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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Agora vem a cereja em cima do bolo deste dossier que já vai no seu terceiro volume e já fazia tempo que eu não fazia um artigo de fundo neste mesmo blog e que no dia 4 fez o seu 12º aniversário.

Depois do contactato com Carlucci sobre o serviço que este tinha para Farinha Simões; o mesmo Farinha Simões se vai reunir com Frank Strugies que Farinha Simões considera como uma pessoa fria e com aspecto sinistro e que lidera as operações das forças anti-castritas em Miami e é o elo de ligação dos Contra na Nicarágua e o mesmo Srugies avança com a ideia que alguém do governo português tem que ser eliminado sem avançar quem seria o alvo a eliminar e passado algum tempo Farinha Simões vai jogar ténis com Frank Carlucci na antiga residência do embaixador dos EUA em Portugal e depois no jantar, Carlucci abre o jogo onde este afirma que há problemas em portugal para o transporte e venda de armas e que Sá Carneiro não é uma pessoa querida dos EUA e não nos podemos esquecer que no Verão Quente e no PREC, o homem querido da CIA era Mário Soares, considerado o Kerensky da Europa (Kerensky: revolucionário russo liberal que derrubou o Czar em Fevereiro de 1917) e a sobremesa deste mesmo jantar não é leve porque se juntam a mesa o Gen. Diogo Neto, o Cor. Vinhas, o Cor. Robocho Vaz e Paulo Cardoso e que voltam a mencionar os obstáculos para o tráfico de armas e voltam a dizer que Farinha Simões é a pessoa indicada para remover estes mesmos obstáculos.

No mês de Outubro de 1980, acontece um jantar no Sheraton onde na mesa se sentam além de Farinha Simões, Frank Sturgies (CIA), Vilfred Navarro (CIA), o General Diogo Neto e o Coronel Vinhas (já falecidos) que referem que existem entraves no tráfico de armas e noutro jantar aparece o coronel Oliver North (sim o mesmo do caso Irão-Contras) que fala em "afastamento" de pessoas e na volta há portugueses que também tiram lucro do tráfico de armas e até que são cidadãos conhecidos:  Major Canto e Castro, o Gen. Pezarat Correia, Franco Charais e ainda se acrescenta José João Zoio, conhecido toureiro e maçon, que faleceu de ataque cardíaco aos 59 anos no ano de 2009.

E antes do antentado, o principal alvo do mesmo atentado, Adelino Amaro da Costa que era o ministro da defesa queria travar de qualquer maneira o tráfico de armas que passasse por Portugal e ao mesmo tempo estava a investigar o chamado Fundo de Desenvolvimento do Ultramar e o mesmo Amaro da Costa queria acabar com este fundo que estava nas mãos do ministério das finanças cujo titular era um desconhecido nascido em Boliqueime de seu nome Aníbal Cavaco Silva; todavia a CIA e restante corja abriu o olho e viu que não poderia afastar o governo da AD por uma via normal porque este tinha ganho as eleições e apenas um atentado é que poderia facilitar a vida aos sicários das armas.

Depois do segundo jantar, Farinha Simões é contactado pelo major Canto e Castro e este marca um encontro com o mesmo Farinha Simões no hotel Altis onde também se encontrava Frank Sturgies e aí pela primeira vez se fala em atentado e voltam a afirmar que contam com Farinha Simões para o atentado e depois desta mesma reunião, há outra reunião no mesmo local onde Farinha Simões se vai reunir com Sturgies e Snell onde recebe ordens para recrutar operacionais porque a operação é para ser executada no prazo máximo de 3 meses e preguntam ao mesmo FS se ele conhece algum perito em bombas e o mesmo FS diz se for preciso contacta alguém da ETA se for preciso e quem banca a operação é Canto e Castro e a CIA.

Para organizar a operação, Farinha Simões contacta José Esteves e Sinan Lee Rodrigues o qual não era conhecido de Farinha Simões, e o mesmo Lee Rodrgues foi apresentado a Farinha Simões por Evo Fernandes, moçambicano, tal como Lee Rodrigues e que era membro da RENAMO e serviu de ponte de ligação para Lee Rodrigues e na volta Farinha Simões vai fazendo contactos com os etarras.

Alguns dias depois, o amigo de Mário Soares e de Artur Albarran, Frank Carlucci diz a Farinha Simões como vai ser feita a operação e quem é o alvo primário: Adelino Amaro da Costa e que tanto Kissinger como North tinham dado a luz verde para tudo começasse a ser feito e muito convineintemente Canto e Castro vai para Londres 3 semanas antes do atentado e neste espaço Canto e Castro, juntamente com Sturgies confirmam que Amaro da Costa é o alvo a abater.

Frank Strugies pede a Farinha Simões para que este arranje um cartão de acesso ao aeroporto para Lee Rodrigues, entrementes, Canto e Castro contacta Farinha Simões e lhe ordena que este vá para a capital britânica ter com ele onde aí, Canto e Castro lhe mostra o material a ser usado e que este irá ser enviado pela sua companheira Junita Valderrama e Farinha Simões se desloca ao Altis onde recebe a encomenda de Juanita Valderrama e vai acompnhado com José Esteves e este monta o dispositivo com a ajuda de Carlos Miranda depois de Canto e Castro saber que o dispositivo estar pronto vem para Lisboa e as apresentações são feitas no restaurante Galeto.

Entretanto depois de José Esteves ter montado o dispositivo da morte com o qual ganha 200 mil dólares; Farinha Simões vai a Paris e se reune no Hotel Ritz com Oliver North, o cor. Wilkison e Philip Snell onde estes confrimam quem é o alvo a abater e numa reunião seguinte em Lisboa, Oliver North aparece com um cidadão chamado Penaguião que é apenas o segurança pessoal de Sá Carneiro e que afirma que o mesmo iria no avião porque a sua palavra era lei e o mesmo Farinha Simões ficou de pé atrás, mas a CIA disse que o seu o homem em Portugal era Soares e não Sá Carneiro devido as suas atitudes anti-americanas e com a morte das duas cabeças da AD a investigação do saco azul do Ultramar ficava em águas de bacalhau.

Tal facto é verdade porque dos operacionais neste magnicídio se disfarçou de agente da PJ e descobriu a mala de Amaro da Costa que tinha a lista de quem andava a ganhar com o saco azul do Ultramar e esta mesma pasta se sumiu e segundo os apoios de Farinha Simões, que o próximo primeiro-ministro português seria Pinto Balsemão (conhecido membro do clube de Bilderberg) e o operacional dava pelo nome de Victor Pereira, membro das Brigadas Revolucionárias e que depois do atentado os políticos portugueses iriam ser mais do agrado de Washington e depois dos antentados; os documentos se volatizaram, as armas voltaram a ser traficadas, o fundo do Ultramar desapareceu misteriosamente ao mesmo tempo que o tal algarvio das finanças se sumia durante 5 anos para voltar a ser o regedor da república quando fazia a rodagem a um Citröen na Figueira da Foz.

Iornicamente, aparece agora nas livrarias um livro que sugere que não houve atentado nenhum ao mesmo tempo que temos um governo de esquerda, leia-se com os socialistas no poleiro tal como eram as CPI´s que defendiam a tese de acidente eram sempre com governos do PS e o jornalista que fez a reportagem de investigação foi um tal de Artur Albarran que ficou perdido algures no deserto da Arábia Saudita e depois foi salvo por uma soldado da coligação multinacional que se uniu para ir contra Saddam Husein quando este invadiu o Koweit.

Ficam as minhas perguntas de sempre e sempre sem resposta: Porque não reabrem o processo? Quem ganhou com o atentado? Porque não se fez justiça? Porque sempre que há socialistas no poleiro, a tese de acidente ganha "força"? Aonde para esta mesma pasta com a lista dos culpados do tráfico de armas? Como foi possível falsificar documentos desta forma tão simples? Qual o papel da maçonaria e do clube de Bilderberg nesta história? Quem são os envolvidos em termos nacionais neste atentado? Será que alguma vez saberemos a verdade sobre Camarate? Quando é que as famílias das vitimas terão justiça, mas verdadeira justiça? Porque não foram tidas em conta as crónicas de Augusto Cid?

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O 44 não deve ser solto tão cedo porque como não bastasse os podres que sabemos e que num país civilizado seria o suficiente para uma pena de prisão bem longa pelos padrões portugueses e agora a entrada das botas na cela do preso mais famoso de Portugal está a ser investigada pelos serviços prisionais, bem como as chamadas feitas do telefone do director-adjunto do EP de Évora.

Para ainda mais ajudar a festa apareceram novas evidências que poderão colocar em causa o mais recerte recurso de Sócrates Pinto de Sousa, evidência conseguidas não só em escutas bem como em documentos apreendidos em buscas feitas na casa de Sócrates no edifício Heron em Lisboa e ainda não se sabe se a medida de coacção máxima ainda se vai manter válida.

Este senhor que foi o Führer de Portugal durante 6 anos andou a roubar a nação como muito bem quis e agora estamos a pagar as consequências da sua incompetência e da sua desonestidade para quem votou nele para um cargo desta iimportância e estes episódios como o das botas servem para circro para ir entretendo os vulgares mortais de algo muito podre e que não deve ficar por aqui em termos de revelações.

Depois aparece o advogado de defesa numa de de mártir da pátria em relação ao segredo de justiça quando as primeiras investigações apontam ele mesmo como a fonte das fugas que violam o segredo de justiça com o simples objectivo de conseguir a nulidade do julgamento do seu cliente a sua consequente libertação e absolvição dos crimes que é acusado.

Esta vontade de soltar o ex-Führer de Portugal é tanta que até apareceu uma pseudo-petição a pedir a libertação do mesmo Sócrates Pinto de Sousa, saída de uma obediência maçónica e onde os mencionados na mesma petição  afirmam não terem assainado e com este conflito na irmandade dos pedreiros-livres se começa a saber das quase centenárias ligações do PS aos maçons e vice-versa; embora esta petição esteja contra os princípios dos pedreiros-livres.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Até quando vai durar esta novela ? Porque querem ver Sócrates solto ? Quem ganha e quem perde com esta situação toda ? Afinal que país é Portugal ?

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Apareceram dois figurões socialistas um deles ex-ministro e conhecido maçon que veio para a comunicação social reclamar que nem respeitaram a dignidade do recluso nº 44 do Estabelicimento Prisional de Évora, bem como a dignidade dos remetentes.

Os dois figurões que se sentiram ofendidos foi a historiadora Irene Pimentel e o ex-ministro socialista e ex-grão mestre do Grande Oriente Lusitano, António Arnaut que viu um seu livro que tinha sido enviado para o detido nº44 do EP de Évora bem como a hsitoriadora Irene Pimentel; todavia, estes doutos senhores da intelectualidade se esqueceram que o culpado destas ofensivas devoluções é o próprio Sócrates porque o seu desgoverno criou uma lei em que vem escrito que os reclusos só podem receber uma encomenda postal por mês no peso máximo de 5 kg e a única excepção admitida nesta mesma lei é quando um detido não recebe visitas e aí pode receber duas encoendas até o peso de 5 kg cada um mesmo de visitas não-registadas como são os estrangeiros.

Acontece que visitas é coisa que não falta a Sócrates e por isso não se aplica a excepção e além disso o chamado pai do SNS não faz parte das visitas registadas por José Sócrates que por acaso já ultrapassou o limite das encomendas que um preso pode receber por mês.

 

Se calhar estes dois intelectuais se julgavam mais do que os outros e que poderiam enviar o que lhes desse na telha para o 44, mas se enganaram porque neste caso ainda vai havendo alguma justiça e igualdade e quem fez as coisas que ficassem assim foi o próprio Sócrates.

E ficam as perguntas de sempre: Quando é que acaba esta novela ? Será que Sócrates vai pagar pelos seus crimes ou vai tudo ficar solto ? Será que serve a uma pessoa ser honesta ? Qual é o limite mínimo para se roubar e não se ir dentro ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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Estamos mesmo entregues a bicharada em especial nos serviços secretos da república porque depois de um maçon ter sido corrido dos serviços secretos por causa da música os vistos dourados; o Führer Coelho vai escolher outro membro da irmandade dos pedreiros-livres.

O cidadão indicado para chefiar o SIS é um membro do Grande Oriente Lusitano, mais precisamente da loja Jean Monnet nº 576 e se chama Adélo Neiva da Cruz e foi escolhido apesar de haver vozes contra a sua escolha dentro do PSD exactamente pelo facto de ser maçon por causa da escandaleira ainda em aberto com os ficheiros gold.

Não quero ser teórico da conspiração, mas começo a pensar que quando nos tempos do Estado Novo quando os pedreiros-livres foram banidos ou quase banidos dá a sensação quando se falava com pessoas que viveram nos tempos do Estado Novo que havia menos corrupção do que hoje em dia e para ajudar a festa, Neiva da Cruz era adjunto do ex-director do SIS, Horácio Pinto que também era maçon e foi corrido do SIS a conta da história dos vistos dourados e assim sendo, nos servços secretos apenas mudam as moscas.

Um facto é real que nos últimos 30 anos, as sociedades secretas sobretudo a maçonaria e o clube de Bildeberg têm tomado conta dos destinos da república como muito bem querem e entendem e o resultado é o estado a que chegamos que penso não ter passado pela cabeça dos Capitães de Abril e não sei aonde vamos parar com estas infiltrações que não param de crescer e o poder do povo cada vez tem menos valor e a corrupçaõ em Portugal vai crescer e o caso do 44 cada vez mais parece um número de circo para nos ir entretendo e o poder oculto que mexe os cordelinhos por detrás da cortina da patomina chamada república vai continuar até o parar a bem porque se não for parado a bem, os extremismos vão começar a crescer e depois não se queixem que têm azar.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Quando para o poder oculto da maçonaria ? Quando é que o poder passa a ser do povo ? Será que Passos Coelho também é pedreiro-livre ? Até onde este nefasta influência chega ? Para que nos serve a repúlica e o seu presidente ?

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Depois desta guerrinha do PS e na sua ressaca estamos a assitir ao regresso da facção mais socratista do PS com Ferro Rodrigues como novo líder do  grupo parlamentar dos socialistas e muitos dinossauros como Mário Soares e Manuel Alegre apoiarem Costa ao que se acrescenta a traição do Sucateiro Sócrates que não hesitou em esfaquear nas costas o seu eterno adjunto partidário.

A tempestade socialista fez mais danos no grupo parlamentar do que se esperava porque todas as leis que estavam para ir a plenário dos tempos de Seguro foram retiradas, incluindo uma que falava na redução de deputados e quando falta cerca de um ano para as eleições gerais, não se sabe por exemplo qual o peso da facção de Seguro dentro do novo PS saído das eleições primárias e que danos que podem haver dentro das distritais do PS e em relação a António José Seguro só se sabe que a sua vontade é ser deputado normal e um militante de base e que Antóno Costa até ver continua ser edil de Lisboa e vamos até quando esta situação se vai manter.

Mas os "seguristas" não ficaram calados nem quietos e já querem empurrar Marcos Prestrello, outro socratista e que cujo nome apareceu numa das muitas chamadas de Sócrates durante a Face Oculta e que no consulado do Führer Sócrates foi ministro ou secretário de estado do mesmo Sócrates e Marcos Prestrello avançar não vai ser grande novidade porque se há partido que tem como lema a traição ou frase do imortal livro de Nicolau Maquiavel "O Príncipe" onde vem que "os fins justificam os meios" e de todos os partidos com assento parlamentar o que é mais maquiavélico em todos os sentidos é o próprio PS porque dentro de uma mesma facção e não nos podemos esquecer que tanto Seguro como Costa foram ministros de Guterres e de Sócrates se traem mutuamente e quem sabe se um interesse "superior" que não o bem da nação justifica esta regra da traição no PS.

Nem é preciso pensar muito, basta apenas uma boa pesquisa numa livraria decente como a Bertrand ou a Lello e Irmaõs ou a Allaud & Lellos e procurar livros sobre as ligações das sociedades secretas e o poder político da república em Portugal e quem manda neste jogo é a maçonaria com as suas duas obdiências em Portugal e que no PS têm um grande núcleo de membros de todos os graus, mas ao mesmo tempo muitos deles não têm as quotas em dia e segundo o livro "Segredos da Maçonaria Portuguesa" de António José Vilela, é um mau hábito de todos os membros da maçonaria em Portugal e só uma mão cheia tem as quotas em dia e provavelmente estas guerras do PS são guerras entre lojas de pedreiros-livres que estão escondidas perante os olhos de todos e o que ganhar é aquele que tem o apoio das lojas mais poderosas ou algo semelhante porque não explicável como dois membros da mesma facção socialista e com carreiras semelhantes se haveriam de degladiar pela liderança socialista depois de um deles ter conseguido uma vitória eleitoral.

Como sempre as perguntas: Será que António Costa vai ser o edil de Lisboa até 2017 ? Qual a reacção que se espera dos derrotados? O que motivou esta guerra dentro do PS ? Quais as diferenças entre António Costa e António José Seguro ? Quem perde e quem ganha com estas novelas ? Qual o custo para nós vulgares mortais?

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Confirmada preventiva de maçon ex-diretor no MAI

O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou, esta quinta-feira, a  prisão preventiva de João Alberto Correia, ex-diretor geral de  Infraestruturas e Equipamentos do ministério da Administração Interna.
(Fonte: Dn Online)

Como eu e muitos de nós já esperávamos o caso das sucatas vai acabar em águas de bacalhau porque vai aparecer um pormenor, um erro judicial que vai fazer com que todo o processo seja anulado e tudo fique soltinho como os passarinhos e o meu arroz branco com cardamomos; embora o cheiro que a estrume que vem da justiça em Portugal depois do Caso Face Oculta não consegue ser camufulado de forma nenhuma.

Depois de ontem muito se ter festejado que num caso de corrupção que envolve gente grande do poder polítco da república sobretudo ligada ao PS e a maçoanaria ter apanhado com penas de prisão, acontece que parecendo ter sido feito de propósito com o obejctivo primário de reduzir o processo Face Oculta a mais pura nulidade porque as escutas que envolvem o ex-Führer de Portugal, José Sócrates foram destruídas e os advogados dos réus consideram esta mesma destruição ilegitima e e vão usar esta destruição que no seu ponto de vista é ilegal para pedir a anulação do processo; e como se costuma dizer quem atira os foguetes que apanhe as canas e as escutas que poderiam servir de material para os recursos dos réus com penas de prisão foram destruídas a tesourada e com trituradores à porta fechada.

Mas acontece que outro erro mais grave apareceu neste mesmo processo é que o antigo presidente do STJ, Noronha do Nascimento agiu como juiz de instrução quando não o poderia ser apesar de ser na altura o presidente do STJ porque as escutas feitas a trindade da república têm que ser aprovadas e validadas pelo mesmo STJ no caso de algum membro da trindade da república ser o alvo das escutas, o que não era o caso porque o alvo das escutas era entre outros, Armando Vara, Paulo Penedos e Manuel Godinho e se Sócrates apareceu nas mesmas escutas foi por puro acaso porque não nos podemos esquecer dos laços de amizade e partidários entre Vara e Sócrates que não são de hoje e mesmo sabendo deste grande detalhe o ex-presidente do STJ meteu o nariz onde não era chamado e nesta novela um depoimento-chave de Mário Lino não foi considerado no julgamento.

A grande consequência vai ser um chover de pedidos de nulidade do processo em si que sem as escutas não pode ser recomeçado e todos vão ficar soltinhos e ninguém vai ser punido pelo que fez e sinceramente quem tiver cópia das escutas escondidas em algum lado que arranje forma de as publicar ou as encaminhar de forma que se faça justiça pelo menos neste caso e este caso mostra que a justiça na república só serve para os bem colocados e com cunhas porque para os outros não funcional simplesmente.

E ficam as minhas perguntas de sempre: Afinal porque os grandes são sempre soltos ? Porque a justiça não funciona de forma igual em Portugal ? Foi para isso que fizeram o 25 de Abril ? Afinal quem manda na justiça ? Quem é a face oculta da Face Oculta ? Quem ganha com isto ? Que país é Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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Esta nação de seu nome Portugal exala podridão por tudo que é lado e para não variar, mete socialistas no meio para não deixar de ser habitual como sempre ou quase sempre é; e o caso vem de 2001; mas apenas quase década e meia depois se veio a saber mais detalhes e detalhes bem sórdidos que fazem qualquer um de nós pasmar-se e ficar de boca aberta.

A câmara municipal de Lisboa, ainda na administração de João Soares lançou uma concessão em 1999 e que teve a sua conclusão em 2001, para a construção de um restaurante de luxo no topo do Parque Eduardo VII que cujo resultado saiu em passados dois anos e o vencedor desta mesma concessão foi uma empresa que dá pelo nome Estalagem de Monsaraz, Lda.; empresa a qual não exerce qualquer actividade e que apenas se inscreveu nas finanças nas vésperas deste mesmo concurso público e esta empresa ao contrário do que vinha estipulado no concurso não tinha qualquer experiência no ramo da restauração.

O gerente da EM era ou é o arquitecto João Alberto Correia e foi nomeado gerente pelos seus irmãos que são os donos da EM e o mesmo João Alberto Correia era filho do antigo ministro socialista e antigo grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, João Rosado Correia, falecido em 2002; e para adensar ainda mais o caldinho, o mesmo João Alberto Correia é maçon destacado e ocupou até Fevereiro do corrente ano da Graça do Senhor de 2014 o cargo de director-geral de Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna e foi nomeado para este cargo pelo desgoverno do Sucateiro Sócrates e que se encontra preso por suspeitas de corrupção quando ocupava este mesmo cargo há 3 meses atrás.

Para engrossar ainda mais esta sopa os documentos entregues na CML por esta mesma pseudo-empresa relativos a concessão do restuarante de luxo no Parque Eduardo VII se sumiram no ar sem ninguém saber onde eles param como acontece sempre nestes casos e nem foi feito novo concurso público e mais um mono existe nesta cidade de Lisboa e para cúmulo os derrotados neste concurso público tinham mesmo experiência na área da restauração e este mesmo concurso público dá para pensar se os concursos públicos em Portugal são mesmo concursos públicos ou não passam de simples formalidade para validar uma cunha.

E ficam as minhas perguntinhas de sempre: Que país é Portugal ? Porque sempre que há um caso suspeito que mete maçonaria pelo meio, há sempre laços ao PS ? Foi para isso que se fez a revolução ? Que caminho leva Portugal ? Para quando honestidade e lealdade em Portugal ? Até onde a nação está infiltrada de pedreiros-livres ? Para que raio nos serve a república e o seu presidente ?

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As recentes eleições da maçonaria mostraram que no caso BPN não mesmo tudo de uma irmandade onde todos são irmãos uns dos outros e que a justiça em Portugal em relação a casos semelhantes ao BPN não vai levar a lado nehum porque partes interessadas no caso têm ligações a maçonaria e esta por sua vez tem ligações ao poder político da república e à justiça como fosse uma pescadinha de rabo na boca.

Vos falo assim porque na semana que quase se está a findar houve eleições para o Grande Oriente Lusitano e o eleito para ser grão-mestre foi Fernando Lima que é o grão-mestre ainda em exercício e é presidente da Galilei antes conhecida por Sociedade Lusa de Negócios e que foi proprietária do BPN e este mesmo Fernando Lima faz parte dos corpos dirigentes da Confederação da Indústria Portuguesa que por sua vez é liderado por um maçon de outra obediência e líder de uma loja maçónica da Grande Loja Legal de Portugal, a fresqunha e nova George Washington, que vai substituir a polémica Mozart 49, mas na nova loja aparecem nomes conhcidos além do líder da CIP, António Saraiva.

Os nomes ligados a loja George Washington passam por gente conhecida como Nuno Manalvo, antigo chefe de gabinete de Isaltino Morais e que desta mesma loja farão parte elementos da política e do corpo diplomático e que, segundo o Sol, que a nova loja tem poder e os únicos que não vão fazer parte dela serão aqueles que pertenciam a Ongoing e tenham ligações com Silva Carvalho ex-chefe dos serviços secretos militares e que usou tanto os SIED como a Mozart 49 em proveito próprio.

Mas lutas de aventais a parte, esta eleição calha que nem ginjas para o caso BPN porque é meio caminho andado para o seu arquivamento ou prescrição em tribunal e mostra que a república portuguesa de democrata só tem o nome na constituição porque de resto aqui a democracia é apenas de alguns e nunca foi do povo e esta mesma eleição mostra que Portugal tem vivido numa espécie de ditadura encapotada nos últimos 104 anos onde estes senhores do avental se têm infiltrado e bem no poder político da república desde de sempre e agora tem-se sabido mais porque uns quantos irmãos são pescados em redes criminosas e depois as ligações acabam por se saber e com tanto pedreiro-livre infiltrado no poder não estranhem dois factos: 1) por vezes os eleitores mandarem as eleições para aquela parte e a abestenção ser elevada como foram nas eleições europeias e 2) o top 10 dos partidos mais votados ser sempre mais ou menos o mesmo desde que existem eleições gerais mais ou menos limpas em Portugal, ou seja, desde 1975.

E ficam as minhas perguntinhas de quase sempre: Porque foi eleito para a maçonaria alguém com ligações ao BPN, quando a mesma maçonaria no seu regulamento geral defende a honestidade ? Quais os interesses escondidos nesta mesma eleição ? Quais as suas consequências ? Será que vale mesmo a pena votar nas eleições da nação quando afinal uns quantos irmãos têm comandado a nação nos últimos 40 anos ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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