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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

As condições nos transportes urbanos de Lisboa, sobretudo no Metro e na Carris estão mais degradadas porque o material circulante carece de substituição e manutenção e falta destas aumenta o tempo de espera ao que se junta a falta de funcionários sobretudo de condutores o que aumenta ainda mais este mesmo de tempo de espera e as reclamações por parte dos utentes, sejam eles esporádicos ou frequentes.

Com tantos desempregados com boas habilitações literárias e com vontade de trabalhar, alguns com carta de condução e estão perdidos em cursos e estágios uns do centro de emprego outros disfarçados de empregos de venda de porta a porta sem qualquer futuro e com vínculos altamente precários onde os salários são humilhantes e são uma fina linha entre o trabalho e a escravatura.

Se a Carris e O Metro abrissem vagas e com o preço que cobram por cada bilhete, depressa recuperavam que iriam gastar mais nestes salários dos eventuais novos funcionários e os tempos de espera poderiam ser reduzidos e por outro lado se o governo da Gerigonça, legítimo proprietário da Transportes de Lisboa cumprisse com o seu dever e pagasse as chamadas indemnizações compensatórias (compensação pelo uso de passe multimodal) a Transportes de Lisboa e investisse na manutenção de material circulante a espera então diminuiria para tempos aceitáveis.

Depois não se admirem que aumente a circulação de carros em Lisboa e que os índices de qualidade do ar na capital da república diminuem de forma brutal como o acumular de gases de efeito de estufa e de outros poluentes que são prejudiciais à saúde pública e com dois partidos ditos ecologistas na Gerigonça (PAN e PEV) estão calados com a inacção da Gerigonça em contratar mais condutores para Metro e Carris e fazer uma manutenção do material circulante e no caso do Metro se o Metro não ter capacidade ou contrate mais gente para esta área além da condução ou então arrajem uma forma de reactivar uma certa empresa de insdústria pesada que ficava ali para as bandas da Amadora chamada Sorefame que construiu todo o material ciruclante do Metro e da CP antes de ter sido encerrada.

Esta inacção da Gerigonça mostra a sua inutilidade como governo porque se querem reduzir de alguma forma o déficit da nação então poderiam investir com força nos transportes públicos em vez de suprimirem carreiras dando a desculpa que estas reformulações serão para racionalização de custos quando a real razão desta pseudo-reformulação é reduzir cada vez mais os transportes públicos e apostando no transporte para turistas, ignorando a necessidade dos lisboetas de uma rede de trransportes públicos eficientes e que sejam ecologicamente sustentáveis e aceitáveis.

Esta situação de cada vez colocar mais os transportes a serviço dos turistas e menos dos lisboetas é apenas uma forma de mostrar que afinal a não-concessão para os privados dos Transportes de Lisboa foi um erro porque a gestão pública está mais focada nos turistas do que no seu verdadeiro serviço público que é transportar os lisboetas sejam eles temporários (moradores nos subúrbios da AML) como os lisboetas em si sejam eles imigrantes ou lisboetas de gema e que os turistas são apenas um serviço secundário e que o material circulante deve estar em bom estado seja ele novo ou recondionado e nada disso acontece e quem se lixa é o Zé Povinho enquanto o turista anda de cuzinho quente de transportes públicos só para eles como redes especiais de autocarros e eléctricos ou caso paradigmático do elevador de Santa Justa que na Rua do Ouro tem uma fila tão grande de turistas como estivéssemos numa caixa de supermercado ou hipermercado numa daquelas promoções loucas e não transporta nenhum lisboeta mostrando que cada vez temos mais transportes para os turistas e menos para as pessoas restando a alternativa automóvel ou pedonal.

E ficam as minhas perguntas: Porque não se investe no transporte público como se deveria? Porque os transportes públicos em Lisboa servem menos os lisboetas e servem mais os turistas? Como querem que hajam menos carros em Lisboa se cada vez temos menos transportes públicos? Porque a Gerigonça está calada perante esta situação?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.

E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.

Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.

Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.

Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.

Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.

Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)

Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.

Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?

Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 

 

Esperei uns dias para fazer a minha análise com mais frieza sobre a prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos da XXXI Olímpiada que foram realizados no Rio de Janeiro, a chamada cidade maravilhosa e onde muito de maravilhoso se mostrou, mas infelizmente quase quase nada foi português.

Como já é doença crónica das presenças nacionais em jogos olímpicos muito se promete quase nada se tem e e houve muitos quase-medalhas mas no fim das contas só se conseguiu uma e mais uns quantos diplomas ao ponto do próprio Comité Olímpico Português ter afirmado que a prestação da delegação portuguesa ficou abaixo dos obectivos traçados para a "Operação Rio 2016" .

Muitas desculpas apareceram para os falhanços dos favoritos umas plausíveis como no caso do futebol onde devido as recusas dos clubes, foi construída uma selecção de segundas e terceiras escolhas onde muito fez Rui Jorge (treinador da selecção olímpica de futebol), Luciana Diniz no hipismo que teve mesmo azar porque apenas por um obstáculo que não entrou na luta das medalhas e no Taekowndo onde o representante nacional caiu de pé, de resto os favoritos andaram apanhar diplomas como apanhassem abrunhos no Verão.

Como português senti vergonha do meu país não só pela falta de resultados nos jogos, bem como pela capacidade dos desportistas brasileiros que conseguiram 19 medalhas apenas numa olimpíada quando Portugal em 104 anos de olimpismo tem apenas 24 medalhas e nem penso no total que o Brasil já conquistou e com menos anos de olimpismo do que Portugal o que além de envergonhar Portugal dá que pensar como o desporto no seu todo tem sido gerido em Portugal e da doutrionação que levam os treinadores ou que levaram no passado e que era muito baseada na Europa do Leste sobretudo depois do 25 de Abril e parece que estão parados no tempo e muitos atletas que não estavam a 100% foram para o Rio sabendo que qualquer edição dos jogos olímipicos seja aqui ou na China exige que os atletas estejam no melhor da sua forma tanto física como mental e que não entrem nas provas presos por arames como foi o caso da presença portuguesa nos jogos do Rio de Janiero onde além da medlha de bronze de Telma Monteiro apenas os destaques  prova de ciclismo contra-relógio se teve porque o ciclista português Nelson Oliveira que ficou em sétimo lugar apesar de dois antes ter dado uma queda violenta que deixou as suas maselas mesmo assim Nelson Oliveira me surpreendeu pela positiva como venceu as dorese ainda aghuentou o contra-relógio e fiquei a pensar se não fosse a queda quase com toda a certeza Nelson Oliveira teria tido melhor resultado; a prova de hipismo de Luciana Diniz que apenas por 4 pontos não entrou na disputa das medalhas, no Taekowndo o estereante Rui Bragança conseguiu um 5º lugar que poderia ter sido melhor com mais sorte do mesmo, a presença nos quartos de final no futebol foi positiva porque a equipa não era mesma que no europeu de esperanças parecia um rolo compressor e era feita de segundas e terceiras escolhas e ainda ter conseguido ter ganho o grupo foi um feito e natação onde um nadador chegaram as meias-finais pela primeira vez desde 1988: Alexis Santos do Sporting.0

Agora o resto foram muitas promessas e nenhumas realizações apesar de existirem os chamados centros de alto rendimento desportivo que custaram ao Estado alguns milhares de euros para no fim não consiguirem ganhar a tão ambicionada medalha e ver países com menos habitantes do que Portugal como Singapura ou a Dinamarca a ganharem medalhas, os brasileiros que não têm centros de alto rendimento a ganhar 19 medalhas duma assentada e como não fosse suficiente a fazerem uns jogos que o presidente do COI, Thomas Bach, classificou como "Maravilhosos".

E voltando a vaca fria; como se sabe o Brasil vive uma crise económica e uma crise política, mesmo assim não deixou de fazer os jogos e mostrou capacidades que me deixaram surpreendido e que prova que com o chamado desenrasco se consegue tudo ou quase tudo porque felizmente os brasileiros ainda não perderam este espírito de iniciativa já esquecido em Portugal e fizeram duas cerimónias (abertura e encerramento) espectaulares e épicas e que no caso do encerramento fez uma ligação prefeita com a edição seguinte dos jogos com um pouco de boa disposição pelo meio.

Em Portugal, sobretudo em Lisboa temos todas as estruturas necessárias para fazer tanto ou mesmo mais do que feito no Rio de Janeiro, mas infelizmente temos uma edilidade que apenas pensa em tratar das hemorróidas dos turistas com a língua e um comité olímpico sem ambições e que pensa apenas em diplomas em vez de pensar em medalhas que mais parece um conselho leonino (pelo menos nos tempos de Vicente de Moura era) onde alguns sócios high life do Sporting passam o seu tempo a nossa conta e não fazem nada e é um facto conhecido se na hipótese ainda que remota de Lisboa ter uns Jogos Olímpicos seria a forma que os transportes que servem a cidade e vias viárias que servem a Cidade das Sete Colinas bem como as suas artérias levariam uma recauchutagem ao nível do que o Marquês de Pombal fez a seguir do Grande Terramoto.

Mas aqui em Lisboa apenas pensam nos turistas e não nos lisboetas e daí a pancada pela nova mesquita e enquanto pensarem assim ainda vamos ver uns jogos olímpicos em alguma cidade da África sub-sariana e não os vamos ver em Lisboa.

Como sempre as perguntas sem resposta: Afinal para que serve o COP? Porque Lisboa ou o Porto não podem ter uns jogos olímpicos? Para que servem os centros de alto rendimento desportivo? O que anda Fernando Medina a fazer na CML? Que raio de dirigismo desportivo temos em Portugal? Por acaso não existe pelo menos um secretário de estado do desporto para tomar conta da situação com competência? Vai haver mais algum país com menos posses do que Portugal a fazer outros jogos olímpicos enquanto os lagartinhos do COP andam a coçar o real ventre (para não dizer pior)?

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Enquanto os partidos continuam isentos de qualquer tributação em sede de Imposto Municipal sobre Imóveis, a Gerigonça resolveu ir cobrar IMI à Igreja aos seus edifícios não só aos lugares de culto como e sobretudo aos edifícios onde funcionam as suas obras sociais como creches, apoios aos desabrigados e aos órfãos, apoios na saúde e por aí fora, mas a Concordata assinada com a Santa Sé em 2004, ainda em tempos de Cherne Barroso. 

Apesar a obra social reconhecida da Igreja Católica, a Gerigonça se estve nas tintas e começou a atiçar os mastins das finanças contra as casas de acolhimento da Casa do Gaiato e Obra do Padre Américo por exemplo e atacando paróquias de zonas desfavorecidas da nação com cargas fiscais verdadeiramente pornográficas e por outro lado os partidos da república estão isentos de quaisquer impostos sobre imóveis.

E se fosse aplicada a chamada igualdade fiscal nos partidos da república, vários milhões de euros em sede de IMI iriam parar aos cofres das edilidades desta nação, então no caso do PCP seria um verdadeiro jackpot para algumas edilidades porque basta ver muitos dos seus chamados "centros de trabalho" ou sua jóia da coroa que é o terreno onde é feita a festa do Avante sobretudo ao seu tamanho onde cabiam por exemplo vários bairros residenciais com as respectivas estruturas de apoios.

Mas aqui nesta república os partidos estão primeiro e o povo e a humanidade mesmo na caridade entre humanos está em segundo e esta mesma caridade tem que ser taxada em sede fiscal porque tem que ser taxada;  todavia os partidos polítcos, as fundações e as sociedades secretas como a maçonaria ou a opus dei estão isentas de impostos e esta isenção gostava eu de saber qual o motivo da sua existência porque não cabe na cabeça de ninguém que tenha o mínimo de consciência.

Nunca nos podemos esquevcer que nesta república, sobretudo depois do 25 de Abril com as reviravoltas do PREC esta suposta liberdade que afinal é o ressurgir dos compadrios da primeira república que foram uma das causas da sua derrota em 28 de Maio de 1926 e este caso do IMI para a a Igreja e para as suas obras sociais, quando as mesquitas, partidos e sociedades secretas estão isentos de impostos é uma clara forma de compardrio que está perante os olhos de todos menos daqueles que não querem ver e é uma medida completamente ilegal perante a Lei Fundamental que defende a igualdade fiscal de todos os cidadãos, mas a lei fiscal é uma franquia de "O Triunfo dos Porcos" de Orwell todos os animais são iguais, mas uns mais iguais que outros.

Não sei que caminho Portugal leva com estes abusos fiscais e me admiro como a oposição ao desgoverno da gerigonça quando existem não só outros assuntos mais graves, como melhores fontes de IMI como os próprios partidos, mas ninguém gosta de pagar impostos porque se gostassem não faziam tudo e mais alguma coisa para fugir aos impostos e neste ponto os partidos políticos da república, sobretudo aqueles com assento parlamentar são verdadeiros craques na fuga aos impostos qual Ayrton Senna a conduzir um carro de F1 no meio de uma chuva diluviana como fosse a coisa mais simples do mundo.

Como não fosse suficiente a Gerigonça vai tirar a isenção de Imposto Único de Criculação, vulgo Selo do Carro, aos deficientes motores que tenham automóveis adaptados para a sua utilização pelos deficientes motores seus proprietários enquanto os carros dos partidos e sindicatos estão completamente isentos do selo do carro para que os deficientes paguem.

Para agravar a situação, as acessibilidades para os transportes públicos nas grandes cidades como Lisboa são quase nulas, porque os comboios têm degraus que dificultam a entrada de cadeiras de rodas, os eléctircos antigos nunca foram adaptados, nos novos as rampas de acesso quase sempre estão avariadas e nos autocarros ou estão avariadas ou os choferes recusam as baixar dando toda a espécie de desculpas. Por isso os deficientes motores têm carros adaptados que estavam isentos de IUC mas que agora graças a Gerigonça que cada vez está a pedir ordem para ser corrida em nome da nação.

E ficam as minhas perguntas: Porque os partidos não pagam IMI e IUC? Porque agora as instituições de caridade vão ter que pagar IMI? Porque os deficientes vão pagar IUC? Afinal onde está o PAN? Para que nos serve a Gerigonça? Já não chegou a hora da Gerigonça ir embora?

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O caso da suspensão do Soldado Hugo Ernano da GNR devido a morte de um adolescente cigano numa perseguição policial ainda está a fazer correr muita tinta porque apareceu hoje na edição electrónica do Correio da Manhã um artigo onde a ministra que não percebe nada de incêndios insiste na suspensão de Hugo Ernano, apesar da IGAI (Inspecção Geral da Administração Interna) recomendar a expulsão do mesmo; bem com esta recomendação fico a perguntar aonde estão os pareceres da CPCJ para retirar as crianças e adolescentes de ambientes onde potencialmente se possam realizar actividades criminais.

Acontece que as chefias da GNR pediram a mesma ministra que nada pesca de fogos florestais para levantar a suspensão, mas a mesma ministira insiste na punição e nesta volta um leitor do Correio da Manhã ofereceu mil euros para ajudar o soldado da GNR que está numa situação de miséria total e é apenas uma única ajuda até agora.

Gostava de saber porque estão a proteger um caso claro de crime e punir quem o combateu, mas daquelas mentes brilhantes do MAI que nem sabem o que combater um incêndio florestal de forma decente, tudo se espera até suspender um soldado da GNR quando as chefias apontavam para o sentido contrário porque até o tribunal de apelo retirou o crime de homicídioe não deixa de ser irónica esta suspensão porque o polícia que agrediu o homem e o idoso no final da temporada de futebol no final do campeonato da primeira divisão 2014/15 e que foram o estopim para os actos de violência que aconteceram depois no Marquês e nas áreas próximas nunca foi punido de forma exemplar sabendo-se que o mesmo polícia já tem várias queixas de violência policial antes da mesma agressão em Guimarães há pouco mais de um ano atrás.

Com estas atitudes por parte da tutela da Polícia e da GNR começo a entender cada vez mais porque os membros destas forças da lei e da ordem cada vez ligam menos a crimes e a arruaças graves como aquele caso do restaurante de Kebabs que ia sendo assaltado e foi defendido pelo dono, porque caso a polícia cumprisse com o seu dever ainda vinham acusar a PSP de racismo e aparecia a filial do Bloco de Esquerda chamada SOS Racismo a atacar a polícia.

Não devemos estranhar que as autoridades não se mexam muito no combate ao crime sobretudo quando este envolve outras raças e/ou etnias porque sabem se usarem da força, nem que seja um bastão, serão logo punidos pelo ministério que os tutela e assim sendo mais vale passar umas multas e dar umas dicas aos turistas e pelo meio identificar uns quantos malfeitores de menor importância e deixá-los andar para mais tarde voltarem a sua actividade.

Com esta forma de ver as coisas por parte do MAI em relação a actuação das forças das ordem mais vale acabar com as mesmas forças da ordem ou entãp transformá-las numa entidade de caça a multa para que a Gerigonça apure a máxima receita para se sustentar porque de resto as forças da rodem para mais nada servem no ponto de vista da ministra que não percebe de incêndios porque se agirem ainda podem ser despedidos por violência policial mesmo que esta seja justificada.

Cada vez menos entendo menos esta república onde o crime cada vez compensa mais e a legalidade cada vez compensa menos e este caso do Soldado Hugo Ernano é apenas mais uma prova que em Portugal o crime compensa e vai sempre comepnsar nesta república.

Ficam como sempre as minhas perguntas de sempre: Afinal o que a polícia ou a GNR podem fazer para combater o crime? Será que o crime compensa em Portugal? Quando é que as autoridades podem agir e fazer cumprir a lei? A ministra da administração interna sabe o que faz? Porque querem tanto punir o Soldado Hugo Ernano?

Como  querem que se insira os ciganos na sociedade se eles não cumprem a lei?

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Ontem saiu o acórdão do recurso para o Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso do soldado da GNR Hugo Ernano que viu a indemnização que este tem que pagar a família do adolescente cigano que foi morto numa perseguição policial quando este mesmo adolescente ia numa carrinha com dois homens, um deles o seu pai que estava foragido da prisão de Alcoentre.

Nesta perseguição o adolescente foi morto acidentalmente pelo soldado da GNR e os dois adultos detidos na sequência do assalto que faziam em Santo Antão do Tojal e o soldado da GNR Hugo Ernano foi ilibado do crime de homicídio mas foi obrigado a pagar uma indemnização a família do adolescente de 45 mil euros, sendo 35 mil para a mãe e 10 mil para o pai do dito adolescente e agora o STJ aumentou em 5 mil euros a dita compensação financeira.

Mais gritante é que o mesmo soldado apenas está a ganhar 1/3 do salário e está sob suspensão da GNR de 240 dias, a mesma que ainda dura com as devidas consequências salariais que daí advêm mas os juízes do STJ não têm a mínima noção de justiça e confirmam uma pena que prova que o crime acaba por compensar para os ciganos porque neste caso em Particular não são punidos e ainda são beneficiados financeiramente e no geral e falo por experiência própria é ver dezenas de ciganos a venderem haxixe na baixa de Lisboa e óculos de marca falsificados e ninguém lhes diz nada ou para manterem o RSI se inscrevem em cursos do IEFP ou colocam os filhos na escola primária, mas aparecerem nas aulas não é com eles e esta maneira de ser se aplica a parte generosa dos ciganos que aparecem sempre nas notícias sempre que há tiroteios nos bairros perigosos (aka. favelas) de Lisboa ou do Porto.

Para ainda aumentar a gravidade da situação do Soldado Hugo Ernano o mesmo está a ganhar como dinheiro mensal pouco mais de 16 euros devido as deduções e penhoras salariais que tem sofrido e ninguém sem ser a família do mesmo se lembra do Soldado Hugo Ernano, nem sequer o sindicato da GNR tão activo nos tempos de Passos Coelho por outros motivos que não um dos seus colegas estar a ser prejudicar num claro processo racista, ilegal e injusto porque uma minoria está a conseguir o que quer que é tirar compensação de um crime.

Entretanto o caso seguiu para o Tribunal Constitucional onde se aguarda resposta do recurso em relação ao indemnização a qual o Soldado Hugo Ernano foi condenado a pagar por apenas cumprir o seu dever que foi evitar um crime e quem deveria de ser condenado seriam os homens que estavam a desencaminhar este mesmo adolescente para uma vida de crime tão típica dos ciganos que marca de forma indelével porque embora sejam poucos, ainda há alguns ciganos que conseguem ter uma vida produtiva ao contrário da grande maioria da etnia cigana e esta marca se torna um estigma maldito para os ciganos produtivos que vão coexistindo com a grande parte que não quer fazer nenhum e só pensa em subsídios e compensações financeiras de toda espécie desde que estas não envolvam trabalhos ou actividades lícitas. 

Muito se comentou quando o sexólogo do programa das manhãs da TVI, Quintino Aires, criticou de forma directa e incisiva a subsídio-dependência dos mesmos ciganos, mas acontece que esta subsídio-dependência é um facto e que têm uma tendência doentia para o crime e se fosse ouvido um qualquer agente da PJ ao falar no geral, mas que tivesse a sua identidade devidamente protegida para evitar ameaças e represálias iria confirmar o mesmo que Quintino Aires disse em directo no canal de TV sediado em Queluz.

Apenas sei que a associação sindical da GNR está calada com um caso claro de injustiça e onde um dos membros da força militarizada está a sofrer uma arbitrariedade porque caso fosse a morte de um branco seria o final dos tempos e todos desciam a televisão, uns a dizer que tinha um sido um abuso, por outro lado outros a dizer que foi um acidente e seria um assunto para ser mencionado em todos os telejornais, mas como foi um cigano dos envolvidos e um membro das forças da ordem é que está a ser injustiçado, todos estão calados desde dos sindicatos da classe ao poder político e assistimos mais uma vez como apenas uma mão cheia de gente faz o que quer e a restante maioria silenciosa passa a submissa perante estas injustiças e ainda falamos que estamos numa democracia.

Como sempre a minhas perguntas: Porque se dá uma indemnização a um criminoso que quis levar o filho para o crime? Porque não se punem os verdadeiros criminosos neste caso? Porque atacaram Quintino Aires quando este apenas disse a verdade sobre os ciganos? Que raio de justiça é a justiça em Portugal?

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A ministra da administração interna da gerigonça, Constança Urbano de Sousa voltou a afirmar na SIC Notícias que o MAI tem meios para controlar os fogos e colocou as culpas na meteorologia para o descontrolo dos fogos porque segundo a mesma não se previa o calor extremo que se sente nem as rajadas de vento que ajudam a aumentar a força das chamas e não falou na falta clara de meios para o combate aos fogos e a falta de vontade dos vários desgovernos da república para apostarem na prevenção de incêndios florestais.

Como não bastasse esta falta de vontade dos vários desgovernos na prevenção, a actual ministra da administração interna mostrou um desinteresse na situação porque quando a coisa estava mesmo feia como o fogo dantesco da Madeira, estava a senhora ministra na festa da revista Flash no Algarve e não saiu da festa para saber o que se passava ou aquilo que o seu ministério deveria de fazer e esta incompetência se estende ao resto da Gerigonça porque o ministro da defesa não dá ordem para os aviões da Força Aérea que estão equipados para combate aos incêndios levantarem voo e cumprir a sua função.

 E os incêndios florestais fazem todos os anos mais estragos e mais vítimas e a prevenção parece esquecida e poderiam ver neste ponto, a quantidade de eucaliptos plantados em Portugal sobretudo em zonas que são cronicamente afectadas por estes mesmos incêndios e ninguém pensa em arrancar esta maldição das nossas florestas, porque o termo é mesmo este, maldição enquanto espécies nativas do sul da Europa como os carvalhos, sobreiros e pinheiros estão esquecidos na silvicultura e onde se plantam os eucaliptos tudo seca a volta devido a exigência hídrica da mesma planta e a introduziram devido a produção de pasta de papel, mas o pinheiro é outra boa fonte de polpa embora demore mais tempo para que um pinheiro fique produtivo e ainda temos que contar com os pinhões que valem literalmente o seu preço em ouro.

A existência de plantações de eucaliptos ou de grandes plantações não tem razão de ser porque Portugal imposta pasta apesar dos milhares de eucaliptos que estão plantados em Portugal e neste ponto os ministérios do ambiente e da agricultura poderiam corrigir erros dos governos anteriores e uma forma de corrigir estes erros anteriores seria a criação de subsídio para o arranque de eucaliptos e a sua substituição por outras árvores, mas nada é feito sabe-se lá devido a interesses escondidos e que financiam a máquina política da república.

Estas forças ocultas que têm vindo a sustentar o poder político da república nos tempos mais recentes e que estão a frente de todos e ao mesmo tempo ninguém sabe quem são, mas há certas épocas no ano onde estes interesses ocultos saltam mais a vista e uma delas é o Verão onde há interesses instalados como as empresas de combate aos fogos quando temos a Força Aérea que tem equipamentos para combate aos fogos e a ministra da administração interna que no seu analfabetismo político e social diz que a Força Aérea não tem meios para combate aos incêndios, mas afinal tem de tal forma que em 1988 quando foi o incêndio do Chiado chegaram a estar de prontidão.

Gostava de saber o que esta senhora está a fazer num cargo de tanta importância e se tem competência para tal porque ainda estávamos em estado de choque com os fogos que massacravam esta nação como o da Ilha da Madeira veio um oficial da Força Aérea colocar os meios que este ramo das Forças Armadas têm desde há muito tempo e desde que meteram os privados no combate aos fogos têm estado parados.

Mas a senhora ministra veio defender uma suposta estratégia de combate aos fogos coordenada entre o seu ministério, a protecção civil e outras entidades, leia-se os privados que vão lucrando com os incêndios e ainda leva paninhos quentes do ministro da defesa que ainda apoia as bacorada que diz e é nestas alturas que se vê a competência ou incompetência de um qualquer governo e a incompetência da Gerigonça é gritante.

Ficam as minhas perguntas como sempre sem resposta: Porque esta senhor ministra não larga as festas da Flash e é uma ministra de tempo inteiro? Afinal que Gerigonça é esta? Porque não usam a Força Aérea para combater os fogos? Quem ganha com os incêndios? Quando é que este suplício pára?

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Todos os anos por esta altura do ano além das touradas na televisão e da Volta a Portugal em Bicicleta, há outra "tradição" em Portugal que nada tem a ver com as outras e que cada vez faz mais danos e vítimas com a incúria dos vários ministros que têm o dever de evitar esta mesma "tradição" e vos estou a falar dos incêndios florestais que massacram todos os anos Portugal sempre por esta altura do ano.

Muito se fala e cada vez menos se faz na prevenção e depois aparece o ministro do ambiente a deitar água na fervura a dizer que poderia ser pior, mas pior do que este ano onde todos os distritos de Portugal Continental têm pelo menos um incêndio no seu território, o que pode ser pior do que isto e ainda temos que juntar a hecatombe da Madeira que parece o incêndio de Roma em 64 d.C. e que tal como o da Madeira teve origem criminosa.

Felizmente há particulares e empresas ajudar os bombeiros e ainda temos que falar do governo de Timor-Leste e dos governos de Marrocos e de Itália que ao contrário de Portugal têm esquadrilhas próprias anti-incêndios e cederam meios aéreos e o governo da antiga província ultramarina portuguesa a meio caminho entre a Ásia e o Pacífico decretou a doação de dois milhões de dólares para os bombeiros para as populações afectadas.

O Bola de Ouro vai mandar um donativo generoso para a sua terra e dois bancos abriram contas solidárias para os bombeiros, claques e clubes de futebol fazem angriações e isto tudo um bonito de se ver, mas aonde está a prevenção e não me venham com a desculpa das florestas que são propriedade privada porque nestes últimos casos não são raros os casos de proprietários multados por limpar a suas zonas florestais.

Não sei porque em tempos de crise acentuada ainda se usam meios de empresas privadas quando temos uma esquadrilha especializada da Força Aérea em incêndios como Espanha e Marrocos têm, aliás devemos de ser a única nação do mundo dito civilizado que não tem uma esquadrilha destas seja ela militar ou dos bombeiros ou dos parques florestais (como nos EUA), mas aqui em Portugal são mais ricos e querem continuar a sustentar este grande negócio que deve estar a suportar o poder político da república e por isso não se interessam nem em prevenir os incêndios florestais nem a punirem os incendiários porque há muito dinheiro escondido neste atentado terrorista chamado época de incêndios e falam em época como estivéssemos a falar da época dos melões ou dos dióspiros.

Chega desta conversa de época de incêndios e está mais do que do tempo de se investir na prevenção e como a chamada biomassa que são os detritos florestais podem ser usados como fonte de energia atravês de queima em centrais térmicas, a limpeza das florestas seja ela feita pelo Estado ou por particulares com a venda dos respectivos detritos vegetais nos pouparia rios de dinheiro em carvão e petróleo e não tínhamos os actos terroristas chamados incêndios florestais porque mesmo com o aquecimento global, Portugal não tem os picos de calor como tem a Austrália ou a Califórnia onde por muito boa que seja a prevenção, estes mesmos picos de calor inflamam a resina das árvores e estes mesmos incêndios são quase sempre notícia principal nos telejornais.

Se tanto o ministério da justiça, como o do ambiente ou administração interna não fazem puto em relação ao problema dos incêndios, sobretudo na prevenção, então façam um favor a nação e demitam-se ou despromovam os respectivos ministérios para secretarias de estado dependentes directamente do primeiro ministro porque não estão a cumprir com os respectivos deveres e como tal devem apresentar a demissão e os suportes desta gerigonça que nos governa: PAN, CDU (PCP +PEV) e BE devem questionar a atitude do governo perante os incêndios e como é o casos exigir responsabilidades, mas se estão calados como está o governo então são taõ bons quanto os incendiários estão de acordo que sejam privados a apagar os fogos em vez de ser a Força Aérea que por acaso tem aviões especializados na extinção de fogos que usam uma massa extintora em vez de água, mas as finanças dos partidos falam mais alto.

E ficam as perguntas de sempre: Que ganha com os incêndios florestais? Porque raio não se usa a Força Aérea para os meios aéreos e alugam-se aviões a privados? Porque não se pensa na prevenção usando-se por exemplo benificiários de RSI que se recusam a ir para cursos do Centro de Emprego? Quando é que este terrorismo do fogo posto acaba? Porque não instauram pena máxima de 25 anos para os incendiários sem hipótese de condicional? Do que a Gerigonça

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

Acompanhei esta madrugada a cerimónia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que são os Jogos da XXXI Olimpíada (de Verão) e como é do conhecimento geral do mundo, o Brasil vive uma crise generalizada, agravada pela crise política que nasceu da destituição da presidente Dilma Roussef, mesmo assim levaram para a frente a empreitada dos jogos.

Houve e tem havida várias falhas de segurança que nada têm a haver com o evento, mas sim com a pobreza e a miséria endémica do Rio de Janeiro que são sempre de lamentar e houve erros graves em obras do que se designa plano de pormenor para os Jogos Olímpicos 2016, e apesar de tudo isto, o Comité Organizador não perdeu a cara e com os parcos recursos que tem se comparamos a Londres 2012 ou Pequim 2008, conseguiram fazer uma cerimónia de abertura que conjuga o pouco com o chamado espírito de desenrascanço (que se perdeu em Portugal e é uma hernaça portuguesa bem presente no Brasil) com algo de grandioso.

Da parte desportiva não ouvi nada contra (até agora) nos eventos e na organização dos primeiros jogos da América do Sul e dos terceiros feitos no Hemisfério Sul (depois de Melbourne e Sidney) e no que diz na parte portuguesa até que se começou com pé direito no torneio olímpico de futebol quando se despachou a Argentina com dois golos sem resposta.

Mas voltando a cerimónia: conseguiram conjugar a história da nação que diz ser abençoada por Deus onde tudo que se planta nasce com mensagens ambietalistas e um espectáculo de luz e som que mostrou a capacidade inata do brasileiro comum do pouco fazer muito e que está esquecida do lado de cá do Atlântico onde muitos se encostam a desculpa que não se pode fazer porque custa dinheiro. Todavia, Portugal já tem grande parte das estruturas para uns Jogos Olímpicos em Lisboa, mas a preguiça e paranóia por obras que vão abrir clivagens na sociedade como a nova mesquita ou o utópica e faraónica obra do chamado Hospital de Todos os Santos que cada vez que um governo socialista sobre ao poder volta sempre a baila mas que nunca sai do papel.

E se o Brasil em crise económica e política consegue fazer uns Jogos Olímpicos, então porque não fazem Jogos Olímpicos em Lisboa ou no Porto porque já têm as estruturas feitas? E esta foi a pergunta que bateu-me na cabeça enquanto eu via a bela cerimónia que o Brasil ofereceu ao mundo e ao mesmo tempo fiquei envorganhado porque o meu país fez a bodega do europeu de futebol que perdeu na final e no qual foram construidos 3 estádios que quase não têm uso (Leiria, Aveiro e Algarve), claramente excedentários e não são capazes de fazer uns jogos olímpicos e Portugal tem capacidade para tal;

Para tal temos que nos livrar dos políticos que temos, sobretudo a nível municipal porque no caso de Lisboa quem tira a Medina as árvores nas Avenidas Novas, a Mesquita e os mil e um hotéis em Lisboa (um deles do CR7) tiram-lhe tudo e esta maneira tacanha de pensar só vai levar Lisboa a um retrocesso de quarenta e muitos anos onde só se pensava nos turistas e os lisboetas que se lixem.

Apenas me resta dizer: Parabéns pela abertura dos jogos, Rio de Janeiro, espero que sejam dos melhores jogos de sempre e que os jogos de 2024 sejam em Lisboa e que haja um novo edil em Lisboa em 2017 que pense na cidade e nos Lisboetas e não em bodega que para nada vai servir

Como sempre, peço para comentar, ler e divulgar

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