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REPORTGENS, CRÍTICAS E INVESTIGAÇÕES DO CYBER-RERPORTER + SECRETO DO MUNDO Blog Nacionalista e Monárquico (UM AVISO: AQUI NÃO VAI ENTRAR O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO BLOG MONÁRQUICO E NACIONALISTA)
28
Fev 17

Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 14:03
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música para pensar: Liberdade - Sérgio Godinho
31
Ago 16

As condições nos transportes urbanos de Lisboa, sobretudo no Metro e na Carris estão mais degradadas porque o material circulante carece de substituição e manutenção e falta destas aumenta o tempo de espera ao que se junta a falta de funcionários sobretudo de condutores o que aumenta ainda mais este mesmo de tempo de espera e as reclamações por parte dos utentes, sejam eles esporádicos ou frequentes.

Com tantos desempregados com boas habilitações literárias e com vontade de trabalhar, alguns com carta de condução e estão perdidos em cursos e estágios uns do centro de emprego outros disfarçados de empregos de venda de porta a porta sem qualquer futuro e com vínculos altamente precários onde os salários são humilhantes e são uma fina linha entre o trabalho e a escravatura.

Se a Carris e O Metro abrissem vagas e com o preço que cobram por cada bilhete, depressa recuperavam que iriam gastar mais nestes salários dos eventuais novos funcionários e os tempos de espera poderiam ser reduzidos e por outro lado se o governo da Gerigonça, legítimo proprietário da Transportes de Lisboa cumprisse com o seu dever e pagasse as chamadas indemnizações compensatórias (compensação pelo uso de passe multimodal) a Transportes de Lisboa e investisse na manutenção de material circulante a espera então diminuiria para tempos aceitáveis.

Depois não se admirem que aumente a circulação de carros em Lisboa e que os índices de qualidade do ar na capital da república diminuem de forma brutal como o acumular de gases de efeito de estufa e de outros poluentes que são prejudiciais à saúde pública e com dois partidos ditos ecologistas na Gerigonça (PAN e PEV) estão calados com a inacção da Gerigonça em contratar mais condutores para Metro e Carris e fazer uma manutenção do material circulante e no caso do Metro se o Metro não ter capacidade ou contrate mais gente para esta área além da condução ou então arrajem uma forma de reactivar uma certa empresa de insdústria pesada que ficava ali para as bandas da Amadora chamada Sorefame que construiu todo o material ciruclante do Metro e da CP antes de ter sido encerrada.

Esta inacção da Gerigonça mostra a sua inutilidade como governo porque se querem reduzir de alguma forma o déficit da nação então poderiam investir com força nos transportes públicos em vez de suprimirem carreiras dando a desculpa que estas reformulações serão para racionalização de custos quando a real razão desta pseudo-reformulação é reduzir cada vez mais os transportes públicos e apostando no transporte para turistas, ignorando a necessidade dos lisboetas de uma rede de trransportes públicos eficientes e que sejam ecologicamente sustentáveis e aceitáveis.

Esta situação de cada vez colocar mais os transportes a serviço dos turistas e menos dos lisboetas é apenas uma forma de mostrar que afinal a não-concessão para os privados dos Transportes de Lisboa foi um erro porque a gestão pública está mais focada nos turistas do que no seu verdadeiro serviço público que é transportar os lisboetas sejam eles temporários (moradores nos subúrbios da AML) como os lisboetas em si sejam eles imigrantes ou lisboetas de gema e que os turistas são apenas um serviço secundário e que o material circulante deve estar em bom estado seja ele novo ou recondionado e nada disso acontece e quem se lixa é o Zé Povinho enquanto o turista anda de cuzinho quente de transportes públicos só para eles como redes especiais de autocarros e eléctricos ou caso paradigmático do elevador de Santa Justa que na Rua do Ouro tem uma fila tão grande de turistas como estivéssemos numa caixa de supermercado ou hipermercado numa daquelas promoções loucas e não transporta nenhum lisboeta mostrando que cada vez temos mais transportes para os turistas e menos para as pessoas restando a alternativa automóvel ou pedonal.

E ficam as minhas perguntas: Porque não se investe no transporte público como se deveria? Porque os transportes públicos em Lisboa servem menos os lisboetas e servem mais os turistas? Como querem que hajam menos carros em Lisboa se cada vez temos menos transportes públicos? Porque a Gerigonça está calada perante esta situação?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

publicado por tron às 16:03
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
30
Ago 16

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

publicado por tron às 15:14
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
03
Jun 16

O novo monumento erigido pelo edil de Lisboa não tem nada de positivo para a imagem da cidade das caravelas, ao mesmo tempo é das obras mais aromáticas e mal-cheirosas alguma vez feitas por algum edil da Cidade das Sete Colinas e se o mítico Fernando Pessa fosse vivo (o qual me serviu de inspiração para este blog, sobretudo nos seus primeiros tempos) tinha muitos bilhetes postais para enviar para o edil nomeado pelo presente Führer da república portuguesa.

Devido a sua paranóia por bicicletas, árvores e turistas, Fernando (Talibã) Medina transformou a Cidade das Sete Colinas num verdadeiro estaleiro tornando o trânsito na mesma cidade num verdadeiro inferno do qual se torna um pesadelo sair dele e como tal inferno não fosse suficiente, as obras que saíram da cabeça do talibã lisboeta e neste fim-de-semana tive que ir para a zona da Gare do Oriente tratar de um assunto pessoal e como os comboios que partem de Alcântara - Terra não se efectuam ao fim de semana tive que ir até Santa Apolónia apanhar um comboio para a Gare do Oriente.

Como só tinha o dinheiro contado para o comboio, fui a pé até a principal gare de Lisboa e passei pelo Campo das Cebolas que está um estaleiro e pela Rua do Jardim do Tabaco que está numa situação não muito diferente, mas nesta mesma artéria é que reside a parte perfumada do estaleiro saído da cabeça do edil de Lisboa que são os vários esgotos deixados a céu aberto e com os raios solares incidirem em cheio nos mesmos e está mistura de esgotos e sol directo cria uma fragrância intensificada pelo vento que vem do lado do Rio Tejo; uma fragrância nada agradável sobretudo para quem está sentado a comer ou a desfrutar de uma tarde de sol em Lisboa e as principais vítimas deste novo perfume nacional Esgotó Medina Nº5 são por um lado os clientes dos vários restaurantes da zona e os utentes dos espaços verdes e lugares de descanso da dita área e por outro lado, os operadores económicos sobretudo os da restauração que acabam por perder os seus clientes, sobretudo turistas, que servem para Fernando Medina como um charro para um Rastafari.

Se eu, por exemplo, fosse a uma qualquer capital europeia de férias e a encontrasse transformada num estaleiro e com cheirinho a esgoto, a primeira coisa que fazia era zarpar e pedir a devolução do dinheiro a agência de viagens onde eu tivesse comprado o pacote de férias porque não estaria sujeito a aturar um bafo de esgoto nas minhas féria se o curioso é ver todo o poder político da república calado entretido com a questão dos colégios e até mesmo a nível local, a chamada oposição na CML está de boca calada como que consentisse este estado de coisas.

 Esta situação não se pode admitir de forma nenhuma sobretudo quando falta cerca de um ano para as eleições municipais em Portugal, eleições as quais serão o primeiro grande teste da governação do Führer Costa além de ser um teste local a cada um dos autarcas por este país fora, mas vai ser sobretudo um teste a governação de António Costa que vai ser digamos que, sufragada de forma indirecta nas eleições municipais de 2017.

Mas voltando a vaca fria; os buracos abertos na actual administração da CML estão a transformar a cidade em algo de feio e mal cheiroso em nome de um turismo que na minha opinião se está a transformar numa bolha económica que mais tarde ou mais cedo vai estoirar e todos nós sabemos o que acontece quando uma bolha económica ou financeira estoira e com tanta febre de bajulação para os turistas um dia destes a bolha estoira vamos ver como o desemprego em Portugal sobe para níveis estratosféricos e aí todos vão cair na real.

Enquanto isto não acontece a cidade do fado é uma cidade estaleiro, mas um estaleiro muito mais mal cheiroso do que um qualquer estaleiro naval e nos dias de sol cheira pior do que um caixote de lixo de uma peixaria ou algo parecido e nem os turistas e muito menos os lisboetas merecem este aroma mal-cheiroso e repugnante e Fernando Medina não se esqueça que Lisboa é para os lisboetas tanto os que nasceram e vivem na capital lusa bem como aqueles que trabalham na cidade que segundo algumas lendas foi fundada por Ulisses.

Como sempre as minhas perguntas sem resposta: Quando é que as obras acabam? Quando é que Lisboa volta a ser dos lisboetas? O que se passa na cabeça de Fernando Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

 

Ah! Já me esquecia das fotos do novo monumento

 

 

 

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Ambas as fotos tiradas entre o Campo das Cebolas e a Rua Jardim do Tabaco, cheia de esplanadas e turistas

 

 

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Mr. Crowley - Ozzy Osbourne
10
Set 15

O velho elevador de Santa Justa projectado por Raoul Mesnier du Ponsard inaugurado em 1902, já não é um transporte para os Lisboetas ou para aqueles que fazem de Lisboa e a zona do Carmo e do Bairro Alto o seu local de trabalho; mas sim apenas um local apenas para turistas onde a Carris (empresa pública) tem um verdadeiro maná porque cada viagem sem bilhete pré-comprado custa 5 euros e sabendo que uma viagem de ida e volta no elevador de Santa Justa leva 30 passageiros, agora basta fazer as contas em quanto é que fica em termos de lucros um dia de função do elevador de Santa Justa.

De alguns anos para cá a discriminação que os lisboetas (não só os naturais de Lisboa como aqueles que trabalham na capital lusitana) sofrem em relação aos turistas nos transportes públicos tem vindo a aumentar e o elevador de Santa Justa é o mais descarado paradigma desta vergonha que se passa em Lisboa com uma impunidade nojenta e ainda para aumentar mais o maná, quem quiser subir ao cimo do elevador de Santa Justa tem que pagar mais 1,50€.

E o mesmo elevador agora se encontra em obras tendo apenas uma cabine a funcionar e o passadiço que dava acesso directo ao Largo do Carmo foi substituído por um passadiço provisório há um par de anos pelo menos que fez o favor de extirpar o local onde era a papelaria da extinta Escola Secundária Veiga Beirão e cuja entrada foi engalanada com pseudo-rendilhados transformando o pátio principal da Veiga Beirão numa espécie de anexo do Largo do Carmo; as mesmas obras e que apenas permitem o uso de uma só cabine, faz com que este mesmo elevador seja apenas para turistas e mesmos estes têm que ter uma paciência de Job porque as filas para se entrar no elevador de Santa Justa chegam a ter por vezes uma ou duas dúzias de metros e além disso a obra não se sabe quando vai estar pronta.

Agora para o cidadão comum que queira chegar ao Largo do Carmo ou as suas áreas próximas tem algumas opções alternativas e cada uma pior do que a outra: uma é entrar pelo lado da estação de metro Baixa-Chiado que dá para a Rua do Crucifixo e subir as escadas rolantes do lado oposto e que vão sair ao Largo do Camões o que até em termos físicos pode ser saudável, mas por outro lado se revela uma desnecessária perca de tempo se a Carris investisse a sério na mobilidade o elvador de santa justa voltaria a sua essência e seria um transporte uisado por todos que precisassem dele e não apenas os turistas que todos os dias saturam o passeio da Rua do Ouro onde fica o elvador de Santa Justa dificultando e muito o caminho das pessoas que têm que passar exactamente por aquele lado da Rua do Ouro devido as infindáveis filas causadas pela existência de uma cabine só em funções devido as obras que nunca mais acabam no elevador de Santa Justa e o passadiço que nunca mais está feito, embora os danos feitos na antiga Escola Secundária Veiga Beirão já estejam feitos, num edifício com os devidos retoques poderia ser transformado num centro de formação profissional poupando a muitos utentes do IEFP idas de transporte e algumas bem onerosas.

Enfim, houve ou há um autor francês do qual não me recordo do nome que disse que Paris não passava de um gingantesco hotel artificial e sem vida e a Lisboa que eu conheci nos anos 80 é muito diferente da actual, demasiadamente turística e com demasiados turistas para uma cidade verdadeiramente histórica para o mundo e que ao mesmo tempo está cada vez mais fechada para os seus moradores que são transformados em reculusos numa cidade que os viu nascer ou então acabam para ter que irem viver para os subúbios da mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa que em algumas zonas parecem favelas, não pode serem bairros de lata; mas porque a marginalidade cresce nestas mesmas zonas numa forma expoencial.

Mas voltando a vaca fria, o elevador de Santa Justa quando foi concebido há 113 anos não foi como transporte de turistas para o Bairro Alto que não querem subir uma das sete colinas e não fazer aquilo que quase 600 mil habitantes (só Lisboa cidade) fazem todos os dias que é subir e descer as colinas da cidade das 7 Colinas, mas sim como transporte público para facilitar a mobilidade dos habitantes e visitantes da cidade.

Dá dó ver um transporte público da cidade tomado de assalto pelos turistas, e quando um lisboeta quer usar o elevador de Santa Justa como transporte, simplesmente não o pode fazer porque se tornou em algo demasiadamente turístico e não nos podemos esquecer que em Lisboa quase que tratam das hemorróidas dos turistas com a língua e os lisboetas muitas vezes são tratados como cães sarnentos e já passei por esta situação e vi outrtas pessoas passarem pelo mesmo.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quando é que o elevador de Santa Justa volta a ser dos lisboetas? Para quando uma Lisboa menos turística e mais humana? Será preciso fazer alguma petição para tornar os elevadores da Carris transportes públicos como sempre foi a sua génese? O que têm de especial os turistas para serem previligiados numa cidade cheia de miseráveis?

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publicado por tron às 13:25
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
08
Out 14

Porque meteram na rua a mim e ao meu afilhado que é deficiente mental porque pensam que eu sou o culpado da pensão onde sobrevivemos estar infestada de tudo que é pragas quando se anda pelos corredores e é só ver buracos no chão e estão a correr com aqueles que têm nos quartos que alugam como casa para não dormirem na rua e me deram até ao final do mês para achar alojamento.

Pelo que tenho visto querem transformar a pensão onde vivo, nu alojamento turístico e os outros que tentam não dormir na rua, vão ter que dormir na rua queiram ou não e assim se mostra como agora é o novo modo de ser das pensões onde querem lamber o cu aos turistas e se estão nas tintas para quem precisa.

Espero em breve ter novidades sobre este assunto em particular e quando arranjar espaço para viver quem me está agora a humilhar vai pagar pelo que me está a fazer.

Ah o local em questão é a Pensão Real da Rua da Palma que ainda deve estar nos arquivos do Correio da Manhã devido a um incêndio que aconteceu aqui em 2010

publicado por tron às 23:50
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música para pensar: Death on Two Legs - Queen
28
Abr 14

publicado por tron às 23:55
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música para pensar: Money - Pink Floyd
27
Nov 13

Está mesmo visto que o presente presidente da principal edilidade de Portugal deve ser viciado na regra romana do Pão e Circo, embora esta máxima quando aplicada a Portugal, apenas seja aplicável o circo e muito raramente o pão porque este é cada vez mais um privilégio de alguns em vez de ser um direito de todos como deveria e deve ser.

E ao mesmo tempo que lojas, muitas delas centenárias, fecham devido a crise e a fiscalidade exagerada do desgoverno da ditadura Passos Coelho, aumentando o desemprego e enquanto fecham estas lojas centenárias onde os nossos avós ou mesmo os nossos pais compraram as suas coisas de sempre; por outro lado aparecem lojas de souvenires que são propriedade de asiáticos que nnguém sabe para que servem e que não geram emprego a não ser para os os próprios donos e respectivas famílias aumentando assim de uma forma brutal o desemprego já de si em números pornográficos.

Mas para entreter uma legião ou um povo zangado nada como a velha regra romana do Pão e Circo e como está um frio quase congelante, o circo que nos vem dos Paços do Concelho é a retirada de pedras de calaçada portuguesa dos passeios e a sua substiruição por pedra lioz como já foi feito na Rua da Vitória e enquanto entretem os lisboetas os que são a favor ou contra esta guerra da pedra, a qual deve estar a fazer falta ao Senhor Costa para mais um dos seus elefantes brancos como foi o caso da pseudo-limpeza do Intendente que cada vez está mais sujo porque aquilo onde a CML deve ser CML como a limpeza urbana ou a habitação social, aliás esta última mais do que nunca devido a infame lei do arrrendamento urbano e o aumentar constante dos casos de pobreza em Portugal, mas sobretudo nas grandes cidades como Lisboa.

Gostava de saber o que ganha o presidente da CML com esta retirada de calaçada portuguesa quando há tantos, mas tantos problemas nesta cidade para serem resolvidos e alguns até estão pendurados desde de 2001 pelo menos, quando João Soares perdeu a presidência da CML para Pedro Santana Lopes e depois o resto sabemos a bela mixórdia em que Lisboa se transformou e que ninguém ainda conseguiu, melhor, nnguém quis dar a volta; apenas criando circo e e mais circo a sua volta; quando na realidade tanto a cidade como a nação precisa de pão, habitação e educação e os dois itens finais podem ser fornecidos muito bem por uma câmara municipal como a de Lisboa que se consola a criar departamentos e contra-departamentos para os amigos enquanto a cidade se afunda e agora nem as pedras da calçada escapam e estas apenas ficam reservadas para os turistas porque os lisboetas ficam sem elas.

Sim, a pedra lioz por toda a cidade com a excepção das áreas turísticas, criando assim uma cidade meio gueto, meio favela onde existem duas Lisboas diferentes, uma toda florida e luminosa para os turistas e alguns parece que levam tratamento oral para as hemorróidas e outra escura, sen flores, oculta dos turistas e que fica reservada para os lisboetas como para aqueles que morando fora da capital vêem ganhar o seu pão na cidade que deveria de ser das pessoas e que cada vez é menos das pessoas e nem o Senhor Costa transforma o deserto que é o centro de Lisboa, no coração da cidade cujo sangue que circula e que lhe traz a vida são as pessoas que moram ou poderiam morar e/ou trabalhar e esta treta da retirada da calçada portuguesa é mais um tiro na soberania nacional e talvez o senhor Costa nos queira a ver nós lisboetas a morar em sanzalas ou cubatas como aquelas assim meio pós-modernas como existem nas Olaias ou na Linha de Sintra ou Cascais.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem teve esta ideia ? Quem ganha com ela ? Por acaso não existem problemas mais graves em Lisboa para serem resolvidos ? Para quando a reactivação da habitação social ? O que vai ser feito daquele buraco no Martim Moniz ? Andam a brincar com quem ? O que anda a fazer António Costa na frente dos destinos de Lisboa ? Que caminho leva a capital ? Para que serve esta medida afiinal ?

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publicado por tron às 23:34
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música para pensar: O Sangue da Cidade -Xutos & Pontapés, Feat. Pacman
18
Nov 12

Na ressaca do tornado na zona de Lagos, Algarve; em vez de irem as forças armadas ou uma brigada da protecção civil limpar os estragos causados pelo tornado de ante-ontem, acabaram por ser forças de voluntários, constituídas sobretudo por turistas que andaram a limpar os detritos causados pelo tornado em vez de serem as entidades estatais que dizem não terem dinheiro.

Esta atitude de certo desprezo por aquelas almas que é mostrado pelo desgoverno Passos Coelho que está muito mais preocupado em tratar das hemorróidas da troika e da Sra. Merkel com a língua em vez de serem povo e mandarem equipas especializadas para resolver da forma mais célere possível a situação no Algarve e ao mesmo tempo haver um política de prevenção activa para que a recuperação depois de um tornado ou outro fenómeno semelhante seja praticamente imediata sem grandes sequelas; mas o ministro do interior, que a propósito das bocas que mandou deveria de pedir a demissão, e deveria sim ver o que é preciso o governo fazer e não vir com austeridades, porque nas tragédias nunca há austeridades e é sempre precisa uma mão amiga que não é coisa que o desgoverno Passos Coelho queira dar.

Pelo que vejo, ainda há tempo dos clubes da terra fazerem um qualquer jogo amistoso e com a receita da bilheteira, fazerem a reconstrução das áreas afectadas pelo temporal porque este desgoverno cobrador de impostos e vampiresco, não vai mexer uma palha com a desculpa da falta de dinheiro aumento ainda mais as diferenças entre o Portugal da cidade grande e o Portugal rural e isto não são atitudes que se tomam em especial quando há tantas almas no limiar do desespero porque ficaram apenas com a roupa que têm no corpo em alguns casos e é nestas alturas que o Estado deve ser Estado e não uma espécie de amigo da onça como está a ser e quanto mais depressa aquelas gentes forem socorridas melhor e o que faltava ou serem os clubes desportivos locais ou alguma secção do Lyons Club, mantidas pelos expratriados ingleses a terem que fazer aquilo que o Estado deve fazer que é ajudar as vítimas de desastres naturais porque pelo que sei nenhum algarvio, turista ou cidadão de cabeça bem assente em cima do pescoço pediu de propósito um tornado no Algarve como se pede um hamburger no McDonald's.

Vamos ver qual vai ser a reacção do presidente do conselho depois do levantamento que este ordenou em relação aos danos pessoais e materiais depois do tornado do Algarve e qual vai ser a atitude a tomar e se o presidente do conselho seguir o conselho do seu sub-alterno da administração interna, então o governo de Passos Coelho não nos serve para coisa nenhuma, sendo melhor pensar em eleições gerais antecipadas para ver se Portugal fica melhor de alguma maneira.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde para o Estado ? Será que os nossos impostos servem para alguma coisa ou servem a alguém ? Quantas mais tragédias serão precisas para haver uma regra pró-activa de prevenção de danos em desastes naturais ? Para que serve a protecção civil ? Não seria agora precisa uma acção concreta da protecção civil ? E porque não largaram a cimeira Ibero-Americana para saberem onde são precisas ajudas ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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publicado por tron às 22:54
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música para pensar: Contentores - Xutos & Pontapés
25
Nov 11

Lisboa: Carteirista foi apanhado quando tentava fugir do local 

Turista esmurra carteirista no eléctrico

Um carteirista, de 38 anos, foi anteontem agredido pelo turista a quem tinha roubado a carteira momentos antes, no eléctrico nº 28 em Lisboa. O ladrão teve mesmo de ser transportado ao hospital.

 

 

eu normalmente ando a pé pro causa do custo dos transportes, mas já basta uma tarifa de bordo nos eléctricos custar 3,50 € e ainda queriam gamar mais o otário do turista, murro bem merecido

publicado por tron às 23:01
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música para pensar: Dragon Attack - Queen
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