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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Na edição de dia 28 de Julho de 2016 a capa do jornal Público a letra C desapareceu de todas as palavras impressas na capa do dito matutino e nem sei se aconteceu no resto da edição de papel porque não a cheguei a comprar porque ando sempre liso e deu para reparar em tamanha gralha.

Provavelemente a terceira letra do alfabeto latino fugiu da tipografia onde é imprimido o matutino agora sediado nas Docas de Alcântara por causa do calor e foi gozar um diazinho de praia devido ao calor que se fazia sentir na data em quem a mesma edição foi encerrada e composta na tipografia e esta gralha secalhar passou em branco para muitos dos lisboetas, mas como eu tenho este hábito de ler sempre as capas dos jornais porque as edições online de muitos jornais têm conteúdos reservados apenas para assinantes e normalmente são as chamadas notícias de caixa alta e que fazem com que os jornais se vendam ou vendam assinaturas das edições electrónicas.

E esta estranha capa do matutino Público que é um dos jornais que leio em termos de edições online deixou-me com uma sensação esquisita se algo não se passou de estranho nem com os tipógrafos ou com quem faz a paginação do mesmo jornal porque falhar uma letra em patricular por várias vezes e não numa palavra é algo que não me lembro de ter visto nos jornais desde que lembro uma tão grande gralha num qualquer jornal e depois se queixam que ninguém compra jornais.

Com gralhas destas só se for para gozar com os tipógrafos do jornal Público que meteram a pata na poça e até que achei estranho ninguém vir comentar, bem talvez estejam distraídos com outras coisas.

Nem vale a pena deixar perguntas em tão curto artigo, mas fica o pedido de sempre para lerem, comentare e divulgarem

Quase todos os filmes de Verão, sobretudos os musicais que cuja linha espacio-temporal calha no final das férias de Verão ou no final do Verão acabam sempre com um grande final que quase sempre é um grande baile em estilo de apoteose ou semelhante como foram e são casos de Footloose, Grease e outros.

Todavia, apesar da chuva escolhi outro ícone dos anos 80, quando a música era mesmo boa e valia gastar uns trocos num disco ou numa cassete e ouvir até ao fim num giradiscos portátil com aquela saudade ou nostagia do final das férias ou do final do verão e de todas as coisas boas que aconteceram e na minha opinião, a música ou vídeo que reflecte melhor esta sensação ou ideia é a escolha de hoje

 

 

 

esperando sempre que seja do vosso agrado, vos deixo uma peça mesmo Radio GaGa, mesmo ícone puro dos anos 80, da década de ouro, platina e diamantes da música

 

 

 

 

 (I've Had) The Time of My Life - Bill Medley & Jennifer Warns (BSO do filme Dirty Dancing)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma estreia acho que absoluta neste recanto e um regresso a música nacional com uma peça que respira Verão por todos os poros

 

 

 

 

 

 

e esperando que seja do vosso agrado

 

 

 

Sol da Caparica - Peste e Sida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de hoje saber que o roubo que fizeram aos funcionários públicos e reformados não cobriram os buracos do desgoverno e já se anuncia novas medidas de austeridade agora fica uma dose dupla dos Xutos & Pontapés:

 

 

 

dos imortais deuses do rock da lusofonia....

 

 

 

Sem eira nem Beira e Vossa Excelência

 

 

 

 

 

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muito nos últimos dias se tem falado em crise e FMI e austeriadade e nem sei que mais, mas aconteceu que neste fim de semana da Páscoa que coincidiu com o 25 de Abril ser a uma segunda-feira dando origem a um fim de semana de 4 dias e com o calor que veio nas primeiras semanas do corrente mês de Abril era um convite para a praia, mas em vez de irem para as praias para aquelas que qualquer um de nós damos a chamada escapadinha de um ou dois dias, ou do tipo sair de casa ao pequeno-almoço e voltar ao jantar.

Mas não muitos otários foram passar fome, cortando no comer e nos gelados para dizer que foram férias para o Algarve e foram para lá molhar a bilha na praia, mas acontece que o tempo pregou uma partida e umas bátegas de chuva estragaram as mini-férias, bem a mim me lixaram a sinusite assintomática, e os otários que foram passara fome para dizer que iam ao Algarve levaram um banho de água gelada.

Nos meus tempos de liceu, os meus colegas quanto muito ou iam as praias da periferia de Lisboa ou em excursões feitas pela escola ou mais recentemente iam naquelas decadentes viagens para finalistas para Llorett del Mar, mas para mim as férias foi sempre ir um dia ou um fim de semana para casa dum tio que morava no Bairro da Encarnação (e não posso passar na zona de Caselas porque o alinhamento das casas é muito semelhante e me faz recordar bons tempos que já não voltam) ou então ficar em casa sempre a ler ou ver tv ou a jogar consola quando as comecei a ter, mas nunca estas todas XPTO, mas assim aquelas falsificações deprimentes da NES e da Atari, mas mesmo assim dava para entreter, ou quanto muito a dar uma caminhada ou um passeio de eléctrico e caso o dinheiro chegasse mais um passeio de comboio e num desses passeios de comboio fiz a minha estreia de idas a Sintra, ainda nos tempos de Edite Estrela como edil da Vila - Património da Humanidade onde Lord Byron viveu e se inspirou e o Palácio da Pena mandado construir por D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha (rei consorte de Portugal e avô  consta dos compêndios de arquitectura como obra-prima do romantismo (não cheguei a visitar tal, mas está a lista dos sítios a ver no futuro por mim).

Estes meus passeios de Páscoa em valores actuais nunca passariam dos 30 ou 40 euros para 3 pessoas comer, viagens ou mesmos que se comprem umas recordações talvez passasse aos 60 euros e sempre me contentei assim; walkman nos cornos, umas pilhas sobressalentes no bolso, duas cassetes no outro, umas pastilhas elásticas e dinheiro no bolso, mais nada.

Bem agora acrescentava o telemóvel e a bomba da asma e trocava o walkman e as cassetes pelo mp3 com bateria carregada, mas de resto ia com o mesmo pacote para sobrevivência, porque apenas levo um pouco mais de coisas quando vou a casa da minha irmã, o extra é o computador, a pen de acesso a net e os meus remédios para não falhar as tomas porque se falho alguma toma depois tenho azar, mas de resto nunca mais de um dia para outro; mas uma semana no Algarve, são doidos e depois dizem que não têm dinheiro para pagar a tv cabo ou a letra da casa; ora curem-se comam amêndoas e fiquem em casa a ver o Ben-Hur.

E ficam as minhas perguntinhas de sempre: Se vão para passar fome, porque não ficaram em casa ? Porque são otários ? Querem ficar sem dinheiro porquê ? Se queriam passar fome então porque não meteram um mês de baixa assim ficavam um mês sem receber salário ? Aonde está a consciência nacional ? Existe alguma crise ? Estão a espera que tudo se afunda ?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar