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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

O preseidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloren, que é socialista disse ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que Portugal era um país onde se gastava muito dinheiro em mulheres e vinho e indo por um vernáculo comum em Portugal podemos traduzir a frase do chefe do eurogrupo como Portugal sendo um país de p... e vinho verde e ele, infelizmente tem razão.

E tem razão porque basta dar um passeio pela baixa de Lisboa e em quase todas as esplanadas da baixa de Lisboa temos nas mesas garrafas de vinho verde servido aos turistas com vários malabraismos e quando não são os turistas é ver as tascas cheias, não para o McDonald's do Tuga que é a patanisca e a sopa (normalmente caldo verde), mas sim para encher de bebidas alcóolicas e boa parte dos clientes das tascas benificiam de algum apoio social e no caso das mulheres, basta ver que as empregadas dos cafés e restaurantes da baixa não foram escolhidas por terem alguma hablitação linguística, mas sim apenas pela sua aparência.

E este artigo acaba por ser uma espécie de dois em um porque vou fazer uma referência ao que aconteceu naquele hotel em Espanha onde um grupo de adolescentes com cérbero de anémona fizeram estragos e que vem dar uma certa razão ao Jerónimo da Holanda e depois vou lá voltar.

Ainda no ponto de vista do político socialista que não deixa de estar longe da realidade porque a imagem que Portugal tem lá fora é mesmo esta: vinho e mulheres e ninguém fala noutras virtudes desta nação como a cultura (sem ser o fado) ou as imensas paisagens tanto no interior como no litoral que não são divulgadas lá fora, sabe-se lá porquê não são divulgadas nos grandes guias de viagens e Lisboa está literalmente entulhada de turistas e mal se respira em Lisboa.

Voltando ao assunto de Espanha, o que aqueles estudantes fizeram em Espanha na viagem de finalistas que foi de lamentar e para ajudar a festa apareceu uma mãe de um dos alunos que disse que aquele comportamento foi normal e os hotéis e outros estabelicimentos afins em zonas de praia recusam viagens de finalistas por temerem cenas semelhantes àquelas que aconteceram em Espanha e estes mesmos alunos e esta mãezinha que também é professora vem dar ainda mais razão ao Jerónimo da Holanda que Portugal é um país e devassidão e vício. E esta mãezinha e professora é professora do ... sistema público (que surpresa) e pela idade é da chamada "geração rasca", mas vou entrar em detalhe neste desastre de Espanha com mais detalhe noutro artigo.

Curioso ver os políticos da república virem a terreiro defenderem a honra da república como esta fosse uma virgem ofendida, quando na realidade o Jerónimo da Holanda disse a verdade, embora na terriola dele não sejam nenhuns santinhos e também é terra de vício embora, os vícios estejam devidamente enquandrados por medidas legais como prostituição legalizada e com todos os direitos sociais como um qualquer trabalhador; cannabis liberalizada mas que não pode sair do território holandês e pasmem-se....o alcóol é taxado na concentração por litro e não por hectolitro como acontece em Portugal e por isso se houve falar em menos casos de mortes associadas aos vícios porque os holandeses no geral e pelo que tenho conhecimento sabem quando chega  a altura de parar de consumir o que seja ligado aos vícios e devido a fiscalidade liberalizada que existe em Portugal sobre o alcóol é ver a miséria pelas ruas de Lisboa.

E ficam as minhas crónicas perguntas: Porque os políticos da república portuguesa ficaram ofendidos com a verdade? Não gostam da verdade? Mas se a Holanda tem a sua dose de devassidão qual a moral do Jerónimo da Holanda para criticar os outros?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

O novo imposto Coca Cola se revelou um grande maná não só para o Estado bem como para a chamada distribuição porque usa-se da lei que aplica imposto sobre o açúcar na concentração de açúcar por litro para aumentar os preços de uma forma que se pode considerar pornográfica enquanto as bebidas alcoólicas, estas sim causadoras de milhares de mortes em Portugal, nada sofrem.

Agora indo ao detalhe: na distribuição, as bebidas açucaradas levaram o aumento devido ao dito imposto, mas quase de uma forma irónicas as bebidas sem açúcar ficaram no mesmo preço das bebidas açucaradas e apenas duas cadeias de distribuição fazem o preço diferenciado como mandam as as regras: El Corte Inglés e Lidl; todos os os outros colocam a cola sem açúcar ao nível da normal com açúcar em termos de preços e as entidades de fiscalização, como sempre, dormem.

Resultado, quando quero refrigerantes vou aonde não sou assaltado nos preços e o que me deixa chocado é ver nas ruas de Lisboa os danos causados pelo consumo e abuso de bebidas alcoólicas que cada vez são mais e não são apenas os portugueses a serem afectados e também já são os estrangeiros afectados por esta praga que ninguém tem vontade de parar, enquanto isto, atacam a coca cola como a grande vilã; quando o vilão é outro.

Dentro desta luta de taxinhas, uns cumprem e outros abusam e ninguém toma a mínima atitude para controlar estes abusos, e estes abusos me lembra quando foi a entrada do euro e todos resolveram dobrar o preço dos produtos em venda, sobretudo na hotelaria e aonde estava a ASAE.... estava desaparecida em combate, sem ninguém fazer nada e os otários a pagarem.

Esta república dos bananas que tem um presidente que é uma versão gourmet do Tino de Rans e que pouco ou nada diz ao governo da geringonça, vai continuar assim enquanto houverem bananas que aparem este jogo e eu não sou um destes bananas que aparam este jogo das taxinhas abusivas e contra elas nada é feito e a carneirada republicana aceita estas taxinhas de forma submissa e poucos ou nenhuns se manifestam contra estes abusos mostrando a imagem de um país de mansos, que dividem entre gerigonços e não-gerigonçosos e os gerigonços têm traços de ditadura de esquerdalha manhosa e abusiva.

Não sei como deixaram esta situação chegar a este ponto, mas vamos ver se vai haver mais alguém a contestar de forma activa esta forma estranha de cobrança de um imposto abusivo e que nunca deveria de existir quando se deveria de mudar a taxação das bebidas alcóolicas que estas sim fazem mais danos na sociedade do que um litro de coca-cola. Mas esta república dos bananas que vive de interesses não vai tocar nesse grande lobby que é o lobby do alcóol que é uma das principais exportações nacionais e um dos cartões de visita de Portugal de tal forma que o presidente do eurogrupo disse que Portugal é um país de p... e vinho verde.... e os poderosos chefões da república ficarm logo todos ofendidos apenas por ouvir a verdade.

E como sempre ficam as minhas perguntas: Aonde estão as autoridades de fiscalização? Quem explica de forma clara o imposto coca-cola? Porque não colocam o imposto sobre o alcóol ao mesmo nível do imposto coca-cola, ou seja, alcóol por litro em vez de ser por hectolitro? Quem ganha e quem perde nesta história?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar