quando vieram os sindicatos reclamar o regresso as 35 horas na função pública embora o desejável fosse as 35 horas para todos os trabalhadores, os casos particulares da função pública como na saúde em que a redução não pode ser feita de forma automática, os sindicatos de cada sector vai negociar caso a caso em sede de concertação social.

Acontece que o desgoverno da gerigonça resolveu eliminar uma das medidas mais consensuais que a troika tinha imposto a Portugal que foi o tecto salarial para os altos cargos do Estado incluindo os administradores da Caixa Geral de Depósitos que se têm servido a seu bel prazer do banco do Estado e as contas do maior banco comercial nacional têm apresentado uma coisa chamada imparidades que em linguagem comum quer dizer buraco.

E estas chamadas imparidades têm vindo a aumentar ao longo do tempo em vez de se punir esta gestão ruinosa do maior bem do Estado sem serem os impostos que é a CGD, deixa-se a coisa andar solta e as imparidades aumentam de forma escandalosa sem que a fiscalização bancária se mexa para travar este sumidouro de dinheiro dos contribuintes.

Aqui em Portugal ninguém fala em produção nacional ou algo parecido, mas sim se fala em salvar os bancos a toda força seja a que custo for e depois de dois bancos pilares da economia terem caído (BANIF de forma duvidosa e o BES) para se considerar que a banca está mesmo em queda falta cair o Santander-Totta, o Millenium-BCP, o Montepio, a CGA, as Caixas de Crédito Agrícola Mútuo e o BPI.

 O Montepio já teve um mau rating há algum tempo atrás antes das eleições dos seus corpos directivos e as agências de rating deram algum benefício da dúvida a nova gerência do Montepio, mas não deve ser coisa que dure.

Outro facto que vai tornar esta situação ainda mais estranha é o facto da esquerda parlamentar não querer que a CGD seja investigada ao contrário do que defendem os partidos da coligação que foi apeada do governo no golpe de estado de  Novembro-Dezembro de 2015 e esta negação a investigação do banco do Estado torna a situação do banco do Estado ainda mais nebulosa porque esta negação á a sensação que a esquerda caviar que está no poleiro não é assim tão impoluta que quer se pense e também tem os seus podres porque para se ser a mulher de César não basta ser séria, tem-se que parecer séria também e não é esta imagem que sai da esquerda parlamentar.

Estou de acordo que se crie uma uma comissão de investigação a CGD e as suas várias gestões, sejam elas de que partido forem para que se saiba a verdade ou parte da verdade sobre estas imparidades que mais tarde ou mais cedo nos vão sair do coiro mesmo que não sejamos clientes do banco público e felizmente não sou e nem quero ser por estes e muitos outros motivos.

Ainda vamos pagae esta factura e com juros e depois não venham dizer que a culpa é do Passos porque o Passos já se afastou e muito do poleiro e agora quem manda é o Costa do Castelo e agora ele é o responsável maior pelas imparidades da CGD e pela escolha dos seus corpos gerentes e não se a CGD ganharia mais se fosse privatzada nem que forma parcial porque assim talvez alguns dos abusos e do nepotismo acabariam na maior instituição bancária nacional.

Confesso que fiquei siderado quando a esquerda caviar chumbou a criação da CPI para serem investigadas estas imparidades na CGD eainda mais siderado fiquei quando soube que os administradores da CGD fossem executivos ou não iriam ser aumentados e ainda por cima podem até ganhar mais do que o presidente da república ou o primeiro ministro e ao mesmo tempo querem aumentar a função pública e por outro lado nada de criação de emprego ou de cursos de formação profissional porque o IEFP está parado devido a dança das cadeiras.

Gostava de saber porque a esquerda caviar não quer a CPI sobre a CGD a não ser que tenha muitos rabos de palha no banco do Estado porque só assim se pode explicar porque a mesma gerigonça da esquerda caviar não quer que se faça esta investigação a CGD e esta investigação tem que ser feita por que por cada imparidade que existe na CGD pagamos nós e sai muito mais caro do que subsidiar colégios de meninos bem.

Como sempre deixo as minhas perguntinhas: Porque a esquerda não quer que a CGD seja investigada? Que segredos querem esconder? Quem ganha e quem perde com estas imparidades na CGD? Que caminho vai levar o banco do Estado? Será que vamos ter a troika à porta? Será que a república e o seu presidente ainda nos vale de alguma coisa ou não nos serve para nada?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

publicado por tron às 13:27
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03
Jun 16

O novo monumento erigido pelo edil de Lisboa não tem nada de positivo para a imagem da cidade das caravelas, ao mesmo tempo é das obras mais aromáticas e mal-cheirosas alguma vez feitas por algum edil da Cidade das Sete Colinas e se o mítico Fernando Pessa fosse vivo (o qual me serviu de inspiração para este blog, sobretudo nos seus primeiros tempos) tinha muitos bilhetes postais para enviar para o edil nomeado pelo presente Führer da república portuguesa.

