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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

O mundo anda entusiasmado com a nova activista ambiental Greta Thunberg de nacionalidade sueca que para mim não passa de uma ferramenta de manipulação das massas de borregos que parecem estarem espoliados de uma qualidade que torna os seres humanos, humanos que é a liberdade de pensamento e raciocínio.

E nas redes sociais apareceram uns chicos-espertos a colarem a imagem da jovem sueca a imagem de uma activista canadiana que fez um brilhante discurso da cimeira Eco-92 organizada no Rio de Janeiro sobre as alterações ambientais e as consequências humanitárias e ao contrário da jovem sueca que tem vários grandes tubarões e lobbistas a bancarem as suas despesas e os seus discursos ocos; a oradora canadiana não precisou que os grandes financeiros lhe financiassem a viagem.

A canadiana Severn Cullis Suzuki e mais alguns amigos formaram uma organização que juntou o dinheiro para a mesma Severn Suzuki poder ir a Eco-92 expor as suas ideias perante os delgados presentes na Eco-92 e tocou nos pontos todos que deveria de tocar sem usar ataques pessoas e dar uma de disco riscado.

Para os mais esquecidos, o Canadá estava ainda a se recuperar do maior desastre ambiental causado por um petroleiro, Exxon Valdez que tinha acontecido no Alasca em 1989 e a na altura menina Suzuki estava bem lembrada da fome em África e de um evento chamado Live Aid e da sua contra-parte norte-americana USA For Africa.

E fazendo este exercício de viagem no tempo, ainda me recordo de ver no telejornal as imagens chocantes da fome em África e da mendicidade na Índia e das guerras assanhadas nos chamados países do 3º mundo e a no discurso da mesma Suzuki a mesma fala que conviveu com crianças das favelas do Rio de Janeiro e as mesmas sonhavam na altura serem ricas para deixarem de passar mal e partilharem com os outros a suas riquezas...

Como é possível a Greta Thunberg falar que lhe estão a roubar a infância quando ela nasceu na Europa, não viu nenhum petroleiro a lhe dar cabo do mar que banha o seu país e que se esquece que ainda existem crianças a sofrerem com guerras e fome no mundo e só se limitava a atacar meia dúzia de nações num discurso pré-formatado sem tocar nos problemas que deveria falar; como alguém tem moral para ser activista em nome dos desfavorecidos se tem apoio de lobbistas da sua nação. E depois ainda há borregos que vão na conversa.

A mesma Greta em vez de usar um discurso onde chame a atenção para os erros da humanidade passa o tempo a destilar ódio contra alguns e não contra todos, usando discuros formatados e sem ter um pensamento bem estruturado como a canadiana que fez o mundo pensar há coisa de há 30 anos atrás.

A mesma Greta fala em infância roubada, mas a mesma Greta não via as imagens cruas das crianças a morrer em África devido a fome causada por maus anos agrícolas devido a secas sucessivas e que um tal de Bob Geldof e outro inglês um tal de Midge Ure viram no local depois de terem visto na televisão estas mesmas imagens e os mesmos ficaram chocados e oragnizaram numa primeira fase a Band-Aid para que se gravasse um single de Natal cujas receitas das vendas iriam para a compra de alimentos para estas mesmas crianças e nos EUA se tomou medida semelhante com o USA for Africa...

Passados uns meses , os dois lados do Altântico se juntaram para um dos mais brilhantes momentos da humanidade de seu nome Live Aid e onde apesar dos objectivos iniciais a que proposeram Geldof e Ure terem sido atingidos, depois na distribuição dos alimentos houve muito trafulhice feita pelos líderes locais.

Mas quem vive na Suécia, com pais bem na vida ainda pode dizer que tem a infância roubada, a não ser que os pais por causa de manter o seu o status a tivessem encaixotado num colégio interno porque de resto não estou a ver lógica em tais palavras e depois a atitude e a linguagem corporal nos discursos me lembra um certo ser nascido na Áustria há mais de cem anos e que fez o favor de levar o mundo para a sua mais sagrenta há coisa de 70 anos e ainda estão a dar corda a uma criança que dizem ter vários problemas mentais e que ao discursar parece um ditador dos anos 30... Bem assim sendo parece que a humanidade se está a transformar em seres híbridos entre zombies, cegos saídos do Ensaio Sobre a Cegueira de Saramago e uma qualquer espécie pecuária sem o mínimo de instinto de racionalidade que se deixa levar por qualquer pataquada de um qualquer pastor.

 

Para vos fazer pensar....

 

o discurso da Miss Suzuki

 

e uma música dos Queen que parece que foi feita para o Live Aid mas não foi, mas que se encaixa no espírito do evento...

 

 

 

 

 

 

 

Começo pelo fim e digo-vos que o grande vencedor da noite dos Oscars não foi nenhum dos aclamados pela crítica, mas sim o que vai mais espancado pela crítica, Bohemian Rhapsody que em 5 nomeações levou 4 prémios no regaço, os aclamados pela crítica como Roma ou The Clannsman ou Assim Nasce uma Estrela levaram uma ou duas estatuestas.

O grande derrotado foi A Favorita, aclamadíssimo pela crítica e saiu pela porta pequena e a crítica cinematográfica aqui na Lusa Terra, ficou com a viola no saco, sem qualquer reação e as grandes estrelas da noite acabaram por ser duas: uma que está no Vahalla dos divinos da música e outro, uma norte-americano de origem egípcia que trouxe para as novas gerações um legado que se pensava perdido.

A primeira estrela se chama Freddie Mercury cujo espírito foi trazido para a Cerimonia número 91 dos Oscars que aconteceu num dia 24 de Fevereiro e a outra se chama Rami Malek que ganhou especial notoridade não sou por ter encarnado o Deus da Música, bem como tendo feito papeis em Uma Noite no Museu e ser o protagonista da aclamada série Mr. Robot.

A crítica em Portugal como eu acima disse, e não só Portugal, mas sim a nível global demoliram o filme que retrata a vida de Freddie Mercury e a evolução artísitca dos Queen colocando até Assim Nasce Uma Estrela que já uma remake de remake como grande filme, mas estes intelectuais se esquecem que o melhor crítico que existe é o grande público e apenas tomando como amostra os cinemas da rede Nos, foi a primeira vez que vi um filme estar.... 4 meses no cartaz nos tempos mais recentes.

E nas primeiras semanas o melhor era se comprar o bilhete pelo menos com um ou dois dias de antecedência senão não se tinha o lugar pretendido e nunca vi um filme que fosse uma verdadeira montanha russa de emoções e ao mesmo tempo uma viagem no tempo onde quem viveu na era dos Queen quase como viu reanscido o mito de seu nome Freddie Mercury, e as novas gerações viram parte da vida do maior cantor de todos os tempos.

Apenas faltou a cereja em cima do bolo que seria o Oscar para melhor filme, mas ser o filme mais premiado da noite e ao mesmo tempo calar uma crítica cada vez mais analfabeta já tornou a noite de si mágica e lendária e faz com que o legado da maior banda de todos os tempos continue naquele que para mim é pelo menos melhor filme dos últimos dez anos.

A propósito de eu ter falado nos números 24 e 91. Esta menção está longe de ser acidental e foi propositada porque para os mais esquecidos Freddie Mercury transmigrou para o Vahalla no dia VINTE E QUATRO de Novembro de mil novecentos e NOVENTA E UM, não acredito em superstições mas é uma tremenda coincidência.

 

 

The Show Must Go On....

 

 

 

 

 

Há 30 anos os Queen tomaram de assalto o Live Aid; concerto dado por vários artistas rock e pop em dois pólos principais: o estádio JFK em Filadélfia (EUA) e o estádio de Wembley em Londres (Reino Unido) ao que se podem acrescentar pequenos números em Moscovo, Tóquio e Sydney.

Me podem perguntar a esta hora como me lembrei no Live Aid... e a resposta é simples; para começar era o objectivo nobre do espectáculo que era juntar o máximo de dinheiro possível para que se comprasse alimentos para matar a fome na Etiópia e que cujas imagens nunca me sairam da cabeça como foi possível deixar crianças a morrer de fome quando nós, europeus, apesar das dificuldades tinhamos sempre forma de ter uma códea de pão em cima da mesa.

Por acaso me lembro bem do que estava a fazer naquela altura: fiquei em casa com a minha avó porque a minha irmã apanhou uma constipação complicada e não pude ir com a mnha irmã ao hospital porque na altura o hospital pediátrico da minha área de residência na altura não tinha as condições que tem hoje e fiquei em casa com os meus livros e a ouvir as músicas que passavam no Live Aid, até ao momento que marcou o concerto: a actuação dos Queen que para muitos jornalistas da especialidade e sondagens feitas nas redes sociais foi a melhor actuação ao vivo de música rock e uma das melhores de sempre da música mundial senão mesmo a melhor de sempre.

Todavia fica uma pergunta no ar que é esta: será que o objectivo de Midge Ure (vocalista dos Ultravox) e de Bob Geldof (vocalista dos Boomtown Rats e protagonista no filme The Wall, filme baseado no mesmo disco dos Pink Floyd) foi alcançado ? E a resposta é não.

E digo não porque a fome, as doenças e as guerras continuam por este mundo fora e por muito esforçados e talentosos que tenham sido os artistas no mítico Live Aid; o mundo não aprendeu com os erros do passado e continua a fazer-los no presente como é caso dos fluxos migratórios que atravessam o Mediterrâneo com famélicos de todas as idades a fugirem as guerras e a fome que graçam por boa parte do norte de África e os massacres do ISIS que têm feito mais refugiados do que todas as guerras israelo-árabes.

Eu como comum mortal lamento que o esforço de tantos no Live Aid e outros eventos semelhantes feitos tanto depois como na mesma altura tenha dado uma mão quase cheia de nada e a única coisa que mudou em 30 anos em termos positivos foi o surgir da internet e o espalhar pelas redes sociais os vários casos de violações dos direitos humanos porque de resto chego a pensar que o mundo ficou pior nos tempos mais recentes....

Não deixo perguntas; mas deixo um pedido a vocês caros leitores e caras leitoras: que pensem um pouco no que foi o Live Aid e todos projectos semelhantes que foram feitos então e lembrem-se dos últimos versos da simples, pequena, mas directa música dos Queen gravada para o álbum The Works gravada em 1984 (cerca de um ano antes do Live Aid) "Se existe um Deus lá em cima no céu a olhar cá para baixo / O que Ele deve pensar sobre o que fizemos / Com o mundo que Ele criou".... Palavras sábias do maior génio do rock, um dos melhores cantores na sua área para não dizer mesmo o melhor músico de todos os tempos qual Ayrton Senna da música.

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Há 30 anos os Queen simplesmente deram o seu melhor espectáculo ao vivo de sempre ou um dos melhores de sempre e considerado pela crítica musical como o melhor espectáculo de música ao vivo de todos os tempos...

 

 

 

 

 

Convos vos deixo os meus maiores ídolos musicais.... de sempre

 

 

 

 

Queen at Live Aid 1985

 

 

(tinha eu 6 anos e fiquei simplesmente siderado ao vê-los)

 

 

 

 

 

 

Há 29 anos, uma banda rock, num espaço de apenas 25 minutos dominou literalmente o mundo sobretudo graças a sua primeira parte de cerca de 20 minutos onde simplesmente "roubou" o espectáculo sendo sempre considerado a melhor apresentação musical de sempre e/ou a melhor apresentação de sempre de música rock por toda a imprensa da especialidade e pelo público em geral

 

 

 

e vos deixo

 

 

 

Queen Concert at Live Aid - Queen

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje a música é dose dupla.....

 

 

 

hoje passam 27 anos do grande concerto dos Queen em Wembley e 28 do Live Aid, onde os Queen deram o maior espectáculo de rock de sempre segundo os entendidos .... e os fans em poucos minutos e vou vos deixar

 

 

 

We Are The Champions - Queen

 

 

 

Queen at Live Aid

 

 

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A sequela do vídeo de ontem e que para mim foi a Gig depois dos Queen

 

 

com uma música que já postei aqui na Primavera

 

 

 

Heroes - David Bowie (Live Aid'85) e já passaram 27 anos e a miséria no mundo continua....

um extra....vos vou por a versão legendada da mesma música

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há 27 anos o mundo desenvolvido pensou por umas horas naqueles que passam fome e dois historioncos cantores britânicos de rock: Midge Ure (Ultravox) e Sir Bob Geldof (The Boomtown Rats, filme The Wall) juntaram-se com uns colegas e puxaram mais outros tantos e juntaram uns quantos milhares de artistas volta de uma causa e nesta luta entrou o mlehor que a música anglo-saxónica deu ao mundo, pelo menos parte generosa....

mas apesar dos esforços de Ure e Geldof o mundo não mudou muito depois daquela tarde,noite madrugada de Verão em 1985 onde apareceu em definitivo o  derradeiro génio musical....os derradeiros deuses da música como nunca tinham aparecido....

 

 

e vos deixo

 

 

a melhor exibição do Live Aid'85; há 27 anos atrás (epá estou a ficar cota) por parte dos Deuses Imperiais Queen na sua íntrega e como disse a imprensa musical da altura: The Best Music Gig ever made....a melhor exibição musical alguma vez feita e tal como Ayrton Senna na Formula 1, os Queen foram o melhor que houve, são o melhor que há e o melhor que há-de haver

 

 

 

espero que seja do vosso agrado

 

 

 

 

 

 

 

Com as notícias de fome na Etiópia, Eritreia, Quénia e outras partes de África  que para quem era miudo ou mesmo adulto na altura da grande Fome na Etiópia e que esteve por detrás do Live Aid, me lembro apenas de uma música tocante cantada pela maior voz da humanidade

 

 

vos vou por a versão traduzida que foi tocada em Wembley'86 o grande concerto dos Queen e o último até agora de que sem tem registo VT decente  e a versão Live Aid, reparem que numa parte da música o Deus Mercury fica com a voz embargada e deixa correr uma lágrima que como qualquer um de nós naquela época trágica sentia....

 

Na realidade entre o Live Aid e a actualidade passaram 16 anos, o tempo suficiente para quem nasceu na altura do Live Aida já ter tido filhos ou os espectadores do Live Aid quer seja nos estádios por onde passou, quer pela televisão já foram pelo menos pais ou em alguns casos já são avós se não haver mais descendência e nestes 16 anos em África, em especial naquela que sofre sempre com as secas e a com a fome virtualmente nada mudou a merda continua a mesma e o Mundo nada faz

 

 

Triste mundo este não acham e espero que a música seja do vosso agrado e vos toque bem no fundo do coração

 

 

 

 

Queen - Is This The World We Created ....