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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Esta semana saiu um relatório do Tribunal de Contas que o aumento do desconto para ADSE feito por funcionários públicos no activo e aposentados para 3,5% é considerado excessivo e que deveria de rondar os 2% e que estes 2% seriam sufcientes para a sustentabilidade do sub-sistema de saúde dos funcionário publicos e reformados da mesma classe profissional.

Muitos de vocês devem pensar que estes 3,5% não são nada mas quando se vai a ver o recibo de uma reforma da função pública se precebe de imediato o peso destes números porque a estes 3,5% se acrescenta uma sobretaxa que vai literalmente eliminar o duodécimo do subsídio de Natal que um certo primeiro ministro que foi assassinado disse ser um direito inviolável de todos os trabalhadores fossem eles do Estado ou não.

Resumindo, estes 3,5 % ficam cerca de 5% mais os descontos de IRS que já são de s uma pequena fortuna sobretudo nos aposentados que vêm dos chamados quadros médios ou baixos e falo como filho e neto de funcionário público de nível baixo e/ou médio e sei que um salário ou reforma de setecentos e poucos euros não dá muito para sobreviver, quando ainda por cima há congelamentos de salários e de reformas há 6 anos.

Gostava de saber como é que vão repor o dinheiro que tiraram a mais para o desconto da ADSE que ao fim destes anos todos de duodécimos de subsídios de Natal e sobretaxas não é uma verba de tudo desprezível e como todos sabemos que em Portugal quando se trata de contribuições seja para reformas, subsídios de doença, sub-sistemas de saúde e impostos há dois pesos e duas medidas: quando é para cobrar todos se levantam da cadeira, mas quando erram e têm que repor ficam sentados ou demoram muito para reconhecer o erro quase ao ponto de quem sofreu com estes erros de cobrança excessiva poder chamar pela morte porque esta última tem tempo de chegar e a reposição ainda não foi feita.

E ficam as minhas perguntas: Porque só repararam no roubo agora ? Quem vai repor o que foi tirado a mais e quando ? Quem ficou a ganhar com isto ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divugar

Esta nação chamada Portugal é um case-study naquilo que nunca deve aconecer, mas acontece, lembrando aquelas aldeias das novelas da Globo onde aconteciam coisas do arco da velha e a nova coisa que tem dado que falar é a escolta montada à porta da casa de Ricardo Salgado e que mobiliza pelo menos 8 polícias.

Antes da fusão das esquadras da baixa em duas super-esquadras: Rua da Palma e Rua da Prata (onde antes funcionavam as antigas instalações da Companha Colonial de Navegação, depois renomeada Companhia dos Transportes Marítimos/Companhia Nacional de Navegação) haviam várias pequenas esquadras de Polícia espalhadas pela cidade de Lisboa e estas mesmas esquadras nunca tinham mais do que um graduado de serviço e mais dois ou três subalternos de serviço e a mesma regra se aplica as esquadras alocadas como a do metro de Lisboa ou a do Centro Comercial Colombo.

Como não fosse o excesso de meios para fazer manter a medida de coacção aplicada ao homem que se dizia ser o dono de tudo e que no fim tudo caiu de forma ruidosa e que o caso dos clientes do papel comercial agudiza mais este mesmo estrondo de um banco e dum grupo financeiro centenário que começou a desabar quando a sua filial angolana começou a ruir e alguns negócios do grupo Espírito Santo começaram a sofrer prejuízos quase inexplicáveis e que ao contrário do BPN houve mesmo risco sistémico porque além dos clientes do papel comerical (obrigações de muito curto prazo que funcionam como as letras que antes se usavam quando se compravam bens a prazo, mas que não têm qualquer garantia e têm como prazo máximo 9 meses ou 270 dias) e que cujos perigos já tinha sido vaticinados há mais de 20 anos pelo extinto jornal Semanário nos tempos áureos do cavaquismo em que as obrigações e produtos financeiros de curto prazo (excepto contas a prazo) eram ratoeiras e risco de perda não compensava o investimento.

E voltando a vaca fria: além do claro excesso de meios policiais e que os desvia das funções da polícia existem os custos financeiros porque esta prsão domiciliária com escolta custa várias vezes mais ao erário público do a pulseira electrónica e nós a pagar como sempre como já não fosse o suficiente o rombo da queda do GES e ainda muito mais ainda está por pagar e vamos ver se os culpados por este escândalo algum dia pagarão pelo que fizeram.

E ficam as perguntas de sempre: Porque raio uma prisão domiciliária nos sai tão cara ? Não seria mais económica a pulseira electrónica ou a prisão preventiva ? Quanto nos vai custar este caso ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Nestes dias nos últimos estertores de vida da presente legislatura, foi discutido a introdução de uma consulta prévia e o pagamento de uma taxa moderadora para a realização do aborto ou interrupção voluntária da gravidez. O debate foi interrompido por protestos.