Devido a sua paranóia por bicicletas, árvores e turistas, Fernando (Talibã) Medina transformou a Cidade das Sete Colinas num verdadeiro estaleiro tornando o trânsito na mesma cidade num verdadeiro inferno do qual se torna um pesadelo sair dele e como tal inferno não fosse suficiente, as obras que saíram da cabeça do talibã lisboeta e neste fim-de-semana tive que ir para a zona da Gare do Oriente tratar de um assunto pessoal e como os comboios que partem de Alcântara - Terra não se efectuam ao fim de semana tive que ir até Santa Apolónia apanhar um comboio para a Gare do Oriente.

Como só tinha o dinheiro contado para o comboio, fui a pé até a principal gare de Lisboa e passei pelo Campo das Cebolas que está um estaleiro e pela Rua do Jardim do Tabaco que está numa situação não muito diferente, mas nesta mesma artéria é que reside a parte perfumada do estaleiro saído da cabeça do edil de Lisboa que são os vários esgotos deixados a céu aberto e com os raios solares incidirem em cheio nos mesmos e está mistura de esgotos e sol directo cria uma fragrância intensificada pelo vento que vem do lado do Rio Tejo; uma fragrância nada agradável sobretudo para quem está sentado a comer ou a desfrutar de uma tarde de sol em Lisboa e as principais vítimas deste novo perfume nacional Esgotó Medina Nº5 são por um lado os clientes dos vários restaurantes da zona e os utentes dos espaços verdes e lugares de descanso da dita área e por outro lado, os operadores económicos sobretudo os da restauração que acabam por perder os seus clientes, sobretudo turistas, que servem para Fernando Medina como um charro para um Rastafari.

Se eu, por exemplo, fosse a uma qualquer capital europeia de férias e a encontrasse transformada num estaleiro e com cheirinho a esgoto, a primeira coisa que fazia era zarpar e pedir a devolução do dinheiro a agência de viagens onde eu tivesse comprado o pacote de férias porque não estaria sujeito a aturar um bafo de esgoto nas minhas féria se o curioso é ver todo o poder político da república calado entretido com a questão dos colégios e até mesmo a nível local, a chamada oposição na CML está de boca calada como que consentisse este estado de coisas.

 Esta situação não se pode admitir de forma nenhuma sobretudo quando falta cerca de um ano para as eleições municipais em Portugal, eleições as quais serão o primeiro grande teste da governação do Führer Costa além de ser um teste local a cada um dos autarcas por este país fora, mas vai ser sobretudo um teste a governação de António Costa que vai ser digamos que, sufragada de forma indirecta nas eleições municipais de 2017.

Mas voltando a vaca fria; os buracos abertos na actual administração da CML estão a transformar a cidade em algo de feio e mal cheiroso em nome de um turismo que na minha opinião se está a transformar numa bolha económica que mais tarde ou mais cedo vai estoirar e todos nós sabemos o que acontece quando uma bolha económica ou financeira estoira e com tanta febre de bajulação para os turistas um dia destes a bolha estoira vamos ver como o desemprego em Portugal sobe para níveis estratosféricos e aí todos vão cair na real.

Enquanto isto não acontece a cidade do fado é uma cidade estaleiro, mas um estaleiro muito mais mal cheiroso do que um qualquer estaleiro naval e nos dias de sol cheira pior do que um caixote de lixo de uma peixaria ou algo parecido e nem os turistas e muito menos os lisboetas merecem este aroma mal-cheiroso e repugnante e Fernando Medina não se esqueça que Lisboa é para os lisboetas tanto os que nasceram e vivem na capital lusa bem como aqueles que trabalham na cidade que segundo algumas lendas foi fundada por Ulisses.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Quando é que as obras acabam? Quando é que Lisboa volta a ser dos lisboetas? O que se passa na cabeça de Fernando Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

 

Ah! Já me esquecia das fotos do novo monumento

 

 

 

esgoto q.jpg

 

 

 

 

esgoto qq.jpg

 

 

Ambas as fotos tiradas entre o Campo das Cebolas e a Rua Jardim do Tabaco, cheia de esplanadas e turistas

 

 

publicado por tron às 23:50
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