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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Voltei ao pesadelo dos quartos alugados, após 8 meses de ter o luxo de morar numa casa.

A casa era alugada e a Santa Casa me pagava a renda, mas quando aceitaram o apoio da renda não viram as letrinhas pequenas e não foram escrutinar que a proprietária tinha o imóvel a venda e não aceitaram apoiar-me na renda numa casa no Bairro Alto que estava apenas para alugar devido ao custo da mesma e esta última para mim seria ideal ou quase ideal para eu ter o mínimo de descanso devido ao curso do IEFP que ando a frequentar.

Esta visão economicista me enfiou mais a minha família numa casa sem contrato de arrendamento ou recibos de renda ou quaisquer comprovativos de pagamento de rendas e este limbo durou 8 meses até que a dona resolveu vender o imóvel e correu-nos literalmente a pontapé.

Confesso que fui meio anjinho quando aceitei depois de ouvir as histórias dela com conflitos entre família directa e por isso deveria de me ter posto atento e logo ter recusado a casa, mas a minha bondosa assistente social já me pagava o quarto onde eu morava na altura e tinha aquela opção ou era morar na rua; e quando ela me avisou telefonicamente da venda e não por escrito como de lei.

E assim que tive este aviso comecei a procura de casa e a minha "adorada" assistente social resolveu meter férias quando eu precisava mais dela e neste espaço de tempo achei uma casa no Restelo cujo apoio foi recusado e continuei a tentar em vários anúncios do OLX para ter casa e resposta que é bonito nada, até que me responderam duma casa no Bairro Alto que acabou alugada a outras pessoas.

Eu e a minha família ficamos mais do que a roupa do corpo e deixamos muitos haveres essenciais para trás e não sabemos como os vamos os recuperar de novo e sei que não faço a barba há praticamente duas semanas e me sinto mal por andar com a barba numa miséria e não faço barba porque no meio da confusão, deixei para trás o meu material da barba e do meu primo e até deixei para trás os termos que eu usava para levar o café que me dava energia no curso do IEFP.

Estou numa situação limite e estou a me virar para todas as forças vivas da nação para ter ajuda e agora me resta bater as portas que me lembre e recorrer aos meios de comunicação social para ver se existe alguma caridosa que nos possa ajudar.

Bem vou continuar no curso e tentar ter força.

 

 

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar