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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Hoje ainda estou em estado de choque por causa do caso da Valentina e nem vi o Telejornal nem o Jornal da Tarde e nem vi muito a conferência da imprensa com as bonecas da saúde porque ontem me deitei cansando apesar de não ter trabalhado ontem e quis acordar tarde de propósito.

Só vi os números há pouco e foram números interessantes e nem vale a pena falar o que aqueles cromos falam porque é uma chuva de disparates pegados onde nada se aproveita e as vezes chego a pensar que não passa tudo de uma grande mentira digna de algum livro distópico porque as contradições são mais do que muitas e estas contradições deixam qualquer pessoa a pensar.

Foi um dia que fiz por evitar as notícias mais dolorosas e deu para ver que esta reconstrução é uma tremenda trapalhada e que a corda vai romper para o lado mais fraco e que se voltou a ter uma nação dependente da sopa do Sidónio ou algo semelhante e das vezes que isto aconteceu houve sempre revoltas em Portugal.

Não sei se a Gerigonça tem noção do efeito borboleta causado pela incompetência descarada da DGS e do ministério da saúde e do que em caso extremo pode se gerar quando em termos políticos uns são filhos e outros são enteados mesmo sendo de partidos diferentes só para se manter um regime de mentira e isto é regredir 60 anos na História de Portugal e pensei que o 25 de Abril fosse exactamente o oposto.

Sinto-me cansado de tnata ignorância numa nação que não tem eira nem beira e onde o povinho não passa de um rebanho de ovelhas e borregos obedientes do regime como era antes do 25 de Abril até aparecerem umas ovelhas negras e começarem a deitar tudo a perder e o regime mudar e parece que querem que apareçam estas ovelhas negras e acontece que a História Universal mostra quando são as ovelhas negras que se mostram supostamente ser o oposto de uma regime que se diz democrático, a coisa acaba sempre mal...

Por favor leem mais e revejam a matéria de História escrita por verdadeiros historiadores e não doutrinadores como aquele racista do Livre que foi para a Telescola revisitada....

Esta situação do coronavírus não deixa de ser preocupante, mas ao ver com atenção a película V de Vingança, existem partes do filme em que a situação ficcional se está a parecer demasiadamente com a realidade ao ponto de me fazer arrepios na espinha e nas linhas seguintes vos digo os motivos.

A premissa do filme onde Hugo Weaving, cobaia de uma entidade sinistra chamada Fogo Nórdico e com os EUA devido a uma guerra civil (divisão nos EUA) e um epidemia que se gerou na fuga de um vírus criado num laboratório de experiências militares e cujos denunciantes foram "silenciados" e o vírus surgiu no final da década de ... 2020. Que coincidência antecipada por dez anos e o mesmo vírus obriga a medidas restritivas de movimento, contactos sociais e deslocações dentro do território onde apareceu que no caso de V de Vingança foi o Reino Unido.

O vírus tem por tendência afectar os mais vulneráveis e leva os governo fascista do Fogo Nórdico a interditar os ajuntamentos, a fechar o metro e escolas, e chega ao ponto de se tornar um regime onde manda nos comportamentos de cada um, muito ao estilo do 3º Reich ou das ditaduras comunistas como perseguir religiões ou homossexuais. 

Não deixa de ser curioso como o coronavirus tem um comportamento semelhante tirando a sua aparente fobia ao cloro que existe na água canalizada, porque de resto, não é muito difícil de ser traçado um paralelo entre o filme realizado pelas irmãs Wachowski e a presente situação porque antes da ditadura fascista subir ao poder no Reino Unido distópico de V, os governos são incompetentes para conter o vírus estranho e para o qual ninguém acha a cura que dá pelo nome de Vírus de Santa Maria porque apareceu pela primeira vez numa escola com este nome.

Há algum tempo atrás neste mesmo blog, falei sobre o mesmo filme e a pasmaceira nacional em relação a pseudo-ditadura da Gerigonça e a incompetência dos seus esbirros.

Apenas espero que isto seja apenas uma coincidência e não seja mesmo preciso um V para limpar a sociedade da escória incompetente e ditatorial que esteja no poder...

 

Ansi on  parlait Nitzsche

 

A passividade da nação de seu nome Portugal é de bradar aos céus quando se faz uma simples comparação entre movimentos de "Coletes Amarelos" entre Portugal e outras nações europeias.

Em Portugal nem chega nem chega a 500 pessoas as que sairam para a rua nos dois dias que houve manifestação dos mesmos Coletes Amarelos e em França por exemplo se juntam milhares de pessoas e até na Bélgica que tem muitos menos habitantes que Portugal também vêem as centenas para as ruas, ou seja, tamanho não indica incapacidade de manifestação.

Esta passividade mostra uma de duas coisas: os movimentos de contestação surgidos nos tempos de Passos Coelho não eram mais do que alavancas para a esquerda manipular as massas tal como Lenin fez na Rússia antes da Revolução de Outubro e estanto a esquerda no poleiro, os movimentos de contestação as medidas menos populares ficaram numa conviniente hibernação ou então o português comum é masoquista crónico do ponto de vista político e só meia dúzia têm a coragem de dizer chega ou então a fusão destas opções que é que o Movimento Que Se Lixe a Troika não passou de uma criação da esquerda para esta tomar conta do poder se aproveitando do masoquismo político do português comum e os agitando como fossem agentes provocadores e agora tudo que aparece contra a esquerda é censurado ou é logo considerado fascista.

Em França chegaram a tentar a entrada em ministérios porque os franceses estão fartos de serem roubados, enquanto em Portugal, muito se berra nos cafés e no Facebook, mas nada se faz e quando chegam as eleições muitos ficam em casa a ver uma porra qualquer na televisão ou vão para o centro comercial em vez de votarem num partido qualquer que não esteja representado no parlamento como fazem nos países civilizados e as eleições municipais de Outubro de 2017 foram a prova deste descaso quando a abstenção ultrapassou pela primeira vez em eleições municipais os 50%.

Nada que me surpreenda por que se Portugal suportou uma ditadura durante 48 anos, 13 dos quais com uma guerra no ultramar onde a verdadeira oposição activa vinha da esquerda radical e os liberais e a direita moderada estava aliada de forma clara ou tácita com a esquqerda radical ou estava a espera que o regime caísse de podre.

E apenas a existência de uma guerra do ultramar que os novos quadros militares já tinham visto que não tinha qualquer solução e que era um sumidouro de meios humanos e materiais e o descontentamento castrense foi aiumentado pelo descontentamento amordaçado de poucos corajosos que sabiam que tinha chegado a hora de mudar.

Todavia na actualidade, este descontentamento de meia dúzia não tem eco ou não é ouvido e depois aparecem uns quandos capos do regime qual trutas do Estado Novo a repreender a nação estupidificada pelos media manipulados e a nação fica com medos das represálias e prefere a omissão do que a acção.

É um facto que cada vez que temos socialistas no poleiro se vive um retrocesso democrático sobretudo depois da passagem do Sr. Sócrates Pinto de Sousa pelo poleiro da república e o Magistrado Maior da nação anda de abracinhos sendo algo como uma múmia viva em vez de ser uma força de equilíbrio no regime democrático e em vez dos abracinhos pode exigir mais do poder político que é algo que não faz e assim mostra como o regime republicano já está mais do que no fim do prazo de validade.

Se a nação tem medo de trutas como Carlos César e quando chega as eleições fica em casa,  como raio esta nação poderá um dia melhorar e este dia em que nação irá melhorar nunca irá chegar a não ser que seja a força e é do senso comum que as coisas feitas à força raramente dão bom resultado.

Eu próprio não sei muito para onde me virar, mas a grande arma que tenho em mãos é o voto e por isso nas próximas eleições europeias e legislativas vou votar num partido qualquer que não tenha qualquer representação porque mesmo que não ganhe ou não chegue sequer a eleger um deputado que seja, fico com a consciência tranquila que não contribui para que a situação se mantivesse na mesma.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Aonde está a coragem dos portugueses? Estão a espera que a coisa fique preta para se mexer? Aonde está a contestação que houve nos tempos de Passos Coelho? Será que esta contestação não passou tudo de uma armação para a esquerda subir ao poder? Porque não existe um forte movimento de coletes amarelos em Portugal? Será que no geral os portugueses são masoquistas do ponto de vista político? Porque o Presidente da República não é mais activo? Afinal aonde está a verdadeira liberdade? Porque não vão votar?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Há vários anos, sobretudo depois da queda continuada dos preços do petróleo que nunca se sentiu em Portugal, os produtores e exportadores de petróleo de alguma forma tiveram as suas economias abaladas e sobretudo os petrodependentes como Angola ou a Venezuela que dependem das vendas do petróleo como grande fonte de receitas para as suas despesas básicas e algumas menos básicas.

Uns conseguiram contornar a situação com o seu jeito próprio como foi caso angolano, no caso da Venezuela se dedicou a cavar uma guerra com os EUA que no fim das contas com os mimos que foram distribuídos nos tempos de Hugo Chavez, quando o petróleo custava os olhos da cara, o custo dos mesmos está agora a sentir; e durante o governo de Chavez e os primórdios de Maduro se formou uma Nomenclatura partidária digna dos tempos da URSS, onde apenas os membros da elite do partido têm direito aos bens de primeira necessidade e aos serviços essenciais e os restante da população que não tem cartão do partido e nem faz parte da nomenclatura tem que comer o pão que o diabo amassou ou é acusado de tudo e mais alguma coisa.

Além dos que sofrem com as mais diversas necessidades que não parecem serem de um país que se diz ter um governo de esquerda e que se preocupa com o povo e com as necessidades deste, mas na realidade com o regime de Maduro se aplica a regra de "O Triunfo dos Porcos" que é "Todos os animais são iguais, mas uns mais iguais do que os outros"; e crise financeira provocada pela queda dos preços do petróleo e que a esquerda diz ser culpa de um suposto boicote dos EUA, não faz com que elite partidária deixe de andar com os maiores luxos e é quando andam com os artigos mais luxuosos que se possam pensar.

Entretanto Buda Guterres apenas se lembrou da situação da Síria e não olhou para os seus vizinhos de baixo que está a causar na América do Sul uma onda de refugiados semelhante a que vem da Síria, a diferença é quem em vez de morrem afogados, morrem de sede porque caminham milhares de kilómetros para fugirem da fome e do estado de guerra que se encontra a pátria fundada por Simon Bolívar que nada tem a ver com o ideário do militar crioulo que libertou a Venezuela do jugo espanhol há mais de 200 anos.

A gerigonça em Portugal, apesar de ver portugueses e luso-descendentes a sofrerem as consequências da crise venezuelana e nem falam nos casos de fome e de falta de meios na saúde e em outros sectores essenciais na Venezuela ao ponto de nem haver dinheiro para as pessoas comprarem pão ou papel higiénico e esta situação para quem estudou história é a mesma vivida pela a Alemanha de Weimar depois do crash da bolsa de Nova Iorque e depois veio a Grande Depressão e com esta a hiperinflação que depois foi uma das causas para a subida ao poder do Terceiro Reich. E a esquerda está esquecida ou se baldou a descarada as aulas de História e se está esquecer deste pequeno grande detalhe da História Universal e vamos ver se o que se passsa na Venezuela e também no Mediterrâneo não será o catalizador para o surgimento de ditaduras como as que existiam na Europa nos anos 30 do século XX.

Os Demo-liberais, socialistas e afins; se atiram que nem uns lobos a direita sobretudo a chamada populista por que esta toca nas feridas que estão abertas e os demo-liberais e a esquerda não têm a panaceia para estas dores e nem olham para outras feridas que estão igualmente abertas porque estas mesmas feridas foram abertas por camaradas desta mesma esquerda que faz parte da gerigonça que suporta o actual desgoverno da república e não pode ser olvidado que o Sr. sócrates Pinto de Sousa era grande amigo do Sr. Chavez e ainda andou a fazer uns negócios com uns Magalhães em troca de petróleo e outras coisas mais.

E a esquerda se cala e o Buda da ONU se cala e na América Latina se vive uma crise humanitária e o mundo está a assobiar para o lado e apenas se chateiam quando o Trump faz algum disparate em vez de olharem o que se passa no planalto das Guianas onde se está a meio caminho do estado de guerra como a Europa estava nos anos 30 do século XX e ninguém quis saber ou ainda piorava a situação, e no meio deste carnaval, ainda há quem apoie o regime de Maduro em vez de apoiar mudanças na Venezuela para ver se aquela nação volta a ter a força que tinha antes da crise dos preços do petróleo.

E ficam as minhas perguntas de sempre sem resposta: Como foi possível se chegar a este ponto na Venezuela? Porque a ONU não abre os olhos para esta tragédia humanitária? Quem ganha com ela? Porque a esquerda insiste em apoiar o regime de Maduro?

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Da Web Summit do ano passado não guardo grandes recordações porque ainda estava na casa que a Santa Casa me pagava a renda e que aceitou uma esdrúxula situação de nunca ter existido um contrato de arrendamento o que depois se revelou doloroso para mim.

Sei que quando precisava de usar a linha vermelha do metro esta estava inutilizável devido aos membros desta maldita Web Summit que no final das contas não vi a trazer nada de positivo para a nação que dá pelo nome de Portugal e ainda por cima deram corda a uma ditadura conhecida por estripar direitos fundamentais as mulheres como a Arábia Saudita.

Este ano estava convidada a líder da Frente Nacional francesa, Marine Le Pen, mas a esquerda e a extrema esquerda se passou da caixa dos pirolitos e fez pressão sobre a organização da Web Summit para que a líder da extrema-direita francesa não viesse dar a sua palavra numa das muitas palestras que a Web Summit tem e duma forma cobarde que nenhum dos geeks da informática dos anos 80 como Bill Gates ou Steve Jobs ou mesmo mais recentemente Julian Assange cederiam um milímetro; os supostos paladinos da liberdade que estão na organização da Web Summit cederam a pressão da esquerda portuguesa e retiraram o convite a Marine Le Pen.

Dei por a mim a pensar se esta esquerda defende a liberdade de expressão então aonde está esta mesma liberdade de expressão se amordaçam uma cidadã francesa apenas por pensar diferente do sistema imposto em Portugal pela gerigonça há quase 4 anos e este pensar diferente causa incómodo a gerigonça que já andou a mexer os cordelinhos por detrás da cortina da coisa incómoda chamada Web Summit que na realidade faz tanta falta a Portugal como uma crise do petróleo ou a viola num enterro.

Gostava de saber onde esta esquerda estava no ano passado quando a Arábia Saudita deu a cidadania a uma robot que trata melhor do que uma mulher e se calou e se cala quando os xeques do petróleo com muito mais dinheiro do que a Europa ocidental não querem acolher refugiados nos seus territórios e não vem para as ruas de Lisboa gritar ou quando Mugabe violava os direitos humanos mais fundamentais do Zimbabwe e ainda vinha a Portugal e todos à esquerda do PS se calavam.

Este amordaçar da Sra. Le Pen, ao contrário do que a extrema-esquerda pensa, ainda lhe vai dar mais força e vai contra os princípios da Constituição da República Portuguesa que diz que em Portugal existe liberdade de expressão e de pensamento; e por outro lado o Perfeito Vazio das Selfies está a banhos com uma antiga administradora do GES que pelo que consta é um namoro de longos anos está num incómodo silêncio e não defende a lei fundamental e no ano passado a mesma Web Summit foi literalmente jantar com os mortos.

Não estou a falar de nenhuma cena tirada do Beetlejuice ou da Família Addams, mas sim foram jantar e festejar para o Panteão Nacional onde se encontram os restos mortais dos portugueses mais singulares desta nação como Sophia de Melo Breyner Andersen ou Almeida Garrett ou ainda Eusébio da Silva Ferreira (apenas para enumerar alguns) e sem respeitar a herança histórica e o facto do Panteão ser uma Necrópole, foram para lá comer, beber dançar .... com o beneplácito do Sr. Medina Tours Turismo.

Por isso digo que esta Web Summit não faz falta nenhuma a Lisboa e além disso se existe a liberdade de expressão, a Sra. Le Pen tem tanto o mérito de falar como qualquer elemento que venha defender a ideologia de género ou outra teoria qualquer ou venha mostrar alguma invenção do mundo da cibernética porque todos os seres humanos têm direito a expressar as suas ideias num estado que se diz de Direito porque se não tiverem o direito de se exprimirem, então estamos mal e temos que repetir o que foi feito no 25 de Novembro que é a tropa sair e dar umas porradas nestes mecinhos da extrema-esquerda que julgam que o Manifesto Comunista de Marx e Engels é tudo um mar de rosas quando na realidade é tão infame quanto o livro Mein Kampf de Adolf Hitler.

E em nome da pura liberdade de expressão: Deixem a Marine falar

 

Se não a deixarem, bem é caso para dizer que estamos numa ditadura ainda pior do que no Estado Novo

 

Como sempre as perguntinhas chatas:Porque têm medo da Senhora Le Pen? Têm medo que ela saiba algum segredo da esquerda que seja inconveniente? Aonde está a liberdade de expressão? Aonde está o presidente da república para vir defender a liberdade de expressão?  Existe liberdade de expressão em Portugal? Afinal o que se ganha com a Web Summit? 

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Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal que em termos de incompetência não fica nada a dever ao seu antecessor Vítor Constâncio, apesar de não ter a confiança do presente Füher da República Portuguesa e que tem tido a sua dose de culpa nos falhanços dos vários bancos da república começando no BPP e acabando no mais recente caso do BANIF onde o mesmo governador do Banco Central tem estado numa atitude de deixa andar.

Acontece que o mesmo Carlos Costa não pode ser demitido apenas por falta de confiança do Führer da república porque Portugal está metido na bosta da eurolândia e quem manda nas nomeações dos governadores dos bancos centrais já não são os governos dos países mas sim o Banco Central Europeu chefiado pelo italiano Mario Draghi que tem toda a confiança em Carlos Costa e por isso ele está blindado na sua cadeira a não ser que a ordem venha de Frankfurt e não da capital da república e mesmo esta ordem seria enviada em casos muito graves e específicos e mesmo que António Costa demita Carlos Costa, António Costa pode ser sujeito a um processo de recurso no Tribunal das Comunidades que seria dispendioso para a nação.

Esta situação para mim levanta outra questão que é quais as aplicações e violações feitas a Constituição de 1976 da República Portuguesa pelas regras do euro e se não seria melhor para Portugal se saisse do euro para recuperar a sua soberania nacional sobre o seu banco central que agora não passa de uma franquia daquele edifício ue fica na cidade alemã que tem nome de salsicha enlatada e que tem ordens de Berlim para fazer de parte generosa da Europa Continental aquilo que nem o Kaiser Guilherme II ou Adolf Hitler conseguiram que foi dominar a Europa Continental a seu bel prazer para encher os cofres dos seus bancos aconta dos países mal geridos por incompetentes submissos aos desmandos de Bruxelas e Berlim como não passassem de Länders alemães que resolveram serem rebeldes perante o poder de Berlim e que foram repreendidos por tal ousadia.

Esta blindagem do governador do Banco Central deveria de ser avaliada no parlamento e pelo presidente da república se estes quiserem provarem a sua utilidade a nação e se não avaliarem esta situação então o poder político da república apenas nos serve para chupar o nosso dinheiro e o nosso sangue porque de resto andam a tapar os erros uns dos outros e no fim tudo fica em águas de bacalhau e quem se lixa como sempre é o mexilhão que neste caso é o povo pagante que paga o sustento desta corja supostamente eleita para defender os interesses dos eleitores e no final das contas apenas defende o seu interesse por mais sórdido que possa ser este mesmo interesse e o interesse do povo e a felicidade geral da nação que se lixe porque na política da república nunca existiu democracia mas sim a plutocracia e a partidocracia.

Esta blindagem não tem nenhuma explicação lógica porque nas grandes economias do mundo o governador do banco central pode ser demitido quando faz argoladas como as de Carlos Costa ou por mudanças partidárias no poder e não existe nenhuma eminência parda a blindar a sua cadeira com resina époxi com banho de ouro como acontece na eurolândia que mais parece um novo reich que foi aceite por uns quantos otários e que alguns líderes europeus com dois dedos de testa recusaram em boa hora este novo Anschluss financeiro que nos entrou pela fronteira adentro sem sequer perguntar se poderia entrar (leia-se referendo) e quais seriam as condições para entrar num país como Portugal, mas o poder político nos impõe os seus desmandos sem qualquer escrutínio seja do presidente da república, ou do parlamento ou mesmo do povo e nos obrigam a engolir estas imposições.

Esta situação é uma vergonha e sei que mais bancos vão cair e Carlos Costa vai continuar a frente dos destinos do Banco de Portugal e vamos ver quem é o senhor que se segue na queda porque daqui a pouco ainda cai outro grande da banca como o BCP ou o Montepio e ninguém sabe de nada que o sistema bancário precisa de uma fiscalização apertada e rigorosa e é coisa que Carlos Costa não tem feito desde que entrou no BdP e tem deixado a coisa correr solta e no fim é ver as filas de lesados a aumentarem e no fim quem paga a conta é o mesmo de sempre, ou seja, o contribuinte.

E ficam as minhas perguntas sem resposta: Porque Carlos Costa não pode ser demitido pelo seu governo? Porque Carlos Costa não se demite? Quem ganha com esta situação? Quem o protege mesmo? Quando é que esta vergonha acaba?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar 

Ontem fiquei mesmo passadinho da cabeça sobre uma notícia que vi no telejornal e que mostra o desprezo que a república trata os mais fracos, sobretudo quando estes são antigidos por doenças crueis como o cancro e ao mesmo tempo choram a morte de um maçon e com ligações a episódios tristes da história da lusofonia e que para mim não deixa qualquer saudade.

Este caso que espalhou uma dose generosa de indignação nas redes sociais é o caso da professora Marta Simões que sofre de 3 cancros, está a lutar contra eles e agora foi obrigada a voltar a trabalhar quando ainda está a realizar os tratamentos para tentar se curar e para vencer esta luta que é sempre uma luta sem quartel e para ajudar a festa esta pobre senhor é mãe solteira de uma menina com 12 anos e a menos grave das opções que as autoridades da república lhe exposeram foi a aposentação antecipada e mesmo assim estavam com dúvidas se esta lutadora merecia a aposentação antecipada ao ponto de a recusar, mas depois da exposição medíatica na RTP já informaram esta coitada que o seu caso será reaviliado.

Mas meus amigos e minhas amigas, que país é este que se diz democrático e que é um Estado de Direito e que neste domingo vai ter eleições para escolher o novo fantoche de Belém chrou muito quando o socialista Almeida Santos bateu as botas, mas quando uma simples professora que está a lutar contra três cancros no IPO do Porto e é mãe solteira, já é obrigada a ir trabalhar possa ou não e por outro lado os deputados voltaram a ter acesso a chamada subvenção vitalícia (aka. reforma dos políticos) a que têm direito ao fim de 12 anos de mandato e um dos signatários é a madame sorrisos de laca Maria de Ninguém , perdão de Belém e depois veio dizer que não se lembra do que assinou e onde assinou e para isso a classe política da república dos bananas chamada Portugal e depois há aqueles que precisam de um reforma por estarem doentes e a sua doença ser mais prolongada do que os dias que tem direito por baixa e não sabem dar uma aposentação digna deste nome a não ser que uma pessoa tenha exposição medíatica porque de resto a coitada poderia morrer a fome.

O caso da professora Marta Simões é apenas um de muitos casos parecidos que existem nesta nação e que simplesmente só teve atenção porque este caso caiu nos media e está a dar que falar nas redes sociais devido a divulgação porque sei das minhas idas ao IPO de Lisboa que há mais casos parecidos e que são desconhecidas do grande público por não terem exposição mediática como este caso e se não fosse a exposição a Professora Marta Simões não levava a sua aposentação para poder lutar contra os 3 cancros que são a luta da sua vida e os deputados da república sejam eles de que quadrante for porque estão entretidos nas eleições do Pastel de Belém do que ver e olharem para o chamado país real porque é uma coisa que para o poder político da república só existe quando são as eleições gerais que teoricamente serão em 2019 se não acontecer nenhuma tempestade perfeita em S. Bento por conta do orçamento do Estado 2016.

Chega de casos como este, chega que uma pessoa que está lutar para viver mais alguns anos seja sujeita a um verdadeiro genocídio por parte desta república que nos foi imposta há quase 106 anos que não respeita os seus verdadeiros servidores como os professores e por outro lado sustenta o colchão cheio de percevejos chamado poder político da república onde os políticos são como as fraldas dos bebés porque se sujam depressa e têm que ser mudados frequentemente antes que o bebé fique com o rabinho assado e esta analogia não é minha mas sim de um contestário anti-republicano chamado Ramalho Ortigão e que foi co-autor de As Farpas com o seu aluno Eça de Queirós e este caso prova que Eça, Ramalho Ortigão e toda a Geração de 70 é mais actual do que nunca e é urgente se fazer algo por esta nação porque há mais casos como o caso da professora Marta Simões e nignuém de dever e de direito faz nada porque não lhe apetece e é mais importante dar ajuda aos amigos do partido ou da sociedade secreta ou fraternidade que fazem parte e assim vai Portugal.

Como sempre as perguntas para as quais ninguém responde: Porque existem casos como este? Quem são os genocidas da república? Porque não respeitam os doentes oncológicos em Portugal? Aonde está o Estado de Direito? Porque ligam mais os políticos as suas reformas do que as necessidade do povo se dizem que Portugal é uma democracia plena? Portugal, que país é este?

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Há pouco tempo atrás se festejaram os 40 anos da independência de Angola, antiga pérola do império português e a mais desenvolvida de todas as províncias ultramarinas, acontece que todas as antigas províncias ultramarinas portuguesas a única que não ensaiou uma mínima mudança democrática foi Angola porque além da primeira guerra civil que começou logo na altura da independência e acabou em 1991 com os acordos de Bicesse mas acontece que a ditadura comunista do MPLA nunca quis ser uma democracia e em 1992 sabotou as primeiras eleições livres em Angola e recomeçou a guerra civil até que matou o seu arqui-inimigo Jonas Savimbi.

Desde então a corrupção e o nepotismo têm tomado conta da antiga província ultramarina portuguesa ao ponto da filha do ditador comunista Eduardo dos Santos ser a mulher mais rica de África tendo participações no núcleo duro das empresas portuguesas e em contraste a grande maioria do povo angolano não tem qualquer lucro do mais do que riquíssimo subsolo angolano que está todo nas mãos dos oligarcas do MPLA enquanto o povo passa fome de gato e ai de quem levante a voz contra o MPLA porque se tal acontecer é correio azul directo para a cadeia sem qualquer julgamento.

O caso de Luaty Beirão é apenas um de muitos activistas angolanos pelos direitos humanos que acaba preso por suspeita de conspiração contra o governo, fazendo lembrar os crimes por delito de opinião que existiam nos tempos negros do Estado Novo em Portugal embora o caso de Luaty Beirão salte mais para a ribalta pelo facto de o mesmo ter a dupla nacionalidade: angolana e portuguesa e ter nascido em Portugal o que num país civilizado aquilo que Portugal nunca foi, seria retirar o seu cidadão de território hostil; todavia a diplomacia portuguesa está a dormir na parada e não se mexeu ainda.

Estou a ver o caso de Luaty Beirão a acabar mal e ninguém se mexer em nome dos grande negócios entre Portugal e Angola porque os direitos humanos são secundários e basta ver o que se passa em relação a China Vermelha onde se violam os direitos humanos de todas as formas e todos se calam e nem adianta fazer embargo aos artigos chineses porque 99,99999% dos produtos de electrónica de grande consumo são feitos na China vermelha graças a sua mão-de-obra escrava a qual sustentada por grandes empresas de várias parte do mundo e em Portugal todos se calam.

Voltando a antiga pérola do império ultramarino português que tem esta sob o jugo comunista do MPLA onde apenas aqueles que estão feitos com o regime têm os direitos todos e quem é do contra qualquer que seja a corrente tem literalmente a vida em risco e as riquezas que existem em Angola e que no caso de serem devidamente divididas colocariam a antiga pérola ultramarina portuguesa tão desenvolvida como a Noruega ou o Reino Unido, mas a ganância dos oligarcas comunistas e seus associados que cujos tentáculos chegam a várias nações sobretudo em Portugal e com dedo nestas crises porque estes interesses estão nos principais culpados das crises em Portugal.

Em Angola a ditadura comunista é exactamente o reverso da medalha do Estado Novo porque apenas muda a cor do poder político porque de resto os procedimentos são os mesmos com prisões preventivas que ultrapassam os limites legais de forma arbitrária e onde as leis apenas servem o regime e fazem tudo para aniquilar os inimigos se alguma nação em especial a antiga metrópole vem dar uma opinião que seja acusam logo que há ingerência tal como Portugal afirmava assim que haviam resoluções a condenar a conduta portuguesa no ultramar; e as prisões preventivas passam sempre os prazos legais sem julgamento como era feito em Portugal nos tempos do Estado Novo e no Estado Novo muitos membros do MPLA e dos outros movimentos de independência onde muitos membros foram perseguidos e torturados pela PIDE/DGS como agora o MPLA faz em Angola e no caso de Luaty Beirão a diplomacia portuguesa deveria de ser mais enérgica e retirar Luaty Beirão de território angolano porque o senhor Luaty Beirão é cidadão PORTUGUÊS e Portugal tem o dever como estado de direito que se afirma que é deveria de se mexer nas instituições internacionais para apertar com a ditadura do MPLA e com o seu Führer Eduardo dos Santos que nunca passou de um turra agora reconvertido em capitalista vermelho como é o caso da China Vermelha.

E ficam como sempre as minhas perguntas sem resposta:  Se estão tão preocupados com os refugiados da Síria, porque então não libertam um português vítima de uma ditadura? Aonde está o estado de direito ?

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Luaty queixou-se de dormência e formigueiro nos braços, mãos e pernas

 

 

 

 

 

 

 

 

“Estão a repetir o colonialismo, estão a fazer a mesma coisa que o Salazar fazia através da PIDE”, diz o bispo Januário Torgal Ferreira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

In: Público Online

 

 

Esta crise quase prepétua que Portugal vive pelo menos desde do 25 de Abril tem uma espécie de achaques que a aprofundam mais ainda; todavia intercalados por aparentes melhorias, das quais apenas alguns poucos conseguiram se aproveitar.

Nos últimos 4/ 6 anos que tem pago as favas de todos os roubos e nos tempos mais recentes este pagamento tem sido feito de uma forma cruel, enquanto por outro lado há despesas que se poderiam cortar e ningu+em as corta e eu gostava de saber porque não as cortam.

Vos falo de mas um ano que os funcionários públicos irão continuar a ter os salários congelados e esta congelação também incide sobre os salários mais baixos da FP que estão congelados desde dos tempos de Sócrates ao que temos que acrescentar o aumento da idade para reforma completa e o aumento de anos necessários para uma reforma completa que já não são 36 anos, mas sim peo menos 40 ou mesmo 45 anos e em alguns casos chega a ir aos 50 anos de descontos o que em termos civilizacionais é brutal.

Agora aquele clone de Adolf Hitler com toque de Reinhard Heydrich ou Himmler e de cabelo loiro que é ministra das finanças e que gosta tanto dos funcionários públicos de baixo e médio escalão e sem partido como Hitler gostava dos judeus, mais uma vez ataca os FP com menos dinheiro no bolso e por outro lado deixa que os gastos de gabinete da república e os salários dos políticos subam para níveis estratoféricos e os políticos da chamada esquerda ficam caladinhos e andam entretidos a copiar o Siryza e nos vão dando circo enquanto os assaltos continuam e as greves dos transportes estão a ultrapssar o limite do tolerável.

Mas como Portugal é o país dos 3 F's e dos brandos costumes nnguém diz nada até que lhes toque na pele e depois aí já acordam e os deputados da esquerda em vez de abrirem os olhos para o que se passa na nação com a saúde, educação e trabalho; andam entretidos com as novelas do BES e dos submarinos e do preso 44 e o resto que se lixe e quando aparecer uma legião de sem-abrigo ou de moradores em pensões e alojamentos manhosos com salários de 700 ou 800 euros porque não podem pagar a renda ou a letra da casa onde moram ou que comecem a ir as carrinhas da assistência alimentar não estranhem.

Com estas atitudes se vê mesmo que quem está no poder da república acena a palavra democracia com desdém e com quase a certeza absoluta chumbaram em história porque foi mesmo assim que os extremismos nasceram na Europa dos anos 30 e aquilo que Winston Churchill avisou o mundo civilizado para não deixar a Alemanha ganhar muito poder...mas na Europa se deixou a Alemanha ganhar demasiada força e agora a Grécia sofre e Portugal também não fica atrás, havendo uma pequena diferença é que em Portugal quem manda é mesmo Adolf Hitler , digo, Angela Merkel, tendo em Portugal uma espécie de Governo de Vichy com várias franquias sobretudo maçónicas no parlamento que por vezes parece uma praça de touros, mas de touros sobreros, touros suplentes sem qualquer valor para serem lidados a não ser que um dos touros principais tenha algum problema; mas os sobreros que temos no Parlamento apenas servem para duas coisas: Cobrição e pastarem porque de resto nem para puxar um arado servem.

E como quase sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Porque são sempre os mesmos a pagar ? Aonde está a democracia ? O que fizeram a democracia ? Será que a república ainda tem razão de existir ? Porque não cortam nas despesas de gabinete ? Que país é Portugal afinal ? Para que raio nos serve a república e o seu presidente ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar