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Opiniões e Críticas Secretas

Opiniões e Críticas Secretas

As ondas têm estado agitadas para o lado do Largo do Rato depois que a assembleia da república chumbou com estrondo a linha em anel do Metro de Lisboa, deixando aquele ser que se diz presidente da CML mais tonto do que uma barata depois de levar com uma dose de Baygon em cima das antenas.

O mesmo ser começou logo a comparar os supostos lucros do turismo à capacidade produtiva da Auto-Europa e eu assim que ouvi desconfiei que a água que o mesmo cidadão tinha a sua frente não fosse medronho ou algo semelhante para dizer tamanho disparate porque o mesmo cidadão se esqueceu do custo humano e ambietal que a overdose de turismo tem.

Do outro lado da cidade outra cabeça de botão de rosa se saiu com uma daquelas que se diz logo que se ficasse calado era um poeta quando afirmou de peito cheio que em Lisboa não há hipótese de congelar as rendas como se fez em Berlim, embora haja uma pequena diferença salarial: é que em Portugal o SMN é de 600 euros e na Alemanha é 2.400,00 euros e com rendas de 800 euros para uma casa digna deste nome em Lisboa só se for estrangeiro com visto gold ou mafioso do partido do poleiro consegue alugar casa em Lisboa ou no Porto.

E na defesa do descongelamento quem fala mais alto são... os cretinos que moram nos subúrbios e que adoram estar nas filas do trânsito para entrar em Lisboa por puro vício e depois berram quando a gasolina ou gasóleo sobem de preço e ao lado destes, está claro estão os grandes propreitários e especuladores que se têm enchido com a bolha do turismo.

Ao mesmo tempo dão aumentos salariais de 0,3% nos salários da FP que servem de bitola para o resto, o que na realidade é um congelamento encapotado e só aumentam um pouco mais os que são abaixo do SMN.... e vejo aquela senhora que era contra os colégios e nós, otários contribuintes, andamos a pagar as mensalidades do Colégio Alemão dos filhos da dita senhora que passou da educação para a função pública, gerindo a pasta com igual incompetência.

E os que contestavam as medidas de Passos Coelho que eram menos infames que estas... estão mais atentas uma deputada ressabiada e parecem ovelhinhas mansas a ouvirem o Grande Líder....

Depois numa rara acertada inciativa aceratada do PAN levada ao parlamento que tinha como objectivo o chumbar da linha em anel que fundia a linha verde e amarela numa só, cuja ideia saiu da cabecinha inspirada do edil da capital da república, Fernando Medina.

O mesmo Medina está com umas novas ideias para o centro de Lisboa, em especial para a Baixa Pombalina que lembram os porejctos que Abecassis tinha em mente nos anos 80 e cuja grande consequência foi o incêndio do Chiado.

E depois de ter tido uma derrota bem dura no parlamento, o mesmo Medina entrou em surto e teve a ideia brilhante que no seu novo plano para a Baixa Pombalina a quer trasnformar numa espécie de condomínio fechado onde os seus potenciais moradores permanentes terão visitas limitadas depois das obras que a CML tem projectadas para o coração da capital da Lusitânia.

Depois de ler tamanha colecção de disparares lembrei-me que o já falceido Kruz de Abecassis teve uma ideia quase semelhante para a Baixa e para o Chiado e depois se viu o resultado que teve em 1988, mas no caso do edil apoiado pelo CDS, não havia limitação de visitas para os moradores nem listas de visitas.

Tal medida viola qualquer princípio legal quer seja português como comunitário e ainda chega a ser mais estúpida que a ideia da linha em anel ou metro de superfície como existe no Campo Grande e em Odivelas que o mesmo Medina queria construir em Santos; todavia não nos podemos esquecer que nas últimas eleições autárquicas a abstenção quase chegou aos 50% a nível nacional e até em Lisboa passou este limite e cada um tem o que merece em termos de eleições porque ficou em casa em vez de ir votar nem que seja naqueles que estão a encher o boletim.

E com tanto problema social e humano que existe em Lisboa, ideias destas só servem para transformar o presidente da câmara municipal numa espécie de bobo da corte republicana sem qualquer piada daqueles que dá vontade de o descartar logo ao primeiro momento para um cargo inferior ao de bobo porque até ser bobo é um cargo demasiadamente digno para tal pessoa que parece por vezes estae ébrio.

 

Quem te viu e quem te vê, Lisboa

Nesta nação tão viciada em turismo como um alcoóltara em álcool e que está dividida em duas partes tão desiguais como dia da noite que é o litoral com quase tudo e mais alguma coisa, sobretudo o que fica a norte do rio Tejo e o resto do país sem nada em termos de estruturas sobretudo hospitais.

Agora no Verão, época alta do ópio do governo e de alguns patos bravos desta nação alguns hospitais estãoa fechar alguns serviços por falta de meios humanos, ou seja, falta de médicos e um destes serviços são os serviços de obstetrícia de alguns hospitais de zonas mais remotas do melhor (PIOR) destino de férias do mundo a norte do Equador.

Os serviços que fecharam por falta de médicos foram os serviços de obstetrícia dos hospitais de Portimão e Beja e os restantes apresentam constrangimentos de meios humanos, enquanto isto se passa, a Sra. Temido nada diz a não ser disparates e o dinheiro do imposto Coca Cola que seria para melhora o SNS se evaporou no ar e o dinheiro dos impostos que jorra do ópio dos patos bravos do turismo ainda mais depressa se evapora.

Fico a reflectir realmente no estado da nação de seu nome Portugal que de bom apenas tem a comida, o futebol e o hóquei em patins além do desporto para deficientes; porque de resto como nação nos últimos tempos tem sido um falhanço completo.

Agora a mais recente prova que estes óscares do turismo não passam de uma máscara para esconder a realidade de uma nação falhada onde graças aos encerramentos de obstetrícia de Beja e Portimão, uma mulher foi mãe... numa bomba de gasolina em Aljustrel no país onde se diz que o ensino da medicina é de qualidade, mas os mesmos médicos não hesitam em emigrar ou em ir para a privada porque servir o SNS não compensa uma vida de 20 anos de estudo no ponto de vista de alguns médicos porque nos tempos de hoje já não se é médico por se servir o próximo, mas sim porque se pensa que se vai ganhar bem.

O ideário do médico com amor a profissão e que vai servir o próximo como Sousa Martins ou como a personagem João Semana de "As Pupilas do Senhor Reitor" de Júlio Dantas (brilhamente retratado por Nicolau Breyner na série homónima da RTP), actualmente boa parte da nova geração dos médicos ou querem ganhar bem devido ao facto de serem licenciados ou então fogem de ir para o interior e o ministério da Saúde não pensa nem nunca pensou como colocar médicos em número suficiente no inteior porque Portugal não é só litoral e turismo.

Estas falhas vão continuar a aparecer apesar do aumentar da carga fiscal e das receitas públicas que escoam por um buraco negro galáctico que ninguém sabe qual será o universo paralelo para onde vai parar este mesmo dinheiro.

E ficam uns jerrycans de gasolina por encher: Para quando mais médicos no interior? Para que servem os nossos impostos? Afinal qual a utilidade do ministério da saúde? Qual a dignidade dos prémios de turismo se não cumprimos os Direitos Humanos para todos os cidadãos? Do que nos serve ser turísticos se não sabemos tratar dos que aqui vivem?

 

Opinem quando puderem

Estes borregos geniais que estão a dirigir as finanças públicas que se dizem possuidores de uma sabedoria sem fim na área, mas que na realidade não passam de uns borregos que se deixam levar em conversas como se fosse a roubar um doce a uma criança.

A nova façanha dos gênios do Instituto de Gestão do Crédito Público foi fazer emissão de dívida directamente para a China, não em em euros, mas sim na moeda local oficalmente conhecida como Renminbi ou coloquialmente conhecida como yuan com uma taxa de juro de 4%, muito acima da taxa que é praticada nos empréstimos em euros.

Venderam a ideia a que por ser numa moeda mais fraca e ter juros reais mais baixos, mas estes borregozitos se esqueceram que os Estados Unidos cairam nesta conversa e devem triliões de dólares a China e a China tem várias nações na mão a conta deste crédito fácil que é fácil para ser concedido mas para ser pago é impossível.

Com esta triste ideia fiquei a pensar se se optou por um crédito em moeda mais fraca então se poderia pensar no regresso ao escudo e sair do euro para se ter uma moeda mais fraca e se apostar nas exportações a baixo custo e produzidas com qualidade dentro da área da UE o que fazia que as mesmas fossem isentas de impostos.

Mas estes empréstimos da China está provado funcionar como as drogas pesadas, primeiro exprimentam-se e depois os países já não vivem sem eles e depois para pagá-los é algo semelhante como largar o vício dos narcóticos pesados, ou seja, para o largar é praticamente impossível ou quase impossível e as recaídas são mais do que muitas ou muitas nações já chegaram ao ponto de desistirem de se curar deste vício porque sabem que não têm cura.

E deixo as neblinas de um smog financeiro que vai fazer muitas vítimas: Se se pede dinheiro emprestado em dinheiro chinês, porque não se volta ao escudo? Quais serão as consequências a longo prazo deste empréstimo? Quem foi o génio que esteve por detrás desta ideia? 

A gerigonça nos seus primórdios criou um imposto descaradamente ideológico e dando a desculpa do cada vez maior número de obesidade infantil porque os pais não sabem tirar as consolas dos filhos e por os filhos a correr e a jogar a bola para queimar calorias sobre as bebidas açucaradas tendo como alvo primordial e principal a Coca Cola e bebidas semelhantes.

Este mesmo imposto seria, segundo a Gerigonça, para melhorar o SNS e colmatar as suas crónicas falhas, acontece que desde que este mesmo imposto começou a ser cobrado na produção e que por tabela se reflecte nos preços das ditas bebidas que ao contrário das bebidas alcoólicas nunca mataram ninguém e as grande marcas deram um golpe de rins a gerigonça e reduziram o volume das embalagens, assim reduzindo o imposto a pagar.

Acontece que este imposto na realidade acabou por ir tapar os buracos da banca e o SNS cada vez está pior com o passar do tempo.

E uma prova disto é o que está acontecer com o Hospital de Gaia que tem que adiar cirurgias por falta de material básico como algodão para neurocirurgia, cânulas nasais, máscaras para oxigénio ou bandas de avaliação de anestesia entre outro material essencial a qualquer bloco operatório.

Estas faltas de material levou ao adiamento de várias operações no dito hospital causando transtornos inimagináveis a milhares de pacientes do mesmo hospital.

A dita senhora teve uma semana que teve mesmo na pastilha porque depois desta bronca em Vila Nova de Gaia deu outra bronca a norte quando em vez de avançar em definitivo com a unidade de pediatria do Hospital S. João, apenas disse que as crianças que fazem tratamento oncológico no mesmo hospital passam dos contentores cheios de bolores e fungos para o pavilhão principal onde são tratados os doentes ... adultos; resumindo os miúdos continuam a ser tratados nos corredores.

A mesma senhora disse que as mesmas obras estão previstas começarem no final de 2019 e estarão completas dois anos depois embora ainda não tenha sido lançado qualquer concurso público em relação as mesmas e fico a pensar como isto vai ser feito.

Para fechar a grande semana da Senhora Marta Temido, a mesma se saiu com uma medida para combater as listas de espera que só alguém sob o efeito de algo mais forte do que absinto teria coragem de lançar em público a ideia de redistribuir os doentes que se encontram em lista de espera, não pelos hospitiais mais perto da sua área de residência mesmo que sejam privados, mas sim distribuí-los pela extensão do território português em vez de contratar mais médicos e mais enfermeiros.

Esta medida faz com que por exemplo doentes de Lisboa sejam enviados para Coimbra ou de Mirandela para Faro e casos semelhantes que é uma forma de dar a eutanásia ao SNS que tanto demorou a formar e a criar e depois ainda se dão ao luxo de terem um imposto para supostamente sustentar um SNS que está moribundo e a incompetência chamada Marta Temido está a matar e a fazer com que o ideológico imposto Coca Cola vá parar aos bolsos dos banqueiros e caloteiros da banca.

Esta medida é uma forma encapotada de eutnásia porque os desesperados que estão nas listas de espera vão morrendo aos poucos, limpando estas listas e dar a impressão na União Europeia que o SNS funciona e que o dinheiro que a UE enfia em Portugal é bem empregue e não é desviado para nada de inútil.

E deixo umas brumas bem espessas para serem iluminadas: Para que serve o imposto Coca Cola? Aonde está o dinheiro do imposto Coca Cola? Será que Sra. Temido tem competência para o ministério da Saúde? Afinal que esta senhora pretende fazer do SNS? Para onde vamos parar com esta Ministra da Saúde?

 

Opinem quando puderem

 

A investigação da Correio da Manhã TV alertou para um facto que até agora permanecia oculto para o comum dos cidadãos sobre os pedidos de prospecção para mineração de lítio em Portugal devido ao boom dos carros movidos a electricidade e aos futuros carros movidos a hidrogénio que já estão nas pranchetas dos engenheiros.

Por uma estranha coincidência daquelas que só acontecem em Portugal e que não acontecem nas nações mais ou menos civilizadas como Espanha ou Brasil, as áreas para as quais foram requeridas licenças de prospecção foram as mesmas que foram dizimadas pelos incêndios de 2017 em especial na área da Covilhã.

No mesmo ano onde mais de 100 pessoas morreram nos incêndios e aconteceu o tristemente conhecido incêndio de Perdrógão Grande cujo desvio de donativos foi arquivado pela justiça da república, mas esta é outra história bem suja da república Portuguesa.

Voltando ao caso do lítio, como não bastasse ser em zona onde ocorreram incêndios e não mexeram uma palha para reconstruir nem casas nem campos agrícolas e as minas vão ser a céu aberto com as consequências que daí poderão advir para o meio ambiente devido a existência de uma mina a céu aberto que devido ao facto de o lítio ser um metal corrosivo, que ao entrar em contacto com a água foram hidróxido de lítio, uma base semelhante a soda cáustica que é usada para desentupir as canalizações e que em contacto com terrenos agrícolas ou de pasto os inutiliza.

Além do risco associado ao lítio e dos detritos resultantes da actividade mineira é a poluição atmosférica que é causada por uma mina a céu aberto e que vai contaminar uma região relativamente proxima de uma área protegida e de uma região conhecida pelos seus produtos de origem agrícola como o leite, queijos e lã de ovelha entre outros.

Além de ser um estranha coincidência, não deixa de ser aberrante como havendo um partido ecologista na Gerigonça (Partido Ecologista "Os Verdes") e haver outro que apoia em parte a Gerigonça e é também ecologista e ambientalista (PAN) e ambos estarem de bico calado perante este atentado ambietal que é feito sobre as cinzas onde morreram dezenas de pessoas e onde outras centenas ficaram sem os seus haveres e os resistentes que sobreviveram vão ficar sem o seu ganha-pão para que uns estrangeiros quaisquer venham escavacar os solos a procura de um metal que é escasso noutros recantos do planeta e parece ser abundante em Portugal.

Ficam os enigmas da Esfinge a espera de um Rei Édipo para os desvendar : Existem alguma ligação entre as explorações de lítio e os incêndios? Porque arquivaram o caso de Pedrógão? Porque têm que ser empresas estrangeiras a explorar o lítio? Fizeram estudos de impacto ambiental? Quais as consequências para as populações que vivem nas regiões das futuras minas de lítio a céu aberto? Quem ganha e quem perde com esta exploração? Quais as consequências a médio e longo prazo em termos ambientais?

Opinem enquanto bebem um Caffé Americano, vulgo uma abatanado feito com um café decente

O Grande Amigo Ivo questiona a legalidade de parte das provas da Operação Marquês que num país de gente honesta como o Brasil ou a Itália seriam o suficiente para enviar Sócrates Pinto de Sousa e os seus comparsas passar uns quantos anos atrás das grades para uma qualquer cadeia.

Mais questionável seria a nomeação do mesmo juiz porque a mesma foi feita por um sorteio duvidoso que só funcionou a terceira tentativa porque das outras tentivas ou dava erro de sistema ou colocava como juiz deste mesmo processo o inimigo mortal de Sócrates Pinto de Sousa, o juiz Carlos Alexandre.

Este mesmo Ivo Rosa, já livrou Armando Vara de uma caução de vários milhares de euros e está a fazer vários favores ao PS, livrando eminentes socialistas da espada da justiça quando as evidências publicadas nos massa media são claras demais para serem ignoradas por cidadão que se diz Juiz de Direito que quando observadas as suas atitudes até um cidadão de poucos estudos pode questionar se ele é o juiz indicado para o caso.

Este favorecimento aos suspeitos socialistas da Operação Marquês causa estranheza a muitos e ainda mais inusitada é atitude do Conselho Superior de Magistratura que nada diz sobre o mesmo juiz Ivo Rosa vir falar para os meios de comunicação social sobre este mesmo caso, mas quando Carlos Alexandre numa qualuqer entrevista falva nem que fosse de forma velada sobre a Operação Marquês parecia que caia o Carmo e a Trindade no CSM.

Esta atitiude das altas esferas da justiça ao facilitar a vida em especial aos partidos do arco do poder, mas sobretudo aos socialistas leva com que se suspeite que o chamado terceiro poder esteja mais contaminado de corrupção do que um lupanar dos tempos da Roma Antiga e que a justiça que deveria de existir só seja seja implacável para as classes sociais inferiores ou de poucos meios financeiros porque os priveligiados da república têm os mesmos privlégios dos que os Patrícios Romanos ou outra qualquer classe de privilegiados que venha mencionada nos anais da História da existência da humanidade no pequeno pixel azul de vida chamado Terra.

E ficam os buracos por tapar: Que estará Ivo Rosa a proteger? Será que o sorteio do juiz foi legítimo? Porque o CSM não questiona as atitudes de Ivo Rosa? Afinal o que é o Direito em Portugal? O que é Justiça em Portugal?

 

Opinem ....

 

Volto ao assunto dos novos passe porque ontem queria carregar antecipadamente o meu Navegante e era hábito carregá-lo (devido ao curso) nesta semana ou na semana do RSI porque o passe tinha 30 dias de validade qualquer que fosse a data de carregamento.

Acontece que a máquina só me carregava até ao final do mês e me cobrava um mês inteiro! E tentei várias vezes carregar o mesmo para 30 dias, e ainda por cima tinha entrevista de de emprego (por acaso até tive a sensação que tive uma boa atitude e aguardo resposta).

Depois de tentar umas 5 vezes, fui ao quiosque de informação do metro e me informaram que já não é possível o carregamento de passes a 30 dias, mas sim apenas de passes válidos a partir de dia 1 até ao final de cada mês e que passes de 30 dias só para idosos e reformados.

Dei por mim a pensar que esta medida acaba por ser um ser um verdadeiro retrocesso porque enquanto antes um utilizador dos transportes públicos da área de Lisboa carregava/pagava o passe quando podia tendo 30 dias de validade este mesmo pagamento, voltamos aos tempos das senhas que era coladas nos cartões e que se tinha que por o número de assinante no cimo das mesmas senhas de passe.

Sim, voltamos cerca de 15 anos para trás no tempo com filas épicas nos pontos de vendas de passes devido ao boom de utilizadores, filas aumentadas com os vermes  turistas que dizem ser o motor da economia nacional, mas que na realidade estão a descaracterizar os bairros típicos.

Se é esta a aposta na mobilidade, bem então foi uma bazucada nos reais cascos do mais incompetente edil de Lisboa dos últimos 40 anos e mais valia ter deixado ficar os carregamentos de 30 dias como eram antes em vez de castrar um direito que era de todos independentemente  da idade, género ou área geográfica de residência.

Esta ideia retrógarada vai prejudicar uma franja generosa de utilizadores dos transportes públicos que não podiam carregar o passe a dia 1 e pode levar a um aumento de ciruclação de carros na cidade de Lisboa em vez de reduzir apesar dos aumentos de combustíveis constantes que servem para alimentar o porco de engorda que é o fisco.

Portanto, Fernando Medina deu mais uma prova da sua incompetência embora hajam cegos que não queiram ver por ser politicamente correcto andar de transportes públicos, mas para mim tudo que seja "cool tax" ou política semelhante por parte da gerigonça eu desconfio que seja apenas uma máscara para tapar algum erro de gestão dos dinheiros públicos.

Volto a reiterar que esta política dos passes nasceu mesmo torta e cada vez mais está mais torta e vai, com o passar do tempo, vai ser um tiro pela culatra a não ser que se retome o sistema anterior de 30 dias de validade porque esta nova regra vai dar problemas e mais carros a circular na cidade por que nem todos recebem a dia 31, mas como na CML temos um operador turístico asinino em vez de um presidente de câmara competente ainda vamos ter mais erros semelhantes.

Ficam as coisas para as quais ninguém sabe a resposta: Quem teve esta ideia de carregamentos tão retrógrada? Quem ganha com isto? Será que isto vai aumentar os carros em Lisboa no médio prazo?

Opinem por favor

Em Portugal, a Gerigonça criou um imposto, já falado aqui neste recanto, que é o imposto sobre bebidas açucaradas e ainda queria criar o imposto batata frita, mas a ideia caiu por terra porque "estavam muito preocupados com saúde dos jovens" e deixaram ficar as taxas dos imposto sobre as bebidas alcoólicas, além destes existe o imposto sobre o tabaco e o objectivo destes impostos além de desencorajar os consumos dos produtos sobre os quais os impostos incidem, são uma forma de o Estado ter receita para o Sistema Nacional de Saúde.

E eu vos digo que esta conversa toda é pura treta, mentira descarada sobretudo agora tendo mais receitas devido ao imposto coca cola e com o consumo cada vez maior de bebidas alcoólicas, o SNS está com menos dinheiro do que antes das entradas do dinheiro do imposto coca cola e as falhas chegam a limites que só se encontram em países sem SNS.

Se soube hoje que os doentes com cancro algarvios estão sem tratamento porque o IPO-LX não fez exames ou atrasou envio de resultado de exames porque o mesmo IPO exigiu garantias de pagamento dos hospitais algarvios, os mesmos não enviaram as mesmas garantias de pagamento e houve o caso de um doente que morreu sem saber os resultados do exame.

Apesar do presidente do IPO, João Oliveira, ter negado o facto da recusa do exame por falta da garantia do pagamento por parte dos hospitais que requisitam os exames ao Correio da Manhã, no site da Rádio Renascença o mesmo confirma que sem o "Termo de Responsabilidade" o IPO não realiza os exames requisitados.

O deputado do PSD eleito pelo distrito de Faro, Cristóvão Norte, denunciou o caso aos media e no parlamento e vai avançar para a Procuradoria-Geral da República para se investigar a situação e que há vários casos semelhantes no Algarve inteiro.

Além de ficar irado fiquei a pensar o que é feito do dinheiro destes impostos que seria para melhorar o decrépito SNS, mas cada ano que passa com a Gerigonça no poleiro a qualidade do SNS diminui e desde que a proto-homicida Marta Temido entrou no ministério da morte lenta a situação se tornou insuportável.

E em vez de canalizar as verbas para resolver os problemas de uma pasta cronicamente problemática, a mesma ministra se consola em perseguir os enfermeiros que têm coragem para enfrentar uma cidadã com a mania de mandar pensando que é uma mistura de Angela Merkel e Imelda Marcos com um toque de Mrs. Tatcher.

Esta ministra da saúde é a prova que a Gerigonça é um erro e este caso gravíssimo que se passa com o IPO-LX e que envolve o ministério da saúde é o sinal que algo tem que mudar na política em Portugal a não ser que os eleitores portugueses tenham a inteligência de um pedra de granito e que afinal as eleições no fundo não servem para nada.

Chega de incompetência e a Sra. Temido tem que sair do cargo que tem, soma erros atrás de erros e mais valia terem deixado ficar o faraó do que esta coisa que tem feito pior que o seu antecessor e afinal o imposto coca cola é para tapar os buracos da banca e nunca foi para o SNS e na volta ainda existe dinheiro cativado por Nosferatu Centeno que diz que não existe austeridade, mas existe outra coisa chamada ..... cativações.

E ficam as minhas perguntas: Para que servem os nossos impostos? Qual a função de Marta Temido na Gerigonça? Porque a esquerda fecha a boca? Porque ainda votam na Gerigonça? Serão os eleitores em Portugal débeis mentais? Porque o Presidente da República se cala?

Como sempre vos peço para analisarem e opinarem

Devido aos trágicos fogos do último Outono, se gerou uma corrente solidária nesta nação para ajudar as vítimas dos incêndios do Pedrógão Grande que fizeram tanto vítimas mortais como vítimas materiais.

Acontece que parte destes dontivos acabaram no bolso no desgoverno da gerigonça que os usou para as obras nos hospitais da Universidade de Coimbra e outra parte se sublimou como fossem cistais de iodo expostos ao ar e dezenas de milhões de euros se sumiram no ar, sem ninguém saber onde pararam e nem as casas prometidas a quem tinha ficado desabrigado tinham sido construídas.

Passado quase um ano desta tragédia, uma reportagem da TVI, colocou o dedo na ferida e conseguiu descobrir que o dinheiro que sobrou do que não desviado para nenhuma obra de última obra como a dos HUC, ficou nas mãos da edilidade local e ainda mais grave, o edil está a pedir e a fazer o jeitinho para quem não tinha a sua morada principal na área afectada pelos fogos, transferirem a sua morada para esta mesma zona; de forma a terem as obras de reconstrução das suas casas de férias completamente gratuitas pagas pelos dontivos que os portugueses e outros cidadãos do mundo deram para mitigar esta tragédia.

O mesmo edil resolveu processar o canal de televisão, embora não tenha dado qualquer explicação sobre o destino dos dinheiros e na imprensa têm aparecido vários casos de cunhas para a obtenção de ajudas para a reconstrução de casas de férias enquanto quem precisa mesmo fica para trás e quem recebe normalmente tem alguma ligação partidária ou de amizade ao mesmo edil.

Por outro lado o Perfeito Vazio de Belém que está a banhos apenas diz que é preciso apurar saber o que se passou sobre este desvio dos donativos; mas palavras leva-as o vento e este refogado pede acção antes que comece a cheirar mais a esturro e se exige medidas profundas e radicais para se apurar responsavéis destes mesmos desvios e puní-los de forma exemplar e jamais os deixar soltos, porque gente desta tem que ir para a cadeia pagar pelo que fez o pelo que está a fazer.

O que esta situação vai levar é que a proxima angariação que ocorra através dos meios de comunicação social e que tenha suporte do presidente da república ou de outra entidade pública acabe em fracasso e tenham que ser privados que por sua iniciativa levem os donativos em géneros (exemplos: alimentos, rações para animais ou roupas) ou financiarem directamente a reconstrução de casas que não sejam habitações de férias como está acontecer em Pedrógão Grande.

Duvido que no futuro, próximas angariações de fundos para ajudar vítimas de incêndios ou de outras tragédias que envolvam dinheiro voltem a ter a mesma mobilização do que teve a causa do Pedrógrão por que agora quem quiser doar vai querer doar em géneros do que doar um céntimo que seja por que os possíveis doadores ficam desconfiados do real destino dos donativos em dinheiro porque estes podem não acabar para onde devem ir e vão para o sítio errado.

Estas situação do Pedrógão tem que ser investigada doa a quem doer e não são vãs palavras que vão fazer a máquina judicial andar, mas sim acção, acção contra aqueles que enganaram uma nação e vários cidadãos de outras partes do mundo que entraram com milhares de euros para ajudar as vítimas desta tragédia épica e que nos deveria de fazer pensar no fim do tremendo eucaliptal que existe em Portugal e numa real política de prevenção de fogos e não na pura demagogia como foram as medidas apresentadas pela gerigonça para a limpeza de florestas.

E ficam os engimas da esfinge: Por onde param os donativos para as vítimas do Pedrógão? Para quem é este compadrio que a imprensa denuncia? Porque raio não é investigado? Porque o pefeito vazio de Belém não aperta a sério com as instituições para saber o que é feito dos milhões doados?

Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar