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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

Perdi a minha mãe há 4 anos que se completam no mês de Setembro.

Nestes quase 4 anos sem ela ao pé de mim há dias que me custam mais a aguentar do que outros e passei por situações bastante dolorosas sem ser a perda da minha mãe.

Todavia há quase 2 anos, conheci um grupo de pessoas que com o passar do tempo se transformaram de conhecidos em amigos e de amigos em família e uma destas pessoas especiais para mim, passou pela mesma dor que eu passei e me senti impontente por não a poder ajudar e ao mesmo tempo fiquei bloqueado porque voltei a sentir a mesma dor que senti em Setembro de 2015.

Além desta família que foram os meus colegas do curso do IEFP que acabei há pouco mais de dois meses e que foram uma família quando eu precisei mesmo de ajuda, senti falta da minha mãe.

Senti falta de lhe dizer que finalmente acabei o liceu, de lhe dizer que achei a mulher da minha vida, que não tenho crises de asma há quase 10 anos... tanta coisa  e não a tenho ao pé de mim para lhe dizer estas simples coisas.

Tenho andado meio depressivo por estar sem ocupação e a disposição para escrever neste recanto não tem sido a melhor, mas se não desabafo para fora ainda fico com uma dor de cabeça daquelas.

Apesar de já terem passado 4 anos, uma das ocasiões em que estive com os meus sobrinhos e com a minha mãe em conjunto foi no último dia da mãe da minha mãe... e a dor é sempre maior nesta altura no ano...

 

Deixo um conselho:

 

Nunca desprezem as vossas mães se eles forem mesmo mães....

 

 

 

 

 

 

Nestes três dias (29 e 30 de Abril e 1º de Maio) passam 25 anos daquele que se pode considerar o fim de semana mais negro da história da Fórmula 1 de que tenho memória em 40 anos de vida.

Há 25 anos dois pilotos perdiam a vida na pista de Imola - Itália no fim de semana em que decorria o Grande Prémio de São Marino.

A primeira vítima do fim de semana negro da F1 foi o austríaco Roland Ratazenberger que tinha falecido num acidente brutal durante os treinos de qualificação para o mesmo GP no dia seguinte em que Rubens Barrichelo literalmente enganou a morte num gravíssimo acidente nos treinos livres quando ainda dava os seus primeiros passos na classe rainha do automobilismo de velocidade na Sauber (actual Alfa - Romeo).

As leis italianas nestes casos não apresentam quaisquer dúvidas e logo no caso do piloto austríaco que era uma promessa do segundo pelotão da F1, a sua morte era o suficiente para suspender logo aí o Grande Prémio até investigação detalhada das autoridades italianas e a FIA e a FOM na altura chefiadas por Bernie Ecclestone não estavam para perder milhares de dólares em receitas que derivavam do GP e provas anexas como as classes de formação e troféus monomarca.

Por isso os mafiosos da FIA e da FOM disseram que o piloto austríaco tinha falecido não no circuito como se veio a provar em investigações posteriores, mas sim no Hospital de Bolonha e com esta justificação poderam avançar com a corrida.

Um corrida fadada a ser a mais tenebrosa e fatal dos mais recentes anos da F1 e na volta número 7, na curva Tamburello que naquela semana estava sem pneus de protecção... o melhor piloto de todos os tempos, o que muitos consideram o Enviado de Deus encontrou o seu destino deixando o mundo inteiro de luto e levando a F1 para um luto quase eterno.

Um luto global que parou o globo ao nível do que se sentiu quando em 1997 faleceu a princesa Diana de Gales e foi dos dias que chorei mais na minha vida.

Na segunda feira seguinte, no liceu onde eu estudei, haviam colegas meus que estavam tão abalados que não estavam em grandes condições para estar nas aulas e houve testes adiados por um ou duas aulas pelo menos para que se recuperassem do choque da perda do divino Ayrton Senna.

Além da morte do divino ainda o piloto português Pedro Lamy teve um acidente na boxe onde um pneu mal atarrachado saltou e acertou em pessoas que estavam na bancada e houve um abastecimento que correu mal e houve mecânicos queimados noutra equipa.

Este fim de semana negro aconteceu sobretudo devido a ganância de quem dirigia a F1 na altura e que no caso de ter sido honesta na altura que Roland perdeu a vida, teria logo suspendido a corrida e se teria evitado uma tragédia maior por um lado, e no caso do acidente de Rubens, hoje dia com a Liberty, suspendia logo os treinos até apuramento de causas como no recente Grande Prémio do Azerbeijão onde uma tampa de esgoto que apenas causou dandos materiais foi o suficiente para suspender todos os treinos livres de sexta-feira.

As mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna, os acidentes de Rubens Barrichelo e Pedro Lamy foram a chave para que se implementassem medidas extremas de segurança que redurizam quase a zero o risco de morte na F1 e a introdução recente do halo que foi contestada por muitos, mas a mesma já se revelou positiva porque já evitou lesões graves de muitos pilotos.

O último piloto a falecer na F1 em decorrência de um Grande Prémio foi o francês Jules Bianchi que morreu em consequência de um acidente sofrido no Grande Prémio do Japão de 2014 por negligência da equipa de pista que não removeu a tempo um tractor de reomção de um carro já acidentado e o Marrussia que conduzia embateu em cheio no mesmo tractor causando danos neurológicos irreversíveis ao mesmo piloto.

No ano anterior a piloto espanhola Maria de Villiota que era piloto de testes da mesma equipa faleceu em consequência de um ataque cardíaco que teve como causa primordial o acidente que teve um ano antes e foi um acidente um tudo de nada semelhante ao que causou a morte a Jules Bianchi.

Voltando ao assunto que está na génese deste mesmo artigo, hojer passam 25 anos que o maior piloto de F1 de todos os tempos transmigrou de forma trágica e muito provavlemente evitável.

Naquele dia eu queria gravar em vídeo a corrida para ver mais tarde, mas tinha-me esquecido de programar o vídeo automático para gravar a corrida e saí de casa com a minha família e fui comer umas bifanas para a Alameda para o 1º de Maio da CGTP e estava-me nas tintas para o discurso, só queria era saber o resultado do Grande Prémio.

Estive umas horas na Alameda e depois vim em passo demorado para a minha antiga casa e estranhei as pesssoas a olharem para as televisões dos poucos cafés que estavam abertos, mas não dei importância e liguei a televisão no Desporto 2 e a jornalista Cecília do Carmo solta a bomba que foi a notícia da morte do Divino.

Enfiei-me no meu quarto e não saí de lá durante horas e toda a minha família vinha confortar-me e depois foi uma semana onde até o liceu onde eu estava sentiu a morte do Divino da F1 ao ponto de haver provas adiadas e no dia do funeral nem quis acreditar na quantidade de almas que esperavam o corpo de um herói não apenas brasileiro mas global para a última viagem.

A geração que tem 40/50 anos teve o privilégio de ver este divino a voar baixinho nas pistas deste pequeno pixel de vida chamado Terra e viu a trágédia de Ímola nunca vai esquecer nem a tragédia e muito menos o Divino e a tragédia de Ímola foi o despertar da consciência para a criação de meios de segurança na F1 que continuam a ser melhorados ao longo do tempo.

 

 

Simplmy The Best..... Ayrton Senna

 

 

21/04/1960 - 01/05/1994   ∞

 

 

 

Hoje se ainda estivesse no mundo terreno, Freddie Mercury, o melhor cantor Rock de todos os tempos e provavelmente o melhor cantor de sempre, multi-instrumentista e com uma corlatura de voz que nem o mítico Pavarotti conseguia alcançar, faria 70 anos.

Melhor para um fan declarado dos Queen e de Freddie Mercury como eu, Freddie nunca morreu, apenas transmigrou para uma existência superior para onde todos os grandes génios da humanidade transmigram para uma espécie de paraíso, de Valhalla onde todos os grandes da humanidade se encontram, os grandes de todas as áreas da humanidade.

Freddie Mercury é a lenda da música, a lenda do rock que foi capaz de ter admiradores mesmo fora da área do rock e os Queen foi o primeiro grupo rock a tocar do lado de lá da Cortina de Ferro quando foram dar um concerto em Budapest no estádio Ferenc Puskás (antes Nepatstadium) em 1986 na Magic Tour que seria a última do mítico grupo britânico que foram os autores da melhor actuação rock de sempre no Live Aid'85, a mesma que ainda é falada.

Freddie Mercury deixou um tamanho legado que o seu trabalho encontrou fans nas gerações nascidas depois da sua morte em 1991 e o seu alcance vocal único não acha igual no mundo da música embora existam cantores com alcances próximos, mas jamais iguais (Bruce Dickson - Iron Maiden, Marc Martel - Queen Extravaganza (grupo de tributo aos Queen)) ou de outras formas com uma míriade de grupos de tributo ou com o musical We Will Rock You baseado nas músicas dos Queen e onde se revelaram grandes vozes como Kerry Ellis (na actuação original em Londres) ou Eva Maria Cortés (Em Madrid, Espanha).

Quando oiço as músicas dos míticos Queen mesmo em imitações ou no projecto Queen +, conduzido pelo guitarrista dos Queen, Brian May e pelo baterista dos Queen, Roger Taylor, assitidos por vários artistas incluindo Rufus Taylor, filho do baterista dos Queen, por um lado sinto uma tremenda saudade e por outro sinto que as músicas que cresci a ouvi-las estão a chegar as novas gerações e o concerto dos Queen com Adam Lambert no Rock in Rio em Lisboa este ano foi a prova que o legado de Freddie Mercury continua e há 4 anos atrás na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres assim que apareceu a imagem do maior génio da música, o estádio olímpico entrou em êxtase pura e sempre que num concerto do projecto Queen + aparece o génio imortal de seu nome Freddie Mecury, nascido Farrokh Bulsara em Stone Town, Zanzibar em 5 de Setembro de 1964 via holograma não há arena que suba as nuvens como aconteceu este ano em Lisboa no Rock in Rio Lisboa.

Este legado aparece nas mais diversas imitações nos vários programas de caça-talentos ou de imitações espalhados pelo mundo onde quem tenta imitar ou cantar uma das músicas do génio que hoje faz 70 anos e consegue acertar minimamente nas notas e na letra tem quase com toda a certeza uma boa classificação final assegurada e basta se navegar no Youtube para se verem vários exemplos, sobretudo em jovens.

Escolher um vídeo ou vídeos para marcar o aniversário do maior cantor de todos os tempos é dificil, mesmo muito difícil escolher um vídeo que seja do maior de todos os tempos, mas não vou escolher um apenas, mas sim três do Génio e dois de tributo ou melhor falando legado:

 

Vos vou postar

 

Bohemian Rhapsody,  We Are The Champions (o primeiro em versão oficial e traduzida para português e o segundo na apoteótica versão Wembley 86) e Radio Gaga (Live Aid)

 

 

Legados: Who Wants To Live Forever - Sarah Brightman, The Show Must Go On -  Alex Pirvu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

e um encore: os dois primeiros êxitos dos Queen: Keep Yourself Alive e Killer Queen

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Esta vida de casado que agora levo não me dá muito espaço livre para dedicar a este meu, vosso blog que vai a caminho dos 13 anos de vida e me esqueci de escrever um artigo de tributo ao grande fadista D. Vicente da Câmara que nos deixou no passado dia 28 de Maio e ao ver as homenagens feitas no RTP-Memória me reavivou a memória que teria que fazer um tributo a um dos grandes fadistas da nossa praça.

Assumo que fado não é a minha praia em termos musicais, mas tenho que reconhecer os talentos de um dos príncipes da canção nacional e que apesar de ser um aristocrata e descendente de boas famílias não foi por isto que deixou de ser um grande fadista e ter deixado uma obra transgeracional que apenas se encontram em poucos grupos ou artistas do rock e pop ou da ópera.

Para bem da canção nacional D. Vicente da Câmara deixou legado em todas as gerações da sua família e o talento felizmente vai ter sucessores e como disse uma vez um grande cantor britânico que sabia que iria morrer em breve: The Show Must Go On - O Espectáculo que Continuar....

 

Paz a sua alma D. Vicente da Câmara

 

1928 - 2016

 

 

 

 

 

Este Natal está a ser um dos mais dolorosos da minha vida porque é o primeiro que passo sem a minha mãe viva e está a ser uma dor daquelas, mas tenho que a superar e vos deixo o mesmo glitter que vos deixei no ano passado porque é o meu favorito para publicar em blogs e afins

 

 

 

Para todos que visitam e leem este blog vosa desejo Feliz Natal dentro dos possíveis

 

 

 

 

http___www.recadoseglitters.com_recados-orkut_feli

 

um terço da minha vida foi empregue neste mesmo blog e muito passei nestes 12 anos e tenho que dar os parabéns não só a mim, bem como a todos e todas que leem os meus textos e os espalham pelo mundo conhecido e desconhecido caso este seja o caso como são os pedidos de medula óssea....

 

 

 

este blog é dedicado não só aos visitantes bem como é dedicado a uma pessoa muito querida para mim e que transmigrou em Setembro e que nunca será esquecida

 

 

 

 

 

 

http___www.recadoseglitters.com_recados-orkut_flor

 

 

 

 

Há 24 anos o mundo perdeu o que para mim e para muitos é o melhor cantor de todos os tempos para não dizer um dos melhores músicos de sempre e na parte do canto tinha uma voz única, tão única que até as presentes gerações ainda o admiram mesmo passados 24 anos da sua transmigração para o outro mundo

 

 

e escolher uma das músicas derradeiras do deus da música é dificil e a escolha

 

 

 

A derradeira música do deus da música dedicada a sua mãe e por coisas que ninguém explica passam dois meses que perdi a minha mãe

 

 

Mother Love - Queen (legendada)

 

 

 

 

 

 

 

 

Freddie Mercury - Stone Town, Zanzibar  05/09/46 - Londres, Reino Unido 24/11/91

 

 

Forever in our

 

 

 

 

Há 25 anos e ainda na febre da bomba que foi para a ópera a jóia chamada Barcelona que juntou o Deus da música Freddie Mercury a Diva da ópera Montserrat Caballé num dueto único, o produtor musical italiano Mario Dradi teve a ideia de juntar um recuperado José Carreras de uma luta titânica contra a leucemia a outros dois reis da ópera, Plácido Domigo e Luciano Pavarotti nas termas de Caracala na Cidade Eterna ..... se fez magia e este mesmo concerto serviu para angariar fundos para fundção de José Carreras de Luta contra a Leucemia (cujo link está na coluna de links deste mesmo blog)

E serviu de grande final ao mundial de futebol de 1990

 

 

esperando que seja do vosso agrado

 

 

 

Nessun Dorma - The Three Tenors (Roma 1990)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje escolho duas músicas bem especiais..... para o dia de hoje

 

 

 

 

A abertura da série Verão Azul

 

 

 

e

 

 

Nothing Else Matters - Metallica (legendado)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E vos deixo um encore