Na minha opinião como blogger, mas sobretudo como ser humano tenho opinião formada e epnso que no caso do aborto cada caso é um caso e não se podem por todas as mulheres que realizam aborto no mesmo saco: porque há aquelas que o fazem como fosse algo tão simples como levar uma injecção para as dores e outras que fazem em casos desesperados seja por que motivo for.

Seguindo esta linha de pensamento penso que a consulta prévia deveria de servir como método de triagem entre cada caso porque boa parte das vezes os médicos do planeamento familiar que existem teoricamente nos centros de saúde nunca estão e têm que ser enfermeiras a fazer o serviço dos médicos ausentes que é aconselhar e distribuir caso seja preciso métodos contraceptivos.

A taxa se deveria aplicar as mulheres que têm meios finaceiros suficientes para o pagar e as mulheres que o pratiquem o aborto não como método contraceptivo de urgência, mas algo de rotineiro nunca usando nenhum método contraceptivo seja ele dado ou comprado e para evitare este aborto sistemático não basta só a consulta prévia, também o ministério da saúde deveria de andar em cima dos quase sempre ausentes médicos da consulta de planeamento familiar  e puni-los por estas mesmas ausências porque se estes médicos cumprissem com o seu dever não havera esta polémica a volta do aborto.

Esta nova polémica é uma imagem do país em si ondem quem de responsabilidade foge com o rabo a seringa, sejam eles os médicos de planeamento famliar como são os políticos da repúbica, fogem sepre das responsabilidades e quando algo corre mal colocam sempre a resolução no colo dos outros e assim se governa uma nação quase milenar como Portugal debaixo do jugo repubicano.

Como sempre as perguntas: Porque escolheram o encerramento da legslatura para legslarem uma lei tão sensível ? O querem os deputados da república do cidadão comum ? Se queriam aplicar taxas a IVG porque não o fizeram mais cedo ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Hoje senti algo que não entendo, que foi o facto de Portugal hoje ter sido pela primeira vez campeão do mundo de futebol de praia desde que o evento é organizado pelo FIFA de forma oficial e nem uma buzinadela ouvi na rua e muito menos um mínimo festejo quando este título é apenas o primeiro título que Portugal conquista no futebol sénior em qualquer as suas formas pela sua selecção nacional.

Mas todavia não é por isso que não vou fazer um tributo, aliás bem pelo contrário e a conquista da selecção de futebol de praia não merece outra música senão a música dos campeões:

 

 

esperando sempre que seja do vosso agrado

 

 

 

 

We Are The Champions - Queen

 

 

 

 

 

 

 

Este artigo é um dois em um porque vou falar de dois assuntos num só porque têm sido usados como armas de arremesso na peixarada da política sobretudo quando estamos a entrar na silly season da camapnha eleitoral das eleições gerais.

Na semana passada aconteceram dois eventos de veras trágicos: um foi a morte da Dra. Maria Barroso que para muitos foi um baluarte anti-fasicista e foi a única mulher presente na fundação do PS na Alemanha e foi para muitos a grande mulher que estava sempre a servir de suporte a Mário Soares tanto quando este foi ministro, mas sobretudo depois que este foi eleito presidente da república.

E segundo os vários elogios fúnebres que lhe foram feitos, a antiga primeira-dama merecia pelo menos um dia de luto municipal pelo seu falecimento, mas nem isso fizeram e confesso que fiquei chocado com a atitude porque não tem sido a prmeira vez que se decretam lutos nacionais ou municipais por pessoas que boa parte de nós não conhecemos de parte nenhuma e estas atutudes, sobretudo quando a CML é dirigida pelos socialistas, dá muito que pensar sobre dois conceitos que parecem estar em desuso em Portugal: lealdade e respeito e que neste caso ficaram na gaveta...literalmente.

Outro caso foi o caso da esposa do primeiro ministro da república portuguesa: Pedro Passos Coelho; a Dra. Laura Ferreira ter aparecido com a cabeça lisa devido ao tratamento que está a fazer contra um cancro e que está a ser uma verdeira luta como é qualquer tratamento contra o cancro e por aparecer sem peruca ou lenço a tapar a marca da sua luta diária contra o cancro também serviu de pedra de arremesso da esquerda; todavia houveram pessoas que desceram ao terreiro e vieram afirmar que a atitude da mulher de Passos Coelho é um exemplo para todas as mulheres que lutam contra o cancro.

não nos podemos esquecer que há algum tempo atrás saiu uma linha da boneca Barbie careca com o objectivo de tornar menos penoso a luta das crianças que lutam contra o cancro e a medida pegou de estaca e várias franquias de BD para crianças e graúdos como os Peanuts (Snoopy, Charlie Brown, etc.; nota que esta franquia já tinha feito um projecto focado no cancro infantil) ou a Disney ou mesmo a franquia do Garfield apenas para falar algumas de muitas.

E se houvesse respeito e lealdade na república portuguesa no chamado submundo da política apenas teriam que fazer duas coisas nestes dias mais recentes: pelo menos decretar um dia de luto municipal pela morte da Dra. Maria Barroso e por outro lado respeitar a luta da Dra. Laura Ferreira porque nunca se sabe quando o cancro nos bate a porta e a coragem que Laura Ferreira teve ao assumir a sua luta é um exemplo para todos nós como humanos.

Apenas deixo uma pergunta: Para quando respeito na política, tanto pelas figuras históricas como pelas figuras recentes ?

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Há 30 anos os Queen tomaram de assalto o Live Aid; concerto dado por vários artistas rock e pop em dois pólos principais: o estádio JFK em Filadélfia (EUA) e o estádio de Wembley em Londres (Reino Unido) ao que se podem acrescentar pequenos números em Moscovo, Tóquio e Sydney.

Me podem perguntar a esta hora como me lembrei no Live Aid... e a resposta é simples; para começar era o objectivo nobre do espectáculo que era juntar o máximo de dinheiro possível para que se comprasse alimentos para matar a fome na Etiópia e que cujas imagens nunca me sairam da cabeça como foi possível deixar crianças a morrer de fome quando nós, europeus, apesar das dificuldades tinhamos sempre forma de ter uma códea de pão em cima da mesa.

Por acaso me lembro bem do que estava a fazer naquela altura: fiquei em casa com a minha avó porque a minha irmã apanhou uma constipação complicada e não pude ir com a mnha irmã ao hospital porque na altura o hospital pediátrico da minha área de residência na altura não tinha as condições que tem hoje e fiquei em casa com os meus livros e a ouvir as músicas que passavam no Live Aid, até ao momento que marcou o concerto: a actuação dos Queen que para muitos jornalistas da especialidade e sondagens feitas nas redes sociais foi a melhor actuação ao vivo de música rock e uma das melhores de sempre da música mundial senão mesmo a melhor de sempre.

Todavia fica uma pergunta no ar que é esta: será que o objectivo de Midge Ure (vocalista dos Ultravox) e de Bob Geldof (vocalista dos Boomtown Rats e protagonista no filme The Wall, filme baseado no mesmo disco dos Pink Floyd) foi alcançado ? E a resposta é não.

E digo não porque a fome, as doenças e as guerras continuam por este mundo fora e por muito esforçados e talentosos que tenham sido os artistas no mítico Live Aid; o mundo não aprendeu com os erros do passado e continua a fazer-los no presente como é caso dos fluxos migratórios que atravessam o Mediterrâneo com famélicos de todas as idades a fugirem as guerras e a fome que graçam por boa parte do norte de África e os massacres do ISIS que têm feito mais refugiados do que todas as guerras israelo-árabes.

Eu como comum mortal lamento que o esforço de tantos no Live Aid e outros eventos semelhantes feitos tanto depois como na mesma altura tenha dado uma mão quase cheia de nada e a única coisa que mudou em 30 anos em termos positivos foi o surgir da internet e o espalhar pelas redes sociais os vários casos de violações dos direitos humanos porque de resto chego a pensar que o mundo ficou pior nos tempos mais recentes....

Não deixo perguntas; mas deixo um pedido a vocês caros leitores e caras leitoras: que pensem um pouco no que foi o Live Aid e todos projectos semelhantes que foram feitos então e lembrem-se dos últimos versos da simples, pequena, mas directa música dos Queen gravada para o álbum The Works gravada em 1984 (cerca de um ano antes do Live Aid) "Se existe um Deus lá em cima no céu a olhar cá para baixo / O que Ele deve pensar sobre o que fizemos / Com o mundo que Ele criou".... Palavras sábias do maior génio do rock, um dos melhores cantores na sua área para não dizer mesmo o melhor músico de todos os tempos qual Ayrton Senna da música.

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Há 30 anos os Queen simplesmente deram o seu melhor espectáculo ao vivo de sempre ou um dos melhores de sempre e considerado pela crítica musical como o melhor espectáculo de música ao vivo de todos os tempos...

 

 

 

 

 

Convos vos deixo os meus maiores ídolos musicais.... de sempre

 

 

 

 

Queen at Live Aid 1985

 

 

(tinha eu 6 anos e fiquei simplesmente siderado ao vê-los)

 

 

 

 

 

 

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