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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

O hermano español do Führer António Costa em termos políticos caiu em desgraça em termos políticos porque por um lado não soube aceitar a derrota nas eleições gerais em Espanha no último Verão que deram uma vitória folgada ao PP de Mariano Rajoy, mas sem a tão maioria absoluta para formar governo e mesmo coligado com os liberais-centristas do Ciudadanos a consegue alcançar porque faltam 9 deputados para formar a tal maioria.

Acontece que as elites do PSOE nunca foram a bola com Pedro Sánchez (o hermano de Costa) e depois das últimas gerais espanholas deram uma espécie de recomendação/ordem para que quando fosse a votação do governo do Ciudadanos e do PP o mesmo PSOE se abestivissem bem como nas leis fundamentais depois de negociação parlamentar prévia como o caso dos Orçamentos do Estado.

A maior bronca foi dada por Felipe Gonzáles, histórico do PSOE e um dos socialistas ainda activos do tempo da chamada transição democrática e que viveu de perto a tentativa de golpe de estado de 1981 que queria o regresso da ditadura em Espanha quando este disse na imprensa que o próprio Sanchéz iria viabilizar o governo do PP e do Ciudadanos eleito neste Verão e depois deu o dito pelo não dito ao que se pode acrescentar derrotas nas eleições provinciais espanholas que se bandearam para o lado do PP ou dos seus aliados regionais em termos de coligações de governo.

Pedro Sanchéz ainda tentou a realização de eleições primárias dentro do PSOE tal como António Costa fez no PS e deu a facada nas costas de António José Seguro e na última quarta-feira o Comité Executivo do PSOE se demitiu em bloco e Sanchéz caiu do poleiro entrando agora o seu partido em autogestão e uma das vozes que estão contra Sanchéz nesta sua teimosia contra a aprovação do governo de Rajoy é a presidente da Junta da Andaluzia, Susana Diaz que pregou mais um prego no caixão ao duvidar da legitimidade de Lopéz como líder dos socialistas espanhóis.

Com esta zarzuela com toques de absurdo gostava de saber o que se passa na cabeça do ainda líder dos socialistas esapnhóis ao não viabilizar um governo que para ser viabilizado apenas precisa de mais 9 deputados a votarem a favor do que aqueles que já tem garantidos e ao mesmo tempo no espaço entre as duas eleições gerais espanholas e se este senhor Sanchéz tivesse estudado bem os resultados das duas eleições gerais espanholas que se realizaram este ano poderia ver que a semente da Gerigonça espanhola foi sendo desbaratada em termos eleitorais porque até o senado já estava perdido e só faltavam as cortes e pelo andar da carruagem o PP até que poderia dispensar o Ciudadanos porque com a perda constante de votos por parte do Podemos e do PSOE, o PP chegaria a tão ambicionada maioria absoluta.

Em Madrid cuja a Alcaide foi eleita por uma franquia da Gerigonça Espanhola já teme pelo seu lugar porque os barões do PSOE ao contrário dos daqui não gramam os trotskistas nem com molho de tomate, sobretudo o Podemos e estão em pulgas para se livrarem do emplastro chamado Pablo Iglésias e com a queda provável do Ayuntamento de Madrid se avizinha uma hecatombe para os socialistas espanhóis e Sanchéz nunca vai ganhar estatuto de barão dentro do PSOE como tem Felipe Gonzalez ou Zapatero.

Esta queda de Pedro Sancéz é o fim do sonho da Gerigonça Ibérica e vamos ver se esta mesma queda não irá ter efeitos de contágio sitémico do lado de cá da fronteira onde somos governados por uma gerigonça e a mesma já está a abrir rachas e já estamos no mês de Outubro que normalmente é o mês em que se discute e vota-se o Orçamento do Estado no ano civil seguinte e até agora nada foi feito, embora sei que o início de Outubro tenha calhado num fim de semana, mas mesmo no final de Setembro já se poderiam ter umas ideias alinhavadas e até agora népias a não ser austeirdade para os hospitais, ordenados repostos nos funcionários públicos e aumento dos bónus aos políticos.

Vamos ver se queda de Pedro Sanchéz não vai se sentir em Portugal porque a Gerigonça já viu dias bem melhores do que se vêem hoje em dia.

E ficam as minhas perguntas: O desmanchar da gerigonça espanhola vai-se reflectir em Portugal? Se se reflectir quais serão as consequências? Porque Pedro Sanchéz não reconheceu a derrota e saiu de cabeça erguida? Porque o mesmo mentiu a um histórico do seu partido? O que vai o Rei Felipe VI fazer agora? O que vai ser de Espanha?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar