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REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
26
Mar 17

Numa quase sequela do artigo anterior me vou debruçar desta vez sobre a ausência de novo material circulante e/ou de peças de substituição para o presente material dos transportes ferroviários, tanto do metro como dos comboios, sobretudo da CP.

Como deve ser do conhecimento geral, quem fazia este tipo de material era a extinta Sorefame que depois de ter sido nacionalizada na sequência da revolução dos cravos e depois reprivatizada nos tempos de Cavaco Silva como PM e no ano 2001 em pleno reinado de Guterres foi extinta e por isso se deixou de fabricar material criculante ferroviário em Portugal bem como as suas peças de substituição.

O declínio da mesma empresa veio com a nacionalização e depois com a necessidade de renovação do material circulante, mais a privatização deu nova vida a mesma empresa, todavia as reestruturações e a falta de encomendas ditaram o seu fim, mas as chamadas poupanças e criação de novos tachos como a EMEF (que apesar de reparar os comboios não produz peças ou composições) aceleraram o seu fecho e com casos de falhas de material circulante como no metro de Lisboa ou na Linha de Cascais ou noutras linhas da CP o seu renascer se tornou mais do que urgente.

Acontece que se falou no passado recente em fundos europeus para a renovação da rede ferroviária nacional tanto nas linhas como no material circulante e até agora nem Passos Coelho e muito menos a Gerigonça se preocuparam com esta mesma renovação e com dois partidos ecológicos na gerigonça (PEV e PAN) é de estranhar como não se voltou a falar no assunto e num assunto tão estratégico é de estranhar os silêncio dos sucessivos governos e ao mesmo tempo se têm dedicado em investir em estradas quando quase de uma forma hipócrita, Portugal é signatário do protocolo de Quioto para redução das emissões de efeito de estufa.

A necessidade de haver uma instalação fabril de indústria pesada em Portugal já tem sido mencionada aqui neste blog noutros artigos mais antigos, mas nunca deixou de ser actual e com o desgaste e a falta de material circulante nos transportes ferroviários esta necessidade de instalações de industria pesada cada vez é mais fundamental e espaço não falta e se faltar know-how, então que se importe este mesmo know-how e não se percam energias em coisinhas de nada e outros carnavais porque tal como foi com a tragédia de Alcafache, só vão acordar para as condições do material circulante quando acontecer uma tragédia ou uma série de acidentes trágicos.

E infelizmente assim vai ser, para mal desta nação e não podem falar de falta de espaço porque as instalações da Sorefame estão ao abandono e não em vista nem ideias e muito menos futuros concessionários que usem o espaço nem que seja no regime de concessão para o efeito que foram construídas, ou seja, a construção de novo material ferroviário circulante e respectivas peças de substituição para que não hajam problemas de serviço ou canibalização de composições como é o que acontece tanto com o metro de Lisboa bem como com os comboios em Portugal.

Não sei agora coma gestão municipal do metro de Lisboa como é que esta situação vai ser resolvida ou se a situação da CP vai ser resolvida em relação a estas faltas ao que se acrescenta a falta de funcionários para suprir as reformas nas ditas empresas e ao mesmo tempo não é conduzida qualquer operação de recrutamento seja via concurso público ou através do IEFP e vos confesso que não sei quando é que esta situação vai ser resolvida e porque para este problema da falta de pessoal ser resolvido também tem que ser resolvido a falta de material e a necessária fábrica vai precisar de pessoal, ou seja, situações de pescadinha com rabo na boca que vão depressa se tornarem em nós górdios mas que não vai existir nenhum Alexandre Magno para os cortar.

Este estado de coisas não sei quando vai acabar, mas uma coisa é certa, a situação nos transportes ferroviários tem que ser resolvida e quanto mais tempo passa, mais urgente se vai tornando e eu como cidadão preocupado e utilizador dos mesmos transportes ferroviários fico a espera o que vem por aí nos tempos futuros que espero serem de mudança neste sector embora eu pense já que esta mudança nunca passará de uma utopia.

Como sempre deixo as minhas perguntinhas quase sempre sem resposta: Para quando o melhoramento da rede ferroviária? Se existem fundos para estas obras necessárias, porque não as fazem? Afinal para que servem os nossos impostos?

como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta

 

 

publicado por tron às 18:06
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música para pensar: Runway Train - Soul Asylum
21
Set 16

Notícia irónica de se saber quando estamos na chamada semana da mobilidade se saber que a fabricante dos suportes temporários de títulos de transporte para os transportes de Lisboa chamados Viva Viagem/Sete Colinas não está a fabricar bilhetes suficientes para suprir a exigência da emissão de novos suportes devido ao afluxo de turistas a Lisboa que cada vez está maior apesar de estarmos a entrar na época baixa.

E o caso está feio porque vi uma guia-intérprete a açambarcar centenas destes cartões com viagens de um dia e outros tipos de títulos de viagem de curta duração no agente da Carris que está na Casa da Sorte no Rossio e ela nem se deu ao trabalho de me passar a vez porque eu estava com alguma pressa para ir para a zona do Saldanha, como vi que ela me ignorava fui ao Casa Campião comprar o meu bilhete.

Não sei como deixar esta situação acontecer e deveriam informar os turistas que os títulos são temporários e deveriam de pensar uma forma em que estes quando saíssem de Portugal devolvessem os mesmos cartões de laguma forma para que não houvesse falta dos mesmos cartões ou vissem o que se passa em alguns agentes payshop que carregam vários cartões com duas viagens e depois dizem que têm a máquina avariada (para lucrarem mais) como é caso de uma tabacaria que presta serviço de apoio a utentes da embaixada do Brasil situada no Largo do Camões e esta tabacaria fica mesmo ao lado da loja da Padaria Portuguesa situada na mesma praça lisboeta.

Com a falta de cartões vai ser difícil se andar de transportes públicos em Lisboa e por outro lado mesmo que uma pessoa tenha o cartão Lisboa Viva não carregar o cartão com uma viagem e o mínimo que o cartão permite é carregar com 3 euros via Zapping quando uma viagem usando o Zapping custa 1,25 fazendo com que os operadores fiquem a ganhar uns trocos com esta mesma opção.

Ainda não foi apresentada uma solução nem por parte do fornecedor nem pelos operadores o que me deixa pensativo se eu perder os dois Viva Viagem que tenho sempre comigo, como posso então apanhar um transporte público sem ter que gastar muito nas tarifas de bordo... e sinceramente não tenho resposta para esta pergunta a não ser comprar uns ténis de marca que aguentem caminhadas e dois maços de meias ao que se acrescenta spray para o cheiro dos ténis e um bom sabão ou gel de banho para os pés até a solução estar resolvida e depois ainda falam para virem menos carros para a cidade.

Com esta falta de suportes e restirções de carregamentos em suportes já existente vai acontecer um aumentar dos borlistas e dos carros a circular na cidade de Lisboa que são em demasia e ainda vão ser mais e aumentar o caos que é o trânsito em Lisboa e como sempre ninguém faz nada para resolver a situação e nem vem a televisão dar um prazo para a resolução do problema da falta dos bilhetes descartáveis que já se notam nas máquinas de venda automática do Metro e dos comboios em Lisboa e como esta situação se vai manter, vamos ver quando chegarem as festas do Natal ou nos próximos jogos para a Liga dos Campeões do Benfica e o Sporting como é que as pessoas vão para os estádios se não tiverem título de transporte válido e sabemos que estas enchentes desportivas são um extra precioso nas receitas cada vez maiores do turismo.

Vou esperar e pago para ver se esta situação vai ser resolvida de forma célere como se exige e vou estando atento a esta mesma situação e qual a reacção dos operadores perante mais esta falha a que temos a acrescentar a falta de condutores e de material ciruclante sobretudo no Metro de Lisboa onde já se andam a aproveitar umas peças de umas composições para as outras, as obras para o acesso original da estação do Areeiro estão paradas à séculos e ainda nem se pensou como se há-de expnadir o cais de embraque da estação Arroios que não comporta comboios com 6 carruagens prejudicando os utentes da Linha Verde que não raras vezes são obrigados a fazer um sprint para apanhar um metro porque este para mesmo no fundo da plataforma.

Como sempre deixo as minhas perguntas: Quando é que esta situação da falta de bilhetes? Porque o fornecedor deixou que se chegasse a esta situação? Como é que os operadores de transportes a vão resolver?

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publicado por tron às 13:17
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música para pensar: Bycycle Race - Queen, Crazy Train Ozzy Osbourne
11
Set 16

Agora na zona do Martim Moniz e cercanias estão a aparecer umas novas flores de metal que são mais uns mamarrachos que vão encher os bolsos da maior edilidade da república como esta precisasse ainda mais de dinheiro do que aquele que já ganha todos os meses de todas as formas e feitios e não são poucas quanto parecem porque a CML até é capaz de ir buscar dinheiro por uma mijinha naquelas casas de banho auotmáticas e não é rara a ocasião em que a mesma casa de banho tem a caixa das moedas cheia, a moeda não cai para a caixa e a porta não abre e a moedinha que não cai, cai como as outras no bolso da CML nem que seja parte destas moedinhas.

Estas novas flores de metal ainda mais feias do que uma bota da tropa se chamam parquímetros e estão a aparecer nas bandas do Martim Moniz, Aanjos, parte da Baixa e zonas próximas como fossem cogumelos no Outono e este nascer de parquímetros ainda vai mais prejudicar o estacionamento de uma zona já de si problemática neste assunto e não vai correr com os arrumadores porque estes hão de continuar.para manterem os seus vícios e vão prejudicar ainda mais o comércio local sobretudo o comércio tradicional e não vai deixar as lojas de chineses em bons lençóis.

Gostava de saber o que o Sr. Medina tem na cabeça para aparecer de forma crónica com obras que nem lembram ao diabo e uma delas até que já foi embargada (as obras Segunda Circular) e nem se sabe o que vai acontecer a futura mesquita da Mouraria e por outro lado nos assuntos onde a CML deveria de ser CML anda a dormir na parada e volto a falar na habitação social bem como a mobilidade e a gestão de trânsito que estão piores do que nunca e aquele Taliban anão que gere e mal os destinos da maior edilidade da nação não sabe pura e simplesmente gerir seja o que for, se calhar nem sabe gerir a sua própria conta bancária.

Estas flores de aço que não servem para nada a não ser encher mais os cofres camarârios porque não vai facilitar em nada a mobilidade nas zonas onde estão instaladas e vai ser mais um espinho na mobilidade já de si deficiente de Lisboa onde os transportes funcionam de forma deficiente e os arruamentos estão cada vez menos conservados e a CML mostra uma tremenda negligência apenas se preocupando com os turistas que estão a transformar Lisboa numa espécie de Grande Hotel como mostram as fossas abertas nas bandas do Campo das Cebolas que com este Verão que se está a findar estão a deitar um cheirinho a esgoto que se está a transformar no novo cartão de visita da cidade do fado e das sardinhas assadas.

Este investimento em parquímetros na zona do Martim Moniz e arredores não vai, como eu já disse acima, facilitar a vida de todos aqueles que fazem o seu dia-a-dia aqui na zona e precisam de usar o seu carro para se deslocarem devido a inexistência de uma rede capaz de transportes em Lisboa que ninguém tem a mínima intenção de restaurar a eficiência que tinha por exemplo nos tempos do Estado Novo onde eléctricos ou autocarros percorriam a cidade toda e quando o Metro entrou em funcionamento foi o complemento para uma rede de transportes razoavelmente eficiente e caso tivesse a quantidade de carreiras que existia naqueles tempos conjugada com as várias extensões de Metro que foram feitas não teríamos a poluição que temos em Lisboa e tínhamos tanto bons lugares de estacionamento como poucos carros a circular na cidade.

Alguns Edis antes de Medina andaram a brincar as construções e exterminaram muitos lugares de estacionamento tanto para automóveis como para autocarros turísticos favorecendo a construção de paraques de estacionamento subterrâneos e para ajudar a festa desta luta contra a mobilidade urbana, a Carris fez o favor de eliminar quase todas as carreiras de eléctricos, muitas delas fundamentais para algumas zonas da cidade e criou ou mofdificou carreiras de autocarros para supostamente comaltar esta eliminação que nunca comaltou e nos tempos mais recentes cortou e alterou carreiras que reduziram de forma severa a mobilidade e o acesso dos lisboetas aos mais diversos locais da cidade se concentrando nos turistas com a criação de mais carreiras para turistas e alocando todos os elvadores da cidade a uma sub-contratada da Carris para o transporte de turistas chamada CarrisTur e os Lisboetas que se lixem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para que servem os parquímetros no Martim Moniz? Porque a edilidade não pensa em melhorar a gestão do trânsito na zona em questão? Porque não fazem obras nos arruamentos da zona? Porque acabaram com os lugares de estacionamento que haviam e criaram tantos parques subterrâneos?

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publicado por tron às 19:05
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música para pensar: Money - Pink Floyd
31
Ago 16

As condições nos transportes urbanos de Lisboa, sobretudo no Metro e na Carris estão mais degradadas porque o material circulante carece de substituição e manutenção e falta destas aumenta o tempo de espera ao que se junta a falta de funcionários sobretudo de condutores o que aumenta ainda mais este mesmo de tempo de espera e as reclamações por parte dos utentes, sejam eles esporádicos ou frequentes.

Com tantos desempregados com boas habilitações literárias e com vontade de trabalhar, alguns com carta de condução e estão perdidos em cursos e estágios uns do centro de emprego outros disfarçados de empregos de venda de porta a porta sem qualquer futuro e com vínculos altamente precários onde os salários são humilhantes e são uma fina linha entre o trabalho e a escravatura.

Se a Carris e O Metro abrissem vagas e com o preço que cobram por cada bilhete, depressa recuperavam que iriam gastar mais nestes salários dos eventuais novos funcionários e os tempos de espera poderiam ser reduzidos e por outro lado se o governo da Gerigonça, legítimo proprietário da Transportes de Lisboa cumprisse com o seu dever e pagasse as chamadas indemnizações compensatórias (compensação pelo uso de passe multimodal) a Transportes de Lisboa e investisse na manutenção de material circulante a espera então diminuiria para tempos aceitáveis.

Depois não se admirem que aumente a circulação de carros em Lisboa e que os índices de qualidade do ar na capital da república diminuem de forma brutal como o acumular de gases de efeito de estufa e de outros poluentes que são prejudiciais à saúde pública e com dois partidos ditos ecologistas na Gerigonça (PAN e PEV) estão calados com a inacção da Gerigonça em contratar mais condutores para Metro e Carris e fazer uma manutenção do material circulante e no caso do Metro se o Metro não ter capacidade ou contrate mais gente para esta área além da condução ou então arrajem uma forma de reactivar uma certa empresa de insdústria pesada que ficava ali para as bandas da Amadora chamada Sorefame que construiu todo o material ciruclante do Metro e da CP antes de ter sido encerrada.

Esta inacção da Gerigonça mostra a sua inutilidade como governo porque se querem reduzir de alguma forma o déficit da nação então poderiam investir com força nos transportes públicos em vez de suprimirem carreiras dando a desculpa que estas reformulações serão para racionalização de custos quando a real razão desta pseudo-reformulação é reduzir cada vez mais os transportes públicos e apostando no transporte para turistas, ignorando a necessidade dos lisboetas de uma rede de trransportes públicos eficientes e que sejam ecologicamente sustentáveis e aceitáveis.

Esta situação de cada vez colocar mais os transportes a serviço dos turistas e menos dos lisboetas é apenas uma forma de mostrar que afinal a não-concessão para os privados dos Transportes de Lisboa foi um erro porque a gestão pública está mais focada nos turistas do que no seu verdadeiro serviço público que é transportar os lisboetas sejam eles temporários (moradores nos subúrbios da AML) como os lisboetas em si sejam eles imigrantes ou lisboetas de gema e que os turistas são apenas um serviço secundário e que o material circulante deve estar em bom estado seja ele novo ou recondionado e nada disso acontece e quem se lixa é o Zé Povinho enquanto o turista anda de cuzinho quente de transportes públicos só para eles como redes especiais de autocarros e eléctricos ou caso paradigmático do elevador de Santa Justa que na Rua do Ouro tem uma fila tão grande de turistas como estivéssemos numa caixa de supermercado ou hipermercado numa daquelas promoções loucas e não transporta nenhum lisboeta mostrando que cada vez temos mais transportes para os turistas e menos para as pessoas restando a alternativa automóvel ou pedonal.

