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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Estamos no final de uma semana em que em termos nacionais a pandemia do Covid-19 dá uma aparência de estar mesmo controlada menos numa região: Lisboa e Vale do Tejo onde a coisa anda mesmo a ficar preta  ainda ninguém se lembrou de criar cordões sanitários a delimitar os concelhos mais afectados para controlar de uma forma definitiva ou perto disso a pandemia que durante dois meses fez um dano semelhante ao grande terramoto de 1755.

E me questiono se estes surtos que têm aparecido cada vez mais na região mais populosa de Portugal não será um sinal que os cordões sanitários não têm mesmo que ser decretados antes que seja tarde demais e depois tenhamos que voltar todos a casa e deitar perder dois meses de sacrifício pelo cano abaixo.

Este descontrolo tem que ser destravado antes que Lisboa e Vale do Tejo se torne outra Espanha ou outra Itália onde se começa a morrer pelos cantos com o Covid-19 não por falta de meios, mas porque duas bonecas de cabeça oca se esqueceram mais uma vez que a chave é a prevenção e nunca estudos, estatísticas ou gráficos.

Se deixarem a situação correr solta como está, bem a região mais populosa de Portugal está literalmente condenada graças a duas bonequinhas não saberem que em qualquer doença infecto-contagiosa a chave é sempre a prevenção e esta já está a ser descurada de forma clara sobretudo em alguns postos de trabalho que apesar de terem a distância social, muitos funcionários não cumprem com as regras e depois se formam redes de contágio e aí as duas Baribies da saúde simplesmente não mexem uma palha sobre o assunto.

Apenas espero que esta reconstrução que já está na segunda fase não caia por terra graças a duas desgraças que já deveriam de ter posto o seu cargo a disposição e levando com elas o secretário de estado que embora pesque alguma coisa do assunto é tão culpado desta situação quanto a bonecas cabeça de vento, loirinhas e meninas bem

....

Séra que a reconstrução vai cair por terra?

Depois numa rara acertada inciativa aceratada do PAN levada ao parlamento que tinha como objectivo o chumbar da linha em anel que fundia a linha verde e amarela numa só, cuja ideia saiu da cabecinha inspirada do edil da capital da república, Fernando Medina.

O mesmo Medina está com umas novas ideias para o centro de Lisboa, em especial para a Baixa Pombalina que lembram os porejctos que Abecassis tinha em mente nos anos 80 e cuja grande consequência foi o incêndio do Chiado.

E depois de ter tido uma derrota bem dura no parlamento, o mesmo Medina entrou em surto e teve a ideia brilhante que no seu novo plano para a Baixa Pombalina a quer trasnformar numa espécie de condomínio fechado onde os seus potenciais moradores permanentes terão visitas limitadas depois das obras que a CML tem projectadas para o coração da capital da Lusitânia.

Depois de ler tamanha colecção de disparares lembrei-me que o já falceido Kruz de Abecassis teve uma ideia quase semelhante para a Baixa e para o Chiado e depois se viu o resultado que teve em 1988, mas no caso do edil apoiado pelo CDS, não havia limitação de visitas para os moradores nem listas de visitas.

Tal medida viola qualquer princípio legal quer seja português como comunitário e ainda chega a ser mais estúpida que a ideia da linha em anel ou metro de superfície como existe no Campo Grande e em Odivelas que o mesmo Medina queria construir em Santos; todavia não nos podemos esquecer que nas últimas eleições autárquicas a abstenção quase chegou aos 50% a nível nacional e até em Lisboa passou este limite e cada um tem o que merece em termos de eleições porque ficou em casa em vez de ir votar nem que seja naqueles que estão a encher o boletim.

E com tanto problema social e humano que existe em Lisboa, ideias destas só servem para transformar o presidente da câmara municipal numa espécie de bobo da corte republicana sem qualquer piada daqueles que dá vontade de o descartar logo ao primeiro momento para um cargo inferior ao de bobo porque até ser bobo é um cargo demasiadamente digno para tal pessoa que parece por vezes estae ébrio.

 

Quem te viu e quem te vê, Lisboa

Há coisas que mais vale tarde do que nunca e o artigo de hoje é um deles.

Venho vos falar nos novos passes de Lisboa que são bem-vindos, mas têm três defeitos:

1) Aparecem tarde porque com a fusão dos diversos operadores privados suburbanos de Lisboa em 4 operadores e a fusão das operações fluviais do Rio Tejo num operador de gestão única, o sistema de coroas de passes já estava para lá de obsoleto já urgia ser criado um passe regional e bilhetes ocasionais regionais como existem nas grandes metrópoles europeias, sobretudo depois da Expo'98.

