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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Bem amigos e amigas desse recanto do sapo, estou de volta imbuído de uma súbita inspiração bebida na coluna da revista Super Interessante (Portugal) que embora seja editada em Portugal é na realidade propriedade de espanhóis e alemães, bem que nos últimos anos tirando o Cristiano Ronaldo, Portugal tem dado apenas toneladas de computadores azuis que têm nome de navegador português que começou a volta ao mundo, mas ao serviço de Espanha e ao mesmo tempo tem nome dum grande valor do FCP e por acaso também é azul por fora e podre por dentro (será alguma ligação ao Pito Dourado, perdão Apito Dourado ?).

    A coluna em causa dessa conceituada revista em especial no Brasil e em Espanha e que depressa ganhou lugar de destaque em Portugal para nosso bem, porque Cristianos Ronaldos não aparecem todos os dias, como aparecem erros no Magalhães e a coluna em causa é escrita por João Aguiar escritor genuinamente português ao contrário dum certo Prémio Nobel que na realidade é espanhol como boa parte daquilo que compramos nos supermercados desse nicho de terra que é o cu da Europa.
    Para os que não conhecem a obra de João Aguiar, é um escritor genuinamente português conhecido por escrever romances históricos baseados na história da portugalidade dos quais destaco por gosto pessoal “Inês de Portugal” que é sobre os amores de D. Inês de Castro e D. Pedro I, o Justo e que é um livro bem interessante e recomendado em especial para quem quer aprender algo sobre a história de Portugal, o título da coluna da Super se chama “ O Contador de Histórias”.
    O brilhante autor desta deliciosa coluna faz uma espécie de introdução sobre a forma algo racista como o Primeiro Engenheiro da nação gerada do Condado Portucalense se refere ao caso Freeport que é apenas mais uma grande negociata que apenas se compara as negociatas da máfia ou de algumas lojas maçónicas que têm comportamentos maquiavélicos onde apenas vêem o que é seu e se estão pouco cagando para os que votaram neles.
 

 Falo em forma racista porque o Primeiro Engenheiro chama campanha negra a maneira como a comunicação social trata o assunto quando o edifício do outlet em causa é branco como a neve por isso falar em campanha negra pode soar um pouco a racismo porque a única coisa negra que existe a volta do Freeport sem ser os caixotes do lixo é o asfalto dos acessos ou então o lodo do rio Tejo cuja área protegida e conhecida por boa parte do mundo menos pelos portugueses comuns por ser um abrigo de espécies raras em especial de aves tal como o parque natural das Ilhas Desertas e Ilhas Selvagens do arquipélago da Madeira (região autónoma de Portugal, mas na realidade é um país semi-independente, algo como está a Austrália para a Inglaterra em especial porque o Primeiro Engenheiro não pôs lá os presuntos e nem andou a dar Magalhães como fosse um pombo a cagar ou os campos de fruta da Madeira a dar bananas e anonas) tem o único refúgio europeu de lobos marinhos e de focas monge, espécies que ao contrário dos corruptos e dos aventais, estão em vias de extinção.
Essa área protegida foi decepada para que este mesmo outlet fosse construído na troca dum cheque de meio milhão de contos que numa conversão livre são cerca de dois milhões e meio de euros, ou seja, cerca de 2 vezes e meia o salário completo mensal do melhor jogador do mundo, que foi para pagar a campanha eleitoral do morangal da rosa do avental, ali para as bandas do largo do Rato e que afinal deu em nada porque afinal de morangos e rosas tivemos um cherne com laranja que se pirou e ficamos com um sacana de nome Lopes e que já se tinha enchido na Praça do Município a pala daquele buraco negro aberto ali em Entrecampos a caminho do Campo Grande, onde era a Feira Popular e que ainda ninguém se dignou a tapar.

 
 Nem sei onde o Primeiro Engenheiro foi buscar esse nome de “Campanha Negra” a não ser se estivesse a referir ao ainda recém-empossado presidente dos EUA, Barrack Obama, porque tem feito literalmente a vida negra aos especuladores e as mamatas porque assim que descobriu a jogada fétida da seguradora AIG que desviou a ajuda federal para pagar prémios aos altos cargos caiu logo em cima deles os obrigando a pagar um imposto de 90 % sobre estes prémios, recuperando 90 % do dinheiro que meteu nesses filhos da mãe.
 

E ver Obama como o homem mais poderoso do mundo, sendo um negro, é o realizar o sonho dum grande homem e ao mesmo tempo é literalmente uma campanha negra contra muita merda feita do tempo de Inapto Bush Jr, que está agora a se descobrir e talvez o Primeiro Engenheiro tenha alguma inveja da honestidade de Obama ou da sua capacidade para cortar a podridão a direito ao contrário do que se passa na portugalidade, inveja ou medo que alguém faça a vida negra ao morangal da rosa do avental e que esse alguém acabe por arrancar os aventais e limpar Portugal.
Campanha Negra é o que se está a fazer para se substituir o Provedor de Justiça porque se o titular do cargo foi sempre indicado pela oposição nem sei porque agora o Primeiro Engenheiro quer comer tudo e não quer deixar nada e para ajudar a festa, o grupo do morangal da rosa do avental só tem indicado nomes ligados ao clube do avental e por tabela ligados ao morangal do largo do Rato e embora a líder da oposição seja uma labrega ao nível da ministra da má educação e estupidez dos alunos nas escolas, topou logo a jogada toda e viu que o Primeiro Engenheiro quer alguém que mexa os cordelinhos para que casos como Casa Pia ou Freeport acabem no arquivo e apareçam umas contas na Suiça ou no Liechenstein acompanhadas de meia dúzia de Magalhães.

 
A porra da coisa é que ninguém se entende, o titular do cargo quer descansar porque já cumpriu o seu mandato e ninguém tem respeito pelo cargo em causa ainda por cima se sabendo que o titular do cargo é Conselheiro de Estado por inerência, ou seja, por obrigação apenas havendo respeito pelos senhores do avental e não havendo o mínimo respeito quer pelas pessoas, quer pelas instituições, isso sim uma campanha negra contra a verdadeira democracia e que faz que muitos heróis de Abril já falecidos no esquecimento dêem muitas voltas na campa.
É uma vergonha o que se passa nesse país e ninguém faz nada já é nojice a mais e se o Primeiro Engenheiro se diz tão inocente com se diz embora o suspeito confirmado dessa escandaleira, Charles Smith apresente provas do suborno conforme noticiado na imprensa, o Primeiro Engenheiro continua a se dizer inocente, mas se é inocente faça como qualquer um de nós, chegue ao tribunal e o afirme porque quem não deve, não teme, e tanto medo de ir a tribunal e de se deslocar a Madeira é muito medo, é muita merda feita pelas calças abaixo.
 

Entrementes o tio e os filhos do tio do Primeiro Engenheiro que para ele não são primos embora o sejam têm feito fortunas brutais na bolsa que deixam grandes tubarões como Ricardo Espírito Santo Salgado e outros demais no chinelo graças as grandes negociatas cujos lucros individuais superam e muito os lucros dos maiores bancos da nossa praça.
Como não fosse já tanta negritude pode-se ainda acrescentar o que se passa nas escolas onde cada vez se aprende menos, se escreve menos e se lê menos e onde cada vez mais os professores levam porrada dos alunos, não podendo responder e impor a disciplina escolar e ainda levam porrada da besta da 5 de Outubro, perdão, da ministra da má educação, estupidez e ignorância nas escolas porque não fazem a avaliação como a Salazar de Saias (que a alma do Sr. Professor de Santa Comba esteja em descanso, mas longe daqui porque já há muitos seus clones mal feitos porque nas escolas não há respeito) quer e manda.

 
E como quase sempre ficam as perguntas sem resposta para alguém possa responder: Porque querem aventais como Provedor de Justiça ? Que interesses estão por aí escondidos ? Porque não escolhem alguém digno do cargo e que não seja avental ? Querem se escapulir a justiça ? Porque porra o presidente da república se cala como uma mula ? Porque sendo o magistrado supremo não mete o bico num assunto de interesse nacional ? O que andaram a fazer a democracia conquistada há 35 anos numa madrugada de Abril ? Será que ainda temos democracia ? Do que nos serve a república e o seu presidente ? Quando é que se decidem em relação ao Provedor de Justiça ? Quando se dignam a responder a tribunal por causa de toda a merda em que se meteram ? Será precisa outra revolução ? Estará a república a cair de podre como está o Palácio da Justiça a cair ? Será que o Primeiro Engenheiro recebe alguma percentagem dos lucros do seu tio e primos ? Esses lucros estão sujeitos a impostos ? Quando os professores serão respeitados e a educação na escola volta a ser educação ? Será preciso um Barrack Obama em Portugal ? Ou isso seria muito negro para o morangal da rosa do avental e para os seus amigos do avental e do compasso ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
 
 

 

 

 
 
 Não vos falo de nenhum filme de cowboys ou algo assim mas sim doutra valente cowboyada que é o futebol português que cada vez

É mais uma mistura dos filmes da série O Padrinho com um toquezinho de filmes de absurdo do estilo Mel Brooks ou da dupla Terence Hill e Bud Spencer

Como é do conhecimento geral há clubes nas duas principais divisões devem vários meses de salários aos jogadores como é o caso dramático do Estrela da Amadora e do Vitória de Setúbal só para dizer dois dos grandes devem ao Céu e ao Inferno e trago o assunto futebol não por causa da miséria franciscana que está a selecção nacional desde que Queiroz tomou conta de algo que nos dava orgulho falar e transformou em algo mais vergonhoso do que estivéssemos a falar duma posição sexual que se goste ou de algum filme porno ou de algo que se fez ou viu numa qualquer feira de sexo.

O caso me traz aqui foi divulgado hoje, dia 31 de Março de 2009 na primeira edição do programa Lugar Cativo que passa no Rádio Clube Português todas as tardes por volta da hora do almoço e é um caso que tanto tem de ridículo como de infame e já vos digo porquê.

A infâmia feita por aqueles senhores dum prédio novo ali para as proximidades do Largo do Rato e não vos estou a falar do clube da rosa do avental mas sim da Federação Portuguesa de Futebol que puniu o Olivais e Moscavide da II Divisão B Série D, fase de atribuição do título com derrota administrativa e mais 1500 euros de multa enquanto existem outros que devem meses de salários e jogadores a passar fome e a ficar sem casa e ainda os deixam jogar e nunca são punidos e houve quem desviasse o dinheiro apurado no jogo amistoso Boavista vs. Benfica que era para pagar os 4 meses de salários em atraso do clube da Invicta e a única coisa que se sabe é que a Portugal Telecom comprou quase toda a lotação do estádio do Bessa e do dinheiro nem cheiro nem cor.

Como podem ver a pouca vergonha do futebol português está cada vez maior e descarada e os grandes vigaristas andam soltos e de boa saúde enquanto os pilha-galinhas vão sempre presos como grandes desonestos e os grandes desonestos estão soltos e alguns até chegam ao governo como podem ver Portugal não é um país para gente séria e honesta, mais vale nós todos e todas aprendemos uns quantos truques porque é a única forma de termos muito e bom comer em cima da mesa.

 Mas o Lugar Cativo não falou apenas de futebol e falou também doutra grande novela, não falo do caso Freeport (esse livro é maior que o Guerra e Paz de Tolstoi) mas sim do caso BPN onde um gerente que sacou para o seu bolso o dinheiro de 3 contas de 3 clientes e simulou o seu suícidio assumindo o roubo e atirando o carro para o fundo duma barragem com os piscas do lado esquerdo ligados (andam a ver muitos filmes e muitas novelas) e afinal este senhor estava lá fora vivo e a gozar dos rendimentos e com poucas intenções de voltar para Portugal

Um programa interessante onde até foi denunciado o assalto feito ao escritório da advogada do membro do CDS que se chibou do caso Freeport nde um dos itens roubados foi o computador portátil da advogada em causa onde estava alguma documentação dessa versão socialista do Guerra e Paz lembrando manobras da máfia ou do clube do avental do oriente onde esvoaçam muitos membros do morangal da rosa do avental do Largo do Rato.

E ficam as minhas perguntinhas: Será que vale a pena ser sério? Porque os filhos da mãe comem tudo e não deixam nada ? É isso a democracia? Porque não há gente séria e se preocupam apenas com os pilha-galinhas ? Têm medo da gripe das aves ? Será preciso uma nova revolução para impor a honestidade ? Porque o presidente do república se cala? Será preciso os militares limparem a merda que escapou ao 25 de Abril ?

Como sempre vos peço para ler, comentar, e divulgar.

Leiam e imprimem e pensem, sobretudo 

 

 

IMPRIMEM LEIAM E DEEM AOS VOSSOS AMIGOS

 

 

Mundo ! Para e Pensa, Bolas !

Em sequência do tratamento da epilepsia o meu neurologista me marcou uns testes psicológicos para ontem e me esqueci do cartão do utente do IPO de Lisboa (graças as lista de espera só consegui neurologista no IPO) porque tinha cabeça no descalabro futebolístico da noite desse próprio dia.

Hoje me ligam do IPO para eu ir buscar o cartão de utente e para encurtar caminho para chegar a unidade de psicologia passei pelo parque infantil do IPO e reparei que o pavilhão doado pelo Lions Club estava aberto e olhei lá por dentro e tive a mais dolorosa experiência em 26 anos de vida, acreditem ou não, ou talvez seja exagero meu tive a sensação como perdesse um filho porque o pavilhão do Lions Club estava cheio de crianças todas de cabeças lisas (nem sabem o que me está a custar a escrever isso) devido a quimioterapia.

 Essa sensação de perca e de impontência para ajudar se deve porque vi ao colo do pai uma bebé de 5 meses (pelo tamanho parecia ter 5 meses ou talvez um pouco mais) com um penso na nuca devido ao catáteter da quimioterapia, uma anjinha linda que os pequenos olhinhos castanhos olharam para os meus da mesma cor; mas ja tinha que enfrentar a luta da sua vida e fui a chorar o caminho tudo como perdesse um filho.

 Tenho tido muitas expriências dolorosas na vida tanto vividas por acontecimentos externos como o 9/11, o 11-M, a morte de Feher, o atentado de Olkahoma, mortes de parentes entre outras. Mas a visão dessa anjinha ultrapassou tudo me senti como um pai que perdeu o seu filho, me sentia um pai louco e desesperado, impotente sem poder ajudar aqueles pobres anjinhos que já sofrem duma doença cruel que ainda é mais cruel quando antige as crianças, pensei que as minhas sobrinhas poderiam estar ali, pensei que um filho meu poderia estar ali, fiquei num estado tal de desepero que estava a ouvir rádio e o ignorava, ignorava os carros, ignorava capas de jornais so de pensar naquelas crianças e em especial naquela bebezinha que poderia ser filha de qualquer um ou uma de nós.

 Mundo ! Em ti se mata e se viola crianças em guerras, em bairros há animais que matam os seus filhos mas tais actos não são precisos quando a Mãe-Natureza tem actos de suprema beleza como a Amazónia e seus animais ou as florestas da Oceania e Indonésia mas como pde ser cruel e fazer que as pobres crianças sofram duma das mais crueis doenças que existe chamada cancro.

Até para ficar melhor me tentei lembrar do episódio/filme do Charlie Brown "Why,CharlieBrown,Why" que menciono em entrada homónima do dia 04/06/05 que conta a luta duma das amigas de Charlie Brown contra essa cruel doença mas me vinha sempre a memoria a imagem dos petizes e das petizas a sofrerem. Mundo ! Em ti se mata e se viola crianças em guerras, em bairros há animais que matam os seus filhos mas tais actos não são precisos quando a Mãe-Natureza tem actos de suprema beleza como a Amazonia e seus animais ou as florestas da Oceania e Indonésia mas como pde ser cruel e fazer que as pobres crianças sofram duma das mais crueis doenças que existe chamada cancro.

 Deus e todas as divindades nos livre a nós e todas e as nossas crianças dessa cruel doença.

 MUNDO! PARA E PENSA, BOLAS ! Não deixo perguntas só cinco pedidos: Se poderem ajudem a Acreditar que é uma associação de apoio aos pais as crinaçs com cancro e que recebe donativos da fundação do Gil ou sejam voluntários num dos IPO's existentes em Portugal ou sejam doadores de medula ou divulguem casos de pedidos de ajuda a crianças ou deem sangue num hospital pediátrico perto de vocês.

 

 

 

Post-Scriptum: Como são as coisas com alguem sem filhos pode sentir que perdeu um filho e ainda está chorar quando viu as pobres crianças a hora do almoço e passado esse tempo todo ainda choro.

 

 

 

 

 

 

 

A QUEM LER RECOMENDO QUE IMPRIME E LEIAM

 

 

A jornalista Andreia Pereira do jornal gratuito Centro de Saúde me perdoe o plágio do seu artigo saído na secção Saúde Infantil do jornal em epígrafe da sua edição de Fevereiro mas eu sendo utente do IPO-Lx há quase 6 anos tendo como médico, melhor falando, um grande médico de seu nome Dr. Duarte Salgado ao qual um simples obrigado saído da minha boca ou publicado neste blog que para mim é como filho não chega para agradecer tudo o que tem feito por mim nestes quase 6 anos que sou seu doente.
Este plágio tem uma grande razão de ser porque fala de casos de luta de crianças contra o cancro, crianças que travam a luta das suas vidas pela sua vida e que são exemplos de luta para todos nós seres humanos independentemente da nossa idade e esse artigo o qual vou copiar na íntegra é uma agradecimento por tudo que têm feito no IPO-Lx e sobretudo um apelo a luta por muito mal que nós estejamos e um apelo a todos que lerem este meu filho electrónico para ajudarem todos que ajudam estes anjinhos e anjinhas que lutam sem fim e sem deitarem uma única lágrima e por aqui mando o meu abraço e mil beijos a esses anjinhos e anjinhas cuja luta é um exemplo para nós, e a seguir vou passar o artigo para todos e todas vocês que passam nesse singelo recanto da blogsfera do sapo para que imprimem, leiam e pensam no que é lutar até ao fim, até passarmos aquela fina linha que marca o ponto de não retorno e voltar deste ponto de não retorno.

 

“Era uma vez um cancro…”

Autoria do artigo do jornal Centro de Saúde: Andreia Pereira
andreia.pereira@jornaldocentrodesaude.pt

 

 

 

 

 

Se as paredes do Instituto Português de Oncologia falassem, não faltariam histórias para contar. Mas, neste capítulo as crianças mão são meros ouvintes das narrativas. São os personagens de carne e osso e, tal como nos livros infantis, também lutam contra o “Mal”. Estes “heróis” de palmo e meio mostram que as histórias de vilões se podem escrever com um final feliz.

De um momento para o outro, L. até então um miúdo enérgico, foi invadido pelo cansaço físico. A apatia tomou conta do corpo desta criança de oito anos. Nada justificava os sintomas que brotaram repentinamente. A febre, que se instalou por mais de 15 dias, levantou as suspeitas que algo estava errado. “ Faz análises ao sangue, mas nada que conduzisse ao diagnóstico”, diz Teresa Barbosa.
Mais tarde, por indicação do pediatra, esta mãe seguiu rumo ao Hospital de S. João, no Porto, para que L. realizasse um mielograma (exame de avaliação de medula óssea). Não tardou a receber a notícia que se tratava de uma leucemia linfoblástica aguda (LLA). “Foi difícil aceitar este diagnóstico do meu próprio filho”, lembra Teresa. Naquele momento, sentiu-se “perdida”, como se tivesse caído num “buraco escuro”. Incrédula, ainda pensou que estava a sonhar, mas “o pesadelo” era real.
Com diagnóstico, a vida de Teresa deu uma volta 180 graus. A rotina “alterou-se por completo” e as atenções passaram a estar centralizadas no seu único filho. “O primeiro mês foi muito complicado: é a fase da adaptação”. L. iniciou de imediato os tratamentos e os nove meses transformaram-se em “nove longos anos”. Dia após dia, a esperança ia-se renovando à medida que ia riscando os dias no calendário. “Esta foi uma estratégia que usámos para sentir que o tempo estava a passar e que o organismo estava a responder à quimioterapia”

 

 

 

 

 

Durante este período Teresa e o seu filho só conheciam uma rotina: casa e Hospital de S. João, onde L. foi acompanhada. “Os tratamentos de quimioterapia duravam três a quatro dias e depois L. vinha para casa onde permanecia em isolamento completo”. O caminho até a recuperação foi duro, mas a família de L. nunca deixou de acreditar piamente na letra “v”, com que escrevem “vitória”. Depois de quase um ano em tratamentos, seguiu-se a fase da manutenção de um ano e meio. Restava aguardar que este tempo se esvaísse sem sobressaltos. Depois de L. voltar à “vida normal”, houve um “limbo” de cinco anos, em que se esperava ansiosamente pela boa nova. “Íamos regularmente ao hospital para que o meu realizasse os mielogramas”.
Como um artista de circo, Teresa Barbosa nunca se sentia plenamente segura neste trapézio da vida. “Fora do hospital, a rotina entra na normalidade e esquece-se a doença. Mas nos dias de consulta sentia uma grande tensão, porque a angústia era tremenda.” As palavras “está tudo óptimo” ditas pela médica confortaram Teresa e o marido, quando o tempo dos cinco anos chegara ao fim. Passados 16 anos, L., hoje com 24 anos, olha para o passado como uma lição de vida. Prestes a ingressar no mercado de trabalho, L. aproveitou para ensinar outros meninos que há vida depois do cancro.


A Luta Continua

Em Julho de 2007, as dores de barriga intensas assustaram Paula Padinha, mãe de Maria. Depois das férias, tinha uma consulta de rotina no pediatra. Expôs o caso, mas a pediatra disse que “estava tudo bem”. Mas não estava. No espaço de duas semanas, a Maria perde três quilos. Paula entrou em pânico e ligou à pediatra.
Já no consultório, perante a palidez de Maria, a especialista indiciou tratar-se de uma doença oncológica. Paula pegou na filha de quatro anos e levou-a ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Depois de dar entrada nesta unidade hospitalar, a Maria foi transferida para o IPO de Lisboa. Diagnóstico ? “Neuroblastoma estádio IV”. Deste esse momento, o IPO passou a ser “a segunda casa” de Paula e Maria, residentes em Alhandra.
A confirmação que a filha tinha uma doença oncológica fez com que Paula e o marido se sentissem “impotentes”. Mas, apesar de terem estremecido com a notícia não se podiam ir abaixo. “Tínhamos de estar firmes, porque a Maria precisava de nós e estávamos sozinhos com ela”, relata a mãe.
Assim que a Maria iniciou o protocolo de quimioterapia, durante 10 semanas consecutivas, com cinco dias de intervalo, a fé foi a companhia de todas as horas de Paula. O marido se dividia entre o trabalho e os outros dois filhos que estavam em casa. Sozinha e “sem ninguém com quem conversar”, Paula decidiu criar um blog
( www.paulapadinha.spaces.live.com ) (o qual vou adicionar na lista das visitas a vossa esquerda neste blog), onde ia aliviando a sua dor com os relatos do dia-a-dia.
O protocolo de tratamento terminou no passado dia 1 de Dezembro. Pelo meio ficou a quimioterapia e um auto-transplante de medula. Mas a luta não terminou. “A Maria ainda tem alguns nódulos, uns calcificados outros não. É esperar e ter fé para que não voltem a accionar”. Agora na fase de avaliação, Maria está sob vigilância clínica e, mensalmente, tem de se dirigir ao IPO. “ É uma expectativa muito grande”, sublinha. A esperança e a crença que tem “nos anjos da guarda” que trabalham dentro do IPO, nomeadamente o Dr. Ximo (pediatra que tem seguido a Maria), dão lhe forças para seguir em frente.
Delmira Cardoso, tal como Paula Padinha, também nunca deixou de acreditar na cura do seu filho João. Aos 3 anos de idade lhe foi diagnosticado uma leucemia linfoblástica de alto risco. Quando recebeu notícia, Delmira e o marido se deixaram invadir por um sentimento de culpa: “O que fizemos de errado ?” Naquele momento a angústia ficou engarrafada dentro de si.
Para Alexandra Correia, psicóloga da Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, “a notícia do diagnóstico surge como algo de devastador”. O mundo, de repente, “fica virado do avesso” e tudo é posto em causa, “inclusive a capacidade de os pais serem bons pais”. Mas, com o tempo as famílias se vão reorganizando dentro desta nova realidade”, afirma.


“Porquê o meu filho”

 

 

 

 


“Dizem-nos que o nosso filho tinha uma leucemia equivalia a dizer que iria morrer ?”, questionou-se, na altura, assombrada pelas dúvidas, pelos receios e pela falta de informação sobre a doença. Desnorteada com a notícia, Delmira recorda a fase de revolta, em que se pergunta: “Porquê o meu filho ?” Depressa passou a ver esta realidade com outros olhos, assim que entrou no IPO. Paredes-meias ao quarto do hospital onde o João ficou internado estavam outras crianças e outros dramas familiares. Percebeu que não era um caso isolado e que já que estava naquele barco, “o melhor era levá-lo a bom porto”.
João foi sujeito a tratamentos muito agressivos, desde logo a quimioterapia, que destruiu por completo o seu sistema imunitário, para permitir que as novas células nascessem livres de doença, depois a radioterapia. Segundo o Dr. Mário Chagas, director do Serviço de Oncologia Pediátrica do IPO de Lisboa, a radioterapia, hoje em dia é cada vez menos utilizada, dados os efeitos secundários que produz a longo prazo. “À media que os esquemas de quimioterapia se vão aperfeiçoando, os resultados vão sendo melhores e vamos podendo prescindir da radioterapia”, explica.
Apesar da doença, a progenitora de João sente-se uma “privilegiada”, já que não chocou de frente com nenhum drama como aqueles que testemunhou no IPO. Delmira não deixou de trabalhar. E usou toda a arte e engenho para ajustar os seus horários de trabalho às necessidades do filho doente . “Entrava às 7 e meia da manhã e saía às 15 horas”. Contou com o apoio da entidade patronal, dos colegas laborais e da sua mãe, que se revezava enquanto Delmira se ausentava para trabalhar.
“Para além da incerteza perante o diagnóstico, é comum surgirem problemas paralelos no seio familiar da criança com cancro, nomeadamente económicos. Há pais que têm de parar de trabalhar para acompanhar o filho” adianta Alexandra Correia. Embora os pais destas crianças até aos 12 anos de idade tenham direito a uma licença laboral de 30 dias não é o suficiente: “O tempo médio de tratamento de uma criança com cancro é de dois anos, quando tudo corre sem grandes sobressaltos.”

 


Desde o diagnóstico até à resolução da situação da criança, a família passa a viver centralizada na criança doente. “Deixa de haver margem de contacto entre o casal e as conversas giram em torno da doença. A intimidade entre marido e mulher começa a diminuir e, no meio deste turbilhão de emoções quando tudo termina, deixa de existir o foco de atenção. Estas razões estão na base da elevada taxa de divórcios nos casais que tiveram uma criança com cancro” acrescenta a psicóloga.
Delmira sente que, apesar de tudo, foi bafejada pela sorte. Já passaram quase 10 anos, mas esta mãe ainda se emociona ao falar da doença oncológica do filho mais velho. João tem hoje 11 anos e, segundo a mãe, nem se lembra dos maus bocados que passou no IPO de Lisboa. Apagou o cancro da sua memória. Os resquícios de recordações da doença só regressam quando o João vai as consultas de rotina.


Lidar com a incerteza

De acordo com Mário Chagas, no espaço de 20 anos, tem-se registado um “aumento relativamente pequeno mas constante, da incidência de cancro infantil”. Estima-se que anualmente, surjam 240 novos casos em Portugal em crianças até aos 15 anos de idade. Na génese do cancro “estão alterações genéticas das células neoplásticas”. Estas mutações segundo o especialista podem “ser induzidas por vírus, radiações ou substâncias químicas.”
Até aos 15 anos de idade, “metade das crianças adoecem com leucemias agudas (LA) ou tumores no Sistema Nervoso Central”. A outra metade “adoece com uma série de neoplasias menos frequentes como os linfomas ou neuroblastomas” As LAL (leucemias agudas linfoblásticas) - “situações com bom prognóstico, especialmente se surgem entre os 2 e os 4 anos de vida” - têm uma probabilidade de cura na ordem dos 80%. Admite-se que o futuro da oncologia médica passará por fármacos que actuam ao nível molecular, os chamados fármacos inteligentes ou alvo. Estes intervêm na célula doente e condicionam o seu crescimento”.

 

 

 

Embora as terapêuticas oncológicas estejam a evoluir positivamente nos últimos anos, os tratamentos não visam apenas a patologia. Há que considerar o modo como o doente enfrenta esta nova realidade. As crianças “normalmente encaram bem a doença”, diz Alexandra Correia. E acrescenta que, “se os pais lidarem bem com a doença e se conseguirem ajustar a rotina, a criança adapta-se bem ao internamento, à queda de cabelo, ao afastamento dos amigos”. Não deixam de ser “momentos de crise”, mas, no caso da criança, “se não tiver dores e os pais estiverem tranquilos, são dificuldades facilmente ultrapassadas”
Já os adolescentes, por estarem a programar o futuro, são mais sensíveis ao surgimento da doença. “ Um adolescente mão sofre apenas quando o corpo se queixa. A dor num adolescente é permanente, devido ao sentimento de dúvida. Vivem na incerteza constante, sem saberem se os planos que conceberam para o futuro se irão concretizar. É como se lhes amputassem a possibilidade de construir sonho na sua vida”, remata.


“Doutores Palhaços” espalham alegria

Arrancar um sorriso duma criança hospitalizada não é uma missão impossível para os “Doutores Palhaços”. Vestidos a rigor com as suas roupas coloridas, os 21 membros da Operação Nariz Vermelho (ONV) dividem-se em duplas para proporcionar momentos de alegria dentro dos hospitais de Norte a Sul do país.
Mas, antes de contagiarem de boa disposição, há uma regra que nunca falha. “ Lava a mão, lava uma, lava a outra. Vermes, bactérias. Manda-se tudo para debaixo da torneira. E a doença vai junto com a sujeira. “ Esta música resume a regra de ouro dos Doutores Palhaços, ou não fosse a higiene uma das principais preocupações destes “profissionais da boa disposição”. Temos de ter o mesmo rigor que o pessoal técnico dentro de um hospital”, explica o Doutor Félix Férias.
Nos corredores do IPO, os Doutores Palhaços percorrem quilómetros a pé. De quarto em quarto, vão improvisando números que ajudam a interagir com a criança doente. Mas este trabalho, como adianta Beatriz Quintella, presidente da ONV, também conhecida por Doutora Graça, não surge do nada. “A improvisação implica muita técnica.”

 

Como nos hospitais estão crianças de todas as idades, o trabalho dos Doutores Palhaços é ajustado a cada faixa etária. Logo que chegam ao hospital, conversam com o pessoal técnico para saber qual o estado de saúde de cada criança. Se as condições estiverem reunidas, os Doutores Palhaços entram em cada quarto e tentam proporcionar “momentos de alegria”. Não se pode mudar a doença, mas esforçam-se por mudar o estado anímico, assim como criar “boas energias e vibrações” naquele espaço onde a criança está internada


“Não há impossíveis”´

Fundada a 1 de Junho de 2007, no dia Mundial da Criança, a Terra dos Sonhos, uma Associação sem fins lucrativos, luta por concretizar os desejos das crianças hospitalizadas. Desde Janeiro de 2008, data em que iniciou oficialmente a sua actividade, esta associação já realizou 42 sonhos. E o que fazer para ser um candidato à Terra dos Sonhos ? “É preciso que as crianças tenham entre 2 e 18 anos e ter um diagnóstico de doença crónica ou terminal” diz Frederico Fezas Vital, presidente da Terra dos Sonhos.
A associação pretende “proporcionar um momento de magia, melhorando o estado anímico e ajudando as crianças a encarar os tratamentos.” Na Terra dos Sonhos, os 350 voluntários, espalhados por todo o país acreditam plenamente no lema: Não há impossíveis.” Para não criar falsas expectativas, Frederico Vital diz que os sonhos devem ser “realistas.” Neste momento 40 sonhos aguardam o processo de realização.
A Terra dos Sonhos sobrevive com donativos dos parceiros e mecenato. Para ajudar a tornar os sonhos das crianças em realidade, qualquer pessoa pode ajudar. Não se trata de contribuir com fundos monetários. A força de vontade, o empenho e um empurrãozinho podem ser suficientes.

 

 

 


Finda a cópia agora aqui o vosso amigo conhecido pelo nickname de Tron vai deixar dedicatórias e alguns recados.
Este artigo (e não sei quando voltarei a publicar algo mas espero que não passe muito tempo para que eu volte a publicar e / ou que eu e a minha família voltemos a ter uma casa e não morar em quartos de pensões) é dedicado a todos e a todas que ajudam estes soldados maiores da humanidade que são as crianças com cancro, soldados maiores que lutam pela sua vida sem se deixarem abater, este artigo é dedicado a todas as crianças com cancro e as suas famílias para que nunca desistem de lutar porque apenas se lutando temos os nossos objectivos e jamais percam a fé.
Agora os recadinhos que tenho aqui presos na minha alma e vão ser duros porque há certos assassinos na nossa pátria que se dizem democratas e nos tiram todos os direitos porque os seus amigos do partido ou do clube do avental querem o poder só para si como se tratassem dos Bórgia.
Estes senhores adoram exibir o cravo ao peito aquando do dia do maior passeio do descontentamento da nossa história mas o cravo a estes mesmos senhores da rosa e do poleiro só serve para anular o cheiro a naftalina dos seus fatos e dos seus pensamentos que não remontam aos idealistas da revolução francesa mas sim a uns certos senhores alemães liderados por um austríaco que se dizia socialista e fez um holocausto que embora muitos neguem houve testemunhas e uma delas foi um dos maiores homens que apareceram a face da terra, o Grande Papa, João Paulo II.
Estes mesmos senhores que não sendo alemães nem austríacos querem fazer um holocausto com aqueles que não são da sua cor fechando hospitais para morrer mais gente ou os transferir para locais sem transporte directo para dificultar o acesso a saúde porque já dificultam o acesso a habitação e agora cortam o direito a saúde e gastam os nossos impostos em merdas que não nos fazem falta.

 

 

 

 

 

Estes senhores fizeram uma festarola por nossa conta este fim de semana mas nada mais fizeram apenas querem fechar o hospital D. Estefânia e queriam fechar o IPO-Lx e se dizem-se democratas e eu apenas lhes respondo assim:


VÃO A MERDA SEUS ASSASSINOS, SE FECHAM HOSPITAIS FECHAM TAMBÉM A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E ASSIM JÁ POUPAM DINHEIRO


Desculpem os palavrões mas por vezes deixo a alma falar e vou deixar algumas perguntinhas antes do meu até breve e nem sei quando voltarei mas hei de voltar.
Como querem que as pessoas cumpram o dever cívico de votar se as pessoas não têm direitos ? Porque não olham para esses casos e pensam um pouco ? Quais os interesses por detrás do fecho de hospitais ? Para que serve a constituição ? Do que serviu o 25 de Abril ? Porque o presidente da república se cala com esses crimes todos contra a constituição ? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente ?
Ainda antes do pedido habitual para comentar responder e divulgar tenho um pedido ainda mais importante:


IMPRIMAM ESTE ARTIGO E O ARTIGO QUE ESCREVI DIA 30/09/05 E LEIAM COM OLHOS DE VER E JÁ AGORA ESPERO QUE ALGUEM DE TOPO LEIA ESSAS LINHAS E SE TORNE DECENTE. AJUDEM AS CRIAANÇAS E OS ADULTOS COM CANCRO DOEM MEDULA E SANGUE, FAÇAM ALGUM DONATIVO, TORNEM-SE VOLUNTÁRIOS SE PUDEREM AJUDEM ESSES ANJINHOS DE ALGUMA FORMA, DOANDO ROUPA E BRINQUEDOS PORQUE SERÁ UMA GRANDE AJUDA PARA A SUA CURA

Beijos e até breve meus amigos e minhas amigas

 

 

 

DR. DUARTE SALGADO OBRIGADO POR TUDO QUE ME TEM FEITO NESTES ANOS E OBRIGADO A ONV POR TUDO QUE TEM FEITO PELAS CRIANÇAS DO IPO E ESTE OBRIGADO SE ESTENDE A TODOS OS MÉDICOS, MEDICAS, ENFERMEIROS E ENFERMEIRAS QUE AJUDAM ESTES ANJINHOS E ANJINHAS A LUTAREM PELA VIDA E COMO UMA MÚSICA DOS GRANDES QUEEN DIZ “VIVER PARA SEMPRE É VER O DIA SEGUINTE” E ESSAS PESSOAS ENVIADAS DO CÉU AJUDAM ESSES ANJINHOS E ANJINHAS A VER O SOL NASCER DIA APÓS DIA.


Post-Scriptum: o título dessa entrada é tirado doutra entrada onde faço uma pergunta um pouco estúpida ( “O que doi mais: perder uma casa ou ver um filho com cancro” ou algo assim) e acho que tenho vindo a obter essa resposta e a resposta é essa: ambas as situações doem e bem e nenhuma delas é vencida sem luta porque ambas são uma luta e já estou sem casa a perto de 18 meses sem casa mas sempre lutando para voltar a ter uma casa condigna.

Até breve amigos e amigas