E ficam as minhas perguntas: Porque não se investe no transporte público como se deveria? Porque os transportes públicos em Lisboa servem menos os lisboetas e servem mais os turistas? Como querem que hajam menos carros em Lisboa se cada vez temos menos transportes públicos? Porque a Gerigonça está calada perante esta situação?

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publicado por tron às 16:03
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
12
Jan 16

Não venho fazer nenhuma campanha por maior uso das pernas, mas sim expor uma situação que apareceu recentemente nos transportes públicos e que só agora reparei que algumas formas de pagamento dos transportes em Lisboa ficaram diferentes, não para melhor, mas para pior e vos venho falar do que fizeram ao sistema de pagamento de transportes públicos Zapping que primeiro surgiu para autocarros e metro em Lisboa e depois se estendeu aos outros operadores com a excepção das rodoviárias.

A mudança que ocorreu no Zapping até que é fácil de explicar e foi esta: antes no Zapping se poderia carregar qualquer valor até 15 euros e o cartão não podia ter mais do que 20 euros de saldo e o mínimo para se carregar era dois euros se o cartão estivesse vazio, mas caso tivesse um cêntimo que fosse poderiamos completar com a importância que fosse necessária para as viagens que fosse necessárias efectuar; acontece que agora o cenário de utilização deste título de transporte mudou, mas mudou para pior.

E mudou para pior porque se deixou de ter a liberdade se carregar com o valor que se quer ou que se pode e agora só se pode carregar em escalões o que faz com que fique sempre valor remanecente no cartão que não é utilizável para deixar o cartão a zeros nem é o utilizável porque este esquema de escalões deixa sempre valor restante porque nunca se pode por o dinheiro que queremos no Zapping e por outro lado não nos devolvem os cêntimos restantes que ficam no cartão indo estes para os bolsos dos operadores de transportes e por tabela para o Estado em sede de IVA a 5%.

Assim sendo voltamos à antiga portuguesa que era ter um bilhete para cada operadora e como usam o mesmo suporte (cartão 7 Colinas/Lisboa Viva) irá haver confusão certamente, sobretudo em pessoas com problemas de visão ou de memória que irão fazer confusão com os títulos de transporte, quando antes se poderia usar apenas um como fosse um passe sem se ter a obrigação de se comprar/recarregar todos os meses como se passa com o passe social e agora para não andarem a encher o cu a gulosos têm que andar com um bilhete para cada transporte ou então andar a pé quando terem que ir trabalhar ou resolver um assunto.

Depois com ideias como estas não se admirem que Lisboa tenha cada vez mais carros nas suas artérias com as respectivas consequências como a poluição ou os problemas como o estacionamento caótico e se esta medida não for retirada vai dar confusão de bilhetes como já vi em vários meios de transportes ou então no caso de pessoas com urgência para irem resolver um assunto andarem à borla nos transportes públicos porque não podem carregar o Zapping com o valor de uma viagem que muitas vezes é o dinheiro que têm no bolso.

Gostava de saber como querem incentivar o uso do transporte público se colocam obstáculos a aquisição de títulos ocasionais quase como obrigando os utilizadores ocasionais a utilizarem as tarifas de bordo no caso da Carris e usarem títulos separados para cada operador como não fosse já de si grave a falta de acessos para boa parte dos transportes públicos da capital da república e como já disse antes não estranhem que hajam cada vez mais carros em Lisboa e tenhámos que aguentar com poluição, estacionamento caótico e baixo nível de civilidade de alguns condutores.

Nem sei quem teve esta ideia embora gostasse de saber quem foi o génio que teve esta ideia de bosta para não dizer ouitro termo mais reles porque era o que merecia ouvir e ninguém deu por nada nem ninguém protestou, até que era normal tudo ter ficado calado porque esta alteração aconteceu na silly season eleitoral e estavam todos entretidos a tentar colocar o Costa das Chamuças e dos Tuk-Tuk no poleiro e nem deram que estavam a ser roubados nos bilhetes dos transportes públicos.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem ganha com isto? Quem perde com isto? Quem foi o génio que teve a ideia de alterar o sistema do Zapping?

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publicado por tron às 20:59
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música para pensar: Bycicle Race - Queen
19
Jun 15

Mais uma vez o Metro de Lisboa faz greve e apenas a oitava em 6 meses do corrente ano e já nem conto com as greves da Carris que andam mais ou menos pelo mesmo caminho e depois andam a dizer que são contra a privatização e por isso é que fazem as greves.

Não sei o que se passa no seio dos operadores privados, mas não os vejo a fazer greves com esta ferquência e depois surgem em vários meios da comunicação social casos como o do Metro de Lisboa em que os maquinistas apenas fazem turnos de 3 horas por dia e ganham mais de 2 mil euros por mês (superando até o salário dos enfermeiros e médicos em início de carreira no SNS).

Estes senhores parece que ainda não viram que devido aos preços abusivos dos transportes em Lisboa cada vez mais se anda de carro ou a pé ou então os mais espertinhos andam de borla sem pagar qualquer bilhete para usar os transportes públicos sobretudo graças a diminuição da fiscalização nos mesmos meios de transportes públicos.

Estas greves sistemáticas estão a criar um sentimento de ódio contra estas greves no metro e na Carris e o que se ouve mais nas ruas é que a dita priviatização deve ser feita o mais rápido possível para ver se param com as greves porque quem ganha é administração do Metro e da Carris que paga menos salários aos grevistas e mete mais dinheiro ao bolso e até acaba por facilitar a vida aos novos donos do Metro de Lisboa e Carris porque podem aplicar o dinheiro descontado nos passivos astronómicos de ambas as empresas.

Quem ficou a perder são os utentes com passe comprado porque são dias perdidos de passe e que ninguém os vai devolver e o mesmo dinheiro já está nos cofres das empresas públicas de transportes públicos e mais greves se anunciam e nem sei se vai haver alguém que vai deixar de comprar passes ou bilhetes e simplesmente boicotam os transportes públicos devido a estas greves sistemáticas.

E ficam as minhas perguntas: Quando é que estas greves acabam ? Será que a privatização será positiva ? Quem perde e quem ganha com estas greves ? Não serão estas greves um abuso do direito da greve ?

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publicado por tron às 23:28
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música para pensar: Ao Trabalho - Peste & Sida
12
Abr 15

Tenho estado afastado deste meu e vosso recanto porque o curso de espanhol me tem comido todo o tempo livre que tenho além de me consumir muitas energias e depois acabo sempre fatigado, mas não fora das coisas que aocntecem no mundo.

Estes dias em Portugal têm sido marcados sobretudo pelas constantes greves dos transportes públicos que não se devem a nenhuma actualização salarial, mas sim a contestação contra a privatização dos mesmos nem que seja parcial e não são greves de um dia por mês que seja, mas sim vários dias num mês e estes dias não são repostos nos bolsos das pessoas que compram passes para não falar no incómodo que é ter que faltar a comprimissos porque não há transportes.

Ainda antigamente haviam linhas de alternativos que facilitavam a vida, mas agora nem isso fazem o que tornar as greves caa vez mais insuportáveis e cada vez menos compreensíveis porque não nos podemos esquecer que nos tempos de Sócrates quase não houve greves de transportes e com esta diferença de atitude dá para perceber de que massa são feitos os sindicatos e que afinal parecem ser marionetas de socialistas e de comunistas.

Estas grevezinhas do sector dos transportes nada têm a ver como democracia e muito menos são pelo interesse democrático dos trabalhadores porque por causa dos amuos políticos da CDU a grande massa laboral do país não pode ir trabalhar e ganhar o seu pão porque simplesmente não tem transportes para se deslocar para o seu posto de trabalho ficando impedida de ganhar o seu ganha-pão e a esquerda ou pelo menos parte dela se diz ainda amiga do pobre e do trabalhador, mas com amigos destes que cortam o acesso ao trabalho e ao pão não precisamos de inimigos.

E como sempre ficam as minhas perguntas: A quem servem os sindicatos? Quem ganha com estas greves? Porque não fizeram igualmente greves em grandes quantidades nos tempos de Sócrates? Para que servem os sindicatos em Portugal?

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publicado por tron às 23:35
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música para pensar: Death on Two Legs - Queen
17
Jan 15

Nestes dias mais recentes tenho estado com uma tendinite de esforço que vai e vem devido as voltas que tenho dado para tratar de assuntos pessoais sobretudo para pedir apoio social por causa da minha mãe estar num lar e o dinheiro ser nenhum para eu sobreviver e ainda menos para pagar as contas além de outros assuntos.

E devido a esta mesma tenidite de esforço por vezes tenho que andar de canadianas pelas ruas de Lisboa e este facto se torna em uma tortura acrescida as minhas dores é a quantidade abissal de obstáculos que quando não tenho que usar as bengalas são fáceis de passar, mas quando tenho as bengalas se revelam verdadeiros pesadelos para eu poder andar com as bengalas sem correr o risco de cair e são obstáculos de toda a espécie.

Desde passeios e faixas de rodagem com manutenção negligente, com buracos que parecem fossos e se não são os buracos é a condição em que se encontram os passeios sempre aos altos de baixos, com locais com as pedras soltas e nas faixas de rodagem falta alcatrão, o que dificulta qualquer travessia de rua ou avenida sobretudo para quem não poder andar.

Já tenho visto casos de pessoas sem quaisquer problemas de locomoção e cairem no chão de forma espalhafatosa e dolorosa graças a negligência que a mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa sofre na manutenção dos passeios e das ruas que parece estar, tal como o socialismo, metida na gaveta porque nem sequer o vereador Sá Fernandes quer saber em que estado estão as artérias da capital.

Como não bastasse a falta de acessos a pessoas com problemas na cidade, temos também que que mencionar os transportes públicos que não servem para todos os cidadãos porque têm sempre degraus e escadas nos seus acessos e não permitem ou difucultam o acesso a qualquer pessoa que tenha um qualquer problema de saúde que lhe prejudique o andar o que vai obrigar a um maior uso do carro ou que as pessoas com problemas tenham que andar a pé mesmo que não possam e era dever não só das empresas de transportes públicos bem como da CML anular qualquer tipo de barreira de acesso aos transportes públicos porque é o seu dever como edilidade e não pensar apenas nos turistas.

E quando vejo o trânsito de Lisboa num desastre e ruas sem manutenção fico assustado como ainda querem um incompetente como António Costa como Führer de Portugal quando se vê que Lisboa se afunda a olhos vistos, nem para entender e ainda menos para explicar.

Ficam as minhas perguntas de sempre: Quando é que todos terão acesso aos transportes ? Quando é que deixam de haver barreiras para os acessos aos transportes públicos ? Porque a CML não faz nada ?

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publicado por tron às 23:25
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música para pensar: Road to Nowhere - Taliking Heads
23
Dez 13

Carris, STCP e Transportes Sul do Tejo em greve no Natal e Ano Novo

 

 

 

 

 

Trabalhadores contestam o Orçamento de Estado para 2014 e os cortes nos salários. Tribunal Arbitral decretou serviços mínimos para a Carris e a STCP.

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:02
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música para pensar: O Inventor - Heróis do Mar
18
Nov 13

Todos os dias 16 automobilistas são autuados por barrarem carreiras da STCP

 

 

 

Situação no Porto piorou de 2012 para 2013, embora a empresa não a considere crítica. Mas este ano, e até Setembro, 230 viagens foram mesmo interrompidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

(fonte: Público)

publicado por tron às 23:55
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música para pensar: Pronuncia do Norte - GNR & Isabel Silvestre
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