Esta pandemia tem alterado o quotidiano da nação de uma forma quase irreversível e a esperada reconstrução está condenada a ser destruída graças a incompetência da própria DGS.
Para a mesma DGS que nunca soube lidar com a pandemia do Covid-19 devem existir cidadãos de primeira e cidadãos de segunda e não se trata nem de racismo ou algo semelhante, mas sim de joguinho político e maquivélico na sua forma mais destilada que apenas os idiotas não conseguem ver e que está presente aos olhos de todos.
Devido as desiguais regras de combate ao contágio do Covid-19 não se puderam realizar as Festas de Lisboa que nos tempos mais recentes eram mais para os turistas do que para os portugueses devido aos preços proibitivos praticados nos arraiais de Santo António que afastavam boa parte dos habitantes da capital da nação chamada Lisboa.
Paradoxalmente enquanto Graça Freitas proibiu de uma forma atrapalhada os arraiais ao ponto de ter havido autoridades policiais que obrigaram alguns cidadãos a remover decorações sazonais das suas janelas ou portas como fosse algo de criminoso, por outro lado permitu uma mega manifestação supostamente anti-racista, mas apenas serviu para o Bloco de Esquerda dar um sinal de vida e onde nunca foram respeitados os limites de segurança e e a mesma manifrestação gerou um movimento de vandalismo que nem lembrava ao diabo.
Na volta na Espanha já não há caso fatais há quase uma semana, a República Checa proibiu a entrada de voos vindos de Portugal e ainda se continua a morrer de coronavirus em Portugal enquanto na Europa, sobretudo nos países mais fustigados com esta peste chinesa têm dias que não têm casos fatais e em Portugal se morrer todos os dias desta peste chinesa e afinal não somos os suecos do Covid-19.... somos para aí a Albânia do mesmo vírus.
Deveriam-se de preocupar em controlar esta peste e a darem educação de berço a todos e a todas independentemente da cor da pele ou religião ou etnia porque se vivem num estado que diz de direito têm que aprender em viver em sociedade e respeitar as leis do país onde vivem.
Em relação a desGraça da DGS, nem vale a pena comentar muito a não ser que a senhora já está a precisar da reforma e de ir para um lar quanto antes porque já chega de tanto disparate junto numa pessoa só.
publicado às 23:59
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Ontem vieram para a rua protestar contra o crime contra o cidadão norte-americano George Floyd e quem esteve a cabeça deste protesto foram movimentos supostamente contra o racismo que na realidade não passam de tentáculos da Gerigonça que por crimes semelhantes ou quem sabe ainda mais bárbaros ficam calados ou por violações descaradas da constituição não largam os telemóveis nem o facebook; e chegam a ponto de pedir que se matem os polícias...
Gostava de saber por onde andaram estes mesmos movimentos quando andaram a despejar pessoas das suas casas dos bairros históricos para construir hotéis e alojamentos locais que com a crise do coronavírus faliram ou andam lá perto; onde estavam estes movimentos quando dois negros cometeram um crime racista ao assassinar Pedro Fonseca que era branco; onde estavam estes movimentos quando um cidadão ucraniano foi assassinado de forma bárbara por dois agentes do SEF com cumplicidade de outros tantos?
Ou ainda mais para acrescentar, quando na mesma altura que Pedro Fonseca foi assassinado um pai de família e o seu filho que negros foram mortos numa guerra de gangs e ficaram igualmente calados ou ainda mais estranho ficaram em casa quando se soube do crime do qual foi vítima a pequena Valentina.
A manifestação de ontem é prova que estes grupos são mesmo uma ferramenta da Gerigonça, sobretudo do Bloco de Esquerda que sabe que corre o sério risco de ser ultrapassado pelo Chega nas eleições e se está a aproveitar de um evento externo para dar um sinal de vida quando seria o dever como um partido que se diz defensor dos direitos humanos defender os seres humanos que habitam o território designado por Portugal e defender a justiça e lei igual para todos a não ser que sejam como os Porcos de Orwell que diziam que "Todos os Animais são Iguais mas uns mais iguais que outros".
E falaram que Empresa X não poderia renovar contrato com um africano por este ser negro, mas já entraram num restaurante de comida rápida já viram quem trabalha neles são negros e brasileiros desde que sejam elegantezinhos e os portugueses brancos se contam pelos dedos de uma mão os chefes mais prepotentes são por acaso de origem africana, sabiam disso; bem se não sabiam ficaram a saber e aí não é racismo?
Concluindo, os movimentos de protesto que saem para rua não passam filiais ou franquias dos partidos de extrema-esquerda e que se julgam donos de toda a verdade e chegam chamar algumas pessoas que ficaram quase como desacreditadas pela justiça do regime que apoiam quando suposto material incriminatório acaba no caixote de lixo e o suposto herói acaba reduzido a condição de vulgar marginal e aparecem num ajuntamento que nada tem a ver com a nação e mais grave, viola as regras de distanciamento social para evitar o contágio do coronavírus, mas mal de quem apontasse os dedos a esta franquia do Bloco de Esquerda, era logo varrido com o nome de racista...
Ansi Parlait Nietzsche
publicado às 15:22
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Os génios fazedores de opiniões da esquerda e da extrema-esquerda se se dessem ao trabalho de estudar e de ler mais e como deve ser em vez de virem para a peixarada e atirar pedras armados em iluminados como possuidores da verdade quando ao final das contas não são tão iluminados como aparentam ser e este tipo de iluminações são a génese de novas ditaduras e isto já era defendido há mais de 120 anos por Nitzsche.
Estes génios que gostam de atacar as autoridades se estão a esquecer que o problema racial dos EUA leva mais de um século desde do final da Guerra da Secessão até as primeiras leis dos Direitos Civis e desde dos anos 60 do século XX tem sido uma luta constante e os episódios de violência pessoa têm como génese não só o ambiente de cada cidade e as esqudras de polícia onde esta acontece, bem como a gestão da mesma porque no EUA, a polícia tem a sua superintendência a nível municipal e não a nível nacional como em Portugal.
Resumindo o responsável supremo por este crime em particular é o Mayor de Minneapolis como chefe supremo da polícia local e se haver uma purga dos elementos racistas das várias forças policiais nos EUA tem que ser quanto muito a nível estadual num país que há 160 anos nunca resolveu a situação dos direitos civis dos não-WASP (White, Anglo-Saxon & Protestant) e apenas tem tentado resolvido esta situação aos soluços com leis episódicas que mudam as consciência na altura que são lançadas; mas com a passagem do tempo se diluem.
Todavia também não nos podemos esquecer que muitos não-WASP são membros de gangs e têm ligações ao crime e fazem tudo para não lutarem para ser alguém na vida; mas nada justifica o que foi feito em Minneapolis nem casos semelhantes porque são casos reprováveis e a melhor forma seria seguir a lei de Talião.
Não sei como é possível o Mayor local manter um grupo de polícias com a lista de crimes raciais que aqueles polícias tinham ainda funções em vez de os ter despedido logo na primeira ocasião para evitar danos tanto na instituição como na nação, mas gente estúpida é o que não falta neste mundo e não é a pilhar ou a queimar tudo que vão resolver as coisas porque não foi assim que Martin Luther King Jr. conquistou os primeiros direitos civis para os não-WASP, mas os norte-americanos são tão parecidos com os portugueses ao ponto de ser um episódio dos Simpsons estamos a ver uma qualquer família portuguesa.
Em poucas palavras: broncos, ignorantes, influenciáveis e gostam de querer influenciar e apedrejam quem pensa diferente do establishment politicamente correcto e contra os lobbies.
Ansi Parlait Nietzsche
Post-Scriptum: Não deixou de ser tocante quando pequenas e ao mesmo tempo grandes actos para travar a violência são praticados como polícias de todas as cores de pele a se ajoelharem para rezar ou manifestantes que se portam de forma civilizada se aproximam de polícias e os cumprimentam; estes actos são actos de inteligência raros nos tempos actuais
publicado às 20:09
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Venho neste recanto numa de react as atitudes racistas da deputada eleita pelo partido com o nome de Livre, Joacine Katar-Moreira.
Deu uma imagem antes das eleições gerais que a grande vencedora foi a abstenção de coitadinha com a sua gaguez em público, quase como se fosse eleita seria um acto de superação.
Acontece que o seu universo eleitoral são os universitários, alguns de inteligência tão rara que nem sequer sabem de assuntos dos seus próprios cursos e quando chega a recepção ao caloiro ou a queima das fitas, as festas do Freddie Mercury eram tão santas como um coro de frades franciscanos se comparadas ao que se passa nas semanas que marcam o incio e o final dos anos lectivos das universidades.
Estes mesmos universitários filhos da chamada Geração Rasca que mal sabem vestir-se, mas assim que se apanham com algum cargo pisam em cima de quem não tem curso universitário e o mundo tem que girar em função deles mesmo que os mesmos estejam errados ou estejam a fazer figura de idiotas.
Esta mesma senhora da que se diz ter um doutoramento em Estudos Africanos veio dizer num comentário que se pode classificar de racista e carregado de ódio racial que a Europa não é branca e quando li isto fiquei a pensar que os Vinkings e os Russos e todos que veêm das terras frias têm pele escura e usam carapinha e que os seus líderes afinal não passam de invasores ou que o maiores assassinos da Europa contemporânea (Adolf Hitler e Josef Stalin) afinal não são europeus....
