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24
Jul 17

Há coisa de um mês aproximadamente reparei que o busto de Gracilaso de la Vega - O Inca, tinha sido cortada do pilar onde se encontrava desde da sua construção em 1984 no final do segundo mandato de Nuno Krus Abecassis como edil de Lisboa e na sua saga para haver uma união de cidades em que cultura latina fosse o ponto de união entre as várias cidades.

Desde então têm passado vários edis pela CML e vários presidentes de junta de freguesia, tanto na extinta J.F. da Pena como agora na união de freguesias de Arroios onde desde do início da actual edilidade tem sido dirigida por Margarida Martins, antiga figura maior da ONG Abraço.

Embora o busto de Catarina de Bragança (Esposa de Carlos II de Inglaterra) tenha tido o seu busto retirado para manutenção e limpeza e tenha sido reposto alguns meses depois, no caso do busto de Gracilaso de la Vega, que era de bronze maciço, ao contrário do busto de Catarina de Bragança que era feito numa espécie de rede metálica e o busto do escritor barroco peruano de origem hispano-inca era de bronze maciço e nota-se numa foto que tirei de lado que o busto foi arrancado e não cortado de forma linear como fizeram com o busto de Catarina de Bragança.

Não sei quem fez isto ou se com sorte retiraram o busto de O Inca para uma possível manutenção (o que sinceramente duvido) porque o tronco que estava a entrada do jardim do Campo dos Mártires da Pátria está em avançado estado de decomposição e ninguém faz nada para pelo menos reconsttruir a mensagem lá escrita ou colocar um novo tronco com a mesma inscrição mas com tratamento contra decomposição.

Vos vou postar aqui as fotos e aguardo a vossa opinião, mas deixo apenas uma pergunta:

Aonde foi parar o busto de Gracilaso de la Vega - El Inca?

 

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

 

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publicado por tron às 17:17
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música para pensar: Lisboa não Sejas Francesa - Amália Rodrigues
23
Jul 17

Mais uma vez volto aos trabalhos de campo e pelos piores motivos.

Ontem tive que ir buscar o meu avio semestral para as minhas doenças crónicas e tive que passar na casa de banho da estação de comboios de Campolide e a mesma foi alvo do crónico vandalismo ao ponto de parecer que a mesma casa de banho é alguma casa de banho pública de Sarajevo nos tempos da Guerra da Bósnia e nada nem ninguém está a tomar conta da mesma casa de banho e o segurança está na sua salinha perto da bilheteira.

Este pouco ou nada faz sem ser fazer rondas períodicas, mas os problemas na estação continuam sem que estes sejam resolvidos e além destes casos tenho que mencionar as cancelas que raramente funcionam como deve ser ou os elevadores que não aguentam com grandes pesos sem começarem a tremer todos como estivessem os utilizadores no meio de um sismo e até agora, basta alguém com cerca de 100/120 kilos de peso e uma mala a tiracolo ou uma mochila para se começar a sentir o tremer do elevador.

Esta situação nada tem a ver com a Gerigonça ou com a Caranguejola, mas sim tem a ver por uma parte com a negligência da empresa que gere o espaço e por outro lado com as bestas que não sabem respeitar a propriedade pública e que não passam de escumalha mal formada e mal educada em casa e na escola e depois os utilizadores se queixam que passam a pagar IVA casa vez que vão as casas de banho públicas dos comboios em Lisboa porque no talão comprovativo de pagamento dos 50 centavos/cêntimos de utilização tem a menção "IVA incluído a 23%" e esta solução pelo menos está a desincentivar o vandalismo por lado, mas por outro, as paredes dos arruamentos próximos se transformam em urinóis e no caso específico da estação ferroviária de Sete Rios, foi colocada uma casa de banho portátil para os taxistas usarem.

Estas situações não se verificam apenas em Campolide e as instalações da Gare do Oriente levam o mesmo caminho e gostava de saber o que ganham com isto e se depois quando todas as instalações públicas sem vigilância directa passarem a serem pagas pelos utilizadores e assim o vandalismo nas mesmas instalações acaba, mas com tantos recantos que a Gare do Oriente tem, ainda acaba por ser tornar um mega-urinol com as consequências que daí advêm.

Nem vale a pena deixar perguntas porque ninguém vai responder e apenas vos deixo o pedido habitiual de lerem, comentarem e divulgarem 

publicado por tron às 01:55
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música para pensar: Crazy Train - Ozzy Osbourne
07
Jun 15

vandalismo 1.jpg

 

 

 

vandalismo 2.jpg

 

 

 

remendo.jpg

 

 

 

Este mural de homenagem a rainha do fado se encontra na Travessa do Regedor (traseiras da estação de Correiros dos Restauradores, próxima ao restaurante Servajaria) e como podem ver o remendo não favoreceu muito o trabalho porque tapou o nome do autor que já estava díficil de ler e agora ficou apagado....

 

 

sem comentários

publicado por tron às 23:49
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música para pensar: Esta Lisboa que eu Amo - Simone de Oliveira
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