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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

O governo ordenou confinamento e distanciamento social para evitar o contágio do coronavírus, situação a qual provocou uma paragem na economia nacional e uma explosaõ nos números do desemprego e a situação na Grande Lisboa é particularmente grave porque é nesta mesma região onde se encontra agora o núcleo desta mesma pandemia.

Devido a esta situação não se realizam eventos desportivos, os teatros e cinemas estão encerrados, o comércio funciona com restrições, não há qualquer tipo de espectáculo, as feiras estão com restrições (embora não sejam cumpridas em alguns casos), ir a praia quase que parece um privilégio porque as mesmas passaram a ter lotação entre outras medidas.

Por outro lado a CGTP faz a sua passeata de 1º de Maio ainda na primeira fase do confinamento, o que é um caso flagrante de desiguladade; mas este nem foi o pior o caso. Pior fez o inútil das selfies mais o Presidente do Conselho que foram ver aquele comediante que tinha um programa no qual se dizia ter uma nêspera que lhe dava cabo das hemorróidas na Praça de Touros do Campo Pequeno e onde se juntaram mais de 2 mil pessoas e onde não se respeitava o espaço de segurança exigido pela DGS.

Neste sábado, dia 6 de Junho foram ultrapassados os limites quando grupos supostamente anti-fascistas e anti-racistas encheram as ruas de Lisboa e Porto para se manifestarem contra o crime praticado contra o cidadão norte-americano George Floyd, sem ser respeitado qualquer tipo de distância de segurança e se sabendo que a grande parte das infecções são na AML e mesmo assim não respeitaram as distâncias de segurança.

E ao mesmo tempo que vários eventos públicos são adiados ou cancelados, se juntam milhares na rua sem a devida distância por crime que aconteceu no outro lado do oaceano Atlântico e as bonecas da saúde colocaram a responsabilidade do que poderá acontecer nos organizadores do evento.

Afinal será que adianta estarmos todos em casam, quando por outro lado fazem ajuntamentos com centenas de pessoas que não respeitam as regras para evitar o contágio pelo Covid-19 dá que pensar mesmo se vale mesmo a pena o confinamento...sobretudo na zona de Lisboa que concentra a maioria dos casos desta pandemia.

 

Fica a vossa consideração

Este período de quarentena mostrou a verdadeira iliteracia de uma nação que deixa duas livrarias (uma delas até era editora) irem a falência porque ninguém compra livros e ninguém lê ou quase ninguém porque passam o tempo agarrados aos telemóveis e as redes sociais como o facebook ou youtube e passam a tempo a ver alguns vídeos de utilidade duvidosas e que mostra a  verdadeira ignorância da nação.

Vou por partes:

Devido ao pânico generalizado graças a incompetência das barbies da saúde que nunca souberam gerir a crise do Covid-19 e quem foram os verdadeiros heróis foi quem esteve no campo porque as duas bonecas foram as responsáveis pela crise que se chegou porque uma delas nunca apostou na prevenção e apenas em cálculos estátisticos e no fim se viu o que aconteceu e o que está acontecer e ai de quem apontar os dedos as duas senhoras que levar logo com todas as pedras da calçada.

Este mesmo pânico fez o álcool e gel de álcool sumirem-se dos supermercados acompnahados de papel higiénico e as máscaras cirúgicas subirem para preços loucos que quase ninguém poderia comprar até haver alguns locais que tiveram alguma sanidade de baixar os preços um pouco para tornar estes produtos um pouco mais acessíveis e durante a fase pior do confinamento se começou a falar no pós-desconfinamento e nas máscaras ditas sociais.

Pois bem além das negociatas com os tubaraões nortenhos dos téxteis apareceram uns génios de casa de banho a espalharem pelo facebook a dizer que um simples papel de filtro como dos filtros de papel filtravam o coronavírus e estes idiotas que passavam o tempo a dormir na aula de ciências se esqueceram que o tamanho de um vírus ou das partículas virais em aerossol são menores do que a as particulas de café em solução que se faz numa cafeteira de filtro, ou seja, é inútil usar o filtro de papel para filtrar o coronavrius porque ELE PASSA PELO PAPEL e entra no corpo pelas vias respiratórias.

 

A segunda parte deste artigo tem a ver com uma situação que vi ontem quando tive que tratar de uns assuntos pessoas nas ruas de Lisboa e vi uma fila a porta de uma destas lojas de roupa da moda que não mantinha a distância de segurança que dava a volta a esquina ao mesmo tempo que não se sentam no banco do autocarro que tem as costas viradas para frente ou não vão beber um café com os amigos ou com os parentes devido ao perigo do contágio; o mesmo tipo de gente que vai aos magotes para as praias assar sem respeitar as mesmas distâncias e fico a pensar que é assim andam a cavar a sua própria sepultura.

 

Para encerrar este longo artigo: uma youtuber muito famosa da lusofonia que veio embandeirar em arco pela opção que muitas mulheres não terem filhos numa altura em que Portugal está meio duma depressão porque há uns idiotas do governo que não sabem gerir a saúde e outros que não sabem evitar o contágio e Portugal, em especial a zona de Lisboa se tornar numa espécie de Brasil da Europa em termos de Coronavírus e se esquecendo que cada vez a população está mais velha, cada vez há menos braços para trabalhar, não existe renovação geracional e por consequência a idade da reforma vai aumentando e a dita youtuber em vez de ser armar em iluminada, deveria era de dar energia positiva a nação e não armar-se em esquerda caviar Beluga e se qeuria criticar alguém, então criticasse quem tem sido idiota ao longo desta crise pandêmica e pelo visto, o confinamento fez mesmo mal a esta senhora porque pelo que senti na pele este tipo de opção da origem a chefias prepotentes, depressões extremas e vícios que enchem as clínicas de desentoxicação... enfim pensamentos dos iluminados dos quais um grande pensador alemão já nos alertava há praticmente 200 anos atrás...

 

Ansi Parlait Nietzsche

 

Estamos no final de uma semana em que em termos nacionais a pandemia do Covid-19 dá uma aparência de estar mesmo controlada menos numa região: Lisboa e Vale do Tejo onde a coisa anda mesmo a ficar preta  ainda ninguém se lembrou de criar cordões sanitários a delimitar os concelhos mais afectados para controlar de uma forma definitiva ou perto disso a pandemia que durante dois meses fez um dano semelhante ao grande terramoto de 1755.

E me questiono se estes surtos que têm aparecido cada vez mais na região mais populosa de Portugal não será um sinal que os cordões sanitários não têm mesmo que ser decretados antes que seja tarde demais e depois tenhamos que voltar todos a casa e deitar perder dois meses de sacrifício pelo cano abaixo.

Este descontrolo tem que ser destravado antes que Lisboa e Vale do Tejo se torne outra Espanha ou outra Itália onde se começa a morrer pelos cantos com o Covid-19 não por falta de meios, mas porque duas bonecas de cabeça oca se esqueceram mais uma vez que a chave é a prevenção e nunca estudos, estatísticas ou gráficos.

Se deixarem a situação correr solta como está, bem a região mais populosa de Portugal está literalmente condenada graças a duas bonequinhas não saberem que em qualquer doença infecto-contagiosa a chave é sempre a prevenção e esta já está a ser descurada de forma clara sobretudo em alguns postos de trabalho que apesar de terem a distância social, muitos funcionários não cumprem com as regras e depois se formam redes de contágio e aí as duas Baribies da saúde simplesmente não mexem uma palha sobre o assunto.

Apenas espero que esta reconstrução que já está na segunda fase não caia por terra graças a duas desgraças que já deveriam de ter posto o seu cargo a disposição e levando com elas o secretário de estado que embora pesque alguma coisa do assunto é tão culpado desta situação quanto a bonecas cabeça de vento, loirinhas e meninas bem

....

Séra que a reconstrução vai cair por terra?

Ao ver os números dos dois +ultimos dias parece que a pandemia do Covid-19 está a dar sinais de estar a ficar controlada mas não pensem ainda que chegou o tempo de limpar armas e já bastou o que passamos com as estátisticas da sra. Dra. Graça Freitas que foram uma desgraça completa e o secretário de estado da saúde disse que o pior está para vir.

E o mesmo tem razão porque pouco se conhece do dito germe e já surgiu outra estirpe do mesmo na China e o calor pode sim dar uma falsa sensação de segurança e a segunda vaga não vir no Inverno, mas vir agora no Verão devido ao baixar de armas e aos casos assintomáticos que são mais do que muitos, aliás são grande parte dos casos que existem de Covid-19.

O desconhecimento sobre o mesmo vírus e a falta de prevenção antes da pandemia foi a principal causa da sua letalidade global e a lição espero que tenha ficado aprendida e que agora não há mais tempo de estar numa de espera mas sim a atitude correcta a tomar é a prevenção pura e dura antes que tudo que foi feito seja perdido por um erro de nada.

Vamos ver se estes números se vão manter e estes números podem ter outra leitura que poucos ainda se lembraram é que apesar do turismo dar muito dinheiro a Portugal, além da falta de prevenção poderia ter sido o mesmo turismo uma das causas da disseminação desta peste chinesa e que no futuro este em vez de ser de massas tem que ser de qualidade e praticamente escolhido a dedo antes que outra tragédia volte a acontecer.

Agora o desconfinamento tem que ser feito aos poucos e passo a passo para nada se perder do que foi conseguido, porque aquilo que foi conseguido é o resultado do sacrifício de uma nação que está numa fase de frágil reconstrução que basta qualquer leve detrito para deitar tudo a perder e nunca se sabe o dia de amanhã para que este mesmo grão de poeira deite tudo a perder....

 

Mais um dia se passou

Com as lojas na Baixa de Lisboa e no centro do Porto a reabrirem, também estão a acordar com a mesma realidade que Portugal teve que acordar depois da subida ao trono da Rainha D. Maria II, a Educadora que é aprender a viver sem a ouro do Brasil e neste caso é as mesmas lojas se virarem para os portugueses e restantes habitantes desta nação e pensarem neles porque o ganha-pão destes mesmas lojas vão ser os habitantes da nação e não os turistas pelo menos durante uns tempos.

Foi interessante ver no telejornal a Baixa de Lisboa a voltar a ser dos portugueses e de todos que aqui vivem e ver o ar menos poluído dos últimos 20 anos no coração da capital da pátria-genése do V Império e foi uma estranha e ao mesmo tempo positiva sensação ver a Baixa de Lisboa a voltar a ser dos habitantes da cidade e esta foi uma das coisas positivas da peste vinda da China chamada Covid-19.

Espero que esta situação ensine aos habitantes desta nação que na realidade só pode contar com eles mesmos para serem alguém e fazerem pela vida e que os outros que nos visitavam antes da peste eram apenas um tempero para a vida, uma espécie de escape à rotina e não a necessidade como a água no meio do deserto o pão para o famélico.

Agora mudando um pouco de assunto....

Em relação ao Covid-19, a ministra da saúde, Marta Temido disse que vai acontecer uma segunda vaga pandêmica e altamente provável que esta aconteça e por isso é de esperar que a prevenção seja agora a palavra de ordem para que morram tantas pessoas devido ao Covid-19 a nível nacional como as que morreram até hoje na Região Autónoma da Madeira.

Os números a nível nacional continuam positivos embora o caso particular da região de Lisboa se apresente problemático e fico a pensar se não seria de pensar na ideia de um cordão sanitário a volta da Capital e dos conselhos mais afectados por esta peste para a controlar de uma forma mais eficiente... e fica a ideia para ser pensada....

Apesar de ter passado um domingo não muito descansado e uma noite chata que não me um grande descanso e única coisa boas que me aconteceu hoje foi ver que a a evolução da pandemia estar controlada de uma forma estável e ter começado a segunda fase da recontstrução da sociedade nacional depois do confinamento.

Mais um passo foi dado e alguns faltam para dar neste ponto tão importante da História de Portugal e tem que ser escrutinado para ser se não tem que ser anulado haer o retorno ao confinamento.

Interessante foi de ver alguns cabeças do poder a dar exemplo que a recontrução está no bom caminho e na volta já estão facilitar a vida a colocar o Celito como presidente da república ao prestar o apoio descarado ao presidente da república em exercício, o que partiu os rins a gerigonça e deixou alguns membros da área do socialista de boca aberta.

Foi interessante este golpe de rins por parte do poder socialista que deixou algumas pessoas a precisar de Gaviscon e outras a contar quantos dentes cairam; mas mesmo o que me interessa é ver qual o caminho que a reconstrução leva.

Ainda é só o dia 1 de um longo caminho que não sabe qual vai ser o seu desfecho mas que fico a pensar já que se conseguiu chegar até aqui, vamos acabar o resto da reconstrução e que as lições fiquem aprendidas de uma vez só e deixarem-se de estásticas e serem uns simples papagaios da OMS e agirem com consciência e conhecimento de campo e fazerem valer os cursos que dizem ter porque se é para serem papagaios qualquer um é DGS.

Vamos ver agora como corre a segunda fase da reconstrução e se esta não temos que retornar a casa de partida...

Bem este artigo é um dois em um porque vai falar de dois assuntos diferentes num mesmo artigo e ambos mexem comigo, embora de uma forma compeltamente antagónica.

Vou começar pelo mais leve:

Cada vez mais tenho a impressão que o nosso sacrifício como nação nesta luta contra esta peste vinda da China que é o maior desastre social em Portugal desde do terramoto de 1755 ou pelo menos que tenho memória em 41 anos de vida estar a dar frutos porque ao fim da primeira semana de reconstrução os casos novos e os óbitos estão mais baixos do que o previsto o que é bom.

Esta reconstrução como eu já tenho dito tem que ser dada com passinhos de bebé,  muito passo a passo porque basta algo tão leve como um grão de areia para tudo cair e vamos ver quando sairem os números do rácio de contágio se estes não ditam um retorno a casa de partida.

Agora o mais pesado:

Apesar de estar em teletrabalho, enquanto trabalho costumo ouvir o Sexta às 9 e como têm lido neste blog, neste recanto da blogsfera, é uma das minhas fontes de inspiração para muitos artigos mesmo quando estava no call center ao activo e fazia uma espécie de escolha do assunto da semana.

E o assunto de hoje do Sexta às 9 foi o martírio da pequena Valentina que me trouxe a memória pesadelos da minha infância, pesadelos que eu poderia ter passado  que graças a minha mãe não passei, mas sofri as consequências deste pesadelo de outras formas e tudo veio a mente como eu estivesse na minha tenebrosa infância.

No Call Center ganhei o hábito, que já tinha do curso de técnico administrativo, que era quando estar a fazer uma tarefa que exige concentração extrema estar a ouvir uma música que seja do meu agrado e foi um truque ensinado por um professora do ciclo preparatório que eu ia usando durante a minha vida de estudante e mesmo de blogger.

E no curso este hábito praticamente se tornou parte de mim e quando vi o genérico ou abertura do Sexta às 9 ia para mudar de canal, mas a minha mulher fez questão de ver e eu apenas coloquei um disco de grunge bem alto enquanto eu trabalhava e troquei por outro de heavy metal enquanto o Sexta às 9 falava neste crime hediondo sem qualquer hipótese de perdão e no tempo que eu canalizava a trabalhar, as malditas recordações de infância vinha a memória, nem jantei sequer enquanto estava a dar o dito programa e apenas jantei depois enquanto trabalhava.

Sei que ainda vi que foi uma chuva de gente incomeptente que cuidou do processo de poder paternal da pequena Valentina e que por menos a CPCJ tira crianças dos pais e este caso flagrante deixaram chegar ao ponto de não retorno...e quem está na CPCJ se diz especialista...só quero saber em quê.

 

Vou para bem da minha saúde mental e física evitar programas de televisão que falem deste crime hediondo e se a minha mulher quiser ver e ser uma folga minha, tenho que sair porque não quero lembrar coisas que ainda me marcam na alma e apenas me preocupar com a pesta chinesa e quando é que volta para o Call Center porque estar em casa mesmo a trabalhar não é comigo e preciso de apanhar ar.

 

 

 

Post-Scriptum 1: Aquela coisa que confessou o crime hediondo já começou a sentir a justiça prisional e foi levado ao hospital com cortes

 

Post-Scriptum 2: Graças a  desGraça Freitas há doentes oncológicos a beira da morte devido as estátisticas e ao pânico da mesma e estes têm procidmentos médicos fulcrais para a sua sobrevida adiados sabe-se lá para quando e muitos vão morrer graças a incompetência da Grande Perita em....Malabarismo de Garrafas de Água

 

Post-Scritpum 3: Dois filmes pradoxalmente semelhantes e diferentes ensinaram uma lição muito importante, aliás duas: a primeira nunca dizer para quando for tarde de mais que amamos alguém ou deixar este alguém que amamos sem amparo e a segunda mesmo trabalhando aos feriados e domingos nunca se esqueçam do 5º elemento e amem os que vos rodeiam

Eu hoje, depois de ter saído por três vezes na minha folga em três dias diferentes consegui compilar dados empíricos e visuais sobre as duas primeiras semanas de reconstrução.

Demasiadas lojas fechadas, outras que poderiam abrir porque têm a superfície que a lei permite, mas não abrem, outras que são de ramos permitidos e talvez pela superfície ainda não abriram e para cúmulo das ironias, os cogumelos parasíticos das lojas de souvenires da propreidade de asiáticos todas fechadas quando têm a área que a lei permite abrir.

Outras me surpreenderam estarem fechadas quando poderiam apostar no take-away, mas provavelmente estavam a contar com o "ouro do Brasil" chamado turismo e nem se dão ao trabalho de abrir em take-away porque contavam com este ouro que...acabou, quem ficou a ganhar foi quem apostou no take-away assim que as medidas de quarentena começaram e os de mais pequena superfície aproveitaram o tempo que estiveram parados exactamente para se prepararem para o take-away.

Quem não abriu nem sequer em take-away das duas uma: ou está a espera da reconstrução total, mas sem o turismo, ou então nunca passaram de uns anexos a indústria que nunca passou de um gigante com pés de papel maché e que se partiram logo a primeira tormenta e os outros que se readaptaram numa espécie de darwanismo económico vão ficar com o lugar daqueles que contavam com o turismo e raramente contavam com os portugueses.

Para animar o dia, bastou ver os números de hoje da pandemia que dão a impressão que o pico parece ter passado em Abril, mas ainda é cedo porque estamos a encerrar a primeira fase da reconstrução e só terá uma mlehor conclusão sobre este "feito" daqui a uma semana exacta e depois aí já dá para ver se os que estão fechados abrem e se a vida sem turistas numa Lisboa mais limpa e mais portuguesa ganha uma certa normalidade.

 

Mais uma dia concluído...

Os números da pandemia do Covid-19 mostram um aparente controlo, mas com menos de duas semanas de reconstruçção nacional ainda é pouco para se fazer uma grande análise dos mesmos se confrontados com a reconstrução nacional e esta comparação ainda não pode ser feita.

Interessante e ridículo de ver o triste circo armado pelas autoridades da saúde que não sabem o que dizem sobretudo no que concerne a reabertura das creches porque já disseram três ou quatro versões diferentes e e querem arranjar forma de isolar os miúdos nas creches e fiquei assim meio a pensar se já os miúdos quase que estão ali encaixotados por teorias pedagógicas conterporâneas e porque os pais não têm onde os deixar, ainda querem encaixotar mais os miúdos .... bem acho que a sra. DGS já deve ter a marmita toda frita.

Noutro ponto da cidade e devido a um suposto erro de comunicação, o inquilino do Palácio de Belém deu uma suposta descompustura ao CR7 das finanças públicas o que levou a uma reunião entre este e o presidente do conselho que no fim parece não ter dado em nada e tanto show-off por parte dos media e a montanha pariu um rato.

Voltando a saúde, os pais das crianças que estão em creches e estabelicimentos afins estão com receio de colocar de novo lá as crianças devido a pandemia e quem não estaria sobretudo quando se tem uma DGS que tem jeito para malabarismos com garrafas de água e não acerta nenhuma cada vez que fala  ao ponto de se se conseguir fazer o rápido raciocínio de se pensar que tudo que ela diz é o contrário do que é na realidade e aí da mesmo que pensar se não estamos a pensar se temos uma pessoa estupidamente incompetente para o cargo ou não se trata de uma versão portuguesa do Ozzy Osbourne ou Alsteir Crowley para a saúde pública.

E assim passou mais um dia que se passou a trabalhar mais do que o habitual, mas se não faço algo fico com a marmita a fritar e tenho sempre que estar ocupado antes que a marmita frite de vez,

 

Um dia onde a pandemia do Covid-19 mostrou números positivos e que mostram que se está no bom caminho não graças as bonecas de cabeça oca da saúde mas sim graças a cada um dos habitantes desta nação que sabem viver em sociedade ficou marcado por mais uma pérola da enorme perita,  DGS, Dra. Graça Freitas.

A mesma senhora que se diz ser licenciada na área da saúde veio com umas ideias brilhantes para as creches e jardins de infância que parecem tiradas do Admirável Mundo Novo (versão Aldous Huxley sobre o efeito combinado de mescalina, LSD e haxixe ao mesmo tempo): não partilha de brinquedos, isolamento das crianças, refeições por turnos (não sabendo a especialista que uma criança mesmo em idade pré-escolar tem que ter um horário relativamente certo para as suas refeições), sestas em horários separados que depois trocou por divãs com distância de segurança e esta dama se esquec que nem todos os infantários são camaratas militares para respeitar os seus bitaites.

Mas nada me surpreende vindo de quem vem depois de ter descartado a possibilidade da entrada do Covid-19 em Portugal e depois de ter ainda descartado o uso de máscaras há pouco tempo atrás ou uma mítica cena de malabrismo com uma garrafa de água que mostra a incompetência extrema desta coisa que se diz DGS.

Não sei ainda como a pandemia ainda não se espalhou ainda mais e as atitudes que são tomadas pelas autoridades de saúde que diexam qualquer um de nós a pensar se cada vez que falam, se estarão a dizer a verdade ou se estarão a mentir-nos com quantos dentes têm e se não abrimos os olhos ainda acabamos como os proles de "1984" de Orwell.

Vamos ver como a reconstrução evolui e qual vai ser o desfecho desta pandemia que duvido que tenha algum fim em vista ... pelo menos para o curto ou médio prazo....

Vida quase estragada de um planeta...