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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Hoje passa mais um dia mundial da rádio em tempos estranhos onde o mundo anda perdido sem sentido e ainda a procura de respostas a conta de uma peste que cada vez mais se confirma que surgiu na China e o pior cego é aquele que não quer ver.

Nos tempos actuais onde tudo que é informação é manipulado e a música que é criada vale menos do que a poesia barroca excepto quando é criada por algum dinossauro que ainda esteja vivo, e o principal veículo de divulgação é a filha de Marconi e Landell de Moura que apesar de não ter a potência que teve nos 50 e 60 do século XX ainda tem um lugar especial na alma de cada um de nós seres pensantes.

Todos nós temos uma qualquer boa recordação de um qualquer momento quando estávamos a ouvir rádio ou mesmo quando a rádio foi aquela amiga para os momentos chatos da vida ou mesmo para embalar o amor da nossa vida e para esta montanha russa de emoções temos que usar as rádios nostálgicas que passam as "peças de museu" musicais, de quando a música era mesmo música em qualquer género que se possa imaginar e não os pudins instantâneos que as rádios com mais audiência nos querem vender.

A maravilha que foi cantada de forma icónica pelos Queen e relembrada pelos Buggles quando no boom da geração MTV (os Queen já tinham sido a génese avant-la-lettre com Bohemian Rhapsody) lembraram que o vídeo tinha matado a estrela da rádio, hoje seria a boa aparência e a estupidez matou a estrela da música e da rádio.

O que é garantido, apesar dos impactos que tem sofrido, a rádio se tem mantido viva, embora trêmula e ainda continua a ser a companhia de muitos nem que seja através dos telemóveis nos tempos negros que a humanidade agora atravessa...

 

 

para lembrar a rádio....

 

 

duas pérolas sobre a grande magia 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os meus sinceros votos de Feliz Natal dentro dos possíveis para os seguidores e leitores deste já um pouco idoso blog...

 

 

Vos deixo quatro vídeos para vos fazer pensar nos dias que correm

 

A ironia relativa é que são da época onde a filosofia de vida de Ian Dury era rainha e ao mesmo tempo havia muito mais consciência humana e dos valores de humanidade do que existe nos dias de hoje....

 

Se amem uns aos outros...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Confesso que fui um dos muitos críticos da escolha de Adam Lambert para a continuação do projecto Queen + que está a ser levado a obra pelos ainda activos membros dos Queen: Roger Taylor e Brian May depois da saída de Paul Rogers.

E vos digo o motivo, o vencedor do X Factor dos EUA ainda lhe faltava uma certa centelha na voz para se encaixar nas músicas únicas da melhor banda de todos os tempos e que alguma vez há-de existir a face da Terra; mas tive que dar o braço a torcer porque o Sr. Adam Lambert tem o síndrome do Vinho do Porto e a sua voz foi ganhando o brilho ao longo do tempo que cujo ápice na minha opnião foi antigido no Rock In Rio 2016 por um ponto e noutro ponto, na recriação do Live Aid no concerto solidário para ajudar as vitimas dos incêndios florestais na Austrália.

Quando começaram a sair os vídeos com o alinhamento das músicas do disco que quem sabe abre as comemorações dos 50 anos da maior banda de todos os tempos comecei a ficar com vontade quase patológica de comprar o mesmo bundle com blu-ray como fiz com o S&M 2 dos Metallica porque é uma obra preciosa demais apenas para ser apreciada em streaming.

Está claro como fã dos Queen, comecei a contar os dias para que a mesma jóia estivesse em pré-venda e eu a pudesse comprar e assim fiz, fiz a pré-compra e o foi levantar este sábado e passei para o mp-3 e hoje quando saí porque tive que resolver um assunto na rua senti uma tempestade de emoções enquanto ouvia aquela obra maravilhosa feita de vários retalhos de um projecto que tem o condão de levar a obra dos Queen para as novas gerações....

 

Comprem se puderem nem que seja só o CD

 

 

 

 

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Os Prémios Sophia que premeiam o cinema português e que este ano iriam premiar os filmes portugueses estreados no ano de 2019 e que cuja cerimónia foi sendo adiada devido a pandemia do Covid-19.

Tal como na 91ª Cerimónia dos Óscares, o maior vencedor da cerimónia foi um biopic sobre um ser incoformado e fora do seu tempo e no caso português, chego a pensar que nasceu no país errado pois só ganhou reconhecimento depois de morto, sim estou-me a referir ao filme Variações que fechadas as contas acabou por ser rei da noite.

Tal como no grande vencedor da 91ª edição dos Óscares ganhou todos os prémios para qual estava nomeado menos o de melhor filme (Bohemian Rhapsody), nos Prémios Sophia 2020, aconteceu algo que reforça uma certa ideia que tenho que tanto Bohemian Rhapsody (filme) como Variações são duas estrelas de dois universos perfeitamente paralelos e em sintonia porque a lista que os prémios Sophia que o biopic sobre um dos melhores e mais inconformados cantores portugueses de todos os tempos é a seguinte:

 

  • Melhor actor principal: Sérgio Praia
  • Melhor actor secundário: Filipe Duarte (R.I.P)
  • Melhor Som
  • Melhor Guarda-Roupa
  • Melhor Maquilhagem e Cabelos
  • Melhor Banda Sonora Original
  • Melhor Canção Original

 

Cada vez é mais díficil não traçar um paralelo entre as duas obras-primas biográficas que se debruçam sobre a vida e a obra de lendas únicas e cujo desempenho dos respectivos elencos deu uma agridoce sensação de viagem no tempo graças aos brilhantes desepenhos dos elencos e das equipas técnicas, de realização e criativas.

 

 

O espectáculo tem que continuar, porque estamos todos além, porque andamos  todos a procura de alguém para amar, mas não é o tempo que faz o amor mas sim o momento que duas almas se encontram e se entregam....Todavia nascemos para amar alguém e seremos os campeões do mundo, mas temos o mau hábito de deixar tudo para amanhã porque temos um anjinho da guarda que nos protege

 

(esta frase tem músicas escondidas dos Queen, Freedie Mecury em solo e de António Variações, se advinharem deixem as respostas nos comentários )

Só hoje tive disposição para vos falr da minha mais recente coleção musical e apenas vos tenho que dizer que vale a pena a compra desta bela preciosidade que faz lembrar a primeira versão deste trabalho há 20 anos numa inusitada conjunção de talentos e esforços entre os decanos do Trash Metal e a Orquestra Sinfónica de São Francisco.

Há 20 anos, o principal mentor do trabalho foi o maestro Michael Kamen, conhecido também pelas orquestrações dos vídeos dos Guns N' Roses, Don't Cry e November Rain; ou ainda pela orquestração da banda sonora original do filme Highlander I onde colaborou apenas com o melhor grupo de todos os tempos e quem sabe se inspirado pelo trabalho em Highlander I fez o primeiro S&M com os Metallica.

Entretanto, Kamen transmigrou para o Vahalla dos Grandes da Música em 2003, a show teve que continuar e 16 anos depois de Kamen ter transmigrado, dois maestros pegaram no trabalho feito pelo virtuoso maestro brtitânico e resolveram sobretudo lembrar a sua memória e obra por um lado e por outro trazer as novas gerações o que é boa e verdadeira música. Os dois sucessores de Kamen foram: Edwin Outwater e Michael Tilson Thomas.

Um trabalho onde se mostrou que os Metallica têm o síndrome do Vinho do Porto, ou seja, quanto mais velhos melhor do qual não podemos esquecer as duas vezes que vieram a Portugal e encheram de uma vez o Pavilhão Atlântico e na segunda o Estádio do Restelo, o que prova que ainda há alguma esperança nas novas gerações que não se deicam contaminar pelo Smooth Jazz e a música pré-fabricada que é agora considerada a grande pedra de toque como música quando não passa de algo com menos valor do que papel higiénico.

Felizmente o Rock ainda está vivo e a música de qualidade ainda vai sobrevivendo num mundo onde música tem tanta qualidade quanto a poesia barroca....

 

 

Hoje, se o imortal Freddie Mercury não tivesse transmigrado para o Valhalla dos imortais que nos encantam em todas as áreas estaria a completar 74 anos de de existência terrena que é a mesma idade que outro monstro sagrado da música mundial completou em Janeiro (David Bowie).

E para mim ser fã dos Queen desde que tenho consciência de mim mesmo e sendo apreciador da obra única em solo de Freddie Mercury se tornou cada vez mais para mim uma forma de ser e de estar para mim, quase como uma parte da minha existência humana como pessoa.

E nos anos 80 quando os Queen lançaram The Works e A Kind of a Magic com videoclips teatrais e operáticos e com a minha falecida avó tendo sido costureira para os teatros de Lisboa e no meio destes dois lançamentos ainda vi o melhor espectáculo musical de sempre de seu nome Live Aid e o nome Freddie Mercury para mim se tornou mais do que um ídolo musical e se tornou parte de mim.

Este legado foi ficando no meu ser e nem a transmigração de Freddie Mercury apagou, muito pelo contrário; este legado foi se tornando cada vez mais forte e ao mesmo tempo um refúgio para as dores da minha existência e depressa vi que não era o único e muitos famosos também o reconheciam a inluência do melhor cantor de todos os tempos que alguma vez a humanidade teve o privilégio de conhecer e é um dos patronos deste blog.

 

The Show Must Go On

 

Happy Birthday Mr. Mercury

 

05/09/1946 - ∞

 

 

Vos deixo algumas escolhas tanto do grupo como em solo do melhor de todos os tempos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apesar de estar adoentado foi-me impossível ficar indiferente a transmissão pela RTP,  este Domimingo dia 15 de Fevereiro; do concerto dado pelo grande Conan Osíris no Coliseu dos Recreios há alguns meses atrás e onde o talento do mesmo cantor foi mostrado e quem viu, de certeza ficou com vontade de ver o próximo trabalho deste Rapaz do Futuro que também nome de deus egípcio que...ressuscitou.

Neste mesmo concerto o vencedor do Festival RTP da Canção 2019 andou por várias nuances musicais até dando um beijo a músic clássica quando apresentou a sua música mais conhecida com um arranjo delicioso com orquestra de cordas que me deixou de queixo caído.

E logo no início do concerto foi impossível não fazer uma ponte entre António Variações e Conan Osíris porque ambos foram cuspidos e apedrejados pela crítica, apesar de ganharem fãs com o passar o do tempo e ambos nunca tiveram medo nem de pensarem diferente nem de irem contra a mesmice em que a música que é considerada como aceite nas respectivas eras de existência.

Esta ponte se notou de forma sensível quando o mesmo Rapaz do Futuro chamou os Pauliteiros de Miranda lembrando o fascínio que Variações tinha pelo folclore e ao reforçar esta ponte, o mesmo Rapaz de Futuro além da música clássica ainda contou com música africana, chinesa e bengali. Para culminar esta ligação ao homem que estava sempre além....Osíris conseguiu completar o passo que Variações não conseguiu...fazer um dueto perfeito com uma fadista, não foi Amália, mas sim Ana Moura que esteve à altura do Rapaz do Futuro...

Para os críticos  que atacam Osíris e bajuladores do Novo Nacional-Cançonetismo recomendo um pequeno remédio é que voltem aprender a ler e leiam as letras de cada música de Osíris e entendam a mensagem ou mensagens que cada uma contém.

Para encerrar o grande espectáculo dado no Coliseu dos Recreios, Conan Osíris cantou e encantou com a sua hiponotinizante balada dedicada a rainha do fado de seu título "Amália" e com o encore do sua obra maior "Telemóveis" na sua versão mais conhecida e como sempre com uma humildade que apenas o coloca num estatuto mais elevado fez questão de partilhar o palco quando agradeceu ao público que encheu a plateia num concerto 360º dado na principal sala de espectáculos da capital da Lusitânia.

 

Apenas peço uma coisa: Que a carreira de Conan Osíris nunca pare e nunca pare de nos encantar e que o mesmo lance mais discos no futuro.

 

Para os críticos que o atacam, botas de elástico, e outros afins deixo uma citação da Bíblia: Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus...

 

Post-Scriptum: Começo a desconfiar que escolha do nome artístico Conan Osíris tem a sua mensagem... o Rapaz do Futuro num mundo após-apocalíptico e ... o deus egípcio que ressuscitou dos mortes e começo a pensar se este Osíris não será a forma da música nacional ressuscitar do actual estado de mumificação que se encontra de Novo Nacional-Cançonetismo 

 

Post-Scriptum 2: deixo dois vídeos do que vi na RTP tirado por um sortudo ou sortuda que foi ao concerto:

 

 

 

 

 

 

Hoje no Dia Mundial da Rádio, a Academia Española de la Rádio propôs na UNESCO que uma certa música de um grupo de origem britânica, fosse considerada o hino oficial do Dia Mundial da Rádio e eu por acaso gosto de ouvir rádio mesmo sem ser o relato da bola, achei a escolha acertada.

A escolha em si me diz muito pessoalmente;  porque além de ser uma das músicas da minha vida, também serviu de mote e base para um trabalho para um trabalho que realizei para encerrar um módulo do curso de Técnico Administrativo que me deu a equivalência ao 12º ano e este mesmo trabalho foi um bálsamo para uma situação muito dolorosa que vivia na altura.

E apenas 4 lendas deste calibre tinham capacidade para criar uma música assim tão lendária

 

E a escolha da AER para Hino do Dia Mundial da Rádio é....

 

Radio GaGa - Queen (versão oficial,  Live Aid... e reencarnação, digo Bohemian Rhapsody the Movie)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nação de seu nome Portugal que vive presa as glórias do passado em vez de as ver como exemplos a serem seguidos, deixou de ler com a explosão dos telemóveis e quanto mais avançados são os telemóveis menos esta nação sabe ler e este analfabetismo é transversal a todas idades e níveis de ensino.

Mas os que são níveis supostamente mais elevados de ensino têm a paranóia da superioridade sobre todos os outros e que o mundo e o cosmos tem que orbitar a sua volta e se alguém lhes bate de frente é humilhado e ofendido porque estes supostos licenciados se julgam de uma raça superior a todos os outros vulgares mortais.

E graças a a este tecno-analfabetismo quem ainda lê livros e jornais com detalhe e aprende a ler nas entrelinhas consegue ainda ver o que se diz nos media e o que é publicado e o seu verdadeiro significado em todas as áreas, desda das críticas das artes aos manipuladores de massas  , digo colunistas, comentadores, opinion makers e a nova classe de desocupados inúteis: influencers ou influenciadores digitais.

Esta longa introdução serve para desmonstrar a horda de tecno-analfabetos que no fundo não passam de uma legião de hipócritas que se deixam levar por tudo que é vento e não sabem ler por exemplo as letras das músicas com olhos de ver, sabendo o verdadeiro significado das mesmas chegando ao ponto de cuspir de quem tem o atrevimento de sair fora do padrão establecido.

Ao mesmo tempo estes hipócritas glosam o primeiro português que teve coragem de ir contra os padrões .... décadas depois da morte deste, porque quando este mesmo era vivo era uma variação de pedradas e cuspidelas em cima do mesmo por parte dos "especialistas" e do rebanho que se deixava levar na conversa dos especialistas.

Ao ouvir várias composições de Conan Osíris mesmo depois da injustiça da Eurovisão e na sua actuação no tributo a António Variações e depois de ver o melhor filme português dos últimos tempos (Variações) e estudando as letras de Osíris e de Variações é impossível não achar paralelos nas mensagens que as composições de ambos transportam,  mas como em Portugal não se lê e nem se sabe ler, só sabem dizer que mal do que é diferente e no fim acabam por ouvir os mesmos enlatados para os quais os críticos dão o carimbo de aprovação e o rebanho vai ouvindo e depois de largarem um pouco os telemóveis e aprenderem ler, se lembram de quem é diferente depois de quem é diferente ter morrido... e é assim que funciona o paradoxo analfabeto hipócrita....chamado Portugal.

Nem comento muito mais....

Esperei muito pelo dia em que conseguisse ver um dos melhores filmes portugueses algumas vez feito senão mesmo o melhor filme português alguma feito de seu nome "Variações"

Esta brilhante película realizada por João Maia e protagonizada de uma forma para além do brilhante por um excelente actor de seu nome Sérgio Praia que encarnou na perfeição o cantor mais fora da caixa que existiu em Portugal durante a década de 80 e que teve uma passagem meteórica pelo panorama musical português, todavia apesar de meteórica e rejeitada pela "intelectualidade" musical da altura deixou um legado eterno.

Confesso que ao ver os trailers do mesmo filme fiquei com uma vontade terrível de ver o filme e andei a batalhar para ter bilhetes para o mesmo filme que não era o facto de ser português que lhe iria tirar o mérito e até poderia aumentar o mérito tanto da equipa técnica como de todo o elenco que encarnou os respectivos papeis na perfeição.

Agora entrando a sério no filme....

Para mim foi outra viagem no tempo como foi Bohemian Rhapsody onde foi pincelada numa grande tela a vida do brilhante cantor do seu nome artístico António Variações e os seus altos e baixos na sua vida em duas horas e onde muitos momentos marcantes do cantor foram mostrados de uma forma que deixou colado na cadeira da Sala 5 do Cinema NOS do Colombo.

Fiquei com a mesma sensação que tinha entrado no DeLorean DMC 12 de "O Regresso ao Futuro" e estava a flutuar numa dimensão paralela onde acompanhava os pontos mais marcantes da vida artística de António Variações e o Actor Sérgio Praia e escrevo Actor com letra maíscula porque o merece soube vestir a personagem ao ponto de cantar algumas músicas de António Variações disponíveis em CD e Cassete e acho que também dá para ouvir no Spootify.

Para não vos dar spoilers apenas digo que este filme é uma verdadeira Rapsódia Bohemia bem lusitana e que a Obra-Prima Variações tem todo o direito de ser inscrita nas canditdaturas para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e o Actor Sérgio Praia fez um papel único, brilhante e épico praticamente sem paralelo no cinema português que apenas a dupla João Arrais/Miguel Borges estiveram próximos quando desempenharam o papel do maior herói português da I Guerra Mundial, o Soldado Milhões.

Ao dar um olhar atento a saga artística de Variações que foi curta, mas intensa e icônica, não deixei de reparar na rejeição que o mesmo sofreu pelo intelectuais da música da altura e praticamente em Portugal só lhe deram o devido valor depois da transmigração para o Valhalla dos grandes ícones e anda por aí um rapaz que se fez a si mesmo como cantor e que a nova geração de intelectuais da música o rejeitam, mas o público no geral o aceitam,  e uma vez alguem me disse que a História é um ciclo e tudo se repete... apenas espero que o reconhecimento do Rapaz do Futuro com apelido egípcio não seja semelhante ao que teve Variações....ou seja só lhe deem mérito apenas depois de ter uma existência apenas espiritual

 

Deixo apenas a recomendação que comprem o disco ou cassete, no caso não puderem oiçam pelo menos pelo Spootify e vão ver o filme porque é magnífico

 

E que esta Obra-Prima seja inscrita na lista de canditatos de Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.... pelo menos 

 

 

Post-Scriptum: o próprio Sérgio Praia canta todas as músicas que constam do CD da banda sonora