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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Há algumas semanas começou o julgamento de mais um caso de pedofilia no recanto a beira mar plantado de seu nome Portugal.

Este caso se revela de especial gravidade porque é o caso de um "avô" que abusou de forma sistemática das netas ao longo de vários anos durante pelo menos 7 anos e o crime foi cometido 850 vezes.

Acontece que o colectivos de juízes absolveu esta coisa de muitos dos crimes e apenas o condenou a seis anos e meio de prisão apesar de no processo constarem pelo menos 850 crimes de violação e só ter sido absolvido de 24.

Num país civilizado como Espanha, Brasil, Itália ou EUA esta coisa iria apanhar no melhor dos cenários para a coisa 20 anos de cárcere sem qualquer direito a condicional ou precária e depois os presos tratavam do assunto se soubessem que tipo de crime esta coisa tinha cometido e ao ler a notícia onde veio a sentença fiquei a pensar que justiça tem Portugal.

A justiça no seu todo cada vez mais se revela de menos confiança, e está num nível de confiança semelhante ao que se pode ter em relação aos políticos corruptos e a ministra da justiça também não contribui para uma melhor imagem do sistema judicial português que nunca foi grande coisa, mas nos anos mais recentes tem descido e bem no quesito confiança.

Agora com sentenças como estas, como podemos confiar numa justiça que não pune os criminosos nojentos como este ou os grandes corruptos do sistema político e na volta, a arraia miúda se entretem com os três F como era no antigo regime e assim vai andando esta república podre e nojneta.

Como sempre deixo as minhas perguntas sem resposta: Que justiça é esta? Para onde a justiça em Portugal vai?

 

Na jornada 31 da I Liga Portuguesa de Futebol Masculino em Portugal foi uma jornada que eu costumo chamar na conversa informal entre conhecidos e amigos uma jornada de mortos e feridos, onde um ou mais candidatos aos lugares de topo caem com algum estrondo e um dos outros pelo pelo menos tira algum proveito.

Com uma luta pelo campeonato apena reservada a dois emblemas: Porto e Benfica, que antes da jornada 31 tinham o mesmo número de pontos havendo vantagem para os lisboetas no confronto directo, número de golos marcados e diferença entre golos marcados e sofridos, ou seja, uma ligeira vantagem para os lisboetas.

Mas no Sábado, no Estádio dos Arcos em Vila do Conde, o duelo entre Rio Ave e Porto quando parecia bem encaminhado para ser um fim de semana normal com uma vitória com alguma dificuladade porque os vilacondenses se mostraram duros e nunca deitaram a toalha ao chão, mas a resiliência dos vilacondenses surpreenderam os dragões e em 5 minutos os dragões levaram dois golos dos donos da casa e o Rio Ave transformou um 0 - 2 num precioso empate a duas bolas para o seu objectivo da manutenção na I Liga.

Dois dias depois o outro dono da laterna da frente da I Liga ia enfrentar o quase sempre difícil Sporting de Braga no Estádio da Pedreira e o jogo até começou bonaçoso para os bracarenses que se aproveitou e bem de um Benfica com jogou com medo e para o empate e chegou ao intrevalo no topo do jogo e de forma indirecta estava a dar liderança isolada aos Dragões.

Todavia na segunda parte do jogo, as Águias vieram assanhadas e se transfiguraram para melhor e depressa tomaram conta do jogo e enconstaram os Guerreiros do Minho às cordas e partiram para a goleada e para a liderança isolada da I Liga com dois pontos de vantagens faltando 3 jornadas para o fim da I Liga.

Nada está decidido, mas já esteve mais longe a Reconquista do que está

Ontem passaram 45 anos da revolução do 25 de Abril que começou ser estritamente militar, mas que depressa passou a ser também social com o objectivo do restauro das liberdades aos portugueses como liberdade de expressão ou a conquista de outros como a habitação condigna e melhores condições de trabalho ou um sistema de saúde universal.

Do 25 de Abril de conquista permanente apenas temos um enisno mais ou menos universal e um sistema de saúde universal razoavelemente funcional, mas cheio de falhas e a estas conquistas se podem adicionar a relativa liberdade de expressão e o final da guerra do ultramar e o fim da polícia secreta.

Actualmente a realidade é que o ensino cada vez está pior, apesar de ser universal e o que forma com honrosas excpções são rebanhos de jumentos que se limitam a decorar  matéria mais nada e depois ficam sempre na sua zona de conforto e quando se apanham fora dela mosrtram as falhas cada vez maiores do sistema de ensino que nunca mais é reformado de uma forma directa e eficaz.

Outro direito que se pensava vir com o 25 de Abril é o direito a habitação condigna que depressa foi extripado em nome da especulação imobilíária, bombada pelo boom do turismo que fez com nascessem "alojamentos locais" por tudo que é recanto dos bairros históricos correndo com famílias que lá moravam há dezenas para não dizer centenas de anos usando a Lei dos Despejos que é muito contestada pela Gerigonça mas que nunca foi revogada.

A estes pobres desgraçados têm 3 opções, ou vão para casa de familiares ou dormem em quartos alugados compraticipados por alguma IPSS ou então dormem na rua ou num albergue sem as mínimas condições e os mais sortudos são corridos para os arrebaldes das cidades, transformando as cidades em guetos de ricos e turistas que só estes têm o direito de usufruir de cidades milenares como o caso de Lisboa.

Outra falha da revolução é o direito ao trabalho que cada vez é mais um privilégio agridoce porque cada vez que é conquistado é instável e precário e tem que se engolir sapos durante a duração dos diversos contratos de curta duração, mas esta curta duração para muitos acaba por ser melhor do que nada e passadas 4 décadas e meia depois da revolução o desenvolvimento e verdadeira democratização de Portugal ainda estão por conquistar de forma verdadeira.

Para cúmulo da hipocrisia em vez de apontarem os erros da Gerigonça que são mais do que muitos, a manifestação do 25 de Abril não passou de uma consagração da Gerigonça no poder, qual manifestação do 1º de Maio da União Soviética, sem sequer se lembrarem do verdadeiro valor do 25 de Abril e ainda terem a lata de desejarem a morte a Bolsonaro, quando na Venezuela se morre de fome por causa de um ditadorzeco de esquerda.

E ficam as minhas intrigantes perguntas: Para quando a verdadeira liberdade? Quando é que habitação condigna é um direito de todos? Para quando um trabalho com direitos? Quando é que temos os verdadeiros valores de Abril?

Como sempre vos peço para ler, divulgar e comentar

Ontem li um artigo acompanhado de uma sondagem onde se mostra que em Portugal se lê cada vez menos e onde antes se culpava a crise e a troika pela a fuga da leitura por parte dos habitantes do rectângulo a beira-mar plantado, agora com a suposta retoma da gerigonça, a descida nas vendas de livros continua e fica a pergunta no ar: o que motiva os portugueses a lerem cada vez menos.

Talvez possa arrsicar alguns motivos que não passam pelo lado económico, mas sim pelos comportamentos, pelos media e pelas redes sociais.

Indo por partes, um dos motivos que cada vez se lê menos livros em Portugal é que para algumas mentes brilhantes, ler livros está fora de moda e é antiquado, que se é betinho de se ler um livro qualquer; outro motivo são as horas sem fim que se passa a verem programas "nutritivos" para inteligência humana como "Casa dos Segredos" ou então passam a vidinha agarrados aos telemóveis nas redes sociais nos mexiricos.

E este vício de telemóvel é transversal a todas as idades e quando estou em qualquer local a ler e grande massa das pessoas que se encontram agrradas ao telemóvel a jogarem um um jogo qualquer ou numa rede social qualquer e já vi casos de pessoas com mais de que um smartphone em vez de estarem a ler nem que seja um alfarrábio e eu no meu canto a ler, com o meu leitor MP3 a debitar um som que seja do meu agrado a ler sinto-me como deslocado, inadpatado.

Depois esta iletracia da nação se reflecte em coisas tão simples como o não saber preencher um declaração do IRS ou não saberem ler uma qualquer notícia de jornal ou fazer outras coisas simples do quotidiano de qualquer pessoa e depois esta ignorância se mostra nos concursos de televisão de cultura geral onde se mostra a qualidade do ensino por um lado e como cada vez se lê menos numa nação que supostamente está em retoma, mas que dão mais atenção a um bispo que esconde casos de pedofilia na sua diocese do que se a cultivar a si mesma.

Uma nação que dá corda a um ser que dá cobretura a casos de pedofilia cometidos por padres na sua diocese e ainda tem o descaramento de dizer que os mesmos são piadas sobre meteoritos e por outro lado foge de ler livros quando é a única nação da lusofonia que tem um Nobel da Literatura e tem um escritor multipremiado e que apenas é atacado porque mordeu os calcanhares ao establishment socialista e maçónico; é uma nação sem futuro brilhante.

Se esta nação não começar a ler e a cultivar-se vai cada vez mais estar na mãos de corruptos e manhosos e vai regredir a vontade pelo menos 50 anos no ano em que se festejam 45 anos da suposta democracia que cada vez parece mais uma ditadura.

E ficam as perguntas de resposta desconhecida: Se estamos em retoma, então porque lê menos do que nos tempos do resgate na troika? Estamos a regredir em termos culturais? Será mesmo preciso partir os telemóveis? Que caminho Portugal leva?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Hoje passam 34 anos que o melhor piloto de todos os tempos e reconhecido até pelos pilotos da atualidade como o melhor piloto de Fórmula 1 que alguma existiu neste pixel de vida chamado Planeta Terra e que passou para o estatuto de divinidade com o nome de Ayrton Senna.

Há quase três décadas e meia atrás chovia copiosamente na região de Lisboa e arredores fazendo jus ao provébio "Abril, Águas Mil", mas naquele fim de semana em particular estava uma verdadeira monção onde mal se podia andar na rua com o chapéu de chuva aberto nem que fosse para ir ao café da esquina ou comprar pão numa padaria próxima.

Boa parte dos habitantes deste recanto a beira-mar plantado ficou em casa a fazer o principal passatempo nacional que é ver televisão e destes, o que gostam de carros e afins, perderam algumas horas a ver os treinos e depois a corrida do Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 do ano de 1985 e mal sabiam que daquele dilúvio ia surgir finalemente o divino da F1.

Era uma época onde na F1 onde não haviam limites de velocidade nas boxes e a segurança era mínima, a electrónica se limitava ao rádio para comunicar para a boxe e para telemetria para verificar se os padrões do carro estavam normais e naquele fim de semana um brasileiro que só tinha um ano de carreira na classe maior da velocidade em 4 rodas e que tinha vindo duma equipa de 2º nível onde já tinha dado nas vistas entrou naquele fim de semana com um objectivo apenas: ganhar.

E há 34 anos um jovem brasileiro, entrou num dos maiores pés de chuva que me lembro acontecer num GP de F1 na Europa, para mostrar ao mundo ao que veio e qual seria o seu destino manifesto na classe rainha das 4 rodas que seria ser o maior de todos os tempos aclamado por gerações até que não tiveram o previlégio de o verem mostrar o seu talento por este globo afora.

Numa corrida que a sua marca foi um dilúvio que em alguns pontos do circuito do Estoril deixava a pista com uma altura de água de 3 dedos que nos dias de hoje seria impensável se realizar uma corrida assim e com um dos carros mais lentos do pelotão turbo da F1 da altura, pura e simplesmente dominou todo o fim-de-semana desde dos treinos livres até a corrida onde passeou classe e literalmente vulgarizou uma constelação de estrelas e campeões que tinham mais anos de carreira do que o jovem insano que estava no seu segundo ano de carreira e primeiro numa equipa com algum crédito.

E estes 34 anos passam no ano em que passam duas décadas e meia que ele trasnmigrou para o Valhalla....

 

Até um dias destes Beco....

 

 

Tenho estado meio afastado deste recanto porque tenho estado a finalizar o meu longo caminho no curso do IEFP para ter a equivalência ao 12º ano e uma certificação profissional e o mesmo foi uma verdadeira luta não só minha bem como dos meus colegas de curso que chegaram a estágio e houve 3 que não conseguiram ir a estágio por motivos diferentes, mas se tivessem tido um pouco mais sorte na vida teriam ido.

Como diz o título desta entrega esta semana foi lembrado o dia mundial da voz e é um facto recorrente nos vários meios de comunicação social os cuidados que se deve ter com a voz, sobreutdo aqueles que trabalham com a mesma.

E quando se fala em trabalhar com a voz, lembro-me sempre do melhor cantor de todos os tempos que foi encarnado no cinema de forma divinalmente brilhante pelo actor Rami Malek e não sei se o mesmo Malek poderia se escolhido também para fazer o papel de outro grande génio da música de seu nome David Bowie e em homenagem para quem gosta de boas vozes deixo umas quantas escolhas aleatórias:

 

E uma mensagem para quem está travar uma qualquer luta: se eu consegui chegar ao fim do curso com aproveitamento após um estado depressivo e uma tentativa de suicídio, após um esgotamento, e não raras vezes me sentido depressivo já perto do final, mas sem dar o passo seguinte e fui bem sucedido..... NUNCA DESISTAM DE LUTAR E LUTEM PELOS SEUS SONHOS ATÉ AO FIM.... SEJAM HERÓIS NEM QUE SEJA POR UM DIA