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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Depois da barracada da campanha da Leopoldina a pedir esmola para SNS, agora a mascote da Sonae, resolveu continuar numa de ser também mascote do SNS ao lançar uma campanha para criação de acções de comabate a obesidade infatil e na volta como não quer a coisa toca de fazer promoções a consolas de videojogos.

Quem não vai neste futebol sou eu, porque com a carga fiscal que se tem em Portugal, a república tem dinheiro de sobra para este tipo de iniciativas e se não as tem é porque não quer e se a santíssima trindade do desporto nacional deve balúrdios ao fisco seria uma forma desta mesma trindade pagar o que deve ao criar secções de desporto escolar e as despesas envolvidas nestas secções seriam dedutíveis nos respectivos calotes.

Mas esta ideia não iria render receitas para a gerigonça que precisa de receitas para os seus amigos e para enganar os borregos que ainda vão nas suas cantigas que falam de taxinhas e proibições por tudo que é lado muito ao estilo daquele senhor de Santa Comba Dão que caiu de uma cadeira e depois a gerigonça ainda se diz de esquerda....

Fiquei a pensar se fosse um campanha para meter os miúdos a ler, ou aprenderem uma arte ou ofício nas escolas; ainda tinha o seu lado positivo, mas agora mostrar que o imposto coca cola nunca passou de uma forma de financiar os amigos da gerigonça e tapar os buracos que esta abre nas contas públicas e ainda há umas toupeiras cegas que ainda não viram isto é descer baixo demais.

Esta suposta filantropia do Continente é mais uma falácia para enganar tolos e borregos e para sustentar o porco de engorda que é a república que cada vez está mais gorda apenas aguardando o dia da matança e a sua transformação em enchidos, e outros cortes mais nobres e antes de irem na hipocrisia da época onde dizem ter nascido Jesus Cristo mas que nada está provado, pensem antes de agir porque Natal é todo o ano e que os pais tirem as consolas aos meninos e os coloquem a jogar a bola ou pelo menos no air hockey no shopping e os ponham a ler e a ver menos televisão dos 4 canais de sinal aberto porque ao ler pelo menos ficam mais inteligentes do que os idiotas que vão aos realities shows que os papás veem.

Se passam demasiado tempo no trabalho usem os sindicatos como arma de força e aqueles que defendem os subúrbios como exemplo de qualidade de vida pensem antes de falar e pensem que o sangue da cidade são os seus habitantes e não os turistas e este suposto comodismo de se viver nos subúrbios tem os seus custos.

E se querem acabar com oa obesidade infantil ponham os miúdos a mexer e os papás controlem aquilo que os filhos levam a boca e não esperem pela filantropia do Continente ou por mais uma taxinha da gerigonça enquanto aqueles que o podem fazer passam o tempo a passear o bobi e a ver quem é o próximo eliminado da casa dos enrolanços...

 

Assim Falou Nitzsche

 

Ainda muito se elogia o chamado imposto sobre as bebidas açucaradas que no mundo das redes sociais ficou conhecido por Imposto Coca Cola.

A Gerigonça andou a vender aos borregos que ainda vão acreditando nas cantilenas da Gerigonça que o mesmo imposto seria para reduzir a obesidade infantila e para financiar o SNS e muitos otários aplaudiram de pé, mas estes otários não viram que quem teve a ideia deste mesmo imposto foram os derrotados da Guerra Fria (Bloco de Esquerda e CDU).

Este imposto claramente ideológico que quer embedar a nação porque para república o vinho é um bem essencial e paga menos imposto que uma lata de atum ou um pacote de manteiga só aplicado às bebidas açuacaradas produzidas em Portugal porque as que são produzidas foram do território da república estão isentas de tal tributação.

A ironia é que desde que esta tributação começou, o SNS se transformou num SNS e passou-se alimentar um buraco sem fim chamado Banca Portuguesa e o SNS continua cada vez com menos meios e as dívidas dos hospitais e as farmácias cresce a olhos vistos sem que ninguém mexa uma palha e a nação apalude uma medida que nos tempos actuais não passa de uma medida hipócrita e fascista.

É que passados 30 anos da queda do Muro da Vergonha, sim do Muro de Berlim e do fim das DITADURAS COMUNISTAS na Europa onde ouvir rock, e beber coca cola era considerado crime e poderia valer uns anos de cadeia, haver tal tributação numa nação que passou quase 50 anos de ditadura é um paradoxo nojento.

No caso da obesidade há dois grande culpados: os paizinhos que não o sabem ser e passam o tempo em planear férias ou agarrados aos telemóveis e aos realities shows e deixam as crianças ao Deus Dará e não lhes sabem impor limites e lhes dar educação e alguns canais de telvisão que para encherem espaço nos espaços de "informação" dão verdadeiras overdoses de supostos estudos sobre obesidade, os quais manipulam as massas e a ditadura da Gerigonça com os seus fantoches da DGS aproveitam para colocar mais impostos sobre a nação.

Muito mais mata o vinho e as bebidas álcoolicas e nestas ninguém toca nem coloca impostos adicionais para forçar a redução do consumo como queriam fazer com os referigerantes PRODUZIDOS EM PORTUGAL porque ao inebriar a nação pode fazer toda a velhacaria que se possa pensar, mas esta nação desde que tenha Fado, Fátima, Futebol e Vinho fica calada e se deixa levar pelas cantilenas do poder político da república, já  era antes do 25 de Abril e ainda continua a ser...

E voltando aos defensores da bebida vínica; se a mesma fosse tão virtuosa, não existiriam tantos doentes de coração e depressivos; mas apesar das quantidades industriais de vinho que se bebe em Portugal, cada vez são mais os depressivos e os doentes de coração e neste estudo que defende o vinho como bebida de virtude, há algo que já cheira a vinagre.

Para concluir: a Gerigonça está numa forma muito subtil usando a mesma linha de pensamento do Estado Novo em relação ao vinho e ao  mesmo tempo quer condicionar os comportamentos da nação, algo completamente contra o que saiu do 25 de Abril  e o comportamento da Gerigonça é um fóssil vivo do antigo regime porque tolera o que vem de fora, mas não tolera o que é feito em Portugal quando este algo não se encaixa nos seus padrões.

E ficam ums questões para pensar: Porque taxam apenas os referigerantes feitos em Portugal? Porque não aumentam a taxação do vinho devido ao constante aumento de mortes ligadas ao vinho? Será que estamos no lado Sith do Estado Novo sem o sabermos?

 

 

 

Deem um bitaite...