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26
Mar 17

Numa quase sequela do artigo anterior me vou debruçar desta vez sobre a ausência de novo material circulante e/ou de peças de substituição para o presente material dos transportes ferroviários, tanto do metro como dos comboios, sobretudo da CP.

Como deve ser do conhecimento geral, quem fazia este tipo de material era a extinta Sorefame que depois de ter sido nacionalizada na sequência da revolução dos cravos e depois reprivatizada nos tempos de Cavaco Silva como PM e no ano 2001 em pleno reinado de Guterres foi extinta e por isso se deixou de fabricar material criculante ferroviário em Portugal bem como as suas peças de substituição.

O declínio da mesma empresa veio com a nacionalização e depois com a necessidade de renovação do material circulante, mais a privatização deu nova vida a mesma empresa, todavia as reestruturações e a falta de encomendas ditaram o seu fim, mas as chamadas poupanças e criação de novos tachos como a EMEF (que apesar de reparar os comboios não produz peças ou composições) aceleraram o seu fecho e com casos de falhas de material circulante como no metro de Lisboa ou na Linha de Cascais ou noutras linhas da CP o seu renascer se tornou mais do que urgente.

Acontece que se falou no passado recente em fundos europeus para a renovação da rede ferroviária nacional tanto nas linhas como no material circulante e até agora nem Passos Coelho e muito menos a Gerigonça se preocuparam com esta mesma renovação e com dois partidos ecológicos na gerigonça (PEV e PAN) é de estranhar como não se voltou a falar no assunto e num assunto tão estratégico é de estranhar os silêncio dos sucessivos governos e ao mesmo tempo se têm dedicado em investir em estradas quando quase de uma forma hipócrita, Portugal é signatário do protocolo de Quioto para redução das emissões de efeito de estufa.

A necessidade de haver uma instalação fabril de indústria pesada em Portugal já tem sido mencionada aqui neste blog noutros artigos mais antigos, mas nunca deixou de ser actual e com o desgaste e a falta de material circulante nos transportes ferroviários esta necessidade de instalações de industria pesada cada vez é mais fundamental e espaço não falta e se faltar know-how, então que se importe este mesmo know-how e não se percam energias em coisinhas de nada e outros carnavais porque tal como foi com a tragédia de Alcafache, só vão acordar para as condições do material circulante quando acontecer uma tragédia ou uma série de acidentes trágicos.

E infelizmente assim vai ser, para mal desta nação e não podem falar de falta de espaço porque as instalações da Sorefame estão ao abandono e não em vista nem ideias e muito menos futuros concessionários que usem o espaço nem que seja no regime de concessão para o efeito que foram construídas, ou seja, a construção de novo material ferroviário circulante e respectivas peças de substituição para que não hajam problemas de serviço ou canibalização de composições como é o que acontece tanto com o metro de Lisboa bem como com os comboios em Portugal.

Não sei agora coma gestão municipal do metro de Lisboa como é que esta situação vai ser resolvida ou se a situação da CP vai ser resolvida em relação a estas faltas ao que se acrescenta a falta de funcionários para suprir as reformas nas ditas empresas e ao mesmo tempo não é conduzida qualquer operação de recrutamento seja via concurso público ou através do IEFP e vos confesso que não sei quando é que esta situação vai ser resolvida e porque para este problema da falta de pessoal ser resolvido também tem que ser resolvido a falta de material e a necessária fábrica vai precisar de pessoal, ou seja, situações de pescadinha com rabo na boca que vão depressa se tornarem em nós górdios mas que não vai existir nenhum Alexandre Magno para os cortar.

Este estado de coisas não sei quando vai acabar, mas uma coisa é certa, a situação nos transportes ferroviários tem que ser resolvida e quanto mais tempo passa, mais urgente se vai tornando e eu como cidadão preocupado e utilizador dos mesmos transportes ferroviários fico a espera o que vem por aí nos tempos futuros que espero serem de mudança neste sector embora eu pense já que esta mudança nunca passará de uma utopia.

Como sempre deixo as minhas perguntinhas quase sempre sem resposta: Para quando o melhoramento da rede ferroviária? Se existem fundos para estas obras necessárias, porque não as fazem? Afinal para que servem os nossos impostos?

como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta

 

 

publicado por tron às 18:06
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música para pensar: Runway Train - Soul Asylum
21
Set 16

Notícia irónica de se saber quando estamos na chamada semana da mobilidade se saber que a fabricante dos suportes temporários de títulos de transporte para os transportes de Lisboa chamados Viva Viagem/Sete Colinas não está a fabricar bilhetes suficientes para suprir a exigência da emissão de novos suportes devido ao afluxo de turistas a Lisboa que cada vez está maior apesar de estarmos a entrar na época baixa.

E o caso está feio porque vi uma guia-intérprete a açambarcar centenas destes cartões com viagens de um dia e outros tipos de títulos de viagem de curta duração no agente da Carris que está na Casa da Sorte no Rossio e ela nem se deu ao trabalho de me passar a vez porque eu estava com alguma pressa para ir para a zona do Saldanha, como vi que ela me ignorava fui ao Casa Campião comprar o meu bilhete.

Não sei como deixar esta situação acontecer e deveriam informar os turistas que os títulos são temporários e deveriam de pensar uma forma em que estes quando saíssem de Portugal devolvessem os mesmos cartões de laguma forma para que não houvesse falta dos mesmos cartões ou vissem o que se passa em alguns agentes payshop que carregam vários cartões com duas viagens e depois dizem que têm a máquina avariada (para lucrarem mais) como é caso de uma tabacaria que presta serviço de apoio a utentes da embaixada do Brasil situada no Largo do Camões e esta tabacaria fica mesmo ao lado da loja da Padaria Portuguesa situada na mesma praça lisboeta.

Com a falta de cartões vai ser difícil se andar de transportes públicos em Lisboa e por outro lado mesmo que uma pessoa tenha o cartão Lisboa Viva não carregar o cartão com uma viagem e o mínimo que o cartão permite é carregar com 3 euros via Zapping quando uma viagem usando o Zapping custa 1,25 fazendo com que os operadores fiquem a ganhar uns trocos com esta mesma opção.

Ainda não foi apresentada uma solução nem por parte do fornecedor nem pelos operadores o que me deixa pensativo se eu perder os dois Viva Viagem que tenho sempre comigo, como posso então apanhar um transporte público sem ter que gastar muito nas tarifas de bordo... e sinceramente não tenho resposta para esta pergunta a não ser comprar uns ténis de marca que aguentem caminhadas e dois maços de meias ao que se acrescenta spray para o cheiro dos ténis e um bom sabão ou gel de banho para os pés até a solução estar resolvida e depois ainda falam para virem menos carros para a cidade.

Com esta falta de suportes e restirções de carregamentos em suportes já existente vai acontecer um aumentar dos borlistas e dos carros a circular na cidade de Lisboa que são em demasia e ainda vão ser mais e aumentar o caos que é o trânsito em Lisboa e como sempre ninguém faz nada para resolver a situação e nem vem a televisão dar um prazo para a resolução do problema da falta dos bilhetes descartáveis que já se notam nas máquinas de venda automática do Metro e dos comboios em Lisboa e como esta situação se vai manter, vamos ver quando chegarem as festas do Natal ou nos próximos jogos para a Liga dos Campeões do Benfica e o Sporting como é que as pessoas vão para os estádios se não tiverem título de transporte válido e sabemos que estas enchentes desportivas são um extra precioso nas receitas cada vez maiores do turismo.

Vou esperar e pago para ver se esta situação vai ser resolvida de forma célere como se exige e vou estando atento a esta mesma situação e qual a reacção dos operadores perante mais esta falha a que temos a acrescentar a falta de condutores e de material ciruclante sobretudo no Metro de Lisboa onde já se andam a aproveitar umas peças de umas composições para as outras, as obras para o acesso original da estação do Areeiro estão paradas à séculos e ainda nem se pensou como se há-de expnadir o cais de embraque da estação Arroios que não comporta comboios com 6 carruagens prejudicando os utentes da Linha Verde que não raras vezes são obrigados a fazer um sprint para apanhar um metro porque este para mesmo no fundo da plataforma.

Como sempre deixo as minhas perguntas: Quando é que esta situação da falta de bilhetes? Porque o fornecedor deixou que se chegasse a esta situação? Como é que os operadores de transportes a vão resolver?

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publicado por tron às 13:17
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31
Ago 16

As condições nos transportes urbanos de Lisboa, sobretudo no Metro e na Carris estão mais degradadas porque o material circulante carece de substituição e manutenção e falta destas aumenta o tempo de espera ao que se junta a falta de funcionários sobretudo de condutores o que aumenta ainda mais este mesmo de tempo de espera e as reclamações por parte dos utentes, sejam eles esporádicos ou frequentes.

Com tantos desempregados com boas habilitações literárias e com vontade de trabalhar, alguns com carta de condução e estão perdidos em cursos e estágios uns do centro de emprego outros disfarçados de empregos de venda de porta a porta sem qualquer futuro e com vínculos altamente precários onde os salários são humilhantes e são uma fina linha entre o trabalho e a escravatura.

Se a Carris e O Metro abrissem vagas e com o preço que cobram por cada bilhete, depressa recuperavam que iriam gastar mais nestes salários dos eventuais novos funcionários e os tempos de espera poderiam ser reduzidos e por outro lado se o governo da Gerigonça, legítimo proprietário da Transportes de Lisboa cumprisse com o seu dever e pagasse as chamadas indemnizações compensatórias (compensação pelo uso de passe multimodal) a Transportes de Lisboa e investisse na manutenção de material circulante a espera então diminuiria para tempos aceitáveis.

Depois não se admirem que aumente a circulação de carros em Lisboa e que os índices de qualidade do ar na capital da república diminuem de forma brutal como o acumular de gases de efeito de estufa e de outros poluentes que são prejudiciais à saúde pública e com dois partidos ditos ecologistas na Gerigonça (PAN e PEV) estão calados com a inacção da Gerigonça em contratar mais condutores para Metro e Carris e fazer uma manutenção do material circulante e no caso do Metro se o Metro não ter capacidade ou contrate mais gente para esta área além da condução ou então arrajem uma forma de reactivar uma certa empresa de insdústria pesada que ficava ali para as bandas da Amadora chamada Sorefame que construiu todo o material ciruclante do Metro e da CP antes de ter sido encerrada.

Esta inacção da Gerigonça mostra a sua inutilidade como governo porque se querem reduzir de alguma forma o déficit da nação então poderiam investir com força nos transportes públicos em vez de suprimirem carreiras dando a desculpa que estas reformulações serão para racionalização de custos quando a real razão desta pseudo-reformulação é reduzir cada vez mais os transportes públicos e apostando no transporte para turistas, ignorando a necessidade dos lisboetas de uma rede de trransportes públicos eficientes e que sejam ecologicamente sustentáveis e aceitáveis.

Esta situação de cada vez colocar mais os transportes a serviço dos turistas e menos dos lisboetas é apenas uma forma de mostrar que afinal a não-concessão para os privados dos Transportes de Lisboa foi um erro porque a gestão pública está mais focada nos turistas do que no seu verdadeiro serviço público que é transportar os lisboetas sejam eles temporários (moradores nos subúrbios da AML) como os lisboetas em si sejam eles imigrantes ou lisboetas de gema e que os turistas são apenas um serviço secundário e que o material circulante deve estar em bom estado seja ele novo ou recondionado e nada disso acontece e quem se lixa é o Zé Povinho enquanto o turista anda de cuzinho quente de transportes públicos só para eles como redes especiais de autocarros e eléctricos ou caso paradigmático do elevador de Santa Justa que na Rua do Ouro tem uma fila tão grande de turistas como estivéssemos numa caixa de supermercado ou hipermercado numa daquelas promoções loucas e não transporta nenhum lisboeta mostrando que cada vez temos mais transportes para os turistas e menos para as pessoas restando a alternativa automóvel ou pedonal.

E ficam as minhas perguntas: Porque não se investe no transporte público como se deveria? Porque os transportes públicos em Lisboa servem menos os lisboetas e servem mais os turistas? Como querem que hajam menos carros em Lisboa se cada vez temos menos transportes públicos? Porque a Gerigonça está calada perante esta situação?

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publicado por tron às 16:03
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12
Jan 16

Não venho fazer nenhuma campanha por maior uso das pernas, mas sim expor uma situação que apareceu recentemente nos transportes públicos e que só agora reparei que algumas formas de pagamento dos transportes em Lisboa ficaram diferentes, não para melhor, mas para pior e vos venho falar do que fizeram ao sistema de pagamento de transportes públicos Zapping que primeiro surgiu para autocarros e metro em Lisboa e depois se estendeu aos outros operadores com a excepção das rodoviárias.

A mudança que ocorreu no Zapping até que é fácil de explicar e foi esta: antes no Zapping se poderia carregar qualquer valor até 15 euros e o cartão não podia ter mais do que 20 euros de saldo e o mínimo para se carregar era dois euros se o cartão estivesse vazio, mas caso tivesse um cêntimo que fosse poderiamos completar com a importância que fosse necessária para as viagens que fosse necessárias efectuar; acontece que agora o cenário de utilização deste título de transporte mudou, mas mudou para pior.

E mudou para pior porque se deixou de ter a liberdade se carregar com o valor que se quer ou que se pode e agora só se pode carregar em escalões o que faz com que fique sempre valor remanecente no cartão que não é utilizável para deixar o cartão a zeros nem é o utilizável porque este esquema de escalões deixa sempre valor restante porque nunca se pode por o dinheiro que queremos no Zapping e por outro lado não nos devolvem os cêntimos restantes que ficam no cartão indo estes para os bolsos dos operadores de transportes e por tabela para o Estado em sede de IVA a 5%.

Assim sendo voltamos à antiga portuguesa que era ter um bilhete para cada operadora e como usam o mesmo suporte (cartão 7 Colinas/Lisboa Viva) irá haver confusão certamente, sobretudo em pessoas com problemas de visão ou de memória que irão fazer confusão com os títulos de transporte, quando antes se poderia usar apenas um como fosse um passe sem se ter a obrigação de se comprar/recarregar todos os meses como se passa com o passe social e agora para não andarem a encher o cu a gulosos têm que andar com um bilhete para cada transporte ou então andar a pé quando terem que ir trabalhar ou resolver um assunto.

Depois com ideias como estas não se admirem que Lisboa tenha cada vez mais carros nas suas artérias com as respectivas consequências como a poluição ou os problemas como o estacionamento caótico e se esta medida não for retirada vai dar confusão de bilhetes como já vi em vários meios de transportes ou então no caso de pessoas com urgência para irem resolver um assunto andarem à borla nos transportes públicos porque não podem carregar o Zapping com o valor de uma viagem que muitas vezes é o dinheiro que têm no bolso.

Gostava de saber como querem incentivar o uso do transporte público se colocam obstáculos a aquisição de títulos ocasionais quase como obrigando os utilizadores ocasionais a utilizarem as tarifas de bordo no caso da Carris e usarem títulos separados para cada operador como não fosse já de si grave a falta de acessos para boa parte dos transportes públicos da capital da república e como já disse antes não estranhem que hajam cada vez mais carros em Lisboa e tenhámos que aguentar com poluição, estacionamento caótico e baixo nível de civilidade de alguns condutores.

Nem sei quem teve esta ideia embora gostasse de saber quem foi o génio que teve esta ideia de bosta para não dizer ouitro termo mais reles porque era o que merecia ouvir e ninguém deu por nada nem ninguém protestou, até que era normal tudo ter ficado calado porque esta alteração aconteceu na silly season eleitoral e estavam todos entretidos a tentar colocar o Costa das Chamuças e dos Tuk-Tuk no poleiro e nem deram que estavam a ser roubados nos bilhetes dos transportes públicos.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem ganha com isto? Quem perde com isto? Quem foi o génio que teve a ideia de alterar o sistema do Zapping?

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publicado por tron às 20:59
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