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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Que beleza de gerigonça que nós temos e não estou a falar dos cortes nos colégios, mas sim de eventos mais graves que estão a vista de todos e são graves sobretudo porque violam de forma descarada a Lei Fundamental como está a acontecer na zona da Mouraria.

Para os mais distantes da realidade alfacinha, a Mouraria era o antigo gueto muçulmano nos tempos da dinastia de Borgonha ou Afonsina que foi sendo desmantelado ao longo do tempo, mas o nome ficou e a comunidade islâmica portuguesa que ficou quase reduzida a zero com a Inquisição, ganhou força depois do fim da Inquisição, mas sempre bem integrada em Portugal e aumentou sobretudo com a descolonização e com os imigrantes das antigas províncias ultramarinas por um lado e por outro lado através da imigração de outras nações cujos cidadãos assentaram arraiais em Portugal.

 Mas esta massa muçulmana se adaptou bem sem precisar de tenças da CML para construir a Grande Mesquita de Lisboa na zona da Praça de Espanha e até mesmo para mesquitas mais pequenas que funcionam em casas de fieis ou pequenos edifícios mantidos as custas dos próprios fieis o que é normal num estado que se afirma laico como é o caso da república portuguesa.

Aliás a ajuda estatal a qualquer credo religioso está proibido por lei e as únicas ajudas que podem ser dadas a instituições religiosas é quando estas prestam serviços as comunidades locais como serviços de saúde, escolas ou similares ou apoios a terceira idade, de resto quem quiser ajudar uma seita ou religião ajude do seu próprio bolso, seja de forma directa ou seja via declaração de IRS.

É uma vergonha o que presidente da CML, quem nem sequer foi eleito, mas sim nomeado pelo actual Führer da república quando este se lançou ao assalto ao poder com a ajuda da esquerda espartaquista e este mesmo presidente da CML não está a meter o socialismo na gaveta, mas sim está a meter a constituição na casa de banho para que esta sirva de papel higiénico porque esta é usada pelo poder da república não bitola para a criação de legislação, mas sim como arma de arremesso no combate político que não raras vezes é reles nesta nação que quase tem mil anos.

Curioso ver os partidos políticos da república sejam de que espectro forem, calados e submissos, perante uma arbitrariedade contra uma comunidade empobrecida e que está aos poucos a recuperar a sua própria auto-estima e devido a paranóia pelas pracetas e praças para os turistas e pelo verde, o Sr. Medina da CML vai tirar casas a habitantes de Lisboa usando a ferramenta do chamado Interesse Público, mas qual será o interesse público de uma mesquita e de uma praça ou praceta para as turistas mostrarem as coxas no pino do Verão sobretudo numa Sexta Feira para deixar os ânimos alterados com os imans ou mullahs que não vão gostar de  ver tanta coxa ao léu.

Religiões a parte, começo a pensar se o Sr. Medina não estará a pensar a mandar abaixo parte da Rua Palma para fazer uma super praça devido a sua paranóia com praças e com espaços verdes e que tem traços de megalomania que lembra as ideias de Adolf Hitler quando queria transformar Berlim na temida Germânia projectada por Albert Speer; e parece que, as aulas de história estão esquecidas para estes doutores da mula russa que cedem a interesses e não pensam no povo comum que não precisa nada disto, mas sim precisa de casa, educação e pão para não falar na saúde.

Esta megalomania ecologista do Sr. Medina vai-nos sair do coiro, ou seja, dos nossos impostos e ao mesmo tempo que se viola o príncipio da lacidade do Estado e a chamada gerigonça e os seus defensores estão calados enquanto alguns portugueses vão ficar sem casa e alguns imigrantes bem intergrados na comunidade vão ficar sem o seu negócio, o seu ganha-pão e os seus pseudo-defensores estão silenciosos, cúmplices com este crime que usa a ferramenta do chamado interesse público.

Como sempre as minhas perguntas: Qual o interesse público numa nova praça em Lisboa ou numa nova mesquita? Será Fernando Medina um taliban infiltrado? Aonde está a lacidade do Estado? Que interesses existem nestas ideias de Medina?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

Domingo vermelho é o mínimo que podemos dizer deste último domingo da maneira como correu a grande instituição nacional chamada Sport, Lisboa e Benfica do qual sou um dos 6 milhões de adeptos porque a festa não se resumiu apenas ao tricampeonato de futebol e a festa começou a germinar ainda na véspera.

Tudo começou nas meias finais da Final Four da Liga Europeia de Hóquei em Patins quando os encarnados eliminaram nos penalties o titã chamado Barcelona e se encerrou na grande apoteose que se seguiu logo que foi dado o apito final no duelo na Catedral entre Benfica e Nacional da Madeira e teve um aperitivo quando o benfica ganhou a final da Liga Europeia a Oliveirense.

Mas não pensem que este Domingo vermelho que deve a sua cor não ao Partido Comunista, mas sim ao maior clube nacional, foi apenas este Domingo. Este Domingo vermelho começou-se a desenhar quando o Benfica ganhou o clássico dos clássicos em Alvalade por 2-1 e ainda teve a sorte de ver o dianteiro costa-riquenho a serviço do Sporting, Bryan Ruiz falhar um golo feito e se houver momento-chave para definir a I Liga de futebol portuguesa 2015/16 foi este exacto falhanço que pontapeou o Benfica para o primeiro lugar e durante estas semanas todas, a nação benfiquista andou a conter a euforia até ao grande dia.

Esta euforia contida foi crescendo ao longo das semanas e a euforia foi em parte transformada numa certa expectativa do que o jogo seguinte reservava para as Águias e para os seus adversários directos, os Leões; porque os Dragões este ano não tiveram fogo suficiente nem para acender uma fogueira embora tenham se portado como um isqueiro Zippo nos jogos contra o Benfica.

E o tempo passou e depressa se chegou ao Domingo Vermelho onde o Benfica ou ganhava tudo e não ganhava nada e acabou por ganhar tudo que naquele dia estava no seu alcance e a festa se fez, mas felizmente sem os actos violentos que aconteceram há um ano atrás e que se sempre são de lamentar; apesar de não ter havido violência nas ruas, houve entre as direccções das duas colectividades vencedoras da noite e as provocações e troca de bocas coemçou assim que o tricampeonato foi conquistado pelas Águias.

As provocações não levam a lado nenhum e são sempre de lamentar porque podem servir de semente a actos de violência, e vinda dum clube que se diz das elites vip's da nação, como os aristocratas tanto republicanos como monárquicos enquanto o Benfica é o clube da ralé operária e das barracas e este mesmo clube tem tido a força suficiente, sobretudo nos anos mais recentes para tentar quebrar o domínio dos dragões.

Pouco mais tenho a acrescentar e dar os parabéns ao Benfica, a sua direcção, as equipas técnicas de hóquei e futebol e aos respectivos plantéis que deram muita alegria ao meu Benfica e espero que na próxima temporada seja uma época tão gloriosa como a de este ano ou quem sabe melhor ainda.

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar