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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

A frase não é minha, é de um ídolo de uma vida chamado Jorge Perestrelo que caso fosse vivo e fizesse o relato do jogo de hoje entre Portugal e Polónia no Estádio Veledrome de certeza que teria uma reacção muito parecida a que teve há 12 anos atrás (ainda este blog era uma criança) iria provavelmente dizer a mesma voz embora o duelo de hoje entre os Patrícios modelo 2.0 e a Polónia tenha sido menos agitado que o duelo luso-britânico de há 12 anos atrás no Estádio da Luz.

O jogo foi marcado pelos dois golos em bola corrida e onde a defesa lusitana compremeteu e muito e foi graças a um destes muitos erros que apareceu o golo da Polónia logo aos dois minutos de jogo e o ataque dependeia muito de Cristiano Ronaldo e era feito de uma forma trapalhona até por alturas do minuto 30 da primeira parte onde o seleccionador nacional Fernando Santos acordou e deu ordens para que as linhas de meio-campo e ataque mudassem de posição e pouco tempo depois aparece o golo do miúdo da Musgueira, o novo menino de ouro do futebol nacional, Renato Sanches que ao receber a bola endossada por Nani, cheio de raiva remata a baliza polaca e o seu remate ainda ressalta na perna de um jogador polaco o que tornou ainda mais o indefensável remate que levava o selo de golo assim que saiu do pés do diamante lapidado na academia do Benfica e agora vai ser mais uma estrela na constelação chamada Bayern de Munique.

Depois dos golos o jogo viveu de ataques e contra-ataques onde a defesa portuguesa compremeteu e muito e a aselhice dos jogadores polacos também tiveram a sua dose de parte no resultado que se registava aos 90 minutos. Depois dos 90, mais meia hora de bola onde nenhum dos conjuntos arriscou em demasia para não dizer quase nada chegando o jogo a parar literalmente havendo uma surtida ali ou acolá mas sem grande perigo e o prolongamento se findou e veio a chamada lotaria dos penalties onde desta fez Portugal foi mais feliz do que há 4 anos e onde não houve ganâncias para saber quem marcava e após 3 penalties, Rui Patrício defendeu o quarto penalty dos polacos e um penalty de Ricardo Quaresma bem colocado marcado a la Koeman enviou Portugal para as meias-finais de dia 6 que vai jogar com quem sair do duelo entre Bélgica e País de Gales.

Pela terceira vez em quatro possíveis, está nas meias finais de um europeu de futebol e sinceramente, temos que começar a ver Portugal como potência regional do futebol porque mais nenhuma selecção tem as façanhas que Portugal tem que é ser a única selecção que esteve sempre nas fases a eliminar dos europeus de futebol desde que adoptaram o formato de grupos de 4 selecções em 1980 e para selar este papel de potência regional, só falta aos Patrícios 2.0 ganharem o caneco no dia 10 e quem chega as meias finais já pode acreditar em tudo e querer tudo de si.

A arbitragem foi um desastre completo e não foi digna do jogo de hoje que abriu os quartos de final do primeiro europeu de futebol com 24 selecções e fartou-se de fechar os olhos a várias faltas evidentes de ambos os conjuntos sobretudo cometidas pelos polacos ao ponto de roubar uma penalty a Portugal pouco antes do menino de oiro ter aberto o livro e ter atirado aquele tiro contra o marasmo em que se encontrava a selecção nacional e espero bem que nos jogos que se seguem hajam melhores árbitros.

 

Bem ; fica o marcador

 

 

 

 

Portugal 1 (Renato Sanches 34') - Polónia 1 (Lewandowski 2')

 

 

Penalties

 

Portugal  - 5 Polónia - 3
Cristiano Ronaldo (marcou) Lewadowski (marcou)
Renato Sanches (marcou) Milik (marcou)
João Moutinho (marcou) Gilik (marcou)
Nani (marcou) Błaszczykowski (falhou)
Quaresma (marcou)  

A implacável e quase amadora Islândia, crónica selecção do Pote 5 ou 6 dos sorteios das qualificações, ou seja, para se qualificarem tem que acontecer um fenómeno do Entroncamento ou algo parecido.

Acontece que se qualificaram as custas sobretudo da Holanda que nem sequer foi parar a repescagem dos terceiros classificados e os vikings foram parar ao Euro 2016 como segundos colocados no seu grupo de qualificação apenas com menos dois pontos do que os primeiros classificados: República Checa que nem sequer passou para os oitavos de final

A Islândia cada vez se parece mais com uma Grécia Euro 2004 modelo 2.0 porque tem despachado selecções teoricamente mais fortes como foi caso da Inglaterra ou da Áustria e joga com um futebol terrivelmente eficiente que consegue desarmar qualquer tipo de futebol de ataque que se possa esplanar em campo porque este vikings fazem jus aos seus antepassados e são temerários e vão para e se portam como berserkers defensivos mantendo a sua linha defensiva impenetrável por muito que os ingleses se esforçassem para tentar levar o jogo pelo menos para o prolongamento.

Mas os vikings não deixaram abater e levaram a água ao seu moinho causando a maior humilhação do futebol britânico desde da qualificação do mundial de 1994 onde nenhuma selecção do Reino Unido se qualificou para o mundial feito nos EUA sendo aí o maior escândalo do futebol das Terras de Sua Majestade até o jogo com a Islândia que ditou a eliminação da Inglaterra.

Esta Islândia ainda tem muito para dar e a França que se proteja porque esta Islândia ainda pode fazer um desastre de proporções épicas no jogo dos quartos de final que opõe a equipa sensação deste euro contra os donos da festa (por enquanto).

A Islândia anulou todos os argumentos da selecção inglesa de uma forma simples e ao mesmo tempo aterradora e no fim os vikings fizeram mais uma conquista e vamos ver se a França aguenta com estes Drakkars porque se a França não ter tino vai pelo caminho da Inglaterra

Arbitragem bem comportada.

 

 

 

Marcador

 

 

Islândia 2 (Ragnar Sigurðsson 6'; Sigþórsson 18') - Inglaterra 1 (Rooney 4')

Uma Hungria irreconhecível foi vergastada por uma implacável Bélgica que esmagou sem piedade a selecção que por um pouco não mandava Portugal para casa mais cedo ainda na fase de grupos e queainda valeu uma dor de cabeça aos Patrícios 2.0 para chegarem ao empate e nem deixaram os Patrícios 2.0 ganharem o jogo o que teoricamente facilitaria a vida aos lusitanos.

Os belgas que são um dos outsiders deste tornei, esmagaram os magiares sem qualquer piedade num jogo com sentido único ou quase único que foi a baliza húngara que foi massacrada pela equipa dos diabos vermelhos que estavam mesmo endiabrados e mostraram um futebol esmagador sem qualquer hipótese para o adversário e não deu em mais golos porque não calhou porque os belgas ou tiveram o azar ou a oposição do guarda-redes magiar que conseguiu manter as balizas húngaras o maior tempo possível contra uma imcapacidade clara dos atacantes que nem metade do que fizeram contra Portugal fizeram contra a Bélgica.

Os belgas fizeram gato sapato da equipa que ganhou o grupo F que parecia não ser a mesma que deu um tratamento especial a Portugal e esteve para calar os lusitanos, mas não calou e no final das contas gastou a pilha toda no jogo contra Portugal e hoje ficou sem pilhas para uma Bélgica que nem abriu o livro todo, mas quando abriu resolveu esmagar uma selecção quase sem pilhas para aguentar com uma Bélgica que tem muito talento ainda para mostrar.

A arbitragem se portou com brio sem nada para assinalar de negativo nesta partida que teve a maior goleada do torneio até agora

 

 

 

 

 

Marcador

 

 

 

Bélgica 4 (Alderweireld 10'; Batshuayi 78'; Hazard 80; Carrasco 90' +1 ) - Hungria 0

A Alemanha num jogo bem jogado de parte a parte embora os campeões do mundo tenham jogado de uma forma impalcável contra os eslovacos que não tiveram grande espaço para os eslovacos fazerem o seu jogo e mesmo assim a Alemanha foi para o intervalo  a ganhar por 2 a 0, mas o resto do massacre vinha na segunda parte.

Os tetracampeões mundiais abriram o livro e cortaram todas as hipóteses de reviravolta aos eslovacos que se mostraram esforçados, mas o seu esforço não foi suficiente para quebrar a força germânica que se mostrou implacável e que a jogar assim assumiu de forma clara a candidatura a vitória final e ajuntar ao tetra mundial, o tetra europeu embora tenha um caminho tortuoso para chegar a uma possível final porque ficou do lado dos tubarões e vai ter que comer a relva para levar a água ao seu moinho, por outro lado Portugal se ter tino ainda poderá chegar longe neste certame.

Jogo interessante e bem jogado, que deu para passar a tarde com umas belas bejecas e ums tremoços para matar o vício de bom futebol que foi o que vimos no jogo que foi o jogo nº5 dos oitavos de final e que deu a passagem para os quartos de final dos tetracampeões mundiais e campeões mundiais em título que têm uma das mais bem constituídas selecções de todo o certame.

Arbitragem que se portou a altura do jogo.

 

 

 

Marcador

 

 

 

 

Alemanha 3 (Boateng 8'; Gomez 43'; Draxler 63') - Eslováquia 0

O jogo entre França e Irlanda se revelou um belo jogo de parte a parte onde a resistência irlandesa perante os gauleses foi a figura do jogo.

A Irlanda marcou cedo através de um penalty, mas a França não se deixou abalar e foi com todo para cima dos irlandeses que foi grabosos lutadores, mas água mole em pedra dura tanto dá até que fura e os franceses chegaram ao empate, mesmo assim os irlandeses deram luta aos gauleses e a luta de toca e foge entre irlandeses e franceses continuou até que um jogador irlandês foi expulso.

Aí os franceses consumiram a revirada do marcador a seu favor, mas mesmo assim os irlandeses venderam a derrota bem cara aos franceses que desta vez para passarem não precisaram de uma mãozinha como da outra vez quando eliminaram a Irlanda num play-off numa qualificação com um golo marcado com a mão de Thierry Heny que evitou de uma forma suja uma humilhante eliminação dos gauleses.

Os irlandeses se mostraram adversários rijos e mesmo com menos um jogador foram para cima dos francese pelo menos para levarem o jogo para o prolongamento, mas o guardião francês se mostrou uma muralha muito difícil de ser derrubada e os donos da casa passaram para a fase seguinte com todo o mérito que se possa atribuir.

Arbitragem sem casos a assinalar o que foi bom para o espectáculo.

 

 

 

 

Marcador

 

 

França 2 (Griezmann 58'; 61) Irlanda 1 (Brady 2')

Ontem, o debry céltico foi marcado tal como o jogo entre Polónia e Suíça por um equilíbrio entre os conjuntos num jogo baseado no contra ataque de parte a parte onde amabas as selecções celtas abriram o livro do contra ataque puro e duro não sendo prorpiamente um jogo secante, aliás muito pelo contrário.

Está claro que num jogo assim a sorte ou o azar têm papel nuclear na decisão final do resultado e assim foi, porque bastou um auto golo de um jogador norte irlandês para que o País de Gales tenha passado para os quartos de final, mas se os norte-irlandeses também serima justos vencedores da contenda, mas num jogo tão equilibrado, a sorte trata de ser o ponto de desiquilíbrio como foi ontem e felizmente para os famosos Aaron Ramsey não marcou nenhum golo, podendo estarem descansados até o próximo jogo dos galeses nos quartos de final.

Jogo interessante e que valeu pelo entretimento que reside sempre numa partida de futebol bem jogada por ambos os conjuntos e onde a sorte teve o papel mais importante do que o jogo corrido em si.

E a surpresa chamada País de Gales seguiu em frente e vamos ver até onde Bale, Ramsey e os seus companheiros vão, porque pelo menos são das 8 melhores selecções da Europa, grupo o qual já inclui Portugal.

Uma arbitragem sem casos a assinalar

 

 

 

 

Marcador

 

País de Gales 1 (McAuley 75' (Auto-golo)) - Irlanda do Norte 0

O primeiro jogo por ordem cronológica dos oitavaos de final e que determinou o adversário de Portugal nos quartos de final teve que ser decidido na lotaria dos penalties o que reflectiu sobretudo o equilíbrio perfeito que existiu nos 90 minutos regulamentares do qual resultou um empate a 1 bola.

O treinador polaco brincou com o fogo e não fez nenhuma substituição nos 90 minutos e parecia que estava a advinhar e as guardou todas para o prolongamento onde as fez praticamente para refrescar a selecção polaca e onde os helvéticos deram forte e feio nos polacos para decidir o jogo ainda na meia hora extra, mas a defesa polaca estava inspirada e consegeuiu rechaçar os ataques alpinos e na volta ainda fazia um ou outro contra ataque venenoso que deve ser bem estudado pela selecção nacional dado o facto dos polacos serem os nossos próximos adversários.

A meia hora extra foi um reflexo dos 90 minutos onde os polacos mais frescos não arriscaram muito e se pouparam para os penalties usando o contra ataque de forma relativamente eficiente porque causou demasiados calafrios aos alpinos mas nada demais aconteceu na meia hora para despacharem o jogo ainda com bola corrida e tivemos que ir para a lotaria dos penalties onde os polacos foram tenuamente mais eficientes do que os suíços e por isso passaram e vão encontrar Portugal nos jogo dos quartos de final no dia 30.

Arbitragem sem nada demais a assinalar

 

 

Marcador

 

 

Polónia 1 (Błaszczykowski 39') - Suíça 1 (Shaqiri 82')

 

Penalties

Polónia

Lewandowski - Marcou
Milik - Marcou
Glik - Marcou
Błaszczykowski - Marcou
Krychowiak - Marcou

 

Suíça

 

Lichtsteiner - Marcou
Xhaka - Falhou
Shaqiri - Marcou
Schär - Marcou
Rodríguez - Marcou

O jogo dos oitavos de final do euro 2016 entre Portugal e Croácia foi um sofrimento sobretudo para as almas portuguesas porque sobretudo nos 90 minutos do tempo regulamentar, Portugal não deu réplica para uma Croácia sempre traiçoeira e sempre ameaçadora para as hostes lusitanas que faziam o que podiam e muitas vezes o que não podiam para evitar a eliminação precoce da selecção das quinas.

Esta selecção dos Patrícios modelo 2.0 conseguiu segurar o empate até o minuto final do tempo regulamentar e o tempo extra, o jogo se transformou em algo de chato num jogo onde o coração falava mais alto do que a razão em ambas as equipas e onde se viu futebol total, mesmo assim os croatas foram mais ameaçadores do que foram os portugueses e o meio campo luso esteve fora de serviço até a entrada de Renato Sanches que deu vida ao meio-campo português com as suas arrancadas que com a entrada posterior de Ricardo Quaresma foi quando o meio-campo lusitano começou a encostar os croatas as cordas.

E tal como no último jogo da fase de grupos com a Hungria a dupla Sanches e Quaresma acordou o meio campo luso formando uma espécie de triângulo do golo juntamente com Cristiano Ronaldo e aparece sempre um vértice para para transformar este triângulo numa espécie de quadrilátero de ataque que envolve os defensores adversários e joga de uma forma implacável e mais uma vez o miúdo da Musgueira começou a jogada que nos deu a passagem para os quartos de final com um arranque que aos mais nostálgicos pode fazer lembrar Maradona ou Eusébio nos seus primeiros tempos, descobre Nani livre, depois Nani passa para Quaresma e este Para Cristiano Ronaldo que segue para golo, mas o guardião croata defende para a frente e Quaresma na recarga não falha e marca o golo que nos valeu o passaporte para os quartos de final.

Num país tão acossado com a crise crónica, com políticos corruptos, e corrupção enraizada, a baixa estima nacional cada vez mais baixa, ao menos que tenhamos uma alegria neste ópio do povo chamado futebol e apesar de ter estado pessimista com a selecção nacional devido a tímida exibição na fase de grupos, agora estou um pouco mais optimista e por favor deem uma alegria ao desgraçado povo português que não é só Portugal e que está espalhado pelo mundo fora e além dos portugueses se lembrem da lusofonia que tem os olhos e os ouvidos postos na selecção nacional e que esperam ver uma centelha de luz da constelação de estrelas chamada Selecção Nacional de Portugal de Futebol.

É de lamentar que o árbitro tenha roubado um penalty a equipa das quinas ainda nos 90 minutos e que caso fosse assinalada poderia ter mudado o destino do jogo, mas parece ser doença crónica o aparecimento episódico de arbitrgens manhosas.

 

 

Fica a marcha do marcador

 

 

Portugal 1 (Quaresma 117') - Croácia 0

O referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia que decidiu a favor da saída provocou ondas de choque semelhante a da tsunami do Pacífico em 2005 ou do 9/11.

A primeira onda de choque se sentiu do umbigo da Europa quando o presidente do Parlamento Europeu veio exigir rapidez na saída do Reino Unido da UE e depois foi a queda do governo de David Cameron que fez o referendo e e queria o referendo, mas que deu um tiro no próprio pé porque a saída ganhou como nunca teria pensado e os movimentos eurocépticos sejam eles de direita ou de esquerda ganharam força e já se fala em referendos para a saída da UE noutros países incluindo países fundadores como a França.

Ironicamente entre as hostes do voto pela saída começaram a aparecer alguns arrependidos e já corre uma petição para novo referendo no Reino Unido para se reverter a situação criada pelo Brexit.

As redes sociais andam agitadas devido as trocas de argumentos entre defensores do Brexit e defensores da manutenção do Reino Unido na UE e a troca de argumentos é forte por vezes descendo ao nível da ofensa pessoal, mas esta decisão do Brexit, mesmo para os europeístas põe em questão o destino que está a levar a UE no presente momento com as imposições de Berlim e com o fluxo descontrolado de refugiados e com a ausência de uma política comum para resolver esta mesma situação.

Já estão a fazer um bicho papão de algo que mais tarde ou mais cedo poderia acontecer e os arrependidos conseguiram juntar as assinaturas suficientes para um novo referendo. Mesmo que o Brexit seja revertido fica a marca que algo tem que ser mudado na União Europeia e que o Tratado de Lisboa não é nada porreiro e tem que ser revogado para que aqueles que defendem a saída da UE fiquem sem argumentos por que enquanto o Tratado de Lisboa continuar em vigor, vão haver mais referendos e poderá acontecer a saída de algum membro fundador e aí a coisa vai ficar bem feia para a UE.

Por isso a UE tem que ser muito bem bem repensada e quem sabe se não tem que recuar aos tempos em que era apenas uma comnunidade económica de onde só saiam pareceres e susgestões de padrões de qualidade sobre tudo que era produzido e não imposições de quotas de produção para tudo e mais alguma coisa e Portugal não aguenta com este sistema porque tem uma economia exportadora e com uma moeda forte como o euro, com quotas de produção que facilitam a importação e difcultam a exportação.

Os europeístas estão em estado de pânico com esta saída e com o inevitável efeito dominó sobretudo nos países não-fundadores da UE, o mais grave deste efeito é que onde se fala mais em referendos de saída são em países fundadores e a camarilha dos fundadores já se reuniu para assegurar que não haver casos iguais. e a mim me lembrou quando Cavaco Silva disse que o BES era seguro quando não o era.

Como sempre ficam as minhas perguntas: Porque não se pode questionar a permanência de Portugal na União Europeia? O que aconteceria se Portugal saísse da UE? Porque existe este pânico em relação ao Brexit?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Em vez de estar a fazer uma fastidiosa análise dos derradeiros jogos da fase de grupos do Euro 2016, jogo por jogo, vou fazer uma súmula do que assisiti neste última semana da fase de grupos do Euro 2016.

Jogos para todos os gostos, desde jogos que foram verdadeiras surpresas, ou outros que foram chatos e sem grande história para contar, mas o que marcou a última jornada da fase de grupos foram os golpes de teatro sobretudo nas decisões dos vencedores de grupo ou para se saber quais seriam os tercerios classificados a passar e neste filme, a selecção nacional foi um dos protagonistas principais.

Tivemos de tudo, desde da Espanha perder o primeiro lugar no seu grupo para a Croácia, como a Irlanda que estaria em teoria eliminada, passar no último jogo ao ganhar a uma Itália que estava claramente em serviços mínimos porque já tinha chegado aos seus principais objectivos que era a vitória no seu grupo e a a passagem para a fase seguinte concedeu o jogo aos celtas.

Também não posso deixar de destacar a qualificação da Islândia que no caso de empatar com a Áustria já se qualificava, mas os vikings quiseram dar mais de si e acabaram por marcar o golo da vitória no derradeiro minuto da fase de grupos ajudando o maior empata do Euro 2016 de seu nome Portugal que assim acaba por evitar os chamados tubarões, tendo em teoria uma segunda fase mais facilitada.

Fiquei desiludido com a Suécia, República Checa e Ucrânia que das quais esperava mais jogo e no fim abandonam o certame sem honra e muito menos glória.

Quero deixar o caso de Portugal para o fim deste artigo porque é um caso único em termos de europeus de futebol porque foi a primeira equipa a passar a fase seguinte com 3 pontos apenas conseguidos com empates sendo o último, o melhor jogo da primeira fase do Euro 2016 e um dos melhores de sempre dos europeus; Portugal teve tudo para ganhar o jogo mas não consegiu ou não quis e apenas espero ver mais jogo útil por parte da selecção nacional sobretudo agora no chamado mata-mata.

 

 

 

Apenas me resta dizer

 

 

 

FORÇA PORTUGAL

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