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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vos deixo umas palavras dum génio imortal nascido em Zanzibar há quase 74 anos:

 

Se existir um Deus lá em cima no céu, olhando cá pra baixo,

O que ele deve estar pensando do que fizemos,

Com o mundo que Ele criou

 

 

Num país que está a sofrer com uma pandemia e que tem duas nabas no sector da saúde que cada vez pesca menos daquilo; o país entrou em estado de choque quando se soube do desfecho do caso da pequena Valentina que me deixou pelo menos com os nervos feitos em cacos e com vontade de fazer justiça pelas próprias mãos.

Pelo que se sabe a pequena Valentina de 9 anos foi assassinada pelo progentior na banheira e este simulou um desaparecimento e teve a cumplicidade da actual mulher ou esta também foi parte activa no crime e fez a aldeia onde viviam procurar a criança até que encontraram o corpo enterrado e o mesmo animal confessou os crimes e fez a reconstitiuição do crime com os detalhes todos.

Gente assim não merece simplesmente viver, apenas merece morrer de uma forma bem lenta como ser enforcado em cordas de piano ou na fogueira para servirem de exemplo a futuros criminosos caso queiram fazer o mesmo já ficam a saber o que lhes espera e será com toda a certeza uma forma de desencorajar este tipo de crimes.

Por outro lado, Portugal foi elogiado no século XIX quando o Rei D.Luis, o Popular; veio a colher as sementes que a sua mãe D. Maria II, a Educadora; semeou e que o seu destemido e jovem irmão; D. Pedro V, o Esprançoso que na sua vontade de fazer bem ao próximo não teve medo das pandemias que infectavam Lisboa que foi o fim da Pena de Morte (para crimes civis e mantendo-se para crimes militares) sendo o primeiro país ao fazer em 1867.

Mas entre 1867 e a actualidade paradoxlamente, o país evoluiu em todos os ramos da sociedade menos no social e quando me refiro ao viver em sociedade e apesar de ter havido algumas subidas  que têm travado esta regressão, a regressão é um facto presente e o desfecho do caso da pequena Valentina é o caso que Portugal regrediu em termos sociais para uma espécie de idade média onde existe um absolutismo do poder e ao mesmo tempo a violência contra os mais fracos como mulheres e crianças é semelhante a que acontecia no século XVI e isto tem que ser parado a toda força antes que se parta para a estupidez e quem sabe se a pena capital seria  uma solução porque uma deputada questionou o absoluto direito a vida quando se falou da Eutanásia, então haja coerência e se fale do mesmo quando for para eliminar escória da sociedade.

A pena capital é uma faca de dois gumes porque tanto pode punir criminosos bem como inocentes, então que se pense em pena prepétua sem isolamento porque os assassinos e violadores de crianças nunca têm vidas muito longas nas cadeias porque segundo a ética prisional é gente pior que os traficantes de droga ou os assassinos comuns e os mesmos presos tratam de fazer aquela que se chamava Justiça Maior....

 

 

Valentina descansa em paz.... quem te matou vai ser punido

Ainda não vou falar do assunto do momento, mas de outro assunto que me deixou pensativo que foi o facto de um cidadão ucraniano não-documentado que faleceu na área do SEF dedicada a cidadãos com documentos inválidos ou não-documentados para entrar em Portugal e segundo a imprensa o mesmo apresentava hematomas tendo antes do falecimento ido ao hospital e ao falecer estava algemado e disseram que a morte do mesmo se atribuiu a problemas epilépticos...

E aí se fez luz na minha mente dado eu ter epilepsia diagnosticada desde 2003 e já ter tido as chamadas crises tónico-clônicas que são crises generalizadas conhecidas comunemente por convulsões e há coisa de há um ano tive uma durante o sono e não fiquei com hematomas e nem foi preciso o uso de algemas. Aí está um dos grandes X desta história porque numa crise convulsiva o corpo deve estar solto, ou seja, cintos e gravatas desapartados e se possível retirada de adornos como relógios, pulseiras ou qualquer objecto que possa causar lesão ou impedir a circulação do sangue; além disso, o doente deve ser colocado deitado de lado com algo macio debaixo da cabeça para evitar lesões na cabeça.

E qualquer dos tipos de crise epilepsia que existem exigem é internamento hospitalar e não confinamento numa área que aumenta o stress de alguém que sofre ou sofria duma doença que cujo portador não pode sofrer este mesmo stress e fiquei pensativo onde estaria a medicação do cidadão em questão e se a mesma não terá sido confiscada por algum funcionário hiper-zeloso ou mega-estúpido que confundiu anti-convulsivos com droga ilegal...

Nos casos que possa exigir que os membros do paciente sejam seguros, jamais têm que ser algemados e têm que ser contido de forma gentil sem provocar lesão nem stress e o cidadão aparecer morto e algemado não foi epilepsia que o matou, mas sim um acto criminoso que tem que ser investigado e estes senhores do SEF, alguns deles universitátrios têm o QI dum frango de aviário com a doença das vacas loucas por terem cometido tamanha babaridade

Acontece que investigações feitas após as primeiras notícias e vindas a público tendo como prova a autópsia forense apresentam fortes evidências de crime de agresão até a morte do mesmo que se encontrava em agonia tendo a direcção do SEF ter sido demitida estado já a investigação em curso.

Os três animais ,  suspeitos estão em prisão domiciliar (deveriam era de ir para preventiva que já era feita justiça) e agurada-se futuras novidades.

Dizem que Portugal é uma país civilizado, e eu digo que é um país submisso aos turistas e aos borregos com diploma que estão no poleiro e atiram veborreia para domar o rebanho e eu cada vez estou mais farto desta ditadura que se diz Estado de Direito e eu gostava de saber aonde...

 

Perguntas da Esfinge: Isto ocorreu a 10 de Março, como só se soube hoje? Porque não internaram o cidadão ucraniano logo num hospital em vez de matarem? O que ganharam com isto? Porque não levaram prisão preventiva? Será que vai ser feita justiça?

O Grande Amigo Ivo questiona a legalidade de parte das provas da Operação Marquês que num país de gente honesta como o Brasil ou a Itália seriam o suficiente para enviar Sócrates Pinto de Sousa e os seus comparsas passar uns quantos anos atrás das grades para uma qualquer cadeia.

Mais questionável seria a nomeação do mesmo juiz porque a mesma foi feita por um sorteio duvidoso que só funcionou a terceira tentativa porque das outras tentivas ou dava erro de sistema ou colocava como juiz deste mesmo processo o inimigo mortal de Sócrates Pinto de Sousa, o juiz Carlos Alexandre.

Este mesmo Ivo Rosa, já livrou Armando Vara de uma caução de vários milhares de euros e está a fazer vários favores ao PS, livrando eminentes socialistas da espada da justiça quando as evidências publicadas nos massa media são claras demais para serem ignoradas por cidadão que se diz Juiz de Direito que quando observadas as suas atitudes até um cidadão de poucos estudos pode questionar se ele é o juiz indicado para o caso.

Este favorecimento aos suspeitos socialistas da Operação Marquês causa estranheza a muitos e ainda mais inusitada é atitude do Conselho Superior de Magistratura que nada diz sobre o mesmo juiz Ivo Rosa vir falar para os meios de comunicação social sobre este mesmo caso, mas quando Carlos Alexandre numa qualuqer entrevista falva nem que fosse de forma velada sobre a Operação Marquês parecia que caia o Carmo e a Trindade no CSM.

Esta atitiude das altas esferas da justiça ao facilitar a vida em especial aos partidos do arco do poder, mas sobretudo aos socialistas leva com que se suspeite que o chamado terceiro poder esteja mais contaminado de corrupção do que um lupanar dos tempos da Roma Antiga e que a justiça que deveria de existir só seja seja implacável para as classes sociais inferiores ou de poucos meios financeiros porque os priveligiados da república têm os mesmos privlégios dos que os Patrícios Romanos ou outra qualquer classe de privilegiados que venha mencionada nos anais da História da existência da humanidade no pequeno pixel azul de vida chamado Terra.

E ficam os buracos por tapar: Que estará Ivo Rosa a proteger? Será que o sorteio do juiz foi legítimo? Porque o CSM não questiona as atitudes de Ivo Rosa? Afinal o que é o Direito em Portugal? O que é Justiça em Portugal?

 

Opinem ....

 

Há algumas semanas começou o julgamento de mais um caso de pedofilia no recanto a beira mar plantado de seu nome Portugal.

Este caso se revela de especial gravidade porque é o caso de um "avô" que abusou de forma sistemática das netas ao longo de vários anos durante pelo menos 7 anos e o crime foi cometido 850 vezes.

Acontece que o colectivos de juízes absolveu esta coisa de muitos dos crimes e apenas o condenou a seis anos e meio de prisão apesar de no processo constarem pelo menos 850 crimes de violação e só ter sido absolvido de 24.

Num país civilizado como Espanha, Brasil, Itália ou EUA esta coisa iria apanhar no melhor dos cenários para a coisa 20 anos de cárcere sem qualquer direito a condicional ou precária e depois os presos tratavam do assunto se soubessem que tipo de crime esta coisa tinha cometido e ao ler a notícia onde veio a sentença fiquei a pensar que justiça tem Portugal.

A justiça no seu todo cada vez mais se revela de menos confiança, e está num nível de confiança semelhante ao que se pode ter em relação aos políticos corruptos e a ministra da justiça também não contribui para uma melhor imagem do sistema judicial português que nunca foi grande coisa, mas nos anos mais recentes tem descido e bem no quesito confiança.

Agora com sentenças como estas, como podemos confiar numa justiça que não pune os criminosos nojentos como este ou os grandes corruptos do sistema político e na volta, a arraia miúda se entretem com os três F como era no antigo regime e assim vai andando esta república podre e nojneta.

Como sempre deixo as minhas perguntas sem resposta: Que justiça é esta? Para onde a justiça em Portugal vai?

 

Neste primeiros 40 dias de 2019 foram assassinadas mais crianças e mulheres por causa de violência doméstica do que em todo o ano de 2018 apesar do aumento de denúncias nas autoridades policiais e judiciais.

Os tribunais passam uma imagem que se estão nas tintas para as vítimas quando literalmente negligenciam as vítimas e as mandam para a boca do lobo e ainda toleram casos de violência doméstica e nem sequer punem os juízes que toleram um crime que para qual deveria de ser usada a regra de Hammurabi: olho por olho, dente por dente, ou seja neste caso umas quantas chibatadas no caso de não haver mortes e se houver mortes só haveria uma pena a aplicar e os católicos que leem este blog me desculpem o que vou dizer.... apenas um castigo serve... a pena de morte na forca.

Ninguém faz nada de profundo para esta verdadeira praga acabar de uma vez, e bem pelo contrário ela aumenta, o que prova que o Estado como entidade está a falhar e de forma dolorosa e algo tem que ser feito e enquanto a esquerda cria novelas como o caso do Jamaica, outros casos ainda mais graves que envolvem a morte de inocentes e a incompetência dos órgãos de soberania da república.

Se falam tanto deveriam era de fazer um toca a reunir entre os poderes da república com o Senhor das Selfies incluído e encontrar soluções de raiz que corte esta peste pela raiz e não simples reuniões que por muito bem intencionadas que sejam nada vão adiantar e se for preciso alterar a constituição para mudar as molduras penais então o façam antes que morram mais mulheres e crianças a mãos de assassinos que apenas merecem a morte como punição.

Nesta nação dos brandos costumes mas não muito deve estar a espera que as vítimas destes mesmos sicários comecem a fazer justiça pelas próprias mãos e quando a situação chegar a este ponto, também chegou ao ponto de se fazer a eutanásia das instuições republicanas que estão a mostrar falhanços fatais para a existência da vida condigna em Portugal.

Como sempre deixo as perguntas para quais ninguém ainda achou resposta: Quantas mais vítimas irá fazer esta peste? Será que as vítimas terão que ser elas as justiceiras num país onde a justiça não funciona e o poder político se omite? Que caminho leva Portugal?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

 

 

Post-Scriptum:

 

Vos deixo uns vídeos para pensar e um deles fala sobre um caso de um abuso em que a vítima teve que fazer justiça e outro é para vos fazer parar e pensar

 

 

Ah propósito desta situação, o vocalista dos Aerosmith é o embaixador de  uma ONG nos EUA onde acolhe vítimas de abusos e violência doméstica e já abriu um polo em Atlanta e outro em Memphis e fez uma doação de meio milhão de dólares para a construção de outro polo da ONG Janie's Fund (nome tirado de uma música dos Aerosmith onde é relatada uma situação de abuso e onde a vítima se vê obrigada a fazer justiça pelas próprias mãos)

 

 

 

 

 

 

Devido aos trágicos fogos do último Outono, se gerou uma corrente solidária nesta nação para ajudar as vítimas dos incêndios do Pedrógão Grande que fizeram tanto vítimas mortais como vítimas materiais.

Acontece que parte destes dontivos acabaram no bolso no desgoverno da gerigonça que os usou para as obras nos hospitais da Universidade de Coimbra e outra parte se sublimou como fossem cistais de iodo expostos ao ar e dezenas de milhões de euros se sumiram no ar, sem ninguém saber onde pararam e nem as casas prometidas a quem tinha ficado desabrigado tinham sido construídas.

Passado quase um ano desta tragédia, uma reportagem da TVI, colocou o dedo na ferida e conseguiu descobrir que o dinheiro que sobrou do que não desviado para nenhuma obra de última obra como a dos HUC, ficou nas mãos da edilidade local e ainda mais grave, o edil está a pedir e a fazer o jeitinho para quem não tinha a sua morada principal na área afectada pelos fogos, transferirem a sua morada para esta mesma zona; de forma a terem as obras de reconstrução das suas casas de férias completamente gratuitas pagas pelos dontivos que os portugueses e outros cidadãos do mundo deram para mitigar esta tragédia.

O mesmo edil resolveu processar o canal de televisão, embora não tenha dado qualquer explicação sobre o destino dos dinheiros e na imprensa têm aparecido vários casos de cunhas para a obtenção de ajudas para a reconstrução de casas de férias enquanto quem precisa mesmo fica para trás e quem recebe normalmente tem alguma ligação partidária ou de amizade ao mesmo edil.

Por outro lado o Perfeito Vazio de Belém que está a banhos apenas diz que é preciso apurar saber o que se passou sobre este desvio dos donativos; mas palavras leva-as o vento e este refogado pede acção antes que comece a cheirar mais a esturro e se exige medidas profundas e radicais para se apurar responsavéis destes mesmos desvios e puní-los de forma exemplar e jamais os deixar soltos, porque gente desta tem que ir para a cadeia pagar pelo que fez o pelo que está a fazer.

O que esta situação vai levar é que a proxima angariação que ocorra através dos meios de comunicação social e que tenha suporte do presidente da república ou de outra entidade pública acabe em fracasso e tenham que ser privados que por sua iniciativa levem os donativos em géneros (exemplos: alimentos, rações para animais ou roupas) ou financiarem directamente a reconstrução de casas que não sejam habitações de férias como está acontecer em Pedrógão Grande.

Duvido que no futuro, próximas angariações de fundos para ajudar vítimas de incêndios ou de outras tragédias que envolvam dinheiro voltem a ter a mesma mobilização do que teve a causa do Pedrógrão por que agora quem quiser doar vai querer doar em géneros do que doar um céntimo que seja por que os possíveis doadores ficam desconfiados do real destino dos donativos em dinheiro porque estes podem não acabar para onde devem ir e vão para o sítio errado.

Estas situação do Pedrógão tem que ser investigada doa a quem doer e não são vãs palavras que vão fazer a máquina judicial andar, mas sim acção, acção contra aqueles que enganaram uma nação e vários cidadãos de outras partes do mundo que entraram com milhares de euros para ajudar as vítimas desta tragédia épica e que nos deveria de fazer pensar no fim do tremendo eucaliptal que existe em Portugal e numa real política de prevenção de fogos e não na pura demagogia como foram as medidas apresentadas pela gerigonça para a limpeza de florestas.

E ficam os engimas da esfinge: Por onde param os donativos para as vítimas do Pedrógão? Para quem é este compadrio que a imprensa denuncia? Porque raio não é investigado? Porque o pefeito vazio de Belém não aperta a sério com as instituições para saber o que é feito dos milhões doados?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

A TVI num rasgo raro de serviço público, mostrou a realidade de algo que já acontecia nos tempos de Sócrates Pinto de Sousa quando o actual presidente do parlamento era ministro da segurança social e que se foi arrastando ao longo do tempo e agora parece ter vindo ao de cima porque uma das vítimas veio a morrer de overdose de drogas nos EUA.

Venho vos falar das adopções ilegais de crianças conduzidas pela seita chamada Igreja Universal do Reino de Deus que usou (ou usa) os seus lares de infância para fazerem adopções ilegais de crianças portuguesas no estrangeiro no que se pode considerar tráfico de crianças e estas são convertidas à força para serem "pastores" desta seita ou andam de família em família e há casos de irmãos separados.

Quem está por detrás deste tráfico de crianças são os cabeças do culto e nestes anos, os vários desgovernos da república têm ficado calados não sei porquê e que a reportagem da TVI "O Segredo dos Deuses" deitou cá para fora e que colocou muitos de nós a pensar em que país nos estamos.

Os lares desta seita servem como montra para que os supostos sacerdotes desta seita que são os falsos profetas que a Bíblia menciona escolherem crianças para serem adoptadas de qualquer maneira, separando famílias e chegam a usar documentos falsos segundo a mesma reportagem ou fazendo registos de nascimentos paralelos aproveitando o desespero de pessoas que chegam ao limite.

Tudo é feito para que estas adopções sejam feitas desde extravio de registos documentais até fazer os desesperados ficarem tão dependentes da IURD que estes acabam por aceitar todas as imposições deste polvo incluindo ficar sem os seus filhos e a justiça portuguesa se limita a dizer que os crimes prescreveram e nada mais fazem a não ser a PGR a se investigar a si mesma para saber o que se passou neste tempo.

Mas enquanto andam a tirar as crianças alheias, o cabecilha deste polvo, desta hidra de Lerna de falsos profetas, Edir Macedo anda entre Portugal e o Brasil a gerir este polvo e manda que os seus seguidores mais próximos façam vasectomias para não terem filhos biológicos e andam por outro lado a roubar as crianças alheias com o silêncio cúmplice das autoridades da república que parece terem acordado para o caso desde que este apareceu nos meios de comunicação social.

Nem sei o que pensar da justiça da república e das autoridades da mesma; mas existem organizações aqui em Portugal que já estão a mais no território nacional e este culto está a mostrar que existem em Portugal entidades que se sobrepõem a um Estado que não passa de um cobrador de impostos cada vez mais selvagem e que cuja função social do Estado cada vez se volatiza mais.

A culpa desta situação é em primeira instância é da IURD que se aproveita dos desesperados e em segunda instância do Estado sem si que deixou que estas adopções acontecessem e nada fez para que as mesmas fossem travadas até que a dita reportagem chamasse os bois pelos nomes e começasse a esmiuçar o que estava silenciado estes anos todos devido as maquinações deste polvo que metralhou a emissora sediada em Queluz com vários processos judiciais, mas não falam nos documentos das crianças que se sumiram sem explicação ou dos registos informáticos obliterados das maternidades.

Este caso ainda pode dar muito que falar e mostra que os falsos profetas estão entre nós e estes seres que dirgem esta seita são os falsos profetas e a instituição que dirigem é a prostitututa babilônica mencionada no livro do Apocalipse e que tem o cálice com o sangue dos inocentes com o qual se nutre e como Portugal é um país de mansos, a existência da mesma seita vai continuar e quem sabe se o desvio/tráfico de crianças igualmente vai continuar porque segundo as autoridades judiciais da república muitos destes crimes prescreveram e o dano da separação das famílias só poderá ser deblado por algum rasgo de consciência de alguém que tivesse contribuído para este negócio.

E ficam as minhas perguntas: Como isto aconteceu? Porque a PGR não se mexeu logo nos primeiros casos há coisa de 17 anos atrás? Afinal o que esta seita faz em Portugal? Já não chegou a hora de ir embora?

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Em Portugal, mas precisamente, no Tribunal da Relação do Porto, existe um juiz que deveria ter estado em hibernação durante  a revolução dos cravos e apesar de ter apenas 28 anos de serviço parece vindo de tempos antigos, onde os direitos humanos não eram iguais entre homens e mulheres e onde as mulheres pouco mais eram do que escravas ou objectos para os homens fazerem das mulheres capacho.

O juiz em questão é o meritíssimo juiz Joaquim Neto de Moura que já em 2013 quando apenas era um juiz auxiliar no Tribunal da Relação de Lisboa, já tinha sido polémico, para não dizer pior quando reduz a pena a um agressor acusado em primeira instância de violência doméstica, "homem" que tinha agredido a sua esposa que tinha uma criança de nove dias de idade ao colo ao murro e as dentadas, ao absolver o mesmo agressor do crime e apenas o penalizar com uma multa de 350 euros devido a agressão que foi desagravada pelo mesmo juiz.

Este mesmo juiz, já como desembargador na cidade Invicta, absolveu outro agressor porque a esposa do mesmo trocava sms com um suposto amante e o agressor que tinha sido condenado a uma pena por agressão, mas que era pena suspensa, acabou absolvido por este mesmo juiz porque a vítima não tinha qualquer crédito (palavras do mesmo juiz).

Já no ano passado o mesmo juiz assinou um acórdão em parceria com uma colega, a juíza desembargadora Ana Bacelar onde um acórdão do mesmo tribunal revoga uma medida de afastamento urgente de um "homem" por violência doméstica da residência do casal por supostamente as ameaças entre as partes serem recíprocas ao ponto da alegada vítima dos maus tratos ter desejado a morte do agressor.

Mas o mais grave foi o que aconteceu esta semana quando o mesmo juiz usou a Bíblia para justificar as agressões sofridas por uma mulher tanto da parte do marido como da parte do amante e o mais grave é que o mesmo acórdão não foi apenas assinado pelo juiz Neto de Moura, mas também foi subscrito pela juíza Maria Luísa Abrantes e além das citações bíblicas que está erradas e incompletas foi rabuscar o código penal de 1836 onde aparece criminalizado o adultério, quando na actualidade tal facto não é mais crime.

Acontece que o mesmo acórdão não é passível de recurso para Supremo e o melhor que a vítima deste caso pode fazer é recorrer para o Tribunal dos Direitos do Homem em Haia porque a justiça de Portugal não lhe pode valer e por outro lado este mesmo juiz em 2007 este mesmo juiz foi alvo de um processo por abuso de autoridade, mas o mesmo processo não deu em nada.

Além das referências bíblicas o que torna o acórdão polémico é também o facto de ser também subscrito por duas juízas o que tornar a polémica deste processo de agressão contra uma mulher ainda maior e dá que pensar em que mundo vivemos e que alguns juízes devem pensar que o mundo ainda não evoluiu com as decisões que tomam e por outro lado as relações humanas chegaram a um ponto em que fico a pensar aonde que se chegou onde o respeito mútuo desapareceu e uma coisa que aprendi com a minha família foi que o respeito entre um homem e uma mulher nunca se alcança pela violência mas sim pelo diálogo e quando se chega a violência mais vale cada um ir para o seu lado porque a violência não leva a nada.

Por exemplo eu e a minha comapnheira temos uma ou outra discussão sobretudo porque o dinheiro a nós é curto mas dá mais ou menos para tudo, mas no fim chegamos sempre a um acordo ou um consenso sobre o que estamos a discutir sem haver qualquer episódio de violência e com estes casos se vê o quão está decomposta a sociedade portuguesa.

Ficam as minhas perguntas de sempre: Porque fizeram as citações bíblicas se Portugal é um estado laico? Que raio de acórdão é este? Afinal onde para o respeito entre as pessoas?

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Ontem saiu o acórdão do recurso para o Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso do soldado da GNR Hugo Ernano que viu a indemnização que este tem que pagar a família do adolescente cigano que foi morto numa perseguição policial quando este mesmo adolescente ia numa carrinha com dois homens, um deles o seu pai que estava foragido da prisão de Alcoentre.

Nesta perseguição o adolescente foi morto acidentalmente pelo soldado da GNR e os dois adultos detidos na sequência do assalto que faziam em Santo Antão do Tojal e o soldado da GNR Hugo Ernano foi ilibado do crime de homicídio mas foi obrigado a pagar uma indemnização a família do adolescente de 45 mil euros, sendo 35 mil para a mãe e 10 mil para o pai do dito adolescente e agora o STJ aumentou em 5 mil euros a dita compensação financeira.

Mais gritante é que o mesmo soldado apenas está a ganhar 1/3 do salário e está sob suspensão da GNR de 240 dias, a mesma que ainda dura com as devidas consequências salariais que daí advêm mas os juízes do STJ não têm a mínima noção de justiça e confirmam uma pena que prova que o crime acaba por compensar para os ciganos porque neste caso em Particular não são punidos e ainda são beneficiados financeiramente e no geral e falo por experiência própria é ver dezenas de ciganos a venderem haxixe na baixa de Lisboa e óculos de marca falsificados e ninguém lhes diz nada ou para manterem o RSI se inscrevem em cursos do IEFP ou colocam os filhos na escola primária, mas aparecerem nas aulas não é com eles e esta maneira de ser se aplica a parte generosa dos ciganos que aparecem sempre nas notícias sempre que há tiroteios nos bairros perigosos (aka. favelas) de Lisboa ou do Porto.

Para ainda aumentar a gravidade da situação do Soldado Hugo Ernano o mesmo está a ganhar como dinheiro mensal pouco mais de 16 euros devido as deduções e penhoras salariais que tem sofrido e ninguém sem ser a família do mesmo se lembra do Soldado Hugo Ernano, nem sequer o sindicato da GNR tão activo nos tempos de Passos Coelho por outros motivos que não um dos seus colegas estar a ser prejudicar num claro processo racista, ilegal e injusto porque uma minoria está a conseguir o que quer que é tirar compensação de um crime.

Entretanto o caso seguiu para o Tribunal Constitucional onde se aguarda resposta do recurso em relação ao indemnização a qual o Soldado Hugo Ernano foi condenado a pagar por apenas cumprir o seu dever que foi evitar um crime e quem deveria de ser condenado seriam os homens que estavam a desencaminhar este mesmo adolescente para uma vida de crime tão típica dos ciganos que marca de forma indelével porque embora sejam poucos, ainda há alguns ciganos que conseguem ter uma vida produtiva ao contrário da grande maioria da etnia cigana e esta marca se torna um estigma maldito para os ciganos produtivos que vão coexistindo com a grande parte que não quer fazer nenhum e só pensa em subsídios e compensações financeiras de toda espécie desde que estas não envolvam trabalhos ou actividades lícitas. 

Muito se comentou quando o sexólogo do programa das manhãs da TVI, Quintino Aires, criticou de forma directa e incisiva a subsídio-dependência dos mesmos ciganos, mas acontece que esta subsídio-dependência é um facto e que têm uma tendência doentia para o crime e se fosse ouvido um qualquer agente da PJ ao falar no geral, mas que tivesse a sua identidade devidamente protegida para evitar ameaças e represálias iria confirmar o mesmo que Quintino Aires disse em directo no canal de TV sediado em Queluz.

Apenas sei que a associação sindical da GNR está calada com um caso claro de injustiça e onde um dos membros da força militarizada está a sofrer uma arbitrariedade porque caso fosse a morte de um branco seria o final dos tempos e todos desciam a televisão, uns a dizer que tinha um sido um abuso, por outro lado outros a dizer que foi um acidente e seria um assunto para ser mencionado em todos os telejornais, mas como foi um cigano dos envolvidos e um membro das forças da ordem é que está a ser injustiçado, todos estão calados desde dos sindicatos da classe ao poder político e assistimos mais uma vez como apenas uma mão cheia de gente faz o que quer e a restante maioria silenciosa passa a submissa perante estas injustiças e ainda falamos que estamos numa democracia.

Como sempre a minhas perguntas: Porque se dá uma indemnização a um criminoso que quis levar o filho para o crime? Porque não se punem os verdadeiros criminosos neste caso? Porque atacaram Quintino Aires quando este apenas disse a verdade sobre os ciganos? Que raio de justiça é a justiça em Portugal?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar