Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Este artigo é um dois em um, por que numa primeira fase fala sobre o disco que contem a banda sonora da obra-prima sobre os Queen "Bohemian Rhapsody" e a segunda fase é sobre o filme.

Começando pela pela banda sonora:

Já tinha ouvido pelo Spootify, listas de músicas que poderiam vir no álbum e fiquei em pulgas até que saisse o alinhamento oficial das músicas e assim que este saiu, fiquei a contar os dias até comprar um exemplar do mesmo e calculando que fosse um verdadeiro best-seller arrisquei tudo e fui para uma pré-venda a e consegui um exemplar e até dei um tour pelas lojas da Fnac na zona de Lisboa na semana que o disco saiu e não vi nenhum no expositor.

Depois passei-o para o meu MP3 e foi apenas por a música tocar e sentir uma descarga de endorfina  percorrer o corpo todo e ao mesmo tempo o corpo físico a se desligar da alma e esta como tivesse a flutuar numa viagem no tempo através das notas musicais dos deuses da música e dei por bem gasto o dinheiro no disco e o oiço vezes sem conta e depois veio outra expectativa que foi a película alimentada por vários trailers e que tive a sábia ideia de trocar os pontos da Nicequest por bilhetes para a película um mês antes da sessão pretendida

 

Passando a película:

 

Como mencionei no capítulo anterior deste artigo, eu já tinha feito a compra prévia dos bilhetes para assistir a película biográfica sobre os deuses da música e contava os dias até ser o dia da sessão para qual eu tinha bilhete e lá fui eu mais a minha família assistir a algo que poderia ser algo que me deixava nas nuvens ou com vontade de cantar o gergório.

Bem e a montanha russa das emoções se fez sentir logo no começo e foi um sobe e desce de sensações boas e más e ao mesmo tempo que se atravessava a biografia do melhor cantor de todos os tempos tendo-se o cuidado de se deixar implícitos alguns detalhes da vida de Mercury que são mais sórdidos do que cidadão comum está habituado a ver num filme do mainstream.

E ao assistir a esta obra-prima do cinema actual foi como tivesse entrado no DeLorean da trilogia Regresso Ao Futuro e tivesse assistido a grande parte dos pontos-chave da carreira do maior grupo musical que alguma vez a humanidade vai alguma vez conhecer e dei por mim estando na primeira fila do cinema do Colombo a ouvir miúdos que nem eram nascidos quando Freddie Mercury transmigrou a cantarem as músicas.

Eu por dentro estava a cantar e senti esta montanha russa de emoções a toda guisa, nem quando foi o Euro 2016 senti este sobe e desce de emoções e algo que nunca vi em cerca de quatro décadas de vida, foi ver um aplauso em massa das dezenas de pessoas que foram a sessão das 17:30 de hoje.

Não vos vou contar muitos detalhes do filme, mas comprimir em pouco mais de duas horas, cerca de 20 anos de carreira de um grupo da magnitiude divina como os Queen não foi coisa fácil e muito ficou ainda por mencionar e quem sabe se poderá vir num blu-ray ou noutro filme....

Em relação ao elenco o actor norte-americano de origem egípcia Rami Malek, encaixou a personagem de Freddie Mercury de tal forma que parecia que o mesmo Freddie Mercury tinha por momentos retornado do Vahala dos grandes músicos e tinha vindo dar um ar da sua graça, os restantes membros do grupo igualmente vestiram a camisola como se tratasse de uma segunda vida, bem como todos os outros personagens que se fizeram parte da vida dos Queen em algum momento e que foi possível encaixar nestas duas horas e alguns minutos de filme.

As músicas foram bem escolhidas e uma das árias de ópera que não aparecem no disco mas aparecem no filme, era cantada pelo mito Montserrat Caballé e logo reconheci a voz e apenas respiriei fundo para não desatar a chorar.

Resumindo esta obra-prima do seu nome Bohemian Rahpsody, foi uma verdadeira rapsodia de emoções que fez uma autêntica festa boémia no meu espírito e dei por mim desligado deste mundo e a sentir um nó na garganta semelhante ao que sinto quando vejo E.T. - O Extra Terrestre ou outro qualquer filme que mexa com as emoções, uma senhora que estava na cadeira ao lado da minha chorava e bem em algumas cenas, sobretudo nas cenas em que Freddie descobriu que estava doente e quando andou com a alma perdida.

Esta obra-prima digna de ser grande vencedora da noite dos Oscares nos ensina valiosas lições, talvez pela base étnica zoroastrica de Mercury e da sua famíla: lições como colocar a lealdade acima de tudo, ou saber escolher com quem andamos entre outras.

Para concluir: Se a Academia de Hollywood não premiar esta obra-prima e premiar outra película qualquer, então questiono qual o valor da academia em si.

 

Recomendo apenas que vão esta bela Rapsódia Bohémia e depois deem a vossa opinião

 

 

IMG_20181103_170327.jpg

 IMG_20181019_165430.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IMG_20181005_135423.jpg