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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Nestes três dias (29 e 30 de Abril e 1º de Maio) passam 25 anos daquele que se pode considerar o fim de semana mais negro da história da Fórmula 1 de que tenho memória em 40 anos de vida.

Há 25 anos dois pilotos perdiam a vida na pista de Imola - Itália no fim de semana em que decorria o Grande Prémio de São Marino.

A primeira vítima do fim de semana negro da F1 foi o austríaco Roland Ratazenberger que tinha falecido num acidente brutal durante os treinos de qualificação para o mesmo GP no dia seguinte em que Rubens Barrichelo literalmente enganou a morte num gravíssimo acidente nos treinos livres quando ainda dava os seus primeiros passos na classe rainha do automobilismo de velocidade na Sauber (actual Alfa - Romeo).

As leis italianas nestes casos não apresentam quaisquer dúvidas e logo no caso do piloto austríaco que era uma promessa do segundo pelotão da F1, a sua morte era o suficiente para suspender logo aí o Grande Prémio até investigação detalhada das autoridades italianas e a FIA e a FOM na altura chefiadas por Bernie Ecclestone não estavam para perder milhares de dólares em receitas que derivavam do GP e provas anexas como as classes de formação e troféus monomarca.

Por isso os mafiosos da FIA e da FOM disseram que o piloto austríaco tinha falecido não no circuito como se veio a provar em investigações posteriores, mas sim no Hospital de Bolonha e com esta justificação poderam avançar com a corrida.

Um corrida fadada a ser a mais tenebrosa e fatal dos mais recentes anos da F1 e na volta número 7, na curva Tamburello que naquela semana estava sem pneus de protecção... o melhor piloto de todos os tempos, o que muitos consideram o Enviado de Deus encontrou o seu destino deixando o mundo inteiro de luto e levando a F1 para um luto quase eterno.

Um luto global que parou o globo ao nível do que se sentiu quando em 1997 faleceu a princesa Diana de Gales e foi dos dias que chorei mais na minha vida.

Na segunda feira seguinte, no liceu onde eu estudei, haviam colegas meus que estavam tão abalados que não estavam em grandes condições para estar nas aulas e houve testes adiados por um ou duas aulas pelo menos para que se recuperassem do choque da perda do divino Ayrton Senna.

Além da morte do divino ainda o piloto português Pedro Lamy teve um acidente na boxe onde um pneu mal atarrachado saltou e acertou em pessoas que estavam na bancada e houve um abastecimento que correu mal e houve mecânicos queimados noutra equipa.

Este fim de semana negro aconteceu sobretudo devido a ganância de quem dirigia a F1 na altura e que no caso de ter sido honesta na altura que Roland perdeu a vida, teria logo suspendido a corrida e se teria evitado uma tragédia maior por um lado, e no caso do acidente de Rubens, hoje dia com a Liberty, suspendia logo os treinos até apuramento de causas como no recente Grande Prémio do Azerbeijão onde uma tampa de esgoto que apenas causou dandos materiais foi o suficiente para suspender todos os treinos livres de sexta-feira.

As mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna, os acidentes de Rubens Barrichelo e Pedro Lamy foram a chave para que se implementassem medidas extremas de segurança que redurizam quase a zero o risco de morte na F1 e a introdução recente do halo que foi contestada por muitos, mas a mesma já se revelou positiva porque já evitou lesões graves de muitos pilotos.

O último piloto a falecer na F1 em decorrência de um Grande Prémio foi o francês Jules Bianchi que morreu em consequência de um acidente sofrido no Grande Prémio do Japão de 2014 por negligência da equipa de pista que não removeu a tempo um tractor de reomção de um carro já acidentado e o Marrussia que conduzia embateu em cheio no mesmo tractor causando danos neurológicos irreversíveis ao mesmo piloto.

No ano anterior a piloto espanhola Maria de Villiota que era piloto de testes da mesma equipa faleceu em consequência de um ataque cardíaco que teve como causa primordial o acidente que teve um ano antes e foi um acidente um tudo de nada semelhante ao que causou a morte a Jules Bianchi.

Voltando ao assunto que está na génese deste mesmo artigo, hojer passam 25 anos que o maior piloto de F1 de todos os tempos transmigrou de forma trágica e muito provavlemente evitável.

