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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Vitinho não Mintas

A audição de Vítor Constâncio, antigo governador do Banco de Portugal e na actualidade um dos vice-governadores do Banco Central Europeu, disse desconhecer o empréstimo de 350 milhões de euros de Joe Berarado para compra de acções do BCP contraído na CGD e que não se lembra que lhe tenha passado pelas mãos documentação relativa ao mesmo.

Acontece que tais declarações a CPI que investiga os créditos mal parados no banco do Estado são falsas porque documentos vindos a público provam que o mesmo Vítor Constâncio sabia do dito crédito porque a lei dos mercados de valores assim o exige e a decisão sobre a concessão do mesmo foi tomada em reunião do conselho de Administração do Banco de Portugal e foi o próprio Constâncio que autorizou o empréstimo, todavia, na CPI ele o nega apesar de os documentos que apareceram em público e que foram divulgados pela imprensa o contradizerem.

Agora fiquei numa espécie de horizonte de eventos de um buraco negro cósmico numa certa altura que não sei em que ponto do espaço-tempo me encontro porque por um lado vejo um as estrelas do universo conhecido e por outro lado vejo o desconhecido que se resume a uma singularidade e este mesmo vazio se assume como realidade e não o universo estrelado que aparenta estar do lado de fora do buraco negro.

Usando esta espécie de eufemismo astronómico, quis dizer que o dito senhor, tendo como base os documentos que são do conhecimento público que mentiu como quantos dentes tem na boca aos deputados da CPI apesar de negar a mentira que os documentos tornados públicos confirmaram e esta indecisão cósmica se adensa.

Quando documentos provam que alguém mente ao parlamento é grave e fico com as ideias mais baralhadas do que uma gemada quando vejo que ninguém reage, ninguém diz nada, ninguém reage como isto fosse a coisa mais natural desta vida nem foram esboçadas quaisquer tentativas para que se obtivessem qualquer espécie de respostas contraditórias aos documentos que vieram a público.

O que torna esta história toda mais nebulosa é como alguém com as responsabilidade de Vítor Constâncio se esquece de uma operação tão pesada e que sempre andou na boca do mundo do mercado valores mobiliários sobretudo pelos valores envolvidos sabendo-se que a Bolsa de Lisboa sempre foi uma bolsa periférica que mal ultrapassava a dezena de milhão de euros em volume de negócios por dia e a imprensa especializada sempre valou no mesmo negócio até o mesmo ser concretrizado. 

Acontece que o mesmo empréstimo foi mesmo aprovado pelo próprio Constâncio e não acredito que alguém de tamanha responsabilidade se tenha esquecido de ter dado a aprovação de um empréstimo deste valor completamente atroz para a compra de acções sabendo-se que o mercado de acções em qualquer ponto do mundo é sempre um negócio de alto risco, ainda mais arriscado do que investir no mercado de matérias-primas como o petróleo ou cereais.

E ficam umas nuvens anacrónicas para serem dissipadas: Será que Vítor Constâncio não sofre de Alzheimer? Como foi possível se ter esquecido deste aval? Afinal o que ele andou a fazer no Banco de Portugal? Quem ganha com estas falhas de memória? Será que ele mentiu ao parlamento? Se mentiu ao parlamemento quais as consequências? No fim das contas quem é que vai arrotar com as consequências finais?

 

Quando puderem opinem

Senhora Ministra Temido, Afinal Para Que Serve o Imposto Coca Cola e outros Impostos que Pagamos?

A gerigonça nos seus primórdios criou um imposto descaradamente ideológico e dando a desculpa do cada vez maior número de obesidade infantil porque os pais não sabem tirar as consolas dos filhos e por os filhos a correr e a jogar a bola para queimar calorias sobre as bebidas açucaradas tendo como alvo primordial e principal a Coca Cola e bebidas semelhantes.

Este mesmo imposto seria, segundo a Gerigonça, para melhorar o SNS e colmatar as suas crónicas falhas, acontece que desde que este mesmo imposto começou a ser cobrado na produção e que por tabela se reflecte nos preços das ditas bebidas que ao contrário das bebidas alcoólicas nunca mataram ninguém e as grande marcas deram um golpe de rins a gerigonça e reduziram o volume das embalagens, assim reduzindo o imposto a pagar.

Acontece que este imposto na realidade acabou por ir tapar os buracos da banca e o SNS cada vez está pior com o passar do tempo.

E uma prova disto é o que está acontecer com o Hospital de Gaia que tem que adiar cirurgias por falta de material básico como algodão para neurocirurgia, cânulas nasais, máscaras para oxigénio ou bandas de avaliação de anestesia entre outro material essencial a qualquer bloco operatório.

Estas faltas de material levou ao adiamento de várias operações no dito hospital causando transtornos inimagináveis a milhares de pacientes do mesmo hospital.

A dita senhora teve uma semana que teve mesmo na pastilha porque depois desta bronca em Vila Nova de Gaia deu outra bronca a norte quando em vez de avançar em definitivo com a unidade de pediatria do Hospital S. João, apenas disse que as crianças que fazem tratamento oncológico no mesmo hospital passam dos contentores cheios de bolores e fungos para o pavilhão principal onde são tratados os doentes ... adultos; resumindo os miúdos continuam a ser tratados nos corredores.

A mesma senhora disse que as mesmas obras estão previstas começarem no final de 2019 e estarão completas dois anos depois embora ainda não tenha sido lançado qualquer concurso público em relação as mesmas e fico a pensar como isto vai ser feito.

Para fechar a grande semana da Senhora Marta Temido, a mesma se saiu com uma medida para combater as listas de espera que só alguém sob o efeito de algo mais forte do que absinto teria coragem de lançar em público a ideia de redistribuir os doentes que se encontram em lista de espera, não pelos hospitiais mais perto da sua área de residência mesmo que sejam privados, mas sim distribuí-los pela extensão do território português em vez de contratar mais médicos e mais enfermeiros.

Esta medida faz com que por exemplo doentes de Lisboa sejam enviados para Coimbra ou de Mirandela para Faro e casos semelhantes que é uma forma de dar a eutanásia ao SNS que tanto demorou a formar e a criar e depois ainda se dão ao luxo de terem um imposto para supostamente sustentar um SNS que está moribundo e a incompetência chamada Marta Temido está a matar e a fazer com que o ideológico imposto Coca Cola vá parar aos bolsos dos banqueiros e caloteiros da banca.

Esta medida é uma forma encapotada de eutnásia porque os desesperados que estão nas listas de espera vão morrendo aos poucos, limpando estas listas e dar a impressão na União Europeia que o SNS funciona e que o dinheiro que a UE enfia em Portugal é bem empregue e não é desviado para nada de inútil.

E deixo umas brumas bem espessas para serem iluminadas: Para que serve o imposto Coca Cola? Aonde está o dinheiro do imposto Coca Cola? Será que Sra. Temido tem competência para o ministério da Saúde? Afinal que esta senhora pretende fazer do SNS? Para onde vamos parar com esta Ministra da Saúde?

 

Opinem quando puderem

 

Ouro Branco, Ouro de Sangue, Ouro Sujo; Eis o Lítio Português

A investigação da Correio da Manhã TV alertou para um facto que até agora permanecia oculto para o comum dos cidadãos sobre os pedidos de prospecção para mineração de lítio em Portugal devido ao boom dos carros movidos a electricidade e aos futuros carros movidos a hidrogénio que já estão nas pranchetas dos engenheiros.

Por uma estranha coincidência daquelas que só acontecem em Portugal e que não acontecem nas nações mais ou menos civilizadas como Espanha ou Brasil, as áreas para as quais foram requeridas licenças de prospecção foram as mesmas que foram dizimadas pelos incêndios de 2017 em especial na área da Covilhã.

No mesmo ano onde mais de 100 pessoas morreram nos incêndios e aconteceu o tristemente conhecido incêndio de Perdrógão Grande cujo desvio de donativos foi arquivado pela justiça da república, mas esta é outra história bem suja da república Portuguesa.

Voltando ao caso do lítio, como não bastasse ser em zona onde ocorreram incêndios e não mexeram uma palha para reconstruir nem casas nem campos agrícolas e as minas vão ser a céu aberto com as consequências que daí poderão advir para o meio ambiente devido a existência de uma mina a céu aberto que devido ao facto de o lítio ser um metal corrosivo, que ao entrar em contacto com a água foram hidróxido de lítio, uma base semelhante a soda cáustica que é usada para desentupir as canalizações e que em contacto com terrenos agrícolas ou de pasto os inutiliza.

Além do risco associado ao lítio e dos detritos resultantes da actividade mineira é a poluição atmosférica que é causada por uma mina a céu aberto e que vai contaminar uma região relativamente proxima de uma área protegida e de uma região conhecida pelos seus produtos de origem agrícola como o leite, queijos e lã de ovelha entre outros.

Além de ser um estranha coincidência, não deixa de ser aberrante como havendo um partido ecologista na Gerigonça (Partido Ecologista "Os Verdes") e haver outro que apoia em parte a Gerigonça e é também ecologista e ambientalista (PAN) e ambos estarem de bico calado perante este atentado ambietal que é feito sobre as cinzas onde morreram dezenas de pessoas e onde outras centenas ficaram sem os seus haveres e os resistentes que sobreviveram vão ficar sem o seu ganha-pão para que uns estrangeiros quaisquer venham escavacar os solos a procura de um metal que é escasso noutros recantos do planeta e parece ser abundante em Portugal.

Ficam os enigmas da Esfinge a espera de um Rei Édipo para os desvendar : Existem alguma ligação entre as explorações de lítio e os incêndios? Porque arquivaram o caso de Pedrógão? Porque têm que ser empresas estrangeiras a explorar o lítio? Fizeram estudos de impacto ambiental? Quais as consequências para as populações que vivem nas regiões das futuras minas de lítio a céu aberto? Quem ganha e quem perde com esta exploração? Quais as consequências a médio e longo prazo em termos ambientais?

Opinem enquanto bebem um Caffé Americano, vulgo uma abatanado feito com um café decente

Berardo Circus

O empresário de origem madeirense conhecido pela sua fundação de arte no Centro Cultural de Belém, também é conhecido pelos seus calotes épicos dados a vários bancos, incluindo a Caixa Geral de Depósitos e que foi gerado por empréstimos não para investimentos empresariais, mas sim para a compra de acções.

Acontece que devido ao mercado bolsista ser mais instável do que os mares da Nazaré em dia de tempestade, as mesmas acções se desvalorizaram, as mesmas acções que foram dadas como garantia para os mesmos empréstimos que lesaram e bem as respectivas instituições bancárias qual fosse um Alves dos Reis.

Acontece que o esperto do Joe Bananas conseguiu transferir todos os seus bens para outras entidades cuja cabeça é ele mesmo, mas a jogada foi tão bem feita se os bancos avançarem para a execução imediata acabam por se executarem a eles mesmos porque os bancos são os accionistas maioritários da instituição que comprou as acções que entretanto perderam valor.

Outros bens que seriam penhoráveis foram espalhados e o novo Alves dos Reis vindo da Pérola do Atlântico tem o seu património praticamente inexpugnável a prova de qualquer penhora directa.

O cúmulo deste circo sem qualquer graça chegou quando o mesmo "comendador" exigiu as imagens da transmissão da reunião da Comissão Parlamentar de Investigação a situação financeira da CGD porque o mesmo comendador não autorizou a divulgação da sua imagem na televisão e agora quer processar os deputados da dita CPI porque as suas declarações foram transmitidas pelo canal Parlamento sem a autorização do mesmo Berardo.

Acontece que este senhor se esqueceu que os deputados têm imunidade parlamentar e a ARTV é um canal temático e de serviço público e que no caso do mesmo não querer que a mesmo depoimento não fosse transmitido deveria de ter informado os deputados e a equipa técnica que não desejava a transmissão antes do mesmo depoimento e não depois do mesmo e a transmissão da ARTV não é motivo para levantamento da imunidade parlamentar.

E ficam as palavras cruzadas para serem resolvidas: Quando é que este senhor paga o que deve? Será que ele vai ser penhorado? Será que os deputados ainda vão ser punidos por causa deste senhor?

Opinem quando puderem

30 % dos Votos representam 10 Milhões no Parlamento Europeu

Mais um acto eleitoral e o vencedor da noite foi a abstenção que andou perto dos 70% mostrando um completa alheamento da população das eleições europeias em si ou por outro lado um protesto contra os constantes casos de corrupação que aparecem nos mass media e que os tribunais e as entidades de fiscalização bancária não apresentam resposta para a resolução dos mesmos.

Esta forma de protesto embora eu já tenha defendido no passado neste mesmo recanto, não é de todo a mais correcta porque o que deixa mais lixado da caixa um político da tugalândia é a retirada do tacho e a melhor maneira de tirar o tacho de um político da tugalândia é fragamentar os votos como já houve exemplos claros no Reino Unido, Alemanha e Itália onde em vez de ficarem em casa, fragamentaram os votos de forma a protestarem contra o que está mal.

Aqui neste recanto de borregos submissos aos turistas onde não incomodam os lordes quando precisam de um lugar nos bancos reservados dos transportes públicos mas se virem um português já chateiam a cachola ao português; estiveram nas tintas para as eleições que foram um compacto das eleições gerais de há 4 anos, mas onde as sondagens tiveram um papel fundamental no aumento da abstenção dado que o rebanho entendeu que a escolha já estava feita e que não valia a pena irem votar e ficaram em casa ou foram para a praia.

Muitos analistas tentam descobrir as causas destes números mas ninguém assume que parte da culpa destes números pornográficos da abstenção são por um lado a classe política em si e por outro lado, as sondagens que se aproveitam do analfabetismo funcional que é uma praga em Portugal e como ninguém quer ler e se informar em Portugal se deixam levar com umas bocas quaisquer antes de se informarem e assim vai o rebanho chamado Portugal.

Com uma nação assim cuja inteligência e cultura média se pode tomar uma pequena amostra nos concursos de cultura geral onde são raros os concorrentes que fazem boa figura e se é aquiilo a amostra de muitos dos licenciados que poderão ir para o poder político da nação então o que dizer dos eleitores em geral sobretudo dos que se abstêm.

Ficam os meus problemas de Sodoku: Porque não proibem as sondagens para que se quase elimine a abstenção? Será o voto obrigatório uma solução? Porque gastam mais o tempo a dizer mal uns dos outros em vez de serem cidadãos? Porque se preocupam tanto com o futebol?

Opinem quando puderem

Juiz Inválido

O Grande Amigo Ivo questiona a legalidade de parte das provas da Operação Marquês que num país de gente honesta como o Brasil ou a Itália seriam o suficiente para enviar Sócrates Pinto de Sousa e os seus comparsas passar uns quantos anos atrás das grades para uma qualquer cadeia.

Mais questionável seria a nomeação do mesmo juiz porque a mesma foi feita por um sorteio duvidoso que só funcionou a terceira tentativa porque das outras tentivas ou dava erro de sistema ou colocava como juiz deste mesmo processo o inimigo mortal de Sócrates Pinto de Sousa, o juiz Carlos Alexandre.

Este mesmo Ivo Rosa, já livrou Armando Vara de uma caução de vários milhares de euros e está a fazer vários favores ao PS, livrando eminentes socialistas da espada da justiça quando as evidências publicadas nos massa media são claras demais para serem ignoradas por cidadão que se diz Juiz de Direito que quando observadas as suas atitudes até um cidadão de poucos estudos pode questionar se ele é o juiz indicado para o caso.

Este favorecimento aos suspeitos socialistas da Operação Marquês causa estranheza a muitos e ainda mais inusitada é atitude do Conselho Superior de Magistratura que nada diz sobre o mesmo juiz Ivo Rosa vir falar para os meios de comunicação social sobre este mesmo caso, mas quando Carlos Alexandre numa qualuqer entrevista falva nem que fosse de forma velada sobre a Operação Marquês parecia que caia o Carmo e a Trindade no CSM.

Esta atitiude das altas esferas da justiça ao facilitar a vida em especial aos partidos do arco do poder, mas sobretudo aos socialistas leva com que se suspeite que o chamado terceiro poder esteja mais contaminado de corrupção do que um lupanar dos tempos da Roma Antiga e que a justiça que deveria de existir só seja seja implacável para as classes sociais inferiores ou de poucos meios financeiros porque os priveligiados da república têm os mesmos privlégios dos que os Patrícios Romanos ou outra qualquer classe de privilegiados que venha mencionada nos anais da História da existência da humanidade no pequeno pixel azul de vida chamado Terra.

E ficam os buracos por tapar: Que estará Ivo Rosa a proteger? Será que o sorteio do juiz foi legítimo? Porque o CSM não questiona as atitudes de Ivo Rosa? Afinal o que é o Direito em Portugal? O que é Justiça em Portugal?

 

Opinem ....

 

A Caixa que é mesmo General dos Porcos

Uma gafe de uma jornalista da RTP ao chamar ao banco do Estado "Caixa Geral dos Porcos" viralizou nas redes sociais devido ao crédito mal parado que existe por parte dos chamados "grandes investidores" que pediram empréstimos bancários não para comprarem um qualquer bem durável, mas sim para comprar acções na Bolsa de Valores de Lisboa e dando estas mesmas acções como garantia do crédito.

É prática geral não só da Caixa Geral de Depósitos, mas de todas as instituições de crédito recusarem com ferquência o chamado pequeno crédito que acaba sendo amortizado em 3 no máximo 6 meses, usado sobretudo para compra de bens duravéis de pequeno volume ou crédito ao consumo de baixo valor, mesmo para pessoas que recebam prestações sociais.

Por outro lado, as mesmas instituições dão uma de borregos quando lhes aparece pela frente um Chico Esperto com boa lábia e bom fato consegue um crédito de milhões para comprar algo cujo o valor é mais volúvel do que tempo num equinócio e de cujo valor real é desconhecido no futuro ao contrário de qualquer bem adquirido via crédito ao consumo ou crédito a habitação que também está restringido.

Acontece que a CGD tem a parte de leão dos empréstimos concedidos para compra de acções, empréstimos de altíssimo risco sem a mínima hipótese de serem pagos em tempo útil e com sérios riscos para quem os concede de perder em definitivo o dinheiro emprestado se a carteira de acções financiada perder todo o seu valor.

Para os mais amnésicos, foram estes empréstimos que estiveram na génese da crise da Bolsa de Nova Iorque de 1929 e da Grande Depressão e por consequência de tudo que se gerou a partir desta dura lição de História que fez com que o governo norte-americano da altura tivesse criado uma lei federal que proibiu este tipo de empréstimos para que casos semelhantes voltassem a acontecer e novas ferramentas foram criadas em 1987 quando houve um crash na bolsa nova-iorquina em 1987 para que não houvesse outra Grande Depressão.

Estas notícias está a ser uma queda das máscaras que são a aparência das centenas de milhões de euros que circulam diariamente na BVL não passam na realidade de dinheiro emprestado porque quando no início do euro e com as mesmas empresas na BVL se passou de uma média que raramente passava da dezena de milhão de euros quase do nada se ultrapassam as centenas de milhão como fosse tão fácil como beber água e as autoridades de fiscalização financeira passam o tempo a a ver a caravana a passar.

Como sempre ficam o nevoeiro que ninguém consegue dissipar: Quem permite isto? Se as carteiras de acções perderem o valor todo, quem vai tapar o buraco da CGD? Afinal o que andam a fazer as entidades de fiscalização? Que caminho leva Portugal?

 

Opinem quando puderem

Com um Bom Fato e Boa Lábia se engangam os Tolos .... Gourmet

Não posso ficar indiferente as mais recentes revelações sobre os calotes dados pelo bem falante e bem vestido Joe Berardo a banca nacional sobretudo a Caixa Geral de Depósitos que é banco público e aos privados Novo Banco e Millenium/BCP.

Ontem saiu uma notícia num jornal electrónico em que Joe Berardo diz que a culpa do "crédito mal parado" (calote) na CGD não é dele, mas sim da própria CGD que lhe emprestou dinheiro para comprar acções do BCP que perderam valor em relação à data do empréstimo por que o banco em questão para se recapitalizar realizou um aumento de capital, ou seja, colocou mais acções em mercado reduzindo o valor das anteriores.

Como Chico Esperto que se preze, Joe Berardo passou para a sua fundação ou para empresas, os seus activos mais valiosos e que seriam penhoráveis para cobrir pelo menos parte das suas dívidas de milhões à banca, salvando por exemplo as obras de arte que estão expostas no CCB e que fazem parte da sua colecção de arte.

Numa coisa Mr. Berarado tem razão, a CGD tem culpa desta dívida, por que ele apenas pediu um empréstimo sem grandes garantias a partida, se a direcção da CGD aprovou um empréstimo tão avultado  para compra de acções foi por que quis e não por aparente pressão ou necessidade especial do mesmo.

E o Mr. Berardo tem uma sorte daquelas porque já tinha agentes de execução a espera dele à porta da Assembleia da República mas os mesmos depois se foram embora não sei porquê e não executaram as dívidas do senhor e pelo que li depois, acho que foi por terem obtido informações que os mesmos bens que iam ser arrestados não eram propriedade directa do Mr. Berardo.

Assim sendo a dívida ficou por pagar ao banco público que acaba por ser em última instância um calote dado no bolso de todos os contribuintes directos e indirectos para o porco de engorda chamado Fisco e vamos pagar esta conta que nada tem a ver com isto com mais carga fiscal e mais cativações e quem sabe na volta a invenção de mais um cool tax para enganar tolos e tapar estes buracos que cada vez tomam mais proporções de buracos negros galácticos.

E ficam as coisas sem correspondência: Quem foi a inteligência rara que aprovou este crédito? Porque recusam pequenos créditos a benificiários de prestações sociais e permitem que hajam buracos de milhões de euros de forma impune? Alguém entende como funciona o sistema bancário em Portugal?

Opinem por favor

Nascido Torto, Prova de Incompetência

Volto ao assunto dos novos passe porque ontem queria carregar antecipadamente o meu Navegante e era hábito carregá-lo (devido ao curso) nesta semana ou na semana do RSI porque o passe tinha 30 dias de validade qualquer que fosse a data de carregamento.

Acontece que a máquina só me carregava até ao final do mês e me cobrava um mês inteiro! E tentei várias vezes carregar o mesmo para 30 dias, e ainda por cima tinha entrevista de de emprego (por acaso até tive a sensação que tive uma boa atitude e aguardo resposta).

Depois de tentar umas 5 vezes, fui ao quiosque de informação do metro e me informaram que já não é possível o carregamento de passes a 30 dias, mas sim apenas de passes válidos a partir de dia 1 até ao final de cada mês e que passes de 30 dias só para idosos e reformados.

Dei por mim a pensar que esta medida acaba por ser um ser um verdadeiro retrocesso porque enquanto antes um utilizador dos transportes públicos da área de Lisboa carregava/pagava o passe quando podia tendo 30 dias de validade este mesmo pagamento, voltamos aos tempos das senhas que era coladas nos cartões e que se tinha que por o número de assinante no cimo das mesmas senhas de passe.

Sim, voltamos cerca de 15 anos para trás no tempo com filas épicas nos pontos de vendas de passes devido ao boom de utilizadores, filas aumentadas com os vermes  turistas que dizem ser o motor da economia nacional, mas que na realidade estão a descaracterizar os bairros típicos.

Se é esta a aposta na mobilidade, bem então foi uma bazucada nos reais cascos do mais incompetente edil de Lisboa dos últimos 40 anos e mais valia ter deixado ficar os carregamentos de 30 dias como eram antes em vez de castrar um direito que era de todos independentemente  da idade, género ou área geográfica de residência.

Esta ideia retrógarada vai prejudicar uma franja generosa de utilizadores dos transportes públicos que não podiam carregar o passe a dia 1 e pode levar a um aumento de ciruclação de carros na cidade de Lisboa em vez de reduzir apesar dos aumentos de combustíveis constantes que servem para alimentar o porco de engorda que é o fisco.

Portanto, Fernando Medina deu mais uma prova da sua incompetência embora hajam cegos que não queiram ver por ser politicamente correcto andar de transportes públicos, mas para mim tudo que seja "cool tax" ou política semelhante por parte da gerigonça eu desconfio que seja apenas uma máscara para tapar algum erro de gestão dos dinheiros públicos.

Volto a reiterar que esta política dos passes nasceu mesmo torta e cada vez mais está mais torta e vai, com o passar do tempo, vai ser um tiro pela culatra a não ser que se retome o sistema anterior de 30 dias de validade porque esta nova regra vai dar problemas e mais carros a circular na cidade por que nem todos recebem a dia 31, mas como na CML temos um operador turístico asinino em vez de um presidente de câmara competente ainda vamos ter mais erros semelhantes.

Ficam as coisas para as quais ninguém sabe a resposta: Quem teve esta ideia de carregamentos tão retrógrada? Quem ganha com isto? Será que isto vai aumentar os carros em Lisboa no médio prazo?

Opinem por favor

Gerigonça..... Martinha Temido..... Está na Hora de darem a Sola

Em Portugal, a Gerigonça criou um imposto, já falado aqui neste recanto, que é o imposto sobre bebidas açucaradas e ainda queria criar o imposto batata frita, mas a ideia caiu por terra porque "estavam muito preocupados com saúde dos jovens" e deixaram ficar as taxas dos imposto sobre as bebidas alcoólicas, além destes existe o imposto sobre o tabaco e o objectivo destes impostos além de desencorajar os consumos dos produtos sobre os quais os impostos incidem, são uma forma de o Estado ter receita para o Sistema Nacional de Saúde.

E eu vos digo que esta conversa toda é pura treta, mentira descarada sobretudo agora tendo mais receitas devido ao imposto coca cola e com o consumo cada vez maior de bebidas alcoólicas, o SNS está com menos dinheiro do que antes das entradas do dinheiro do imposto coca cola e as falhas chegam a limites que só se encontram em países sem SNS.

Se soube hoje que os doentes com cancro algarvios estão sem tratamento porque o IPO-LX não fez exames ou atrasou envio de resultado de exames porque o mesmo IPO exigiu garantias de pagamento dos hospitais algarvios, os mesmos não enviaram as mesmas garantias de pagamento e houve o caso de um doente que morreu sem saber os resultados do exame.

Apesar do presidente do IPO, João Oliveira, ter negado o facto da recusa do exame por falta da garantia do pagamento por parte dos hospitais que requisitam os exames ao Correio da Manhã, no site da Rádio Renascença o mesmo confirma que sem o "Termo de Responsabilidade" o IPO não realiza os exames requisitados.

O deputado do PSD eleito pelo distrito de Faro, Cristóvão Norte, denunciou o caso aos media e no parlamento e vai avançar para a Procuradoria-Geral da República para se investigar a situação e que há vários casos semelhantes no Algarve inteiro.

Além de ficar irado fiquei a pensar o que é feito do dinheiro destes impostos que seria para melhorar o decrépito SNS, mas cada ano que passa com a Gerigonça no poleiro a qualidade do SNS diminui e desde que a proto-homicida Marta Temido entrou no ministério da morte lenta a situação se tornou insuportável.

E em vez de canalizar as verbas para resolver os problemas de uma pasta cronicamente problemática, a mesma ministra se consola em perseguir os enfermeiros que têm coragem para enfrentar uma cidadã com a mania de mandar pensando que é uma mistura de Angela Merkel e Imelda Marcos com um toque de Mrs. Tatcher.

Esta ministra da saúde é a prova que a Gerigonça é um erro e este caso gravíssimo que se passa com o IPO-LX e que envolve o ministério da saúde é o sinal que algo tem que mudar na política em Portugal a não ser que os eleitores portugueses tenham a inteligência de um pedra de granito e que afinal as eleições no fundo não servem para nada.

Chega de incompetência e a Sra. Temido tem que sair do cargo que tem, soma erros atrás de erros e mais valia terem deixado ficar o faraó do que esta coisa que tem feito pior que o seu antecessor e afinal o imposto coca cola é para tapar os buracos da banca e nunca foi para o SNS e na volta ainda existe dinheiro cativado por Nosferatu Centeno que diz que não existe austeridade, mas existe outra coisa chamada ..... cativações.

E ficam as minhas perguntas: Para que servem os nossos impostos? Qual a função de Marta Temido na Gerigonça? Porque a esquerda fecha a boca? Porque ainda votam na Gerigonça? Serão os eleitores em Portugal débeis mentais? Porque o Presidente da República se cala?

Como sempre vos peço para analisarem e opinarem