2) Com sua introdução tardia, os operadores não renovaram as frotas nem adequaram os horários para o aumento exponencial de utilizadores que viriam com a introdução dos novos passes mais flexíveis, tendo-se o exemplo da CP com comboios do tempo da guerra da Coreia (literalmente) a ciruclar nas linhas do interior que ainda existem

3) A utilização em operadores que façam serviço suburbano e que não tivessem feito do primeiro projecto do passe urbano de Lisboa, não aceitam o Navegante Urbano, mais precisamente a Fertagus que nos seus leitores de validação dá um passe carregado com o Navegante Lisboa para um passageiro se deslocar para as estações localizadas em Lisboa dá como o cartão caducado.

Esta inovação tardia é bem-vinda como eu disse, mas deveria ter sido feita com tempo e com o devido finaciamento para as renovações das respectivas frotas de eléctricos, autocarros, barcos e comboios e não começar pelo fim de algo que já deveria de ter sido pensado há pelo menos 20 anos quando ainda existia a Sorefame e aí seria possível renovar as frotas ferroviárias em Portugal com custos muito mais reduzidos do que importar ou alugar material circulante usado em condições duvidosas ou ainda se teria pensado na renovação dos catamarãs que fazem a travessia do Tejo e dos Cacilheiros com o tempo devido e agora com a introdução dos novos passes seria uma brincadeira de crianças.

E o mesmo se aplica a Carris que nos dias feriados podia fechar nas zonas do centro de Lisboa e que passam pela Lisboa antiga e se transformar numa agência de turismo porque mesmo havendo constragimentos de circulação por causa de um qualquer evento, há sempre transportes para os turistas, ficando a maralha que trabalha e/ou vive na cidade sem transporte ou enfiada em autocarros e eléctricos que parecem latas de sardinhas porque para a Carris primeiro estão os turistas, mas os otários que pagam os 30 euros do passe, estes que se lixem.

Mas se a Carris tivesse mesmo uma frota a altura dos passes novos e pensasse menos nos turistas e mais na sua missão, haveria menos carros em Lisboa com toda a certeza e o Metro acaba por ser o escape de quem precisa um transporte e não tem porque a Carris não o fornece.

E ficam as minhas perguntas de resposta desconhecida: Porque lançaram os passes municipais sem terem transportes para os cobrir? Porque a Carris dá proridade aos turistas? Para quando uma renovação da frota da rede transportes da Grande Lisboa? Afinal para que servem os impostos e o dinheiro dos passes e bilhetes? Como querem que hajam menos carros se não sabem por mais transportes a ciruclar?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Hoje passam trinta anos do incêndio do Chiado que destruiu grande parte do coração da principal zona comercial da cidade de Lisboa foi consumido num incêndio que passadas três décadas ainda não sabe de forma oficial quais as verdadeiras causas de um incêndio que começou de madrugada e que se espalhou de uma forma incontrolável sobreutdo graças aos bancos de pedra com vasos colocados para os turistas se sentarem e alguns servirem de esplanada sobretudo para serem usados por estes devido aos preços abusivos praticados por estas esplanadas.

Estes mesmos bancos de pedra foram obstáculos instransponíveis para os bombeiros que não conseguiram controlar o fogo por mais meios que tivessem porque até chegaram a vir bombeiros do Aeroporto e de corporações de fora de Lisboa; a lamentar, além dos perjuízos materiais que resultaram no desemprego em massa dos empregados das lojas afectadas; dois mortos: um bombeiro com queimaduras profundas devido a explosão de um computador (segundo a imprensa da altura) e de um electricista reformado cujo corpo apareceu quando se estavam  a remover os escombros.

Numas obras que fizeram lembrar a muitos as obras de Santa Ingrácia, e com dinheiros desviados e três gestões municipais diferentes, uma delas do causador indirecto do incêndio, Kurz Abecassis e duas gestões de esquerda que lembram a gerigonça (os membros eram mais ou menos os mesmos) e com derrapagens nas obras e mudanças constantes nos projectos iniciais, o Chiado renasceu; mas nada a ver com a sua identidade inicial porque algumas lojas foram alocadas noutros zonas da cidade e acabaram por fechar com o passar do tempo.

As maiores vítimas laborais que foram so funcionários dos Grandes Armazéns do Chiado, do Grandella e da Perfumaria da Moda, entre outras que não foram alocadas noutros locais da cidade acabaram por se reformarem com reformas de miséria e morrerem lentamente com o desgosto depois de perderem o emprego para não falar nas 5 famílias que perderam as suas casas.

Trinta anos depois, o Chiado nunca recuperou a 100% a sua alma e felizmente se controlou um pouco a febre creativa do arquitecto convidado para redesenhar a zona, Siza Vieira, que queria transformar os Armazens do Chiado num hotel na sua totalidade, mas felizmente não apareceu quem entrasse com a pasta e se manteve a veia comercial da zona afectada, embora com outras lojas e com o passar do tempo outras lojas tomaram conta destas outras lojas.

Todavia parte dos Armazens do Chiado que não tinham muito e que eram uma das entradas da Fnac e era onde ficava parte da secção de informática e televisão foi fechada e foi transformada recentemente num hotel e com o passar dos tempos e com a febre turística do actual edil de Lisboa, Fernando Medina; o Chiado está a perder o que resta da sua essência aos poucos, não cedendo o seu espaço a novos espaços comerciais que aparecem com o eveoluir das modas e dos tempos, mas sim a mais hotéis e alojamentos de luxo em vez de habitação para os lisboetas e novos espaços de comércio.

Fecharam lojas antigas como a Allaud e Lellos ou a Livraria Portugal e não venham dizer que a culpa é da Fnac porque se fosse, a Ferrin ou a Bertrand já tinham fechado portas; a culpa é das leis de arrendamento e de senhorios gulosos que querem tudo e em vez de fazerem o mínimo para manter a essencial comercial da zona porque as lojas que fecham não vão para lojas que possam nascera da evolução dos tempos, mas sim para lojas de souvenires dirigidas quase sempre por asiáticos ou os prédios acabam em hóteis. São raros os casos que transitam de ramo mas que mantêm a sua veia comercial e que esteja ligada com a área onde se encontra.

Passados 30 anos do 11 de Setembro de Lisboa, a mesma tragédia continua a fazer vítimas, desta vez na esssência do lugar onde aconteceu o 11 de Setembro de Lisboa e que cujas lições não ficaram aprendidas porque a actual administração municipal de Lisboa continua a cometer erros semelhantes aos que foram cometidos antes do incêndio do Chiado como é o exemplo da gestão de trânsito da Avenida da Liberdade, Marquês de Pombal e artérias vizinhas que quase lembra como estava o Chiado antes do incêndio e ouve-se no palavra passa palavra que qualquer dia a tragédia se repete noutro ponto qualquer da cidade onde se tenham investido milhares de euros em obras de cosmética na cidade de Lisboa.

E do incêndio do Chiado nunca se soube nem a culpa nem a causa do mesmo e o processo acabou arquivado e lembro-me de me ter cruzado com um bombeiro num autocarro, ia eu com a minha família para o bairro da Encarnação e se falava sobre algo a ver com fogos, mas que nada tinha a ver com o Chiado, e este bombeiro que tinha lá estado, segundo ele; apenas disse que pelos anos de experiência que ele tinha como bombeiro, o 11 de Setembro de Lisboa foi fogo posto e ele gostava que a verdade viesse ao de cima pelo menos para punir o animal que esteve por detrás da morte do bombeiro que morreu queimado.

Quando ouvi estas palavras tinha 9 anos e ia para a 3ª classe mas me ficaram gravadas na cabeça passados estes anos todos e não raras vezes fico a pensar porque este poder político da república nunca aprende as linções ensinadas pelas tragédias do passado, o que mostra que o Portugal que deu novos mundos ao mundo não é nem de longe o mesmo Portugal de depois de 1910.

Deixo uns engimas das esfinge: Porque o processo acabou arquivado? Quais as verdadeiras causas do 9/11 de Lisboa? Quem ganhou com ele?

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Da Web Summit do ano passado não guardo grandes recordações porque ainda estava na casa que a Santa Casa me pagava a renda e que aceitou uma esdrúxula situação de nunca ter existido um contrato de arrendamento o que depois se revelou doloroso para mim.

Sei que quando precisava de usar a linha vermelha do metro esta estava inutilizável devido aos membros desta maldita Web Summit que no final das contas não vi a trazer nada de positivo para a nação que dá pelo nome de Portugal e ainda por cima deram corda a uma ditadura conhecida por estripar direitos fundamentais as mulheres como a Arábia Saudita.

Este ano estava convidada a líder da Frente Nacional francesa, Marine Le Pen, mas a esquerda e a extrema esquerda se passou da caixa dos pirolitos e fez pressão sobre a organização da Web Summit para que a líder da extrema-direita francesa não viesse dar a sua palavra numa das muitas palestras que a Web Summit tem e duma forma cobarde que nenhum dos geeks da informática dos anos 80 como Bill Gates ou Steve Jobs ou mesmo mais recentemente Julian Assange cederiam um milímetro; os supostos paladinos da liberdade que estão na organização da Web Summit cederam a pressão da esquerda portuguesa e retiraram o convite a Marine Le Pen.