Naquele dia eu queria gravar em vídeo a corrida para ver mais tarde, mas tinha-me esquecido de programar o vídeo automático para gravar a corrida e saí de casa com a minha família e fui comer umas bifanas para a Alameda para o 1º de Maio da CGTP e estava-me nas tintas para o discurso, só queria era saber o resultado do Grande Prémio.

Estive umas horas na Alameda e depois vim em passo demorado para a minha antiga casa e estranhei as pesssoas a olharem para as televisões dos poucos cafés que estavam abertos, mas não dei importância e liguei a televisão no Desporto 2 e a jornalista Cecília do Carmo solta a bomba que foi a notícia da morte do Divino.

Enfiei-me no meu quarto e não saí de lá durante horas e toda a minha família vinha confortar-me e depois foi uma semana onde até o liceu onde eu estava sentiu a morte do Divino da F1 ao ponto de haver provas adiadas e no dia do funeral nem quis acreditar na quantidade de almas que esperavam o corpo de um herói não apenas brasileiro mas global para a última viagem.

A geração que tem 40/50 anos teve o privilégio de ver este divino a voar baixinho nas pistas deste pequeno pixel de vida chamado Terra e viu a trágédia de Ímola nunca vai esquecer nem a tragédia e muito menos o Divino e a tragédia de Ímola foi o despertar da consciência para a criação de meios de segurança na F1 que continuam a ser melhorados ao longo do tempo.

 

 

Simplmy The Best..... Ayrton Senna

 

 

21/04/1960 - 01/05/1994   ∞

 

 

 

Hoje passam 34 anos que o melhor piloto de todos os tempos e reconhecido até pelos pilotos da atualidade como o melhor piloto de Fórmula 1 que alguma existiu neste pixel de vida chamado Planeta Terra e que passou para o estatuto de divinidade com o nome de Ayrton Senna.

Há quase três décadas e meia atrás chovia copiosamente na região de Lisboa e arredores fazendo jus ao provébio "Abril, Águas Mil", mas naquele fim de semana em particular estava uma verdadeira monção onde mal se podia andar na rua com o chapéu de chuva aberto nem que fosse para ir ao café da esquina ou comprar pão numa padaria próxima.

Boa parte dos habitantes deste recanto a beira-mar plantado ficou em casa a fazer o principal passatempo nacional que é ver televisão e destes, o que gostam de carros e afins, perderam algumas horas a ver os treinos e depois a corrida do Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 do ano de 1985 e mal sabiam que daquele dilúvio ia surgir finalemente o divino da F1.

Era uma época onde na F1 onde não haviam limites de velocidade nas boxes e a segurança era mínima, a electrónica se limitava ao rádio para comunicar para a boxe e para telemetria para verificar se os padrões do carro estavam normais e naquele fim de semana um brasileiro que só tinha um ano de carreira na classe maior da velocidade em 4 rodas e que tinha vindo duma equipa de 2º nível onde já tinha dado nas vistas entrou naquele fim de semana com um objectivo apenas: ganhar.

E há 34 anos um jovem brasileiro, entrou num dos maiores pés de chuva que me lembro acontecer num GP de F1 na Europa, para mostrar ao mundo ao que veio e qual seria o seu destino manifesto na classe rainha das 4 rodas que seria ser o maior de todos os tempos aclamado por gerações até que não tiveram o previlégio de o verem mostrar o seu talento por este globo afora.

Numa corrida que a sua marca foi um dilúvio que em alguns pontos do circuito do Estoril deixava a pista com uma altura de água de 3 dedos que nos dias de hoje seria impensável se realizar uma corrida assim e com um dos carros mais lentos do pelotão turbo da F1 da altura, pura e simplesmente dominou todo o fim-de-semana desde dos treinos livres até a corrida onde passeou classe e literalmente vulgarizou uma constelação de estrelas e campeões que tinham mais anos de carreira do que o jovem insano que estava no seu segundo ano de carreira e primeiro numa equipa com algum crédito.

E estes 34 anos passam no ano em que passam duas décadas e meia que ele trasnmigrou para o Valhalla....

 

Até um dias destes Beco....

 

 

A TVI num rasgo raro de serviço público, mostrou a realidade de algo que já acontecia nos tempos de Sócrates Pinto de Sousa quando o actual presidente do parlamento era ministro da segurança social e que se foi arrastando ao longo do tempo e agora parece ter vindo ao de cima porque uma das vítimas veio a morrer de overdose de drogas nos EUA.

Venho vos falar das adopções ilegais de crianças conduzidas pela seita chamada Igreja Universal do Reino de Deus que usou (ou usa) os seus lares de infância para fazerem adopções ilegais de crianças portuguesas no estrangeiro no que se pode considerar tráfico de crianças e estas são convertidas à força para serem "pastores" desta seita ou andam de família em família e há casos de irmãos separados.

Quem está por detrás deste tráfico de crianças são os cabeças do culto e nestes anos, os vários desgovernos da república têm ficado calados não sei porquê e que a reportagem da TVI "O Segredo dos Deuses" deitou cá para fora e que colocou muitos de nós a pensar em que país nos estamos.

Os lares desta seita servem como montra para que os supostos sacerdotes desta seita que são os falsos profetas que a Bíblia menciona escolherem crianças para serem adoptadas de qualquer maneira, separando famílias e chegam a usar documentos falsos segundo a mesma reportagem ou fazendo registos de nascimentos paralelos aproveitando o desespero de pessoas que chegam ao limite.

Tudo é feito para que estas adopções sejam feitas desde extravio de registos documentais até fazer os desesperados ficarem tão dependentes da IURD que estes acabam por aceitar todas as imposições deste polvo incluindo ficar sem os seus filhos e a justiça portuguesa se limita a dizer que os crimes prescreveram e nada mais fazem a não ser a PGR a se investigar a si mesma para saber o que se passou neste tempo.

Mas enquanto andam a tirar as crianças alheias, o cabecilha deste polvo, desta hidra de Lerna de falsos profetas, Edir Macedo anda entre Portugal e o Brasil a gerir este polvo e manda que os seus seguidores mais próximos façam vasectomias para não terem filhos biológicos e andam por outro lado a roubar as crianças alheias com o silêncio cúmplice das autoridades da república que parece terem acordado para o caso desde que este apareceu nos meios de comunicação social.

Nem sei o que pensar da justiça da república e das autoridades da mesma; mas existem organizações aqui em Portugal que já estão a mais no território nacional e este culto está a mostrar que existem em Portugal entidades que se sobrepõem a um Estado que não passa de um cobrador de impostos cada vez mais selvagem e que cuja função social do Estado cada vez se volatiza mais.

A culpa desta situação é em primeira instância é da IURD que se aproveita dos desesperados e em segunda instância do Estado sem si que deixou que estas adopções acontecessem e nada fez para que as mesmas fossem travadas até que a dita reportagem chamasse os bois pelos nomes e começasse a esmiuçar o que estava silenciado estes anos todos devido as maquinações deste polvo que metralhou a emissora sediada em Queluz com vários processos judiciais, mas não falam nos documentos das crianças que se sumiram sem explicação ou dos registos informáticos obliterados das maternidades.

Este caso ainda pode dar muito que falar e mostra que os falsos profetas estão entre nós e estes seres que dirgem esta seita são os falsos profetas e a instituição que dirigem é a prostitututa babilônica mencionada no livro do Apocalipse e que tem o cálice com o sangue dos inocentes com o qual se nutre e como Portugal é um país de mansos, a existência da mesma seita vai continuar e quem sabe se o desvio/tráfico de crianças igualmente vai continuar porque segundo as autoridades judiciais da república muitos destes crimes prescreveram e o dano da separação das famílias só poderá ser deblado por algum rasgo de consciência de alguém que tivesse contribuído para este negócio.

E ficam as minhas perguntas: Como isto aconteceu? Porque a PGR não se mexeu logo nos primeiros casos há coisa de 17 anos atrás? Afinal o que esta seita faz em Portugal? Já não chegou a hora de ir embora?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Esperei uns dias para fazer a minha análise com mais frieza sobre a prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos da XXXI Olímpiada que foram realizados no Rio de Janeiro, a chamada cidade maravilhosa e onde muito de maravilhoso se mostrou, mas infelizmente quase quase nada foi português.

Como já é doença crónica das presenças nacionais em jogos olímpicos muito se promete quase nada se tem e e houve muitos quase-medalhas mas no fim das contas só se conseguiu uma e mais uns quantos diplomas ao ponto do próprio Comité Olímpico Português ter afirmado que a prestação da delegação portuguesa ficou abaixo dos obectivos traçados para a "Operação Rio 2016" .

Muitas desculpas apareceram para os falhanços dos favoritos umas plausíveis como no caso do futebol onde devido as recusas dos clubes, foi construída uma selecção de segundas e terceiras escolhas onde muito fez Rui Jorge (treinador da selecção olímpica de futebol), Luciana Diniz no hipismo que teve mesmo azar porque apenas por um obstáculo que não entrou na luta das medalhas e no Taekowndo onde o representante nacional caiu de pé, de resto os favoritos andaram apanhar diplomas como apanhassem abrunhos no Verão.

Como português senti vergonha do meu país não só pela falta de resultados nos jogos, bem como pela capacidade dos desportistas brasileiros que conseguiram 19 medalhas apenas numa olimpíada quando Portugal em 104 anos de olimpismo tem apenas 24 medalhas e nem penso no total que o Brasil já conquistou e com menos anos de olimpismo do que Portugal o que além de envergonhar Portugal dá que pensar como o desporto no seu todo tem sido gerido em Portugal e da doutrionação que levam os treinadores ou que levaram no passado e que era muito baseada na Europa do Leste sobretudo depois do 25 de Abril e parece que estão parados no tempo e muitos atletas que não estavam a 100% foram para o Rio sabendo que qualquer edição dos jogos olímipicos seja aqui ou na China exige que os atletas estejam no melhor da sua forma tanto física como mental e que não entrem nas provas presos por arames como foi o caso da presença portuguesa nos jogos do Rio de Janiero onde além da medlha de bronze de Telma Monteiro apenas os destaques  prova de ciclismo contra-relógio se teve porque o ciclista português Nelson Oliveira que ficou em sétimo lugar apesar de dois antes ter dado uma queda violenta que deixou as suas maselas mesmo assim Nelson Oliveira me surpreendeu pela positiva como venceu as dorese ainda aghuentou o contra-relógio e fiquei a pensar se não fosse a queda quase com toda a certeza Nelson Oliveira teria tido melhor resultado; a prova de hipismo de Luciana Diniz que apenas por 4 pontos não entrou na disputa das medalhas, no Taekowndo o estereante Rui Bragança conseguiu um 5º lugar que poderia ter sido melhor com mais sorte do mesmo, a presença nos quartos de final no futebol foi positiva porque a equipa não era mesma que no europeu de esperanças parecia um rolo compressor e era feita de segundas e terceiras escolhas e ainda ter conseguido ter ganho o grupo foi um feito e natação onde um nadador chegaram as meias-finais pela primeira vez desde 1988: Alexis Santos do Sporting.0

Agora o resto foram muitas promessas e nenhumas realizações apesar de existirem os chamados centros de alto rendimento desportivo que custaram ao Estado alguns milhares de euros para no fim não consiguirem ganhar a tão ambicionada medalha e ver países com menos habitantes do que Portugal como Singapura ou a Dinamarca a ganharem medalhas, os brasileiros que não têm centros de alto rendimento a ganhar 19 medalhas duma assentada e como não fosse suficiente a fazerem uns jogos que o presidente do COI, Thomas Bach, classificou como "Maravilhosos".

E voltando a vaca fria; como se sabe o Brasil vive uma crise económica e uma crise política, mesmo assim não deixou de fazer os jogos e mostrou capacidades que me deixaram surpreendido e que prova que com o chamado desenrasco se consegue tudo ou quase tudo porque felizmente os brasileiros ainda não perderam este espírito de iniciativa já esquecido em Portugal e fizeram duas cerimónias (abertura e encerramento) espectaulares e épicas e que no caso do encerramento fez uma ligação prefeita com a edição seguinte dos jogos com um pouco de boa disposição pelo meio.

Em Portugal, sobretudo em Lisboa temos todas as estruturas necessárias para fazer tanto ou mesmo mais do que feito no Rio de Janeiro, mas infelizmente temos uma edilidade que apenas pensa em tratar das hemorróidas dos turistas com a língua e um comité olímpico sem ambições e que pensa apenas em diplomas em vez de pensar em medalhas que mais parece um conselho leonino (pelo menos nos tempos de Vicente de Moura era) onde alguns sócios high life do Sporting passam o seu tempo a nossa conta e não fazem nada e é um facto conhecido se na hipótese ainda que remota de Lisboa ter uns Jogos Olímpicos seria a forma que os transportes que servem a cidade e vias viárias que servem a Cidade das Sete Colinas bem como as suas artérias levariam uma recauchutagem ao nível do que o Marquês de Pombal fez a seguir do Grande Terramoto.

Mas aqui em Lisboa apenas pensam nos turistas e não nos lisboetas e daí a pancada pela nova mesquita e enquanto pensarem assim ainda vamos ver uns jogos olímpicos em alguma cidade da África sub-sariana e não os vamos ver em Lisboa.

Como sempre as perguntas sem resposta: Afinal para que serve o COP? Porque Lisboa ou o Porto não podem ter uns jogos olímpicos? Para que servem os centros de alto rendimento desportivo? O que anda Fernando Medina a fazer na CML? Que raio de dirigismo desportivo temos em Portugal? Por acaso não existe pelo menos um secretário de estado do desporto para tomar conta da situação com competência? Vai haver mais algum país com menos posses do que Portugal a fazer outros jogos olímpicos enquanto os lagartinhos do COP andam a coçar o real ventre (para não dizer pior)?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Acompanhei esta madrugada a cerimónia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que são os Jogos da XXXI Olimpíada (de Verão) e como é do conhecimento geral do mundo, o Brasil vive uma crise generalizada, agravada pela crise política que nasceu da destituição da presidente Dilma Roussef, mesmo assim levaram para a frente a empreitada dos jogos.

Houve e tem havida várias falhas de segurança que nada têm a haver com o evento, mas sim com a pobreza e a miséria endémica do Rio de Janeiro que são sempre de lamentar e houve erros graves em obras do que se designa plano de pormenor para os Jogos Olímpicos 2016, e apesar de tudo isto, o Comité Organizador não perdeu a cara e com os parcos recursos que tem se comparamos a Londres 2012 ou Pequim 2008, conseguiram fazer uma cerimónia de abertura que conjuga o pouco com o chamado espírito de desenrascanço (que se perdeu em Portugal e é uma hernaça portuguesa bem presente no Brasil) com algo de grandioso.

Da parte desportiva não ouvi nada contra (até agora) nos eventos e na organização dos primeiros jogos da América do Sul e dos terceiros feitos no Hemisfério Sul (depois de Melbourne e Sidney) e no que diz na parte portuguesa até que se começou com pé direito no torneio olímpico de futebol quando se despachou a Argentina com dois golos sem resposta.

Mas voltando a cerimónia: conseguiram conjugar a história da nação que diz ser abençoada por Deus onde tudo que se planta nasce com mensagens ambietalistas e um espectáculo de luz e som que mostrou a capacidade inata do brasileiro comum do pouco fazer muito e que está esquecida do lado de cá do Atlântico onde muitos se encostam a desculpa que não se pode fazer porque custa dinheiro. Todavia, Portugal já tem grande parte das estruturas para uns Jogos Olímpicos em Lisboa, mas a preguiça e paranóia por obras que vão abrir clivagens na sociedade como a nova mesquita ou o utópica e faraónica obra do chamado Hospital de Todos os Santos que cada vez que um governo socialista sobre ao poder volta sempre a baila mas que nunca sai do papel.

E se o Brasil em crise económica e política consegue fazer uns Jogos Olímpicos, então porque não fazem Jogos Olímpicos em Lisboa ou no Porto porque já têm as estruturas feitas? E esta foi a pergunta que bateu-me na cabeça enquanto eu via a bela cerimónia que o Brasil ofereceu ao mundo e ao mesmo tempo fiquei envorganhado porque o meu país fez a bodega do europeu de futebol que perdeu na final e no qual foram construidos 3 estádios que quase não têm uso (Leiria, Aveiro e Algarve), claramente excedentários e não são capazes de fazer uns jogos olímpicos e Portugal tem capacidade para tal;

Para tal temos que nos livrar dos políticos que temos, sobretudo a nível municipal porque no caso de Lisboa quem tira a Medina as árvores nas Avenidas Novas, a Mesquita e os mil e um hotéis em Lisboa (um deles do CR7) tiram-lhe tudo e esta maneira tacanha de pensar só vai levar Lisboa a um retrocesso de quarenta e muitos anos onde só se pensava nos turistas e os lisboetas que se lixem.

Apenas me resta dizer: Parabéns pela abertura dos jogos, Rio de Janeiro, espero que sejam dos melhores jogos de sempre e que os jogos de 2024 sejam em Lisboa e que haja um novo edil em Lisboa em 2017 que pense na cidade e nos Lisboetas e não em bodega que para nada vai servir

Como sempre, peço para comentar, ler e divulgar

Como amanhã vai começar a época futebolística em termos nacionais e a rádio do estado vai ter algo para passar nas tardes de domingo vos deixo uma das muitas músicas que servem de hino ao futebol

 

 

 

 

É uma Partida de Futebol - Skank

 

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

O escãndalo da FIFA ainda vai dar muita tinta aos jornais sobretudo quando hoje na edição electrónica do alfacinha diário Público vem a notícia que segundo o Director do Comité de Auditoria e Conformidade da FIFA que existe a forte hipótese de tanto a Rússia como o Qatar perderem a organização dos mundiais de 2018 e 2022.

Se é do vosso conhecimento, um dos derrotados desta festa foi uma aberrante dupla organização ibérica para o mundial 2018 que perdeu apenas por 4 votos para a Rússia e acabou por retirar o dossier do mundial 2022 entre outros vários candidatos para os dois eventos.

Se fala de vários subornos e até já se diz que o Brasil literalmente se vendeu desportivamente falando por duas vezes pelo menos: uma na final do mundial 1998 e outra nos ainda dolorosos e famosos 7-1 contra a Alemanha no mundial 2014 em que literalmente o escrete jogou para perder quando se sabe que uma aposta bilionária contra o Brasil fez um xeque árabe ficar podre de rico a conta do mundial de 2014.

E como quem ficou a perder com estes subornos foi a candidatura ibérica que embora não tivesse muitas chances de ganhar sobretudo por causa da forma como estava desenhada foi a única que ainda deu luta a candidatura russa para o mundial 2018 que pode afinal terá que ser feito noutra nação e há uma nação no derriere da Europa que tem vários estádios novinhos em folha, bem cuidados e que pode acolher um mundial porque tem estrutura suficiente para isto e além disso esta mesma nação precisa de uma actulização nos sistemas de transportes e todos dizem que a nação não tem dinheiro para esta mesma actualização.

No entanto não nos podemos esquecer que assim que acontece algum evento em Portugal de dimensão mais ou menos global ou continental, o dinheiro para melhorarem os transportes aparece como do nada para melhorarem os transportes e isto já não é um facto actual e já vem detrás e se nos calhar o pepino de se fazer um dos dois mundiais em questão em território naconal (2018 ou 2022) então que se faça porque não são necessárias grandes obras e é da forma que se faz render os estádios que estão sem uso como Leiria e Algarve e por outro lado sempre se melhora os transportes das cidades com jogos e neste caso que seja feita justiça.

Como sempre as perguntas de sempre: Quem comprou o Brasil ? Quem pagou os subornos e donde vem o dinheiro ? Será que vai ser feita justiça neste caso ? Será que irá haver mais casos assim ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

Se há um grupo ou artista que pode ser considerado símbolo do Rock In Rio que faz esta semana 30 anos são os Queen que nos dois dias que actuaram e segundo dados da wikipedia jutaram 720 mil pessoas nos dias que actuaram  e para vocês terem uma ideia da quantidade de pessoas que o mítico e divino grupo britânico juntou na cidade do rock foi o equivalente entre duas a três vezes o número de habitantes de Lisboa em 85 e mais 120 mil pessoas do que as que moram actualmente em Lisboa....

 

números únicos e que não se voltarão a repetir tão cedo

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

Love of my Life - Queen (ao vivo no Rock in Rio'85)