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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

A passividade da nação de seu nome Portugal é de bradar aos céus quando se faz uma simples comparação entre movimentos de "Coletes Amarelos" entre Portugal e outras nações europeias.

Em Portugal nem chega nem chega a 500 pessoas as que sairam para a rua nos dois dias que houve manifestação dos mesmos Coletes Amarelos e em França por exemplo se juntam milhares de pessoas e até na Bélgica que tem muitos menos habitantes que Portugal também vêem as centenas para as ruas, ou seja, tamanho não indica incapacidade de manifestação.

Esta passividade mostra uma de duas coisas: os movimentos de contestação surgidos nos tempos de Passos Coelho não eram mais do que alavancas para a esquerda manipular as massas tal como Lenin fez na Rússia antes da Revolução de Outubro e estanto a esquerda no poleiro, os movimentos de contestação as medidas menos populares ficaram numa conviniente hibernação ou então o português comum é masoquista crónico do ponto de vista político e só meia dúzia têm a coragem de dizer chega ou então a fusão destas opções que é que o Movimento Que Se Lixe a Troika não passou de uma criação da esquerda para esta tomar conta do poder se aproveitando do masoquismo político do português comum e os agitando como fossem agentes provocadores e agora tudo que aparece contra a esquerda é censurado ou é logo considerado fascista.

Em França chegaram a tentar a entrada em ministérios porque os franceses estão fartos de serem roubados, enquanto em Portugal, muito se berra nos cafés e no Facebook, mas nada se faz e quando chegam as eleições muitos ficam em casa a ver uma porra qualquer na televisão ou vão para o centro comercial em vez de votarem num partido qualquer que não esteja representado no parlamento como fazem nos países civilizados e as eleições municipais de Outubro de 2017 foram a prova deste descaso quando a abstenção ultrapassou pela primeira vez em eleições municipais os 50%.

Nada que me surpreenda por que se Portugal suportou uma ditadura durante 48 anos, 13 dos quais com uma guerra no ultramar onde a verdadeira oposição activa vinha da esquerda radical e os liberais e a direita moderada estava aliada de forma clara ou tácita com a esquqerda radical ou estava a espera que o regime caísse de podre.

E apenas a existência de uma guerra do ultramar que os novos quadros militares já tinham visto que não tinha qualquer solução e que era um sumidouro de meios humanos e materiais e o descontentamento castrense foi aiumentado pelo descontentamento amordaçado de poucos corajosos que sabiam que tinha chegado a hora de mudar.

Todavia na actualidade, este descontentamento de meia dúzia não tem eco ou não é ouvido e depois aparecem uns quandos capos do regime qual trutas do Estado Novo a repreender a nação estupidificada pelos media manipulados e a nação fica com medos das represálias e prefere a omissão do que a acção.

É um facto que cada vez que temos socialistas no poleiro se vive um retrocesso democrático sobretudo depois da passagem do Sr. Sócrates Pinto de Sousa pelo poleiro da república e o Magistrado Maior da nação anda de abracinhos sendo algo como uma múmia viva em vez de ser uma força de equilíbrio no regime democrático e em vez dos abracinhos pode exigir mais do poder político que é algo que não faz e assim mostra como o regime republicano já está mais do que no fim do prazo de validade.

Se a nação tem medo de trutas como Carlos César e quando chega as eleições fica em casa,  como raio esta nação poderá um dia melhorar e este dia em que nação irá melhorar nunca irá chegar a não ser que seja a força e é do senso comum que as coisas feitas à força raramente dão bom resultado.

Eu próprio não sei muito para onde me virar, mas a grande arma que tenho em mãos é o voto e por isso nas próximas eleições europeias e legislativas vou votar num partido qualquer que não tenha qualquer representação porque mesmo que não ganhe ou não chegue sequer a eleger um deputado que seja, fico com a consciência tranquila que não contribui para que a situação se mantivesse na mesma.

Como sempre ficam as minhas perguntas sem resposta: Aonde está a coragem dos portugueses? Estão a espera que a coisa fique preta para se mexer? Aonde está a contestação que houve nos tempos de Passos Coelho? Será que esta contestação não passou tudo de uma armação para a esquerda subir ao poder? Porque não existe um forte movimento de coletes amarelos em Portugal? Será que no geral os portugueses são masoquistas do ponto de vista político? Porque o Presidente da República não é mais activo? Afinal aonde está a verdadeira liberdade? Porque não vão votar?

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Há muito tempo que o Sporting de Lisboa, também conhecido como Clube de Portugal, andava muito calmo das suas guerras intestinais e depois de validadas umas quantas candidaturas à presidência do clube, se teria entrado num período de relativa acalmia apesar da recusa da candidatura do presidente anterior, Bruno de Carvalho, por este estar suspenso como sócio do SCP.

E no tempo em que a época futebolística 2018/19 está a dar os seus primeiros passos e já conta com os seus casos de arbitragem (grande novidade), não é que o "Grande Líder" Bruno de Carvalho resolveu atacar de novo e hoje entrou nas instalações do clube, as quais segundo se sabe está proibido de frequentar, para entregar um documento que segundo o mesmo lhe retorna o cargo de presidente que ele perdeu na assembleia geral de 23 de Junho.

O mesmo Bruno de Carvalho avançou com uma providência cautelar para suspender e por sua vez impugnar a dita assembleia geral, acontece que a notificação da providência cautelar já está nas mãos da comissão directiva do Sporting e o que Bruno de Carvalho se limitou a fazer foi a dar entrada dos mesmos documentos na conservatória do registo comercial das várias providências interpostas pelo próprio Bruno de Carvalho como documentos da SAD para o futebol e o documento que BdC tinha em mãos era o registo desta entrega além das cópias dos despachos da providências.

Com esta parca documentação, Bruno de Carvalho queria retomar o cargo de presidente do emblema sediado no Campo Grande, mas foi de vela, mesmo assim não desiste e disse que segue para tribunal; a coisa ficou tão feia que Bruno de Carvalho foi expulso das instalações do Sporting depois de ter passado duas horas com alguns elementos ligados a comissão directiva, mas ninguém mesmo da comissão directiva que se recusaram a falar com Bruno de Carvalho.

Sinceramente como lisboeta e adepto de futebol e simpatizante dos clubes da minha cidade não compreendo como um clube como o Sporting e com os predicados que tem, não resolve este problema de uma vez chamado Bruno de Carvalho e deixa que esta situação se arraste transformando um clube centenário numa espécie de circo dos quais todos riem menos os próprios sportinguistas de alma e coração, mas parece quem está na comissão directiva do Sporting ainda não abriu os olhos para esta situação e o gozo é de tal maneira que já é satirizada por comediantes sportinguistas. 

Esta espécie de Vale e Azevedo verde nem sei o que quer mais e ainda sei menos porque não o expulsam logo como fez e bem Manuel Vilarinho assim que tomou conta dos destinos do Benfica antes de Luis Filipe Vieira ser o homem-forte das Águias; é que no caso de expulsão, o Vale e Azevedo verde estaria calado e apenas tinha uns quandos fieis seguidores e dava tempo para que se formasse uma ou duas listas de sócios sem ligação ao sócio expulso como aconteceu no Benfica e coisa ficou logo ali enterrada.

Mas como o Sporting no futebol não ganha um campeonato há 16 anos (oh raios, há uma geração de alunos que estão no 9º ano que nunca viram o Sporting Campeão) e não tem passado das taças de Portugal e uma taça da liga quer ter ter alguma atença para o futebol, mas se fosse a ter atenção que fosse para algo de positivo e não para algo tão negativo como as mudanças de humor de um sócio psicopata que ainda por cima está suspenso como sócio e segundo a imprensa tem culpas no cartório nos crimes de Alcochete.

Todavia fico com a cahcola em curto-circuito quando vejo aquilo que Bruno de Carvalho fez pelas modalidades ditas amadoras do clube no seu primeiro mandato e agora parece que estão a cuspir no prato em que comeram; tudo bem que aquilo de Alcochete é reprovável a todos os extremos e que no segundo mandato, Bruno de Carvalho tinha a caixinha dos pirolitos toda queimada, mas mais valia haver alguém com algum trato e o convidar a sair usando a desculpa dos problemas pessoais do mesmo ou eventuais problemas de saúde e não da forma como fizeram, mas como não é o meu clube que se entendam, mas uma coisa é certa; o circo voltou e vai continuar.

Como sempre as chatas das perguntas: Quando é que expulsam Bruno de Carvalho do Sporting? Gostam que o Sporting seja um circo? Quando é que esta situação é resolvida de uma vez?

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O hermano español do Führer António Costa em termos políticos caiu em desgraça em termos políticos porque por um lado não soube aceitar a derrota nas eleições gerais em Espanha no último Verão que deram uma vitória folgada ao PP de Mariano Rajoy, mas sem a tão maioria absoluta para formar governo e mesmo coligado com os liberais-centristas do Ciudadanos a consegue alcançar porque faltam 9 deputados para formar a tal maioria.

Acontece que as elites do PSOE nunca foram a bola com Pedro Sánchez (o hermano de Costa) e depois das últimas gerais espanholas deram uma espécie de recomendação/ordem para que quando fosse a votação do governo do Ciudadanos e do PP o mesmo PSOE se abestivissem bem como nas leis fundamentais depois de negociação parlamentar prévia como o caso dos Orçamentos do Estado.

A maior bronca foi dada por Felipe Gonzáles, histórico do PSOE e um dos socialistas ainda activos do tempo da chamada transição democrática e que viveu de perto a tentativa de golpe de estado de 1981 que queria o regresso da ditadura em Espanha quando este disse na imprensa que o próprio Sanchéz iria viabilizar o governo do PP e do Ciudadanos eleito neste Verão e depois deu o dito pelo não dito ao que se pode acrescentar derrotas nas eleições provinciais espanholas que se bandearam para o lado do PP ou dos seus aliados regionais em termos de coligações de governo.

Pedro Sanchéz ainda tentou a realização de eleições primárias dentro do PSOE tal como António Costa fez no PS e deu a facada nas costas de António José Seguro e na última quarta-feira o Comité Executivo do PSOE se demitiu em bloco e Sanchéz caiu do poleiro entrando agora o seu partido em autogestão e uma das vozes que estão contra Sanchéz nesta sua teimosia contra a aprovação do governo de Rajoy é a presidente da Junta da Andaluzia, Susana Diaz que pregou mais um prego no caixão ao duvidar da legitimidade de Lopéz como líder dos socialistas espanhóis.

Com esta zarzuela com toques de absurdo gostava de saber o que se passa na cabeça do ainda líder dos socialistas esapnhóis ao não viabilizar um governo que para ser viabilizado apenas precisa de mais 9 deputados a votarem a favor do que aqueles que já tem garantidos e ao mesmo tempo no espaço entre as duas eleições gerais espanholas e se este senhor Sanchéz tivesse estudado bem os resultados das duas eleições gerais espanholas que se realizaram este ano poderia ver que a semente da Gerigonça espanhola foi sendo desbaratada em termos eleitorais porque até o senado já estava perdido e só faltavam as cortes e pelo andar da carruagem o PP até que poderia dispensar o Ciudadanos porque com a perda constante de votos por parte do Podemos e do PSOE, o PP chegaria a tão ambicionada maioria absoluta.

Em Madrid cuja a Alcaide foi eleita por uma franquia da Gerigonça Espanhola já teme pelo seu lugar porque os barões do PSOE ao contrário dos daqui não gramam os trotskistas nem com molho de tomate, sobretudo o Podemos e estão em pulgas para se livrarem do emplastro chamado Pablo Iglésias e com a queda provável do Ayuntamento de Madrid se avizinha uma hecatombe para os socialistas espanhóis e Sanchéz nunca vai ganhar estatuto de barão dentro do PSOE como tem Felipe Gonzalez ou Zapatero.

Esta queda de Pedro Sancéz é o fim do sonho da Gerigonça Ibérica e vamos ver se esta mesma queda não irá ter efeitos de contágio sitémico do lado de cá da fronteira onde somos governados por uma gerigonça e a mesma já está a abrir rachas e já estamos no mês de Outubro que normalmente é o mês em que se discute e vota-se o Orçamento do Estado no ano civil seguinte e até agora nada foi feito, embora sei que o início de Outubro tenha calhado num fim de semana, mas mesmo no final de Setembro já se poderiam ter umas ideias alinhavadas e até agora népias a não ser austeirdade para os hospitais, ordenados repostos nos funcionários públicos e aumento dos bónus aos políticos.

Vamos ver se queda de Pedro Sanchéz não vai se sentir em Portugal porque a Gerigonça já viu dias bem melhores do que se vêem hoje em dia.

E ficam as minhas perguntas: O desmanchar da gerigonça espanhola vai-se reflectir em Portugal? Se se reflectir quais serão as consequências? Porque Pedro Sanchéz não reconheceu a derrota e saiu de cabeça erguida? Porque o mesmo mentiu a um histórico do seu partido? O que vai o Rei Felipe VI fazer agora? O que vai ser de Espanha?

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Em Espanha em termos eleitorais nas eleições gerais deste domingo, seguiram mais ou menos o que aconteceu nas últimas eleições gerais portuguesas onde existe no parlamento eleito, uma maioria de esquerda, mas ao contrário de Portugal que há prazos apertados para apresentação de governo e prazos demasiadamente largos para uma dissolução do parlamento; em Espanha o Rei tem dois meses para consultar os partidos e saber qual é o candidato a presidente do governo (o mesmo que primeiro ministro) que reune a maioria dos votos nas cortes (parlamento) e propõe este mesmo candidato as cortes; se mesmo assim depois de duas votações o candidato for recusado e se passarem dois meses, digo bem dois meses, sem que haja governo o rei de Espanha dissolve as duas câmaras do parlamento e há novas eleições porque em Espanha não existe a resslva dos dois meses e ao contrário daqui do burgo onde tivemos presidentes que eram forças de bloqueio ou simples fantoches nas mãos do governo, o Rei em Espanha tem como dever incetivar e servir de árbitro nos pactos ou acordos que possam existir nas cortes para formação de governo e se passados dois meses não haver qualquer acordo mesmo tendo-se o Rei como mediador, acontecem eleições gerais.

E assim se vê como a Espanha é um país mais civilizado do que Portugal, até nas eleições e nas voltas que o chefe de estado tem que dar para que se forme um governo e que não é preciso andar-se a criar crises que são sempre de evitar sobrtudo num país sujeito a um plano de resgate e espero que a situação em Espanha fique resolvida nos dois meses que a Constituição Espanhola determina porque é mau para Espanha ter de novo eleições gerais porque Espanha também levou com resgate, mas não ao ponto que Portugal se afundou, todavia também se tem que ver o que poderá sair dos pactos sejam eles de que espectro forem e se não vai acontecer como aconteceu em Portugal com António Costa que literalmente seduziu a esquerda para esta lhe servir de bengala no fim das contas, Costa meteu literalmente os acordos que assinou dentro da gaveta e se for para Espanha ter um governo como o português, então venham daí as eleições gerais.

Devem estar a perguntar se este artigo é algo como um apelo ao regresso da monarquia em Portugal e até que em certa parte é porque nos 105 anos de república, o mundo político português se tem vindo a transformar num colchão contaminado de percevejos e em fraldas de bebé de tão mal cheirosas que estão que têm que ser mudadas com urgência e a criança de seu nome Portugal precisa de levar um banho reforçado com um bom gel de banho e depois levar com uma boa água-de-colónia ou eau de toillet como agora se diz para que a criança de seu nome Portugal volte a ser um ser civilizado e não uma espécie de maltrapilho da Europa que na Grécia encontra uma espécie dara-metade sobretudo nos maus hábitos, embora a Grécia nos esteja a dar baile em algumas coisas em que deveria ser Portugal dar o baile e não falo no euro 2004.

Agora o Rei Felipe VI de Espanha tem a oportunidade de mostrar aos republicanos de raça se faz um rei que sai muito mais barato aos espanhóis do que nos sai um presidente da república que nada faz e quando fala ou entra mosca ou sai asneira e não faz nada jeito pela nação, nem seuqer dissolver a assembleia da república quando não existe uma garatia explícita de governo porque neste caso foi o próprio presidente da república quando era primeiro ministro a ter colocado esta norma na lei fundamental e agora está a provar do próprio veneno e nem sequer fala com o primeiro-ministro ou alguém do parlamento a recomendar alterações nas normas ou para corrigir erros na consituição, ao contrário do que acontece em Espanha ou em Inglaterra onde, usando os devidos meios legais e constitucionais os monarcas se fazem a ouvir não só pelo povo bem como nos respectivos parlamentos.

Enfim, as monarquias têm esta tendência de serem mais civilizadas do que as repúblicas e vamos ver nos próximos dois meses, que desfecho vão ter as eleições realizadas neste domingo em Espanha e se vai haver alguma consequência para o lado de cá das águas do gigante rio que abriga as Tágides e donde partiram as naus que descobriram como se chega a Índia e que deram a conhecer novos mundos ao mundo.

Como sempre as perguntas: Como vai ser formado governo em Espanha? Como vai ser o futuro em Espanha?

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Depois de Tsiparas de ter perdido a luta contra a Eisenkanzlerin e na consequência desta derrota, o mesmo Tsiparas pediu a demissão e marcou eleições gerais e nestes hiato temporal os conservadores tentaram formar um governo mas não conseguiram.

 Se sabe já a partida quando o reino dos helenos está em autogestão, um grupo rebelde do Syriza vai formar um novo partido o que custa a Tsiparas pelo menos 26 deputados que é mais uma dor de cabeça para aquele que para muitos era uma espécie de baluarte anti-Merkel num União Europeia cada vez mais feita em frangalhos por causa da ganância de uns e a negleigência de outros.

O que está a acontecer na Grécia lembra muito o que aconteceu na Alemanha de Weimar e não esquecer que os neo-nazis do Aurora Dourada são em termos eleitoriais a terceria força na Grécia e o PNR ao pé do Aurora Dourada são um meninos do coro porque o Aurora Dourada é mesmo má rés, anda pior que a Frente Nacional francesa.

Este retornar da república de Weimar em modelo helénico é para preocupar porque ao juntar a isto tudo sopram ventos e crise extrema em outras nações devido a sua depedência da venda de petróleo que está a perder valor desde do início do presente ano e não nos podemos esquecer que o petróleo chegou a estar a mais de 100 dólares por barril e agora mal chega aos 50 US$ e vamos ver até onde esta história nos leva e algo me diz que não vai ficar por aqui por nos chamados PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha (Spain)) se vai entrar em época de eleições e vamos ver o que vai sair delas.

Mas voltando a Grécia, foi engraçado quando o Syriza começou a bater com a mão na mesa em relação a asuteridade, tudo que era oposição, sobretudo de esquerda deu o braço aos espartaquistas gregos, mesmo aqueles que em alguns países foram os culpados pela entrada na troika na nação portuguesa como foi o caso do PS; mas assim que a força contra-troika do Syriza começou a desfazer-se a esquerda moderada e liberal largou a mão do Syriza e nem quis saber mais nada dos gregos nem sequer em sede de parlamento europeu ou de comissão europeia.

Este anjo anti-troika está tombado ou para lá caminha e a Alemanha hiper-poderosa que Churchil e outros seus contemporâneos temeram que acontecesse, está mesmo a acontecer com as consequências que sabemos e outras mais graves que ainda não sabemos e que ainda está para vir.

E ficam as minhas perguntas de sempre: O se passa com o Syriza ? O que as eleições nos PIGS vão resultar ? Quem perde e quem ganha ? Porque não existem reformas de fundo na UE ?

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Nestes dias tem dado que falar as investigações feitas pelo FBI ao orgão máximo do futebol mundial devido a fortes acusações de subornos nos tempos mais recentes e estas investigações se souberam na altura exacta das eleições para a presidência da mesma entidade que não passaram dum plebiscito a continuidade de Joseph Blatter.

E apesar de todas as investigações e suspeições levantadas, a única coisa de anormal que aconteceu na eleição da FIFA foi um alerta de bomba e protestos da federação palestiniana de futebol, resto tudo foi algo de muito prgramado de base, qual jogo combinado ou uma eleição no tempos do Estado Novo em Portugal; e até aquilo que vou dizer pode ser erro meu, mas penso que a desistência de Luis Figo das eleições da FIFA foi um favor feito a Blatter, como quando os comunistas em Portugal lançam um urso qualquer para as eleições presidenciais e depois este desiste para apoiar o candidato do PS, ou seja, um sapo engolido.

Se Luis Figo fosse mesmo contra a podridão que existe no futebol levava a sua eleição no fim, mas por grandes interesses subterrâneos Figo e todos os outros candidatos sairam de cena e não podemos esquecer de um detalhe sobre Figo: é que ele é um dos muitos amigos do preso 44 do EP de Évora e o seu nome foi mencionado no caso das sucatas e com este tipo de ligações, o antigo internacional português, deveria de meter a viola no saco quando fala em corrupção e se tivesse alguma vergonha na cara nem se candidatava porque aassim ficou a imagem que engoliu um sapo porque se estava na candidatura vai até o fim e se perder perdeu e ganhar ganhou.

Enfim, como uma vez um amigo meu dos chats disse (e estava a fazer uma tese de mestrado em direito e depois fez um douturamento dentro da mesma área) que o futebol e/ou o desporto onde uma região  ou nação tem potencial e a forma como este é gerido é a imagem deste mesmo país e/ou região e infelizmente o plebiscido hoje realizado em Zurique deu opinião a este meu amigo.

E ficam as minhas perguntinhas:Porque Figo não levou a candiatura até ao fim ? Porque escolheram Blatter ? Quando é que o futebol deixa de cheirar mal ?

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“António Costa deve cumprir o seu mandato para o qual os lisboetas o elegeram”

 

 

 

 

 

 

Seguro assume que, se vencer as primárias e as legislativas, não incluirá Costa num seu governo. E acusa-o de falta de solidariedade e lealdade.

 

 

 

 

 

 

 

 

(Fonte: Público)