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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Apesar de estar adoentado foi-me impossível ficar indiferente a transmissão pela RTP,  este Domimingo dia 15 de Fevereiro; do concerto dado pelo grande Conan Osíris no Coliseu dos Recreios há alguns meses atrás e onde o talento do mesmo cantor foi mostrado e quem viu, de certeza ficou com vontade de ver o próximo trabalho deste Rapaz do Futuro que também nome de deus egípcio que...ressuscitou.

Neste mesmo concerto o vencedor do Festival RTP da Canção 2019 andou por várias nuances musicais até dando um beijo a músic clássica quando apresentou a sua música mais conhecida com um arranjo delicioso com orquestra de cordas que me deixou de queixo caído.

E logo no início do concerto foi impossível não fazer uma ponte entre António Variações e Conan Osíris porque ambos foram cuspidos e apedrejados pela crítica, apesar de ganharem fãs com o passar o do tempo e ambos nunca tiveram medo nem de pensarem diferente nem de irem contra a mesmice em que a música que é considerada como aceite nas respectivas eras de existência.

Esta ponte se notou de forma sensível quando o mesmo Rapaz do Futuro chamou os Pauliteiros de Miranda lembrando o fascínio que Variações tinha pelo folclore e ao reforçar esta ponte, o mesmo Rapaz de Futuro além da música clássica ainda contou com música africana, chinesa e bengali. Para culminar esta ligação ao homem que estava sempre além....Osíris conseguiu completar o passo que Variações não conseguiu...fazer um dueto perfeito com uma fadista, não foi Amália, mas sim Ana Moura que esteve à altura do Rapaz do Futuro...

Para os críticos  que atacam Osíris e bajuladores do Novo Nacional-Cançonetismo recomendo um pequeno remédio é que voltem aprender a ler e leiam as letras de cada música de Osíris e entendam a mensagem ou mensagens que cada uma contém.

Para encerrar o grande espectáculo dado no Coliseu dos Recreios, Conan Osíris cantou e encantou com a sua hiponotinizante balada dedicada a rainha do fado de seu título "Amália" e com o encore do sua obra maior "Telemóveis" na sua versão mais conhecida e como sempre com uma humildade que apenas o coloca num estatuto mais elevado fez questão de partilhar o palco quando agradeceu ao público que encheu a plateia num concerto 360º dado na principal sala de espectáculos da capital da Lusitânia.

 

Apenas peço uma coisa: Que a carreira de Conan Osíris nunca pare e nunca pare de nos encantar e que o mesmo lance mais discos no futuro.

 

Para os críticos que o atacam, botas de elástico, e outros afins deixo uma citação da Bíblia: Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus...

 

Post-Scriptum: Começo a desconfiar que escolha do nome artístico Conan Osíris tem a sua mensagem... o Rapaz do Futuro num mundo após-apocalíptico e ... o deus egípcio que ressuscitou dos mortes e começo a pensar se este Osíris não será a forma da música nacional ressuscitar do actual estado de mumificação que se encontra de Novo Nacional-Cançonetismo 

 

Post-Scriptum 2: deixo dois vídeos do que vi na RTP tirado por um sortudo ou sortuda que foi ao concerto:

 

 

 

 

 

 

As ondas têm estado agitadas para o lado do Largo do Rato depois que a assembleia da república chumbou com estrondo a linha em anel do Metro de Lisboa, deixando aquele ser que se diz presidente da CML mais tonto do que uma barata depois de levar com uma dose de Baygon em cima das antenas.

O mesmo ser começou logo a comparar os supostos lucros do turismo à capacidade produtiva da Auto-Europa e eu assim que ouvi desconfiei que a água que o mesmo cidadão tinha a sua frente não fosse medronho ou algo semelhante para dizer tamanho disparate porque o mesmo cidadão se esqueceu do custo humano e ambietal que a overdose de turismo tem.

Do outro lado da cidade outra cabeça de botão de rosa se saiu com uma daquelas que se diz logo que se ficasse calado era um poeta quando afirmou de peito cheio que em Lisboa não há hipótese de congelar as rendas como se fez em Berlim, embora haja uma pequena diferença salarial: é que em Portugal o SMN é de 600 euros e na Alemanha é 2.400,00 euros e com rendas de 800 euros para uma casa digna deste nome em Lisboa só se for estrangeiro com visto gold ou mafioso do partido do poleiro consegue alugar casa em Lisboa ou no Porto.

E na defesa do descongelamento quem fala mais alto são... os cretinos que moram nos subúrbios e que adoram estar nas filas do trânsito para entrar em Lisboa por puro vício e depois berram quando a gasolina ou gasóleo sobem de preço e ao lado destes, está claro estão os grandes propreitários e especuladores que se têm enchido com a bolha do turismo.

Ao mesmo tempo dão aumentos salariais de 0,3% nos salários da FP que servem de bitola para o resto, o que na realidade é um congelamento encapotado e só aumentam um pouco mais os que são abaixo do SMN.... e vejo aquela senhora que era contra os colégios e nós, otários contribuintes, andamos a pagar as mensalidades do Colégio Alemão dos filhos da dita senhora que passou da educação para a função pública, gerindo a pasta com igual incompetência.

E os que contestavam as medidas de Passos Coelho que eram menos infames que estas... estão mais atentas uma deputada ressabiada e parecem ovelhinhas mansas a ouvirem o Grande Líder....

Nestes mais recentes estive a matar o meu vício de leitura numa obra-prima da literatura mundial de seu nome "A Insustentável Leveza do Ser" da autoria do checo Milan Kundera.

De uma forma brilhante o eminente escritor checo mostra a sua terra natal como era na altura da chamada Primavera de Praga e de como foi desfigurada com a invasão das tropas do Pacto de Varsóvia porque Moscovo não tolerou que alguém pensasse de forma livre e diferente do directório comunista.

Ao mesmo tempo mostra personagens cuja vida é o próprio reflexo de uma Checoslováquia que nunca se recuperou a sério da II Guerra Mundial e durante o percurso da obra penaram por achar um destino e um sentido para a suas vidas praticamente vazias de sentido e cujos escapes para este vazio solitário era sobretudo a mútua infidelidade.

Ao ler com profundidade a mesma obra, o que chamou mais atenção é um certo toque autobiográfico do próprio Kundera dado que o mesmo estava em Praga na altura de um dos maiores crimes praticados pelo regime soviético no pós-guerra que foi roubar a liberdade a um povo que sempre viveu sempre debaixo da bota de outros com a curta excepção de 20 anos entre 1918 e 1938 quando as "potencias civilizadas" baixaram as calças para a Alemanha Nazi.

Para os seguidores cegos da gerigonça, sobretudo do seu lado mais extremista e esquerdista, aconselho que leiam com detalhe esta mesma brilhante obra e vejam o que pode acontecer aos cidadãos de um país quando estes se atrevem a serem livres de pensar, livres para se exprimirem e para agir sem terem que dar contas ao Estado e durante os dias que passei a ler a brilhante obra de Kundera...dei por mim a pensar se a gerionça com os seus esbirros de propaganda e distração não anda aos poucos a fazer o mesmo a Portugal do que a URSS fez com a Checoslováquia em 1968 e nos anos que se seguiram .... e a alma não pensa apenas 21.3 gramas.....

 

 

Assim falou Nitzsche

Este artigo vai ser uma espécie de artigo dois em um porque vou fundir dois assuntos que dariam muito que escrever neste blog, mas como tenho pouco tempo livre, tive a reflectir de como conjugar os dois assuntos e do meu CPU biológico conseguiu produzir o que eu queria.

Sinto-me cada vez mais um alienígena no meu quotidiano, sobretudo quando observo as pessoas que me rodeiam e estão quase todas ligadas aos smartphones e não são raros os casos de famílias inteiras agarradas aos mesmos dispositivos como fossem extensões vitais dos próprios corpos, mas por outro lado não são capazes de ler um livro ou interpretar uma letra de uma qualquer música e quando não conseguem entender a música apenas dizem não presta porque a imprensa o disse e não o seu próprio pensamento ou gosto, ironicamente estes mesmos seres gostam de música que conseguem entender, mas que tem menos conteúdo que as letras do Quim Barreiros.

Está fobia da leitura leva a esta iliteracia musical que por sua vez se revela na vida quotidiana daqueles que não são capazes de ler porque não querem e esta fobia da leitura transforma todos estes seres que sofrem desta peste chamada bibliofobia em seres pouco diferentes de máquinas que não são capazes de saírem das suas áreas de conforto, das suas caixas de conhecimento.

Esta iliteracia se pode observar nas redes sociais quando se deixam levar pelos supostos estudos que defendem as virtudes do vinho ou pelas fake news ou pelos influenciadores e não podem ser contestados porque quanto contestados chamam aqueles que contestam estas ideias de drogados ou fascistas e não assumem que também têm hábitos aditivos.

Esta mesma nação deixa-se levar pelos guinchos de um qualquer Snowball saído da imortal obra George Orwell "O Triunfo dos Porcos" que guincha a procura de protagonismo e idolatra corruptos e piratas porque apenas o seu clube anda numa travessia no deserto e estes Snowball se aproveitam destas travessias para ainda mais ganhar protagonismo porque não ficaram com um quinhão do bolo chamado corrupção instituída.

Esta iletracia se reflecte na música quando o novo nacional-cançonetismo ganha força quando um sedativo ganha a Eurovisão e na reposta uma Franga deu o troco e na volta uma cópia manhosa holandesa do Tony Carreira ganhou a Eurovisão, mostrando que o nacional-cançonestimo nas suas diversas variantes está para ficar e voltamos aos três F e ai de quem atire pedras contra este esquema que é logo varrido de fascista e ignorante quando os ignorantes que atiram pedras não passam de ovelhas que não sabem ler....e se recusam a ler para aprenderem a ser cidadãos cultos como seria o desejo daqueles dias de Primavera de 1974....

E deixo uma nota final, em 2019 passaram 30 anos da queda do Muro de Berlim e as ovelhas que atiram pedras contra aqueles que bebem Coca Cola e são contra as bebidas alcóolicas e chamam aqueles que bebem Coca Cola de drogados e imperialistas e se esqueceram que no Bloco do Leste beber Coca Cola era crime e que se defendia o vinho como a mãe em Portugal e se proibiu a Coca Cola...no Estado Novo....e que o primeiro estado imperialista do mundo foi....Portugal  e que não dão valor a liberdade de beber uma cola e saber que não correm o risco de morre ao volante e sabem se metrem uns copinhos do tinto podem acontecer acidentes.

Estes queimados da marmita que não passam de umas belas esponjas ainda não viram que estudo que defende as virtudes do vinho não passa de um embuste porque se o vinho fosse o super-alimento...não se vendiam anti-depressivos em Portugal, os AVC na terceira idade tinham reduzido e bem e as farmácias não vendiam anti-coagulantes....acontece que em Portugal se bebe mais vinho do que em Espanha, França ou EUA ou Japão e se morre mais de doenças circulatórias do que países acima mencionados e ainda acreditam nas virtudes do vinho...

 

Et vinum non est mendacium

 

 

Assim falou Nitzsche

Na quinta feira dia 9 de Janeiro, ao ver o programa Linha da Frente da RTP - 1 até perdi as estribeiras e fiquei mesmo com muitos maus fígados para usar termos mais delicados.

O dito programa de grande reportagem do principal canal de televisão da lusofonia mostrou uma reportagem sobre o desperdício alimentar em Portugal e como se chega ao ponto de se deitar fora comer em condições de ser consumido muitas vezes apenas devido a aspectos estéticos e não de segurança alimentar.

Fiquei chocado ao ver uma cidadã de origem italiana a dar a cara por uma instituição que literalmente vai aos caixotes "pescar" pão fresco que é deitado fora, fruta e outros vegetais em condições de ser consumidos e chegam a deitar fora carne e peixe e até alguns não perecíveis.

E esta mesma reportagem mostrou que muitos destes alimentos rejeitados o são rejeitados por não cumprirem as normas da normalização impostas pelas mentes brilhantes que mandam realmente em Portugal e não aquelas coisas que estão a pastar no campo de pasto de S. Bento e com tantas pessoas a passarem fome em Portugal e depois só se lembrarem de quem precisa no Natal e na Páscoa fiquei mesmo possesso.

O mais estranho é que os hipócritas que habitam esta nação não gostam de ouvir que as festas ditas religiosas não passam de falsidade (voltei a usar palavras delicadas, porque por minha vontade estava a citar Conan Osíris) e descem a terreiro quais virgens ofendidas, mas não sabem descer a terreiro para combater este desperdício e a fome que existe em Portugal e passam o tempo em festas fúteis que nada têm a ver com os ensinamentos mais básicos do cristianismo na sua essência mais pura.

O mais aberrante é que todas estas organizações que lutam verdadeiramente contra o desperdício nascem da ideia não de portugueses, mas sim de estrangeiros que têm mais olhos do que os borregos que pastam por este pasto de seu nome Portugal onde as ovelhas não pensam e os porcos mandam e têm que vir de fora outros seres saber como se deve gerir esta Quinta Manor, mais mal do português que ir contra o sistema imposto que é logo atacado, mas se for artista só tem valor depois de morto tal como se lembram de quem precisa no Natal e na Páscoa e passam o resto do ano a deitar alimentos para lixo.

 

 

Assim Falou Nitszche 

Ao ver as notícias e as façanhas da Gerigonça fico a perguntar onde estão os que cantaram "Grândola, Vila Morena" contra o governo de Passos Coelho.

A mesma Gerigonça que não garante direitos fundamentais como a saúde ou a habitação ou até mesmo a educação; um governo que continua com a austeridade que foi a marca resgitada dos tempos de Passos Coelho e contra a qual todos se manifestaram e agora todos estão mansinhos que nem uns cordeirinhos.

Esta geração são os mesmos hipócritas que dizem aceitem e respeitem as diferenças e por outro lado querem impor comprtamentos aos habitantes da república que simplesmente querem transformar a nação numa ditadura soviética pós-contemporânea com laivos de Estado Novo Neolítico.

Esta hipocrisia que quando chega ao Natal aumenta de forma exponencial porque só se lembram das causas sociais no Natal e daqueles que precisam mais no Natal; passndo o resto do ano ignorando todos que precisam.

Os mesmos hipócritas que cantaram Grândola contra o governo da Pàf e agora se calam quando está visível aos olhos de todos que cada vez temos menos transportes públicos, agora que se trabalha de forma cada vez mais precária, agora que cada vez é mais difícil se alugar uma casa mesmo nos subúrbios, onde cada vez se pagam mais taxas e taxinhas até para ir ao WC público e algumas taxinhas destas nem passaram pela cabeça do Gaspar e sairam da ideia dos comedores de feno do PAN.

O SNS está moribundo e em vez de o melhorarem, os senhores que estão no parlamento tiraram da cartola a ideia da eutanásia como algo de "um país desenvolvido"  e quando se fez grande alarde de tal ideia como se está a fazer em Portugal foi na Alemanha Nazi com o programa Aktion T-4 e os labregos que defendem a eutanásia como solução para os problemas do SNS dizem se querer igualar aos países do norte da Europa onde a prática está disponível de quem quiser; todavia nestas mesmas nações não existem políticos mimados e corruptos como existem em Portugal.

Onde estão os hipócritas que cantaram a Grândola e não fazem a Gerigonça pagar a promessa da renovação e aumento da ferrovia e se deixam levar pelas lérias da prirralha que não passa da encarnação do Adolf Hitler e todos que lhe andam a cheirar o caminho deixam sempre um rastro de garrafas de plástico e detritos que nunca limpam.

E fazendo um pequeno e ao mesmo tempo grande exercício de História: há 30 anos caiu o Muro de Berlim e aconteceu um efeito dominó e todas as ditaduras comunistas que estava no Pacto de Varsóvia cairam umas atrás das outras e se descobriu a verdade que em algumas destas nações os taludos dos partidos comunistas viviam bem enquanto o povinho aparvalhado vivia em condições deploráveis e as consequências destas ditaduras ainda se sentem nos dias de hoje e ainda aplaudem medidas da Gerigonça que são decaldadas destas mesmas ditaduras....? Bem acho que mataram o 25 de Abril assim que meteram a Gerigonça no poleiro.

Um Estado que rouba direitos essenciais a sua população e um presidente da república que diz defender a constiuição, mas está entretido a tirar selfies e dar beijinhos e vez de agir tem tudo para continuar enquanto o povinho não tiver a coragem que os checos e todos os outros no leste da Europa tiveram em 1989 e fizeram a verdadeira Primavera dos Povos e disseram que já chega de ditadura, mas no país dos mansos a ditadura do Leste da Europa está a renascer nesta espécie de Venezuela europeia onde a ministra da saúde poderia ser chamada ministra dos funerais e o regime republicano cheira mais a podre do que uma estrumeira.

E quando vierem a público aceitem a diferença e depois na volta cospem em cima do que é diferente ... apenas façam uma favor a humanide levem a hipocrisia portuguesa a UNESCO e assim Portugal ganha mais um património da humanidade.... fizeram-no com António Variações que nem o filme biográfico foi enviado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e estão a fazer com Conan Osíris.... e ainda dizem que Portugal é um Estado de Direito.... gostava de saber aonde.....

 

Assim falou Nitszche

 

 

Post-Scriptum: a Censura Neo-Stalinista chegou ao parlamento quando a segunda figura da república mandou calar o deputado André Ventura do Partido Chega..... de facto é uma vergonha para um Estado que se diz Estado de Direito

 

Post - Scriptum II: Quando é que ganham coragem e batem de frente com a Gerigonça.... quando cortarem o vinho ou os mimos aos funcionários públicos de carreira?

Depois da barracada da campanha da Leopoldina a pedir esmola para SNS, agora a mascote da Sonae, resolveu continuar numa de ser também mascote do SNS ao lançar uma campanha para criação de acções de comabate a obesidade infatil e na volta como não quer a coisa toca de fazer promoções a consolas de videojogos.

Quem não vai neste futebol sou eu, porque com a carga fiscal que se tem em Portugal, a república tem dinheiro de sobra para este tipo de iniciativas e se não as tem é porque não quer e se a santíssima trindade do desporto nacional deve balúrdios ao fisco seria uma forma desta mesma trindade pagar o que deve ao criar secções de desporto escolar e as despesas envolvidas nestas secções seriam dedutíveis nos respectivos calotes.

Mas esta ideia não iria render receitas para a gerigonça que precisa de receitas para os seus amigos e para enganar os borregos que ainda vão nas suas cantigas que falam de taxinhas e proibições por tudo que é lado muito ao estilo daquele senhor de Santa Comba Dão que caiu de uma cadeira e depois a gerigonça ainda se diz de esquerda....

Fiquei a pensar se fosse um campanha para meter os miúdos a ler, ou aprenderem uma arte ou ofício nas escolas; ainda tinha o seu lado positivo, mas agora mostrar que o imposto coca cola nunca passou de uma forma de financiar os amigos da gerigonça e tapar os buracos que esta abre nas contas públicas e ainda há umas toupeiras cegas que ainda não viram isto é descer baixo demais.

Esta suposta filantropia do Continente é mais uma falácia para enganar tolos e borregos e para sustentar o porco de engorda que é a república que cada vez está mais gorda apenas aguardando o dia da matança e a sua transformação em enchidos, e outros cortes mais nobres e antes de irem na hipocrisia da época onde dizem ter nascido Jesus Cristo mas que nada está provado, pensem antes de agir porque Natal é todo o ano e que os pais tirem as consolas aos meninos e os coloquem a jogar a bola ou pelo menos no air hockey no shopping e os ponham a ler e a ver menos televisão dos 4 canais de sinal aberto porque ao ler pelo menos ficam mais inteligentes do que os idiotas que vão aos realities shows que os papás veem.

Se passam demasiado tempo no trabalho usem os sindicatos como arma de força e aqueles que defendem os subúrbios como exemplo de qualidade de vida pensem antes de falar e pensem que o sangue da cidade são os seus habitantes e não os turistas e este suposto comodismo de se viver nos subúrbios tem os seus custos.

E se querem acabar com oa obesidade infantil ponham os miúdos a mexer e os papás controlem aquilo que os filhos levam a boca e não esperem pela filantropia do Continente ou por mais uma taxinha da gerigonça enquanto aqueles que o podem fazer passam o tempo a passear o bobi e a ver quem é o próximo eliminado da casa dos enrolanços...

 

Assim Falou Nitzsche

 

Ainda muito se elogia o chamado imposto sobre as bebidas açucaradas que no mundo das redes sociais ficou conhecido por Imposto Coca Cola.

A Gerigonça andou a vender aos borregos que ainda vão acreditando nas cantilenas da Gerigonça que o mesmo imposto seria para reduzir a obesidade infantila e para financiar o SNS e muitos otários aplaudiram de pé, mas estes otários não viram que quem teve a ideia deste mesmo imposto foram os derrotados da Guerra Fria (Bloco de Esquerda e CDU).

Este imposto claramente ideológico que quer embedar a nação porque para república o vinho é um bem essencial e paga menos imposto que uma lata de atum ou um pacote de manteiga só aplicado às bebidas açuacaradas produzidas em Portugal porque as que são produzidas foram do território da república estão isentas de tal tributação.

A ironia é que desde que esta tributação começou, o SNS se transformou num SNS e passou-se alimentar um buraco sem fim chamado Banca Portuguesa e o SNS continua cada vez com menos meios e as dívidas dos hospitais e as farmácias cresce a olhos vistos sem que ninguém mexa uma palha e a nação apalude uma medida que nos tempos actuais não passa de uma medida hipócrita e fascista.

É que passados 30 anos da queda do Muro da Vergonha, sim do Muro de Berlim e do fim das DITADURAS COMUNISTAS na Europa onde ouvir rock, e beber coca cola era considerado crime e poderia valer uns anos de cadeia, haver tal tributação numa nação que passou quase 50 anos de ditadura é um paradoxo nojento.

No caso da obesidade há dois grande culpados: os paizinhos que não o sabem ser e passam o tempo em planear férias ou agarrados aos telemóveis e aos realities shows e deixam as crianças ao Deus Dará e não lhes sabem impor limites e lhes dar educação e alguns canais de telvisão que para encherem espaço nos espaços de "informação" dão verdadeiras overdoses de supostos estudos sobre obesidade, os quais manipulam as massas e a ditadura da Gerigonça com os seus fantoches da DGS aproveitam para colocar mais impostos sobre a nação.

Muito mais mata o vinho e as bebidas álcoolicas e nestas ninguém toca nem coloca impostos adicionais para forçar a redução do consumo como queriam fazer com os referigerantes PRODUZIDOS EM PORTUGAL porque ao inebriar a nação pode fazer toda a velhacaria que se possa pensar, mas esta nação desde que tenha Fado, Fátima, Futebol e Vinho fica calada e se deixa levar pelas cantilenas do poder político da república, já  era antes do 25 de Abril e ainda continua a ser...

E voltando aos defensores da bebida vínica; se a mesma fosse tão virtuosa, não existiriam tantos doentes de coração e depressivos; mas apesar das quantidades industriais de vinho que se bebe em Portugal, cada vez são mais os depressivos e os doentes de coração e neste estudo que defende o vinho como bebida de virtude, há algo que já cheira a vinagre.

Para concluir: a Gerigonça está numa forma muito subtil usando a mesma linha de pensamento do Estado Novo em relação ao vinho e ao  mesmo tempo quer condicionar os comportamentos da nação, algo completamente contra o que saiu do 25 de Abril  e o comportamento da Gerigonça é um fóssil vivo do antigo regime porque tolera o que vem de fora, mas não tolera o que é feito em Portugal quando este algo não se encaixa nos seus padrões.

E ficam ums questões para pensar: Porque taxam apenas os referigerantes feitos em Portugal? Porque não aumentam a taxação do vinho devido ao constante aumento de mortes ligadas ao vinho? Será que estamos no lado Sith do Estado Novo sem o sabermos?

 

 

 

Deem um bitaite...

A nação de seu nome Portugal que vive presa as glórias do passado em vez de as ver como exemplos a serem seguidos, deixou de ler com a explosão dos telemóveis e quanto mais avançados são os telemóveis menos esta nação sabe ler e este analfabetismo é transversal a todas idades e níveis de ensino.

Mas os que são níveis supostamente mais elevados de ensino têm a paranóia da superioridade sobre todos os outros e que o mundo e o cosmos tem que orbitar a sua volta e se alguém lhes bate de frente é humilhado e ofendido porque estes supostos licenciados se julgam de uma raça superior a todos os outros vulgares mortais.

E graças a a este tecno-analfabetismo quem ainda lê livros e jornais com detalhe e aprende a ler nas entrelinhas consegue ainda ver o que se diz nos media e o que é publicado e o seu verdadeiro significado em todas as áreas, desda das críticas das artes aos manipuladores de massas  , digo colunistas, comentadores, opinion makers e a nova classe de desocupados inúteis: influencers ou influenciadores digitais.

Esta longa introdução serve para desmonstrar a horda de tecno-analfabetos que no fundo não passam de uma legião de hipócritas que se deixam levar por tudo que é vento e não sabem ler por exemplo as letras das músicas com olhos de ver, sabendo o verdadeiro significado das mesmas chegando ao ponto de cuspir de quem tem o atrevimento de sair fora do padrão establecido.

Ao mesmo tempo estes hipócritas glosam o primeiro português que teve coragem de ir contra os padrões .... décadas depois da morte deste, porque quando este mesmo era vivo era uma variação de pedradas e cuspidelas em cima do mesmo por parte dos "especialistas" e do rebanho que se deixava levar na conversa dos especialistas.

Ao ouvir várias composições de Conan Osíris mesmo depois da injustiça da Eurovisão e na sua actuação no tributo a António Variações e depois de ver o melhor filme português dos últimos tempos (Variações) e estudando as letras de Osíris e de Variações é impossível não achar paralelos nas mensagens que as composições de ambos transportam,  mas como em Portugal não se lê e nem se sabe ler, só sabem dizer que mal do que é diferente e no fim acabam por ouvir os mesmos enlatados para os quais os críticos dão o carimbo de aprovação e o rebanho vai ouvindo e depois de largarem um pouco os telemóveis e aprenderem ler, se lembram de quem é diferente depois de quem é diferente ter morrido... e é assim que funciona o paradoxo analfabeto hipócrita....chamado Portugal.

Nem comento muito mais....

Venho neste recanto numa de react as atitudes racistas da deputada eleita pelo partido com o nome de Livre, Joacine Katar-Moreira.

Deu uma imagem antes das eleições gerais que a grande vencedora foi a abstenção de coitadinha com a sua gaguez em público, quase como se fosse eleita seria um acto de superação.

Acontece que o seu universo eleitoral são os universitários, alguns de inteligência tão rara que nem sequer sabem de assuntos dos seus próprios cursos e quando chega a recepção ao caloiro ou a queima das fitas, as festas do Freddie Mercury eram tão santas como um coro de frades franciscanos se comparadas ao que se passa nas semanas que marcam o incio e o final dos anos lectivos das universidades.

Estes mesmos universitários filhos da chamada Geração Rasca que mal sabem vestir-se, mas assim que se apanham com algum cargo pisam em cima de quem não tem curso universitário e o mundo tem que girar em função deles mesmo que os mesmos estejam errados ou estejam a fazer figura de idiotas.

Esta mesma senhora da que se diz ter um doutoramento em Estudos Africanos veio dizer num comentário que se pode classificar de racista e carregado de ódio racial que a Europa não é branca e quando li isto fiquei a pensar que os Vinkings e os Russos e todos que veêm das terras frias têm pele escura e usam carapinha e que os seus líderes afinal não passam de invasores ou que o maiores assassinos da Europa contemporânea (Adolf Hitler e Josef Stalin) afinal não são europeus.... 

Outra coisa que ainda mais deixou mais estranho do pensamento foi ver a mesma senhora a festejar a sua eleição para o parlamento PORTUGUÊS com bandeiras da SUA PÁTRIA, GUINÉ-BISSAU; sabendo-se que na Guerra do Ultramar, a Guiné foi o Vietname Porrtuguês, e aquele tipo de comeração seria a mesma coisa que ver bandeiras do Benfica a festejar uma vitória do Porto contra o Sporting.

Esta senhora, filha da Geração Rasca é a típica douturada ou licenciada que se julga que tem o rei na barriga e que tem a pancada que o mundo gira em sua volta ao ponto de ter sido mal educada e não ter cimprimentado o também recentemente eleito deputado André Ventura.

Dei por mim também a pensar se a Dinastia de Avis se fechasse ao mundo e mandasse as navegações africanas e asíaticas a fava e tivesse mudado a sua agulha para as Américas ou nunca ter passado de uma nação de corsários, que idioma falaria esta senhora neste universo alternativo ou então se a Guiné-Bissau fosse um grande Califado será que a mesma senhora falava com a falta de respeito da nação onde a mesma estudou?

Para concluir se esta senhora e os seus camaradas de partido querem respeito, respeitem os outros; senão serão tratados com a mesma falta de respeito porque é assim que funciona uma verdadeira democracia com respeito, direitos e deveres mútuos e numa curta frase que resume a definição de uma democracia funcional: ou comem todos ou não come ninguém.

Apenas ficam umas pequenas questões para reflectirem: Quem está por detrás da eleição desta senhora? Porque o líder do Livre não se chegou a frente para ser eleito por Lisboa? Porque ela usou bandeiras estrangeiras numa eleição portuguesa? Porque esta senhora tem este ódio aos brancos? Se Portugal não tivesse mexido uma palha nas navegações dos séculos XV  e XVI, que idioma esta senhora falaria?

 

Bebam um café enquanto pensam nas respostas