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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Com os socialistas no poleiro tinha que voltar a baderna ao poder político da república um grupo de deputados socialistas e sociais-democratas (21 do PS e 9 do PSD) requeram ao Tribunal Constitucional a inconstitucionalidade da medida que acabava com as reformas dos políticos que não estão em funções e entre os deputados signatários se encontra o antigo presidente do governo regional da Região Autónoma dos Açores, Mota Amaral... e da antiga ministra da saúde depois da igualdade (ministério o qual não se sabia para que servia) e utilizadora de laca compulsiva e além disso tudo, candidata a presidente da república e amiga de velhinhos em lares....Maria de Belém.

Os comunistas num raro acto de dignidade nesta república, os deputados da bancada da CDU se apressaram a recusar o regresso da subvenção e este regresso foi aprovado e faz jurisprudência e agora os deputados que têm a dignidade de a recusar não sei como vão fazer esta mesma recusa, mas deve haver algum documento ou algo parecido e Maria de Belém assume em altura de campanha eleitoral que assinou o pedido e esta reposição vai custar 10 milhões de euros aos portugueses e se saber isso em semana de eleições presidenciais e com a troika a vir aí é o belo e o bonito.

A lista dos meninos bonitos que assinaram o requerimento é a seguinte: Alberto Costa (PS), Alberto Martins (PS), Ana Paula Vitorino (PS), André Figueiredo (PS), António Braga (PS), Arménio Santos (PSD), Carlos Costa Neves (PSD), Celeste Correia (PS), Correia de Jesus (PSD), Couto dos Santos (PSD), Fernando Serrasqueiro (PS), Francisco Gomes (PSD), Guilherme Silva (PSD), Hugo Velosa (PSD), Idália Serrão (PS), João Barroso Soares (PS), João Bosco Mota Amaral (PSD), Joaquim Ponte (PSD), Jorge Lacão (PS), José Junqueiro (PS), José Lello (PS), José Magalhães (PS), Laurentino Dias (PS), Maria de Belém Roseira (PS), Miguel Coelho (PS), Paulo Campos (PS), Renato Sampaio (PS), Rosa Maria Albernaz (PS), Sérgio Sousa Pinto (PS) e Vitalino Canas (PS); e esta lista ilustre e no caso dos socialistas são todos socratistas o que não deixa de ser interessante.

Pago para ver qual vai ser a reacção da esquerda espartaquista que serviu de bengala para a subida ao poder a António Costa e qual a reacção do líder da oposição, Passos Coelho; porque no caso da esquerda tirar o tapete a António Costa, este vai ficar nas mãos de Passos Coelho e se este quiser uma vingançazinha poderá dar ordem aos seus deputados para seguirem o sentido de voto da esquerda e aí o governo vai cair ainda antes da posse do sucessor de Cavaco Silva no Palácio de Belém e não sei qual a ferramenta constitucional que poderá ser usada se um governo cair no hiato que vai da eleição de um novo presidente da república até a sua eleição.

Vamos ver quais vão ser as reacções a esta medida dos juízes do Palácio Ratton que é uma cacetada nos nossos impostos para satisfazer a aristocracia da república que tem roubado Portugal nos últimos 106 anos e vai continuar a roubar e uma medida que seria um alívio para este roubo foi anulada por um abaixo-assinado de meia dúzia de aristocratas da república e ironicamente quando uma qualquer petição junta milhares de assinaturas quase nunca é votada no parlamento e quando o é, o pedido feito na petição é sempre recusado e são petições em muitos casos que ultrapassam as 20 mil assinaturas.

Não sei qual o valor democrático desta decisão porque foram apenas 30 aristocratas a  pedir a revogação de uma lei, sobretudo quando esta lei vai prejudicar o povo e um dos signatários se afirma socialista e defensora do país real e ao assinar tal peitção mostra que não deve ser assim como ela diz ser algo como fosse um Paulo Portas de saias e sem submarinos para ser massacrado pelos espartaquistas que deram o braço a António Costa para este ser Führer da nação chamada Portugal que vai a caminho do pântano e da bancarrota a passos largos e mais uma vez com a ajuda do PS como pareceio habitual das entradas da troika em Portugal e dos respectivos resgates para afundar um pouco mais a moral nacional já de sim na fossa.

Como sempre ficam as minhas perguntas de sempre quase sempre sem resposta: Onde está o interesse democrático dos signatários deste pedido? Quem vai pagar a factura deste pedido? O que a troika vai achar desta ideia? Será que a troika vai aprovar? Porque não canalizam estes 10 milhões de euros para outras despesas públicas mais importantes?

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PS, Bloco e PCP têm 20 dias para se entenderem sobre austeridade

 

 

 

 

 

A união à esquerda ainda tem falhas: devido à falta de acordo entre o PS e os restantes partidos da esquerda, em especial o PCP, as propostas sobre redução dos cortes salariais, sobretaxa e CES acabaram por não ser votadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público Online)

As primeiras desavenças entre CDU e BE por um lado e PS por outro já começaram e logo num dos dossiers mais sensíveis que ficaram dos tempos de Passos Coelho que é a sobretaxa do IRS e tudo o que esta mesma sobretaxa implica e as desavenças se devem a questões de pormenor que nenhuma das partes quer dar o braço a torcer ao ponto dos diplomas sobre a eliminação da sobretaxa do IRS não terem passado pelo crivo de uma votação parlamentar e desceram directamente para a comissão parlamentar respectiva porque as desavenças eram tão grandes que no caso destas serem submetidas ao voto dos deputados da república seriam pura e simplesmente chumbadas e o governo voltaria a cair qual governo dos 5 minutos da primeira república.

Por isso talvez num acesso de rara sabedoria os deputados no seu todo votaram a favor desta medida como todas as medidas mais fracturantes levaram o mesmo destino e com isso o novo Führer de Portugal, António Costa; vai passar a próxima semana em reuniões com os partidos da esquerda parlamentar, incluindo o PAN para chegar a um entendimento sobre estas medidas porque o X da questão em relação a sobretaxa ou melhor falando em relação a eliminação da sobretaxa porque a esquerda espartaquista queria a eliminação fosse feita de forma o mais rapidamente possível e o PS queria que fosse ao longo do próximo ano e a coligação da oposição queria que esta eliminação faseada fosse até 2019.

E esta não é a única desavença porque outra se aplica na procriação medicamente assistida ou mais conhecida por fertilização in-vitro onde ambas as partes do novo poder pensa de forma bem distinta uma da outra e ao contrário da sobretaxa onde o problema reside apenas no promenor de como a redução será feita até a sua eliminação; esta mesma desavença não reside nos pormenores, mas sim nos diplomas que são demasiadamente díspares para que haja algum entendimento e esta possível desavença provavelmente seria aproveitada de uma forma maquiavélica pela coligação da oposição para dar o primeiro chumbo a Costa.

Para ajudar a festa já de si agitada, a múmia de Belém que diz trabalhar perto dos Pastéis de Belém e do Starbucks de Belém (onde de certeza tem que ir beber um café para ver se coloca a cabeça a funcionar) no discurso da tomada de posse do novo Führer da nação deixou um aviso quando faltam menos de dois meses para o fim do seu mandato onde deixou um aviso ao novo Führer da nação onde afirmou que não pode dissolver a assembleia da república (a regra de protecção de dissolução de 6 meses foi criada aquando da primeira revisão da constituição em 1989 estando Cavaco Silva como Führer da nação e Mário Soares como presidente da república para que um governo tivesse alguma estabilidade; mas contudo que pode demitir o governo. E este discurso deixou muita gente descontente sobretudo nos sectores mais virados a esquerda.

Com este cenário agitado estou a espera para ver o que as reuniões de António Costa com os seus apoios parlamentares vão resultar e se não vamos entrar numa nova crise política antes de 24 de Janeiro, data das eleições presidenciais e que fecha este ciclo de eleições todos os anos se nada de extraordinário acontecer só se volta a votar em termos nacionais em 2017 com as eleições municipais e dois anos depois com europeias e nacionais (lesgislativas) no mesmo ano e o presidente da república em 2021; mas atenção que estou a falar no caso do governo Costa chegar ao fim do seu mandato que apesar de não ser da minha cor partidária, espero que aconteça sobretudo se o seu consulado não for manchado por nenhum caso de corrupção ou coisa parecida porque aí então a música será outra.

Vamos ver se Costa consegue acordo porque nem eu e muito menos a nação estão com pachorra para trocar 6 por meia-dúzia em termos governativos porque se não haver acordo o governo de Costa depressa se torna um governo de gestão e então se fosse para isso ficaria lá Passos Coelho e depois duvido que os mercados reagissem de forma tão amistosa como reagiram a queda de Coelho e a ascençaõ de Costa e até mesmo esta situação dos mercados da dívida deixou-me pensativo porque ainda em tempos de Sócrates pouco antes deste tombar da cadeira, não por causa do caso das sucatas, mas por uma birra da múmia de Belém, os mercados da dívda estavam tão agitados que a Troika teve que entrar com as consequências que todos sabemos porque os juros da chamada dívida soberana estavam além dos 10% em todos os prazos; mas enfim é apenas uma ideia para ser pensada.

E ficam as minhas perguntas de sempre e quase sempre sem resposta: Vamos ter governo para 4 anos? Será que António Costa vai cumprir tudo o que disse? Se as reuniões correrem mal, o que poderá acontecer?

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Esta nação chamada Portugal é um case-study naquilo que nunca deve aconecer, mas acontece, lembrando aquelas aldeias das novelas da Globo onde aconteciam coisas do arco da velha e a nova coisa que tem dado que falar é a escolta montada à porta da casa de Ricardo Salgado e que mobiliza pelo menos 8 polícias.

Antes da fusão das esquadras da baixa em duas super-esquadras: Rua da Palma e Rua da Prata (onde antes funcionavam as antigas instalações da Companha Colonial de Navegação, depois renomeada Companhia dos Transportes Marítimos/Companhia Nacional de Navegação) haviam várias pequenas esquadras de Polícia espalhadas pela cidade de Lisboa e estas mesmas esquadras nunca tinham mais do que um graduado de serviço e mais dois ou três subalternos de serviço e a mesma regra se aplica as esquadras alocadas como a do metro de Lisboa ou a do Centro Comercial Colombo.

Como não fosse o excesso de meios para fazer manter a medida de coacção aplicada ao homem que se dizia ser o dono de tudo e que no fim tudo caiu de forma ruidosa e que o caso dos clientes do papel comercial agudiza mais este mesmo estrondo de um banco e dum grupo financeiro centenário que começou a desabar quando a sua filial angolana começou a ruir e alguns negócios do grupo Espírito Santo começaram a sofrer prejuízos quase inexplicáveis e que ao contrário do BPN houve mesmo risco sistémico porque além dos clientes do papel comerical (obrigações de muito curto prazo que funcionam como as letras que antes se usavam quando se compravam bens a prazo, mas que não têm qualquer garantia e têm como prazo máximo 9 meses ou 270 dias) e que cujos perigos já tinha sido vaticinados há mais de 20 anos pelo extinto jornal Semanário nos tempos áureos do cavaquismo em que as obrigações e produtos financeiros de curto prazo (excepto contas a prazo) eram ratoeiras e risco de perda não compensava o investimento.

E voltando a vaca fria: além do claro excesso de meios policiais e que os desvia das funções da polícia existem os custos financeiros porque esta prsão domiciliária com escolta custa várias vezes mais ao erário público do a pulseira electrónica e nós a pagar como sempre como já não fosse o suficiente o rombo da queda do GES e ainda muito mais ainda está por pagar e vamos ver se os culpados por este escândalo algum dia pagarão pelo que fizeram.

E ficam as perguntas de sempre: Porque raio uma prisão domiciliária nos sai tão cara ? Não seria mais económica a pulseira electrónica ou a prisão preventiva ? Quanto nos vai custar este caso ?

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Depois do referendo que foi um murro na mesa da Grécia em relação a austeridade e que custou a saída do carismático Yanis Varoufakis, ministro das finanças do governo espartaquista do Syriza, agora está a regredir como tivesse sob o efeito de algo potente como era hábito em alguns grupos de rock dos anos 70 e 80 (sobretudo os britânicos) para estarem mais inspirados, viagens as quais foram a génese de muitos diamantes da música mundial.

o novo ministro das finanças do governo espartaquista grego, Euclides Tsakalotos, propôs um plano mais austero do que a austeridade que foi chumbada de forma violenta no referendo e esta mesma austeridade 2.0 cuasou agitação na Grécia e para ajudar a festa nem a troika, nem a Alemanha e nem a Finlândia aceitam o plano de Atenas que ainda mais austero do que o primeiro plano de austeirdade lançado pela própria troika.

Quando li isso na imprensa fiquei assim meio entropecido e me senti estranho e na dúvida do que raio querem da Grécia porque a situação está a ficar preta e os que sofrem mais são os mais fracos enquanto o poder político não dá o exemplo e não aperta o cinto mostrando que numa república como a grega ou a portuguesa, os políticos eleitos são praticamente todos iguais com algumas excepções.

Agora os senhores da austeridade ainda querem impor mais austeridade e os políticos gregos não sabem dar resposta e aquele clone que é resultado da mistura do ADN de Adolf Hitler com o Dr. Estranhoamor (Dr. Strangelove, presonagem principal do filme homónimo) que dá pelo nome Wolfgang Schäuble e é ministro das finanças alemão do 4º Reich liderado pela Eisenkanzelrin Angela Merkel e que ainda hoje disse que queria a Grécia fora do euro.

Segundo a agência de rating Moody's não seria nada do outro mundo, todavia a mesma agência deixou uma advertência que esta situação de calmaria não duraria para sempre e tanto a Espanha como a França já desceram ao terreiro e foram contra a ideia do clone do Dr. Strangelove de correr com a Grécia do euro.

Se a Grécia saísse por sua vontade se poderia aplicar a teoria keynisiana de se colocar o máximo de dinheiro a circular sobretudo graças a um câmbio fraco e uma forte carga exportadora como se vê na China Vermelha, mas ninguém na Grécia tirando Varoufakis pensa assim e quando não se quer meter dinheiro a circular com uma moeda fraca como um novo dracma, o melhor a fazer é deixar ficar as coisas como estão e tentar recuperar a economia grega usando todos os meios possíveis dentro do espaço da eurolândia e desta vez a culpa não foi dos espartaquistas, mas sim do dueto entro conservadores e socialistas (sobretudo estes últimos que aldarbaram em grande as contas da Grécia para que esta entrasse no euro logo na primeira fila como Portugal e Espanha).

Como sempre vos deixo as minhas perguntas sem resposta: Porque querem a Grécia fora do euro se não a ajudam ? O que pensa o clone do Dr. Strangelove da eurolândia ? Merkel pensa que é Adolf Hitler ? Que caminho vai levar a Grécia no futuro ?

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O ministro terrível que foi o pesadelo da eurolândia nazificante que lembra e muito os tempos negros do nazismo e do fascismo embora a forma de eliminar os seus opositores seja mais delicada do qur foi usada na chamada Shoa embora seja igualemente infame.

Varoufakis dos poucos, senão mesmo o único, a bater o pé uma europa dominada pela Alemanha o que faz que o melhor britânico de todos os tempos dê várias voltas na sepultura porque tal ideia no mínimo lhe metia nojo porque a sua nação enquanto os americanos não foram espicaçados pelos japoneses deu muito sangue, suor e lágrimas e muitas vidas foram sacrificadas em nome da liberdade numa Europa ocupada e esmagada pela Alemanha e pelos seus esbirros com 5 excepções: Portugal (neutal e dúbia), Espanha (que era colaboracionista), Suíça, Suécia e a Ilha de Malta (colónia inglesa e que nunca foi ocupada pelo Reich).

Agora o retiraram de cena porque ele organizou a festa toda do Syriza e agora colocam um mais macio para negociar com o Novo Reich, e assim, de repente quase como um flash me lembrei que a situação de Varoufakis lembra de uma certa maneira a situação de Salazar quando este estava a caminho do poder absoluto em Portugal porque Salazar na sua primeira tentativa de tomar as rédeas da nação também não lhe deram as condições que ele queria para segurar a nação que estava em estado caótico devido aos reviralhos e a crise económica que vinha desde do Ultimatum e aumentada com a crise dos monopólios do tabaco.

E por isso Salazar ao contrário de Varoufakis, não foi corrido, mas demitiu-se e depois quando a república estava tão arruinada como a Grécia está agora e como em breve deve estar Portugal se não haver ninguém que trave a recessão que estamos e que vamos continuar graças a termos entrado numa moeda demasiadamente forte para um país exportador como Portugal.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Será Varoufakis um génio das finanças públicas como Salazar ? Porque correram com ele ? Qual o destino da Grécia e de Portugal ? Porque não se referenda a austeridade em Portugal ? Porque não referendamos a permanência no euro ? Quem causou a saída de Varoufakis ? Quem ganha com a sua saída ?

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A toda poderosa presidente do FMI, a francesa Christine Lagarde veio dizer que têm que ser feitos ainda mais cortes nas reformas no geral e nos salários da função pública que estão congelados desde dos tempos de Sócrates e que os cortes que já foram feitos ainda não são suficientes.

Quando li estas palavras da presidente do FMI fiquei de cabelos em pé porque em termos de sofirmento com os resgates da troika, Portugal já tem um doutoramento porque já vamos no terceiro e sempre foram dádivas de governos socialistas e gostava de saber qual a nação que cosnegue sobreviver se alguém ou alguma instituição arranjar tudo e mais alguma coisa para que o dinheiro neste mesmo país fique parado e comece a perder valor como aconteceu na Alemanha de Weimar.

A Grécia está tomar os caminhos da Alemanha de Weimar embora ainda haja uma aparente lucidez no governo espartaquista que rege a Grécia, fazendo aquilo que um grande inglês fez nos tempos da Segunda Guerra Mundial que é enfrentar a Alemanha e todos os verdadeiros inimigos da democracia de peito feito e sem quaisquer problemas ou receios e ao mesmo tempo dando um apoio moral a população de um império que sofria os horrores da guerra.

Sim o problema está numa Alemanha excessivamente poderosa ao ponto de ter em seu território o banco emissor do euro e cada vez que a Eisenkanzelerin abre a boca, a sua palavra toma força de lei sobretudo na chamada eurolândia com a excepção da Grécia.

Mas voltando a encarnação francófona de Heinrich Himmler, hoje também se soube que o seu nome aparece ligado a casos de corrupção no FMI o que abate toda a sua moral e prosápia nas críticas que faz aos chamados PIGS (Portugal, Irlanda, Grecia e Espanha) e nas exigências de mais cortes; e esta suspeita é muitíssimo mais grave do que as suspeitas ou acusações do seu antecessor Strauss-Khan e o seu apetite por sopeiras e criadas de quarto de hoteis de luxo e por isso deveria de pedir de imediato a sua demissão.

Pois deveria, mas a influência germânica pesa muito e Strauss-Khan não era muito das graças de Merkel e do seu séquito maçónico-proto nazi e por isso aproveitando o seu apetite deveras particular colocaram esta senhora que já lixou uma nação e quer arranjar todas as formas de lixar Portugal e ainda não sabe como nos vai afundar ainda mais e todos aqui no burgo estão calados enquanto no resto da Europa tudo grita e ninguém pede a demissão desta mesma senhora devido aos casos de corrupção em que o seu nome aparece envolvido e assim vai a glória deste mundo-cão que é o nosso:

Como sempre as perguntinhas: Qual o motivo de Christine Lagarde querer lixar Portugal e a Grécia ? Afinal quem manda no FMI ? Porque deram tanto poder a Alemanha ? Porque em Portugal são tão mansinhos ? O que é preciso fazer para acabar com esta situação ? Afinal o que andam a fazer com Portugal ? Com isso tudo, há alguém que me diga para que nos serve a república e o seu presidente e restante corte ?

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A situação grega em termos de economia está praticamente resolvida de forma trágica porque graças as grandes negociatas e jogo de mentiras sobretudo dos socialistas com um toquezinho dos primos gregos do PSD chamados de Nova Democracia.

Foram submarinos, foram contas aldarbadas para que a Grécia entrasse no pelotão da frente do euro, foram obras sobrefacturadas e inacabadas nos jogos olímpicos como se viram os lançamentos serem feitos não no estádio olímpico, mas sim no estádio Panatenaico que foi o palco dos primeiros jogos olímpicos da história moderna além da piscina que era para ser coberta e acobou por ficar sem cobertura que até acabou por ter o seu lado positivo porque sabemos que os verões gregos são tragicamente implacáveis em termos de calor.

E o acumular de mentiras e de más governações ao longo dos anos é uam das causas desta situação, mas governações que vêm pelo menos desde do tempo do regime dos coronéis e este lodo de má governação se tem acumulado nestas últimas 4 décadas e quando o Syriza chegou ao poder, o desastre já estava feito e os cortes da austeridade da Troika apenas serviu como mais um prego na crucificação da economia grega que nunca esteve boa nem nunca foi grande coisa.

A situação grega cada vez me lembra mais a situação da Alemanha da República de Weimar onde um governo dependente de ajuda exterior para se manter, acabou com as calças na mão assim que aconteceu o crash de 1929 e a Grande Depressão causando mais miséria do que aquela que já havia na Alemanha nas consequências da primeira guerra mundial e assim se abriu a caixa de Pandora dos extremismos com as consequêncis que quase todos nós conhecemos e não esquecer que a terceira maior força política grega é o partido neo-nazi Aurora Dourada.

E esta semelhança entre o actual cenário grego em termos de economia e a semelhança com a Alemanha de Weimar é gritante e a situação na qual o Syriza encontrou a Grécia foi praticamente a mesma a qual Adolf Hitler encontrou a Alemanha quando foi nomeado Chanceler da Alemanha, acontece que na Grécia o chanceler veio da Liga Espartaquista e o NSADP está na oposição por enquanto; mas não deve ser por muito tempo porque a situação grega cada vez está mais negra.

E numa coisa ambos estão de acordo: é que a UE está a afundar a Grécia e vamos ver se não vamos abrir de novo a caixa de Pandora dos extremismos porque porque a situação na Grécia está preta e perigosamente semelhante a da Alemanha em 1933 e depois quase todos nós sabemos o que aconteceu menos os tubarões da UE e restantes cardumes anexos porque quando andaram no liceu chumbaram em História e de forma particularmente violenta porque se esqueceram que medidas e situações semlhantes provocaram quase o final da existência humana há 80/90 anos atrás anda nas primeiras três décadas do século passado.

Como sempre vos deixo as minhas perguntinhas sem resposta: O que acontecer na Grécia afectará Portugal ? Porque quando há uma bancarrota ou algo semelhante na Europa há sempre um governo socialista no meio da festa ? Será que vamos ter um ressurgir do fascismo na Europa ? Porque quando há esterco na Europa acontece sempre nas repúblicas ? Será a repúblca um regime ultrapassado ?

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