REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
28 de Fevereiro de 2017

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
30 de Agosto de 2016

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
10 de Setembro de 2015

O velho elevador de Santa Justa projectado por Raoul Mesnier du Ponsard inaugurado em 1902, já não é um transporte para os Lisboetas ou para aqueles que fazem de Lisboa e a zona do Carmo e do Bairro Alto o seu local de trabalho; mas sim apenas um local apenas para turistas onde a Carris (empresa pública) tem um verdadeiro maná porque cada viagem sem bilhete pré-comprado custa 5 euros e sabendo que uma viagem de ida e volta no elevador de Santa Justa leva 30 passageiros, agora basta fazer as contas em quanto é que fica em termos de lucros um dia de função do elevador de Santa Justa.

De alguns anos para cá a discriminação que os lisboetas (não só os naturais de Lisboa como aqueles que trabalham na capital lusitana) sofrem em relação aos turistas nos transportes públicos tem vindo a aumentar e o elevador de Santa Justa é o mais descarado paradigma desta vergonha que se passa em Lisboa com uma impunidade nojenta e ainda para aumentar mais o maná, quem quiser subir ao cimo do elevador de Santa Justa tem que pagar mais 1,50€.

E o mesmo elevador agora se encontra em obras tendo apenas uma cabine a funcionar e o passadiço que dava acesso directo ao Largo do Carmo foi substituído por um passadiço provisório há um par de anos pelo menos que fez o favor de extirpar o local onde era a papelaria da extinta Escola Secundária Veiga Beirão e cuja entrada foi engalanada com pseudo-rendilhados transformando o pátio principal da Veiga Beirão numa espécie de anexo do Largo do Carmo; as mesmas obras e que apenas permitem o uso de uma só cabine, faz com que este mesmo elevador seja apenas para turistas e mesmos estes têm que ter uma paciência de Job porque as filas para se entrar no elevador de Santa Justa chegam a ter por vezes uma ou duas dúzias de metros e além disso a obra não se sabe quando vai estar pronta.

Agora para o cidadão comum que queira chegar ao Largo do Carmo ou as suas áreas próximas tem algumas opções alternativas e cada uma pior do que a outra: uma é entrar pelo lado da estação de metro Baixa-Chiado que dá para a Rua do Crucifixo e subir as escadas rolantes do lado oposto e que vão sair ao Largo do Camões o que até em termos físicos pode ser saudável, mas por outro lado se revela uma desnecessária perca de tempo se a Carris investisse a sério na mobilidade o elvador de santa justa voltaria a sua essência e seria um transporte uisado por todos que precisassem dele e não apenas os turistas que todos os dias saturam o passeio da Rua do Ouro onde fica o elvador de Santa Justa dificultando e muito o caminho das pessoas que têm que passar exactamente por aquele lado da Rua do Ouro devido as infindáveis filas causadas pela existência de uma cabine só em funções devido as obras que nunca mais acabam no elevador de Santa Justa e o passadiço que nunca mais está feito, embora os danos feitos na antiga Escola Secundária Veiga Beirão já estejam feitos, num edifício com os devidos retoques poderia ser transformado num centro de formação profissional poupando a muitos utentes do IEFP idas de transporte e algumas bem onerosas.

Enfim, houve ou há um autor francês do qual não me recordo do nome que disse que Paris não passava de um gingantesco hotel artificial e sem vida e a Lisboa que eu conheci nos anos 80 é muito diferente da actual, demasiadamente turística e com demasiados turistas para uma cidade verdadeiramente histórica para o mundo e que ao mesmo tempo está cada vez mais fechada para os seus moradores que são transformados em reculusos numa cidade que os viu nascer ou então acabam para ter que irem viver para os subúbios da mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa que em algumas zonas parecem favelas, não pode serem bairros de lata; mas porque a marginalidade cresce nestas mesmas zonas numa forma expoencial.

