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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Nesta nação tão viciada em turismo como um alcoóltara em álcool e que está dividida em duas partes tão desiguais como dia da noite que é o litoral com quase tudo e mais alguma coisa, sobretudo o que fica a norte do rio Tejo e o resto do país sem nada em termos de estruturas sobretudo hospitais.

Agora no Verão, época alta do ópio do governo e de alguns patos bravos desta nação alguns hospitais estãoa fechar alguns serviços por falta de meios humanos, ou seja, falta de médicos e um destes serviços são os serviços de obstetrícia de alguns hospitais de zonas mais remotas do melhor (PIOR) destino de férias do mundo a norte do Equador.

Os serviços que fecharam por falta de médicos foram os serviços de obstetrícia dos hospitais de Portimão e Beja e os restantes apresentam constrangimentos de meios humanos, enquanto isto se passa, a Sra. Temido nada diz a não ser disparates e o dinheiro do imposto Coca Cola que seria para melhora o SNS se evaporou no ar e o dinheiro dos impostos que jorra do ópio dos patos bravos do turismo ainda mais depressa se evapora.

Fico a reflectir realmente no estado da nação de seu nome Portugal que de bom apenas tem a comida, o futebol e o hóquei em patins além do desporto para deficientes; porque de resto como nação nos últimos tempos tem sido um falhanço completo.

Agora a mais recente prova que estes óscares do turismo não passam de uma máscara para esconder a realidade de uma nação falhada onde graças aos encerramentos de obstetrícia de Beja e Portimão, uma mulher foi mãe... numa bomba de gasolina em Aljustrel no país onde se diz que o ensino da medicina é de qualidade, mas os mesmos médicos não hesitam em emigrar ou em ir para a privada porque servir o SNS não compensa uma vida de 20 anos de estudo no ponto de vista de alguns médicos porque nos tempos de hoje já não se é médico por se servir o próximo, mas sim porque se pensa que se vai ganhar bem.

O ideário do médico com amor a profissão e que vai servir o próximo como Sousa Martins ou como a personagem João Semana de "As Pupilas do Senhor Reitor" de Júlio Dantas (brilhamente retratado por Nicolau Breyner na série homónima da RTP), actualmente boa parte da nova geração dos médicos ou querem ganhar bem devido ao facto de serem licenciados ou então fogem de ir para o interior e o ministério da Saúde não pensa nem nunca pensou como colocar médicos em número suficiente no inteior porque Portugal não é só litoral e turismo.

Estas falhas vão continuar a aparecer apesar do aumentar da carga fiscal e das receitas públicas que escoam por um buraco negro galáctico que ninguém sabe qual será o universo paralelo para onde vai parar este mesmo dinheiro.

E ficam uns jerrycans de gasolina por encher: Para quando mais médicos no interior? Para que servem os nossos impostos? Afinal qual a utilidade do ministério da saúde? Qual a dignidade dos prémios de turismo se não cumprimos os Direitos Humanos para todos os cidadãos? Do que nos serve ser turísticos se não sabemos tratar dos que aqui vivem?

 

Opinem quando puderem

Hoje, dia 9 de Junho de 2019, foi o culminar de uma caminhada que começou no dia 7 de Setembro de 2018 na Catedral da Luz com uma surpreendente vitória sobre a Itália e acabou com aparentemente sofrida vitória sobre a Holanda por 1-0 (tal como o resultado sobre a Itália).

Depois do primeiro jogo contra a Itália não questionei o apuramento de Portugal dado que o verdadeiro tubarão do grupo onde estava inserida a selecção portuguesa era a própria Itália e esta era tão inofensiva quanto um peixinho dourado e deixei de temer a Itália, mas talvez alguma surpresa que pudesse surgir da Polónia que foi um osso duro de roer no Euro 2016.

E ganhou-se o grupo que era o objectivo primário para se estar presente na final four da Liga das Nações e Portugal, mais uma vez organizar um evento desportivo, que apesar de pequeno, não deixa de ser um evento além da mesma presença valer também a presença num play-off de qualificação para o Euro 2020 que vai ser o primeiro Euro Pan-Europeu.

Depois do assunto da presença na Final Four resolvido com distinção começou a qualificação para o dito Euro 2020 que não teve o começo mais auspicioso o que me fez ter por algo de não muito bom nesta primeira edição da Liga das Nações, mas enganei-me e com força e este meu engano prova que o futebol está longe de ser uma ciência exacta como a matemática ou a física.

E aquele desporto que é uma morfina que por momentos ajuda a esquecer as dores que nos afectam o corpo e a alma, mais uma esta nação deu o seu melhor numa competição que ainda está a dar os primeiros passos e na primeira final internacional realizada no estádio do clube português que ocupa segundo lugar em termos de títulos conquistados em futebol, mas é o mais feliz da Europa de todos os clubes portugueses, Estádio do Dragão, casa do Futebol Clube do Porto, conquistamos a primeira Liga das Nações que espero ser a primeira de muitas do país que é o coração do V Império.

PARABÉNS SELECÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL MASCULINO POR MAIS ESTA CONQUISTA

 

 

 

E  fica o resultado da final

 

 

Portugal 1 (Gonçalo Guedes 60')  - Holanda 0

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A audição de Vítor Constâncio, antigo governador do Banco de Portugal e na actualidade um dos vice-governadores do Banco Central Europeu, disse desconhecer o empréstimo de 350 milhões de euros de Joe Berarado para compra de acções do BCP contraído na CGD e que não se lembra que lhe tenha passado pelas mãos documentação relativa ao mesmo.

Acontece que tais declarações a CPI que investiga os créditos mal parados no banco do Estado são falsas porque documentos vindos a público provam que o mesmo Vítor Constâncio sabia do dito crédito porque a lei dos mercados de valores assim o exige e a decisão sobre a concessão do mesmo foi tomada em reunião do conselho de Administração do Banco de Portugal e foi o próprio Constâncio que autorizou o empréstimo, todavia, na CPI ele o nega apesar de os documentos que apareceram em público e que foram divulgados pela imprensa o contradizerem.

Agora fiquei numa espécie de horizonte de eventos de um buraco negro cósmico numa certa altura que não sei em que ponto do espaço-tempo me encontro porque por um lado vejo um as estrelas do universo conhecido e por outro lado vejo o desconhecido que se resume a uma singularidade e este mesmo vazio se assume como realidade e não o universo estrelado que aparenta estar do lado de fora do buraco negro.

Usando esta espécie de eufemismo astronómico, quis dizer que o dito senhor, tendo como base os documentos que são do conhecimento público que mentiu como quantos dentes tem na boca aos deputados da CPI apesar de negar a mentira que os documentos tornados públicos confirmaram e esta indecisão cósmica se adensa.

Quando documentos provam que alguém mente ao parlamento é grave e fico com as ideias mais baralhadas do que uma gemada quando vejo que ninguém reage, ninguém diz nada, ninguém reage como isto fosse a coisa mais natural desta vida nem foram esboçadas quaisquer tentativas para que se obtivessem qualquer espécie de respostas contraditórias aos documentos que vieram a público.

O que torna esta história toda mais nebulosa é como alguém com as responsabilidade de Vítor Constâncio se esquece de uma operação tão pesada e que sempre andou na boca do mundo do mercado valores mobiliários sobretudo pelos valores envolvidos sabendo-se que a Bolsa de Lisboa sempre foi uma bolsa periférica que mal ultrapassava a dezena de milhão de euros em volume de negócios por dia e a imprensa especializada sempre valou no mesmo negócio até o mesmo ser concretrizado. 

Acontece que o mesmo empréstimo foi mesmo aprovado pelo próprio Constâncio e não acredito que alguém de tamanha responsabilidade se tenha esquecido de ter dado a aprovação de um empréstimo deste valor completamente atroz para a compra de acções sabendo-se que o mercado de acções em qualquer ponto do mundo é sempre um negócio de alto risco, ainda mais arriscado do que investir no mercado de matérias-primas como o petróleo ou cereais.

E ficam umas nuvens anacrónicas para serem dissipadas: Será que Vítor Constâncio não sofre de Alzheimer? Como foi possível se ter esquecido deste aval? Afinal o que ele andou a fazer no Banco de Portugal? Quem ganha com estas falhas de memória? Será que ele mentiu ao parlamento? Se mentiu ao parlamemento quais as consequências? No fim das contas quem é que vai arrotar com as consequências finais?

 

Quando puderem opinem

Estes borregos geniais que estão a dirigir as finanças públicas que se dizem possuidores de uma sabedoria sem fim na área, mas que na realidade não passam de uns borregos que se deixam levar em conversas como se fosse a roubar um doce a uma criança.

A nova façanha dos gênios do Instituto de Gestão do Crédito Público foi fazer emissão de dívida directamente para a China, não em em euros, mas sim na moeda local oficalmente conhecida como Renminbi ou coloquialmente conhecida como yuan com uma taxa de juro de 4%, muito acima da taxa que é praticada nos empréstimos em euros.

Venderam a ideia a que por ser numa moeda mais fraca e ter juros reais mais baixos, mas estes borregozitos se esqueceram que os Estados Unidos cairam nesta conversa e devem triliões de dólares a China e a China tem várias nações na mão a conta deste crédito fácil que é fácil para ser concedido mas para ser pago é impossível.

Com esta triste ideia fiquei a pensar se se optou por um crédito em moeda mais fraca então se poderia pensar no regresso ao escudo e sair do euro para se ter uma moeda mais fraca e se apostar nas exportações a baixo custo e produzidas com qualidade dentro da área da UE o que fazia que as mesmas fossem isentas de impostos.

Mas estes empréstimos da China está provado funcionar como as drogas pesadas, primeiro exprimentam-se e depois os países já não vivem sem eles e depois para pagá-los é algo semelhante como largar o vício dos narcóticos pesados, ou seja, para o largar é praticamente impossível ou quase impossível e as recaídas são mais do que muitas ou muitas nações já chegaram ao ponto de desistirem de se curar deste vício porque sabem que não têm cura.

E deixo as neblinas de um smog financeiro que vai fazer muitas vítimas: Se se pede dinheiro emprestado em dinheiro chinês, porque não se volta ao escudo? Quais serão as consequências a longo prazo deste empréstimo? Quem foi o génio que esteve por detrás desta ideia? 

A gerigonça nos seus primórdios criou um imposto descaradamente ideológico e dando a desculpa do cada vez maior número de obesidade infantil porque os pais não sabem tirar as consolas dos filhos e por os filhos a correr e a jogar a bola para queimar calorias sobre as bebidas açucaradas tendo como alvo primordial e principal a Coca Cola e bebidas semelhantes.

Este mesmo imposto seria, segundo a Gerigonça, para melhorar o SNS e colmatar as suas crónicas falhas, acontece que desde que este mesmo imposto começou a ser cobrado na produção e que por tabela se reflecte nos preços das ditas bebidas que ao contrário das bebidas alcoólicas nunca mataram ninguém e as grande marcas deram um golpe de rins a gerigonça e reduziram o volume das embalagens, assim reduzindo o imposto a pagar.

Acontece que este imposto na realidade acabou por ir tapar os buracos da banca e o SNS cada vez está pior com o passar do tempo.

E uma prova disto é o que está acontecer com o Hospital de Gaia que tem que adiar cirurgias por falta de material básico como algodão para neurocirurgia, cânulas nasais, máscaras para oxigénio ou bandas de avaliação de anestesia entre outro material essencial a qualquer bloco operatório.

Estas faltas de material levou ao adiamento de várias operações no dito hospital causando transtornos inimagináveis a milhares de pacientes do mesmo hospital.

A dita senhora teve uma semana que teve mesmo na pastilha porque depois desta bronca em Vila Nova de Gaia deu outra bronca a norte quando em vez de avançar em definitivo com a unidade de pediatria do Hospital S. João, apenas disse que as crianças que fazem tratamento oncológico no mesmo hospital passam dos contentores cheios de bolores e fungos para o pavilhão principal onde são tratados os doentes ... adultos; resumindo os miúdos continuam a ser tratados nos corredores.

A mesma senhora disse que as mesmas obras estão previstas começarem no final de 2019 e estarão completas dois anos depois embora ainda não tenha sido lançado qualquer concurso público em relação as mesmas e fico a pensar como isto vai ser feito.

Para fechar a grande semana da Senhora Marta Temido, a mesma se saiu com uma medida para combater as listas de espera que só alguém sob o efeito de algo mais forte do que absinto teria coragem de lançar em público a ideia de redistribuir os doentes que se encontram em lista de espera, não pelos hospitiais mais perto da sua área de residência mesmo que sejam privados, mas sim distribuí-los pela extensão do território português em vez de contratar mais médicos e mais enfermeiros.

Esta medida faz com que por exemplo doentes de Lisboa sejam enviados para Coimbra ou de Mirandela para Faro e casos semelhantes que é uma forma de dar a eutanásia ao SNS que tanto demorou a formar e a criar e depois ainda se dão ao luxo de terem um imposto para supostamente sustentar um SNS que está moribundo e a incompetência chamada Marta Temido está a matar e a fazer com que o ideológico imposto Coca Cola vá parar aos bolsos dos banqueiros e caloteiros da banca.

Esta medida é uma forma encapotada de eutnásia porque os desesperados que estão nas listas de espera vão morrendo aos poucos, limpando estas listas e dar a impressão na União Europeia que o SNS funciona e que o dinheiro que a UE enfia em Portugal é bem empregue e não é desviado para nada de inútil.

E deixo umas brumas bem espessas para serem iluminadas: Para que serve o imposto Coca Cola? Aonde está o dinheiro do imposto Coca Cola? Será que Sra. Temido tem competência para o ministério da Saúde? Afinal que esta senhora pretende fazer do SNS? Para onde vamos parar com esta Ministra da Saúde?

 

Opinem quando puderem

 

As decalarações de Celeste Cardona, antiga administradora da Caixa Geral de Depósitos na CPI sobre os créditos mal parados na CGD falou sobre o Sr. Berarado e disse que o contrato de empréstimo assinado permitia a recuperação do crédito e o mesmo era uma pessoa rica e a mesma diz que não se lembra de ter haviado quaisquer reservas sobre os 400 milhões emprestados a Joe Berardo por parte do banco público.

Todavia a antiga ministra da Justiça do CDS-PP relembra que houveram condições e recomendações no parecer por parte da comissão de risco do mesmo banco, mas apesar deste parecer a mesma disse que o Sr. Berardo era pessoa rica e destacou o elevado património que supostamente seria do empresário madeirense.

E ao se fiarem num património que acabou em nome de entidades e não do empresário em si, os 400 milhões emprestados, nunca foram recuperados e o buraco ficou aberto na CGD, tendo a antiga governante mencionado que as contas das empresas que estavam em nome do madeirense tinham boas condições finaceiras e que as garantias eram apenas as acções do Millenium/BCP.

A mesma antiga ministra da Justiça disse a CPI que à data da concessão do crédito disse que a fortuna do madeirense estava avaliada em 500 milhões de euros para não falar na sua colecção de arte e ambos os bens seriam suficientes para cobrir o empréstimo concedido e que era um património que ultrapassava o que era exigido para a operação.

Acontece que esta espécie de Alves dos Reis das ilhas para não pagar o que pediu emprestado fez de borrego toda a administração da CGD de borregos além das administrações BES/Novo Banco e o próprio Millenium BCP e a brincandeira ultrapassa em notação curta de números 1 bilião de euros ou mil milhões de euros e só quinhão do NB dava para tapar praticamente 25% das imapridades finaceiras ainda existentes do mesmo ou pagar aos lesados do GES.

Mas como eu já disse em artigo anteriores neste blog, Berardo com a sua lábia e com os seus belos fatos fez de três grandes bancos verdadeiros borregos e antes que viessem cobrar estes mesmos valores que ficaram incobráveis devido a volubilidade do mercado bolsista e devido sobretudo a queda acentuada das acções do Millennium BCP, as mesmas acções que eram a garantia para este empréstimo, o mesmo Berardo num golpe de génio passou todo o seu o património para entidades terceiras das quais ele é o cabeça principal, mas como o património não está em nome do beneficiário, a execução da dívida não pode ser em nome do mesmo, mas as executadas têm que ser as entidades.

E aí se levantam duas grandes broncas: as entidades são fundações de índole cultural e outra das entidades os accionistas maioritários são...os próprios bancos que emprestaram o dinheiro a Joe Berardo, ou seja, se a execução saísse, os bancos estariam -se a penhorar a eles mesmos.

E ficam os matagais para serem desbravados: Como foi possível isto acontecer? Como foi possível três bancos serem tão otários? Quando é que vão cobrar a dívida deste senhor?

Opinem quando puderem