Dei por a mim a pensar se esta esquerda defende a liberdade de expressão então aonde está esta mesma liberdade de expressão se amordaçam uma cidadã francesa apenas por pensar diferente do sistema imposto em Portugal pela gerigonça há quase 4 anos e este pensar diferente causa incómodo a gerigonça que já andou a mexer os cordelinhos por detrás da cortina da coisa incómoda chamada Web Summit que na realidade faz tanta falta a Portugal como uma crise do petróleo ou a viola num enterro.

Gostava de saber onde esta esquerda estava no ano passado quando a Arábia Saudita deu a cidadania a uma robot que trata melhor do que uma mulher e se calou e se cala quando os xeques do petróleo com muito mais dinheiro do que a Europa ocidental não querem acolher refugiados nos seus territórios e não vem para as ruas de Lisboa gritar ou quando Mugabe violava os direitos humanos mais fundamentais do Zimbabwe e ainda vinha a Portugal e todos à esquerda do PS se calavam.

Este amordaçar da Sra. Le Pen, ao contrário do que a extrema-esquerda pensa, ainda lhe vai dar mais força e vai contra os princípios da Constituição da República Portuguesa que diz que em Portugal existe liberdade de expressão e de pensamento; e por outro lado o Perfeito Vazio das Selfies está a banhos com uma antiga administradora do GES que pelo que consta é um namoro de longos anos está num incómodo silêncio e não defende a lei fundamental e no ano passado a mesma Web Summit foi literalmente jantar com os mortos.

Não estou a falar de nenhuma cena tirada do Beetlejuice ou da Família Addams, mas sim foram jantar e festejar para o Panteão Nacional onde se encontram os restos mortais dos portugueses mais singulares desta nação como Sophia de Melo Breyner Andersen ou Almeida Garrett ou ainda Eusébio da Silva Ferreira (apenas para enumerar alguns) e sem respeitar a herança histórica e o facto do Panteão ser uma Necrópole, foram para lá comer, beber dançar .... com o beneplácito do Sr. Medina Tours Turismo.

Por isso digo que esta Web Summit não faz falta nenhuma a Lisboa e além disso se existe a liberdade de expressão, a Sra. Le Pen tem tanto o mérito de falar como qualquer elemento que venha defender a ideologia de género ou outra teoria qualquer ou venha mostrar alguma invenção do mundo da cibernética porque todos os seres humanos têm direito a expressar as suas ideias num estado que se diz de Direito porque se não tiverem o direito de se exprimirem, então estamos mal e temos que repetir o que foi feito no 25 de Novembro que é a tropa sair e dar umas porradas nestes mecinhos da extrema-esquerda que julgam que o Manifesto Comunista de Marx e Engels é tudo um mar de rosas quando na realidade é tão infame quanto o livro Mein Kampf de Adolf Hitler.

E em nome da pura liberdade de expressão: Deixem a Marine falar

 

Se não a deixarem, bem é caso para dizer que estamos numa ditadura ainda pior do que no Estado Novo

 

Como sempre as perguntinhas chatas:Porque têm medo da Senhora Le Pen? Têm medo que ela saiba algum segredo da esquerda que seja inconveniente? Aonde está a liberdade de expressão? Aonde está o presidente da república para vir defender a liberdade de expressão?  Existe liberdade de expressão em Portugal? Afinal o que se ganha com a Web Summit? 

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Ainda meio na ressaca do fim desta minha saga de dez anos e morar em quartos alugados e de sete com internet móvel e dos resultados das eleições municipais, não deixei de ver as notícias e de tomar nota de um evento estranho no mínimo.

Como deve ser do conhecimento geral, Madonna quer vir morar para Lisboa com a sua família e ainda não tem o visto de permanência (nem a sua família) e agora vivem num hotel de luxo e em vez de irem para a fila do SEF e pedir o visto como o comum do mortais que querem viver aqui em Portugal e pedir os respectivos vistos pela via normal; a chamada rainha da Pop foi se reunir directamente com a ministra Constança Urbano de Sousa, ministra da administração interna e pasme-se, conseguiu um visto especial.

Este visto normalmente é concedido a pessoas que possam ter um contributo grande para a nação e eu gostava de saber qual o contributo de uma cantora norte-americana escolher a cidade que diz a lenda ter sido fundada por Ulisses para morar com a sua família e gostava que alguma alma iluminada me explicasse qual o grande contributo que o facto de Madonna vir morar para Lisboa pode vir trazer para a nação, quando há vários médicos e outros especializados provinientes do países do leste e da lusofonia e para trabalharem em Portugal têm que esperar pelo visto e nunca vão trabalhar para a área para qual têm formação.

Talvez seja para chamar ainda mais turistas ao Zoo que se está transformar Lisboa onde os lisboestas são mais como animais em extinção e onde os turistas são cada vez mais qual praga de míldio ou de filoxera numa videira do Douro do que algo de bom para a cidade de Lisboa ou qualquer outro recanto bonito deste pedaço de terra a beira-mar plantado porque a nossa identidade como portugueses cada vez se volatiza mais depressa num ritmo que podemos considerar frenético.

Não estou contra que as vedetas venham viver para Portugal sobretudo por ser um país brando como a Suíça mas com mais Sol e mais calor e sem tantos impostos como a capital das contas secretas e do chocolate de leite extrafino, mas sim haver quem tire partido destas vontades dos famosos para tirarem dividendos sobretudo na indústria turística que com o passar do tempo mais recente tem se mostrtado tão útil em Lisboa como uma viola num enterro ou uma praga de flioxera numa qualquer vinha.

Não havia a necessidade na concessão de visto especial para a a cantora norte-americana porque ela não fez nada por Portugal nem colocou o nome de Portugal nas bocas do mundo pela sua carreira ou em alguma composição musical e apenas escolheu morar em Lisboa talvez por ser mais tranquila para os seus filhos e para tal tem em vista uma mansão de luxo e ... que surpresa... a ministra Constança concedeu um Visto Gold a Madonna que já não se chama gold, mas sim visto especial, embora o efeito seja rigorosamente o mesmo.

 Está visto que nesta república, a verdadeira democracia não passa de uma utopia porque afinal os animais não todos iguais e uns animais são mais iguais que outros e esta atitude perante a cantora norte-americana que vai servir para ainda atrair esta espécie de míldio que é o turismo excessivo que tem condenado e destruindo aos poucos a identidade nacional sobretudo das principais cidades e que está a transformar tanto Lisboa como o Porto numa espécie de Venezas do Atlântico onde a cidade é apenas cenário e os seus habitantes vivem nos subúrbios e apenas descem a cidade para vir trabalhar para esta indústria selvagem do turismo.

E com a rainha da Pop a vivier em Lisboa além dos turistas vão aparecer os paparazzi tanto os profissionais como os amadores atrás das vedetas internacionais que vivem em Lisboa para tirar as melhores fotos e serem mais uma praga a acrescentar ao turismo que depressa se transformou em praga nos anos mais recentes da história de Lisboa e do Porto ao ponto de tirar a casa aos moradores nos bairros históricos com as consequências sociais que sabemos que isto tem.

Apesar de eticamente não valer tudo a favor do turismo, mas para alguns edis, vale mesmo tudo para ainda encherem mais as cidades que gerem com cada vez mais turistas ao ponto de deixarem os transportes desta mesma cidade ao ponto de ruptura que na minha sincera opinião já se chegou e os iluminados dos Paços do Concelho ainda não viram esta situação.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Qual a utilidade pública de Madonna morar em Lisboa e desta ter recibido um visto Gold? Querem transformar Lisboa numa cidade de cenário? 

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Há coisa de um mês aproximadamente reparei que o busto de Gracilaso de la Vega - O Inca, tinha sido cortada do pilar onde se encontrava desde da sua construção em 1984 no final do segundo mandato de Nuno Krus Abecassis como edil de Lisboa e na sua saga para haver uma união de cidades em que cultura latina fosse o ponto de união entre as várias cidades.

Desde então têm passado vários edis pela CML e vários presidentes de junta de freguesia, tanto na extinta J.F. da Pena como agora na união de freguesias de Arroios onde desde do início da actual edilidade tem sido dirigida por Margarida Martins, antiga figura maior da ONG Abraço.

Embora o busto de Catarina de Bragança (Esposa de Carlos II de Inglaterra) tenha tido o seu busto retirado para manutenção e limpeza e tenha sido reposto alguns meses depois, no caso do busto de Gracilaso de la Vega, que era de bronze maciço, ao contrário do busto de Catarina de Bragança que era feito numa espécie de rede metálica e o busto do escritor barroco peruano de origem hispano-inca era de bronze maciço e nota-se numa foto que tirei de lado que o busto foi arrancado e não cortado de forma linear como fizeram com o busto de Catarina de Bragança.

Não sei quem fez isto ou se com sorte retiraram o busto de O Inca para uma possível manutenção (o que sinceramente duvido) porque o tronco que estava a entrada do jardim do Campo dos Mártires da Pátria está em avançado estado de decomposição e ninguém faz nada para pelo menos reconsttruir a mensagem lá escrita ou colocar um novo tronco com a mesma inscrição mas com tratamento contra decomposição.

Vos vou postar aqui as fotos e aguardo a vossa opinião, mas deixo apenas uma pergunta:

Aonde foi parar o busto de Gracilaso de la Vega - El Inca?

 

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Estão cada vez mais transformando, as zonas típicas de Lisboa em em guetos apenas reservado para turistas com dinheiro no bolso e com esta transformação estão a despejar famílias que estão nestes bairros históricos há dezenas de anos para que as suas casas sejam transformadas em hostels ou apartamentos de luxo que devido aos seus preços estão condenados à partida a servirem de cenário a uma cidade oca e de fantasia qual Veneza na actualidade.

O caso da Mouraria é um paradigma nesta situação porque têm sido esvaziados prédios inteiros, famílias inteiras são deslocadas em nome do turismo e dos apartamentos de luxo que ninguém compra e estes vampiros do turismo, estes viciados nesta nova heroína chamada turismo em dose bruta, se esquecem que a Constituição exige como direito fundamental a habitação condigna, não para turistas, mas para os portugueses e nem o desgoverno da república e muito menos o Taliban Turismo Medina querem saber deste direito. Apenas pensam em tratar das hemorróidas aos turistas com a língua.

Nem sei que livros de Direito andaram a ler os políticos da nossa praça, mas de certeza que não foram os livros correctos porque o que se passa na Mouraria e outros bairros históricos de Lisboa vai contra todos os princípios legais instituídos tanto antes como depois do 25 de Abril porque se está a violar de forma clara e descarada uma das prerrogativas principais da revolução dos cravos que é a habitação condigna.

As sucessivas leis dos despejos, perdão, leis do arrendamento urbano tanto por Santana Lopes (aka. Sacana Lopes) Adolf Sócrates Pinto de Sousa e Merkel Dog Passos Coelho, colocaram os inquilinos destes mesmos bairros e não só em situações precárias o que levou os mais desafogados a meterem-se em créditos para compra de casa e os outros com o pé na rua ou acabarem por terem que ir morar para casa de familiares ou em quartos manhosos, muitos deles clandestinos, financiados por IPSSS como a SCML e outras semelhantes.

Esta situação se evitaria se os presidentes da república depois de Mário Soares tivessem sido mais activos e cumprissem com aquilo que juram quando tomam posse, estas leis dos despejos tinham sido sumariamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional e obrigaria os sucessivos governos depois de Guterres a repensarem antes de agirem, mas como aqui o burgo das grandes ondas da Nazaré e dos pastéis de nata se consola a ver os Big Brothers e as novelas, vai votando sempre nos mesmos calhoadas mesmo sabendo que eles vão contra os seus prórpios direitos.

Esta nova heroína que viciou muitos presidentes de câmara e de junta de freguesia do estado-nação mais antigo do mundo está agora a mostrar as suas consequências mais graves depois dos elevadores da Carris (Lisboa) se terem transformado de transportes públicos em guetos segregados apenas para turistas, sobretudo o de Santa Justa e o mesmo está a acontece com os eléctricos que praticamente servem mais turistas do lisboetas.

E como já se pensa nas festas da cidade que outra chance que os agarrados no turismo têm para se injectarem com ainda mais droga, se estão a esquecer que quem faz o ponto máximo destas mesmas festas são os moradores dos bairros e os membros das colectivdades de cultura e recreio dos mesmos bairros e se os moradores originais do bairro saírem dos mesmos bairros e estes forem substituídos por turistas gourmet ou como chamam no Brasil, Turistas Nuttela, como seriam feitas as marchas; que apesar de serem uma criação do Estado Novo entraram na cultura lisboeta de forma irreversível de forma que nem a revolução dos cravos apagou e ainda conseguiu capitalizar depois de 1976 como prova de uma nação estável e pacífica.

Não estou a ver alemães ou espanhóis a cantarem odes as sardinhas assadas ou ao fado sem saberm a ponta de um chavelho de português ou mesmo do significado das letras e ouvir fado com sotaque alemão deve soar pior do que ouvir um espanhol ou um português a cantarem as músicas do malogrado austríaco Falco ou dos metaleiros Rammstein ou os músicos do cavalinho terem nomes nomes tão lusos como Pablo, Smith, Fritz ou outros parecidos.

Se os partidos com assento na assembleia da república não travam esta situação, então têm que ser punidos de forma exemplar, e a melhor punição é nas próximas eleições municipais serem corridos dos seus cargos e darem o lugar a outros que não fazem parte da assembleia da república e que no caso de Lisboa pensem na cidade e não nesta nova heroína chamada turismo que já tem uma legião de viciados que apenas prejudicam a cidade e os seus habitantes.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até onde este novo ópio dos poderosos vai levar Lisboa? O que é feito do direito da Constituição da República que defende a habitação condigna para o povo e não a habitação turística? O que é preciso fazer para que este vício do turismo acabe? Quando é que os eleitores criam tomates e votam nos outros que não fazem parte do sistema? O que têm feito os presidentes da república depois de Mário Soares? Será que a república ainda nos serve para alguma coisa?

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Notícia irónica de se saber quando estamos na chamada semana da mobilidade se saber que a fabricante dos suportes temporários de títulos de transporte para os transportes de Lisboa chamados Viva Viagem/Sete Colinas não está a fabricar bilhetes suficientes para suprir a exigência da emissão de novos suportes devido ao afluxo de turistas a Lisboa que cada vez está maior apesar de estarmos a entrar na época baixa.

E o caso está feio porque vi uma guia-intérprete a açambarcar centenas destes cartões com viagens de um dia e outros tipos de títulos de viagem de curta duração no agente da Carris que está na Casa da Sorte no Rossio e ela nem se deu ao trabalho de me passar a vez porque eu estava com alguma pressa para ir para a zona do Saldanha, como vi que ela me ignorava fui ao Casa Campião comprar o meu bilhete.

Não sei como deixar esta situação acontecer e deveriam informar os turistas que os títulos são temporários e deveriam de pensar uma forma em que estes quando saíssem de Portugal devolvessem os mesmos cartões de laguma forma para que não houvesse falta dos mesmos cartões ou vissem o que se passa em alguns agentes payshop que carregam vários cartões com duas viagens e depois dizem que têm a máquina avariada (para lucrarem mais) como é caso de uma tabacaria que presta serviço de apoio a utentes da embaixada do Brasil situada no Largo do Camões e esta tabacaria fica mesmo ao lado da loja da Padaria Portuguesa situada na mesma praça lisboeta.

Com a falta de cartões vai ser difícil se andar de transportes públicos em Lisboa e por outro lado mesmo que uma pessoa tenha o cartão Lisboa Viva não carregar o cartão com uma viagem e o mínimo que o cartão permite é carregar com 3 euros via Zapping quando uma viagem usando o Zapping custa 1,25 fazendo com que os operadores fiquem a ganhar uns trocos com esta mesma opção.

Ainda não foi apresentada uma solução nem por parte do fornecedor nem pelos operadores o que me deixa pensativo se eu perder os dois Viva Viagem que tenho sempre comigo, como posso então apanhar um transporte público sem ter que gastar muito nas tarifas de bordo... e sinceramente não tenho resposta para esta pergunta a não ser comprar uns ténis de marca que aguentem caminhadas e dois maços de meias ao que se acrescenta spray para o cheiro dos ténis e um bom sabão ou gel de banho para os pés até a solução estar resolvida e depois ainda falam para virem menos carros para a cidade.

Com esta falta de suportes e restirções de carregamentos em suportes já existente vai acontecer um aumentar dos borlistas e dos carros a circular na cidade de Lisboa que são em demasia e ainda vão ser mais e aumentar o caos que é o trânsito em Lisboa e como sempre ninguém faz nada para resolver a situação e nem vem a televisão dar um prazo para a resolução do problema da falta dos bilhetes descartáveis que já se notam nas máquinas de venda automática do Metro e dos comboios em Lisboa e como esta situação se vai manter, vamos ver quando chegarem as festas do Natal ou nos próximos jogos para a Liga dos Campeões do Benfica e o Sporting como é que as pessoas vão para os estádios se não tiverem título de transporte válido e sabemos que estas enchentes desportivas são um extra precioso nas receitas cada vez maiores do turismo.

Vou esperar e pago para ver se esta situação vai ser resolvida de forma célere como se exige e vou estando atento a esta mesma situação e qual a reacção dos operadores perante mais esta falha a que temos a acrescentar a falta de condutores e de material ciruclante sobretudo no Metro de Lisboa onde já se andam a aproveitar umas peças de umas composições para as outras, as obras para o acesso original da estação do Areeiro estão paradas à séculos e ainda nem se pensou como se há-de expnadir o cais de embraque da estação Arroios que não comporta comboios com 6 carruagens prejudicando os utentes da Linha Verde que não raras vezes são obrigados a fazer um sprint para apanhar um metro porque este para mesmo no fundo da plataforma.

Como sempre deixo as minhas perguntas: Quando é que esta situação da falta de bilhetes? Porque o fornecedor deixou que se chegasse a esta situação? Como é que os operadores de transportes a vão resolver?

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Agora na zona do Martim Moniz e cercanias estão a aparecer umas novas flores de metal que são mais uns mamarrachos que vão encher os bolsos da maior edilidade da república como esta precisasse ainda mais de dinheiro do que aquele que já ganha todos os meses de todas as formas e feitios e não são poucas quanto parecem porque a CML até é capaz de ir buscar dinheiro por uma mijinha naquelas casas de banho auotmáticas e não é rara a ocasião em que a mesma casa de banho tem a caixa das moedas cheia, a moeda não cai para a caixa e a porta não abre e a moedinha que não cai, cai como as outras no bolso da CML nem que seja parte destas moedinhas.

Estas novas flores de metal ainda mais feias do que uma bota da tropa se chamam parquímetros e estão a aparecer nas bandas do Martim Moniz, Aanjos, parte da Baixa e zonas próximas como fossem cogumelos no Outono e este nascer de parquímetros ainda vai mais prejudicar o estacionamento de uma zona já de si problemática neste assunto e não vai correr com os arrumadores porque estes hão de continuar.para manterem os seus vícios e vão prejudicar ainda mais o comércio local sobretudo o comércio tradicional e não vai deixar as lojas de chineses em bons lençóis.

Gostava de saber o que o Sr. Medina tem na cabeça para aparecer de forma crónica com obras que nem lembram ao diabo e uma delas até que já foi embargada (as obras Segunda Circular) e nem se sabe o que vai acontecer a futura mesquita da Mouraria e por outro lado nos assuntos onde a CML deveria de ser CML anda a dormir na parada e volto a falar na habitação social bem como a mobilidade e a gestão de trânsito que estão piores do que nunca e aquele Taliban anão que gere e mal os destinos da maior edilidade da nação não sabe pura e simplesmente gerir seja o que for, se calhar nem sabe gerir a sua própria conta bancária.

Estas flores de aço que não servem para nada a não ser encher mais os cofres camarârios porque não vai facilitar em nada a mobilidade nas zonas onde estão instaladas e vai ser mais um espinho na mobilidade já de si deficiente de Lisboa onde os transportes funcionam de forma deficiente e os arruamentos estão cada vez menos conservados e a CML mostra uma tremenda negligência apenas se preocupando com os turistas que estão a transformar Lisboa numa espécie de Grande Hotel como mostram as fossas abertas nas bandas do Campo das Cebolas que com este Verão que se está a findar estão a deitar um cheirinho a esgoto que se está a transformar no novo cartão de visita da cidade do fado e das sardinhas assadas.

Este investimento em parquímetros na zona do Martim Moniz e arredores não vai, como eu já disse acima, facilitar a vida de todos aqueles que fazem o seu dia-a-dia aqui na zona e precisam de usar o seu carro para se deslocarem devido a inexistência de uma rede capaz de transportes em Lisboa que ninguém tem a mínima intenção de restaurar a eficiência que tinha por exemplo nos tempos do Estado Novo onde eléctricos ou autocarros percorriam a cidade toda e quando o Metro entrou em funcionamento foi o complemento para uma rede de transportes razoavelmente eficiente e caso tivesse a quantidade de carreiras que existia naqueles tempos conjugada com as várias extensões de Metro que foram feitas não teríamos a poluição que temos em Lisboa e tínhamos tanto bons lugares de estacionamento como poucos carros a circular na cidade.

Alguns Edis antes de Medina andaram a brincar as construções e exterminaram muitos lugares de estacionamento tanto para automóveis como para autocarros turísticos favorecendo a construção de paraques de estacionamento subterrâneos e para ajudar a festa desta luta contra a mobilidade urbana, a Carris fez o favor de eliminar quase todas as carreiras de eléctricos, muitas delas fundamentais para algumas zonas da cidade e criou ou mofdificou carreiras de autocarros para supostamente comaltar esta eliminação que nunca comaltou e nos tempos mais recentes cortou e alterou carreiras que reduziram de forma severa a mobilidade e o acesso dos lisboetas aos mais diversos locais da cidade se concentrando nos turistas com a criação de mais carreiras para turistas e alocando todos os elvadores da cidade a uma sub-contratada da Carris para o transporte de turistas chamada CarrisTur e os Lisboetas que se lixem.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Para que servem os parquímetros no Martim Moniz? Porque a edilidade não pensa em melhorar a gestão do trânsito na zona em questão? Porque não fazem obras nos arruamentos da zona? Porque acabaram com os lugares de estacionamento que haviam e criaram tantos parques subterrâneos?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar