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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Ontem nos destaques do Sapo Blogs vinha uma sugestão de assunto que era a ressaca do Euro 2016 realizado em França e onde Portugal conseguiu o seu melhor resultado de futebol de todos os tempos (até agora) que foi a conquista do título de campeão europeu em seniores pela primeira vez em mais de 100 anos de futebol federado em Portugal o que é de louvar porque não foi uma equipa de grandes figuras a conseguir o feito (em 2004 tínhamos grandes figuras e no fim nada levamos) e fui uma equipa focada no jogo em bloco e numa forma atípica de jogar futebol em Portugal muito centrada num certo cinismo tirado do catenaccio italiano.

Estatisticamente foi a selecção que ganhou um europeu de futebol com menor número de pontos conquistados, mas este menor´pontuaçãpo não tira mérito a conquista lusitana que foi uma centelha de alegria num país que passa o tempo sempre de cabeça em baixo devido aos políticos incompetentes que nos dirigem, mas há um intelectual brasileiro que disse uma vez que nação tem o governo que merece porque foi o povo que o escolheu e assim aconteceu em Portugal e por todos os recantos onde há uma democracia mais ou menos clara.

Foi o maior ajuntamento humano nas ruas de Lisboa desde do 25 de Abril ou do primeiro 1º de Maio depois da revolução dos Cravos, e foi ao mesmo tempo um ganhar de auto-estima nacional que nos faz pensar que podemos ser mais do que fado, sol e praias e foi uma alegria que não conseigo descrever, sei que na final não parava sentado, sobretudo no prolongamento e depois ao ver os Patrícios 2.0 a tomar conta do jogo comecei a cantarolar o referão da música Força de Nelly Furtado e comi um frasco de termoços do Lidl e fartei-me de mastigar pastilhas.

Quando começou o tempo extra mais pastilhas foram mastigadas e eu andava de um lado para o outro a roer unhas e a cantarolar e ninguém me sossegava, nem a minha mulher e depois aconteceu o primeiro momento mágico daquela noite que foi o golo de Eder e o resto foi ver História a ser escrita e no dia seguinte ver a recepção dos campeões da Europa que o mereceram ser.

Mal estávamos refeitos de uma festa e começou o Europeu de Hóquei em Patins, modalidade desportiva que antes fazia parte dos noticiários desportivos e agora tem menos atenção do que o hipismo ou os rallies, e este Euro de Hóquei tinha um certo sabor diferente porque seria o primeiro a ser disputado no esquema de grupos de apuramento antes das eliminatórias subsituindo o modelo anterior de pontos corridos dado a jogos que eram jogados em anti-jogo ou com beneficiadas com empates dos adversários como foi há dois anos a Itália que ganhou o caneco graças a um empate no clássico dos clássicos do hóquei em patins: Portugal - Espanha.

Foram 18 anos de espera e foi na mesma cidade que acolheu o último mundial conquistado por Portugal em 2003, Oliveira de Azeméis e que também fez a festa da conquista do Euro de hóquei frente á Itália com um pesado resultado 6-2 a favor dos lusitanos, mas como quase ninguém liga um chavelho ao hóquei ninguém veio para Belém para receber os campeões europeus que fecharam com chave de ouro uma época grandiosa para o hóquei em patins lusitano onde os clubes ganharam as taças europeias sem qualquer contestação e a selecção seguiu o mesmo exemplo onde aplicou sempre goleadas incluindo aos crónicos adversários como Itália e Espanha que foram despachadas por 6-1 cada uma e não me lembro na minha vida ver os maiores rivais de Portugal levarem tal tratamento de Portugal.

Antes de acabar volto ao futebol e como em Setembro começa a qualificação da zona europeia para o mundial de futebol de 2008 que vai ser realizado na Rússia e temos que pensar que vamos entrar na qualificação apenas para aparecer na terra dos Czares por aparecer; temos que nos qualificar porque somos campeões europeus em título e favoritos a sermos campeões do mundo e esta é a realidade por muito parva que possa ser e em relação a hóquei o mesmo se aplica porque este conjunto escolhido pelo Professor Luís Séneca que levou o Benfica a quebrar com o domínio do FCP e ao mesmo tempo deu a primeira liga dos campeões ao Benfica tem tudo para quebrar este jejum que já dura desde 2013.

Desta vez sem perguntas, apenas vos peço para lerem, comentarem e divulgarem

 

O pior jogo dos quartos de final onde ambos os conjuntos apostaram nas faltas e na posse de bola e onde o número de chances de golo entre ambnos os conjuntos foi equivalente durante os 120 minutos de bola corrida, mas os germânicos se mostraram mais perigosos do que os transalpinos, mas no fim das contas apenas se tem dois golos um para cada lado, um deles graças a um penalty a favor dos italianos quando estes estavam em desvantagem que empurrou o jogo para o tempo extra porque depois do penalty dos italianos apenas houve um remate com perigo real para cada um dos conjuntos.

Depressa os penalties se tornaram inevitáveis num jogo verdadeiramente empastelado e até mesmo nos penalties houve despredício onde a Itália e a Alemanha chegaram a estar em vantagem nos 5 penalties da praxe e na morte súbita e quem acabou por gnahar foi quem desprediçou menos ao fim de 4 séries de penalties além da morte súbita o que somou o belo número de 18 penalties, não foi record de penalties num jogo oficial, mas andou perto.

Um jogo que foi o pior jogo dos quartos de final com toda a certeza e de onde saiu o adversrio do vencedor do França - Islândia que teve um pouco mais de vida.

A arbitragem felizmente não estragou ainda mais o jogo que estava com defeito de fabrico desde do primeiro minuto e que estava fadado para ser decidido nos penalties

 

 

 

Marcador

 

 

 

 

Alemanha 1 (Özil 65') - Itália 1 (Bonucci 78')

 

 

Penalties

 

 

 

 Alemanha Itália
 Kroos - marcou Insigne - marcou
Müller - falhou Zaza - falhou
Özil - falhou Barzagli - marcou
Draxler - marcou Pellè - falhou
Schweinsteiger - falhou Bonucci - falhou
Hummels - marcou Giaccherini - marcou
 Kimmich - marcou  Parolo - marcou
Boateng  - marcou De Sciglio - marcou
Hector - marcou Darmian - falhou
   



Em vez de estar a fazer uma fastidiosa análise dos derradeiros jogos da fase de grupos do Euro 2016, jogo por jogo, vou fazer uma súmula do que assisiti neste última semana da fase de grupos do Euro 2016.

Jogos para todos os gostos, desde jogos que foram verdadeiras surpresas, ou outros que foram chatos e sem grande história para contar, mas o que marcou a última jornada da fase de grupos foram os golpes de teatro sobretudo nas decisões dos vencedores de grupo ou para se saber quais seriam os tercerios classificados a passar e neste filme, a selecção nacional foi um dos protagonistas principais.

Tivemos de tudo, desde da Espanha perder o primeiro lugar no seu grupo para a Croácia, como a Irlanda que estaria em teoria eliminada, passar no último jogo ao ganhar a uma Itália que estava claramente em serviços mínimos porque já tinha chegado aos seus principais objectivos que era a vitória no seu grupo e a a passagem para a fase seguinte concedeu o jogo aos celtas.

Também não posso deixar de destacar a qualificação da Islândia que no caso de empatar com a Áustria já se qualificava, mas os vikings quiseram dar mais de si e acabaram por marcar o golo da vitória no derradeiro minuto da fase de grupos ajudando o maior empata do Euro 2016 de seu nome Portugal que assim acaba por evitar os chamados tubarões, tendo em teoria uma segunda fase mais facilitada.

Fiquei desiludido com a Suécia, República Checa e Ucrânia que das quais esperava mais jogo e no fim abandonam o certame sem honra e muito menos glória.

Quero deixar o caso de Portugal para o fim deste artigo porque é um caso único em termos de europeus de futebol porque foi a primeira equipa a passar a fase seguinte com 3 pontos apenas conseguidos com empates sendo o último, o melhor jogo da primeira fase do Euro 2016 e um dos melhores de sempre dos europeus; Portugal teve tudo para ganhar o jogo mas não consegiu ou não quis e apenas espero ver mais jogo útil por parte da selecção nacional sobretudo agora no chamado mata-mata.

 

 

 

Apenas me resta dizer

 

 

 

FORÇA PORTUGAL

A Itália com a sua habitual frieza no desporto-rei num jogo que foi relativamente maçudo porque apenas houve dois remates com perigo e ambos por parte dos transalpinos venceu a Suécia pela vantagem mínima conseguindo assim assegurar a presença nos oitavos de final do Euro 2016 num jogo sem grande chama e sem grandes casos por parte da arbitragem.

Jogo de serviços mínimos onde ambos os conjuntos não mereciam ganhar devido ao jogo desplicente apresentado por ambos os conjuntos que pareciam jogar para o empate a zero e como ambos os conjuntos não podiam perder ao mesmo tempo o nulo seria resultado menos mau num jogo insonso, mas pertinho do final a Itália resolveu dar um toquezinho de tomilho no jogo e marcaram apenas ao minuto 88 e que acabou por matar um jogo sem grande graça ou interesse.

Não tenho grandes notas a acrescentar a não ser o marcador

 

 

 

 

 

Itália 1 (Éder 88') - Suécia 0

Há 25 anos e ainda na febre da bomba que foi para a ópera a jóia chamada Barcelona que juntou o Deus da música Freddie Mercury a Diva da ópera Montserrat Caballé num dueto único, o produtor musical italiano Mario Dradi teve a ideia de juntar um recuperado José Carreras de uma luta titânica contra a leucemia a outros dois reis da ópera, Plácido Domigo e Luciano Pavarotti nas termas de Caracala na Cidade Eterna ..... se fez magia e este mesmo concerto serviu para angariar fundos para fundção de José Carreras de Luta contra a Leucemia (cujo link está na coluna de links deste mesmo blog)

E serviu de grande final ao mundial de futebol de 1990

 

 

esperando que seja do vosso agrado

 

 

 

Nessun Dorma - The Three Tenors (Roma 1990)

 

 

 

 

 

 

 

 

Quero encerrar a série das músicas da Primavera....

 

com um diamante que me apareceu nas recomendações da minha conta de youtube

 

 

 

esperando que seja do vosso agrado

 

 

o dueto que os verdadeiros amantes de música sobretudo dos anos 80 queriam ver e nunca viram....

 

 

mas aqui ficam com uma ideia como seria....

 

 

 

 

 

Nessun Dorma - Marc Martel (imitando as vozes de Freddie Mercury e Luciano Pavarotti)

 

 

 

se fecharem os olhos pensam que este canadiano virtuoso não está a imitar as melhores vozes masculinas de sempre da humanidade, mas que é mesmo um dueto entre os melhores cantores masculinos de sempre: Mercury e Pavarotti.... (e como eu queria voltar atrás no tempo e fazer com que estas duas gargantas preciosas cantassem em Wembley ou no Scala e tornassem o mundo num palco ainda mais pequeno para duas vozes únicas)

 

 

 

 

 

 

 

Como notaram apresentei uma música de Sabrina Salerno e outra de Samantha Fox.... e hoje a fusão das duas num cover de uma música dos Blondie

 

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

Call Me - Samantha Fox & Sabrina Salerno