Outra coisa que ainda mais deixou mais estranho do pensamento foi ver a mesma senhora a festejar a sua eleição para o parlamento PORTUGUÊS com bandeiras da SUA PÁTRIA, GUINÉ-BISSAU; sabendo-se que na Guerra do Ultramar, a Guiné foi o Vietname Porrtuguês, e aquele tipo de comeração seria a mesma coisa que ver bandeiras do Benfica a festejar uma vitória do Porto contra o Sporting.
Esta senhora, filha da Geração Rasca é a típica douturada ou licenciada que se julga que tem o rei na barriga e que tem a pancada que o mundo gira em sua volta ao ponto de ter sido mal educada e não ter cimprimentado o também recentemente eleito deputado André Ventura.
Dei por mim também a pensar se a Dinastia de Avis se fechasse ao mundo e mandasse as navegações africanas e asíaticas a fava e tivesse mudado a sua agulha para as Américas ou nunca ter passado de uma nação de corsários, que idioma falaria esta senhora neste universo alternativo ou então se a Guiné-Bissau fosse um grande Califado será que a mesma senhora falava com a falta de respeito da nação onde a mesma estudou?
Para concluir se esta senhora e os seus camaradas de partido querem respeito, respeitem os outros; senão serão tratados com a mesma falta de respeito porque é assim que funciona uma verdadeira democracia com respeito, direitos e deveres mútuos e numa curta frase que resume a definição de uma democracia funcional: ou comem todos ou não come ninguém.
Apenas ficam umas pequenas questões para reflectirem: Quem está por detrás da eleição desta senhora? Porque o líder do Livre não se chegou a frente para ser eleito por Lisboa? Porque ela usou bandeiras estrangeiras numa eleição portuguesa? Porque esta senhora tem este ódio aos brancos? Se Portugal não tivesse mexido uma palha nas navegações dos séculos XV e XVI, que idioma esta senhora falaria?
Bebam um café enquanto pensam nas respostas
publicado às 22:39
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O caso da suspensão do Soldado Hugo Ernano da GNR devido a morte de um adolescente cigano numa perseguição policial ainda está a fazer correr muita tinta porque apareceu hoje na edição electrónica do Correio da Manhã um artigo onde a ministra que não percebe nada de incêndios insiste na suspensão de Hugo Ernano, apesar da IGAI (Inspecção Geral da Administração Interna) recomendar a expulsão do mesmo; bem com esta recomendação fico a perguntar aonde estão os pareceres da CPCJ para retirar as crianças e adolescentes de ambientes onde potencialmente se possam realizar actividades criminais.
Acontece que as chefias da GNR pediram a mesma ministra que nada pesca de fogos florestais para levantar a suspensão, mas a mesma ministira insiste na punição e nesta volta um leitor do Correio da Manhã ofereceu mil euros para ajudar o soldado da GNR que está numa situação de miséria total e é apenas uma única ajuda até agora.
Gostava de saber porque estão a proteger um caso claro de crime e punir quem o combateu, mas daquelas mentes brilhantes do MAI que nem sabem o que combater um incêndio florestal de forma decente, tudo se espera até suspender um soldado da GNR quando as chefias apontavam para o sentido contrário porque até o tribunal de apelo retirou o crime de homicídioe não deixa de ser irónica esta suspensão porque o polícia que agrediu o homem e o idoso no final da temporada de futebol no final do campeonato da primeira divisão 2014/15 e que foram o estopim para os actos de violência que aconteceram depois no Marquês e nas áreas próximas nunca foi punido de forma exemplar sabendo-se que o mesmo polícia já tem várias queixas de violência policial antes da mesma agressão em Guimarães há pouco mais de um ano atrás.
Com estas atitudes por parte da tutela da Polícia e da GNR começo a entender cada vez mais porque os membros destas forças da lei e da ordem cada vez ligam menos a crimes e a arruaças graves como aquele caso do restaurante de Kebabs que ia sendo assaltado e foi defendido pelo dono, porque caso a polícia cumprisse com o seu dever ainda vinham acusar a PSP de racismo e aparecia a filial do Bloco de Esquerda chamada SOS Racismo a atacar a polícia.
Não devemos estranhar que as autoridades não se mexam muito no combate ao crime sobretudo quando este envolve outras raças e/ou etnias porque sabem se usarem da força, nem que seja um bastão, serão logo punidos pelo ministério que os tutela e assim sendo mais vale passar umas multas e dar umas dicas aos turistas e pelo meio identificar uns quantos malfeitores de menor importância e deixá-los andar para mais tarde voltarem a sua actividade.
Com esta forma de ver as coisas por parte do MAI em relação a actuação das forças das ordem mais vale acabar com as mesmas forças da ordem ou entãp transformá-las numa entidade de caça a multa para que a Gerigonça apure a máxima receita para se sustentar porque de resto as forças da rodem para mais nada servem no ponto de vista da ministra que não percebe de incêndios porque se agirem ainda podem ser despedidos por violência policial mesmo que esta seja justificada.
Cada vez menos entendo menos esta república onde o crime cada vez compensa mais e a legalidade cada vez compensa menos e este caso do Soldado Hugo Ernano é apenas mais uma prova que em Portugal o crime compensa e vai sempre comepnsar nesta república.
Ficam como sempre as minhas perguntas de sempre: Afinal o que a polícia ou a GNR podem fazer para combater o crime? Será que o crime compensa em Portugal? Quando é que as autoridades podem agir e fazer cumprir a lei? A ministra da administração interna sabe o que faz? Porque querem tanto punir o Soldado Hugo Ernano?
Como querem que se insira os ciganos na sociedade se eles não cumprem a lei?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
publicado às 12:45
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Ontem tive que ir a uma convocatória do IEFP que afinal não serviu de nada porque só foi para marcar presença na zona dos Olivais e depois só consegui juntar dinheiro para a ida porque para a volta não tinha e lembrei-me de vir a pé para o meu alojamento custasse o que custasse, mas me esqueci que estou com uma dor cíatica que só agora está a passar aos poucos, mas ontem estava muito activa e me estava a impedir o andar normal.Estando assim, em desespero andei a pedir nas paragens quem me poderia ajudar para o bilhete do transporte e tive apenas recusas, umas amigáveis outras com duas pedras na mão e de quem recebi as pedras era de quem estava numa de ostentação muito normal da época e no fim dei por mim a pensar na gare do Oriente de como havia de fazer se ninguém me queria ajudar, embora já pensassem em ceias e prendinhas de Natal e em festas e outras bodegas que o Papa Francisco condena e ainda há pouco tempo considerou muitas das práticas natalícias como falsas e não nos podemos esquecer do que disse uma vez Mestre Scolari no Natal dos Hospitais que o Natal é o ano todo e não apenas no mês de Dezembro.Após pensar muito e ler algumas páginas do livro que estou a ler, respirei fundo para não deitar para fora toda a raiva que sentia e olhei os horários dos comboios e comecei a estudá-los a olhar para o meu relógio para calcular se demorava muito para eu chegar perto de casa e se fosse sem bilhete não poderia sair no Rossio mesmo se não fosse apanhado pelo revisor porque na estação do Rossio existem cancelas e mesmo em Campolide o acesso para a Linha de Sintra tem igualmente cancelas e nesta reflexão para saber como havia de me safar e muito andei a pensar e ver os comboios a passar e saber o que poderia fazer, sabendo logo a partida que ir a pé até ao Rossio era impossível para mim.
E puxei muito para moleirinha ao mesmo tempo que estudava o movimento dos revisores porque numa das linhas estava parado o comboio que faz o percurso Gare do Oriente - Sintra que ao fim-de-semana o percurso é estendido até Alverca e pára em Marvila e olhei para o relógio que estava em cima da plataforma e o ecrã que dizia as paragens que iria a fazer e segundo a informação que estava no ecrã, depois da Gare do Oriente apenas iria parar no Areeiro e pensei que ainda poderia aguentar ir a pé do Areeiro até ao meu alojamento e tinha que ter uma sorte diabólica para não ser apanhado sem bilhete.
E entrei apenas no comboio mesmo em cima da hora da partida e me escondi numa cadeia mesmo num canto a ouvir música e a ler e a espera que chegasse ao Areeiro e fui bafejado pela sorte porque cheguei ao Areeiro sem problemas embora o revisor estivesse na carruagem ao lado e passei por ele como nada se fosse embora tivesse o traseiro bem apertado com medo de ter que arrotar com alguma multa e fui com muita tranquilidade até a saída dos comboios que dá para a Avenida de Roma e quando cheguei e dita avenida, respirei fundo e pus-me a caminho de casa com a cíatica potenciada pelos nervos e fui andando devagar até chegar a casa e descansar um pouco.
Curiosa esta febre consumista da época que atravessamos onde têm fortunas para tudo que é bugiganga e não têm 1,25€ para um bilhete de comboio e quem foi mais violento na recusa foi um grupo de mulheres africanas que me trataram com desdém e alguma violência verbal numa verdadeira manifestação do mais puro racismo que para alguns partidos da república não é racismo e apesar destas racistas fui em frente e lá consegui chegar a casa.
Mas deixo um recado aos senhores do IEFP: quando marcarem um controlo quinzenal, marquem para uma zona perto da residência dos desempregados registados ou façam grupos conforme a morada e façam esta triagem porque por este andar estou a ver um desempregado de Miranda do Douro ou de Melgaço a ir responder a um controlo na Ilha da Madeira ou na Ilha do Corvo e caso Macau ainda fosse território sob administração portuguesa ainda enviavam os desempregados para Macau para responder aos controlos quinzenais que não servem para muito porque não apresentam quaisquer propostas de cursos de formação ou mesmo de emprego e afinal só foi para assinar uma folha.
Enfim é este a nação que temos que nesta altura se mostra tão bondosa e no fim das contas não passa, nesta altura do ano, fica materialista, cínica e racista e ao mesmo tempo que se preocupam com os refugiados da Síria e não se preocupam a mínima com os Portugueses que precisam nem que sejam uns trocos para apanhar um transporte para ir para casa...
Nem faço perguntas, apenas deixo o pedido de sempre para ler, comentar e divulgar
publicado às 20:06
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Peço desculpa aos leitores habituais deste recanto pela minha ausência desde quinta-feira, mas a minha saúde me pregou uma peça que foi a fractura de um dente ao qual se juntou uma avaria extrema do PC que me impossbilitou de escrever aqui neste meu vosso espaço de troca de ideias e de desabafo contra o que vai mal nesta nação de quase mil anos.
O artigo de hoje é um trabalho de campo misturado com experiência pessoal e que é uma imagem real do Portugal que se diz ser uma democracia há 40 anos mas esta democracia parece mais uma distopia de Orwell do que uma verdadeira democracia como a Espanha, França ou outro qualquer país ou nação mais civilizada que Portugal e que não é preciso grande esforço para se achar tais nações que nos metem no chinelo no quesito chamado civilidade ou civilização.
Durante este fim-de-semana que fiquei com o PC avariado e no qual eu passei os dias as volta da máquina a tentar dar a volta a situação que testou os meus limites sobretudo em termos de nervos, de concentração e de algum desenrascanço, dei algumas caminhadas não só para evitar novas idas ao hospital por causa das minhas enxaquecas por um lado e por outro para achar possível material para uma ou mesmo duas publicações aqui neste pequeno grnade espaço.
Durante estas caminhadas deu para ouvir muitas pessoa, falar com outras e ver cenas que me deixam chocado de tão frequentes que são e, neste ponto do choque, uma das coisas que mais me chocou ver foi na Sexta-Feira quando vinha para casa depois de ter ido buscar um remédio para as minhas enxaquecas, quando parei numa paragem de autocarro na Rua Jacinta Marto para descansar um pouco e durante este descanso vejo vir do lado do Hospital D. Estefânia uma homem adulto mestiço com tez morena escura com uma criança no colo a se dirigir para a paragem e até me desviei no banco para ambos se sentarem, mas não esperaram muito porque assim que chegaram a paragem chegou o autocarro que queriam e qual o meu espanto quando entram sem pagar e sem validar nem passe nem bilhete e muito menos pagarem a tarifa de bordo e eu fiquei a olhar para cena e fiquei espantado pela atitude do chofer do autocarro que achou a atitude deste "senhor" como algo tão comum como beber água e nada disse.
Nas conversas que tenho tido nestes dias nas vagas entre fases do arranjo do computador, tenho descoberto tremendas injustiças nos apoios sociais tanto da Segurança Social como da Santa da Misericórdia de Lisboa que caso eu não tivesse sentido na pele me custaria a acreditar de tão infames que são.
Depois de ver os romenos a terem cheques da Segurança Social de 700 euros e ciganos com prestações e apoios sociais de toda espécie sem antes serem escrutinados se precisam ou não destas ajudas ou se trabalham ou se tem algum problema de saúde e ao mesmo tempo andam ciganos nas ruas da Baixa Pombalina a venderem drogas sem que ninguém os impeça, mas têm rendimentos da SS e da Santa Casa certinhos ao final do mês, soube de outro caso onde uma cidadã de origem africana e negra tem dois salários e ainda recebe uma pensão e ainda tem direito a 150 euros da Santa Casa para ajuda no pagamento do quarto e o seu companheiro, português europeu e branco; não faz porra nenhuma recebe RSI e ainda recebe mais 150 euros da Santa Casa e mais outro complemento e este mesmo senhor gasta dinheiro em jogos para uma Playstation 3; mas conheci outro caso de um seropositivo (que quase se pode considerar doente com SIDA/AIDS - HIV) que com este frio se está a ressentir e tem o sistema imunitário fragilizado e a Santa Casa lhe recusa a ajuda nos medicamentos para as chamadas doenças oportunistas como otite, sinusite ou gripe e apenas dá uma ajuda no quarto a qual se junta cento e poucos euros de RSI.
Mas ao contrário do casal misto, este mesmo seropositivo anda a procura de emprego e vai fazendo umas limpezas na pensão onde eu sobrevivo de forma a pagar com trabalho parte do valor da renda do quarto e a Santa Casa diz que este senhor tem a ajuda que precisa, enquanto o casal misto ... apenas sofre de uma doença comum aos políticos da república: preguiça.
E sei que não é o primeiro caso e já sofri na pele em que brancos europeus portugueses têm problemas com "ajudinhas" da Santa Casa enquanto africanos negros, ciganos e romenos têm todas as ajudas ao ponto de terem o descaramento de recusarem aparecer a entrevistas de emprego porque têm os bolsos cheios de subsídios e contra-subsídios que fazem falta a quem precisa mesmo e que saiem do nosso bolso e ao mesmo tempo a Segurança Social recusa reformas por invalidez a portadores de doenças raras e doentes de SIDA entre outros casos extremos onde apenas uma pensão de invalidadez seria o pão de cada dia de muitos portugueses e portuguesas e que não o é por causa destes casos de verdadeiro apartheid invertido onde negros e ciganos que são minorias têm mais previlégios do que a maioria branca e portuguesa e que dá que pensar e nos faz abrir os olhos para a forma de como funciona a Santa Casa e nos chama a atenção se mais tarde ou mais cedo Portugal se transforma numa África do Sul onde os melhores transportes serão apenas para negros e talvez para ciganos e os outros ficam com a sucata.
Devem estar a espera que apareçam novos extremismos que já estão a aparecer um pouco por todo o mundo e que tal como nos anos 20 e 30 nasceram da incompetência dos governos e da desigualdade entre as minorias sempre ou quase sempre protegidas, sobretudo as minorias raciais e os ociosos, e os otários que trabalham para manter a nação e o filme que serviu de base aos extremismos qua apareceram no primeiro quarto do século XX está-se a repetir e se para se manter a democracia se tiver que sacrificar a república em nome da democracia conquistada no 25 de Abril, então que se elimine antes a república do que a democracia.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Que caminho leva Portugal ? Porque a ajuda social não é melhor escrutinada ? Porque raio uns são filhos e outros enteados ? Aonde está a democracia na assistência social ? Andamos a pagar impostos para duas classes de ociosos ? Porque entram nos transportes de borla? Estão a espera do quê para evitar extremismos ? Para que servem os nossos impostos ? Quando é que estas situações acabam ? O que é preciso fazer para acabar com elas ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
publicado às 23:30
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Depois daquele caso daquela cidadã africana que literalmente gaseou os filhos por uma crise de ciúmes do marido e que lhe rendeu 24 anos de prisão quando pedia era pena de morte na fogueira ou morte semelhante, surgiu por estes dias um caso relativamente semelhante que nos faz pensar por um lado por onde anda a Comissão de Protecção a Criança e ao Jovem e por outro aonde estas aberrações que matam ou tentam matar os filhos por ciúmes e outras causas que não passam de futildade vão buscar tais ideias que dão que pensar se não se está na altura de se repor a pena de morte em Portugal.
Esta besta vinda da antiga pérola do império ultramarino português tem 30 anos e tentou matar os três filhos que deu a luz mas que não soube ser mãe sendo que duas das crianças são fruto de um relacionamento anterior desta aberração e o mais novo é fruto do presente relacionamento deste animal que pelo visto parece ser melhor que a besta com quem se foi juntar.
Pelo que se sabe, houve uma discução entre o casal e a "cidadã" nascida em Angola resolveu se vingar do marido que em vez de lhe dar um estalo nas fuças, foi antes a GNR local, na zona de Beja fazer queixa por ofensas verbais e quando voltava para casa parou num café para beber cerveja e comprar tabaco e neste espaço de tempo, esta encarnação da besta vinda de Angola teve o descaramento de ligar para a sogra a dizer o que ia fazer como fosse algo tão simples como beber água.
A sorte destas crianças é que o pai e padrasto ainda viu a besta a atear o fogo e salvou a vida dos dois enteados e do filho a custo de ter ficado com uma das mãos toda queimada, mas ao menos foram 3 vidas salvas e como ensina a Bíblia e nos ensinou um judeu e um empresário alemão há umas dezenas de anos porque "Aquele que Salva uma vida, salva o mundo inteiro" segundo o mesmo salvador e pai das crianças de seu nome Carlos Salvador diz que esta coisa vinda de Angola com quem ele teve o azar de se casar é uma alcóoltara completamente descontrolada e a GNR apenas a identificou e entregou o caso ao Ministério Público e mais nada se sabe.
No entanto não posso deixar de notar a falta de intervenção CPCJ num caso mais do que grave de risco de vida para 3 crianças que nunca pode ser justificado com falta de meios quando casos menos complicados aparecem feito leões nem que seja por causa de um joelho de uma calça rasgado ou coisas assim e quando devem se mexer olham para o lado; outro ponto que quero assinalar é onde estes animais vão aprender a fazer estes actos apenas puníveis com pena de morte porque já não é o primeiro caso e talvez uma das fontes sejam as notícias em si e outra as novelas que apenas mostram maus exemplos e cada vez piores exemplos e estas coisas como esta besta passam o tempo a ver a carrada de novelas que passam nas televisões e esta ainda reforçada com o álcool cuja lei de venda em Portugal nunca foi respeitada.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Quantas mais vítimas inocentes têm que acontecer para que a CPCJ cumpra mesmo o seu papel ? Se as novelas dão maus exemplos porque não as tiram do ar das televisões ? Como este animal conseguiu comprar bebidas alcóolicas tendo historial de bebedeiras ? Quem as vendeu ? Onde esta besta aprendeu a fazer o crime que ia fazer ? Que porra ela veio fazer para Portugal ? Que nação é esta ? Qual vai ser o destino destas crianças ? Que mundo é este ? O que serve a nação portuguesa ter bestas destas no seu território ? Será que a pena de morte tem que voltar a Portugal ? Aonde vamos parar ? Aonde pára a justiça em Portugal ?
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publicado às 22:50
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Com este título vocês podem pensar que devido a alguns problemas de saúde recentes que esteja assim um pouco para o alterado ou ensonado, mas não estou e este artigo de hoje é nascido de um trabalho de campo que levou alguns meses a ser pensado e compilado tudo na minha moleirinha sem qualquer bloco de notas porque gosto de fazer os trabalhos de campo assim, usando a minha cabeça como bloco de notas e indo com o propósito mesmo de investigar o assunto que me possa aguçar a escrita e o apetite.
Como não escondo de ninguém gosto de dar umas caminhadas por Lisboa, porque além de fazer bem a saúde por um ponto, por outro é muito económico porque assim não tenho que gastar dinheiro em transportes públicos porque por enquanto ainda fazer umas quantas "maratonas" andando a pé ainda é de graça e não paga qualquer taxa municipal até ordem em contrário e um dos meus pontos quase fixos de caminhadas é a zona da Baixa de Lisboa e ando sempre com os olhos abertos sempre a procurar de algo que possa servir de assunto de reportagem aqui para este velhinho recanto.
E algo que acho muito estranho que aocntece todos os dias na Baixa Pombalina em especial no Verão e nos dias de jogos internacionais de futebol em Lisboa sejam eles da selecção ou do clubes da cidade que é a venda de haxixe e cannabis com todo a vontade por parte de ciganos que poderiam estar a trabalhar e a produzir para a nação, mas que recebem o RSI que lhes vai financiar o negócio, assunto o qual já falei aqui neste recanto.
E como não bastassem os ciganos a vender droga na Baixa, muitas vezes com a omissão da polícia que vira os olhos enquanto os ciganos fazem ou tentam fazer os seus negócios, existem também o caso que é verdadeiramente paradigmático de como não deve ser gerida uma cidade capital de uma qualquer nação neste mundo que se diz mundo e este caso é o caso dos africanos e africanas que vendem produtos alimentares sem quaisquer rotulagens ou condições de embalagem e conservação e que na volta fazem câmbio de euros por dólares americanos ou francos CFA e vice-versa aos seus patrícios sem pagarem qualquer taxa ao Estado ou mesmo licença e quando olho da forma como os produtos alimentares que estes cidadãos vendem ao público aos olhos de todos me dá a volta ao estômago.
Estes alimentos que vão desde feijões, milho e outros vegetais secos, até legumes e frutas frescas e óleo de palma re-emablado em tudo que é garrafa e garrafão, até em embalagens que foram de lixívia ou sabão para a loiça, mas nunca embalagem devida e os vegetais estão em sacos de plástico mais usados e sujos que as meias de um futebolista depois de um jogo com prolongamento e penalties ou os vegetais chegam a estar no chão e quase sempre com moscas por cima além do câmbio clandestino que é feito aos olhos de todos mesmo em frente do Palácio da Independência e da sede nacional da Ordem dos Advogados e com uma esquadra de polícia bem próxima do local (irónico !?)
E o xis ou busílis do problema não está só aí, o problema é que outras etnias ou raças que não sejam nem ciganos nem pretos, perdão, africanos; quase nao podem fazer sequer troca de cromos a entrada da estação de comboios do Rossio ou se vender fruta ou mesmo calendários de futebol porque aí a polícia já salta que nem uns cães a apreender mercadoria por falta de licença e de taxas, quando até nos cromos não existe propriamente trocas comerciais e a venda ambulante de fruta como se vendia junto a estação ferroviária e que de vez enquando estão nos Restauradores cumpre mais as normas de venda e de higiene do que aquilo que se passa no Largo de S. Domingos, embora as actividades no Largo de S. Domingos corram na maior da liberdades sem quaisquer caçadas policiais, mas se for um asiático ou um branco a vender alguma coisa ... a polícia aparece sempre... mas vender drogas, alimentos sem condições ou câmbio clandestino não faz a polícia sair da esquadra e eu gostava de saber porquê....
E ficam as perguntinhas de sempre e quase sempre sem qualquer resposta: Porque as autoridades não dão caça aos ciganos que vendem drogas na Baixa de Lisboa ? Porque a ASAE não faz uma visita ao pseudo-comércio feito por africanos no Largo de S. Domingos ? Porque são capazes de apreender a fruta a um vendedor branco e não vão apreender óleo de palma vendido em garrafas de lixívia ? Como deixam que se faça câmbios de forma clandestina sem que nada aconteça aos infractores ? Quanto nos custa a nós este verdadeiro mercado negro ? Porque não acabam com isso ? Será que há alguém sem serem os pseudo-comerciantes negros que ganhe alguma coisa ? Que país é afinal Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
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publicado às 23:42
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Como raio as chamadas minorias raciais ou étnicas porque o ser humano dever ser o único ser vivo à face da Terra que não tem raças mas sim etnias e por falar nisso vi na rua um cão da etnia Daschund e outro com influência étnica da etnia dogue argentino e pitbull e com esta conversa das minorias raciais serem intocáveis transformou a nação que erar multi-racial do Minho a Timor, numa espécie de apartheid invertido que faria as delícias de Malcom X onde as outras raças são virtualmente intocáveis enquanto os brancos europeus pagam com tudo em cima.
E mais uma vez tinha que ser nas favelas da zona metropolitana de Lisboa que tinha que haver bodega com esta gentalha que vive a conta do Rendimento Mínimo, anda metida em actividades ilegais financiadas pelo RSI e nos liceus por onde andam a pastar fazem o inferno nem respeitando nem colegas nem professores, formando gangs e máfias de toda a espécie que possam imagnar, mas trabalhar nem que seja na limpeza de florestas custa muito e agora a nova façanha começou apenas com uma comum chamada para o 112.
Desta vez o alvo dos desocupados da Cova da Moura foram polícias que foram resolver um acidente de trânsito aparentemente sem nada de muito grave, mas os polícias até foram recebidos a tiro, pedrada e ainda levaram com garrafas sem sequer tocar naqueles prédios que constituem aquela verdadeira favela nas portas da cidade de Lisboa e para poderem sair de lá, teve que a polícia especial intervir e a policia apanhou 11 elementos cujas idades vão dos 17 aos 38 anos, ou seja, em boa idade para irem trabalhar nem que seja a limpar as matas, mas desde que a segurança social continue a mijar o RSI nada querem fazer.
Tem o seu quê de irónico este caso em especial neste tempo em que estamos sob o jugo da troika, e onde se andam a cortar salários, reformas, prestações sociais fundamentais, direitos básicos como saúde, educação e habitação com leis de arrendamento que se podem classificar de nazis e estes desocupados, estes patifes de primeira ainda ali estão e fazem o que querem, de facto dá para ver como a segurança social só ataca quem não deve e o senhor presidente do conselho ainda menos deve fazer porque é casado com uma cidadã nativa da antiga província ultramarina de Cabo Verde e não vai tomar nenhuma medida que lese os seus parentes mais afastados porque quem trabalha a sério nesta naçãoa acaba sempre lixado e estes desocupados continuam a ter o cheque da Segurança Social diz ja ter pouco dinheiro para as refomas mas anda por outro lado a financiar várias actividades ilegais sem perguntar para onde vai o dinheiro embora não tenha para pagar reformas decentes para quem teve uma vida inteira de trabalho.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque estes marginais não ajudam a sociedade ? Porque não vão limpar as florestas ou ajudar os bombeiros ? O que ganham com estas atitudes ? Se são imigrantes, que porra fazem em Portugal ? Para que se paga RSI a esta gente ? Que país é Portugal ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar