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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Algo Completamente Diferente

Esperei 22 dias para fazer este artigo de propósito por que quis ver se era apenas um pequeno aguaceiro ou se estava a ver um verdadeiro furacão icónico a nascer e esta espera veio a provar que o Festival RTP da Canção do ano de 2019 viu o nascimento de um verdadeiro ícone global.

Quando começaram a surgir os vídeos do vencedor, Conan Osíris, muitos criticaram incluindo eu, mas ao dar tempo numa audição mais atenta se acham várias mensagens ocultas nas letras desconjuntadas de um cantor que compôs tanto a letra como a música que levou ao Festival e e foi único que foi recebido com aclamação pelo público.

Uma aclamação digna de uma estrela rock que logo deu para entender quem iria ser o rei da festa e com estrondo e assim foi, com a preciosidade com o título "Telemóveis" que tem duas mensagens bem claras: 1) o mundo alienado agarradinho aos telemóveis sem ligar aos que lhes tão próximos fechados numa redoma electrónica; 2) muito mais subtil e a mais importante mensagem desta canção: a saudade dos que já partiram (morreram) e a impossibilidade de comunicar com os entes queridos e a raiva que se sente contra o mundo material e cheio de intriga que de nada vale quando perdemos quando amamos ninguém ou quando este ente querido está distante e não se comunica.

Aqui no burgo tem dito do pior e do melhor, mas o mais chocante é a verdadeira aceitação a nível global da exibição de Conan Osíris com a canção "Telemóveis" enquanto em Portugal há mais desdém do que apreciação positiva, notando-se que gostam mais da pedra do smooth jazz, quando houve um jardim que ficou murcho há um ano na Altice Arena.

Simplesmente adorei que Conan Osíris tivesse ganho o Festival da Canção e seja um dos favoritos a ganhar a Eurovisão com algo completamente diferente do habitual e que vai contra todos os cânones instituídos por alguns intelectuais da música que julgam perceber de música, mas se esquecem que o melhor crítico é o público e não uns quantos "peritos" que bastou ver os bitaites que mandaram durante séculos e o resultado traduzido em classificações no Festival Eurovisão.

Espero ver o novo ícone mundial made in Portugal a ganhar o festival da Eurovisão para calar a boca dos críticos de alguém segundo as últimas entrevistas não teve uma vidinha doce como aquele senhor do smooth jazz que ganhou a Eurovisão e não teve a humildade de chamar o resto dos concorrentes para a festa quando ganhou o Festival da Canção RTP.

 

Força Conan Osíris estou contigo

 

 

 

 

 

Os Oscars Mais Bohemios de Sempre....

Começo pelo fim e digo-vos que o grande vencedor da noite dos Oscars não foi nenhum dos aclamados pela crítica, mas sim o que vai mais espancado pela crítica, Bohemian Rhapsody que em 5 nomeações levou 4 prémios no regaço, os aclamados pela crítica como Roma ou The Clannsman ou Assim Nasce uma Estrela levaram uma ou duas estatuestas.

O grande derrotado foi A Favorita, aclamadíssimo pela crítica e saiu pela porta pequena e a crítica cinematográfica aqui na Lusa Terra, ficou com a viola no saco, sem qualquer reação e as grandes estrelas da noite acabaram por ser duas: uma que está no Vahalla dos divinos da música e outro, uma norte-americano de origem egípcia que trouxe para as novas gerações um legado que se pensava perdido.

A primeira estrela se chama Freddie Mercury cujo espírito foi trazido para a Cerimonia número 91 dos Oscars que aconteceu num dia 24 de Fevereiro e a outra se chama Rami Malek que ganhou especial notoridade não sou por ter encarnado o Deus da Música, bem como tendo feito papeis em Uma Noite no Museu e ser o protagonista da aclamada série Mr. Robot.

A crítica em Portugal como eu acima disse, e não só Portugal, mas sim a nível global demoliram o filme que retrata a vida de Freddie Mercury e a evolução artísitca dos Queen colocando até Assim Nasce Uma Estrela que já uma remake de remake como grande filme, mas estes intelectuais se esquecem que o melhor crítico que existe é o grande público e apenas tomando como amostra os cinemas da rede Nos, foi a primeira vez que vi um filme estar.... 4 meses no cartaz nos tempos mais recentes.

E nas primeiras semanas o melhor era se comprar o bilhete pelo menos com um ou dois dias de antecedência senão não se tinha o lugar pretendido e nunca vi um filme que fosse uma verdadeira montanha russa de emoções e ao mesmo tempo uma viagem no tempo onde quem viveu na era dos Queen quase como viu reanscido o mito de seu nome Freddie Mercury, e as novas gerações viram parte da vida do maior cantor de todos os tempos.

Apenas faltou a cereja em cima do bolo que seria o Oscar para melhor filme, mas ser o filme mais premiado da noite e ao mesmo tempo calar uma crítica cada vez mais analfabeta já tornou a noite de si mágica e lendária e faz com que o legado da maior banda de todos os tempos continue naquele que para mim é pelo menos melhor filme dos últimos dez anos.

A propósito de eu ter falado nos números 24 e 91. Esta menção está longe de ser acidental e foi propositada porque para os mais esquecidos Freddie Mercury transmigrou para o Vahalla no dia VINTE E QUATRO de Novembro de mil novecentos e NOVENTA E UM, não acredito em superstições mas é uma tremenda coincidência.

 

 

The Show Must Go On....

 

 

 

 

 

Violência Doméstica é Maior Causa de Morte entre as Mulheres e Crianças em Portugal

Neste primeiros 40 dias de 2019 foram assassinadas mais crianças e mulheres por causa de violência doméstica do que em todo o ano de 2018 apesar do aumento de denúncias nas autoridades policiais e judiciais.

Os tribunais passam uma imagem que se estão nas tintas para as vítimas quando literalmente negligenciam as vítimas e as mandam para a boca do lobo e ainda toleram casos de violência doméstica e nem sequer punem os juízes que toleram um crime que para qual deveria de ser usada a regra de Hammurabi: olho por olho, dente por dente, ou seja neste caso umas quantas chibatadas no caso de não haver mortes e se houver mortes só haveria uma pena a aplicar e os católicos que leem este blog me desculpem o que vou dizer.... apenas um castigo serve... a pena de morte na forca.

Ninguém faz nada de profundo para esta verdadeira praga acabar de uma vez, e bem pelo contrário ela aumenta, o que prova que o Estado como entidade está a falhar e de forma dolorosa e algo tem que ser feito e enquanto a esquerda cria novelas como o caso do Jamaica, outros casos ainda mais graves que envolvem a morte de inocentes e a incompetência dos órgãos de soberania da república.

Se falam tanto deveriam era de fazer um toca a reunir entre os poderes da república com o Senhor das Selfies incluído e encontrar soluções de raiz que corte esta peste pela raiz e não simples reuniões que por muito bem intencionadas que sejam nada vão adiantar e se for preciso alterar a constituição para mudar as molduras penais então o façam antes que morram mais mulheres e crianças a mãos de assassinos que apenas merecem a morte como punição.

Nesta nação dos brandos costumes mas não muito deve estar a espera que as vítimas destes mesmos sicários comecem a fazer justiça pelas próprias mãos e quando a situação chegar a este ponto, também chegou ao ponto de se fazer a eutanásia das instuições republicanas que estão a mostrar falhanços fatais para a existência da vida condigna em Portugal.

Como sempre deixo as perguntas para quais ninguém ainda achou resposta: Quantas mais vítimas irá fazer esta peste? Será que as vítimas terão que ser elas as justiceiras num país onde a justiça não funciona e o poder político se omite? Que caminho leva Portugal?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

Post-Scriptum:

 

Vos deixo uns vídeos para pensar e um deles fala sobre um caso de um abuso em que a vítima teve que fazer justiça e outro é para vos fazer parar e pensar

 

 

Ah propósito desta situação, o vocalista dos Aerosmith é o embaixador de  uma ONG nos EUA onde acolhe vítimas de abusos e violência doméstica e já abriu um polo em Atlanta e outro em Memphis e fez uma doação de meio milhão de dólares para a construção de outro polo da ONG Janie's Fund (nome tirado de uma música dos Aerosmith onde é relatada uma situação de abuso e onde a vítima se vê obrigada a fazer justiça pelas próprias mãos)

 

 

 

 

 

 

A aVARia Crónica

Na final four da Taça da Liga deste ano, o protagonista não foi nenhum jogador em particular ou mesmo treinador que tivesse tido algum golpe de genialidade táctica para ganhar um dos jogos ou outro qualuqer facto positivo que pudesse estar ligado ao futebol jogado dentro das 4 linhas, mas sim uma nova tecnologia chamada Video-Árbitro ou VAR.

Nestas duas últimas temporadas o dito dispositivo tem mostrado avarias crónicas que favorecem sobretudo o Futebol Clube do Porto, prejudicando qualquer que seja o clube que bata de frente com os Dragões e no meio de tanto dano quem acaba mais prejudicado são os aqrui-inimigos dos Dragões, o Benfica, que das mais diversas formas acaba sempre prejudicado pelo dito VAR.

Numa estranha ironia, quando acontece alguma jogada polémica que envolve o principal emblema da Cidade Invicta, o dito dispositivo ou está avariado, o ou árbitro que está no Jamor, na Cidade do Futebol a comandar o dispositivo diz sempre que nunca há nada mesmo havendo, o que já começa a cheirar mal, embora com a habitual mansidão nacional, este facto já se tenha tornado habitual.

É triste como numa nação que deu ao mundo do futebol génios como Eusébio, Figo, Rui Costa ou Cristiano Ronaldo ou guardiões ao nível de Bento, Damas ou Costa Pereira e que se prepara para organizar a primeira Final Four da Liga das Nações e depois começar a defesa do seu título europeu na qualificação para o Euro 2020 que vai ser Pan-Europeu consegue ter tanta suspeição no seu futebol.

Sinceramente, acho que o VAR da forma como é utilizado no chamado futebol "europeu" serve apenas para alimentar mais suspeições e desconfianças de uma rede bem montada de corrupção porque basta ver os desportos colectivos dos EUA que têm VAR como o caso do hóquei no gelo ou do futebol americano onde a consulta do mesmo pode ser pedido pelo treinador da equipa que se sentre prejudicada e a visualização das imagens é pública no estádio ou pavilhão sem qualquer filtro, sabendo-se logo aí se quem reclama tem ou não razão.

E este paradgima norte-americano é que deveria de ser usado e não como aquele que é o padrão europeu que está a transformar aquele que era um desporto de cavalheiros, num desporto de mafiosos onde a chamada verdade desportiva é apenas um perfeito vazio, uma utopia derradeira que nunca vai ser alcançada.

Desta vez nem deixo perguntas, estas ficam a cargo da consciência dos caros e caras leitores e leitoras...

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Xutos, 40 anos com muitos Pontapés não raros valendo Prata, Ouro e Platina

Esta semana os lendários Xutos e Pontapés cumpriram os 40 anos do seu primeiro concerto nos Alunos de Apolo marcando o começo de uma longa história que é a história da maior banda rock de Portugal e uma das maiores da lusofonia.

Os 40 anos dos Xutos & Pontapés vão ser marcados pelo lançamento de mais um álbum de originais com o título "Duro" que já se encontra em pré-venda na Fnac e vai ser lançado nas lojas físicas no dia 25 de Janeiro. Este mesmo álbum contém os derradeiros trabalhos do eterno guitarrista Zé Pedro falecido há pouco mais de um ano para o eterno grupo que era para ter o nome Beijinhos e Parabéns.

Apesar de um início agitado, não demoram a entrar no agrado dos portugueses, primeiro da juventude dos anos 70 e 80, mas não foi preciso esperar para cairem no agrado geral da outras gerações com singles marcantes como: "A Minha Maneira", "Maria", "Minha Casinha" ou "Contentores.

Apesar da crise do rock no início da década de 90, depressa retornam e renovam o fólego quando fazem a banda sonora do filme de Joaquim Leitão e lançam a pugente balada "Para Sempre" e depois da daí foi um somar de êxitos e o conseguir atravessar várias gerações de fãs, onde nos concertos mais recentes já são visíveis os netos dos primeiros fãs dos tempos dos primeiros singles ou do seminal álbum "Circo de Feras".

Apesar de terem perdido um dos seus homens do leme, não deitaram a toalha ao chão e tiveram a força suficiente para lançar este álbum do qual já foi extraído um single e gravado um vídeo que já circulam nas redes digitais de streaming e no YouTube e tem o nome de "Mar de Outono" e é com ele que encerro esta primeiro artigo deste blog com nome novo, mas com as mesmas ideias.

 

 

 

A Rahpsodia Bohemia passados quase 50 anos do Seu Nascimento Toma os Globos de Ouro

Nesta madrugada, aquele que para mim é o melhor filme dos últimos dez anos e um dos melhores de sempre alguma vez realizados de seu nome Bohemian Rhapsody, ganhou os dois Globos de Ouro, em Holywood que são os prémios da imprensa estrangeira alocada na Meca do Cinema.

A crítica apontava como favorito da noite o filme protagonizado por Lady Gaga, "A Star is Born", mas acontece que o filme onde Lady Gaga entrou apenas ganhou o prémio da melhor música e os restantes prémios relacionados com o cinema ficarma mais ou menos divididos.

Mas o melhor desta madrugada em Portugal, foi o facto da lenda chamada Queen, ainda continuar bem viva e a obra-prima Bohemian Rhapsody trouxe as gerações mais jovens que não tiveram o privilégio de ver nem que seja pela televisão as maravilhas dos Queen quando estes tinham o seu vocalista ainda no mundo dos vivos.

Estes prémios calaram muita crítica que mandou abaixo esta obra-prima que foi tumultuosa tal como a vida de Freddie Mercury e como em artigos anteriores neste blog, é um filme que é uma verdadeira montanha-russa de emoções onde todos os sentimentos huimanos afloram a pele de qualquer um que assista a esta obra-prima.

Nunca gostei de uma atribuição dos Globos de Ouro como esta e foi a prova que muita da crítica nem sempre acerta e que a melhor crítica reside nas vendas de bilheteira e na aceitação do público, este é o melhor crítico de todos e Bohemian Rhapsody é a prova desta máxima que o melhor crítico de um espectáculo ou de um filme é o público e não uns quantos intelectuais.

 

Como sempre vos peço para ler, comentar e diuvlgar

 

 

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Coletes Amarelos em Portugal.... Um perfeito Vazio

A passividade da nação de seu nome Portugal é de bradar aos céus quando se faz uma simples comparação entre movimentos de "Coletes Amarelos" entre Portugal e outras nações europeias.

Em Portugal nem chega nem chega a 500 pessoas as que sairam para a rua nos dois dias que houve manifestação dos mesmos Coletes Amarelos e em França por exemplo se juntam milhares de pessoas e até na Bélgica que tem muitos menos habitantes que Portugal também vêem as centenas para as ruas, ou seja, tamanho não indica incapacidade de manifestação.

Esta passividade mostra uma de duas coisas: os movimentos de contestação surgidos nos tempos de Passos Coelho não eram mais do que alavancas para a esquerda manipular as massas tal como Lenin fez na Rússia antes da Revolução de Outubro e estanto a esquerda no poleiro, os movimentos de contestação as medidas menos populares ficaram numa conviniente hibernação ou então o português comum é masoquista crónico do ponto de vista político e só meia dúzia têm a coragem de dizer chega ou então a fusão destas opções que é que o Movimento Que Se Lixe a Troika não passou de uma criação da esquerda para esta tomar conta do poder se aproveitando do masoquismo político do português comum e os agitando como fossem agentes provocadores e agora tudo que aparece contra a esquerda é censurado ou é logo considerado fascista.

Em França chegaram a tentar a entrada em ministérios porque os franceses estão fartos de serem roubados, enquanto em Portugal, muito se berra nos cafés e no Facebook, mas nada se faz e quando chegam as eleições muitos ficam em casa a ver uma porra qualquer na televisão ou vão para o centro comercial em vez de votarem num partido qualquer que não esteja representado no parlamento como fazem nos países civilizados e as eleições municipais de Outubro de 2017 foram a prova deste descaso quando a abstenção ultrapassou pela primeira vez em eleições municipais os 50%.

Nada que me surpreenda por que se Portugal suportou uma ditadura durante 48 anos, 13 dos quais com uma guerra no ultramar onde a verdadeira oposição activa vinha da esquerda radical e os liberais e a direita moderada estava aliada de forma clara ou tácita com a esquqerda radical ou estava a espera que o regime caísse de podre.

E apenas a existência de uma guerra do ultramar que os novos quadros militares já tinham visto que não tinha qualquer solução e que era um sumidouro de meios humanos e materiais e o descontentamento castrense foi aiumentado pelo descontentamento amordaçado de poucos corajosos que sabiam que tinha chegado a hora de mudar.

Todavia na actualidade, este descontentamento de meia dúzia não tem eco ou não é ouvido e depois aparecem uns quandos capos do regime qual trutas do Estado Novo a repreender a nação estupidificada pelos media manipulados e a nação fica com medos das represálias e prefere a omissão do que a acção.

É um facto que cada vez que temos socialistas no poleiro se vive um retrocesso democrático sobretudo depois da passagem do Sr. Sócrates Pinto de Sousa pelo poleiro da república e o Magistrado Maior da nação anda de abracinhos sendo algo como uma múmia viva em vez de ser uma força de equilíbrio no regime democrático e em vez dos abracinhos pode exigir mais do poder político que é algo que não faz e assim mostra como o regime republicano já está mais do que no fim do prazo de validade.

Se a nação tem medo de trutas como Carlos César e quando chega as eleições fica em casa,  como raio esta nação poderá um dia melhorar e este dia em que nação irá melhorar nunca irá chegar a não ser que seja a força e é do senso comum que as coisas feitas à força raramente dão bom resultado.

Eu próprio não sei muito para onde me virar, mas a grande arma que tenho em mãos é o voto e por isso nas próximas eleições europeias e legislativas vou votar num partido qualquer que não tenha qualquer representação porque mesmo que não ganhe ou não chegue sequer a eleger um deputado que seja, fico com a consciência tranquila que não contribui para que a situação se mantivesse na mesma.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Aonde está a coragem dos portugueses? Estão a espera que a coisa fique preta para se mexer? Aonde está a contestação que houve nos tempos de Passos Coelho? Será que esta contestação não passou tudo de uma armação para a esquerda subir ao poder? Porque não existe um forte movimento de coletes amarelos em Portugal? Será que no geral os portugueses são masoquistas do ponto de vista político? Porque o Presidente da República não é mais activo? Afinal aonde está a verdadeira liberdade? Porque não vão votar?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

A Primeira Música de 2019

Ainda na senda da febre bohemia que foi o filme Bohemian Rhapsody e do sucesso da sonda New Horizons que foi a primeira fotografar de forma diferente o distante Plutão e esta semana fotografou o corpo mais distante do Sistema Solar: Ultima Thule e a próposito disso...

 

Brian May, o lendário guitarrista do divinos Queen, lançou um novo single disponível no youtube e no Spootify 

 

 

New Horizons (Ultima Thule Mix) - Brian May

 

 

 

Uma Rapsódia Bohémia em dois Actos que .... foi uma Montanha Russa de Sensações

Este artigo é um dois em um, por que numa primeira fase fala sobre o disco que contem a banda sonora da obra-prima sobre os Queen "Bohemian Rhapsody" e a segunda fase é sobre o filme.

Começando pela pela banda sonora:

Já tinha ouvido pelo Spootify, listas de músicas que poderiam vir no álbum e fiquei em pulgas até que saisse o alinhamento oficial das músicas e assim que este saiu, fiquei a contar os dias até comprar um exemplar do mesmo e calculando que fosse um verdadeiro best-seller arrisquei tudo e fui para uma pré-venda a e consegui um exemplar e até dei um tour pelas lojas da Fnac na zona de Lisboa na semana que o disco saiu e não vi nenhum no expositor.

Depois passei-o para o meu MP3 e foi apenas por a música tocar e sentir uma descarga de endorfina  percorrer o corpo todo e ao mesmo tempo o corpo físico a se desligar da alma e esta como tivesse a flutuar numa viagem no tempo através das notas musicais dos deuses da música e dei por bem gasto o dinheiro no disco e o oiço vezes sem conta e depois veio outra expectativa que foi a película alimentada por vários trailers e que tive a sábia ideia de trocar os pontos da Nicequest por bilhetes para a película um mês antes da sessão pretendida

 

Passando a película:

 

Como mencionei no capítulo anterior deste artigo, eu já tinha feito a compra prévia dos bilhetes para assistir a película biográfica sobre os deuses da música e contava os dias até ser o dia da sessão para qual eu tinha bilhete e lá fui eu mais a minha família assistir a algo que poderia ser algo que me deixava nas nuvens ou com vontade de cantar o gergório.

Bem e a montanha russa das emoções se fez sentir logo no começo e foi um sobe e desce de sensações boas e más e ao mesmo tempo que se atravessava a biografia do melhor cantor de todos os tempos tendo-se o cuidado de se deixar implícitos alguns detalhes da vida de Mercury que são mais sórdidos do que cidadão comum está habituado a ver num filme do mainstream.

E ao assistir a esta obra-prima do cinema actual foi como tivesse entrado no DeLorean da trilogia Regresso Ao Futuro e tivesse assistido a grande parte dos pontos-chave da carreira do maior grupo musical que alguma vez a humanidade vai alguma vez conhecer e dei por mim estando na primeira fila do cinema do Colombo a ouvir miúdos que nem eram nascidos quando Freddie Mercury transmigrou a cantarem as músicas.

Eu por dentro estava a cantar e senti esta montanha russa de emoções a toda guisa, nem quando foi o Euro 2016 senti este sobe e desce de emoções e algo que nunca vi em cerca de quatro décadas de vida, foi ver um aplauso em massa das dezenas de pessoas que foram a sessão das 17:30 de hoje.

Não vos vou contar muitos detalhes do filme, mas comprimir em pouco mais de duas horas, cerca de 20 anos de carreira de um grupo da magnitiude divina como os Queen não foi coisa fácil e muito ficou ainda por mencionar e quem sabe se poderá vir num blu-ray ou noutro filme....

Em relação ao elenco o actor norte-americano de origem egípcia Rami Malek, encaixou a personagem de Freddie Mercury de tal forma que parecia que o mesmo Freddie Mercury tinha por momentos retornado do Vahala dos grandes músicos e tinha vindo dar um ar da sua graça, os restantes membros do grupo igualmente vestiram a camisola como se tratasse de uma segunda vida, bem como todos os outros personagens que se fizeram parte da vida dos Queen em algum momento e que foi possível encaixar nestas duas horas e alguns minutos de filme.

As músicas foram bem escolhidas e uma das árias de ópera que não aparecem no disco mas aparecem no filme, era cantada pelo mito Montserrat Caballé e logo reconheci a voz e apenas respiriei fundo para não desatar a chorar.

Resumindo esta obra-prima do seu nome Bohemian Rahpsody, foi uma verdadeira rapsodia de emoções que fez uma autêntica festa boémia no meu espírito e dei por mim desligado deste mundo e a sentir um nó na garganta semelhante ao que sinto quando vejo E.T. - O Extra Terrestre ou outro qualquer filme que mexa com as emoções, uma senhora que estava na cadeira ao lado da minha chorava e bem em algumas cenas, sobretudo nas cenas em que Freddie descobriu que estava doente e quando andou com a alma perdida.

Esta obra-prima digna de ser grande vencedora da noite dos Oscares nos ensina valiosas lições, talvez pela base étnica zoroastrica de Mercury e da sua famíla: lições como colocar a lealdade acima de tudo, ou saber escolher com quem andamos entre outras.

Para concluir: Se a Academia de Hollywood não premiar esta obra-prima e premiar outra película qualquer, então questiono qual o valor da academia em si.

 

Recomendo apenas que vão esta bela Rapsódia Bohémia e depois deem a vossa opinião

 

 

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Gracias Por Tudo Superba, Hasta Siempre....Montse....

Ontem, fui buscar os meus bilhetes para o filme biográfico sobre o grandioso Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, para não ter que ficar em pé na fila nem ter que ir várias horas antes para o cinema antes da sessão para ter o bilhete e depois de ter feito umas coisinhas descansei.

Hoje de manhã quando me levantei e fui acabar um trabalho pendente que tinha do curso soube de uma das mais tristes noícias da minha vida....

 

 

Que a Diva Montserrat Caballé se tinha juntado a Freddie Mercury no eterno palco do paraíso.....

 

 

 

Senti como tivesse perdido alguém de muito querido e tive que sair antes que me sentisse mal tamanha é a tristeza que sinto 

 

E me despeço da grande diva em espanhol e em catalão:

 

Hasta Siempre! Diva universal, tu tienes para siempre un lugar en mi corazón, ahora estás cantando para Dios con otro dios cerca de tu llamado Freddie Mercury, hasta un dia... nos veremos por ahí...Dama Real Montserrat Caballé...

 

 

 
 
Fins Sempre! Diva universal, tu tens per sempre un lloc en el meu cor, ara estàs cantant per a Déu amb un altre déu a prop del teu anomenat Freddie Mercury, fins a un dia ... ens veurem per aquí ... Dama Reial Montserrat Caballé ...
 
 
 
 
E deixo 5 vídeos onde o talento de Montserrat foi levado ao extremo
 
 
 
 
Barcelona; How Can I Go Home, La Japonaise e Ensueño (em dueto com Freddie Mercury) e Bohemian Rhapsody (dueto com Bruce Dickson, apenas o áudio)