Mas voltando a vaca fria, o elevador de Santa Justa quando foi concebido há 113 anos não foi como transporte de turistas para o Bairro Alto que não querem subir uma das sete colinas e não fazer aquilo que quase 600 mil habitantes (só Lisboa cidade) fazem todos os dias que é subir e descer as colinas da cidade das 7 Colinas, mas sim como transporte público para facilitar a mobilidade dos habitantes e visitantes da cidade.

Dá dó ver um transporte público da cidade tomado de assalto pelos turistas, e quando um lisboeta quer usar o elevador de Santa Justa como transporte, simplesmente não o pode fazer porque se tornou em algo demasiadamente turístico e não nos podemos esquecer que em Lisboa quase que tratam das hemorróidas dos turistas com a língua e os lisboetas muitas vezes são tratados como cães sarnentos e já passei por esta situação e vi outrtas pessoas passarem pelo mesmo.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quando é que o elevador de Santa Justa volta a ser dos lisboetas? Para quando uma Lisboa menos turística e mais humana? Será preciso fazer alguma petição para tornar os elevadores da Carris transportes públicos como sempre foi a sua génese? O que têm de especial os turistas para serem previligiados numa cidade cheia de miseráveis?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 13:25
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
13 de Junho de 2015

Para quem não sabe, as marchas populares foram uma invenção dos tempos do Estado Novo, para que o Parque Mayer voltasse a ganhar vida (quer-se dizer, nos tempos "negros" da outra senhora ainda se ia respeitando a cultura nacional) e não acabasse como um fosso como quase chegou a estar.

Ainda compreendo que se façam arraiais nos largos dos bairros que entram em concurso nas marchas, embora eu não seja grande apreciador das marchas, não só devido a ligação ao Estado Novo; mas sobretudo não passa de uma forma de tornar Lisboa ainda mais turística do que já é porque existe duas Lisboas: uma para turistas muito bonita e estupidamente cara e onde nos cafés quase tratam das hemorróidas com a língua, e outra miserável cheia de lojas de souvenires caros e de baixa qualidade para enganar pacóvios e onde os locais são assaltados com o preço dos transportes e onde transportes que eram de uso geral agora quase que são apenas reservados para turistas.

E com a época tola das festas da cidade os arraiais já sairam dos limites dos chamados bairros tradicionais e basta haver a porra de um largo ou uma praceta que se possa cortar o trânsito ou não tenha qualquer trânsito, assentam logo um arraial com música de qualidade duvidosa e que nada tem a ver com a cidade e a isso temos que acrescentar o assalto feito nos preços de algo tão simples como uma água mineral ou uma coca-cola que muitos são de marca branca do minipreço, comprados por menos de 50 cêntimos e revendidos por dois ou mais euros com todo a vontade sem que ninguém proteste.

Gostava que alguém me explique por isso tudo acontece e ninguém diz nada nem explica porque se tem que aturar com o barulho dos arraiais fora dos seus locais quando em muitos destes locais existem hospitais e lares de idosos e onde boa parte dos habitantes destas mesmas zonas fora dos bairros são pessoas idosas ou simplesmente nem são apreciadoras de arraiais seja por motivos culturais ou por motivos de saúde e mesmo deixam fazer estes arraiais fora das zonas respectivas onde a festa se transforma numa tortura digna da prisão de Guantánamo ou de uma polícia política.

E ficam as minhas perguntas de sempre: De onde vem o dinheiro para isto tudo ? Que mal fizemos ao Criador para aturar arraiais fora dos seus sítios próprios ? Aonde pára o respeito pelo próximo ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 20:01
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música para pensar: A Little Peace- Nicole
27 de Janeiro de 2014

Sete coisas que fazem de Lisboa a cidade mais fixe da Europa, segundo a CNN

 

 

 

Fiona Dunlop, jornalista inglesa que escreve sobre viagens há mais de 20 anos, escolhe razões para colocar a capital portuguesa no topo das preferências dos turistas.

 

 

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)

publicado por tron às 23:46
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música para pensar: Só Gosto de Ti - Heróis do Mar
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