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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vos deixo umas palavras dum génio imortal nascido em Zanzibar há quase 74 anos:

 

Se existir um Deus lá em cima no céu, olhando cá pra baixo,

O que ele deve estar pensando do que fizemos,

Com o mundo que Ele criou

 

 

Num país que está a sofrer com uma pandemia e que tem duas nabas no sector da saúde que cada vez pesca menos daquilo; o país entrou em estado de choque quando se soube do desfecho do caso da pequena Valentina que me deixou pelo menos com os nervos feitos em cacos e com vontade de fazer justiça pelas próprias mãos.

Pelo que se sabe a pequena Valentina de 9 anos foi assassinada pelo progentior na banheira e este simulou um desaparecimento e teve a cumplicidade da actual mulher ou esta também foi parte activa no crime e fez a aldeia onde viviam procurar a criança até que encontraram o corpo enterrado e o mesmo animal confessou os crimes e fez a reconstitiuição do crime com os detalhes todos.

Gente assim não merece simplesmente viver, apenas merece morrer de uma forma bem lenta como ser enforcado em cordas de piano ou na fogueira para servirem de exemplo a futuros criminosos caso queiram fazer o mesmo já ficam a saber o que lhes espera e será com toda a certeza uma forma de desencorajar este tipo de crimes.

Por outro lado, Portugal foi elogiado no século XIX quando o Rei D.Luis, o Popular; veio a colher as sementes que a sua mãe D. Maria II, a Educadora; semeou e que o seu destemido e jovem irmão; D. Pedro V, o Esprançoso que na sua vontade de fazer bem ao próximo não teve medo das pandemias que infectavam Lisboa que foi o fim da Pena de Morte (para crimes civis e mantendo-se para crimes militares) sendo o primeiro país ao fazer em 1867.

Mas entre 1867 e a actualidade paradoxlamente, o país evoluiu em todos os ramos da sociedade menos no social e quando me refiro ao viver em sociedade e apesar de ter havido algumas subidas  que têm travado esta regressão, a regressão é um facto presente e o desfecho do caso da pequena Valentina é o caso que Portugal regrediu em termos sociais para uma espécie de idade média onde existe um absolutismo do poder e ao mesmo tempo a violência contra os mais fracos como mulheres e crianças é semelhante a que acontecia no século XVI e isto tem que ser parado a toda força antes que se parta para a estupidez e quem sabe se a pena capital seria  uma solução porque uma deputada questionou o absoluto direito a vida quando se falou da Eutanásia, então haja coerência e se fale do mesmo quando for para eliminar escória da sociedade.

A pena capital é uma faca de dois gumes porque tanto pode punir criminosos bem como inocentes, então que se pense em pena prepétua sem isolamento porque os assassinos e violadores de crianças nunca têm vidas muito longas nas cadeias porque segundo a ética prisional é gente pior que os traficantes de droga ou os assassinos comuns e os mesmos presos tratam de fazer aquela que se chamava Justiça Maior....

 

 

Valentina descansa em paz.... quem te matou vai ser punido

Ainda não vou falar do assunto do momento, mas de outro assunto que me deixou pensativo que foi o facto de um cidadão ucraniano não-documentado que faleceu na área do SEF dedicada a cidadãos com documentos inválidos ou não-documentados para entrar em Portugal e segundo a imprensa o mesmo apresentava hematomas tendo antes do falecimento ido ao hospital e ao falecer estava algemado e disseram que a morte do mesmo se atribuiu a problemas epilépticos...

E aí se fez luz na minha mente dado eu ter epilepsia diagnosticada desde 2003 e já ter tido as chamadas crises tónico-clônicas que são crises generalizadas conhecidas comunemente por convulsões e há coisa de há um ano tive uma durante o sono e não fiquei com hematomas e nem foi preciso o uso de algemas. Aí está um dos grandes X desta história porque numa crise convulsiva o corpo deve estar solto, ou seja, cintos e gravatas desapartados e se possível retirada de adornos como relógios, pulseiras ou qualquer objecto que possa causar lesão ou impedir a circulação do sangue; além disso, o doente deve ser colocado deitado de lado com algo macio debaixo da cabeça para evitar lesões na cabeça.

E qualquer dos tipos de crise epilepsia que existem exigem é internamento hospitalar e não confinamento numa área que aumenta o stress de alguém que sofre ou sofria duma doença que cujo portador não pode sofrer este mesmo stress e fiquei pensativo onde estaria a medicação do cidadão em questão e se a mesma não terá sido confiscada por algum funcionário hiper-zeloso ou mega-estúpido que confundiu anti-convulsivos com droga ilegal...

Nos casos que possa exigir que os membros do paciente sejam seguros, jamais têm que ser algemados e têm que ser contido de forma gentil sem provocar lesão nem stress e o cidadão aparecer morto e algemado não foi epilepsia que o matou, mas sim um acto criminoso que tem que ser investigado e estes senhores do SEF, alguns deles universitátrios têm o QI dum frango de aviário com a doença das vacas loucas por terem cometido tamanha babaridade

Acontece que investigações feitas após as primeiras notícias e vindas a público tendo como prova a autópsia forense apresentam fortes evidências de crime de agresão até a morte do mesmo que se encontrava em agonia tendo a direcção do SEF ter sido demitida estado já a investigação em curso.

Os três animais ,  suspeitos estão em prisão domiciliar (deveriam era de ir para preventiva que já era feita justiça) e agurada-se futuras novidades.

Dizem que Portugal é uma país civilizado, e eu digo que é um país submisso aos turistas e aos borregos com diploma que estão no poleiro e atiram veborreia para domar o rebanho e eu cada vez estou mais farto desta ditadura que se diz Estado de Direito e eu gostava de saber aonde...

 

Perguntas da Esfinge: Isto ocorreu a 10 de Março, como só se soube hoje? Porque não internaram o cidadão ucraniano logo num hospital em vez de matarem? O que ganharam com isto? Porque não levaram prisão preventiva? Será que vai ser feita justiça?

O caso da suspensão do Soldado Hugo Ernano da GNR devido a morte de um adolescente cigano numa perseguição policial ainda está a fazer correr muita tinta porque apareceu hoje na edição electrónica do Correio da Manhã um artigo onde a ministra que não percebe nada de incêndios insiste na suspensão de Hugo Ernano, apesar da IGAI (Inspecção Geral da Administração Interna) recomendar a expulsão do mesmo; bem com esta recomendação fico a perguntar aonde estão os pareceres da CPCJ para retirar as crianças e adolescentes de ambientes onde potencialmente se possam realizar actividades criminais.

Acontece que as chefias da GNR pediram a mesma ministra que nada pesca de fogos florestais para levantar a suspensão, mas a mesma ministira insiste na punição e nesta volta um leitor do Correio da Manhã ofereceu mil euros para ajudar o soldado da GNR que está numa situação de miséria total e é apenas uma única ajuda até agora.

Gostava de saber porque estão a proteger um caso claro de crime e punir quem o combateu, mas daquelas mentes brilhantes do MAI que nem sabem o que combater um incêndio florestal de forma decente, tudo se espera até suspender um soldado da GNR quando as chefias apontavam para o sentido contrário porque até o tribunal de apelo retirou o crime de homicídioe não deixa de ser irónica esta suspensão porque o polícia que agrediu o homem e o idoso no final da temporada de futebol no final do campeonato da primeira divisão 2014/15 e que foram o estopim para os actos de violência que aconteceram depois no Marquês e nas áreas próximas nunca foi punido de forma exemplar sabendo-se que o mesmo polícia já tem várias queixas de violência policial antes da mesma agressão em Guimarães há pouco mais de um ano atrás.

Com estas atitudes por parte da tutela da Polícia e da GNR começo a entender cada vez mais porque os membros destas forças da lei e da ordem cada vez ligam menos a crimes e a arruaças graves como aquele caso do restaurante de Kebabs que ia sendo assaltado e foi defendido pelo dono, porque caso a polícia cumprisse com o seu dever ainda vinham acusar a PSP de racismo e aparecia a filial do Bloco de Esquerda chamada SOS Racismo a atacar a polícia.

Não devemos estranhar que as autoridades não se mexam muito no combate ao crime sobretudo quando este envolve outras raças e/ou etnias porque sabem se usarem da força, nem que seja um bastão, serão logo punidos pelo ministério que os tutela e assim sendo mais vale passar umas multas e dar umas dicas aos turistas e pelo meio identificar uns quantos malfeitores de menor importância e deixá-los andar para mais tarde voltarem a sua actividade.

Com esta forma de ver as coisas por parte do MAI em relação a actuação das forças das ordem mais vale acabar com as mesmas forças da ordem ou entãp transformá-las numa entidade de caça a multa para que a Gerigonça apure a máxima receita para se sustentar porque de resto as forças da rodem para mais nada servem no ponto de vista da ministra que não percebe de incêndios porque se agirem ainda podem ser despedidos por violência policial mesmo que esta seja justificada.

Cada vez menos entendo menos esta república onde o crime cada vez compensa mais e a legalidade cada vez compensa menos e este caso do Soldado Hugo Ernano é apenas mais uma prova que em Portugal o crime compensa e vai sempre comepnsar nesta república.

Ficam como sempre as minhas perguntas de sempre: Afinal o que a polícia ou a GNR podem fazer para combater o crime? Será que o crime compensa em Portugal? Quando é que as autoridades podem agir e fazer cumprir a lei? A ministra da administração interna sabe o que faz? Porque querem tanto punir o Soldado Hugo Ernano?

Como  querem que se insira os ciganos na sociedade se eles não cumprem a lei?

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Todos os anos por esta altura do ano além das touradas na televisão e da Volta a Portugal em Bicicleta, há outra "tradição" em Portugal que nada tem a ver com as outras e que cada vez faz mais danos e vítimas com a incúria dos vários ministros que têm o dever de evitar esta mesma "tradição" e vos estou a falar dos incêndios florestais que massacram todos os anos Portugal sempre por esta altura do ano.

Muito se fala e cada vez menos se faz na prevenção e depois aparece o ministro do ambiente a deitar água na fervura a dizer que poderia ser pior, mas pior do que este ano onde todos os distritos de Portugal Continental têm pelo menos um incêndio no seu território, o que pode ser pior do que isto e ainda temos que juntar a hecatombe da Madeira que parece o incêndio de Roma em 64 d.C. e que tal como o da Madeira teve origem criminosa.

Felizmente há particulares e empresas ajudar os bombeiros e ainda temos que falar do governo de Timor-Leste e dos governos de Marrocos e de Itália que ao contrário de Portugal têm esquadrilhas próprias anti-incêndios e cederam meios aéreos e o governo da antiga província ultramarina portuguesa a meio caminho entre a Ásia e o Pacífico decretou a doação de dois milhões de dólares para os bombeiros para as populações afectadas.

O Bola de Ouro vai mandar um donativo generoso para a sua terra e dois bancos abriram contas solidárias para os bombeiros, claques e clubes de futebol fazem angriações e isto tudo um bonito de se ver, mas aonde está a prevenção e não me venham com a desculpa das florestas que são propriedade privada porque nestes últimos casos não são raros os casos de proprietários multados por limpar a suas zonas florestais.

Não sei porque em tempos de crise acentuada ainda se usam meios de empresas privadas quando temos uma esquadrilha especializada da Força Aérea em incêndios como Espanha e Marrocos têm, aliás devemos de ser a única nação do mundo dito civilizado que não tem uma esquadrilha destas seja ela militar ou dos bombeiros ou dos parques florestais (como nos EUA), mas aqui em Portugal são mais ricos e querem continuar a sustentar este grande negócio que deve estar a suportar o poder político da república e por isso não se interessam nem em prevenir os incêndios florestais nem a punirem os incendiários porque há muito dinheiro escondido neste atentado terrorista chamado época de incêndios e falam em época como estivéssemos a falar da época dos melões ou dos dióspiros.

Chega desta conversa de época de incêndios e está mais do que do tempo de se investir na prevenção e como a chamada biomassa que são os detritos florestais podem ser usados como fonte de energia atravês de queima em centrais térmicas, a limpeza das florestas seja ela feita pelo Estado ou por particulares com a venda dos respectivos detritos vegetais nos pouparia rios de dinheiro em carvão e petróleo e não tínhamos os actos terroristas chamados incêndios florestais porque mesmo com o aquecimento global, Portugal não tem os picos de calor como tem a Austrália ou a Califórnia onde por muito boa que seja a prevenção, estes mesmos picos de calor inflamam a resina das árvores e estes mesmos incêndios são quase sempre notícia principal nos telejornais.

Se tanto o ministério da justiça, como o do ambiente ou administração interna não fazem puto em relação ao problema dos incêndios, sobretudo na prevenção, então façam um favor a nação e demitam-se ou despromovam os respectivos ministérios para secretarias de estado dependentes directamente do primeiro ministro porque não estão a cumprir com os respectivos deveres e como tal devem apresentar a demissão e os suportes desta gerigonça que nos governa: PAN, CDU (PCP +PEV) e BE devem questionar a atitude do governo perante os incêndios e como é o casos exigir responsabilidades, mas se estão calados como está o governo então são taõ bons quanto os incendiários estão de acordo que sejam privados a apagar os fogos em vez de ser a Força Aérea que por acaso tem aviões especializados na extinção de fogos que usam uma massa extintora em vez de água, mas as finanças dos partidos falam mais alto.

E ficam as perguntas de sempre: Que ganha com os incêndios florestais? Porque raio não se usa a Força Aérea para os meios aéreos e alugam-se aviões a privados? Porque não se pensa na prevenção usando-se por exemplo benificiários de RSI que se recusam a ir para cursos do Centro de Emprego? Quando é que este terrorismo do fogo posto acaba? Porque não instauram pena máxima de 25 anos para os incendiários sem hipótese de condicional? Do que a Gerigonça

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Este europeu de futebol realizado em França já está a ficar marcado pelos piores motivos, algo que não aconteceu há 12 anos num certo Europeu de futebol feito no cu da Europa.

Mais uma vez a violência foi a rainha em Marselha, terra do Pastis e doutras delícias francesas e que encontram algum paralelo aqui no burgo está a ser lugar de episódios violentos que estão a manchar de sangue o Euro 2016 que prometia muito e que no fim não vai ficar muito bem visto ao contrário do euro do Kinas onde houve sã convivência em todos os lados entre todas as selecções e respectivas claques.

Juntando as dezenas de feridos tem-se que lamentar a morte de um adepto inglês atirado para a linha do metro de Marselha presume-se por adeptos russos que têm estado no centro das atenções pelos piores motivos e a violência ainda não parou em Marselha e se prolongou pela madrugada adentro e só sobre a manhã teve alguma trégua só sobre a manhã de hoje. Os franceses ainda têm na memória o que aconteceu no Inglaterra - Tunísia no mundial de 1998 onde a violência foi rainha, mas não com estas proporções.

A organização condena os actos de violência, a UEFA segue na mesma linha de pensamento; mas nada é feito em termos preventivos como foi feito no Euro 2004 e uma potência económica e desportiva como França e que já sentiu na pele o hooliganismo não aprendeu o que aconteceu há 18 anos no mesmo país com um actor igual neste filme da violência chamado Inglaterra.

Mas a violência não só se cinge entre russos e ingleses, a violência já apareceu entre franceses e norte-irlandeses e que apanhou polacos a entrada de um bar onde os celtas e os polacos estavam numa boa a beber uns copos e na saudável palheta começaram a ser provocados por hooligans franceses e onde resultou 3 feridos entre os norte-irlandeses e um ferido do lado dos polacos.

É triste saber-se e ver-se ests casos de violência no futebol e num país cheio de fleuma como a França que se arma em grande perante os outros, afinal de grande só tem a dimensão porque em termos de segurança este europeu de futebol está a ser uma desgraça compeleta e infelizmente não deve ficar por aqui porque os ânimos estão agitados demais e a violência não vai ficar por aí para mal dos verdadeiros fans do desporto-rei seja qual for a sua nacionalidade.

Não sei para que serve o aparato de segurança montado neste europeu que foi multiplicado devido aos atentados de Paris e Bruxelas, mas que no fim das contas não serviu de nada porque a violência existe e vai continuar a a existir neste europeu e nesta altura do campeonato as autoridades maiores do futebol europeu devem estar arrependidos de terem dado a organização do eurpoeu aos franceses quando porque noutras organizações de europeus depois do 9/11 nunca houve casos de violência como estes e foram organizações que a primeira vista pouco se confiava como o nosso Euro 2004 ou anterior certame organizado pela Polónia e pela Ucrânia onde se jogou futebol e não houve casos de violência a assinalar.

Espero que esta violência seja controlada e cortada de uma vez, porque a UEFA deixou o aviso tanto a Rússia como a Inglaterra se a violência continuar, ambas as selecções serão sumariamente corridas do torneio (pelo menos) e as punições poderão não ficar apenas por aqui e é lamentável ver duas potências do futebol europeu e mundial serem corridas do maior certame futebolístico do seu continente porque os os respectivos adpetos não sabem respeitar o torneio e nada disto aconteceu no distante Euro 2004 realizado no cu da Europa o qual ainda é elogiado por todos passados estes anos todos.

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Que beleza de gerigonça que nós temos e não estou a falar dos cortes nos colégios, mas sim de eventos mais graves que estão a vista de todos e são graves sobretudo porque violam de forma descarada a Lei Fundamental como está a acontecer na zona da Mouraria.

Para os mais distantes da realidade alfacinha, a Mouraria era o antigo gueto muçulmano nos tempos da dinastia de Borgonha ou Afonsina que foi sendo desmantelado ao longo do tempo, mas o nome ficou e a comunidade islâmica portuguesa que ficou quase reduzida a zero com a Inquisição, ganhou força depois do fim da Inquisição, mas sempre bem integrada em Portugal e aumentou sobretudo com a descolonização e com os imigrantes das antigas províncias ultramarinas por um lado e por outro lado através da imigração de outras nações cujos cidadãos assentaram arraiais em Portugal.

 Mas esta massa muçulmana se adaptou bem sem precisar de tenças da CML para construir a Grande Mesquita de Lisboa na zona da Praça de Espanha e até mesmo para mesquitas mais pequenas que funcionam em casas de fieis ou pequenos edifícios mantidos as custas dos próprios fieis o que é normal num estado que se afirma laico como é o caso da república portuguesa.

Aliás a ajuda estatal a qualquer credo religioso está proibido por lei e as únicas ajudas que podem ser dadas a instituições religiosas é quando estas prestam serviços as comunidades locais como serviços de saúde, escolas ou similares ou apoios a terceira idade, de resto quem quiser ajudar uma seita ou religião ajude do seu próprio bolso, seja de forma directa ou seja via declaração de IRS.

É uma vergonha o que presidente da CML, quem nem sequer foi eleito, mas sim nomeado pelo actual Führer da república quando este se lançou ao assalto ao poder com a ajuda da esquerda espartaquista e este mesmo presidente da CML não está a meter o socialismo na gaveta, mas sim está a meter a constituição na casa de banho para que esta sirva de papel higiénico porque esta é usada pelo poder da república não bitola para a criação de legislação, mas sim como arma de arremesso no combate político que não raras vezes é reles nesta nação que quase tem mil anos.

Curioso ver os partidos políticos da república sejam de que espectro forem, calados e submissos, perante uma arbitrariedade contra uma comunidade empobrecida e que está aos poucos a recuperar a sua própria auto-estima e devido a paranóia pelas pracetas e praças para os turistas e pelo verde, o Sr. Medina da CML vai tirar casas a habitantes de Lisboa usando a ferramenta do chamado Interesse Público, mas qual será o interesse público de uma mesquita e de uma praça ou praceta para as turistas mostrarem as coxas no pino do Verão sobretudo numa Sexta Feira para deixar os ânimos alterados com os imans ou mullahs que não vão gostar de  ver tanta coxa ao léu.

Religiões a parte, começo a pensar se o Sr. Medina não estará a pensar a mandar abaixo parte da Rua Palma para fazer uma super praça devido a sua paranóia com praças e com espaços verdes e que tem traços de megalomania que lembra as ideias de Adolf Hitler quando queria transformar Berlim na temida Germânia projectada por Albert Speer; e parece que, as aulas de história estão esquecidas para estes doutores da mula russa que cedem a interesses e não pensam no povo comum que não precisa nada disto, mas sim precisa de casa, educação e pão para não falar na saúde.

Esta megalomania ecologista do Sr. Medina vai-nos sair do coiro, ou seja, dos nossos impostos e ao mesmo tempo que se viola o príncipio da lacidade do Estado e a chamada gerigonça e os seus defensores estão calados enquanto alguns portugueses vão ficar sem casa e alguns imigrantes bem intergrados na comunidade vão ficar sem o seu negócio, o seu ganha-pão e os seus pseudo-defensores estão silenciosos, cúmplices com este crime que usa a ferramenta do chamado interesse público.

Como sempre as minhas perguntas: Qual o interesse público numa nova praça em Lisboa ou numa nova mesquita? Será Fernando Medina um taliban infiltrado? Aonde está a lacidade do Estado? Que interesses existem nestas ideias de Medina?

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Na semana passada veio no períodico Sol dois peritos em explosivos, professores universitários afirmam aquilo que muitos de nós portugueses comuns já sabíamos que o Caso Camarate foi um atentado muito bem construído.

Segundo os mesmos peritos o magnicídio de 4 de Dezembro de 1980 foi uma verdadeira uma obra de arte do crime porque bastou uma carga explosiva relativamente pequena, o suficiente para incapacitar os pilotos e segundo o perito Henrique Miranda foi encontrada na pista da Portela uma cabeça de uma granada colocada no trem de aterragem e detonada graças a um fio de pesca e esta teoria ganha a sua base graças aos detritos enontrados desde da descolagem do avião que levava Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, os pilotos e os acompanhantes dos dois líderes principais da AD que tentava civilizar Portugal.

Se sabe que o Ministério Público tentou de todas as formas que o atentado de Camarate fosse considerado "acidente" e todos nós sabemos os interesses escondidos que existem por detrás deste atentado cuja culpa morre solteira devido aos interesses das sociedades secretas que são o real governo da República Portuguesa desde da sua génese há 105 anos e estas tentaivas foram ao ponto de falsificar provas para que quaiquer teses de atentado fossem feridas de nulidade.

Como podem ver há muitos poderosos que têm um interesses especial que nunca se saibam quais são os culpados porque muito do poder actual da república tem culpas no cartório porque se Portugal fosse uma nação que não tivesse estes percevejos pestilentos das sociedades secretas que nos andam a moer a cabeça há mais de cem anos e apesar do que diz a Lei Fundamental que diz que o poder vem do povo, eles são o verdadeiro poder ao ponto de terem assassinado dois ministros que estavam ao ponto de descobrir grandes negociatas e por isso foram assassinados e nesta volta até um jornalista se matou porque estava perto demais de saber a verdade sobre um dos episódios mais negros da História de Portugal.

Como sempre as perguntas de sempre: Quem são os cabecilhas deste atentado? Porque tanto quis o Ministério Público o arquivar? Quem matou Sá Carneiro, Amaro da Costa e restante comitiva? O que ganharam com este crime de lesa-pátria? Qual o papel dos actuais políticos neste atentado?

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Sou contra qualquer espécie de fanatismo apesar de ser nacionalista e ver que em Portugal certas etnias ou raças têm melhor atendimento em alguns serviços do que outras apesar de também serem humanos como  os outros; mas não é sobre o apartheid português; mas sim sobre o crime acontecido hoje em Paris, França e que está a chocar o mundo inteiro até os muçulmanos e que além de ir contra as leis corânicas serve de fermento para o bolo que vai ser a vitória da Frente Nacional nas eleições gerais francesas deste ano da graça do Senhor de 2015.

Um grupo constituído por três terroristas islámicos, dois deles de nacionalidade francesa e outro que não se sabe ainda a nacionalidade assasssinaram 12 pessoas num atentado feito contra o jornal satírico Charlie Hebdo e dentro destas 12 vítimas estão o corpo editorial do jornal e dois polícias, mas são seres humanos e filhos de Deus e apenas Deus tem o direito de tirar a vida e isto vem decretado no Sagrado Alcorão e os três animais que são apenas mais uns quantos esbirros da verdadeira besta bíblica que se urge combater.

Pelo que se sabe um dos suspeitos já se entregou as autoridades e outros dois estão ainda a monte e as autoridades francesas temem vinganças e represálias contra este massacre e ainda antes do encerramento da edição deste artigo os outros dois suspeitos não foram ainda apanhados e depois não comecem a estranhar que muitas nações na Europa comecem a ser islamofóbicas como a Noruega ou os movimentos extremistas comecem a ganhar votos sobretudo a conta da incompetência das autoridades actuais e não nos podemos esquecer que em Maio do presenter ano de 2015 há eleições gerais em França (assim como va haver no Outono'15 em Portugal) e este massacre é meio-caminho andado para que a Frente Nacional francesa ganhe as eleições gerais logo a primeira volta e o mais certo, é nós, portugueses começarmos a em far esta guinada mais a direita em vez de eleger o Edil com cheiro a açafrão manhoso como Führer de Portugal para felicidade geral da nação.

Mas voltando a vaca fria, algo que me deixa intrigado é como os assassinos do atentado ao Charlie Hebdo conseguiram obter uma AK-47 e um lança-rockets quase com a mesma facilidade que se compra um maço de tabaco ou 1 kilo de laranjas e quem financia esta verdadeira máfia religiosa que é a prostituta que vem montada na besta e este facto me deixa estupidamente intrigado.

Vamos ver se em Portugal não vão acontecer casos semelhantes, porque se acontecerem, algo tem que ser feito para defesa da nossa nação e não podemos julgar todos os islámicos como terroristas, sobretudo quando boa parte dos portugueses ditos puros têm costela moura, embora seja de bom tom se reforçar a vigilância e se querem saber quem poderão ser os financiadores de redes terroristas e vai a lista: lojas de chamadas e de serviços de comunicações propriedade de africanos nascidos na zona do golfo da Guiné que é um dos grandes núcleos islámicos e recrutamento de terroristas, lojas de artigos electrónicos que são propriedade de asiáticos de origem não-chinesa, as lojas de souvenires que aparecem na baixa de Lisboa, os astrólogos e curandeiros do estilo "professor Bambo" ou os restaurantes de kebab halal e de donner kebab.

Como podem ver o financiamento dos fundamentalistas está ao virar da esquina e é o nosso dever nacional não contribuir para que este vírus chamado terrorismo não se espalhe porque se espalhar obriga que sejam tomadas medidas de excepção como as que foram tomadas para que se acabasse com a segunda guerra mundial tal como controlo da emigração ou em casos extremos, campos de concentração ou medidas semelhantes e depois aí nem quero pensar onde vai desembocar.

E ficam as minhas perguntas: Se no Sagrado Alcorão diz para não matar, então porque matam em nome da religião ? Porque usam em vão a religião quando este mesmo uso é uma blasfémia grave ? Será que se tem que tomar medidas extremas para acabar com o germe chamado terrorismo ?

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Não existe outra forma de descrever a resposta do STJ ao recurso apresentado pelo soldado da GNR Hugo Ernano em relação a pena de 4 anos de pena suspensa e ao pagamento de 45 mil euros aos familiares de um cigano que foi antigido a tiro pelo mesmo soldado da GNR quando este mesmo GNR impedia um assalto em Loures cujos autores eram dois ciganos, o que foi morto por Hugo Ernano quando este mesmo tentava impedir o crime e pelo pai do cidadão em questão que caso tivesse nos tempos do Holocausto tinha que usar um triângulo castanho.

Não sabia que agora se disparar uma arma de fogo para se impedir um crime era crime e agora tem que se deixar que o crime aconteça em especial se for feito por ciganos e nem é preciso ir a Loures para se ver este facto, basta qualquer um de nós andar a passear nuam das ruas da Baixa de Lisboa com ar despreocupado para ser abordado por um ou mais ciganos que nos querem venderem haxixe, embora segundos conhecedores da matéria, dizem que é "produto" falsificado ou adulterado e no caso do haxixe há quem fale em caldo knorr derretido misturado com alecrim e outros falam em óleo de eucalipto com o mesmo o knorr ou mesmo eucalipto puro e depois endurecido e pelo que sei o óleo de eucalipto puro é tóxico e chega a ser mais venenoso do o haxixe em si por bastam 5 ml do mesmo óleo para intoxicar gravemente uma pessoa adulta e a dose máxima recomendada para um adulto é 0,5 ml por kg de peso corporal e ninguém diz nada e os mesmos ciganos se acobardam asssim que farejam a polícia.

Esta decisão do supremo dá que pensar se mais vale as autoridades deixarem o crime acontecer, seja ele qual for, sobretudo se envolver ciganos do que evitar o crime porque se fizerem alguma coisa, nem que seja algemar um criminoso cigano, um qualquer agente da autoridade fica sujeito a ser julgado por "racismo" ou "abuso da autoridade"; mas quando um ou mais ciganos desatam aos tiros aos carros das autoridades ou as pedradas ou mesmo matam algum polícia ou civil não-cigano isto já não é "racismo" e quando vejo casos como estes fico a pensar se estudei com os dicionários certos ou alçgo aqui que não bate bem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Qual a definição de racismo ? Afinal as forças da ordem não podem exercer autoridade em especial sobre os ciganos ? Estão a provocar a extrema direita ? Afinal que circo é a justiça em Portugal ? Aonde está a justiça em Portugal ?

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